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Novo trailer de Kong: A Ilha da Caveira está destruidor

Kong: A Ilha da Caveira, da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures, recria a origem do mítico Kong numa aventura original emocionante dirigida por Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão). No filme, um eclético time de exploradores se aventura nas profundezas de uma desconhecida ilha do Pacífico – tão bela quanto traiçoeira – sem saber que estão invadindo os domínios do mítico Kong. 
Tom Hiddleston (Os Vingadores), Samuel L. Jackson (Os Oito Odiados), a vencedora do Oscar Brie Larson (O Quarto de Jack), John Goodman (Transformers: A Era da Extinção) e John C. Reilly (Guardiões da Galáxia) estrelam Kong: A Ilha da Caveira. O elenco internacional inclui ainda Tian Jing (Em Nome da Lei), Corey Hawkins (Straight Outta Compton: A História do N.W.A), Jason Mitchell, John Ortiz (Steve Jobs), Thomas Mann (Dezesseis Luas), Shea Whigham (O Lobo de Wall Street), Toby Kebbell (Planeta dos Macacos: O Confronto) e Eugene Cordero (Os Reis do Verão).

 

Crítica: Cadáveres é um filme de terror estranho e incoerente

*Por Leonardo Resende – hashtagcinema@daiblog.com.br

Geralmente a expressão: “não julgue o livro pela capa” pode soar um pouco preguiçosa para quem analisa filmes. Mas alguns títulos não conseguem fazer jus a tal ditado e são proporcionalmente ruins quanto o material de divulgação. Este é o caso de Cadáveres: A Reunião dos Mortos, filme disponível em DVD.


O longa-metragem conta a história de Cameron Matthews (Cris Cunningham), um homem que fugiu da prisão a fim de procurar o corpo desaparecido do seu tio Rusty. Após um tiroteio, Cameron se refugia em uma casa antiga para recuperar-se dos ferimentos. No local, o fugitivo da lei encontra os restos mortais de Bart, antigo proprietário da residência, cuja morte foi ignorada pela família nos últimos quatro anos. Enlouquecendo cada vez mais ao criar um elo afetivo com o defunto, Cameron também descobre suas fraquezas emocionais ao recordar do relacionamento conturbado com o pai.

Não existe problema nenhum na existência de filmes que podem ser classificados como superficiais. Porém, existe uma diferença entre a futilidade declarada e mediocridade nata. O filme dirigido por Jeremy Casper se adequa à última opção. Cadáveres: A Reunião dos Mortos transita na confusão entre um terror trash B e um terror clássico.

Vale reconhecer o esforço de Casper, mas infelizmente ele não é o suficiente para salvar um filme tão estranho ou previsível. Caso sua direção energética fosse canalizada em outro gênero, o cineasta poderia ter um futuro promissor.

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Veja aqui o trailer do filme Cadáveres:



Vacant House (EUA, 2016) Dirigido por Jeremy Casper. Com Chris Cunningham, Dee Ann Newkirk, T.J. Maxwell, Richard Miraan, Don Bondi…

Mostre que você é fã e veja Assassin’s Creed na pré-estreia!

Inspirado no jogo homônimo de ação e aventura produzido pela Ubisoft, Assassin’s Creed saiu dos consoles e dos computadores para invadir as salas de cinema. Sob direção de Justin Kurzel (Macbeth: Ambição e Guerra), o longa-metragem da 20th Century Fox estreia dia 12 de janeiro.

Mas se você gosta dos jogos e está ansioso para ver o filme antes de todo mundo, o Cine61 tem uma boa notícia! Vamos distribuir três pares de ingressos para a pré-estreia do filme, que acontecerá no dia 10/01 (terça-feira), às 20h30, no Cinemark Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul). Quem enviar para a nossa equipe uma foto segurando um dos jogos da franquia Assassin’s Creed vai ganhar uma cortesia dupla! Dinâmica válida das 14h30 às 14h45 do dia 8/1/17 e limitada a três convites. Vamos publicar as fotos no nosso Instagram depois, ok? Então capricha e envia para contato@cine61.com.br. Dê um salto de fé e corra!

Parabéns para os três gamers que foram velozes e garantiram os convites para a sessão! Fique de olho no Cine61 para mais novidades!

