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Assista agora ao curta Ratão

Sinopse: Dirigido por Santiago Dellape, melhor filme do Júri Popular no 38º Festival de Gramado.

Inscrições Abertas para o Concurso Curta Ecofalante

Estão abertas as inscrições para o Concurso Curta Ecofalante, que premia produções de estudantes universitários, de cursos técnicos, do ensino médio e de escolas livres de cinema. Os curtas selecionados serão exibidos na 7ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que acontece de 31 de maio a de 13 de junho em cinemas e espaços culturais da cidade de São Paulo. A premiação tem três categorias:
Melhor Curta Ecofalante – Universitário, Técnico e Cursos Livres de Cinema  – com prêmio de R$ 3.000,00
Melhor Curta Ecofalante – Ensino Médio – sem prêmio em dinheiro
Melhor Filme – JURI POPULAR – sem prêmio em dinheiro
Em 2017 aconteceu a sexta edição do evento
Os filmes devem ter sido finalizados a partir de 2016, ter até 30 minutos de duração e tratar de temas socioambientais, tais como:​ ​água, alimentação, consumo, contaminação, energia, habitação, mobilidade, mudanças climáticas, poluição, sustentabilidade, povos & lugares, ativismo ambiental, resíduos sólidos, áreas verdes, áreas urbanas, economia verde, globalização, vida selvagem, políticas públicas socioambientais.
Longa Os Libertadores foi exibido
O período de inscrições:
As inscrições podem ser feitas de 01 de fevereiro até 10 de março de 2018, pelo site www.ecofalante.org.br/mostra. Todos os filmes inscritos serão analisados pela comissão de seleção da mostra. Os critérios de seleção terão como base as qualidades artísticas, técnicas e a relevância temática da obra. Filmes que não cumprirem com o regulamento do concurso, disponível no mesmo site, não serão considerados.

Margot Robbie fala sobre Eu, Tonya

Tonya Harding dominava o gelo com perícia sem rivais. Ela conseguiu superar sua infância pobre e ser campeã do Campeonato de Patinação no gelo do Reino Unido e segunda colocada no campeonato mundial. Porém, ela dominou as manchetes por algo totalmente diferente, depois que seu marido tentou incapacitar uma de suas concorrentes quebrando a perna dela durante as Olimpíadas de 1994. Eu, Tonya, é uma visão, às vezes, absurda, trágica e hilária de uma mulher no centro do maior escândalo na história do esporte nos Estados Unidos. No longa-metragem, Margot Robbie interpreta a protagonista. A artista também foi uma das produtoras e, na entrevista a seguir, comenta sobre o filme:

Conte-nos sobre o filme Eu, Tonya, e sobre o que é.
O começo do filme resume tudo: é um filme “baseado em entrevistas sem ironia, muito contraditórias e totalmente reais com Tonya Harding e Jeff Gillooly”. Explica a estrutura dessa história – não é um filme convencionalmente estruturado, isso por que é baseado nessas duas entrevistas completamente contraditórias entre Tonya e Jeff. E é assim que Steven desenhou o roteiro – ao redor dessas intensas entrevistas.

Onde fizeram as filmagens?
Em Atlanta. Tonya morava em Portland, então obviamente visitamos locais lá, mas Atlanta era a melhor escolha. Nos proveu o que precisávamos, e, com a indústria crescendo lá, tivemos acesso a uma ótima equipe.

Conte-nos sobre o processo de escolher o elenco.
O que Julianne Nicholson fez foi incrível com a personagem Diane Rawlinson, treinadora de Tonya, foi interpretar o que todos estavam assistindo. Quantas vezes paramos e assistimos a algo ruim acontecer e ficamos pensando se devemos fazer algo? Diane estava em uma posição complicada, pelo menos a Diane que retratamos no filme. Ela é como uma figura maternal para Tonya, mas Tonya não é sua filha. Precisávamos de uma atriz excepcional para fazer o que Julianne fez. Foi uma filmagem difícil. Qualquer um que já fez um filme Indie lhe dirá que é uma batalha. E especialmente para esse projeto, tínhamos pouco tempo para filmar muitas cenas e uma quantidade limitada de dinheiro. Todos – elenco e equipe – tiveram de sofrer pelo filme para fazer acontecer. E eles fizeram. Não só tivemos atores excepcionais, mas eles foram além do que vemos os atores fazendo… o mesmo para a equipe. Esse é o tipo de filme que não daria certo sem esse nível de paixão e comprometimento.

