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Coletivo Nós do Audiovisual na Mostra de Gostoso

O Coletivo Nós do Audiovisual é formado por jovens de São Miguel do Gostoso, no estado do Rio Grande do Norte e distritos vizinhos. O “Nós”, no sentido literal da palavra, significa um grupo onde todos estão interessados em abrir novas possibilidades de atuação e, assim, realizar filmes. O coletivo foi criado em 2013 pelos alunos dos Cursos de Formação Técnica e Audiovisual, realizados em Gostoso pela Heco Produções (SP) e pelo Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania (CDHEC-RN).

O coletivo já participou de 32 oficinas e realizou oito curtas-metragens entre 2013 e 2016. Com todo o conhecimento adquirido ao longo desses anos, o grupo também participa da produção da Mostra de Cinema de Gostoso onde, ao mesmo tempo que trabalham, aprendem e trocam conhecimentos com cineastas de outros estados presentes durante a mostra. Uma oportunidade única para esses jovens que descobriram no audiovisual uma oportunidade de crescer tanto profissional quanto pessoalmente.

Na 4ª Mostra de Cinema de Gostoso serão exibidos os seguintes filmes do Coletivo Nós do Audiovisual: O Grande Ó (Coletivo Nós do Audiovisual, RN, 2017, 10min); Moeda Gostoso (Coletivo Nós do Audiovisual, RN, 2017, 13min) e Os Dois Lados do Lixo (Coletivo Nós do Audiovisual, RN, 2017, 12min).

Tag é uma sanguinária alucinação com propósito

Definitivamente não recomendado para quem está acostumado com clichês ou quem não quer sair da zona de conforto, Tag é um filme que cria inúmeras interrogações na cabeça durante praticamente toda a projeção. Tudo isso porque o público, assim como a protagonista, fica sem entender o que está acontecendo durante sequências extremamente violentas. A direção e roteiro são de Sion Sono (que fez O Pacto, inspirado no polêmico mangá Círculo do Suicídio). Desta vez, o cineasta se baseou no livro best-seller The Chasing World, que já deu origem a nada menos que cinco filmes e uma minissérie.

Mitsuko (Reina Triendl, uma atriz em ótima atuação) é uma estudante que viaja com a turma em um ônibus. O longa-metragem começa de forma bela e uma trilha sonora suave. Tudo para, de uma hora para a outra, desmoronar e virar um inacreditável banho de sangue. A partir daí, tudo torna-se extremamente imprevisível e chega a ser complicado comentar mais detalhes sem estragar as surpresas. Basta dizer que a história acompanha outras duas personagens importantes: Keiko (Mariko Shinoda), uma noiva prestes a se casar, e Izumi (Erina Mano), uma atleta que participa de uma corrida.

Com diversas perseguições e perigos inesperados – como um vento mortal e professores assassinos – o filme se desenvolve enquanto planta cada vez mais perguntas em quem assiste. Algo na linha Cidade dos Sonhos, de David Lynch. E isso garante o interesse por causa da curiosidade em tentar imaginar a conclusão. Porém, perto do final, existe uma explicação para que o público, por fim, consiga compreender o motivo de tudo aquilo. Ainda que não seja algo muito esclarecedor, dá abertura para diversas teorias. Em tempos de refilmagens e repetições, Tag é uma joia rara por ser bem original.

Mais do que um filme de terror, traz muitas críticas sobre o papel da mulher na sociedade – ou no mundo dos homens. O elenco praticamente todo formado por garotas, assim como as colegiais uniformizadas e a representação do matrimônio são elementos que ajudam a compreender a principal mensagem do longa. De forma visceral, Sono usa metáforas e até a ficção científica para fazer pensar sobre a crueldade de costumes e fatos que fazem parte do dia a dia da sociedade contemporânea. Uma grande e sanguinária alucinação com propósito.
 
