
Cine61 distribui convites para a pré-estreia de Pai em Dose Dupla

Nas Asas do Traçado foi o grande vencedor do FECUCA XXI
![]() |
| Nas Asas do Traçado |
Outro ponto a se destacar é a interação proporcionada pelo evento entre estudantes de Cinema e Comunicação do IESB e UnB, que dão seus primeiros passos para a inserção no mercado de trabalho audiovisual brasileiro. Foram exibidos, no total, 16 curtas de estudantes calouros.
Confira a lista dos vencedores:
Roteiro, Direção e Melhor Filme – Nas Asas do Traçado
*Por Victor Hugo Menezes Almeida – Especial para o Cine61
Liga da Justiça é a nova pré-estreia do Cine61
Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

A semana (9/11 a 15/11) no Espaço Itaú de Cinema
Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.
Depois Daquela Montanha – Alex (Kate Winslet), uma jornalista que está indo preparar seu casamento, e Ben (Idris Elba), um doutor voltando de uma conferência médica, iriam pegar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem fretar um jatinho. Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos.
Thor: Ragnarok – Thor (Chris Hemsworth) está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela (Cate Blanchett).
Big Pai, Big Filho – Adam é um adolescente que sai em uma missão épica e ousada para tentar descobrir um mistério por trás de seu pai, que está sumido há muito tempo. Até que então ele descobre que seu pai não é ninguém mais, ninguém menos do que o lendário Pé Grande. Ele tem se escondido na floresta há anos para proteger a si mesmo e sua família de HairCo., uma grande corporação que quer fazer experimentos científicos com seu DNA especial. Enquanto pai e o filho começam a passar um tempo juntos, Adam logo descobre que ele também tem super poderes, além de sua imaginação.
![]() |
| Vazante |
Vazante – Início do século dezenove. Em uma fazenda imponente e decadente, situada na região dos diamantes em Minas Gerais, brancos, negros nativos e recém-chegados da África sofrem com os conflitos e a incomunicabilidade gerada pela solidão e pelas tensões raciais e de gênero em um país que passa por um forte período de mudança.
Terra Selvagem – Cory (Jeremy Renner), caçador de coiotes e predadores traumatizado pela morte da filha adolescente, encontra o corpo congelado de uma menina em meio ao nada e decide iniciar uma investigação sobre o crime. Ao lado dele está uma agente novata do FBI (Elizabeth Olsen) que desconhece a região.
O Estado das Coisas – Brad (Ben Stiller) possui uma carreira lucrativa e uma vida familiar feliz, mas isso não é o bastante. Ele está obcecado em ser o mais bem-sucedido entre os seus ex-colegas de escola, mas, durante um reencontro com um velho amigo, ele é forçado a ignorar seu sentimento de inferioridade e rever seus conceitos.
![]() |
| Um Perfil Para Dois |
Um Perfil Para Dois – Pierre (Pierre Richard) é um viúvo aposentado que não sai de casa há mais de dois anos, e agora tem a chance de voltar a viver novamente com a ajuda da internet. Isso porque através de Alex, um homem contratado por sua filha para ensiná-lo a usar o computador, acaba criando um perfil em um site de namoro. Lá, conhece a linda jovem Flora (Fanny Valette), e decide marcar um encontro. Mas ele só tem uma problema: a foto que usou no perfil é de Alex, e não dele.
Baahubali: O Início é um épico superlativo


*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja três vídeos da comédia Gosto se Discute

Repense sua própria vida online com O Círculo
![]() |
![]() |
A mais nova invenção do Círculo é anunciada por Bailey (Tom Hanks), um guru da tecnologia que é cheio de boas ideias. A defesa da integração de uma comunidade global e da disponibilidade de se ter segurança e troca de informações são bandeiras que movimentam os lançamentos da empresa. Mas, nem sempre, tudo é o que aparenta ser. O roteiro foca na falta de privacidade como algo que pode ser extremamente perigoso. E isso leva a pensar se o que é ruim é a tecnologia ou a forma como ela é utilizada.
![]() |
*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer de O Círculo:
The Circle (Emirados Árabes / EUA, 2017) Dirigido por James Ponsoldt. Com Emma Watson, Ellar Coltrane, Glenne Headly, Bill Paxton, Karen Gillan, Tom Hanks, Beck…
Cine666 – Assista ao curta A Vingança da Bibliotecária
Sinopse: Jamais perturbe o silêncio de uma biblioteca, ou despertará a fúria da bibliotecária decrépita. Filmofagia de signos do imaginário terrorífico universal. Escrito e dirigido por Santiago Dellape.
Diretora Nicole Garcia fala sobre Um Instante de Amor
A diretora Nicole Garcia comentou sobre seu longa-metragem Um Instante de Amor.

