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3º Festival de Cinema do Paranoá premia filmes

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Mais de 375 inscritos, debates, mostras, oficinas, batalhas de rimas, show de talentos e, claro, muito cinema, ocuparam a 3ª edição do Festival de Cinema do Paranoá. De 21 a 27 de outubro de 2019, o evento encantou a região administrativa, que completou 62 anos no dia 25 do mês. No total, foram exibidas 62 produções e distribuídos prêmios para várias categorias, alternando entre valores em dinheiro e troféus estilizados do evento. Melhor atuação, roteiro, direção, direção de fotografia, melhor filme, dentre outros, tiveram visibilidade na terceira e maior edição do festival, que já se consolida no Distrito Federal e no Brasil. Além de dar espaço para filmes de autoria feminina – 25 % dos filmes selecionados –, estudantes, pessoas em situação de rua e pessoas com deficiência também garantiram seu espaço.

E o encerramento, no dia 27 de outubro, foi contagiante. O melhor curta-metragem do Festival de Cinema do Paranoá 2019 (Nacional/Distrital) foi Boi, uma animação de Lucas Bettim e Renan Carvalho. A produção é de São Paulo (SP). Na Mostra Nacional, dos 43 selecionados, quem levou o prêmio de melhor júri oficial foi o curta experimental Prefiro Não Ser Identificada, de Juliana Muniz, do Rio de Janeiro. O júri popular elegeu como melhor produção nacional A Parteira, de Catarina Doolan. O filme é representante de Natal e São Gonçalo do Amarante (RN).

Curta-metragem Boi foi premiado

Já dos 19 curtas-metragens que concorreram na Mostra Competitiva Distrital e Cidades do Entorno do DF, quem levou o troféu pelo júri oficial foi Cão Maior, uma ficção de Filipe Alves. Já o júri popular elegeu como o melhor Dona Zefinha – 93 Anos de Caminhada, um documentário de Cícero Fraga e Alan Schvarsberg. Ambos os filmes foram filmados no Paranoá e levaram troféu para casa. Já como melhor ator, foi José de Campos que conquistou o prêmio local pelo filme Mauro, com o mesmo nome do personagem que interpretou. Melhor atriz local foi para Pirita Regueira, que fez a personagem Mulher Misteriosa em Escola Sem Sentido. Ambos concorreram no DF.

Já o melhor curta-metragem de autoria feminina da Competitiva Nacional foi também Prefiro Não Ser Identificada, de Juliana Muniz. No DF, o melhor das mulheres foi Imery Xuatibâ Adopâdobâry / Meu Filho Perdido Voltou, uma ficção de Leticia Amorin realizada no Mato Grosso e em Brasília. “Vencedores somos todas e todos participantes, realizadoras e realizadores que exibiram seus trabalhos e toda a equipe, incluindo voluntários que foram esplêndidos. Somos gigantes por promovermos a cultura em nossa comunidade por meio do cinema”, destaca o idealizador do festival, Januário Jr.

A relação completa dos premiados está no site oficial do evento.

*Por Clara Camarano – Especial para o Cine61

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