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Olha os brinquedos do Lego Batman do McLanche Feliz!

A próxima campanha do McLanche Feliz estará disponível em todos os restaurantes do país a partir do dia 1º de fevereiro. E o clima de aventura vai invadir o McDonald’s com oito itens inspirados nos personagens de Lego Batman: O Filme, a nova animação da Warner Bros. No filme, o protagonista Batman abandona sua postura solitária e une-se com novos parceiros para defender a cidade de Gotham das ameaças do Coringa. Para o McDonald’s, trata-se da união de um personagem que é popular entre diversas gerações, um dos mais adorados entre os fãs de super-heróis, e um dos brinquedos mais populares. Dessa forma, a experiência das famílias será completa! 
Confira as oito atrações do McLanche Feliz: 
Cine61 Máscara do Batman: Máscara preta do Batman promete agitar ainda mais a brincadeira. Quem não gosta de brincar de ser seu super-herói preferido? 
Cine61 Máscara da Batgirl: Uma máscara roxa que permite que a brincadeira fique ainda mais legal. Vamos deixar a imaginação tomar conta da diversão!
Cine61 Visor da Batgirl: Lindo e moderno visor na cor roxa. Por meio dele, pode-se ver as imagens dos cards em 3D. Demais! 
Cine61 Visor do Batman: Ao colocar o moderno visor sobre o nariz, é possível ver as imagens dos cards em 3D. 
Cine61 Copo do Batman e da Batgirl: Copo com estampas dos super-heróis. 
Cine61 Copo do Robin e da Mulher-Gato: Copo com estampas dos super-heróis.
Cine61 Caixa de Metal do Robin e da Mulher-Gato: Esta caixa de metal tem impressões nos dois lados – de um lado, pode-se ver o Robin e, do outro, a Mulher-Gato. Ao abrir a caixa, deve-se utilizar as quatro folhas de figurinhas para animar a brincadeira. 
Cine61 Caixa de Metal do Batman e da Batgirl: Esta caixa de metal tem impressões nos dois lados – de um lado, pode-se ver o Batman e, do outro, a Batgirl. Ao abrir a caixa, brinque com um divertido quebra-cabeça de 12 peças.

Hardcore: Missão Extrema é o filme que todas as adaptações de games deveriam ser

*Por Leonardo Resende – Especial para o Cine61

O número de adaptações parcialmente bem-sucedidas de video-games para o cinema é quase zero. Se existem filmes que chegaram perto dessa glória, são eles: Mortal Kombat (1995) e Resident Evil (2002). Curiosamente ambos são de Paul W. S Anderson. Alguns espectadores viram um pequeno vislumbre de uma boa adaptação com Warcraft: O Encontro de Dois Mundos (2016), de Duncan Jones. Outros apostaram suas fichas com Assassin’s Creed, de Justin Kurzel. Porém a melhor adaptação de video-games não é original de um console. Confuso? Hardcore: Missão Extrema, disponível no Netflix e live-streaming, usa todos os elementos que uma adaptação deveria usar, mas nunca teve a ousadia.
No primeiro instante, somos apresentados a Henry, um ciborgue que não se recorda da sua vida anterior. De acordo com algumas breves passagens e flashbacks do protagonista, pode-se deduzir que o mesmo sofreu um acidente gravíssimo. Intercalando as imagens do passado, o filme é editado com uma ação ininterrupta. A montagem é tão frenética que, no princípio, Henry deve apenas salvar uma donzela e fugir dos vilões.
Sua maior vantagem e proximidade com os games é a fotografia em primeira pessoa. Nunca presenciamos o rosto de Henry. Acompanhamos o filme em sua perspectiva. Vemos o protagonista dilacerar, metralhar e mutilar diversos figurantes. Todo esse ponto de vista que lembra uma câmera Go-Pro, faz abstrair qualquer enredo relevante. Ver Henry se deliciando com tamanha violência é muito divertido.
Talvez seja esse fator que faça com que Hardcore – Missão Extrema seja infinitamente mais bem-sucedido em relação a adaptações de games. Os filmes baseados em franquias de consoles têm aquele imenso desafio da fidelidade ao fã. Por ser original, o longa-metragem não precisa agradar nenhum fã. Além da filmagem, este é o maior destaque do filme. Aquela preocupação de ser fiel a alguma história é tão banal quanto todos os corpos que Henry esquarteja.