A ideia vem de um romance de Milena Agus, que me deu uma noção muito ponderosa do que o destino de uma mulher poderia ser. Mas um livro requer interpretação e reinvenção. Para poder encontrar minha própria história, precisava ser capaz de me apropriar disso livremente.Uma pessoa tem permissão para desviar-se da história original sem trai-la, e acho que foi isso o que Jacques Fieschi e eu fizemos ao escrever o roteiro. Nós de fato modificamos o livro,desenvolvemos e inventamos novas partes, mas nunca perdi de vista o que me afetou tão profundamente – o verdadeiro motivo para ter amado tanto a história.
Para mim, o destino dessa mulher incorpora um tipo de imaginação, uma força criativa da qual todos somos capazes quando nossos desejos e sentimentos nos levam até nossos próprios limites, para ultrapassarmos a nós mesmos. Com Gabrielle, uma vez que ela era muito jovem, havia um poderoso desejo carnal que ela chama de “a coisa principal”, a doce fuga do desejo e do amor, aquele ardor animal. Essa paixão, englobando todo o seu ser, acaba entrando em desacordo brutalmente com o homem que quer reprimi-la – o professor da vila – e depois, mais abrangentemente, condenando-a perante à sua família e à sociedade dos anos 1950 como um todo.
Mas algo inteiro, completo persiste dentro dela, apesar de ter se separado. Nos 17 anos de sua vida que são cobertos no filme, ela não perde a força pulsante que faz o mundo ao seu redor parecer tão medíocre. Com sua loucura, ou o que os outros chamam de loucura, ela nunca abandona seus sonhos. Quando ela se rebela e os outros a reprimem, ela parece se submeter, mas não abre mão de nada. Quando ela enfim experimenta esse grande amor, um momento e êxtase que pode dar significado à sua vida, mas que o destino ameaça roubar dela mais uma vez, ela demonstra exatamente do que uma grande paixão é capaz.
Gabrielle vive no cruzamento entre um mundo antiquado e uma época de maiores esperanças e liberdades. Tenho interesse em personagens femininas quando elas têm essa dimensão poética, trepidante, comovente. Há algo na loucura das mulheres que me atrai, quando elas têm uma fragilidade dentro de si e há um grande potencial para que essa fragilidade transborde, às vezes com o risco de catástrofe.
Também gostei dos personagens masculinos, José, o marido, e Sauvage, o amante. Gosto deles por sua modéstia, sua coragem e seus silêncios. Um dos princípios do romance é os personagens não ficarem estagnados, eles não são prisioneiros das situações, e eles dão a sensação de que estão improvisando suas vidas diante de nossos olhos. A história só avança através deles. Nós os acompanhamos no que podem fazer, no que parece autêntico em seu comportamento, e além dessa autenticidade, suas imaginações, e sua imprevisibilidade. É essa liberdade que nos dá a chance de ver alguma verdade.
Eu pensei imediatamente em Marion Cotillard para o papel. Em todo o caso, encontrei uma resposta para a pergunta “Quem mais?” Eu esperei até ela estar livre de todos os seus projetos americanos – foi assim que aconteceu e não me arrependo. Marion demonstrou grande rigor.Fiquei muito tocada com seu comprometimento e sua confiança. Ela trabalhou sozinha no papel, anotando várias coisas num caderninho que eu a via consultar. No filme, ela passa uma sensualidade muito especial que acredito ser bem rara no cinema. Ela captou perfeitamente o lado animal, ainda que controlado, de Gabrielle e sua loucura criativa.
Eu gostei dessa história porque encontrava um eco em minha própria vida. Ela representa como eu vejo a imaginação, sua força e seu poder de curar. Eu senti o que Gabrielle vivencia,assim como todos nós. É uma força que está dentro de nós, é universal, torna a vida maior do que a própria vida, nos conduz na direção do maravilhoso, do desconhecido.
Documentário traz a geração das novas bandas de rock do DF












