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Assista ao curta-metragem Reencontro

Depois de muito tempo longe, Pedro finalmente vai visitar os avós paternos. Além de muita saudade, seu avô Francisco também lhe reservou uma surpresa… Veja agora o curta-metragem Reencontro.

Assista ao curta-metragem: Suspiros e Café

Veja a seguir o curta-metragem Suspiros e Café, dirigido por Gabriel Dib e Diogo Sinhoroto:

Assista ao curta-metragem Caminhos

Filme vencedor na categoria de “Melhor Filme votação do público” e “Prêmio de Melhor atriz” no festival 2 na Tela de Patrocínio-MG. Sinopse: O que parece mais rápido aos olhos humanos, pode não ser o melhor caminho aos olhos de Deus.

Aquaman é um divisor de águas nos filmes de super-herói

Se existe uma briga maior que a guerra infinita dos Vingadores é a rivalidade entre os fãs dos quadrinhos DC e Marvel. Pois bem, se existia alguma dúvida que os filmes da DC não eram tão bons, isso acabou com Aquaman. O filme é ótimo e supera todas as expectativas, fazendo com que os inúmeros trabalhos de adaptação do diretor Zack Snyder caiam no esquecimento. E o crédito vai para malasiano James Wan, um verdadeiro coringa da indústria cinematográfica que se sai bem em vários gêneros. E com o desafio de comandar um filme de super-herói não foi diferente.
Dos membros da Liga da Justiça, pode-se dizer que Aquaman foi um dos heróis menos destacado. Por isso havia uma grande chance do filme não decolar. Vale ainda lembrar que a capacidade do Aquaman de se comunicar com peixes e seus poderes especiais poderiam parecer um tanto bregas na telona. Mas não é o que acontece. O longa-metragem é grandioso, poderoso e, sobretudo, épico. O roteiro apresenta a história de Arthur desde o início, explicando a origem do herói. Entretanto, a narrativa não segue o óbvio caminho da linearidade – algo tão comum nesses filmes de origem, isto é, que procuram apresentar um novo personagem.
Intercalando flashbacks de forma a fugir do lugar-comum, a história não perde o pique. A trama fala sobre uma iminente guerra entre os povos do mar (descendentes de Atlântida) com os seres humanos que vivem na superfície. Para impedir que tsunamis e uma tragédia maior aconteça, Aquaman deve aceitar seu destino de se tornar o grandioso rei dos mares e impedir que seu irmão conduza uma batalha que causará inúmeras mortes. Diferentemente do que se pode imaginar, o protagonista não é um exemplo de bondade. Não é como um Superman, por exemplo. Ele erra, tem seus defeitos e se aprimora durante toda a projeção, seguindo a famosa jornada do herói.
Aquaman é um ótimo filme de super-herói por vários acertos. James Wan trouxe um frescor para a produção, incluindo momentos assustadores (herança de sua trajetória no universo do terror – com direito a uma participação da boneca Annabelle); o elenco traz premiados nomes, como Nicole Kidman, Patrick Wilson e Willem Dafoe (além dos protagonistas jovens); a ação não deixa nada a dever para filmes de ação (Wan tem experiência no gênero, pois dirigiu Velozes e Furiosos 7) e criou sequências onde a porrada come solta – com destaque para uma perseguição genial na Itália; as personagens femininas são fortes; os efeitos especiais são usados na medida certa, sem parecer tudo um grande video-game. A parte das imagens, por sinal, é uma das principais qualidades. Aquaman é um longa bonito, com cenários, figurinos e cores incríveis. Um grande trabalho que, com o perdão do trocadilho, tem tudo para ser um divisor de águas nos filmes de super-heróis.
*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
 
Veja aqui o trailer do filme Aquaman:

Aquaman (EUA / Austrália, 2018) Dirigido por James Wan. Com Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe, Nicole Kidman, Patrick Wilson, Dolph Lundgren…

 