Veja aqui o trailer do filme Hardcore: Missão Extrema:

Hardcore Henry (2015, Rússia, EUA) Dirigido por Ilya Naishuller. Com Sharlito Copley, Hailey Bennett, Danila Kozlovsky, Tim Roth, Andrei Dementiev, Svletna Ustinova, Jack Han, Darya Charusha…

Cine61 te leva para uma pré-estreia digna de Oscar: Estrelas Além do Tempo

O filme Estrelas Além do Tempo conta a incrível história real do time pioneiro formado por Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae), brilhantes cientistas afrodescendentes que trabalharam na NASA e estiveram por trás de uma das maiores operações da história: o lançamento do astronauta John Glenn em órbita, uma realização impressionante que restaurou a confiança na nação, incentivou a corrida espacial e estimulou o mundo. O visionário trio excedeu todas as linhas de gênero e raça para inspirar gerações a sonhar grande. O longa foi indicado em três categorias: Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer) e Melhor Roteiro Adaptado (Theodoro Melfi).

O Cine61 fará a pré-estreia de  Estrelas Além do Tempo e você pode ser um dos nossos convidados. A sessão acontece nesta terça-feira (31/1), às 20h30, no Cinemark do shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul). Para receber um convite duplo, você deve enviar um e-mail para contato@cine61.com.br com seu nome completo. Dinâmica válida de 21h a 21h15 do dia 29/1/2017. Limitado a três convites duplos. Você também poderá ver o resultado aqui nesta postagem, logo abaixo! Aproveite também para assistir ao trailer do filme:




Atualização: os convidados foram: Elnatan Bernardo dos Santos Junior, Filipe Ribeiro Duarte e Kellem Correa Santos!

Looke Kids chega com novo visual para a criançada

A diversão está garantida para família e para a garotada com o conteúdo repaginado do Looke Kids https://www.looke.com.br/kids, com novas listas, divididas por temas e novos personagens. Disponível para os membros do Vídeo Club (assinantes Looke), no Looke Kids é possível assistir aos mais diversos títulos incluindo séries de animações como a Turma da Mônica e seu Cine Gibi com 11 conteúdos variados, além do Palavra Encantada que há mais de 20 anos encanta crianças, famílias e educadores em todo o Brasil com seu trabalho de música infantil de alta qualidade, presente na plataforma com 8 títulos com exceção do novo Vamos Brincar (disponível apenas para locação e venda).

Para os pequeninos tem o fenômeno A Galinha Pintadinha vol. 1, 2 3 e 4 que traz as clássicas cantigas infantis, o Almanaque dos Pequerruchos, que de forma lúdica ensina e diverte as crianças e Bob Zoom, a formiguinha azul que estrela uma série de vídeos musicais.
Conhecidos como “os palhaços mais amados do Brasil” Patati e Patatá fazem parte do acervo com o título – Patati Patatá – A Vida é Bela . Atchim e Espirro, outra dupla de palhaços de grande sucesso nos anos 80 também está no Looke Kids, com 4 títulos que incluem canções de roda e especial de Natal. Na categoria Cinekids destaque para os nacionais Menino Maluquinho – O Filme, adaptação do livro infanto-juvenil do cartunista Ziraldo, dirigido pelo cineasta Helvécio Ratton e quatro sucessos da Rainha dos baixinhos que são: Super Xuxa Contra o Baixo Astral, Lua de Cristal (esses dois primeiros, estão entre as maiores bilheterias de Xuxa), Xuxa Requebra e Xuxa em O Mistério de Feiurinha.

Perfil: o grande cineasta italiano Michelangelo Antonioni

Consagrado diretor italiano, Michelangelo Antonioni nasceu em Ferrada, norte da Itália, em 19 de setembro de 1912. Antes de iniciar sua carreira como cineasta, graduou-se em Economia, na Universidade de Bolonha, na mesma época em que começou a escrever sobre cinema para uma publicação local. Em 1940, mudou-se para Roma, onde se tornou, por um breve período, crítico colaborador da revista Cinema, veículo oficial do Partido Fascista, de onde foi demitido após poucos meses. Logo após, iniciou seus estudos no Centro Experimental de Cinema, na Cinecittà, onde, apesar da curta permanência, conheceu artistas com quem cooperaria futuramente, como o cineasta Roberto Rosselini, com quem escreveu seu primeiro roteiro para cinema, em 1942.
A filmografia de Antonioni é uma das mais premiadas da história e a única a receber os principais prêmios dos quatro maiores festivais de cinema da Europa: Cannes, Berlim, Veneza e Locarno. O reconhecimento, entretanto, veio logo com o seu primeiro longa-metragem como diretor, Cronaca di um Amoré (1950), que concedeu a Antonioni o Nastro d’Argento especial. Por Il Grido (1957), quinto longa de sua filmografia, recebeu o Leopardo de Ouro, prêmio máximo de Locarno. Posteriormente, por La Notte, foi agraciado com o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em 1961. Il Deserto Rosso (1964) foi o ganhador do Leão de Ouro, no Festival de Veneza. No ano de 1967, recebeu a Palma de Ouro em Cannes, por Blow-Up. Pelo conjunto de sua obra, recebeu prêmios honorários no Festival de Veneza (1983) e no Oscar (1995). Michelangelo Antonioni morreu em 2007, aos 94 anos de idade.

