Mix Brasil – Crítica: Theo e Hugo honra subgênero underground

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*Por Leonardo Resende – hashtagcinema@daiblog.com.br 

Em seu título original, o filme Theo e Hugo, filme exibido na 24ª edição do Festival Mix Brasil da Cultura de Diversidade, expressa o significado de maneira mais literal do que a tradução sugeriu. “Théo et Hugo dans le même bateau” ou Théo e Hugo estão no Mesmo Barco é o longa-metragem que expande o acervo de películas LGBTTs em que a temática HIV é intensamente utilizada. Com o potencial cult, o filme de Olivier Ducastel e Jacques Martineau retrata certa realidade crua e ao mesmo tempo positiva do mundo gay.

Théo (Geoffrey Couët) e Hugo (François Nambot) se conhecem em uma festa gay de Paris. A quimíca entre eles é imediata e forte. Porém, ao saírem do local, os rapazes notam que praticaram sexo sem proteção. E o grande problema é que um deles é soropositivo.

O que não falta no cinema gay é a temática HIV. Desde Filadélfia, sempre que possível, a sétima arte retoma o tema. O hit mais recente é Holding the Man, disponível na Netflix. Mesmo que Theo e Hugo aproxime o assunto de modo melodramático, ele consegue se destacar entre dos demais títulos tanto pela sua narrativa isolada quanto pelos adereços técnicos.

Caso John Cameron Mitchell (Reencontrando a Felicidade e Hedwig and the Angry Inch) e Danny Boyle (Trainsportting – Sem Limites e 127 Horas) tivessem realizado uma parceria, com toda certeza, Theo e Hugo seria a consequência.

Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Theo e Hugo:

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