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Veja os trailers dos longas em competição no Cine Jardim

Veja a seguir os trailers dos longas-metragens que participam da mostra competitiva do  4º Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, em Pernambuco. Os filmes, que vão do drama ao documentário, apresentam um amplo panorama da produção cinematográfica nacional. A cobertura do evento você acompanha no Cine61 – Cinema Fora do Comum.
AÇÚCAR
DIREÇÃO: RENATA BELO PINHEIRO E SÉRGIO OLIVEIRA
FICÇÃO / 90′ / 2017 / PE
SINOPSE: Bethania retorna às suas terras onde uma vez funcionou um antigo engenho de açúcar da sua família, o Engenho Wanderley. Entre lembranças, criaturas fantásticas, contas a pagar e trabalhadores reivindicando seus direitos, Bethania enfrenta a si mesma em um presente onde  passado e  futuro são ambos ameaçadores.

MODO DE PRODUÇÃO
DIREÇÃO: DÉA FERRAZ
DOC / 75′ / 2017 / PE
SINOPSE: “Modo de Produção” faz do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Ipojuca seu personagem central. Um lugar por onde passa, diariamente, uma massa de trabalhadores rurais, com suas vidas talhadas pela cana. Aposentadorias, demissões, relações de trabalho e um suposto desenvolvimento econômico-social que se avizinha como uma miragem distante ou, quem sabe, fantasma: o Porto de Suape. Em 2017 o filme faz refletir possibilidades de um olhar sobre Capital, Estado, Justiça, Sindicato e uma massa de trabalhadores à mercê de mecanismos burocráticos que transformam a vida em espera.
 





BANDEIRA DE RETALHOS
DIREÇÃO: SÉRGIO RICARDO
FICÇÃO / 90′ / 2018 / RJ
SINOPSE: No fim dos anos 70 os políticos corruptos do Rio tentaram remover os moradores do Morro do Vidigal. Pela primeira vez na história os moradores se uniram e impediram a remoção. Baseado em fatos reais.

O Cine61 não encontrou o trailer do filme Bandeira de Retalhos, mas é possível ver vídeos de trechos do making off do longa-metragem no Facebook oficial do filme.

KINOPOÉTICAS INARMÓNICAS
DIREÇÃO: PEDRO DANTAS
DOC / 60′ / 2016 / SP
SINOPSE: Uma experiência de antropofagia documental pelas terras de um continente em transe. O diretor desenvolve ensaios audiovisuais poéticos que, de forma paralela à sua pesquisa jornalística, ilustram e refletem sobre episódios históricos de países sul americanos.

A NOITE ESCURA DA ALMA
DIREÇÃO: HENRIQUE DANTAS
DOC / 93′ / 2016 / BA
SINOPSE: A Noite Escura da Alma é um filme experimental, que aborda o período da ditadura civil e militar ocorrida no estado da Bahia e usa da linguagem do documentário e da performance na construção da história. É um filme escuro, onde a grande maioria das entrevistas foi realizada em noturnas no Forte do Barbalho, maior centro de tortura do estado.  Nomes como Juca Ferreira, Lúcia Murat, Emiliano José, Theodomiro dos Santos, Renato da Silveira, entre outros, nos ajudam a contar esta necessária história.

 

*Por Redação – contato@cine61.com.br

O jornalista viajou a convite da organização do Cine Jardim

Esta semana o Pier 21 recebe a 4ª edição do CineCosplay

Concurso de cosplay, feira geek, apresentações musicais e uma programação voltada para a cultura. Após três edições de sucesso, a capital federal receberá a 4ª edição do CineCosplay. Em comemoração ao Dia do Orgulho Nerd – celebrado em 25/05 -, o evento vai ocupar desta vez o shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2) nos dias 25 e 26 de maio, sexta-feira e sábado, das 14h às 22h.