Conte-nos sobre o processo de escolher o elenco.
O que Julianne Nicholson fez foi incrível com a personagem Diane Rawlinson, treinadora de Tonya, foi interpretar o que todos estavam assistindo. Quantas vezes paramos e assistimos a algo ruim acontecer e ficamos pensando se devemos fazer algo? Diane estava em uma posição complicada, pelo menos a Diane que retratamos no filme. Ela é como uma figura maternal para Tonya, mas Tonya não é sua filha. Precisávamos de uma atriz excepcional para fazer o que Julianne fez. Foi uma filmagem difícil. Qualquer um que já fez um filme Indie lhe dirá que é uma batalha. E especialmente para esse projeto, tínhamos pouco tempo para filmar muitas cenas e uma quantidade limitada de dinheiro. Todos – elenco e equipe – tiveram de sofrer pelo filme para fazer acontecer. E eles fizeram. Não só tivemos atores excepcionais, mas eles foram além do que vemos os atores fazendo… o mesmo para a equipe. Esse é o tipo de filme que não daria certo sem esse nível de paixão e comprometimento.

Como sua pesquisa a respeito de Tonya Harding acrescentou ao filme?
Existem muitos ótimos vídeos de Tonya online. Não só de quando ela foi condenada – tem um documentário feito sobre ela quando ela tinha 15, é claro, tem o programa 30 for 30 sobre ela quando adulta e todo o resto. Da perspectiva de interpretação, as filmagens tiveram muito valor para pegar o sotaque e maneirismos dela. Passei muito tempo assistindo a esses vídeos. Algumas frases dela acabaram chegando no filme, mesmo não estando escritas no roteiro. Então, o filme inclui pequenas coisas que Tonya especificamente disse aqui e ali. A pesquisa também ajudou quando estávamos filmando a coreografia de patinação – conseguimos replicar a rotina exata de Tonya. Eu estava no YouTube quase a cada segundo dessa filmagem. Eu lembro de Julianne dizer “O que Diane diria a Tonya logo antes da apresentação nas Olimpíadas?”. E em grande parte dos vídeos podemos ouvir o que Diane estava dizendo, mas lembrei de um clipe do qual um site de notícias qualquer conseguiu o áudio. Então pudemos saber exatamente o que Diane disse a Tonya logo antes dela ir par ao gelo. Temos muitos momentos como esse, dos quais pudemos replicar o diálogo palavra a palavra, momento a momento. Também encontramos online muitas imagens de Tonya, o que inspirou a visão de Craig e a estética de muitos momentos.

Sobrenatural: A Última Chave é um terror regular

O cineasta James Wan lançou, em 2010, o terror Sobrenatural. O sucesso fez com que o longa virasse uma franquia, cujo quarto título está em cartaz nos cinemas: Sobrenatural: A Última Chave. A direção desta vez fica por conta de Adam Robitel, que dirigiu A Possessão de Deborah Logan e escreveu o roteiro de Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma. Desta vez, a trama foca ainda mais na vida da médium Elise Rainier (Lin Shaye).

O longa-metragem começa mostrando a infância de Elise, quando ela ainda não compreendia sua capacidade de enxergar e se comunicar com entidades sobrenaturais. Após uma experiência trágica envolvendo o além, a história avança no tempo e vai para 2010, com a protagonista já madura recebendo um pedido de ajuda de um homem que mora na mesma casa que Elise foi criada. Ela, então, literalmente vai revirar os fantasmas do próprio passado.
Desde o fraco  Sobrenatural: A Origem ficou visível o desgaste da série. O fato de Elise aparecer como uma lutadora de demônios também tirou boa parte do terror que o desconhecido pode provocar. Desta vez, a história é um pouco diferente por ser um caso relacionado com a vida familiar da médium. E o resultado é um pouco melhor, principalmente por causa do terrível demônio com chaves. Bons momentos de suspense e sustos estão garantidos.
Os atrapalhados ajudantes estão presentes, o que quebra o clima pesado que o filme poderia ter. Esse senso de humor, com personagens que parecem ter saído dos Caça-Fantasmas, não chega a atrapalhar o horror, mas afasta o título de uma possível ambientação mais pesada. É o que acontece, por exemplo, em outro trabalho de James Wan: Invocação do Mal, bem mais sério. O quarto episódio da saga Sobrenatural não traz novidades. E a trilha sonora de Joseph Bishara, que realmente era assustadora nos primeiros filmes, agora aparece mais genérica. Uma pena.
*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Sobrenatural: A Última Chave:

