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A semana (16/3 a 22/3) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.

Moonlight: Sob a Luz do Luar – Black trilha uma jornada de autoconhecimento enquanto tenta escapar do caminho fácil da criminalidade e do mundo das drogas de Miami. Encontrando amor em locais surpreendentes, ele sonha com um futuro maravilhoso.


Logan – Logan nunca imaginou que sua última missão seria a mais difícil de todas. Mesmo tendo suas habilidades de cura diminuídas pouco a pouco, ele aceita o pedido do Professor Xavier, para que proteja a jovem e poderosa Laura Kinney, a famosa X-23. Enquanto isso, o vilão Nathaniel Essex amplia seu projeto de destruição.


Silêncio – Século XVII. Dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues e Francisco Garupe, viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.


Um Limite Entre Nós – Baseado na aclamada e premiada peça teatral homônima. Um homem que sonhava em se tornar um grande jogador de beisebol durante sua infância, acaba frustrado na vida como um catador de lixo.


A Bela e A Fera

A Bela e a Fera – Versão da animação A Bela e a Fera em live action. Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

Por Um Punhado de Dólares – Os Novos Emigrados – Cerca de 200 milhões de imigrantes saem de seus países anualmente, enviando para suas casas cerca de US$ 400 bilhões. Três famílias representam esta estatística: José Luis Vásquez, que largou tudo no México para ganhar a vida nos Estados Unidos; Seidi e Leonardo Takano, irmãos brasileiros que foram para o Japão em busca de dinheiro para saldar uma dívida do pai; e Ibrahim Suware, que deixou Gâmbia, foi para a Alemanha e agora se divide entre a família alemã e a africana.
Era o Hotel Cambridge – Refugiados recém-chegados ao Brasil dividem com um grupo de sem-tetos um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Além da tensão diária que a ameaça de despejo causa, os novos moradores do prédio terão que lidar com seus dramas pessoais e aprender a conviver com pessoas que, apesar de diferentes, enfrentam juntos a vida nas ruas.

Negação – A luta legal da escritora Deborah E. Lipstadt para provar uma verdade histórica contra David Irving, que a acusa de difamação por declarar que ele não acredita na existência do Holocausto.

Jonas e o Circo Sem Lona
Jonas e o Circo Sem Lona – Aos 13 anos de idade, Jonas é filho e neto de artistas de circo. O garoto tem seu próprio circo improvisado, frequentado pelos moradores do pobre bairro onde vive, na Bahia. É ele quem coordena os números, prepara os figurinos, a música e controla os ingressos. Jonas pretende abandonar a escola para se juntar ao tio e viver num circo itinerante, mas a mãe prefere que ele permaneça na escola. No meio desta briga, ele descobre as dificuldades da vida adulta.

Pedro Osmar – Prá Liberdade Que Se Conquista – Pedro Osmar é um grande artista paraibano, apesar de pouco conhecido pelo Brasil. Além de suas músicas ja terem sido gravadas por nomes como Elba Ramalho, Lenine, Zé Ramalho e Zeca Baleiro, esse nordestino talentoso já escreveu muitos textos que foram montados para o teatro. O músico, poeta e artista plástico iniciou sua carreira em 1970, nos festivais de MPB de João Pessoa, e, desde então, segue encantando muitas pessoas.


Souvenir – Uma esquecida cantora do Eurovision Song Contest de 1970, famoso concurso musical organizado pela União Europeia, vive no anonimato trabalhando em uma fábrica de patê. Um jovem colega de trabalho descobre seu segredo e, com charme, a convence a se apresentar pela primeira vez em anos. Aspirante a boxeador, ele se empolga com a nova possibilidade de negócio e, apaixonados, os dois decidem tentar fazer com que o retorno dela aos holofotes aconteça.

Kong: A Ilha da Caveira – Um ex-militar viaja com um grupo de desbravadores até a mítica Ilha da Caveira, onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local. A equipe de exploradores se aventura nas profundezas da ilha desconhecida no Pacífico, que é tão bonito quanto traiçoeira, sem saber que estão atravessando para o domínio do mítico Kong.