Foto: Foto Élvio Mário de Pádua

Cosplay é um termo em inglês, formado pela junção das palavras costume (fantasia) e roleplay (brincadeira ou interpretação). É considerado um hobby onde os participantes se fantasiam de personagens fictícios da cultura pop japonesa ou de quadrinhos, filmes, dentre outros. É uma forma dos fãs demonstrarem um carinho pelos seus personagens favoritos. Além do desfile dos cosplayers, a programação recheada contará com show com os cantores do Jukebox Club, bate-papo, além de distribuição de brindes e muitas surpresas!

Cineasta fala sobre a animação Uma Aventura Na Caatinga

Diretor de Uma Aventura Na Caatinga, Laercio Filho conversou com o Cine61 – Cinema Fora do Comum sobre sua animação, que faz parte da Mostra Passarinho do 4º Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, em Pernambuco. Na trama, as crianças Ênio e Manoelzinho vivem uma bela aventura no bioma caatinga. Além de cineasta, roteirista e poeta, Laercio também tem uma importante militância cultural em seu estado natal, a Paraíba. Leia a seguir:
Você nasceu e mora na Paraíba. Isso explica o motivo do seu filme ter a temática nordestina?
Além de Nordestino e Paraibano eu sou sertanejo e essa temática está muito presente nas coisas que faço, principalmente nos meus filmes, a exemplo de O Apóstolo do Sertão, Antoninha e agora Uma Aventura na Caatinga.

Como surgiu a ideia da história de Ênio e Manoelzinho?
Essa historia surgiu a partir do poema homônimo que foi feito como constatação da grande beleza e “magia” do bioma caatinga, com o seu enorme poder de recuperação após as primeiras chuvas. Usei os dois personagens pra falar desse bioma ainda desconhecido por parte de alguns brasileiros e dessa cultura do homem sertanejo que tem na amizade um dos seus mais fortes elos.

Qual é o principal desafio na hora de fazer uma animação no Brasil?
São muitos os desafios, a começar pelos orçamentos sempre muito baixos ou quase inexistentes. Depois vem a questão da formação. Na nossa região essa é a primeira animação produzida, isso significa que ainda estamos formando profissionais na área e depois enfrentamos os desafio da aceitação, da busca de janelas pra exibição. No caso do nosso filme Uma Aventura na Caatinga, graças a Deus, estamos conquistando bons espaços. O filme já foi selecionando para mais de 30 festivais no Brasil e no exterior e chegamos a TV Cine Brasil, mas sempre acho que poderíamos ir mais longe e ser mais visto. 
 

O Brasil é tão grande que nem todo mundo o conhece bem. Você acha que seu filme pode apresentar uma parte do país que pode ser desconhecida para muitos brasileiros?
Acredito sim. Tenho recebido e-mails e mensagens de pessoas residentes em outras regiões e que não conhecem a Caatinga, comentando o interesse em saber mais sobre esse bioma e sobre a região sertaneja. Nosso país tem lugares maravilhosos que, muitas vezes, nem as pessoas que moram perto conhecem ou não despertam para as belezas que eles oferecem.

Sua história sempre esteve relacionada com o cinema, com trabalhos na Mostra acauã do Audiovisual Paraibano e do Cine Clube Charles Chaplin. Conte um pouco melhor sobre sua trajetória.
A minha militância cultural começou há exatos 30 anos. Comecei com teatro (por sinal ainda gosto muito de teatro), andei e ainda ando pela poesia, a música como compositor. Em 1998, criamos o Cine Clube Charles Chaplin e passamos a exibir filmes em uma TV de 20 polegadas e um Vídeo Cassete. Em 2004, fui selecionado no programa Revelando os Brasis do Ministério da Cultura e TV Futura. No ano seguinte, fiz meu primeiro documentário intitulado Memória Bendita e de lá pra cá já se vão oito curtas e  oito edições da Mostra Acauã do Audiovisual Paraibano, que foi um evento criado para servir de espaço exibidor da nossa produção e de demais realizadores do Estado da Paraíba. Essa mostra acontece todos os anos na Fazenda Acauã, um sítio histórico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), datado de 1700 e que fica distante 4 km da sede do município. Faço parte da ONG Acauã Produções Culturais, que completou em dezembro passado, 27 anos de fundação e que congrega todo esse trabalho que desenvolvo junto com vários outros parceiros e companheiros de sonhos e de realizações.