Rasa, história de Beleza Oculta manipula emoções

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

O diretor David Frankel ganhou um Oscar de melhor curta-metragem em 1997. Também foi responsável por filmes queridos por muita gente, como a divertida comédia O Diabo Veste Prada e o emotivo Marley & Eu. Seu novo trabalho, Beleza Oculta, estreia nos cinemas nacionais com um elenco de peso: Will Smith, Edward Norton, Kate Winslet, Helen Mirren, Michael Peña e muitos outros. Garantia de sucesso, certo? Vamos com calma…
O longa-metragem dramático tem como principal temática o luto. O empresário Howard (Smith) sofre com a perda da pequena filha. A tragédia fez com que ele abandonasse complemente os compromissos profissionais. Antes criativo, animado e feliz, Howard agora é a imagem da tristeza. Isso faz com que seus amigos/sócios elaborem um mirabolante plano para tentar reverter a situação do amigo e da empresa.
Uma detetive particular descobre que Howard escreve cartas para a Morte, o Amor e o Tempo. Os amigos então contratam atores para interpretar os destinatários e confrontar o homem. O objetivo é fazer com que ele enxerge o lado bom das coisas e passe a valorizar a vida. A ideia pode ser boa na ficção, mas é algo que não convence muito bem no filme. O roteirista Allan Loeb já escreveu uma história sobre a dor de se perder um ente querido no competente Coisas que Perdemos Pelo Caminho. Mas toda a inspiração ficou por lá mesmo. Em Beleza Oculta ele derrapou feio.
Nem mesmo os ilustres atores estão bem. O excesso de personagens mal desenvolvidos e a história ruim faz com que o filme seja raso e piegas. Keira Knightley, por exemplo, desaparece em meio de tantas subtramas. Para tentar humanizar os personagens, cada amigo traz consigo um dilema dramático, que nunca é aprofundado o bastante e serve apenas para tentar arrancar lágrimas. Manipulando as emoções com um trilha sonora forçada, o melodrama pode até ser capaz de fazer alguns chorarem, mas é tudo um grande equívoco.
Veja aqui o trailer do filme Beleza Oculta:




Collateral Beauty (2016, EUA) Dirigido por David Frankel. Com Will Smith, Edward Norton, Kate Winslet, Michael Pena, Helen Mirren, Naomie Harris, Keira Knightley…

Uma entrevista com Chan-wook Park sobre o filme A Criada

Na entrevista a seguir, o cineasta sul-coreano Chan-wook Park fala sobre  A Criada, seu recente trabalho. A crítica do longa-metragem pode ser lida neste link.

Conte-nos coo foi a escolha deste projeto para ser seu próximo filme.
O mesmo aconteceu com Oldboy. O produtor Syd LIM chegou ao material de origem
primeiro, mostrou para mim e perguntou “O que você acha?” Tenho certeza de que aconteceu
o mesmo com outros leitores, mas quando li o romance, o fim da primeira parte me pegou
totalmente de surpresa, porém não foi só isso, eu me apaixonei completamente pela escrita
vívida e detalhada da autora. Mais do que qualquer outra coisa, eu escolhi esta história porque
as duas mulheres em seu centro parecem tão vivas. Uma é uma pessoa com um passado
sombrio, a outra alguém vivendo um presente desesperado, ambas exalando um senso muito
forte de individualidade e charme.

Por que você resolveu transpor a história da Inglaterra Vitoriana para a Era Imperial e não outro período da história da Coreia?
Os motivos foram práticos. Pensamos em elementos do enredo como uma sociedade em que
ainda há a separação de classes por nobreza, na ocupação japonesa mostrada em A Criada,
no personagem que coleciona itens raros e em outros fatores. A Era Imperial ainda
apresentava elementos tradicionais, mas já via uma modernidade se manifestando, por isso
sua escolha.