*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Tag:



Riaru Onigokko (Japan, 2015). Dirigido por Sion Sono. Com Reina Triendl, Mariko Shinoda, Erina Mano, Yuki Sakurai, Aki Hiraoka…

Especial traz o legado controverso de Pasolini

A obra do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini é um capítulo à parte na história do cinema e, em 1975, sua vida foi interrompida por um assassinato que chocou o mundo. No feriado de 2 de novembro, a noite do Telecine Cult será dedicada ao artista, com a exibição de As Mil e uma Noites e Pasolini a partir das 22h. As Mil e uma Noites abre o especial “O Controverso Pasolini”, às 22h. Indicado ao Festival de Cannes, o longa fecha a famosa e polêmica “Trilogia da Vida”. Com direção e roteiro do cineasta, a trama mostra o envolvimento do jovem Nur Ed Din (Franco Merli) com a escrava Zumurrud (Ines Pellegrini), por quem se apaixona. Quando ela é raptada, Nur Ed Din embarca numa jornada repleta de cobiças e desejos em busca da amada.
A programação continua à 0h25, com Willem Dafoe interpretando o cineasta na cinebiografia Pasolini, que reconstrói os últimos momentos do homenageado. A produção marca o quarto trabalho do ator com o diretor Abel Ferrara. Por falar em parceria, um dos destaques do filme é a participação de Ninetto Davoli, presença constante nos longas de Pasolini. O longa conta ainda com Adriana Asti, Maria de Medeiros, Riccardo Scamarcio e Valerio Mastandrea.

A semana (2/11 a 8/11) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


Thor: Ragnarok – Thor (Chris Hemsworth) está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela (Cate Blanchett).


A Guerra dos Sexos – Uma disputa de tênis entre o ex-campeão Bobby Riggs (Steve Carell) e a líder da classificação mundial Billie Jean King (Emma Stone) se torna centro de um debate global sobre igualdade de gêneros. Presos sob a atenção da mídia e com ideologias diferentes, Riggs tenta reviver as glórias do passado, enquanto King questiona sua sexualidade e luta pelos direitos das mulheres.



O Formidável – Após terminar seu longo e famoso relacionamento com a sua musa Anna Karina e em meio à fase revolucionária de sua carreira, o célebre diretor e escritor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) inicia a produção de seu mais novo filme: A Chinesa, longa que narra a história de um grupo de jovens que tentam incorporar princípios maoístas ao seu cotidiano político. Durante as filmagens, ele conhece Anne Wiazemsky (Stacy Martin) e, logo, os dois se apaixonam.


Historietas Assombradas

Historietas Assombradas – O Filme – Aos 12 anos, Pepe mora com sua avó, uma bruxa-empresária e descobre que é adotado. Ao saber que seus pais estão vivos ele parte em uma aventura para encontrá-los. O menino atrai a atenção de Edmundo, um vilão biomecânico que precisa da energia de crianças para se tornar imortal. Edmundo rapta a avó de Pepe, forçando ele e seus amigos a resgatá-la, enquanto precisam solucionar o desaparecimento do seus pais.


Mark Felt: O Homem que Derrubou a Casa Branca – Retrata a trajetória de vida de Mark Felt, vice-presidente do FBI que, de maneira secreta e usando o nome fictício de “Deep Throat”, foi informante dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, contribuindo assim para o desfecho do famoso escândalo de Watergate, responsável por conseguir a renúncia do então presidente Richard Nixon.

Mulholand Drive – Cidade dos Sonhos – Alex (Kate Winslet), uma jornalista que está indo preparar seu casamento, e Ben (Idris Elba), um doutor voltando de uma conferência médica, iriam pegar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem fretar um jatinho. Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos.


Terra Selvagem – Cory (Jeremy Renner), caçador de coiotes e predadores traumatizado pela morte da filha adolescente, encontra o corpo congelado de uma menina em meio ao nada e decide iniciar uma investigação sobre o crime. Ao lado dele está uma agente novata do FBI (Elizabeth Olsen) que desconhece a região.


Gabriel e A Montanha

Gabriel e a Montanha – Antes de ir para a Universidade da Califórnia (UCLA), Gabriel (João Pedro Zappa), um jovem aventureiro e cheio de planos, decide viajar o mundo durante um ano. Até que ele vai para a África, onde quer chegar no topo do Monte Mulanje, Malawi, seu último destino.