 
Insidious: The Last Key (EUA / Canadá, 2018) Dirigido por Adam Robitel. Com Lin Shaye, Leigh Whannell, Angus Sampson, Kirk Acevedo, Caitlin Gerard, Spencer Locke…

Trailer do novo filme de Polanski que estreia em abril

O longa Baseado em Fatos Reais, novo trabalho de Roman Polanski (de O Pianista), ganhou trailer legendado e data de estreia no Brasil: 12 de abril. Adaptada do romance homônimo da francesa Delphine de Vigan, a produção é protagonizada pelas atrizes Emmanuelle Seigner (de O Escafandro e a Borboleta), que dá vida a escritora Delphine Dayrieux na trama, e por Eva Green (de O Lar das Crianças Peculiares), como Elle, uma mulher misteriosa que estabelece uma relação obsessiva com sua escritora favorita.

O filme reúne o também premiado Olivier Assayas (de Personal Shopper) como roteirista. Na prévia recém-divulgada, é possível observar a dúbia e às vezes furiosa relação da renomada escritora Delphine Dayrieux (Emmanuelle Seigner) com Elle (Eva Green). Como um conselheiro de Deplhine, o ator Vincent Pérez (de A Rainha Margot) aparece em cena. Exibido em 2017 na 70ª edição do Festival de Cannes, fora da mostra competitiva, o thriller tem distribuição nacional Paris Filmes e é apontado como “magistral” pelo site The Hollywood Reporter, como destacado no material. Lançado em 2015, o livro que inspirou o longa está disponível em livrarias de todo o país pela Editora Intrínseca.

A semana (1/2 a 7/2) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


Così Fan Tutte – Provocados por Don Alfonso, filósofo velho cínico que não acredita na perenidade do amor, dois jovens irmãos decidem testar a fidelidade das suas amantes. O amor vai infligir a eles uma lição amarga: aqueles que se imaginavam fênix e deusa vão descobrir a fragilidade das paixões e da vaidade dos juramentos.


The Post – A Guerra Secreta – Ben Bradlee (Tom Hanks) e Kat Graham (Meryl Streep), editores do The Washington Post, recebem um enorme estudo detalhado sobre o controverso papel dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã e enfrentam de tudo para publicar os bombásticos documentos.

Me Chame Pelo Seu Nome – O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega.

A Forma da Água

A Forma da Água – Década de 60. Em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).


Todo o Dinheiro do Mundo – Itália, 1973. John Paul Getty III (Charlie Plummer) é o neto do magnata do petróleo J. Paul Getty (Christopher Plummer). O sequestro do rapaz coloca a sua mãe, Gail Harris (Michelle Williams), em uma corrida desesperada para tentar convencer o bilionário ex-sogro a pagar o resgate, de US$ 3 milhões.


Extraordinário – Auggie Pullman (Jacob Tremblay) é um garoto que nasceu com uma deformação facial. Pela primeira vez, ele irá frequentar uma escola regular, como qualquer outra criança. No quinto ano, ele irá precisar se esforçar para conseguir se encaixar em sua nova realidade.

Viva – A Vida é Uma Festa – Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba gerando uma extraordinária reunião familiar.

Paddington 2

Paddington 2 – Após ser adotado pela família Brown, Paddington ganhou muita popularidade na comunidade de Windsor Gardens. No aniversario de 100 anos de sua tia Lucy, esse simpático ursinho sai em busca do presente perfeito e acaba encontrando um livro único na loja de antiguidades do senhor Gruber. Paddington se submete a uma série de trabalhos bizarros para poder comprá-lo, e quando o livro é roubado, ele e sua família farão de tudo para encontrar o ladrão.