*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br


O jornalista viajou a convite da organização do Cine Jardim

Começa hoje a 4ª edição do Cine Jardim

O Cine61 – Cinema Fora do Comum foi convidado para cobrir o Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, em Pernambuco. O evento é uma janela destinada à divulgação da produção cinematográfica latino-americana, à profissionalização de jovens por meio do audiovisual e à democratização dos bens culturais. O festival, de caráter competitivo, visa premiar filmes de curta-metragem e longa-metragem que comporão a programação das mostras, a ser realizado entre 14 a 26 de maio de 2018.  O Cine Jardim é composto por mostras competitivas e informativas de filmes nas seguintes categorias: Competição brasileira de curtas-metragens, Competição internacional de curtas-metragens, Competição latino-americana de curtas-metragens e competição brasileira de longas-metragens.
Realizado pela Pontilhado Cinematográfico, o evento acontece no município de Belo Jardim (Pernambuco). Além da mostra competitiva principal, o Cine Jardim também conta uma extensa programação paralela, que conta com mostras especiais, como a Mostra Passarinho, Mostra Voo Livre, Mostra Instituto Marlin Azul, Mostra VouVer Acessibilidade, Mostra Consulado Francês, Mostra Revoada e Mostra Porto Iracema das Artes. Acompanhe o Cine61 para ficar por dentro da cobertura da 4ª edição do festival!

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
O jornalista viajou a convite da organização do Cine Jardim

Destaques na carreira da atriz Nicole Kidman

Nicole Kidman chamou a atenção do público americano pela primeira vez em 1989, com seu desempenho aclamado pela crítica no arrebatador thriller psicológico de Phillip Noyce, Terror a Bordo. Desde então, tornou-se uma atriz várias vezes premiada e reconhecida internacionalmente pela pluralidade de estilos e versatilidade. Em 2003, Kidman recebeu um Oscar, um Globo de Ouro, um BAFTA e um Urso de Prata do Festival de Berlim pela atuação como Virginia Woolf em As Horas, de Stephen Daldry. Em 2002, recebeu a primeira indicação ao Oscar pelo trabalho no musical inovador de Baz Luhrmann, Moulin Rouge – Amor em Vermelho.

Por esse papel e pelo desempenho no thriller psicológico Os Outros, do roteirista e diretor Alejandro Amenabar, foi duas vezes indicada ao Globo de Ouro, tendo recebido o prêmio de Melhor Atriz em Musical. Kidman obteve seu primeiro Globo de Ouro com a interpretação altamente perfeccionista e maliciosamente engraçada de uma mulher obcecada por tornar-se uma personalidade televisiva a qualquer custo em Um Sonho Sem Limites, do diretor Gus Van Sant, recebendo mais três indicações: por seu desempenho em Reencarnação de Jonathan Glazer, em Cold Mountain de Anthony Minghella, e em Billy Bathgate – O Mundo a Seus Pés de Robert Benton.

Seus créditos mais recentes incluem Margot e o Casamento do roteirista e diretor Noah Baumbach, co-estrelado por Jennifer Jason Leigh e Jack Black, e A Bússola de Ouro, adaptação do diretor Chris Weitz para o cinema do primeiro volume da trilogia fantástica de Phillip Pullman, Fronteiras do Universo. O próximo projeto será o drama Nine, dirigido por Rob Marshall. Kidman emprestou a voz a Norma Jean no musical de animação premiado com o Oscar Happy Feet: o Pingüim, reencontrando-se com o diretor australiano responsável pelo lançamento de sua carreira, George Miller. Narrou o documentário Pátria Proibida (Prêmio do Júri e de Público do Festival de Cinema de Sundance do ano passado), como também fez a narração do filme biográfico de Simon Wiesenthal, Eu Nunca Te Esqueci.

