Início Site Página 122

Corre para ver agora o novo trailer de Pantera Negra!

O longa-metragem Pantera Negra, da Marvel Studios, acompanha T’Challa que, após a morte de seu pai, o Rei de Wakanda, volta pra casa para a isolada e tecnologicamente avançada nação africana para a sucessão ao trono e para ocupar o seu lugar de direito como rei. Mas com o reaparecimento de um velho e poderoso inimigo, o valor de T’Challa como rei – e como Pantera Negra – é testado quando ele é levado a um conflito formidável que coloca o destino de Wakanda, e do mundo todo, em risco.

Confrontado pela traição e o perigo, o jovem rei precisar reunir seus aliados e liberar todo o poder do Pantera Negra para derrotar seus inimigos e assegurar a segurança de seu povo e de seu modo de viver. Assista ao trailer de Pantera Negra abaixo. O filme está previsto para estrear nos cinemas no dia 15 de fevereiro de 2018.
 

Nossa próxima pré-estreia será Os Parças

Chantageados e enganados por um ambicioso tranbiqueiro (Oscar Magrini), Toinho (Tom Cavalcante), Ray Van (Whindersson Nunes), Pilôra (Tirullipa) e Romeu (Bruno de Luca) precisam organizar uma festa inesquecível de casamento sem nenhum dinheiro no bolso. Caso falhem terão que se ver com o maior contrabandista da famosa Rua 25 de Março em São Paulo, pai da noiva (Paloma Bernardi).

A comédia Os Parças terá uma pré-estreia para convidados. A sessão da pré-estreia deste filme já está marcada e o Cine61 vai convidar algumas pessoas que se inscreveram na Lista61. Acompanhe aqui os nomes de quem recebeu e aceitou nosso convite. Vale a pena lembrar que não é um sorteio: todos que são inscritos na lista serão convidados para alguma pré-estreia do site! Saiba mais sobre o funcionamento da Lista61 aqui.

A semana (23/11 a 29/11) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


The Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir – Ao longo de um ano, o diretor Ai Weiwei acompanhou crises de refugiados em 23 países, incluindo França, Grécia, Alemanha, Iraque, Afeganistão, México, Turquia, Bangladesh e Quênia. Ele retrata as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países de origem, como a guerra, a miséria e a perseguição política, refletindo sobre as dificuldades encontradas na busca por uma vida melhor.



A Vilã – Uma menina treinada desde a infância para ser uma assassina sanguinária aceita um acordo de trabalho que a libertará do árduo ofício depois de dez anos de serviço. Mas mesmo depois de cumprir o prazo e começar a trilhar uma rotina normal, dois homens aparecem e a colocam de frente com seu passado.

Corpo Delito – O documentário cearense aborda a questão da imagem e o crime, tentando transmitir a experiência de como produzir novas imagens sobre esse tema. Para isso, o filme acompanha a rotina de Ivan, um homem inconformado, pois mesmo depois de ganhar o direito de sair da cadeia, continua preso a uma tornozeleira eletrônica.

Não Devore Meu Coração
Não Devore Meu Coração – Joca (Eduardo Macedo), um jovem de treze anos, descobre o amor quando conhece Basano (Adeli Benitez), uma menina paraguaia. No entanto, para conquistá-la, Joca passará por grandes dificuldades relativos a problemas de fronteira entre o Brasil e o Paraguai e a relação seu irmão Fernando (Cauã Reymond), um homem que pertence a uma perigosa gangue de motociclistas.

A Estrela de Belém – Um pequeno, porém bravo, asno chamado Bo, anseia por uma vida melhor. Um dia ele encontra a coragem de se libertar, e junto de seus novos amigos começa uma jornada. Agora eles seguem uma estrela e acabam se tornando heróis acidentais na maior história já contada, o primeiro Natal.

No Intenso Agora – Documentário político que justapõe, através de imagens de arquivo, uma série de acontecimentos diferentes da década de 1960, como: a revolta estudantil em Paris, a Primavera de Praga em meio a dominação da União Soviética e a China de 1966 sob o regime de Mao, experienciado pela mãe do diretor na época.


La Bohème – Mimi e Rodolfo, jovens refugiados vulneráveis a graves problemas, vivem com entusiasmo sua paixão no meio de seus companheiros de infortúnio. Essa nova produção transpõe a história original da famosa La Bohème para o Sul da Itália na época atual.

Liga da Justiça

Liga da Justiça – Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.