Inscrições abertas para a Mostra Sesc de Cinema

Com o objetivo de promover a difusão da produção cinematográfica brasileira que não chega ao circuito comercial de exibição, a Mostra Sesc de Cinema pretende contribuir para o campo audiovisual sendo um espaço de lançamento e promoção de artistas de todo o país.

Para concorrer, inscreva curtas e longas-metragens de produção brasileira independente, que não tenham entrado em circuito comercial de exibição. 

A premiação é um contrato de licenciamento para exibição pública em 3 nacional, além de certificar os destaques de melhor roteiro, filme, direção de fotografia, desenho de som, direção de arte, direção de elenco, montagem, atriz e ator.

Saiba mais em http://bit.ly/mostrasescdecinema

Vídeo: Tom Ford e elenco falam de Animais Noturnos

Em vídeo inédito, o diretor e roteirista Tom Ford e os protagonistas Jake Gyllenhaal e Amy Adams revelam um pouco mais sobre o enredo do suspense Animais Noturnos e suas impressões sobre o longa. Para Tom Ford, o filme é bastante reflexivo. “Eu gostaria que as pessoas deixassem esse filme pensando nas escolhas de vida que fizeram em relação às pessoas, pensando na importância das pessoas em suas vidas”, explica. Amy Adams, que interpreta Susan no longa, completa: “Você, definitivamente, vai conversar sobre o que viu. E, para mim, esses são os melhores filmes, são aqueles que ficam com você.” 
O longa apresenta uma história de suspense relacionada a um casal separado há 20 anos. Susan é uma negociante de arte de Los Angeles que vive uma vida privilegiada, mas incompleta, ao lado do atual marido, Hutton Morrow (Armie Hammer). Em um final de semana em que Hutton deve partir para uma de suas frequentes viagens de negócios, ela recebe um pacote inesperado: um livro escrito pelo ex, Edward (Jake Gyllenhaal), e dedicado a ela. Uma publicação violenta e desoladora. Premiada com o Grande Prêmio do Júri durante o Festival de Veneza, a produção é baseada no livro Tony & Susan, de Austin Wright, e traz ainda os atores Michael Shannon, Isla Fisher, Laura Linney e Aaron Taylor-Johnson no elenco.

 

Crítica: Não se deixe enganar pelo trailer de Passageiros

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Com direção do norueguês Morten Tyldum (O Jogo da Imitação), o longa-metragem Passageiros traz no elenco dois queridinhos de Hollywood: Chris Pratt (Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros) e Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes). Carismáticos e com boa química em cena, eles interpretam dois passageiros que estão na nave Avalon. O objetivo do veículo espacial é levar mais de 5000 pessoas para outro planeta, que será colonizado. A viagem tem duração de 120 anos, por isso todos hibernam para chegar lá ainda jovens e vivos.
Porém algo dá errado e o personagem de Pratt acorda antes da hora. Ele desperta cerca de 90 anos antes do previsto. E aqui vai um aviso importante para você que assistiu ao trailer e ficou curioso com o mistério em torno do motivo pelo qual os protagonistas acordaram da hibernação: isso é revelado na cena inicial. Foi uma pegadinha do trailer para que você pense que há alguma conspiração ou algo mirabolante na história que, na verdade, é bem simples.

Apesar de ter recebido duras críticas da imprensa internacional, o filme de Tyldum não é ruim. Ele é diferente do que se pode esperar, visto que tem mais romance do que ação. E é um prato cheio para quem gosta da temática futurista aplicada no cotidiano. Por exemplo, detalhes curiosos sobre o funcionamento da nave são explorados. Como tudo é bem produzido, é realmente interessante ver os ambientes confortáveis que a Avalon oferece. Algo que lembra um cruzeiro de luxo.