A Intérprete (2005)

Também estrelou, ao lado de Sean Penn, A Intérprete, de Sydney Pollack; Dogville de Lars Von Trier, com Paul Bettany e Lauren Bacall; De Olhos Bem Fechados de Stanley Kubrick, com Tom Cruise; e Retrato de Uma Mulher de Jane Campion, com John Malkovich. Em janeiro de 2006, recebeu a mais alta condecoração civil da Austrália: foi nomeada Companheira da Ordem da Austrália. É embaixadora internacional da UNIFEM. Em 2004, tornou-se Presidente do Women’s Health Fund da UCLA, da Escola de Medicina David Geffen.

Assista agora ao curta de animação brasileiro Zimbú

Zimbú

Sinopse:  Uma bola de futebol aparece em uma tribo africana, isolada do mundo. Ela chega até os pés de um guerreiro africano, que descobre a magia do futebol.

Assista aqui.

A Odisseia revela Cousteau além do ícone

O novo filme de Jérôme Salle, A Odisseia (2016), é uma cinebiografia do icônico capitão Jacques Cousteau (1910-1997). Narra os anos em que o explorador deixa a Marinha francesa ao final da década de quarenta e vai até o fim dos anos setenta, com a morte de Philip Cousteau, filho mais novo do documentarista. É o período de maior produção e de reconhecimento na vida do oceanógrafo. Suas aventuras em águas profundas a bordo do Calypso tornaram-se conhecidas no mundo todo e culminaram no seu reconhecimento como documentarista ao ganhar o Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1956 por O Mundo do Silêncio, filme feito em parceria com Louis Malle.
Mas esse não é um filme sobre escafandros ou viagens a lugares inóspitos nunca alcançados antes. O diretor constrói uma visão humanizada sobre uma figura que conhecíamos apenas como um ícone. Esse é um filme sobre o homem Jacques Cousteau, capaz de magoar, de se deixar iludir, de abandonar ou trair a confiança dos próximos. É um filme que retrata a força das pessoas que ficaram à sombra, que não estiveram sob os holofotes, mas foram fundamentais para a construção desse ícone.
Por retratar um período tão longo, o envelhecer também passa ser um elemento importante para narrativa. Cousteau é um homem que vive à frente de seu tempo, com projetos visionários e uma energia infinita. Entretanto, os anos oitenta chegam radicalizando tudo, mudando a lógica das relações (humanas e econômicas) mais rapidamente do que o oceanógrafo é capaz de acompanhar. Ao final do filme, a absurda situação imposta e auto-imposta por Cousteau nos mostra um mercado cruel e cada vez mais impessoal – incompatível com os sonhos grandiosos de um homem do começo do século vinte.
Apesar do ritmo lento e de se estender muito, é um filme interessante. Visualmente incrível. O valor do filme está em nos apresentar esses outros personagens, papel e importância, na vida de Cousteau. Aquela impressão negativa que comumente vemos na mídia associada à figuras célebres ou gênios além de sua época é reiterada nesse filme, com a diferença de que, em A Odisseia, podemos acreditar que o ícone Jacques Cousteau surgiu apenas por causa das pessoas que ele mesmo invisibilizou.

*Por Túlio Villafañe  – Especial para o Cine61 – contato@cine61.com.br

Veja aqui o trailer do filme A Odisseia:



L’odyssée (França / Bélgica, 2016) Dirigido por Jérôme Salle. Com Lambert Wilson, Pierre Niney, Audrey Tautou, Laurent Lucas, Benjamin Lavernhe, Vincent Heneine, Thibault de Montalembert, Roger Van Hool, Chloe Hirschman…

Veja o trailer de O Mistério Do Relógio na Parede

A Universal Pictures divulga o primeiro trailer da aventura fantástica O Mistério do Relógio na Parede. O filme, estrelado por Jack Back e Cate Blachett e dirigido por Eli Roth, estreia no Brasil em setembro. O filme é produzido por Brad Fischer, da Mythology Entertainment, James Vanderbilt e Kripke. A produção executiva é de William Sherak, Tracey Nyberg e Laeta Kalogridis. O longa-metragem conta a história de Lewis (Owen Vaccaro), um garoto de 10 anos que passa a morar com seu tio em uma casa antiga com um misterioso coração que faz tique-taque.