Gabeira – Através de entrevistas com personalidades como Armínio Fraga, Nelson Mota, Agnaldo Silva e Leda Nagle, o documentário traça a trajetória política e de vida do jornalista, escritor e político brasileiro Fernando Gabeira, conhecido principalmente por sua atuação junto ao Partido Verde, que ajudou a fundar no país.



On Yoga: Arquitetura da Paz – Heitor Dhalia registra a busca de uma década do fotógrafo Michael O‘Neill por conhecer melhor os principais gurus e mestres de yoga em atividade, incluindo encontros com pensadores, médicos e iogues e passagens pelo Festival Internacional de Yoga, em Rishikesh, e o Mela Festival Kumbha, em Haridwar.


Lygia, Uma Escritora Brasileira – Documentário sobre a vida de Lygia Fagundes Telles. A trajetória pessoal e profissional dessa escritora brasileira desde a década de 1940 até os dias de hoje. A história da autora e de suas obras através do olhar de outros profissionais da área, amigos e familiares.

Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo

Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo – Depois de se separar de Flavio (Thomas Trabacchi), Claudia (Lucia Mascino) se vê como uma alma perdida aos 50 anos de idade e acha que a solução para seus problemas é reconquistar o ex-marido. O que ela não imagina é que Flavio já tem outros objetivos bem diferentes: ele quer seguir em frente e mudar de vida. Com isso, reconquistá-lo será uma batalha.


Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha – 1887, cidade de Agra, na Índia. Dois jovens locais são escolhidos para viajar até Londres de forma a presentear a rainha Victoria (Judi Dench) com uma valiosa moeda local. Ao chegar, tanto Abdul (Ali Fazal) quanto Mohammed (Adeel Akhtar) estranham bastante os costumes da realeza britânica, sempre a postos para mimar a rainha. Ao entregar a moeda, Abdul quebra o protocolo e encara a monarca. Tamanha ousadia chama a atenção da rainha Victoria, que através de várias conversas não só passa a conhecê-lo melhor como também o transforma em seu conselheiro. Esta decisão não agrada nem um pouco a corte inglesa, que não entende como um humilde indiano pode ser detentor de tal honraria.



Thor: Ragnarok – Thor (Chris Hemsworth) está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela (Cate Blanchett).

Por Que Vivemos

Por Que Vivemos – No Japão da era feudal, um jovem camponês vive com sua esposa, que está grávida. A mulher acaba falecendo em um acidente, deixando o homem revoltado com o mundo. Sem saber lidar com a perda, ele decide participar da palestra de um monge budista, onde acaba ressignificando seu modo de ver a vida.

Pai em Dose Dupla 2 – Após resolverem suas diferenças, Brad (Will Ferrell) e Dusty (Mark Wahlberg) precisam agora lidar com uma nova situação complicada: a súbita aparição de seus pais (John Lithgow e Mel Gibson), que possuem comportamentos bem diferentes.


Uma Razão Para Viver – No ano de 1958, Robin Cavendish (Andrew Garfield), carismático e aventureiro comerciante britânico, sê ve de repente paralisado por poliomielite contraída em viagem de trabalho ao Quênia. Grávida do primeiro filho, sua esposa Diana Cavendish (Claire Foy) escuta dos médicos que ele jamais sairá da cama e não deverá viver muito mais tempo. Deprimido por não mover nada abaixo da cabeça, Robin inicialmente deseja morrer, mas o inabalável amor de Diana o faz olhar de outra maneira para a situação e desafiar os limites impostos. Baseado em fatos reais.


Boneco de Neve – Quando uma mulher desaparece, a única pista deixada para trás é um cachecol rosa encontrado envolta de um estranho boneco de neve. O detetive Harry Hole (Michael Fassbender) começa suas investigações e percebe que o crime parece obra de um serial killer.