O maior problema mesmo é em relação ao que é passado pelo trailer e as expectativas que são criadas. Não existem as reviravoltas de Interestelar e nem questionamentos sobre a vida, como Gravidade (embora tente!). Na verdade, não há novidades no roteiro de Jon Spaihts, que escreveu também o chato A Hora da Escuridão, além de Doutor Estranho e Prometheus – de onde ele praticamente reciclou a cápsula médica, onde, por sinal acontece uma das melhores cenas do filme do universo Alien. Isso não significa que o filme não consiga entreter, funcionando mais como uma história de amor, no caso.
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Veja aqui o trailer do filme Passageiros:



Passengers (EUA, 2016) Dirigido por Morten Tyldum. Com Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen, Andy Garcia, Vince Foster, Kara Flowers, Laurence Fishburne…

Entrevista com o engraçadíssimo ator Paulo Gustavo

Formado em teatro pela Casa de Artes e Laranjeiras (CAL), foi nos palcos que Paulo Gustavo nos deu o primeiro vislumbre de Dona Hermínia, a exagerada mãe de Niterói. Personagem da peça Surto, de 2004, seu carisma garantiu dois anos depois o próprio espetáculo Minha Mãe É uma Peça, que ficou quatro anos consecutivos em cartaz. O sucesso da comédia e do humorista foi tanto que origem a um filme de mesmo nome em 2013, produção que levou mais de quatro milhões de espectadores ao cinema. Três anos depois, Paulo Gustavo, que já teve outros sucessos pelo caminho, entre eles a peça 220 Volts e o programa de televisão Vai Que Cola, está de volta na pele de Dona Hermínia, mais hilária do que nunca.

Por que você decidiu continuar a história da Dona Hermínia?
O que me motiva a fazer tudo o que eu faço, não apenas a história da Dona Hermínia, é o fã. Eu movimento muito minhas redes sociais e eles estão sempre ali atrás de notícias em dando feedback. E a personagem da Dona Hermínia é muito carismática, ela conversa com vários públicos, da criança ao idoso. Todo mundo gosta dela e amou o primeiro filme e já amava a peça de teatro antes. E foi a procura dos fãs que me motivou a fazer essa continuação.

Como está Dona Hermínia neste novo filme?
Ela está mais divertida, mais bonita, mais elegante. Agora é uma apresentadora muito bem sucedida de televisão, com um programa sobre mães e família.

Mas ainda vemos a mãe exagerada, tão fácil de gerar identificação?
A essência dela continua a mesma, porque ser mais rico, mais pobre ou mais bonito não muda esse lugar de mãe. Ela continua a mesma internamente: preocupada, histriônica, exagerada, completamente apaixonada pelos filhos e, acho, completamente apaixonada pelo Carlos Alberto.

Alguma mudança da personagem veio de você?
Acho que não. Eu não faço muitos paralelos entre a Dona Hermínia e a minha vida porque acho que o filme é totalmente ficcional. Embora no teatro eu tenha me inspirado completamente na minha vida e na minha mãe, a peça também tinha ficção. Não é uma biografia. O mesmo aconteceu com o primeiro filme. E esse segundo é praticamente todo ficcional. Também não acho que essa mudança esteja em mim. O filme é uma coisa e minha vida pessoal é outra. Mas, fisicamente, mudei para viver a personagem novamente. Emagreci seis quilos para fazer o filme. Assim eu fico mais suave, mais delicado para fazer uma personagem feminina. Meu braço e meu rosto ficam mais finos e eu consigo me aproximar mais da aparência de uma mulher, que é mais delicada. Até brinco que estou vivendo uma fase em que estou feio homem e bonito mulher.  

Nesse filme o elenco recebe um reforço de peso com a presença de Patricya Travassos, que vive a segunda irmã da Dona Hermínia. Como foi essa participação?
A Patricya Travassos é um presente na minha vida. Ela veio interpretar a Lucia Helena, irmã de Hermínia, que é inspirada realmente na minha tia Lu, uma pessoa muito divertida e espontânea e, ao mesmo tempo, muito certa das coisas. Eu estava curioso e preocupado para saber quem ia interpretá-la, porque queria fazer uma homenagem. Mas acho que a Patricya foi perfeita. Hoje não vejo mais ninguém que poderia fazer esse papel. Sem contar que ela é ótima, está exatamente no tom certo. Ela arrasou e fiquei surpreso. Adoro quando alguém me surpreende e amei contracenar com ela. Agora temos que treinar nossa relação pessoal na amizade.

Você acha que foi mais difícil para ela, que entrou em um elenco já entrosado?
Fora a Patricya, não tem muitos personagens novos. E ela, junto da Hermínia, das crianças, do Carlos Alberto e da lesa, é uma protagonista. E eles todos já estavam no primeiro filme, então acho que para eles foi mais fácil, sim. Quem esteve no primeiro já conhecia o personagem, era só relembrar, mesmo que tenha que amadurecer o personagem um pouco por causa dos anos que passaram. Mas ela tirou de letra.

