Com uma história cativante, alegre e cheia de significado, a Cinecolor Filmes Brasil estreia neste mês a aguardada animação Monarcas: O Conto das Borboletas, uma produção voltada ao público infanto-juvenil que promete emocionar e inspirar com uma narrativa sensível sobre coragem, amizade e autodescoberta. Dirigido por Jean-François Pouliot e Sophie Roy, a animação aposta em uma abordagem delicada e visualmente envolvente para contar essa jornada de superação.
O longa apresenta Patrick, uma borboleta-monarca valente e adorável que nasceu com apenas uma asa. Determinado a participar da migração de sua espécie, ele embarca na viagem mais importante de sua vida. Ao lado do melhor amigo Marty, uma lagarta atrapalhada, e da companheira Jennifer, uma borboleta que tem medo de altura, Patrick acaba se tornando um herói improvável.
Para chegar ao destino, o trio enfrenta desafios que vão das mudanças climáticas à presença dos humanos, além da ameaça de três pássaros malvados movidos por vingança. Com humor, delicadeza e muita aventura, “Monarcas: O Conto das Borboletas” transmite uma mensagem poderosa sobre empatia, pertencimento e superação, mostrando que nossas diferenças são menores do que os laços que nos unem e que é na adversidade que o verdadeiro caráter se revela.
A animação conta com um elenco de dublagem de destaque, com nomes como Francisco Junior, que dá voz a Tar, Lene Bastos como Cora e Rafael Quelle como Patrick. Completam o elenco Mari Guedes como Marty, Raíssa B como Jennifer, Destez como Jay, Douglas Guedes como Kyle, Andressa Bodê como Raven, Marli Bortoletto como Margaret e Ricardo Teles como Cecil.
Colorido, emocionante e repleto de lições sobre amizade e resiliência, “Monarcas: O Conto das Borboletas” chega às telonas como uma grande aposta da Cinecolor Filmes Brasil para o início do ano, convidando crianças e adultos a viverem uma aventura inesquecível a partir de 22 de janeiro.
Imagine voltar a 1970, período marcado pelo auge do cinema samurai mais cru e da animação japonesa de tom adulto e dramático. É exatamente essa viagem no tempo que propõe um novo vídeo conceitual que reimagina Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba como se o anime tivesse sido produzido na década de 1970.
Na releitura, Tanjiro Kamado deixa de lado o visual típico do shonen moderno e surge como um espadachim áspero e silencioso, desenhado no estilo gekiga, conhecido por traços pesados, sombras profundas e expressões carregadas de tensão emocional. A estética remete às obras mais realistas e sombrias da época, onde cada quadro parecia mais próximo de um drama humano do que de uma aventura juvenil.
Nezuko, Zenitsu e Inosuke também ganham versões retrô, com designs que evocam a animação clássica japonesa. As técnicas de respiração, marca registrada da série, aparecem quase como visões psicodélicas, lembrando experimentações visuais comuns nos anos 70, enquanto os demônios assumem formas verdadeiramente perturbadoras, inspiradas no folclore antigo e no horror tradicional japonês.
O vídeo aposta ainda em uma textura granulada, semelhante à película cinematográfica da época, e em uma paleta de cores mais contida e nostálgica, típica da era Showa. O resultado é uma abordagem mais sombria, atmosférica e adulta do Esquadrão de Caçadores de Demônios, que aproxima Demon Slayer das raízes do cinema chanbara e da animação dramática japonesa.
O Festival de Cinema Acessível Kids é voltado a crianças cegas ou com baixa visão, surdas ou com deficiência auditiva ou com deficiência intelectual ou cognitiva e, também, para a população de baixa renda. Nessa edição, também participarão crianças indígenas e de uma comunidade quilombola. Os filmes exibidos contam com os recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Língua Brasileira de Sinais. “Frozen” será exibido no dia 5 de novembro, às 10h, no Cine Brasília. A entrada é franca, mas é necessário reservar lugar. Um dia antes, 4 de novembro, acontece uma oficina de capacitação de educadores das escolas públicas e privadas da região.
No dia 5 de novembro, às 10h, o Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional estará em Brasília para exibir o filme “Frozen”. A sessão acontece no Cine Brasília, na Asa Sul EQS 106/107. A entrada é franca, mas é preciso reservar lugar pelo e-mail maiscrianca@maiscrianca.org.br. Este é o quarto ano consecutivo que o Senado Federal apoia o projeto realizado pela OSC Mais Criança, que integra o Criança Esperança.
O Festival de Cinema Acessível Kids é voltado a crianças cegas ou com baixa visão, surdas ou com deficiência auditiva ou com deficiência intelectual ou cognitiva e, também, para a população de baixa renda e situada em regiões de pouco acesso a equipamentos culturais. No projeto, os filmes exibidos sempre contam com os recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Língua Brasileira de Sinais. Nesta edição, o Comitê Permanente de Raça e Gênero do Senado (Coprig) também participa e leva para a sessão de cinema crianças indígenas e de uma comunidade quilombola.