Reflexões budistas marcam a animação Por Que Vivemos

Aumentando a lista de animações japonesas que são lançadas nos cinemas nacionais, estreia esta semana o longa-metragem Por Que Vivemos. Inspirado num best-seller homônimo, o filme permaneceu 29 semanas em cartaz no Japão e conta uma história real que está diretamente ligada ao país asiático. A trama, ambientada há mais de 500 anos, começa apresentando um camponês chamado Ryoken. Ele vive para o trabalho e não economiza nas grosserias com a esposa grávida. Sobra até mesmo para a mãe doente, que também mora com eles.
O motivo dos maltratos domésticos é a crença. As mulheres frequentam um templo budista e Ryoken detesta os monges por causa de um trauma no passado. Após uma tragédia, o protagonista acaba por conhecer melhor os ensinamentos de Mestre Rennyo, que dá palestras que cada vez alcançam um número maior de pessoas. O Japão, no século 15, sofria com guerras civis por causa de clãs rivais. O sucesso das palestras do mestre Ryoken, entretanto, causa a inveja dos monges de outros templos, que passam a fazer uma série de ataques.
Por Que Vivemos é um drama cujo tema é o budismo, ou melhor, a popularização da crença. O longa-metragem traz diversas mensagens, o que é muito interessante para os curiosos ou para os que não conhecem o budismo da Escola da Verdadeira Terra Pura. O roteiro adaptado é de Kentetsu Takamori, um dos autores do livro que deu origem ao título. Portanto reflexões sobre o sentido da vida e a forma de lidar com as pessoas e os obstáculos são questões abordadas nas inúmeras palestras retratadas durante a projeção.
A animação possui traços simples e o maior destaque vai para os cenários realistas, que contam com elementos de computação gráfica. Fica claro que, mais do que impressionar pelos efeitos visuais, a ideia é contar a história da vertente do budismo que reúne o maior número de adeptos no Japão atualmente. O resultado é um tanto didático, dando a impressão que se está em algum templo de verdade. E uma curiosidade interessante: o Brasil é o primeiro país do exterior a exibir o anime, provavelmente por ser esta a nação que abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão.

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br


Veja aqui o trailer do filme Por Que Vivemos:



Naze Ikiru – Rennyo Shonin to Yoshizaki Enjo (Japão, 2016) Dirigido por Hideaki Oba. Com as vozes de Kotaro Satomi, Katsuyuki Konishi, Ayumi Fujimura, Hideyuki Tanaka, Takaaki Seki…

Filme independente fala sobre a vida de jovem com Down

Dirigido e roteirizado por Alex Duarte, o longa-metragem Cromossomo 21 se debruça sobre a rotina da jovem Vitória. E a rotina dela, na prática, é a igual a de todo jovem: ela estuda, vai às baladas, sai com as amigas, briga com a irmã, se queixa da mãe, se apaixona. Ela, no entanto, tem medo de perder a pessoa que ama, o namorado Afonso, por causa do preconceito da família dele. É questionadora, destemida e vai lutar por sua autonomia e seus ideais. Quem interpreta a protagonista é Adriele Pelentir, uma jovem com Síndrome de Down, formada em Nutrição pela Faculdade de São Luiz Gonzaga.

Alex Duarte tinha apenas esta ideia quando decidiu fazer o filme, sete anos atrás. Acabou totalmente envolvido na causa da inclusão social e hoje dá palestras sobre o tema pelo país. Cromossomo 21 deixou de ser apenas um filme e tornou-se um grande projeto. Em 2015 foi lançado o livro duplo: 21, do Diagnóstico à Independência e Cromossomo 21, escritos pelo diretor. Em 2017, a web série Geração 21 aportou no Youtube. Realização de baixo orçamento, produzida de forma cooperativada, o longa-metragem teve Menção Honrosa no Festival de Gramado 2016, venceu como filme destaque no Los Angeles Brazilian Festival e premiado como Melhor Filme (voto popular) no Festival Internacional de Cinema de La Mujer.

Os anos que separam o início das filmagens do lançamento do filme transformaram não somente a vida de Adriele, mas também a do ator Luís Fernando Irgang, que elegeu como tema de seu trabalho de TCC a inclusão social nas empresas. A vida de Alex Duarte, entretanto, mudou no dia em que ele conheceu Adriele e ela lhe fez a pergunta que complementa o título do longa: O que você faria se fosse impedido de amar? “Eu quero saber quais respostas as pessoas podem dar a esta pergunta depois de ver o filme”, diz Alex.

Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo

Muitas pessoas podem se enxergar no longa-metragem Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo. O filme italiano dirigido por Francesca Comencini tem como principal tema a ruptura de um relacionamento e a forma como cada um lida com esta situação. Depois de viver uma relação que durou sete anos, a professora Claudia (Lucia Mascino) encontra-se sem chão. Ela está disposta a tudo para reconquistar o ex-marido, Flavio (Thomas Trabacchi). Ele, contudo, não pretende voltar para ela e segue sua vida.
Com um tom predominantemente tragicômico, o filme é focado em Claudia. É por meio das impressões e recordações dela que o público consegue compreender o que se passou e como foi o namoro do casal. Contado de forma não-linear, o roteiro vai e volta no passado, da mesma forma que está a cabeça da protagonista. Cercada de lembranças, ela sofre diariamente por não aceitar o fim da relação. O humor aparece nas neuras de Claudia. Nervosa, problematizadora, inquieta e insegura, ela é ansiedade em pessoa.
Por outro lado, a figura masculina aparece de forma mais enigmática. Pouco se sabe o que se passa na cabeça de Flavio. Aparentemente frio, ele teve a capacidade de passar uma borracha e seguir em frente – mesmo que isso signifique ignorar completamente uma mulher que ainda o ama. Ainda que seja classificado como uma comédia, a produção funciona melhor como um drama. Afinal é algo bem triste acompanhar a saga de alguém que sofre por amor e não consegue encontrar perspectivas para sair dessa.
Questões sobre solidão e idade são abordadas pelo olhar feminino. Há uma sequência muito divertida sobre uma palestrante reacionária que explica sobre como o sistema capitalista heterossexual machista prejudica a vida das mulheres.  Muitos diálogos e situações de Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo podem soar familiares. Quem já viveu ao lado de outra pessoa e experimentou sentimentos como ciúmes, amor, raiva e arrependimento pode se reconhecer na pele de Claudia ou Flavio. E este realismo que é o maior mérito do filme.