Hiroshima, Meu Amor


Hiroshima, Meu Amor – Hiroshima, 1959. Uma atriz francesa casada veio de Paris para trabalhar num filme sobre a paz. Ela tem um affair com um arquiteto japonês também casado, cuja esposa está viajando. Nos dois dias que passam juntos várias lembranças vêem à tona enquanto esperam, de forma aflita, a hora da partida dela. Ela conta que foi “tosquiada”, pois se apaixonou por um alemão quando tinha apenas 18 anos e morava em Nevers, sendo libertada no dia em que seu amor foi morto, já no final da 2a Guerra Mundial. Por ter amado um inimigo ela foi aprisionada por sua família numa fria e escura adega e agora, 14 anos depois, novamente sente o gosto de viver um amor quase impossível.


Fome de Poder – A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

Personal Shopper – Maureen é uma jovem americana que mora em Paris e trabalha como “personal shopper” para uma celebridade local. Ela também tem uma capacidade especial para se comunicar com o mundo dos mortos. A moça dividia esse dom com seu irmão, recém-falecido, que parece estar querendo enviar uma mensagem para o mundo dos vivos.
Insubstituível – Todas as pessoas numa área rural podem contar com Jean-Pierre, o médico que os atende, cura e os tranquiliza diariamente, sete dias por semana, há anos. Com Jean-Pierre doente, Natalie, recém-formada, chega da cidade para tentar ajudá-lo e enfrenta dois grandes dilemas: conseguir se adaptar a esta nova vida e, principalmente, substituir o homem que a população acredita ser insubstituível.

O Crime da Gávea tenta resgatar clássicos dos gêneros policiais

*Por Clara Camarano – redacao@cine61.com.br

O Crime da Gávea resgata o gênero policial e os clássicos do film noir. O que vemos é um caso pontual de investigação de um crime. A produção chama o público para a história de Paulo (Ricardo Duque), um cidadão comum morador da Gávea (Rio de Janeiro) que, um dia, chega em casa e encontra  sua mulher morta. Sem rastros de roubo e nem de arrombamento, o protagonista se depara com esta cena e com sua filha de três anos viva e intacta no quarto ao lado.
É aí que começa o mistério. Responsável pelo caso, o inspetor Afrânio (Celso Taddei) tenta juntar todas as pequenas pistas para descobrir este enigmático assassinato. Paralelamente, Paulo irá atrás do assassino por conta própria com o intuito de vingar a morte da esposa. No roteiro escrito por Marcílio Moraes, também autor do livro homônimo, entram ainda um traficante interpretado por Silvio Guindane e a amante Elisa, que ganha tons de mistério e sedução com a interpretação exímia de Simone Spoladore.
Apesar dos bons ingredientes, o longa-metragem dirigido por André Warwar peca nos excessos da narrativa descritiva e repetitiva. A sequência não-linear, que volta sempre com a imagem de Paulo vendo a esposa morta e  os devaneios constantes deste protagonista deixam o filme pra lá de cansativo.
O romance com a amante Elisa também é sem sal, mesmo com Simone arrebentando na atuação. Mas ela é pouco explorada. Tudo gira em torno da obsessão maçante de Paulo pela verdade. A imagem do inspetor é também caricata. Ele é o típico policial tosco, grosseiro e sem papas na língua. Depois de tantas excelentes produções de suspense, como Para Minha Amada Morta, esperava-se mais.
Veja aqui o trailer do filme O Crime da Gávea:

O Crime dá Gávea (2017, Brasil)  Dirigido por André Warwar. Com Roberto Birindelli, Ricardo Duque, Aline Fanju, Silvio Guindane, Simone Spoladore…

