Seikai no monshou é mais conhecido como Crest of the stars, uma série de anime com 13 episódios. O sucesso dessa animação foi tanto que produziram depois outras séries dando continuidade a história, sempre com roteiros baseados na obra de Hiroyuki Marioka (famoso escritor japonês de ficção científica).
O traço do desenho não é muito bonito. A animação também não é das melhores. Mas a história é tão interessante que esses detalhes não incomodam em nada no divertimento. Acompanhado de uma bela trilha sonora, Crest of the Stars conta uma trama complexa que se passa no futuro.
A série já começa com o planeta Martine. Durante o início de todos os episódios existe um breve resumo de como é a situação atual do universo (legendado, pois criaram um idioma especial para essas narrações!) É tudo tão bem explicado e elaborado, que a trama daria pano para muitos outros episódios! Por isso que é complicado escrever sobre esse anime, pois é uma história cheia de detalhes.

Mas tentando de novo… o planeta Martine é um dos planetas povoados pelos humanos. No futuro, foi descoberta uma nova fonte de energia que permitiu viagens pelo espaço. Assim, as pessoas migraram para vários outros planetas. Como era de se esperar, descobriram que não estávamos sozinhos no espaço sideral…

Os Abh, povo humanóide e inteligente, acabam invadindo o planeta Martine. O governo local se rende para evitar uma guerra e é nesse estado de caos que Jinto, o filho do presidente, é levado para ser uma espécie de representante do planeta conquistado. Ele estuda os costumes dos Abh e encontra Lafiel, uma linda garota que o guia. Mas as coisas no espaço são bem complicadas, principalmente por causa das disputas por territórios e rebelião de planetas conquistados. Anime completo, com drama, comédia e ação. Muito bom. Cotação do Dai: ****






Enquanto isso, o governo americano apresenta uma vacina que promete curar o gene mutante. A turma maligna de Magneto & cia continua acreditando que os mutantes são a evolução da humanidade, estando num estágio superior ao das pessoas sem habilidades especiais. E o resto todo mundo já sabe.
Se alguém me perguntar qual filme eu gostei mais, responderei que foi do segundo. “X-men 3” é bem divertido, mas os personagens não foram bem desenvolvidos e deu a impressão que ficou muita história para pouco tempo. Sem falar nos péssimos diálogos (principalmente do presidente americano).

Neil tem a mesma idade que Brian, mas sua vida tomou rumos bem diferentes. E o que Brian quer tanto se lembrar, Neil não consegue de forma alguma se esquecer. Depois de assistir, descobrimos que, no final das contas, os alienígenas são menos assustadores do que os terráqueos.
O diretor Greg Araki fez um bom trabalho e “Mistérios da carne” resultou num filme denso e ao mesmo tempo delicado, com um ótimo final para se pensar. 
O grande lance do filme não é muito aproveitado: a claustrofobia de ficar numa camisa de força dentro de uma gaveta de necrotério no porão de um hospício! Então se você for assistir esperando um terror angustiante (como eu) vai ficar desapontado. A capa é toda escura, o menu do dvd é assustador e você acha que vai ser um filme que vai te causar medo. Mas não é bem assim… Chega, no máximo, a ser um pouco tenso por causa dos mistérios da história.



Uma grande equipe é convocada para a exploração e não é nem preciso dizer que eles vão passar por momentos de terríveis lá dentro. E quem assiste também, pois o filme não dá medo nenhum, por mais que você se esforçe para entrar na história! Apesar desse detalhe, as criaturas são bem boladas, parecidas com morcegos humanóides, super feias. 

Selena recebe um fax dizendo que sua mãe está sendo acusada de assassinato. Então, depois de 15 anos afastada de sua cidadezinha natal, ela retorna para encontrar sua mãe, Dolores. A relação entre as duas é marcada por sérios problemas envolvendo o pai alcóolatra. A narrativa usa e abusa de flashbacks para explicar o passado dos personagens, com revelações impactantes que não deixam a história cair na monotonia.
Kathy Bates está excelente no papel de Dolores Claiborne e é a que mais chama atenção durante o filme. Destaque para a trilha sonora de Danny Elfman (de “Edward Mãos de Tesoura” e “
“A passagem” é um filme que possui um roteiro misterioso e muito envolvente. A resolução da trama pode não agradar a todos. Alguns dizem que é “David Lynch” demais, só que não considero tão complexo assim. Basta ter atenção e mente aberta. Mas em um ponto ninguém pode negar: é um filme belíssimo.
Filme sofisticado e bonito que merece ser visto até o final dos créditos (com bonitas imagens que aparecem até o fim). O diretor Marc Forster ficou conhecido por ter dirigido também “Em busca da terra do nunca“. Recomendo! 🙂 