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br


Veja aqui o trailer do filme Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo:





Amori che non Sanno Stare al Mondo (Itália, 2017) Dirigido por Francesca Comencini. Com Lucia Mascino, Thomas Trabacchi, Valentina Bellè, Iaia Forte, Carlotta Natoli…

CCBB exibe retrospectiva do cineasta John Akomfrah

De 21 de novembro a 10 de dezembro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília apresenta retrospectiva inédita com filmes de John Akomfrah, cineasta pioneiro na abordagem de vanguarda sobre a diáspora africana. A mostra incentiva o debate durante o mês da Consciência Negra e traz ao país, pela primeira vez, o renomado historiador de arte Kobena Mercer (Universidade de Yale). Especialista na arte sobre diáspora, ele apresenta aula magna gratuita sobre a obra de Akomfrah em 28 de novembro, às 19h30, no CCBB.
Sete Canções Para Malcolm X
A retrospectiva O Cinema de John Akomfrah – Espectros da Diáspora reúne 16 obras do cineasta, a maioria inédita no Brasil, entre filmes de ficção, documentários e videoinstalações. A obra de Akomfrah é reconhecida por atentar à luta contra a opressão racial e denunciar as ramificações contemporâneas do colonialismo. Partindo da cinematografia do realizador ganês-britânico, o CCBB apresenta um amplo painel sobre a disseminação das culturas de matiz africana no ocidente, traçando um percurso que cobre desde as raízes da escravidão, em trabalhos como Tropykos (2015), a obras de ficção científica de inspiração afrofuturista, como no filme O Último Anjo da História (1995).
As Canções de Handsworth 
Além do aspecto estético, os filmes de Akomfrah são celebrados pelo forte apelo literário. Em As Nove Musas (2011), que agrega mitologia grega e aspectos das migrações de caribenhos à Grã-Bretanha no segundo pós-guerra, o artista faz referências a escritores cuja sensibilidade dialoga com a obra. “Em seus filmes, Akomfrah cita Virginia Woolf, Joyce, Emily Dickinson, Shakespeare, Milton, invoca todos esses autores britânicos para afirmar a sua própria britanidade. Sente-se à vontade tanto para convocar Malcolm X quanto Samuel Beckett na tentativa de formular perguntas inquietantes a respeito da condição diaspórica, do lugar do imigrante em nosso tempo”, detalha Rodrigo Sombra, que assina a curadoria da mostra em parceria com Lucas Murari.

O Cinema de John Akomfrah: Espectros da Diáspora
De 21 de novembro a 10 de dezembro, no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília (DF)
Horários e classificação indicativa disponíveis no site http://culturabancodobrasil.com.br/portal/distrito-federal

Looke dá 50% de desconto para celebrar Dia da Consciência Negra

Looke, plataforma brasileira de streaming de vídeos on demand, elaborou a Promoção Consciência Negra, que traz uma lista com diversas produções a fim de celebrar o dia 20 de novembro. A ação especial apresenta 32 títulos com 50% de desconto para aluguel ou compra. Na seleção, é possível encontrar sucessos do cinema nacional e internacional, como os filmes Tim Maia, Corra!, Samba, Um Limite Entre Nós e Sob Custódia.

Uma Família de Dois

Além disso, outros títulos famosos e com boa avaliação pelo público também estão presentes na lista, como Eu Sou a Lenda, Beleza Oculta, Despedida em Grande Estilo, Ameaça Terrorista, Michelle e Obama, Diamante de Sangue, Uma Família de Dois e O Voo. A ação já está aberta no site do Looke com preço acessível para aluguel, com títulos a R$ 2,49 até R$ 4,99 para locação. Todos os destaques da lista especial seguirão com valor reduzido até dia 23 de novembro.