Todos os seus filmes anteriores tiveram um dsenho de produção extraordinário, mas A Criada destacou-se particularmente neste aspecto. Pode explicar sua intenção e seu conceito por trás da direção de arte?
A casa é um espaço importante. KIM Hae-sook diz no início: “Nem mesmo no Japão você pode
encontrar uma casa que combine os estilos japonês e ocidental. Ela reflete a admiração de
Mestre Kouzuki pelo Japão e pela Inglaterra.” Quando os personagens entram na ala japonesa
da construção devem tirar os sapatos e quando caminham pela ala ocidental devem calçá-los
de novo. A personalidade da casa é um elemento importante. O quarto de Hideko fica
localizado na ala ociental, então ela dorme numa cama ocidental e vive como uma mulher
ocidental. Contrastando, o quarto da criada fica ao lado e tem estilo japonês, assim Sookee
vive num “oshiire”, uma espécie de closet para armazenar roupas de cama.
O espaço mais importante em termos de desenho de produção é a biblioteca. O exterior é de
tradicional arquitetura japonesa, enquanto que o interior tem estilo ocidental. Dentro da
biblioteca, há também uma seção com tatames, que durante as leituras são enfeitados como
um jardim japonês, com seixos brancos, pedras e água. Jardins japoneses devem reproduzir o
mundo em miniatura – montanhas e rios, lagos e florestas – então o ato de Kouzuki de movê-
lo para o interior tem a ver com criar um novo mundo dentro de seu próprio reino.

Quero perguntar sobre os movimentos de câmera. Acho que nunca assisti à câmera se movento pelo espaço como em A Criada.
A casa do filme é grande e só há alguns personagens naquele espaço vazio. Além disso, há
várias cenas que vemos a partir da perspectiva de Sookee na primeira parte, depois do ponto
de vista de Hideko na segunda parte. Através desse movimento, há um “jogo de olhares” no
qual alguém está olhando para outra pessoa, ignorando-a ou suspeitando de seu olhar. Houve
momentos em que tal dinâmica foi expressa melhor com closes, outras vezes a câmera em
movimento foi mais eficiente.
Na verdade, no início, eu pensei em filmar em 3D. Normalmente, são filmes de ficção científica
e ação que costumam usar 3D, mas achei que usá-lo nesse tipo de drama seria interessante. O
3D teria enfatizado a perspectiva de cada personagem de uma forma mais pronunciada. No
fim, não conseguimos viabilizar a ideia financeiramente, mas eu acho que o movimento da
câmera funciona como uma espécie de substituto do efeito que eu queria.

Pode nos falar sobre a decisão de usar lentes anamórficas? Eu soube que o desenhista de produção teve que tornar o set maior para acomodar as lentes.
Antes das filmagens, passei muito tempo discutindo as lentes anamórficas com o diretor de
fotografia. Era um luxo que poderíamos nos permitir ao filmar com câmeras digitais. Eu ainda
acho que o filme é superior ao digital e, se pudesse escolher, preferiria filmar em filme, mas
uma das coisas que poderíamos fazer aderindo ao digital seria usar lentes anamórficas. Eu
tenho um carinho especial por filmes filmados com lentes anamórficas antigas e meu diretor
de fotografia tinha um interesse especial em combinar lentes das antigas com câmeras digitais
novas. O visual que isso cria é único e pareceu apropriado para a época em que o filme se
passa.

Antes das filmagens, você deu CDs de música para a equipe do elenco. Qual foi a sua intenção?
Eu não planejei usar as músicas no filme, mas queria que os atores e a equipe pudessem sentir
a atmosfera de como o filme ficaria depois de pronto enquanto estavam se preparando. Havia
os desenhos do storyboard, mas já que a música é tão eficiente em criar um clima, preparei
três CDs musicais para dar para eles.

Como você descreveria A Criada, em poucas palavras?
É um suspense, uma história sobre trapaceiros, um drama com viradas inesperadas e, mais do
que tudo, um romance.

A semana (26/1 a 1/2) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/

A Criada – Coreia do Sul, anos 1930. Durante a ocupação japonesa, a jovem Sookee é contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko, que leva uma vida isolada ao lado do tio autoritário. Só que Sookee guarda um segredo: ela e um vigarista planejam desposar a herdeira, roubar sua fortuna e trancafiá-la em um sanatório. Tudo corre bem com o plano, até que Sookee aos poucos começa a compreender as motivações de Hideko.