A semana (5/1 a 11/1) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/

Moana – Um Mar de Aventuras – Moana Waialiki é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é. Acompanhada pelo lendário semideus Maui, Moana começa sua jornada em mar aberto, onde enfrenta terríveis criaturas marinhas e descobre histórias do submundo.

Passageiros – Durante uma viagem de rotina no espaço, dois passageiros são despertados 90 anos antes do tempo programado, por causa de um mal funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim e Aurora começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil colegas em sono profundo.

Sete Minutos Depois da Meia-Noite

Sete Minutos Depois da Meia-Noite – Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. Seu pai é muito ausente, a mãe sofre um um câncer em fase terminal, a avó é uma megera, e ele é maltratado na escola pelos colegas. No entanto, todas as noites Conor tem o mesmo sonho, com uma gigantesca árvore que decide contar histórias para ele, em troca de escutar as histórias do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia.


Minha Mãe é uma Peça 2 – Dona Hermínia está de volta, desta vez rica, pois passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib, o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena, a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova York.

Rogue One – Uma História Star Wars – No primeiro filme derivado da franquia Star Wars, guerreiros rebeldes partem em missão para roubar os planos da Estrela da Morte e trazer nova esperança para a galáxia.


Sing – Quem Canta Seus Males Espanta – Um empolgado coala chamado Buster decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro. A disputa movimenta o mundo animal e promove a revelação de diversos talentos da cidade, todos de olho nos 15 minutos de fama e US$ 100 mil dólares de prêmio.

Dominação

Dominação – Um exorcista não convencional, que é capaz de entrar no subconsciente de uma mente possuída, conhece uma outra pessoa com a mesma capacidade enquanto confronta seu próximo caso, um garoto de nove anos de idade que está possuído por um demônio do seu passado.


Sully – O Herói do Rio Hudson – 15 de janeiro de 2009. Logo após decolar do aeroporto de LaGuardia, em Nova York, uma revoada de pássaros atinge as turbinas do avião pilotado por Chesley “Sully” Sullenberger. Com o avião seriamente danificado, Sully não vê outra alternativa senão fazer um pouso forçado em pleno rio Hudson. A iniciativa é bem sucedida, com todos os 150 passageiros a bordo sendo salvos. Tal situação logo transforma Sully em um grande herói nacional, o que não o isenta de enfrentar um rigoroso julgamento interno coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos.

Invasão Zumbi – Em um trem de alta velocidade com destino à cidade de Busan, um vírus que transforma as pessoas em zumbis, se espalha. A cidade conseguiu com sucesso se defender da epidemia, mas agora eles devem lutar pelas suas sobrevivências. 


Capitão Fantástico – Ben é o pai de seis crianças pequenas, que decide fugir da civilização e criar os filhos nas florestas selvagens do Pacífico Norte. Ele passa os seus dias dando lições às crianças, ensinando-os a praticar esportes e a combater inimigos. Um dia, no entanto, Ben é forçado a deixar o local e retornar à vida na cidade. Começa o aprendizado do pai, que deve se acostumar à vida moderna. 

Animais Noturnos
Animais Noturnos – Susan é uma negociante de arte que se sente cada vez mais isolada do parceiro. Um dia, ela recebe um manuscrito de autoria de Edward, seu primeiro marido. Por sua vez, o trágico livro acompanha o personagem Tony Hastings, um homem que leva sua esposa e filha para tirar férias, mas o passeio toma um rumo violento ao cruzar o caminho de uma gangue. Durante a tensa leitura, Susan pensa sobre as razões de ter recebido o texto, descobre verdades dolorosas sobre si mesma e relembra traumas de seu relacionamento fracassado.