Mas quando Lewis acidentalmente desperta os mortos, a nova casa acaba tornando-se um mundo secreto povoado por bruxos. Baseado no clássico infantil de mesmo nome escrito por John Bellairs e ilustrado por Edward Gorey, O Mistério do Relógio na Parede tem roteiro de Eric Kripke (criador da série de TV Supernatural). No elenco estão também Kyle MacLachlan, Colleen Camp, Renée Elise Goldsberry, Vanessa Anne Williams e Sunny Suljic. Assista agora ao trailer:

Independente e alternativo: conheça o projeto Cais

Em 2013, o artista brasiliense Pedro Quevedo se juntou ao colega baiano Daniel Oliveira Sena para dar início ao Cais e fomentar o mercado audiovisual de Brasília e de todo o Brasil. Juntos, eles  conseguiram reunir um elenco de todo o país. O resultado:  o Cais conta, atualmente, com dez produções e mais de 100 mil seguidores em seu canal no YouTube. “Tudo começou quando eu me mudei para o Rio de Janeiro, em 2013, e vi um anúncio no Facebook para participar da websérie Positivos, que faz parte do Cais. Quando vi, já estava dentro e reunindo pessoas, inclusive de Brasília, minha cidade”, destaca Quevedo. 
Positivos foi a primeira de muitas. Em 2013, Pedro e Daniel resolveram embarcar na temática LGBT e dar enfoque para este público, sem estereotipar os personagens. A ideia era combater qualquer tipo de preconceito e humanizar os intérpretes. Em Positivos, Quevedo interpretou Bernardo, um homem que se apaixona por um moço portador de HIV e sabe lidar bem com o assunto. A trama narra a história de quatro jovens que descobrem estar com Aids. Todos moram no mesmo apartamento e juntos, aprendem a lidar diariamente com a doença e preconceitos em volta dela.  Positivos contou com 42 episódios e 70 atores, como Renata Jambeiro, musicista e atriz brasiliense convidada para fazer parte do elenco. Cada episódio teve em torno de 2 milhões de visualizações. 
Logo depois, Anjo do Mar, Divando, O Lar de Todas as Cores, Em Nome do Filho, Pague e Leve, Rapidinhas de Quarto, Química  – A Festa do Amor e O Dom de Assumir vieram para firmar o mercado do Cais. “Tratamos de vários temas. Química, por exemplo, reflete o uso de drogas. Já Lar de Todas as Cores mostra como era a vida dos gays na ditadura militar. Divando então, começou na época a tratar a realidade da drag queen como uma pessoa normal, que merece ser notada e ter os mesmos direitos de qualquer cidadão”, pontua Pedro Quevedo.  Estas webséries foram gravadas em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no estado do Rio de Janeiro. Todas podem ser conferidas em: www.youtube.com/user/apenasherois/.

Ouça 10 músicas do cinema destruídas em versões flauta

A criatividade das pessoas na internet não tem limites, isso é fato. Mas uma curiosa ideia ultimamente tem ganhado adeptos como forma de humor e o resultado é incrivelmente engraçado. São gravações com flautas bem desafinadas.
Adaptadas às trilhas sonoras de diversos filmes e séries, elas criam sons muito divertidos e malucos. O público tem adorado, prova disso são as visualizações no YouTube e o alto número de compartilhamentos. Prepare seus ouvidos para ouvir a seleção do Cine61 – Cinema Fora do Comum!

Let it Go – Frozen – Uma Aventura Congelante

Interestelar – Tema principal

O Guarda-Costas – I Will Always Love You

Karatê Kid – You’re The Best

Top Gun – Ases Indomáveis – Take My Breath Away

Réquiem Para Um Sonho – Tema

Star Wars – Tema

A Lista de Schindler – Tema

As seguir músicas são de séries, mas igualmente engraçadas:

Game of Thrones – Abertura

Friends – Abertura



*Da Redação – contato@cine61.com.br