Max Steel – Max é um adolescente de 16 anos que, como todas as pessoas da sua idade, está passando por um período de descobertas. Entretanto, as transformações na vida do jovem estão relacionadas aos incríveis poderes que ele descobre ter quando entra em contato com uma força extraterrestre.

Bikes vs Carros – Antes do longa-metragem será exibido o curta-metragem CICLOS, de 25 minutos. Ciclistas militantes buscam mudanças radicais na mobilidade das grandes cidades.

A Bailarina

A Bailarina – Paris, 1869. Uma sonhadora menina órfã toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris para realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Lá ela decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.


Assassin’s Creed – Callum Lynch descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin’s Creed.


Resident Evil 6: O Capítulo Final – Sobrevivente do massacre zumbi, Alice retorna para onde o pesadelo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation reúne suas forças para um ataque final contra os remanescentes do apocalipse. Para vencer a dura batalha final e salvar a raça humana, a heroína recruta velhos e novos amigos.

Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood – O Grande Circo Sumatra está em meio a uma grande crise financeira desde a proibição de animais em espetáculos e Barão, dono do circo, acaba aceitando fazer leilões de gado, comícios e outros eventos alternativos no circo. Didi e Karina, artistas do circo, estão infelizes com a situação e decidem montar um novo número e, assim, tentar atrair o público novamente.

Manchester à Beira-mar

Manchester à Beira-Mar – Lee Chandler é forçado a retornar para sua cidade natal com o objetivo de tomar conta de seu sobrinho adolescente após o pai do rapaz, seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar sua família para trás, anos antes.


La La Land – Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian conhece a atriz iniciante Mia e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Moana – Um Mar de Aventuras – Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo



Quatro Vidas de Um Cachorro – Um cachorro morre e reencarna várias vezes na Terra. Embora encontre novas pessoas e viva muitas aventuras, ele mantém o sonho de reencontrar o seu primeiro dono, que sempre foi seu maior amigo.

Axé

Axé: Canto do Povo de um Lugar – Originário da Bahia e considerado hoje um dos movimentos musicais mais globalizados do mundo, o Axé é um ritmo musical que carrega em sua essência boa parte de todo o sincretismo musical e cultural baiano. O documentário reúne entrevistas e imagens de arquivo com objetivo de traçar um ponto inicial do nascimento do gênero.

Os Penetras 2 – Quem Dá Mais? – Internado em uma clínica psiquiátrica, Beto está desolado por ter sido enganado por Marco, o malandro que considerava seu amigo. Até que um dia ele recebe uma notícia que muda os rumos da sua vida e de seus parceiros, Laura e Nelson. Logo depois, os três conhecem o milionário Santiago e o mafioso russo Oleg.

Até o Último Homem – Durante a Segunda Guerra Mundial, o médico do exército Desmond T. Doss (Andrew Garfield) se recusa a pegar em uma arma e matar pessoas, porém, durante a Batalha de Okinawa ele trabalha na ala médica e salva mais de 75 homens, sendo condecorado. O que faz de Doss o primeiro Opositor Consciente da história norte-americana a receber a Medalha de Honra do Congresso.

O Ídolo – Drama inspirado na incrível história de Mohammad Assaf, ganhador do programa árabe Idol, em 2013. Um jovem rapaz em Gaxa, Mohammad Assaf sonha em um dia cantar na Cairo Opera House, com sua irmã e sua melhor amiga, Nour. Um dia, Nour sofre um colapso e é levada ao hospital onde descobrem que ela precisa de um transplante de rim, deixando Mohammad com o desejo de um dia se tornar um famoso cantor em Cairo. Escapando de Gaza para o Egito contra todos os obstáculos, Mohammad começa a tão sonhada jornada de sua vida.

Beleza Oculta
Beleza Oculta – Após uma tragédia pessoal, Howard entra em depressão e passa a escrever cartas para a Morte, o Tempo e o Amor – algo que preocupa seus amigos. Mas o que parece impossível, se torna realidade quando essas três partes do universo decidem responder. Morte, Tempo e Amor vão tentar ensinar o valor da vida para o protagonista.
Minha Mãe é uma Peça 2 – Dona Hermínia está de volta, desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib, o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena, a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.

xXx: Reativado – Xander Cage desiste de sua aposentadoria quando Xiang, um guerreiro alfa mortal, coloca suas mãos em uma arma indestrutível chamada de “Caixa de Pandora”. Xander recruta os melhores soldados do mundo para destruir o vilão e paralelamente tem que enfrentar uma resistência formada por governos corruptos de todo o mundo.