A Repartição do Tempo – Brasília, início da década de 1980. O REPI (Registro de Patentes e Invenções) acaba de ser capa de uma importante revista nacional, que o coloca como exemplo da burocracia existente no governo. Lisboa (Eucir de Souza), o chefe do departamento, não gosta nem um pouco da reportagem e decide cobrar atitude de seus funcionários, que fazem de tudo menos trabalhar. Paralelamente, o dr. Brasil (Tonico Pereira) deseja patentear uma máquina do tempo. Ele deixa o aparelho no REPI e, ao ser colocado no estoque, Jonas (Edu Moraes) acidentalmente o aciona e, consequentemente, volta no tempo. Ao descobrir o ocorrido, Lisboa elabora um plano de forma a obrigar os funcionários a realmente trabalharem, mesmo que para tanto eles precisem ser mantidos em cativeiro

Saudade

Saudade – Um olhar íntimo e um retrato aprofundado sobre a saudade sentida pelos brasileiros e pelos indivíduos lusófonos que vivem longe de sua terra natal, habitando comunidades lusófonas em diversos países do mundo. Através de viagens a países que falam a língua portuguesa, os aspectos plásticos e sensoriais da linguagem são traçados.

O Touro Ferdinando – Ferdinand é um touro com um temperamento calmo e tranquilo, que prefere sentar-se embaixo de uma árvore e relaxar ao invés de correr por aí bufando e batendo cabeça com outros touros. A medida que vai crescendo, ele se torna um touro forte e grande, mas com o mesmo pensamento. Quando cinco homens vão até sua fazenda para escolher o maior, melhor e mais forte animal para touradas em Madri, Ferdinand é escolhido acidentalmente.
Sem Fôlego – Gunlint, Minnesota, 1977. Ao atender um telefonema, o garoto Ben (Oakes Fegley) é atingido pelo reflexo de um raio, que caiu bem em sua casa. Esta situação faz com que seja levado a um hospital em Nova York, onde descobre que não consegue mais ouvir um som sequer. Em 1927, a jovem surda Rose (Millicent Simonds) foge de sua casa em Nova York para encontrar sua mãe, a consagrada atriz Lillian Mayhew (Julianne Moore). A vida destes dois garotos que não conseguem mais ouvir está interligada a partir de um livro de curiosidades, que os leva ao Museu de História Natural.

Maze Runner

Maze Runner: A Curta Mortal – No terceiro filme da saga, Thomas (Dylan O‘ Brien) embarca em uma missão para encontrar a cura para uma doença mortal e descobre que os planos da C.R.U.E.L podem trazer consequências catastróficas para a humanidade. Agora, ele tem que decidir se vai se entregar para a C.R.U.E.L e confiar na promessa da organização de que esse será seu último experimento.


O Destino de uma Nação – Winston Churchill (Gary Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Mnistro da Grã-Bretanha. Paralelamente, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista que pode significar o fim de anos de conflito.


Artista do Desastre – Greg Sestero (Dave Franco) se aproxima do excêntrico Tommy Wiseau (James Franco) após uma aula de atuação e os dois desenvolvem uma intensa amizade ancorada no sonho em comum de fazer sucesso nas artes dramáticas. Juntos eles partem para Hollywood, onde Tommy, cansado de ser rejeitado em testes, decide produzir, financiar, dirigir, escrever e protagonizar – ao lado do melhor amigo – o longa-metragem que o catapultará ao estrelato: “The Room”.

Musical O Rei do Show narra a criação do circo

Pensar no nome Hugh Jackman é associá-lo diretamente com o personagem Wolverine. Esqueça um pouco o mutante e deixe entrar uma novíssima vertente do ator: o musical. É surpreendente ver o artista buscando novos caminhos para a carreira em O Rei do Show. É agradável também vê-lo atuando, cantando e dançando em cena. Em alguns momentos do longa as músicas realmente funcionam, reforçam e até emocionam o que a trama quer passar para o público.

Inspirado em uma história real e com direção de Michael Gracey, a trama aborda a origem de P.T Barnum, desde a infância pobre até a consagração como o maior showman de entretenimento norte-americano. No filme, P.T convoca um grande time de estrelas fora do padrão para um grande show. O evento foi o pontapé para o que conhecemos hoje como circo.