Straight Outta Compton

Segue filmes da Promoção Consciência Negra:

Ameaça Terrorista
Beleza Oculta
Corra!
Despedida Em Grande Estilo
Dia De Treinamento
Diamante De Sangue
Eu Sou A Lenda
Faça A Coisa Certa
Golpe Duplo
Invictus
James Brown
Jimi – Tudo A Meu Favor
Loving
Mandela – Luta Pela Liberdade
Michelle E Obama
Nos Bastidores Da Fama
O Céu Pode Esperar
O Plano Perfeito
O Vendedor De Passados
O Voo
Pariah
Prova De Fogo
Ray
Samba
Sob Custódia
Sonho De Liberdade
Straight Outta Compton
Tim Maia
Um Limite Entre Nós
Um Sonho Possível
Uma Família De Dois

Conheça nosso novo projeto: a Galeria61

Você gosta de desenhar? As pessoas dizem que suas ilustrações são bonitas ou criativas? Então você vai gostar da Galeria61, o novo projeto do Cine61 – Cinema Fora do Comum. Convidamos desenhistas para colaborarem com o site enviando imagens inspiradas em filmes. Você pode fazer uma arte que reproduza alguma cena ou personagem, mas também está livre para criar alguma outra produção que esteja relacionada com a sétima arte.

As imagens passarão por uma curadoria. As selecionadas serão impressas e virarão pôsteres da Galeria61, além de ter destaque no site Cine61. E é claro que o autor da obra aprovada também vai ser recompensado da melhor forma: com mais  cinema! O principal objetivo é abrir uma vitrine de exposição de talentos e mostrar uma nova percepção para os cinéfilos que sabem desenhar ou pintar. Você pode enviar imagens em qualquer técnica.  Para mais informações e envio de portfólio, por favor envie uma mensagem para contato@cine61.com.br

Liga da Justiça segue a cartilha dos blockbusters

Aguardadíssimo pelos fãs dos quadrinhos, Liga da Justiça reúne os super-heróis da DC Comics que já apareceram recentemente nas telonas. O longa-metragem tem direção de Zack Snyder, responsável por outros filmes do gênero, como O Homem de Aço. A trama acompanha Batman (Ben Affleck), que precisa reunir um time de super-heróis para salvar a Terra de um perigo inimaginável. O grupo é formado pela Mulher-Maravilha (Gal Gadot, de Velozes & Furiosos 6), Aquaman (Jason Momoa, de Conan, o Bárbaro), Flash (Ezra Miller, de As Vantagens de Ser Invisível) e Cyborg (Ray Fisher).
A história é ambientada logo após Batman vs Superman: A Origem da Justiça, portanto é interessante ver como o roteiro costura e faz referências aos outros títulos anteriores. Desta vez, o grande vilão é Lobo da Estepe, um ser especial que procura três artefatos conhecidos como Caixas Maternas. Caso reúna os itens, ele terá poder o suficiente para destruir a vida na Terra. O trabalho dos super-heróis, portanto, é impedir que o antagonista consiga concretizar seus apocalípticos planos.
Seguindo a bem-sucedida linha dos filmes da Marvel, Liga da Justiça traz mais humor do que o público está acostumado. E o alívio cômico é representado pelo veloz Flash. Deslumbrado com os companheiros poderosos, ele é como o recente Homem-Aranha, isto é, um jovem que se diverte e faz piada com as situações – mesmo que elas sejam preocupantes. O tom mais leve também é perceptível pelas imagens, que são mais claras e coloridas que as produções anteriores. Com duas horas de duração, o filme não apresenta muitos detalhes sobre as origens e a vida de Aquaman, Cyborg e Flash – que provavelmente terão seus filmes-solo.
O que se esperar de Liga da Justiça? É mais um filme de super-herói. Algumas vezes parece um tanto burocrático, por introduzir vários personagens, mas depois compensa com sequências de ação e muitos efeitos especiais. É o tipo de blockbuster que acompanha o padrão dos outros, o que parece ser um receio de não errar e fazer feio nas bilheterias. Isso significa que não tem um olhar diferenciado como Mulher-Maravilha e cai na mesmice, o que necessariamente não é ruim, mas também não surpreende. E é um tanto irônico que, num filme com tantos super-heróis, pareça faltar a coragem para fazer algo novo.

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Liga da Justiça:



Justice League (EUA, 2017) Dirigido por Zack Snyder. Com Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Henry Cavill, Amy Adams, Ezra Miller, Ray Fisher…