Canal de cinema brasiliense será lançado nesta terça

Há quem sofra com a concorrência de entrar para o mercado cinematográfico da capital federal. Mas uma opção nova em Brasília visa abrir portas para os iniciantes e também para os já tarimbados na telona. Idealizado em novembro de 2017, o canal brasiliense Janela 55 estreará, com a cara do Distrito Federal, nesta terça-feira (11/12), às 20h30, no Cine Cultura Liberty Mall (SCN QD 2). O lançamento contará com coquetel e tem entrada gratuita. Não recomendado para menores de 16 anos. 
Uma oportunidade única para técnicos, atores, diretores, diretores de fotografia locais. O Janela 55, como o nome incita, visa abrir uma janela para a produção brasiliense. O número 55, DDD do Brasil, mostra o intuito do canal de se expandir pelos quatro cantos do país. Totalmente independente, o projeto, que pretende rodar por festivais e depois ser lançado em canal no YouTube, conta hoje com sete curtas-metragens produzidos entre novembro de 2017 e novembro de 2018. Artistas da cidade toparam trabalhar, de graça, na iniciativa totalmente independente.
Diretor reconhecido nacionalmente, o brasiliense Santiago Dellape, do filme A Repartição do Tempo, topou na hora ser um dos diretores do Janela. Ele chega com o curta-metragem Urubus, onde divide a direção com Sérgio Sartório. “Acho muito legal este incentivo. Precisamos fazer cinema em Brasília sem esperar apoio”, coloca. Urubus, uma das produções que poderá ser conferida no Liberty, conta a história de três guerrilheiros políticos que esperam por outro companheiro que ficou de trazer uma encomenda para que eles possam resgatar o líder do grupo, que está preso.
Além do curta de Dellape, serão exibidos Sala e Lavabo, de Guilherme Lima; Aconteceu no Teatro, dirigido por Carlos Del Pino; Off Life, de André Carvalheira; Sushi, por Rafael Morbeck; Brasilha, de Rafael Morbeck; e Recall, por Luciana Martuchelli. Brasilha, de Morbeck, ganhou os prêmios de melhor curtíssimo nacional pelo júri popular e melhor curtíssimo do Distrito Federal pelo júri oficial no Lobo Fest 2018.

Luz, câmera e ação na capital
Uma ideia na cabeça, equipe e muita ação. Ator e produtor cultural, o brasiliense Paulo Ribeiro queria muito fazer cinema sem ter que sair da sua cidade e sem ter que esperar em filas de testes para, quem sabe, conseguir um papel na telona. Foi quando ele teve a ideia de lançar um canal que abrisse oportunidade para si e para outros artistas locais.
Alice Stefânia, Valéria Rocha, Chico Santana, Ricardo Pipo, Rosana Viegas, André Deca, Lino Ribeiro, Lorena Vilela, Alexandre Lino, Cibele Amaral, Beta Rangel são alguns dos atores que participam dos filmes e estarão presentes na sessão de lançamento. “É gratificante poder ver o resultado e o tanto de gente que se empenhou em trabalhar, mesmo de graça. O retorno pretendemos ver agora. E os filmes contam com qualidade técnica, de atuação e direção. É uma janela que queremos abrir em Brasília, mas que pretende atingir o Brasil”, coloca Ribeiro.
Serviço
Lançamento do canal brasiliense Janela 55
Terça-feira (11), às 20h30, no Cine Cultura Liberty Mall (SCN QD 2)
Entrada gratuita
Os filmes não são recomendados para menores de 16 anos
Informações: 3326-1399

*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br

Veja o trailer da animação O Parque dos Sonhos

A nova animação O Parque dos Sonhos ganhou um novo trailer. Distribuído pela Paramount Pictures, o filme estreia no Brasil em março de 2019. Produzido por Josh Appelbaum, André Nemec e Kendra Haaland, o filme conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, de 12 anos, ganha vida.