O Estado das Coisas – Brad (Ben Stiller) possui uma carreira lucrativa e uma vida familiar feliz, mas isso não é o bastante. Ele está obcecado em ser o mais bem-sucedido entre os seus ex-colegas de escola, mas, durante um reencontro com um velho amigo, ele é forçado a ignorar seu sentimento de inferioridade e rever seus conceitos.


De Volta para Casa – Recém separada do marido, Alice Kinney (Reese Witherspoon) decide recomeçar a sua via se mudando para sua cidade natal, Los Angeles, com as suas duas filhas. Durante uma comemoração noturna do seu aniversário de 40 anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Ela deixa os rapazes permanecerem em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas. A nova família de Alice e um novo amor em vista chegam a um ponto crucial quando seu marido aparece.


Missão Cegonha – Após seus pais serem mortos quando ainda estava no ovo, o pequeno pardal Rick é encontrado por uma cegonha, que o cria como se fosse seu filho. Desta forma Rick cresce seguindo os costumes de postura e alimentação típicos de uma cegonha, por mais que sua aparência deixe bem claro que não se trata da mesma espécie. Quando o bando decide migrar para a África, Rick é deixado para trás justamente por não ter estrutura física para uma viagem tão longa. Entretanto, o pequeno pardal que acredita ser uma cegonha não se dá por vencido e inicia uma viagem por conta própria, onde conhece a coruja-pigmeu Olga e o periquito Kiki.


Depois Daquela Montanha

Depois Daquela Montanha – Alex (Kate Winslet), uma jornalista que está indo preparar seu casamento, e Ben (Idris Elba), um doutor voltando de uma conferência médica, iriam pegar o mesmo avião, mas o voo é cancelado e os dois estranhos decidem fretar um jatinho. Durante a viagem o piloto sofre um ataque cardíaco e o avião cai em uma região montanhosa coberta por neve. Um romance começa a ganhar força enquanto eles tentam sobreviver, feridos e perdidos.



As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme – Jorge e Haroldo são amigos inseparáveis, tanto no colégio quanto na casa na árvore que mantém juntos, onde se dedicam a escrever histórias em quadrinhos do Capitão Cueca, super-herói por eles inventado. Ambos adoram se divertir na base de pegadinhas, especialmente em relação aos professores e ao rabugento diretor Krupp. Quando são ameaçados de serem separados de turma, Jorge usa um anel hipnótico contra o diretor, que faz com que ele obedeça a todas as suas ordens. É quando a dupla tem a ideia de transformá-lo no próprio Capitão Cueca.


Big Pai, Big Filho – Adam é um adolescente que sai em uma missão épica e ousada para tentar descobrir um mistério por trás de seu pai, que está sumido há muito tempo. Até que então ele descobre que seu pai não é ninguém mais, ninguém menos do que o lendário Pé Grande. Ele tem se escondido na floresta há anos para proteger a si mesmo e sua família de HairCo., uma grande corporação que quer fazer experimentos científicos com seu DNA especial. Enquanto pai e o filho começam a passar um tempo juntos, Adam logo descobre que ele também tem super poderes, além de sua imaginação.


Tempestade

Tempestade: Planeta em Fúria – Um criador de satélites (Gerard Butler) precisa trabalhar em parceria com o não muito querido irmão para impedir que uma tempestade de proporções épicas destrua o planeta.


Mãe! – Um casal tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência acabando com a tranquilidade reinante.

Manifesto – Os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? É isso o que Cate Blanchett tenta responder ao explorar os componentes performativos e o significado político de declarações artísticas e inovadoras do século XX, que vão dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, passando por Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch.



Blade Runner 2049 – Trinta anos após os acontecimentos do primeiro filme, a humanidade está novamente ameaçada, e dessa vez o perigo pode ser ainda maior. Isso porque o novato oficial K (Ryan Gosling), desenterrou um terrível segredo que tem o potencial de mergulhar a sociedade no completo caos. A descoberta acaba levando-o a uma busca frenética por Rick Deckard (Harrison Ford), desaparecido há 30 anos.