A história traz uma mensagem muito atual: a não aceitação da sociedade daquelas pessoas que não se encaixam em padrões pré-estabelecidos. Barnum, inicialmente, acredita no time de estrelas não convencional para o seu show, mas por querer se enquadrar na alta sociedade, acaba deixando o “freak team” de lado. Isso gera vários problemas para o grupo de “degenerados” e para o próprio protagonista da trama.
É engraçado pensar que em algum momento algo tão banal como o circo foi perseguido pela sociedade. Mesmo com a mensagem positiva em O Rei do Show, a trama soa previsível. A jornada do “freak team” não é criativa e cai nos mesmos lugares comuns de filmes que retratam certos grupos da sociedade.

*Por Vinícius Remer – Especial para o Cine61

Veja aqui o trailer do filme O Rei do Show:

 



The Greatest Showman (EUA, 2017) Dirigido por Michael Gracey. Com Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya, Rebecca Ferguson, Austyn Johnson, Cameron Seely, Keala Settle…

Longa Raia 4 realiza filmagens em Porto Alegre

Porto Alegre (RS) – A Capital e região metropolitana servem de cenário para o longa Raia 4, que está sendo rodado durante os meses de janeiro e fevereiro. Realização da Ausgang, o filme é a estreia na direção de longa-metragens de Emiliano Cunha (Sob Águas Claras e Inocentes), que divide a produção com Davi de Oliveira Pinheiro (Porto dos Mortos) e Pedro Guindani (Desvios). Drama com elementos de suspense ambientado no universo da natação competitiva, Raia 4 tem no elenco Fernanda Chicolet (Demônia) e José Henrique Ligabue (Flor do Caribe) e jovens nadadores que fazem sua estreia nas telas.  O longa tem financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual (Ancine/BRDE), através do edital Prodecine 05/2015. Maiores informações na página oficial do filme no Facebook, fb.me/raia4filme.
Fotos: Tuane Eggers/Ausgang
A trama acompanha Amanda (Brídia Moni), uma atleta de de 12 anos de idade. Silenciosa e reservada, ela encontra segurança em seu próprio mundo: debaixo da água, onde os segredos não podem ser ouvidos. Priscila (Kethelen Guadagnini), uma excelente nadadora, torna-se sua adversária  não só na piscina, mas também na vida. “Fui atleta de natação da infância à vida adulta e o filme une minhas duas paixões: o cinema e a natação”, resume o diretor Emiliano Cunha, que também assina o roteiro. 
“É a chance de mostrar  ao público um universo fascinante e que me é precioso, e explorar um cinema que é de sensações, trazendo à tela a experiência da natação como é para os esportistas”, complementa o cineasta porto-alegrense. Também na equipe do filme estão Valeria Verba e Sheila Marafon, que assinam a direção de arte, Edu Rabin, diretor de fotografia, e Beto Picasso, diretor de produção.

Documentário relata superação de ex-viciados

“Filho! Quantas vezes eu te procurei . Quantas vezes eu te disse e não errei. Eu previa que ia acabar assim, você nos meus braços sem poder sorrir…”.  A letra forte se potencializa em um rap que dá voz às mães de ex-viciados e viciados em drogas. Mães, estas, obrigadas a lidar  com o universo do tráfico e do vício.  A canção Quantas Vezes é assinada pelo compositor, rapper, diretor e escritor Stein Anistia. Ela faz parte da trilha sonora do seu primeiro longa-metragem, Voz de Rua, um comovente relato sobre jovens que tiveram que lidar contra o vício. Após cinco meses de filmagem e edição, o documentário brasiliense estreia nesta segunda-feira (29/01) , às 21h, no Cine Brasília (106 Sul).  A entrada é franca.

“Entre o cárcere e as drogas, será que você sobreviveria a tempo de contar sua própria história?”, interroga o diretor. Piauiense radicado em Brasília, o artista fala para e pelas ruas da capital nesta narrativa que acompanha quatro jovens em situação de vulnerabilidade social. Todos envolvidos no universo das drogas. Entre as regiões de Santa Maria, Brazlândia, Paranoá e Gama, as quatro histórias se cruzam e comovem. Histórias reais de ex-viciados e traficantes que mostram e provam esperança na superação.