Na versão brasileira, os atores Rafael Infante e Lucas Veloso dão voz a uma dupla de irmãos bem atrapalhada. Os castores Cooper e Gus são os responsáveis pela manutenção dos brinquedos do parque. Na versão americana, Jennifer Garner, Matthew Broderick, John Oliver, Mila Kunis fazem parte do casting de dubladores do longa. “Fiquei apaixonado pela história. Eu me senti um dublador profissional na mão do Wendel Bezerra (diretor de dublagem). É um desafio gigante porque a gente não conhece o filme, o roteiro, as falas e tem que encaixar com a imagem, mas eu adorei fazer”, comemora Lucas.

Assista ao curta-metragem Françoise

Uma garota chamada Françoise. Um viajante esperando a partida de seu ônibus. Ambientado em uma rodoviária, mostra o encontro entre dois solitários numa estação rodoviária.

Glenn Close mostra o poder da mulher A Esposa

Glenn Close está de volta em mais um papel de tirar o folêgo. Em A Esposa, de Björn Runge, que estreia dia 10 de janeiro. Ela vive Joan, uma mulher que abriu mão do seu talento e de suas ambições para apoiar o marido escritor Joe (Jonathan Pryce), com quem está casada há 40 anos. Quando viaja para Estocolmo para acompanhar o marido na cerimônia de entrega do Prêmio Nobel de Literatura, Joan passa a ser procurada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma biografia não-autorizada do escritor. Joan se vê, então, prester a encarar o maior sacrifício da vida e alguns segredos serão revelados.
Na trama, os dois são como opostos: enquanto Joe é ousado, Joan é tímida. Se Joe é casual, Joan faz a linha mais elegante. Joe é vaidoso, já Joan é super discreta. E, no meio profissional, o escritor adora a fama de grande escritor americano, enquanto Joan abriu mão da vida profissional e do seu talento em prol do marido e dos filhos: mantém a casa em perfeito funcionamento, uma ótima relação com os filhos já adultos e até os remédios do marido ela administra.
Aclamada pela crítica internacional, a atuação de Glen Close já lhe rendeu prêmios, entre eles Icon Award at the Palm Springs International Film Festival e Hollywood Film Award Actress of the Year. “Seis vezes indicada ao Oscar, Glenn Close está digna de nova indicação”, opinou o The New York Times. “Glenn Close está magnífica”, elogiou o The Film Stage. O filme também foi um dos destaques do Festival de Toronto.
Baseado no livro de Meg Wolitzer, o filme será distribuído pela Pandora Filmes e pela Alpha Filmes. Estão ainda no elenco os atores Jonathan Pryce, Christian Slater, Max Irons, Elizabeth McGovern e Annie Starke, que é filha de Glenn Close na vida real e aqui interpreta a personagem de sua mãe quando jovem.

Tensão máxima no suspense dinamarquês Culpa

O longa Culpa, de Gustav Möller, foi o filme escolhido para representar a Dinamarca no Oscar 2019. Com estreia marcada para 20 de dezembro, o filme foi exibido na 42a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no Festival Internacional de Cinema no Rio e no 6o BIFF – Festival Internacional de Cinema de Brasília, onde levou o prêmio de Melhor Filme do Júri Oficial e Melhor Filme segundo voto Popular. A trama se inicia quando o operador de monitoramento de alarme e ex-policial Asger Holm (Jakob Cedergren) atende uma ligação de emergência de uma mulher sequestrada. 
Quando a ligação é subitamente desconectada, começa então a busca pela mulher e seu sequestrador. Com o telefone como sua única ferramenta, Asger entra em uma corrida contra o tempo para salvar a mulher em perigo, mas ele logo percebe que está lidando com um crime que é muito maior do que ele pensava.
“Eu tive a ideia para o filme quando, por acaso, me deparei com uma ligação real do 911 de uma mulher sequestrada. A mulher estava dentro de um carro e, como estava sentada ao lado de seu sequestrador, falava em códigos. No começo eu estava apenas preso ao suspense da ligação, como qualquer ouvinte faria. Mas então comecei a refletir sobre o que a tornava tão intrigante”, revela Gustav Möller. Culpa é o longa-metragem de estreia do cineasta Gustav Möller.