Na maioria dos eventos também são realizadas uma ou mais oficinas de capacitação em inclusão social para grupos de até 25 educadores das escolas públicas e privadas, além de entidades que atendem crianças e jovens com deficiência. Desta vez, a oficina “Agentes de Transformação Social” acontece no dia 4 de novembro, das 9h às 16h30, no Auditório Antônio Carlos Magalhães, do Interlegis, Edifício Senador Ronaldo Cunha Lima, Via N2 – Bloco 2
O Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional tem a produção da Mais Criança e os seguintes apoiadores: Som da Luz, Mundo Melhor, Total Seguros, Gontof Comunicação, Expressão Natura, Bem Promotora, Camale, iQueest, Sopa Digital, Assefe, Cine Brasilia, Box Cultural, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Senado Federal.
O projeto nasceu há dez anos em Porto Alegre, como “Festival de Cinema Acessível”, idealizado pelo empreendedor e musicista Sidnei Schames (Sid), presidente da OSC Mais Criança (a proponente do projeto) e diretor da empresa Som da Luz. Logo na estreia, em 2015, seu filho, David, então com oito anos, não pôde entrar no cinema, por não ter a idade necessária. Acabrunhado, exclamou: “Meu pai criou um Festival Acessível para os outros; mas não é acessível para mim!”. Logo depois, transformou a indignação em projeto: “Pai, que tal a gente criar também um festival para as crianças? Já tenho até nome e slogan: ‘Festival de Cinema Acessível Kids: leve seu pai ao cinema”. Esse é o projeto que estreou em 2017 e que recebeu a chancela da Unesco. Em 2022 foi expandido, com a participação na 36ª edição do Criança Esperança, onde ganhou uma maior relevância e saiu pela primeira vez da região Sul do país. Este ano participa da 39ª edição do Criança Esperança e está selecionado para 40ª edição, em 2026, quando participará pela quinta vez consecutiva.
É a quarta vez que o projeto de Cinema Acessível Kids visita Brasília. “É para nós motivo de honra, alegria e responsabilidade contar pelo quarto ano seguido com o apoio do Senado Federal, o comprova mais uma vez a seriedade e qualidade do trabalho que temos desenvolvido”, diz Sidnei Schames. Também Francis Monzo, do Núcleo de Coordenação de Ações de Responsabilidade Social (Ncas), do Senado, destaca a importância da parceria: “apoiar essa ação reafirma o compromisso do Senado com a inclusão, a valorização da diversidade e a promoção de uma sociedade mais justa, acessível e plural”. E acrescenta: “o cinema é uma poderosa ferramenta de educação e transformação social, e iniciativas como essa permitem que crianças com e sem deficiência compartilhem o mesmo espaço, a mesma emoção e a mesma experiência cultural”.
Recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Língua Brasileira de Sinais De acordo com Sid, a audiodescrição permite ao público com deficiência visual (pessoas cegas ou com baixa visão) ter acesso aos filmes através da descrição dos elementos visuais da obra. Pesquisas demonstram que esse recurso beneficia, ainda, espectadores com autismo, Síndrome de Down, deficiência intelectual e déficit de atenção. As legendas e a janela de Libras trazem acessibilidade ao público das pessoas com deficiência auditiva e surdas. Além dos filmes acessíveis, o Festival promove uma recepção acolhedora do público, para que todos se sintam bem e possam aprender uns com os outros a partir das sessões de cinema.
Sobre o Festival de Cinema Acessível Kids Até hoje, em suas versões adulto e infantil, o Festival de Cinema Acessível foi assistido por cerca de 24.518 pessoas, em 41 cidades (São Paulo, Natal, Niterói, Recife, Florianópolis, Porto Alegre e Brasília, além de cidades do interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina), com um total de 131 exibições. “Tivemos casos de pessoas que fizeram curso de Libras para poder se comunicar com pessoas surdas a partir da experiência que tiveram nas edições anteriores. O Festival Kids é muito mais do que a exibição de filmes acessíveis. Trata-se de uma oportunidade de troca e aprendizado”, afirma Schames.
Sobre a OSC Mais Criança A OSC atua na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal. Tem como referência os ODS, em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura e a saúde, em busca de uma sociedade democrática, equitativa e com acesso e participação de todos e de todas.
Sobre a Som da Luz A empresa Som da Luz Tecnologias de Inclusão, idealizadora e realizadora do Festival de Cinema Acessível Kids, por meio de seu segmento social, a OSC Mais Criança, foi a grande vencedora do TOP de MKT 2024, da ADVB/RS, prêmio que homenageia e divulga as principais práticas criadas e realizadas por instituições de diversos segmentos no Rio Grande do Sul. A Som da Luz recebeu o primeiro prêmio nas categorias de Cultura – Troféu Eva Sopher e Top Inclusão à Diversidade. Também foi agraciada com o Distinção, prêmio concedido aos três cases mais bem avaliados entre os finalistas. Ficou com o Ouro no TOP Inclusão à Diversidade.