A Chegada – Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks, uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Ultrarrealista, Paraíso mostra facetas da crueldade nazista

*Por Clara Camarano – redacao@cine61.com.br

Não são poucas as obras cinematográficas que retrataram as atrocidades cometidas no período da Segunda Guerra Mundial, quando o nazismo, stalinismo, fascismo e outros “ismos” ascendiam suas forças e pregavam a ideologia da ditadura nacionalista, da raça “pura” e do consequente extermínio dos judeus (antissemitismo). Jogando às lentes das câmeras para o nazismo que se disseminou na Alemanha de 1933 a 1945, longas-metragens recentes como  O Menino do Pijama Listrado (2008), de Mark Herman, e clássicos do cinema como O Grande Ditador (1940), do brilhante Charles Chaplin, são exemplos de produções que retrataram/satirizaram a temática.
Esta semana, um novo e brutal relato do nazismo vai ganhar as telonas brasileiras. O longa Paraíso chega com ingredientes que mesclam a clássica forma de filmar em preto e branco com o dinamismo das técnicas de filmagens modernas para retratar a história de três personagens de distintos países que viveram na época de guerra.
Dirigido pelo russo Andrei Konchalovsky, Paraíso apresenta uma proposta visceral, com cenas fortes e relatos individuais que dão um ar documental e ultrarrealista a esta historia dramática. Não à toa, o filme chegou a representar a Rússia na disputa pela indicação ao Oscar 2017 na categoria melhor filme estrangeiro. Rendeu ainda ao diretor o segundo Leão de Prata no Festival de Veneza. Seu primeiro foi por As Noites Brancas do Carteiro, de 2014.
Em um campo de concentração nazista, três personagens se cruzam: a emigrante russa Olga (Yuliya Vysotskaya), o oficial alemão Helmut (Christian Clauß) e o colaborador francês Jules (Philippe Duquesne), um homem que finge idolatrar os alemães para garantir a sobrevivência no período de invasão da França pelos nazistas.
Dentro deste enredo, a história dos três se entrelaça e ganha força no momento em que a câmera pega os pontos de vistas de cada um perante a guerra. Pessoas com diferenças de ideologia, mas que têm em comum o vazio e a fragilidade mediante um mundo tomado pela crueldade. Além desta pegada individual genial, imagens fortes de extermínio dos judeus e atuações brilhantes, principalmente de Christian Clauß – que consegue transformar a sua beleza de galã em um ser asqueroso -, fazem da obra um relato único.

Veja aqui o trailer do filme Paraíso:





Ray (2016, Rússia, Alemanha) Dirigido por Andrey Konchalovskiy. Com Yuliya Vysotskaya, Viktor Sukhorukov, Philippe Duquesne, Peter Kurth, George Lenz, Ramona Kunze-Libnow.

Trailer de Gostosas, Lindas e Sexies, que empodera as plus size

Beatriz, Tânia, Ivone e Marilu são amigas inseparáveis. Bem-sucedidas, enfrentam todas as dificuldades comuns à maioria das mulheres de hoje em dia, além de vestirem manequim plus size. Caroline Figueiredo (Sangue Bom e Malhação, novelas da Rede Globo), Cacau Protásio (Avenida Brasil, novela da Rede Globo, Vai que Cola – O Filme), Mariana Xavier (Minha Mãe é Uma Peça; I Love Paraisópolis, A Flor da Pele, próxima novela da Rede Globo,) e Liv Ziese (Odeio Segundas, série da GNT e BoogieOogie, novela da Rede Globo, atualmente no elenco da próxima novela da Globo Filhos da Pátria) vivem as protagonistas deste filme divertido e bem humorado sobre os encontros e desencontros amorosos e profissionais de quatro mulheres de bem com a vida na maior parte do tempo. 
O longa, que ainda conta com as participações do ator argentino Marco Antônio Capponi, Marcos Pasquim (Babilônia, novela da Rede Globo; De Pernas Pro Ar), André Bankoff (Saramandaia e Babilônia, novelas da Rede Globo) e Juliana Alves (Babilônia, Cheias de Charme, novelas da Rede Globo), além das participações especiais de Eliane Giardini, Paulo Silvino e Márcia Cabrita é uma produção da Santa Rita Filmes de Marcelo Braga, com coprodução da Paramount Pictures, direção de Ernani Nunes e distribuição da Paris Filmes.