Caso real de sequestrada e abusada por sete anos vira telefilme

O Lifetime estreia, no dia 15 de março, o sombrio e psicológico drama A Garota na Caixa, baseado na história real de Colleen Stan, uma jovem que foi sequestrada e mantida em cativeiro como escrava sexual por sete anos. A produção original inédita traz no elenco Addison Timlin (Namoro ou Liberdade), Zane Holtz (As Vantagens de Ser Invisível) e Zelda Williams, filha do ator Robin Williams. 
Em 1977, aos 22 anos de idade, Collen Stan (Addison Timlin) está pedindo carona em uma estrada e não pensa duas vezes ao aceitar a oferta de um jovem casal, Cameron (Zane Holtz) e Janice Hooker (Zelda Williams). Mas a vida que ela conhecia é completamente destruída quando o casal a sequestra e a leva para a casa deles, onde Cameron tortura e abusa sexualmente de Colleen. Durante os sete anos seguintes, ela fica aprisionada por até 23 horas por dia, em uma caixa do tamanho de um caixão, escondida debaixo da cama do casal. Quando não está encarcerada, Colleen participa de uma estranha nova vida como escrava, babá e vítima das fantasias sexuais bizarras e extremas de Cameron. 
No dia 18/3, após a reapresentação do filme, às 23h40, o Lifetime exibe o especial inédito Colleen Stan: A Garota na Caixa, dividido em duas partes. O documentário apresenta imagens de reportagens e entrevistas com relatos exclusivos de Colleen Stan e de policiais que trabalharam no caso. A produção leva os telespectadores à jornada de Colleen para uma nova vida.

Crítica: Visual é tudo em Demônio de Neon

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

O universo da moda e a eterna busca pela beleza são os temas de Demônio de Neon, filme de terror fashionista que impressiona pelas sequências estilosas. É quase como um editorial da alta costura com muitas luzes, cores e magreza. Elle Fanning (Malévola, Super 8) interpreta uma jovem garota que segue o sonho de ser modelo, o que acaba por gerar muita inveja por parte de outras mulheres que não sabem lidar com o fato de ela ser muito mais bonita.
O dinamarquês Nicolas Winding Refn é um nome respeitado no cinema, ainda mais após sua consagração com o ótimo Drive. A questão é que depois deste sucesso, o diretor tem passado por um período de baixas, fazendo filmes que são muito parecidos. Isso pode ser visto como um estilo próprio ou simplesmente uma limitação de suas capacidades. Algo como “não se mexe em time que está ganhando”. E essa acomodação chega a incomodar se você acompanhar seus últimos trabalhos.
Visto isoladamente, Demônio de Neon é um bom filme. O ritmo lento pode incomodar quem espera sustos típicos dos filmes de horror. A parte assustadora durante quase toda a projeção é psicológica, com um clima bem esquisito que está presente em todas as cenas. A conclusão, contudo, compensa todo o início e o gênero fica evidenciado. Não tem como dizer que é apenas drama.
O título não tem Ryan Goslin no elenco, mas a trilha sonora e a fotografia se assemelham muito a Só Deus Perdoa, que por sua vez traz a violência de Drive. Jena Malone (Batman vs Superman: A Origem da Justiça) e Keanu Reeves (A Casa do Lago) participam do filme. Demônio de Neon tem como principal destaque a beleza das imagens. Os diálogos e a trama como um todo podem ser vazios, mas faz sentido um filme que usa e abusa do apelo estético quando o tema é justamente um mundo onde o que importa é a aparência.

Veja aqui o trailer do filme Demônio de Neon:




The Neon Demon (2016, EUA, Dinamarca, França) Dirigido por Nicolas Winding Refn. Com Elle Fanning, Karl Glusman, Jena Malone, Keanu Reeves, Abbey Lee, Bella Heathcote.

O talento do cineasta Alain Resnais

Alain Resnais, natural da região da Bretanha, na França, nasceu no ano de 1922. Devido a problemas de saúde, foi educado em casa e desenvolveu cedo em sua vida o interesse pelas arte, principalmente literatura e cinema. Quando se mudou para Paris, em 1943, estudou cinema no IDHEC. Após formado, Resnais dirigiu importantes documentários antes de trabalhar com ficção, como Van Gogh (1948), Guernica (1950) e Noite e Neblina (1955), que a ele rápido reconhecimento por parte da crítica.
O reconhecimento internacional, entretanto, veio com seus primeiros longas-metragens de ficção: por Hiroshima Meu Amor (1959), tornou-se conhecido como um dos precursores da Nouvelle Vague, e O Ano Passado em Marienbad (vencedor do Leão de Ouro em 1961) firmou-o como um dos mais importantes cineastas do período. Pelo conjunto de sua obra e por sua contribuição ao cinema, recebeu o Life Achievement Award, no Festival de Cannes 2009. Em 2014, lançou seu último longa, Amar, beber e cantar, poucos meses antes de morrer em Paris.