Serviço do Festival de Cinema Acessível Kids
Exibição do filme Frozen Quando: dia 5 de novembro Horário: às 10h Onde: Cine Brasília, na Asa Sul EQS 106/107 Entrada Franca, mas é preciso se inscrever antes pelo e-mail maiscrianca@maiscrianca.org.br
Aperte start: a TV Cultura Brasília vai estrear um programa que transforma a conversa em jogatina. No ar a partir de 4 de novembro, o Despausa chega para resgatar a leveza e a criatividade da indústria de desenvolvimento de jogos digitais — com entrevistas, desafios e surpresas que fazem da TV um verdadeiro campo de jogo. Apresentado por Miron de Lelis e Igor Rachid, o programa une o espírito dos clássicos talk shows dos anos 1990 ao frescor da cena indie brasileira, trazendo informação e entretenimento em um formato totalmente gamificado.
O programa vai ao ar todas as terças, às 19h, com reprise no YouTube @despausatv — que contará com conteúdos exclusivos, playlists temáticas e bastidores — e em breve reprise também na TV Cultura São Paulo.
Com parceria da Associação dos Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos do Distrito Federal (Abring), o Despausa é um projeto independente que nasce como uma evolução do Bring Talk, projeto que conecta empreendedores e desenvolvedores da cena indie. Agora, o formato ganha corpo na TV, com duas temporadas já confirmadas e 48 episódios que misturam entrevistas, especiais e performances.
No quadro mais aguardado, o convidado entra no chamado “Hard Mode”, enfrentando desafios em tempo real: cada acerto rende corações e loot boxes, prêmios-surpresa que podem conter literalmente qualquer coisa — de itens colecionáveis a experiências inusitadas.
“O Despausa é um programa de entretenimento com informação. Ele nasce para consolidar uma verdade: não podemos parar”, afirma Miron de Lelis, idealizador e apresentador. “Mais do que um programa sobre games, ele é uma ferramenta de conexão — entre desenvolvedores, educadores, artistas e sonhadores que constroem essa cena no Brasil. Meu brilho é só o reflexo do talento dessa comunidade.”
Além de Miron, o programa conta com Igor Rachid, que atua em múltiplas áreas correlacionadas à indústria de jogos digitais, presidente da Abring e cofundador da Glitch Factory, estúdio responsável por títulos premiados nacionalmente e reconhecido internacionalmente, fechando contratados até com o Google. Juntos, eles conduzem conversas que exploram desde o processo criativo e os bastidores da produção de jogos até temas como inovação, acessibilidade e mercado. “O que o DESPAUSA faz é dar voz a quem constrói o amanhã da nossa indústria todos os dias” diz o co-host Rachid.
Convidado
O primeiro episódio recebe Wenes Soares, desenvolvedor, educador e empreendedor, fundador do portal e canal Crie Seus Jogos, do estúdio Cyber Monkey Studios e sócio da publicadora Gogo Games Interactive, dedicada ao fortalecimento do mercado indie nacional. Wenes representa a geração de criadores que transforma a paixão por jogos em profissão e inspiração.
“Nosso objetivo é mostrar que o mercado de jogos é rico e tem espaço para todo mundo — desenvolvedores, músicos, roteiristas, designers, educadores. E, ao mesmo tempo, criar uma porta de entrada acessível para quem quer entender esse universo de forma leve e divertida”, explica Miron.
A proposta é que o Despausa evolua como um jogo: a cada episódio, novos quadros, cenários e desafios são testados, mantendo o programa em constante atualização. “A ideia é crescer junto com o público. Assim como nos games, a gente começa no modo iniciante, mas o plano é desbloquear cada fase dessa jornada junto com quem assiste”, complementa Miron.
Com duração de 30 minutos, o programa combina ritmo televisivo, humor e referências da cultura pop. Inspirado por formatos internacionais como Saturday Night Live e The Tonight Show, o Despausa busca romper com a lógica tradicional dos talk shows, oferecendo uma experiência híbrida — entre o entretenimento televisivo e a interatividade digital. “Não é apenas um programa sobre quem já teve sucesso, mas sobre quem está construindo o futuro da indústria agora. O Despausa é o próximo passo de uma jornada que começou há mais de uma década — e ele é nosso”, conclui o apresentador.
Sobre o Despausa
Despausa é um programa semanal da TV Cultura Brasília, apresentado por Miron de Lelis e Igor Rachid, que conecta o público à cena gamer brasileira em um formato inovador e gamificado. Misturando entrevistas, humor, desafios e cultura pop, o programa celebra a criatividade e a economia dos jogos independentes, valorizando profissionais, estúdios e histórias que movimentam o ecossistema nacional. Realizado em parceria com a Associação dos Desenvolvedores de Jogos Eletrônicos do Distrito Federal (Abring), o Despausa transforma o entretenimento em aprendizado e inspiração, com quadros interativos, convidados especiais e conteúdos exclusivos no YouTube (@despausatv). Mais do que um talk show, o programa é um ponto de encontro entre quem cria, joga e sonha com o futuro dos games no Brasil.
Serviço
Despausa – Programa de TV e Web sobre o universo dos games
Estreia: 4 de novembro (terça-feira), às 19h
Na TV Cultura Brasília
Reprise: YouTube @despausatv e TV Cultura São Paulo