Comédia Amor em Sampa peca com piadas bobas

A capital paulista tem suas peculiaridades. Peculiaridades e charmes que, fato, qualquer cidade tem. Mas quem conhece a velha Sampa, que virou até letra de música de Caetano Veloso “É que quando cheguei por aqui, eu nada entendi. Da dura poesia concreta de tuas esquinas…” sabe que os “porra meu”, o trânsito, a convivência, as mil e uma opções culturais e o frenesi diário da rotina da cidade podem ser tão amáveis, quanto detestáveis. A cosmopolita capital virou tema do longa-metragem  Amor Em Sampa, um romance musical de Carlos Alberto Riccelli e Kim Ricelli.

Carlos foi diretor também de Onde Está a Felicidade?, O Signo da Cidade, dentre outros. Aqui, no entanto, ele conta, de forma leve e divertida, – porém rasa – a vida entrelaçada de homens e mulheres perdidos naquele estado. O ponto de partida, aliás, muito bom, é o personagem Cosmo (Carlos Alberto Riccelli), um taxista que ama rodar por sua capital. Um dia, ele recebe uma proposta diferente em um bar: gravar depoimentos de passageiros para o publicitário Mauro (Rodrigo Lombardi).

A ideia é fazer uma campanha publicitária para levantar a autoestima do próprio paulistano e dos turistas em relação à cidade. Os defeitos de Sampa são expostos, de uma forma que se descobre, na consequência, a beleza que pode vir dos mesmos defeitos. “É que narciso acha feio o que não é espelho”, já diria Caetano. Até aí, tudo bem.  Mas a história se perde ao mostrar um tom preconceituoso, com piadas bobas e machistas. Seja na trilha sonora pobre e nos diálogos sem graça.

Há outros núcleos, como o formado pela aspirante a atriz Carol (Bianca Muller) e a amiga Mabel (Letícia Colin) que, ao chegarem atrasadas para um teste, conhecem o diretor mulherengo Matheus (Kim Riccelli). A empresária Anis (Bruna Lombardi) entra na trama também ao lado de Lucas (Eduardo Moscovis). Um duelo entre homem e mulher é travado e exalta ainda mais o besteirol e a piada sem graça. Os atores estão até bem. O problema é o rumo que toma o roteiro. De uma sinopse interessante, passa para um besteirol banal.
 
*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Amor em Sampa:

Amor em Sampa (Brasil, 2016) Dirigido por Carlos Alberto Riccelli e Kim Riccelli. Com Bruna Lombardi, Eduardo Moscovis, Rodrigo Lombardi, Mariana Lima e Carlos Alberto Riccelli…

Cine666 – Pianista faz medley de trilhas de terror

Hoje é o Dia das Bruxas! Inspirado na data, conhecida por originar filmes de terror e garantir muitos sustos, o pianista mineiro Franz Ventura fez um medley com temas de filmes e séries de horror.  No vídeo a seguir, você poderá ouvir trechos das trilhas sonoras de Halloween, A Hora do Pesadelo, Stranger Things, O Exorcista, Arquivo X, Tubarão e The Walking Dead.
Fã de filmes de terror, Franz elege Halloween como sua franquia favorita. O motivo? “A frieza e background do serial killer Michael Myers e da sua história com sua irmã, que ele persegue por décadas, não deixando claro qual é sua obsessão. Se é um incesto ou uma identificação profunda pelo gênero. Minha teoria é que Michael Myers é transexual, ou seja, sempre me intrigou muito esse assassino e essa franquia”, justifica.