A Ilha da Caveira mostra que Kong ainda é o rei

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Depois de várias versões na telona, o gigantesco gorila é mais uma vez tema de um longa-metragem. A superprodução Kong – A Ilha da Caveira estreia com direção de Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) e muitos elementos que toda boa aventura pede. Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos enviam uma equipe para uma ilha no oceano Pacífico. Os cientistas querem comprovar que a Terra é oca e que existe todo um mundo subterrâneo. Uma crença que, inclusive, é compartilhada pela tribo dos índios Macuxi, da Amazônia.

Ao explodir algumas estruturas da natureza selvagem, os norte-americanos são surpreendidos quando surge Kong. Com 30 metros de altura, ele aparece para defender seu espaço e acaba com a festinha dos exploradores. Os sobreviventes, então, precisam enfrentar inúmeros perigos para tentar fugir do local. Assim como no King Kong dirigido por Peter Jackson, a ilha é casa de insetos gigantes e criaturas terríveis – o que inclui uma terrível aranha mais alta que as árvores da floresta.

Não faltam clichês no roteiro, embora muitos representem as tendências atuais da indústria cinematográfica. Por exemplo, existe uma mensagem ambientalista e uma mulher independente e empoderada. Interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar por O Quarto de Jack), a fotógrafa anti-guerra Mason Weaver não precisa de ninguém para ser salva. Ela consegue sozinha escalar montanhas, incinerar monstros e ainda tirar várias fotos no melhor estilo National Geographic.

O elenco conta também com Tom Hiddleston (o Loki, dos filmes Thor) no papel do explorador herói e Samuel L. Jackson, como um militar vingativo. Este último é o único nome que se destaca entre todos os atores. O forte mesmo em Kong são os efeitos especiais, que garantem boas sequências de ação criaturas bem realistas. E por falar nisso, vale a pena esperar os créditos finais para ver uma cena que dá uma dica de uma possível continuação. No mais, não chega a ser um episódio marcante na filmografia do icônico personagem. mas ainda mostra que Kong é o rei.

Veja aqui o trailer do filme Kong: A Ilha da Caveira:

 

Kong: Skull Island (2017, EUA, Vietnam) Dirigido por Jordan Vogt-Roberts. Com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Tom Hiddlestone, John C. Reilly, John Goodman, John Ortiz, Corey Hawkins, Tian Jing…

Inscrições para o Festival Internacional do Documentário Musical

Estão abertas até 31 de março as inscrições para a 9ª edição do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de 14 a 25 de junho em São Paulo com possibilidade de itinerância por outras cidades do país. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site oficial do evento (link abaixo) e escolher uma das categorias: Mostra Competitiva, destinada a longas-metragens nacionais; Mostra Brasil, que oferece um panorama do que está sendo feito no país; Brasil.doc, com as propostas mais arriscadas e Curta Um Som, para filmes de até 30 minutos.

Com exceção dos Curtas, todas as obras devem ser inéditas no circuito comercial brasileiro. O melhor longa-metragem receberá o prêmio “In-Edit Brasil de Melhor Documentário Musical”, e será exibido também no Festival In-Edit Barcelona 2017 com a presença do diretor. O In-Edit também promove mostras internacionais, homenagens e sessões especiais com shows musicais, debates e sempre alguma surpresa. Para mais informações, acesse o regulamento do In-Edit Brasil – 9º Festival Internacional de Documentário Musical.