A Criada – Coreia do Sul, anos 1930. Durante a ocupação japonesa, a jovem Sookee é contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko, que leva uma vida isolada ao lado do tio autoritário. Só que Sookee guarda um segredo: ela e um vigarista planejam desposar a herdeira, roubar sua fortuna e trancafiá-la em um sanatório. Tudo corre bem com o plano, até que Sookee aos poucos começa a compreender as motivações de Hideko.
Eu, Daniel Blake – Após sofrer um ataque cardíaco e ser desaconselhado pelos médicos a retornar ao trabalho, Daniel Blake busca receber os benefícios concedidos pelo governo a todos que estão nesta situação. Entretanto, ele esbarra na extrema burocracia instalada pelo governo, amplificada pelo fato dele ser um analfabeto digital. Numa de suas várias idas a departamentos governamentais, ele conhece Katie, a mãe solteira de duas crianças, que se mudou recentemente para a cidade e também não possui condições financeiras para se manter. Após defendê-la, Daniel se aproxima de Katie e passa a ajudá-la.

Crítica: Dominação é prejudicado pela falta de imaginação

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Você pode não aguentar mais filmes com histórias de possessão demoníaca. Assim como zumbis, essa temática está mais do que saturada no cinema. Mas é sempre possível se surpreender com algum lançamento que inove ou acrescente alguma coisa diferente do que já é repetida à exaustão em inúmeros lançamentos. É com essa esperança que o público pode sair de casa para ver Dominação.

O resultado, porém, mira no gol e bate na trave. Há detalhes interessantes, mas eles acabam enfraquecidos diante de clichês e situações que simplesmente não causam medo – o que é um pecado para um filme de terror. Na trama, Cameron (David Mazouz, o Bruce Wayne da série Gotham) é um menino possuído por uma entidade maligna. Nenhum médico ou exorcista consegue salvar o menino. É aí que entra Dr. Ember (Aaron Eckhart, de Sem Reservas, Batman: O Cavaleiro das Trevas).

Ember consegue enfraquecer o coisa ruim e faz isso de dentro pra fora, entrando na mente na pessoa que está possuída e fazendo com que ela desperte do transe. Esse é um dos diferenciais curiosos da premissa. Longe de água benta e rezas, toda a explicação é um tanto quanto científica. E a equipe de Ember conta com equipamentos que monitoram sua energia e pulsação. A ideia lembra um pouco o conceito de A Cela, ou melhor, Dreamscape – A Morte nos Sonhos, de 1984.

Dominação não consegue ser um bom filme pela limitação criativa do roteiro de Ronnie Christensen (que escreveu o bom Passageiros, em 2008). Assim como A Origem, falta imaginação para se fazer coisas surreais no âmbito do subconsciente. Por isso, um universo fértil que poderia ser completamente surreal e imprevisível (como nos filmes A Hora do Pesadelo ou na animação Paprika), se restringe à locações realistas e sem graça. Desanimador.

Cotação do Cine61: Cine61Cine61

Veja aqui o trailer do filme Dominação:

 

Incarnate (EUA, 2016) Dirigido por Brad Peyton. Com Aaron Eckhart, Clarice van Houten, Catalina Sandino Moreno, David Mazouz, Keir O’Donnel, Matt Nable, Emily Jackson, Paul Vicent O’Connor…

Vídeo: A Lei da Noite tem cenas de ação de tirar o fôlego

O vencedor do Oscar Ben Affleck (Argo) dirige e estrela o thriller policial A Lei da Noite. Além de atuar, Affleck também escreveu o roteiro, baseado no premiado romance Os Filhos da Noite, de Dennis Lehane. A produção marca a segunda colaboração entre o escritor e o cineasta, ambos da cidade de Boston (EUA), depois do sucesso do elogiado Medo da Verdade

A Lei da Noite situa-se nos turbulentos anos 1920, quando a proibição da Lei Seca americana não interrompeu o fluxo de bebidas em estabelecimentos ‘underground’ dirigidos por mafiosos de boa lábia. A oportunidade de ganhar poder e dinheiro estava à disposição para qualquer homem com ambição e nervos suficientes, e Joe Coughlin, o filho do Superintendente da Polícia de Boston, há muito tempo deixou para trás sua rígida educação para sucumbir à adrenalina de ser um fora-da-lei. 
Mas, mesmo entre criminosos há regras, e Joe desobedece a maior delas: trair duplamente um poderoso chefão da máfia, roubando seu dinheiro e sua mulher. O romance ardente termina em tragédia, e Joe começa a trilhar uma rota de vingança, em que ambição, romance e traição o levam do submundo de Boston para os degraus esfumaçados dos porões de contrabando de rum na cidade de Tampa.