Foto: Isabelle Melo

Sobre a importância da trilha sonora na construção do suspense e do medo na sétima arte, ele é enfático. “Música e cinema sempre trabalharam juntos desde o cinema mudo. Sempre foi muito importante um tema musical marcante para uma abertura de série ou filme (para a memória auditiva fixar bem), mas como também os efeitos sonoros e fundos de cenas, que criam todo um clima que é crucial para prender a atenção, causar aflição, mistério e medo”, comenta Franz Ventura. Mais vídeos do instrumentista podem ser vistos em sua página no Facebook

 



*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Vida homenageia filmes de terror no espaço

A busca por vida em outros planetas, um dos motivos que mais fascina e motiva a humanidade em suas viagens espaciais é o mote do longa-metragem dirigido por Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo). Em Vida, acompanhamos uma equipe de cientistas de vários países que consegue, finalmente, encontrar um exemplar alienígena de Marte. Na verdade é apenas um ser microscópico, uma forma de vida muito simples. Porém eles conseguem promover uma evolução daquele organismo lá mesmo no espaço. E é aí que as coisas ficam feias.

O filme começa com um grande plano-sequência que parece homenagear Gravidade. Mas as semelhanças acabam por aí. Enquanto a obra de Alfonso Cuarón faz refletir sobre a própria existência, em Vida os temas dramáticos não convencem ninguém. O foco mesmo é ação e o suspense, em momentos que lembram Alien – O Oitavo Passageiro. Principalmente quando tudo começa a dar errado e os astronautas se encontram numa nave com uma criatura incontrolável e mortal. Neste ponto, Vida ganha créditos por ter um ritmo muito ágil.
Tudo flui rapidamente, com muitas cenas boas. O maior problema desta velocidade é que os personagens não são bem explorados. É por isso que fica difícil se comover quando alguém morre ou se identificar com alguém ali. No elenco estão Ryan Reynolds (A Proposta), Rebecca Ferguson (A Garota no Trem), Hiroyuki Sanada (Ringu – Espiral) e Jake Gyllenhaal (O Segredo de Brokeback Mountain), um ótimo ator que tem uma carreira que inclui filmes ótimos e outros não muito marcantes. Vida se encontra na segunda categoria.

Quem gosta de terror vai se animar porque existem mortes criativas, sangue e momentos de muita tensão. O que mais incomoda é como os astronautas, provavelmente motivados pelo desespero, tomam atitudes equivocadas a todo momento. E isso se reflete em como o alienígena vai ganhando força a cada momento. Apesar de ter bons momentos, Vida parece ser mais um resumo genérico de outros filmes lançados anteriormente. Poderia ser muito melhor, mas também poderia ser pior. O resultado é um longa que começa bem e depois derrapa a medida que a projeção avança. Destaque para a trilha de Jon Ekstrand – que por sinal lembra (até demais) a de Jóhann Jóhannsson em Sicario.
*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Veja aqui o trailer do filme Vida:



Life (EUA, 2017) Dirigido por Daniel Espinosa. Com Hiroyuki Sanada, Ryan Reynolds, Rebecca Ferguson, Jake Gyllenhaal, Olga Dihovichnaya, Ariyon Bakare, Jesus Del Orden…

Ouça a música que Sia fez para o filme My Little Pony

A cantora australiana Sia juntou-se a jovem dançarina Maddie Ziegler, para a divulgação do clipe da música Rainbow, composição da Sia feita especialmente para a trilha sonora de My Little Pony: O Filme, que chega aos cinemas de todo o país no dia 5 de outubro. No clipe recém-revelado no canal da cantora no YouTube, a dança é intercalada com trechos da animação. Com uma peruca da Sia, a dançarina dança sobre a água enquanto um arco-íris aparece atrás dela e a cantora performa a canção. No final, Ziegler está suspensa no ar quando a chuva cai ao seu redor.
Além de marcar presença na trilha sonora, Sia é representada na animação pela personagem Songbird Serenade, descrita como uma criatura “pégaso” e estrela do pop no Reino de Equestria. O design da personagem foi especialmente pensado para cantora e contempla suas características físicas. Com direção do canadense Jayson Thiessen e distribuição nacional Paris Filmes, a narrativa ambientada no encantando Reino de Equestria revela a magia da amizade em uma viagem inesquecível, que ultrapassa os limites do Reino, e faz com que as pôneis descubram novos amigos e o poder da união. 

My Little Pony: O Filme
Uma força oculta ameaça a Ponyville e seus habitantes: Twilight Sparkle, Applejack, Rainbow Dash, Pinkie Pie, Fluttershy e Rarity. Em uma viagem inesquecível, que ultrapassa o Reino de Equestria, o grupo conhece novos amigos e enfrenta novos desafios em uma missão que utiliza a magia da amizade para salvar a todos.

Perfil: os filmes do ator Ben Mendelsohn

Ben Mendelsohn é um ator premiado e aclamado pela crítica cujo prêmio mais recente foi o British Independent Film Award por sua performance no filme de David Mackenzie Encarcerado. Em 2010, Bem contracenou com Guy Pearce no aclamado filme de David Michod Animal Kingdom (vencedor do prêmio do júri em Sundance). Sua performance no filme lhe garantiu os dois maiores prêmios australianos, o AFI Award e o IF Award, de Melhor Ator Principal.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Seguindo sua incrível performance em Animal Kingdom, ele estrelou em Batman: O Cavaleiro Das Trevas Ressurge, de Christopher Nolan, com Christian Bale e Anne Hathaway, O Lugar Onde Tudo Termina, de Derek Cianfrance, com Ryan Gosling e Bradley Cooper, e O Homem Da Máfia, de Andrew Dominik, com Brad Pitt.
Outros créditos no cinema incluem o longa de estreia de Rachel Ward Beautiful Kate, contracenando com Rachel Griffiths (pelo qual recebeu uma indicação ao AFI Award de Melhor Ator Principal), Prime Mover, de David Caesar, Presságio, de Alex Proyas, com Nicolas Cage e Rose Byrne, Austrália, de Baz Luhrmann, Êxodo: Deuses E Reis, de Ridley Scott, e A Caminho Do Oeste, coestrelado por Michael Fassbender.
Bloodline
Mendelsohn também participou recentemente de Parceiros De Jogo, contracenando com Ryan Reynolds, e da estreia na direção de Ryan Gosling Rio Perdido. Ben atua na série original da Netflix Bloodline, pela qual foi indicado ao Globo de Ouro em 2016 e duas vezes indicado ao Primetime Emmy por sua interpretação de Danny Rayburn. Ele também aparece em The Night Of, de Steven Zaillan. Ben também estrelou em Rogue One: Uma História Star Wars e em Ready Player One, lançamento de Steven Spielberg.

Veja os selecionados da 4ª Mostra de Cinema de Gostoso

A  4ª Mostra de Cinema de Gostoso agita culturalmente a cidade de São Miguel do Gostoso com uma tela de cinema (12 m de comprimento) montada ao ar livre, na Praia do Maceió. A população terá a chance de ver os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros de 17 a 21 de novembro. O projeto oferece uma série de cursos de formação técnica e audiovisual para 53 jovens de São Miguel do Gostoso e distritos arredores. 
Arábia
Ao longo de quatro anos o grupo de jovens já realizou 32 oficinas, produziu 8 curtas-metragens e três edições da Mostra de Cinema de Gostoso. A curadoria coletiva é feita pelos 53 alunos dos cursos de formação técnica e audiovisual, juntamente com a equipe da Heco Produções e direção geral de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld. Veja a seguir os curtas e longas-metragens que farão parte da mostra competitiva do evento:
Longas-metragens
Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans
Café com Canela, de Ary Rosa e Glenda Nicário
Escolas em Luta, de Eduardo Consonni,  Rodrigo T. Marques, Tiago Tambelli
Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
Café com Canela
Curtas-metragens
Borá, de Angelo Defanti
Carneiro de Ouro, de Dácia Ibiapina
Chico, de Irmãos Carvalho
Leningrado, de Dênia Cruz
Mamata, de Marcus Curvelo
Meninas Formicida, de João Paulo Miranda Maria
Nada, de Gabriel Martins
No Fim de Tudo, de Victor Ciriaco