As lentes das câmeras revelam o antes, o durante e o depois das drogas, sem julgamentos. No cerne da narrativa, temos Marola, hoje um empresário de Brazlândia. Antes, um jovem que chegou a vender tudo dentro de sua casa para se drogar. Em paralelo, Mano D mostra sua luta para sair das drogas e, também, da dura realidade da vida no subúrbio do  Paranoá. Ainda, Marcos – o Marquinhos – é um jovem de Santa Maria que teve que passar pelas dores do cárcere por ter se envolvido com tráfico e assassinato. Já Welby See, do Gama, sobreviveu aos três anos de cadeia. Ele foi preso por envolvimento com vendas de drogas.

Sem papas na língua, os quatro falam, expõem suas fraquezas e os meios que tiveram que se agarrar para superar o vício. As famílias também documentam seus sofrimentos. “Mostramos todas estas sequelas. Infelizmente, esta é a realidade das periferias de Brasília, do Brasil e do mundo”, destaca o diretor.   


A produção conta com 1h20 de duração e teve o apoio da Secretaria de Cultura do DF. Stein Anistia é o idealizador e coordenador do projeto Aviva Hip Hop que, neste ano, chega a sua 11ª edição. “Conseguimos o apoio para o Voz de Rua por meio do Aviva, um projeto que dá espaço para rappers, para a comunidade  do Hip Hop do Distrito Federal”, explica. 
Serviço: 
Voz de Rua 
Estreia – Segunda-feira (29/01)
Horário: 21h
Local: Cine Brasília (106 Sul)
Entrada franca
Não recomendado para menores de 16 anos
Informações: 3224-1660

*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br

Humor é com ele mesmo: Steve Carell

Steve Carell é atualmente um dos comediantes mais requisitados de Hollywood. Ele conquistou reconhecimento, inicialmente, por conta das participações como um correspondente no programa vencedor do Emmy® The Daily Show with Jon Stewart, do canal Comedy Central. Depois, seguiu com sucesso no horário nobre da televisão e com destaque no cinema.

O Virgem de 40 anos

O primeiro papel principal de Carell em um longa-metragem foi na comédia O Virgem de 40 Anos, da qual ele foi co-roteirista com o diretor Judd Apatow. O filme fez muito sucesso e foi a surpresa de 2005, além de estrear no primeiro lugar e liderar a bilheteria por dois finais de semana consecutivos, arrecadando mais de US$ 175 milhões em todo o mundo, com estréia no primeiro lugar em 12 países. Até o momento, o filme já rendeu mais de US$ 100 milhões em vendas de DVD apenas nos Estados Unidos. Faturou o prêmio da AFI como um dos 10 Melhores Filmes do Ano, levou para casa o título de Melhor Filme de Humor na 11ª edição do Critics’ Choice e rendeu a Carell e a Apatow indicações na categoria Melhor Roteiro Original, no Writers Guild of America.

Carell estrelou a adaptação americana do aclamado seriado britânico The Office. Em sua quarta temporada, o programa continua a subir nos índices de audiência e já rendeu a Carell uma indicação ao Emmy® na categoria Melhor Ator em Comédia. Em 2006, Carell ganhou um Globo de Ouro na categoria Melhor Atuação em Série Televisiva – Musical ou Comédia, pelo papel de Michael Scott, o pomposo e iludido chefe de uma empresa de papel da Pensilvânia. Ele também ganhou um prêmio do Writers Guild na categoria de Melhor Série de Comédia, em 2007, por seu trabalho como roteirista.
Em 2006, ele co-estrelou a comédia de humor negro Pequena Miss Sunshine, que rendeu uma indicação ao Oscar® na categoria de Melhor Filme e levou um Prêmio SAG como Melhor Atuação de Elenco em um Longa-Metragem. Recentemente, ele também contracenou com Juliette Binoche na comédia romântica Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada, e também estrelou a comédia A Volta do Todo Poderoso. No início deste ano, Carell emprestou a voz ao Prefeito de Whoville no clássico de Dr. Seuss Horton e o Mundo dos Quem!, ao lado de Jim Carrey.

O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy

Em seu currículo estão ainda O Âncora – A Lenda de Ron Burgundy, Todo Poderoso e A Feiticeira. Nascido em Massachusetts, Carell agora reside em Los Angeles com sua esposa, a atriz Nancy Walls (do programa Saturday Night Live, da NBC), que ele conheceu quando os dois ainda faziam parte da companhia teatral Second City, de Chicago. Ele é pai orgulho de uma menina e um menino.