Regulamento
https://www.in-edit.org/public/Brasil/regulamento.pdf

Inscreva seu filme
http://sugarman.in-edit.org/intranet/filminici?lang&hq=1

A semana (9/3 a 15/3) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


Insubstituível – Todas as pessoas numa área rural podem contar com Jean-Pierre, o médico que os atende, cura e os tranquiliza diariamente, sete dias por semana, há anos. Com Jean-Pierre doente, Natalie, recém-formada, chega da cidade para tentar ajudá-lo e enfrenta dois grandes dilemas: conseguir se adaptar a esta nova vida e, principalmente, substituir o homem que a população acredita ser insubstituível.


Silêncio – Século XVII. Dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues e Francisco Garupe, viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.


Souvenir – Uma esquecida cantora do Eurovision Song Contest de 1970, famoso concurso musical organizado pela União Europeia, vive no anonimato trabalhando em uma fábrica de patê. Um jovem colega de trabalho descobre seu segredo e, com charme, a convence a se apresentar pela primeira vez em anos. Aspirante a boxeador, ele se empolga com a nova possibilidade de negócio e, apaixonados, os dois decidem tentar fazer com que o retorno dela aos holofotes aconteça.

Personal Shopper



Personal Shopper – Maureen é uma jovem americana que mora em Paris e trabalha como “personal shopper” para uma celebridade local. Ela também tem uma capacidade especial para se comunicar com o mundo dos mortos. A moça dividia esse dom com seu irmão, recém-falecido, que parece estar querendo enviar uma mensagem para o mundo dos vivos.

Fome de Poder – A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.


Hiroshima, Meu Amor – Hiroshima, 1959. Uma atriz francesa casada veio de Paris para trabalhar num filme sobre a paz. Ela tem um affair com um arquiteto japonês também casado, cuja esposa está viajando. Nos dois dias que passam juntos várias lembranças vêem à tona enquanto esperam, de forma aflita, a hora da partida dela. Ela conta que foi “tosquiada”, pois se apaixonou por um alemão quando tinha apenas 18 anos e morava em Nevers, sendo libertada no dia em que seu amor foi morto, já no final da 2a Guerra Mundial. Por ter amado um inimigo ela foi aprisionada por sua família numa fria e escura adega e agora, 14 anos depois, novamente sente o gosto de viver um amor quase impossível.

Moonlight



Moonlight: Sob a Luz do Luar – Black trilha uma jornada de autoconhecimento enquanto tenta escapar do caminho fácil da criminalidade e do mundo das drogas de Miami. Encontrando amor em locais surpreendentes, ele sonha com um futuro maravilhoso.


Um Limite Entre Nós – Baseado na aclamada e premiada peça teatral homônima. Um homem que sonhava em se tornar um grande jogador de beisebol durante sua infância, acaba frustrado na vida como um catador de lixo.


Negação – A luta legal da escritora Deborah E. Lipstadt para provar uma verdade histórica contra David Irving, que a acusa de difamação por declarar que ele não acredita na existência do Holocausto.

Kong



Kong: A Ilha da Caveira – Um ex-militar viaja com um grupo de desbravadores até a mítica Ilha da Caveira, onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local. A equipe de exploradores se aventura nas profundezas da ilha desconhecida no Pacífico, que é tão bonito quanto traiçoeira, sem saber que estão atravessando para o domínio do mítico Kong.

Logan – Logan nunca imaginou que sua última missão seria a mais difícil de todas. Mesmo tendo suas habilidades de cura diminuídas pouco a pouco, ele aceita o pedido do Professor Xavier, para que proteja a jovem e poderosa Laura Kinney, a famosa X-23. Enquanto isso, o vilão Nathaniel Essex amplia seu projeto de destruição.

O Crime da Gávea – Um dia, Paulo chega em casa e encontra sua esposa morta. A filha do casal, de 3 anos de idade, está ao lado do cadáver, sem nenhuma lesão. Enquanto a polícia investiga o crime, Paulo dá início à sua própria busca do culpado, entrando em uma série de suspenses e mistérios.

Vida de pontífice é retratada em Papa Francisco: Conquistando Corações

*Por Clara Camarano – redacao@cine61.com.br

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível”, já dizia São Francisco de Assis, frade católico italiano que, entre os anos de 1182 e 1226, dedicou sua vida aos pobres e à caridade. Séculos depois, Jorge Mario Bergoglio nascia em Buenos Aires, mais precisamente em 1936, e tomaria o mesmo rumo da fraternidade de São Francisco. Foi com este dom que ele assumiu, em  2013, o maior posto da Igreja Católica e se tornou o 266º Chefe de Estado do Vaticano: O Papa Francisco, um símbolo de solidariedade e de revolução do tradicional catolicismo em pleno século 21.
Em ode a este ícone, estreia  o longa-metragem Papa Francisco: Conquistando Corações. O diretor espanhol que  cresceu na Argentina, Beda Docampo Feijóo, assumiu o peso de falar da igreja católica com uma leveza que decorre deste revolucionário que, antes da religião, prega a paz e o amor. Bergoglio é um progressista que desafiou e desafia os tradicionais métodos da Igreja e que conquistou até os mais descrentes. Sua trajetória desde a infância em Buenos Aires até o papado e o louvado “Habemus Papam” é relatada nesta produção. Ele não imaginava seu futuro quando ainda era pequeno e pensava em ser médico. Só que, para desgosto da mãe, médico da alma.
O chamado de Deus, sua atração apenas espiritual pelas mulheres e sua caridade para com os pobres e excluídos socialmente reverberaram. Jorge saiu da Argentina e foi eleito o Papa após a  renuncia do retrógrado Papa Bento XVI. Em Papa Francisco: Conquistando Corações, a vida de Jorge é entrelaçada em duas narrativas que vão e voltam no tempo. Na cerne da sinopse está a descrente jornalista Ana (Silvia Abascal), que escreve sobre a trajetória de quem viria a se tornar o Papa. É quando ela começa a crer e a ter fé, assim como milhões de não-fiéis.

Na pele do Papa Francisco, Dario Grandinetti chega a mostrar um certo carisma e transmite emoção em alguns momentos do longa. Mas, o filme em um geral, peca nos diálogos falhos e massivos que deixam de mostrar a magnitude da santidade. São várias narrações descritivas que se tornam  chatas e repetitivas para 1h44, duração que poderia ser melhor explorada. Afinal, a revolução de Francisco é imensa e reverbera. 
Veja aqui o trailer do filme Papa Francisco: Conquistando Corações:

Francisco – El Padre Jorge (2015, Espanha, Argentina, Itália. Dirigido por Beda Docampo Feijóo. Com Dário Grandinetti, Silvia Abascal, Anabelle Agostine, Eugenia Alonso, Jimena Anganuzzi, Lucas Armas Estevarana, Christian Arrieta….

Sucesso de bilheteria nos EUA, Fragmentado ganha cartaz

Com mais de US$ 126 milhões arrecadados nos Estados Unidos, Fragmentado – novo longa de M. Night Shyamalan, de O Sexto Sentido e Corpo Fechado – acaba de ganhar cartaz nacional. O pôster faz alusão aos fragmentos de Kevin, personagem de James McAvoy, que é portador de 23 personalidades distintas. Parceria inédita entre Shyamalan e o produtor Jason Blum, de Atividade Paranormal, o filme permaneceu por três semanas consecutivas em primeiro lugar nos Estados Unidos. A história retrata o dia a dia de Kevin, um homem que sofre de múltiplas personalidades que se manifestam aleatoriamente. 
Embora esse quadro clínico seja conhecido pela psicóloga de confiança de Kevin, Dr. Fletcher (Betty Buckley), existe uma outra personalidade submersa que está programada para surgir e dominar todas as outras. Forçado a sequestrar três garotas, entre elas Casey (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa), Kevin se vê em uma guerra pela sobrevivência contra as forças que existem dentro dele – e também contra as que estão ao seu redor. Com distribuição da Universal Pictures, a produção ainda traz Haley Lu Richardson, Brad William Henke, Kim Director, Sterling K. Brown e Sebastian Arcelus no elenco. A estreia está marcada para 23 de março em circuito nacional.

Veja aqui o trailer de Fragmentado a seguir: