Início Site Página 331

Entrevista com o diretor Sérgio Machado

Sérgio Machado guarda mais do que uma ligação espiritual com Jorge Amado. É ao escritor que ele atribui o início de sua carreira e a primeira grande parceria artística, com Walter Salles. Produzido por Walter, ele dirigiu em 2001 o documentário Onde a Terra Acaba, sobre o cineasta Mário Peixoto, diretor do clássico Limite (1931). O documentário conquistou prêmios nos festivais de Gramado, Rio, Recife, Havana e na Mostra de São Paulo. No ano seguinte, dirigiu para a TV Globo sua primeira adaptação de uma obra de Jorge Amado, o especial Pastores da Noite.

Em 2005, Sérgio concluiu seu primeiro longa‐metragem de ficção, Cidade Baixa, sobre um triângulo amoroso entre dois amigos e uma prostituta na zona portuária de Salvador, estrelado por Wagner Moura, Lázaro Ramos e Alice Braga. O filme foi selecionado para a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes, onde recebeu o Prêmio da Juventude e colecionou premiações em vários festivais no Brasil e no mundo. Com Karim Ainouz, seu parceiro artístico, dirigiu para a HBO, em 2007, a série Alice.

O cineasta construiu também uma sólida carreira como roteirista dos seus próprios filmes e dos de seus parceiros, como Abril Despedaçado, de Salles, e Madame Satã, de Ainouz. Com Quincas Berro d’Água, Sérgio chega ao seu segundo longa de ficção adaptando uma das obras mais populares de Jorge Amado.

Como começou sua relação com Jorge Amado? Você chegou a encontrá‐lo pessoalmente algumas vezes.
Posso dizer que devo ao Jorge o fato de fazer cinema hoje. Comecei a filmar em uma época péssima (o auge da era Collor) e não tinha amigos ou parentes na área. No final da faculdade de comunicação, fiz um curta, chamado Troca de Cabeças, que acabou virando cult porque só tinha atores negros, incluindo o Grande Othelo. Como acabou sendo o último filme do Othelo, que morreu logo depois, o Jorge Amado ‐ compadre e muito amigo dele – se interessou em assistir e me convidou à sua casa.

Ele me disse que acreditava que eu tinha talento e se ofereceu para me ajudar. Não nos falamos mais, mas depois de oito meses recebi um fax do Waltinho (Walter Salles) dizendo que queria me conhecer. Descobri que o Jorge havia enviado a fita com meu filme a ele. Walter me convidou para trabalhar em Central do Brasil (1997), no qual fiz assistência de direção, casting, locação, um pouco de tudo. Três anos depois, ele produziu meu primeiro documentário, Onde a Terra Acaba.

De todas as obras do Jorge Amado, por que filmar Quincas?
Em Cannes, me surpreendi com algumas críticas francesas falando que Cidade Baixa tinha uma forte relação com o universo do Jorge. Para dirigir essa minha primeira ficção, eu realmente havia (re)lido toda a obra do Jorge situada em Salvador.

Ao reler esses livros, tive vontade de adaptar para o cinema Pastores da Noite (que acabei dirigindo para um especial da TV Globo) e A Morte e a Morte de Quincas Berro D’água. Mas considero o Quincas o melhor livro dele. Uma enquete realizada com críticos literários perguntava qual era o melhor livro de Jorge Amado, e foi uma barbada: quase 60% votaram em Quincas. É um livro do ápice da carreira do Jorge, em que ele tinha todo fôlego criativo, e já exibia uma grande maturidade.

Quais os temas presentes na história de Quincas que lhe atraíram a atenção – e que estão presentes no filme?
Quincas trata de temas que eu tangenciei nos filmes anteriores, mas que aqui são o cerne da questão. Tenho uma grande dificuldade de aceitar a ideia da morte, de que as pessoas que eu amo vão morrer. Fiz o Cidade Baixa para mostrar a vontade de viver daquelas pessoas marginalizadas, o quanto elas lutam contra um certo tipo de morte. Onde a Terra Acaba mostra um cineasta (Mário Peixoto) que de certa forma tentou parar no tempo, deixar de viver. Na série Alice, o suicídio do pai no primeiro episódio marca o início da trajetória da protagonista. Creio que meus trabalhos sempre dizem que a vida, por pior que seja, vale a pena. Em Quincas, é o assunto central. É um filme que não nega a morte, mas a contrapõe com a vida.

Outro desejo constante em minha obra é mostrar o universo marginal, aproximar-se dessas pessoas e mostrar que elas são bacanas. Por último, tenho uma tendência natural à comédia e ao humor. Nos meus trabalhos anteriores, tive que botar o pé no freio na minha veia cômica, mas em geral as partes engraçadas são escritas por mim. Por isso, no Quincas, que na largada já era uma comédia, o roteiro saiu mais fácil.

Como foi trabalhar com Paulo José?
Foi o maior presente da minha carreira de diretor. Eu achava que não seria possível tê‐lo no filme, ele teve um problema de saúde, e o filme exigia malabarismos físicos como ficar pendurado numa estátua e ser carregado pelas ruas enladeiradas de Salvador. Mas a Kika (Lopes, figurinista do filme e mulher do Paulo) me contou que ele estava muito bem, já havia feito uma cirurgia. Ele foi incrível, uma força aglutinadora no elenco. O elenco e a equipe do filme tinham alguma coisa em comum… todos era apaixonados pelo Paulo. A alegria dele, o prazer dele estar ali, contagiou todo mundo. O Paulo tem todas as características do Quincas – gaiato, moleque . Foi o personagem certo na hora certa.

Fizemos dois bonecos do Quincas para usar nas filmagens, mas usamos bem menos do que eu imaginei. O Paulo conseguia entrar num estado Alfa, como ele chama, para se fazer de morto, para ficar um tempo sem respirar. Brincava e dormia no caixão, na maior descontração. Mesmo nos dias em que ele não estava previsto nas filmagens, aparecia no set para dar palpites e para ajudar os colegas a bater texto.

Como você chegou aos atores que interpretam os amigos do Quincas? E aos outros atores?
Já conhecia o Luis Miranda da série Alice e o Flávio Bauraqui desde a época do Madame Satã, do qual fui um dos roteiristas. Não conhecia o Irandhir Santos, mas a Fátima Toledo e outros colegas falavam tão bem dele que nem fiz teste. E o Frank Menezes eu já conhecia bem de Salvador.

A Mariana Ximenes me ligou mostrando muito interesse em fazer o filme. Na época das filmagens, ela estava fazendo a novela (A Favorita), e eu logo disse que ela não teria como conciliar os dois meses de ensaio no Rio de Janeiro. Ela insistiu: “Mas vai que o filme atrasa um pouco…”. No fim, atrasou um mês e pouco, exatamente o tempo de que ela precisava para terminar a novela.

E de onde vem sua inspiração para trabalhar também com atores amadores?
No Central do Brasil, minha primeira função foi de produtor de casting. Desde aquele filme, chegamos à conclusão de que o melhor elenco é aquele que mistura atores consagrados com gente nova de teatro, que vem com vigor, e junta a eles ainda “gente de verdade”, em geral fazendo papel de si mesmos. O malandro Dois Mundos, por exemplo, é um personagem que aparece no Cidade Baixa e no Quincas.

Como foi rodar e finalizar a cena da tempestade em alto‐mar, que envolve muitos efeitos especiais?
Estudei todos os filmes que pude com cenas de tempestade antes de preparar a do Quincas. Em termos de efeitos especiais, acho que talvez seja uma das mais complicadas já realizadas no cinema brasileiro. Porque o saveiro é um barco aberto; e por causa disso nós tivemos que não apenas construir o barco digitalmente, mas todos os personagens que estava dentro dele.


Primeiro tivemos que pesquisar para saber se esse tipo de cena era viável de se fazer no Brasil. Montamos um saveiro em tamanho real dentro de um galpão e pintamos as paredes de verde, para usar o chroma‐key. No galpão, construímos toda a estrutura para a chuva e os raios. Ao todo, foram quatro dias de filmagem no galpão. E fomos ao mar de verdade, filmar uma tempestade para inserir na imagem. Para os planos mais abertos um mar e um saveiro digitais foram construídos pelo pessoal da Tribbo. Foram vários meses de trabalho árduo.

Como foi a preparação de elenco com Fátima Toledo?
Ela chegou um pouco assustada porque nunca havia feito comédia, mas foi uma reinvenção pra ela. Ao contrário de Cidade Baixa, no qual só havia 3 atores para preparar, aqui havia muitos, de diferentes gerações e backgrounds. Me interessava que os atores não levassem em conta que estavam fazendo uma comédia. As situações que eles passam são ridículas e absurdas, mas eles viveram aquilo com verdade e de maneira intensa.

#812-A hora do pesadelo

Não está na hora do pesadelo, está na hora é de parar com essas refilmagens! Este é mais um título que se enquadra naquela lista de filmes que não precisavam ser refeitos. A nova versão é bem diferente das demais, inclusive por causa da mudança do ator que interpreta o vilão Freddy Krueger. No lugar do consagrado Robert Englund (As strippers zumbis, Dança dos mortos) entra Jackie Earle Haley (Ilha do medo, Watchmen – O filme, Pecados íntimos). A direção é de Samuel Bayer, responsável por clipes de bandas como The Cranberries, Blink 182 e Mettalica.

Ao contrário do que se pode imaginar, as influências dos clipes musicais não influenciaram no filme. Felizmente não existe uma edição frenética, cortes rápidos ou fotografia colorida e exagerada. O que se vê é um filme mais contido. Simples até demais. Um dos diferenciais das produções da série era poder usar e abusar de situações surreais. Efeitos especiais sempre foram bem vindos na franquia A hora do pesadelo, afinal cada um pode sonhar as coisas mais absurdas, não é mesmo?
A hora do pesadelo
“Red Bull te da asas…”
Porém na refilmagem isso não é muito bem explorado. A história segue os adolescentes da rua Elm que tem terríveis pesadelos com um homem desfigurado que usa uma camisa listrada e usa uma luva cheia de lâminas. Eles não sabem, mas existe um segredo do passado que os liga a essa maligna entidade capaz de matar as pessoas enquanto elas dormem.
A hora do pesadelo
Novo visual de Freddy – mais realista

Enquanto tentam descobrir quem diabos é Freddy, vão morrendo um a um. E o novo Freddy parece não se importar em fazer piadinhas ou torturas psicológicas. O senso de humor distorcido tão característico se perde aqui em uma visão mais sombria e menos divertida do vilão. Os pesadelos não vão variando de acordo com o medo dos personagens e servem apenas para dar pistas e explicar o mistério por trás do assassino. Não sobra espaço para a criatividade. Os cenários são sempre os mesmos.
A hora do pesadelo
Sonhos que matam de verdade

Apesar de começar bem, o resto do longa-metragem é chato, repetitivo e não serve como incentivo para apresentar Freddy Krueger para as novas gerações – se é que esta foi a intenção da refilmagem. Só consegue não ser pior que a nova versão de Sexta-feira 13 por ser mais fiel ao original. Mas este não é o verdadeiro Freddy. E nem nunca será!
A hora do pesadelo
-Olha o dedo indicador!

Estão no elenco Kyle Gallner (Sublime, Garota infernal) e Rooney Mara (Lenda urbana 3 – A vingança de Mary), Katie Cassidy (Quando um estranho chama, Click, Busca implacável), Kellan Lutz (Crepúsculo, A morte convida para dançar), Clancy Brown (O desinformante), Christian Stolte (Inimigos públicos).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme A hora do pesadelo?

Leia aqui o Daiblog Especial A hora do pesadelo.

A Nightmare on Elm Street (EUA, 2010) Dirigido por Samuel Bayer. Com Jackie Earle Haley, Kyle Gallner, Rooney Mara, Katie Cassidy, Thomas Dekker, Kellan Lutz, Clancy Brown, Connie Britton, Lia D. Mortensen, Julianna Damm, Christian Stolte, Katie Schooping Knight…

Veja aqui o trailer do filme A hora do pesadelo legendado em português:

15 filmes para o mês das noivas

Maio é o mês das noivas, por isso o Daiblog fez uma seleção de 15 filmes sobre o tema para você assistir. São diversos títulos dos mais variados gêneros para satisfazer o gosto de qualquer pessoa. Desde comédias românticas até produções de terror. Confira abaixo:

Uma noiva e tanto
Mike Myers estrela ao lado de Nancy Travis nesta bem tramada comédia romântica sobre um tímido poeta que finalmente conhece a mulher perfeita. Quando se apaixonou, Charlie Mackenzie (Myers) sempre teve má sorte: Sherri era cleptomaníaca e ele ainda não conseguiu achar seu gato. Jill era desempregada, mas Charlie soube que, na verdade, ela trabalhava para a máfia. Pam cheirava a sopa de carne com vegetais. Ainda bem para Charlie ter percebido a verdade antes que as coisas fossem mais longe, antes que ele cometesse o deslize de se casar! Quando Charlie conheceu Harriet Michaels (Travis) tudo mudou. Harriet não é como as outras. Ela é inteligente, sexy e louca por Charlie. Desta vez ele está determinado a superar os medos que sabotaram seus relacionamentos anteriores. Claro que, Harriet deve ter algum defeito. Mas e daí? Após essas outras mulheres, o que ele poderia esperar de pior? Uma cruel assassina? Clique aqui para comprar este filme!

Liv e Emma são grandes amigas e planejaram seus respectivos casamentos nos mínimos detalhes desde crianças, quando brincavam juntas cantando “Lá vem a noiva” em seus sótãos. Sempre souberam, sem sombra de dúvida, que se casariam no local dos casamentos mais badalados de Nova York: o Hotel Plaza. Agora, aos 26 anos, ambas estão prestes a casar; prestes a realizar seu sonho, vivendo felizes para sempre. Ou talvez não… Um erro na marcação da data, fazendo coincidir os casamentos, joga essas mulheres sensatas, racionais e respeitáveis uma contra a outra, num conflito que vai abalar a amizade. Kate Hudson, que produz e estrela Noivas em Guerra, faz o papel de Liv, uma advogada bem-sucedida, acostumada a conseguir tudo o que quer – o emprego perfeito, o homem perfeito e o casamento perfeito. Isso até que sua melhor amiga Emma, interpretada por Anne Hathaway, decide realizar o mesmo sonho. Emma, professora de escola que sempre cuidou bem dos outros, negligenciando a si própria, descobre sua megera interior e mostra as garras quando vê o dia do seu casamento ameaçado. Clique aqui para ler uma crítica do filme. Clique aqui para comprar este filme!

As noivas de Copacabana
O detetive Jorge França é o encarregado de desvendar uma série de crimes que acontecem no bairro carioca de Copacabana. Um serial killer está matando, por estrangulamento, mulheres das mais diferentes classes sociais. Todas elas têm em comum o fato de terem anunciado a venda de um vestido de noiva e estarem vestidas como noivas no momento do crime. O detetive, que passa por um momento de crise em seu próprio casamento, conta com a ajuda de Leiloca, com quem está emocionalmente envolvido, para desvendar o mistério. Miguel Falabella faz o papel de Donato, um homem bonito, inteligente e psicopata. Seu único objetivo é seduzir jovens noivas apenas para matá-las. Trama policial de sucesso na TV, o autor Dias Gomes teve a idéia a partir de um caso apresentado no programa Fantástico. Existem duas versões para o final da série. Clique aqui para comprar este filme!

A noiva perfeita

Luis Costa é um quarentão, bem-sucedido profissionalmente e um solteiro convicto. Porém, ele tem uma mãe viúva e cinco irmãs, todas loucas para que ele arranje uma moça à altura das suas qualidades para se casar.

Cansado de sofrer tanta pressão, ele tem uma idéia: contratar uma garota para representar sua noiva que fará algo imperdoável para que as seis intrometidas desistam de casá-lo, definitivamente. O problema maior é que a escolhida agrada em cheio a sua tão exigente família. O filme é estrelado por Alain Chabat (Uma noite no museu 2) e pela premiada Charlotte Gainsbourg (Anticristo, Leeming – Instinto animal). Clique aqui para comprar este filme!

A noiva cadáver
O jovem Victor Van Dorst está prestes a se casar com Victória Everglot, porém, acidentalmente, casa-se com a noiva cadáver que o leva para conhecer a Terra dos Mortos. Embora desejando desfazer-se do mal-entendido, Victor percebe que o local é bem mais animado que o vilarejo vitoriano em que cresceu e viveu.

De Tim Burton mesmo diretor de A fantástica fábrica de chocolate e Alice no País das Marvilhas. Dublam o filme Johnny Depp (Inimigos públicos) e Helena Bonham Carter (Harry Potter e o enigma do príncipe). Clique aqui para ler uma crítica do filme. Clique aqui para comprar este filme!

A noiva síria

A fronteira entre Israel e Síria, nas colinas de Golam, é habitada por uma comunidade drusa. Durante a preparação das bodas de uma linda jovem do lado israelense com um astro de tevê também druso – mas morador do lado Sírio – a noiva tem de atravessar a fronteira, mas a burocracia kafkiana de cada lado transforma o casamento em uma festa do absurdo.

Ganhador dos prêmios do público nos festivais em que foi exibido, A Noiva Síria é um filme com um elenco excepcional que mostra situações que ninguém imagina viver. Clique aqui para comprar este filme!

O melhor amigo da noiva
 
Tom adora a sua vida. Até se dar conta de que também adora a sua melhor amiga, Hannah. Mas quando Hannah fica noiva de um escocês muito elegante e pede que Tom seja sua ‘madrinha’, Tom tem que lidar com damas de honra furiosas, chás de panela e muita gente de mau humor, tudo na tentativa de realizar a cerimônia perfeita – e roubar a noiva. Ele é uma madrinha com um plano.
 
Estão no elenco Patrick Dempsey (Encantada, Idas e vindas do amor) e Michelle Monaghan (Missão impossível 3, Antes só do que mal casado). Clique aqui para ler uma crítica do filme. Clique aqui para comprar este filme!

O pai da noiva

Nada mais natural do que um orgulhoso pai participar dos preparativos para o casamento de sua única filha. Repleto de boas intenções, o “pai da noiva” só consegue provocar uma sequência de loucuras e confusões, desde o noivado até o grande dia.

O pai da noiva é uma refilmagem de um clássico dos anos 50, que se torna ainda mais hilariante com a presença de Steve Martin (Simplesmente complicado), Diane Keaton (Alguém tem que ceder) e Martin Short (Marte ataca!). Clique aqui para comprar este filme!O pai da noiva

O filho da noiva

Onde foi exibido O filho da noiva foi aplaudido de pé. As pessoas se apaixonaram pela história de Rafael, um quarentão estressado que depois de sofrer um enfarte resolve colocar sua vida em ordem, e assim ajudar o velho pai a realizar seu sonho: casar-se na igreja com a sua mãe, que está doente e vive numa casa de repouso.

Neste momento ele recebe a visita de um amigo de infância engraçado, e tem que reconquistar sua filha e sua namorada. Misturando cenas cômicas com passagens muito emotivas, O filho da noiva registra atuações magistrais. Clique aqui para comprar este filme!

A família da noiva

Percy Jones (Bernie Mac) é um chefe de família que se orgulha de estar sempre certo em relação a sua família. Ele está prestes a conhecer Simon Green (Ashton Kutcher), o novo namorado de sua filha Theresa (Zoe Saldana). Temeroso, já que acredita que não exista homem bom o suficiente para sua filha, Percy encomenda uma investigação de crédito de Simon. O resultado o tranquiliza, já que Simon é um bem sucedido corretor de ações, com Percy acreditando que ele seja um ótimo pretendente para Theresa. Porém o que ele não contava era que Simon fosse branco. Surpreso com a situação, Percy começa a questionar Simon sobre sua vida e suas origens. Mas o que Percy não sabe é que Simon já pediu Theresa em casamento e que o casal pretende anunciar o noivado na festa de bodas de prata do casamento dos pais dela. Clique aqui para comprar este filme!

Noiva em fuga
 
O par romântico que encantou o mundo…Richard Gere (Palavras de amor) e Julia Roberts (Duplicidade) volta à cena em mais uma sensacional comédia dirigida por Garry Marshal (Idas e vindas do amor). Ike Graham (Gere) é um colunista de um importante jornal e causa um grande tumulto depois de publicar uma matéria sobre uma moça, Maggie Carpenter (Roberts), que mora em uma cidadezinha e tem o estranho hábito de abandonar seus noivos em pleno altar. Enquanto Ike tenta provar que sua estória é verdadeira, Maggie quer se vingar do jornalista fofoqueiro. Só que nenhum dos dois imagina o que poderá acontecer quando se encontrarem. Clique aqui para comprar este filme!
 
 

Noivo neurótico, noiva nervosa

Alvy Singer (Allen) é um dos comediantes mais brilhantes de Manhattan, mas quando trata-se de amor, sua atuação deixa a desejar. Ele é apresentado por seu melhor amigo, Rob (Tony Roberts), à adorável cantora de clubes noturnos, Annie Hall (Diane Keaton). Nem bem Alvy tinha se apaixonado, suas próprias inseguranças conseguem sabotar o relacionamento, forçando Annie a deixar Alvy por uma nova vida – e um novo amor (Paul Simon) – em Los Angeles. Sabendo que ter perdido Annie para sempre, Alvy está disposto a ir às últimas conseqüências – até mesmo dirigir pelas avenidas de Los Angeles – para reaver a única coisa que é realmente importante… o verdadeiro amor. Clique aqui para comprar este filme!

Sete noivas para sete irmãos
As coisas estão diferentes para os rapazes de Pontipee, agora que seu irmão mais velho arrumou uma noiva e a trouxe para morar em sua cabana. De fato, os irmãos solteirões estão tão inspirados que eles invadem a cidade e carregam suas próprias noivas com eles! Como uma camisa de flanela favorita, tudo se ajusta nesta diversão rústica dirigida por Stanley Donen, coreografada por Michael Kidd e acompanhada por uma excitante trilha musical assinada por Gene de Paul/Johnny Mercer, que ganhou o Oscar. Jane Powell e Howard Keel estrelam, apoiados por um elenco de incríveis dançarinos e belas dançarinas. E que passos! Somente as seqüências do celeiro – os giros, a atlética coreografia com bastões – deixa um sorriso duradouro. “Bless Yore Beautiful Hide”, uma canção para todos vocês, noivos e irmãos! Clique aqui para comprar este filme!

A noiva de Chucky
 
Após ressuscitar o ex-namorado com ritual de vodu, Tiffany (Jenifer Tilly) também é transformada em uma boneca. Com o objetivo de chegar até o cemitério onde está enterrado o corpo humano de Chucky, o demoníaco casal usa dois jovens e mata, sem nenhum remorso, qualquer um que se intrometer no caminho.
 
Numa versão Barbie e Clyde, estes dois monstrinhos espalharão sangue, terror e sexo. Clique aqui para comprar este filme!

A noiva estava de preto
 
Baseado no livro homônimo de Cornell Woorich, A noiva estava de preto é uma excelente produção franco-italiana. Dirigido com a genialidade do cineasta francês François Truffaut, que também participou da realização do roteiro, o filme segue os passos de uma viúva, cujo marido foi assassinado ao sair da igreja, logo após a celebração do seu casamento, na caça aos responsáveis pela morte dele. O mais hitchcockiano dos filmes de Truffaut, não foi em vão que compartilhou com Hitchcock um célebre livro-entrevista, onde ficou clara sua admiração pelo mago do suspense. Como sempre, Truffaut está perfeito na direção. O planejamento do assassinato de Delvaux, que se acha detido numa penitenciária, é um dos pontos altos do filme. Clique aqui para comprar este filme!
 
Lembrou de algum filme sobre noivas que não esteja nesta lista? Então deixe um comentário pra gente!

Para mais links divertidos sobre curiosidades, filmes e humor, visite o Linkirado (clique para acessar!)

#811-Robin Hood

Robin Hood ou Gladiador? Quem for assistir ao novo filme de Ridley Scott (O gângster, Crianças invisíveis) vai ficar confuso por causa das semelhanças entre várias obras. Novamente vemos Russell Crowe no papel de um herói que já foi representado muitas vezes no cinema, inclusive em desenhos animados. Mas desta vez o longa apresenta uma visão diferente da famosa história. Mostra o que aconteceu antes do protagonista ser visto como o prínipe dos ladrões.

Ambientado na Inglaterra durante o século XII, o roteiro é longo, cheio de informações e pode soar confuso para os desavisados. Demora um bocado até se entender aonde tudo quer chegar. Depois da morte do rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston, de Número 23, Maria Antonieta, Reencarnação), a monarquia inglesa se viu prejudicada com o reinado inexperiente de João I. Ele não sabia, mas havia na própria côrte um perigoso espião prestes a preparar uma invasão francesa.
Robin Hood
Reinado jovem e imaturo

Robin Longstride entra nessa trama quando, depois de participar do exército da Coroa, viaja até o condado de Nottingham. O lugar passa por um momento complicado, já que são cobrados altos impostos e a Igreja ainda exige sementes e alimentos que são plantados por lá. É aí que Robin toma uma atitude para impedir esta injustiça. Porém não pense que este é o foco principal do filme. As duas horas e vinte de duração mostram também o ataque da França naquela mesma época e os demorados planos dos vilões.
Robin Hood
O arqueiro Robin

A mocinha da história é Marion Loxley (Cate Blanchett, de O curioso caso de Benjamin Button, Babel, Notas sobre um escândalo), viúva que se vê ligada a Robin graças a um plano do sogro (vivido por Max von Sydow, de Ilha do medo). Ela tem um papel típico da vítima que corre perigo, exceto quando roda a baiana se transforma numa guerreira (!), num dos momentos mais fracos da personagem.
Robin Hood
Ela passa fome, sofre injustiças mas é corajosa no campo de batalha

Robin Hood é um bom filme, que poderia ser melhor se fosse mais enxuto. Os minutos finais enfraquecem a projeção, com clichês e momentos óbvios e desnecessários. A surpresa vem com os créditos finais, uma belíssima animação com aparência de pinturas. Fazem parte do elenco William Hurt (Instinto secreto), Mark Strong (Sherlock Holmes, Oliver Twist), Matthew Macfadyen (Orgulho e preconceito), Kevin Durand (X-Men origens – Wolverine), entre outros.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme Robin Hood?

Robin Hood (EUA / Reino Unido, 2010) Dirigido por Ridley Scott. Com Russell Crowe, Cate Blanchett, Max von Sydow, William Hurt, Mark Strong, Oscar Isaac, Danny Huston, Eileen Atkins, Mark Addy, Matthew Macfadyen, Kevin Durand, Scott Grimes…

Veja aqui o trailer do filme Robin Hood legendado em português:

Entrevista com o cineasta Thiago Moyses

Thiago Moyses é brasiliense e formado em Comunicação – Cinema pela Universidade de Brasília. Atualmente tem 28 anos e uma filmografia que começou em 2003 com o curta-metragem Fobia, feito em 16mm. Depois foi a vez dos seguintes filmes: Espiral (2004), Centelha (2005/2009), o documentário Vide o Galeno (2006), Espectro (2007/2008) e Síndrome de Pinocchio, que ganhou projeção nacional por ter sido um dos filmes que poderiam representar o Brasil na edição de 2009 do Oscar na vaga de Melhor Filme Estrangeiro.

Nesta entrevista para o Daiblog, Thiago conversa sobre sua carreira e conta novidades a respeito do sistema de cinema 3D sem óculos que está sendo desenvolvido. Entre as perguntas e respostas você pode conferir algumas imagens de filmes do cineasta.

Desde quando pensou em fazer cinema?
Conscientemente, digamos, de forma lúcida, aos 17 anos quando eu soube que existia curso de cinema na universidade. Eu descobri isso no curso intensivo de cinema que fiz no Rio de Janeiro, ministrado pelo cineasta Alberto Salvá, um dos meus incentivadores. Mas desde pequeno desenho e já brincava de fazer quadrinhos… Fui descobrir neste curso no Rio que desenho e quadrinhos tinham tudo a ver com cinema. Comecei aos 5 anos de idade. Aos 6 meu pai já me colocava para ver filmes de Hitchcock e outros filmes de “adulto” . Eu brincava sempre com narrativas com meus bonecos e amigos. Fiz filmes amadores a partir dos 13 anos de idade com a camera VHS da minha avó. Quando fiz 15 anos ela me deu a camera de presente. Daí fizvários curtinhas. Meu primeiro curta consciente, apesar de bem amador, foi Joana, A Arma: Vingança que passou no festival da meia dúzia no colégio Sigma. No terceiro ano fiz vestibular para cinema na UnB e passei. Vendo hoje minha história, com a visão do agora, acho que sem querer fui criado em laboratório para ser cineasta. Minha mãe tinha formação artística de cursos e talento para desenhar, e meu pai sempre foi um intelectual e amante de literatura. Minha mãe salvava meus desenhos do lixo e meu pai me colocava para ver filmes. Eu nunca me impressionei com o cinema europeu, como muitos colegas que o descobriam na faculdade porque desde os 10 anos já assistia filmes franceses, dinamarqueses, irlandeses, iraquinanos, iranianos etc. 

Está filmando agora? Fale dos seus planos para o futuro.
Em julho agora vou começar a rodar o longa Vamos Ser Amigos, uma comédia de humor negro e o mais simples dos filmes que irei rodar. Em seguida tenho mais dois projetos. Um é no Chile, em co-produção com a Roda Produciones, uma produtora de lá. O filme se chama Revelação de Khan e trabalhei muito com narrativa, estudo de mitologia e do conteúdo para escrever o roteiro. Escrevi em parceria com Eduardo Ciattei, que atua como meu assistente de direção focado no roteiro. O terremoto atrasou os planos de filmagem, mas em um ano no máximo devemos rodar lá em Santiago, onde se passa o filme, que será quase todo falado em espanhol. Nesse espaço de um ano também vou rodar meu primeiro longa infanto juvenil, que, claro, poderá ser apreciado também pelo público adulto. O nome é O Pequeno Vidro de Imaginação e vai ser uma espécie de viagem do protagonista, um garoto, após a morte de sua mãe, em um mundo paralelo criado a partir do acelerador de partículas lá da Europa na tentativa de reproduzir o Big Bang. Este filme terá efeitos especiais que já estamos testando, inclusive algumas cenas de 3D sem óculos, que estamos desenvolvendo. Deveremos ter um teste decente até o fim de julho. Outros projetos que já estão encaminhados: Mensageiro, filme de terror adulto que deve ser rodado entre 2011 e 2012; e Aventuras Subjetivas – A Ampulheta Dimensional, um filme de aventura com conceito original. Em 2012 ou 2013 pretendo rodar meu primeiro longa todo falado em inglês, com atores internacionais. O nome do filme é Space Opera, e será todo em 3D sem óculos. Estes são os planos já em andamento. Rodamos agora uma cena piloto para uma série de TV em animação usando a técnica da rotoscopia. A série se chamará Kcrisis e estamos em processo de negociação ainda.

O que acha da produção cinematográfica em Brasília atualmente?

Acho que é muito rica e forte nos curtas metragens. Acho que nos quesito longas precisamos melhorar muito. Produzir mais e finalizar mais rapidamente. Precisamos profissionalizar o cinema local. Mas este é um problema não só de Brasília, raros filmes nacionais funcionam como produção profissional.

Principais festivais e / ou premiações que participou / ganhou.
O Fobia foi praticamente selecionado em todos festivais em que foi inscrito. Estava na mostra principal dos curtas 16mm do Festival de Brasília de 2003. Foi selecionado para a mostra principal no Festival Universitário do Rio. Foi selecionado para a Mostra Internacional de curtas de São Paulo e foi premiado como segundo lugar do júri popular no CineEsquemaNovo 2004 de Porto Alegre. Além disso recebeu o prêmio de melhor figurino e menções honrosas do Correio Braziliense para melhor ator e melhor direçao de arte no Prêmio ABCV 2004. O filme teve grande repercussão por onde passou. O Sindrome de Pinocchio, meu segundo longa, estava na lista entre os 10 pré-concorrentes ao Oscar 2010. O filme também foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Apesar de ter entrado em cartaz por 20 dias em abril de 2009 com apoio da Vivo, o filme começou agora suas inscrições em festivais, principalmente internacionais, e está com uma nova versão, a definitiva, chamada Sindrome de Pinocchio – Director’s Cut. O filme deve voltar em cartaz agora em maio, pelo menos em Brasília e talvez no Rio de Janeiro também. O filme Vide O Galeno passou em exibição especial no FIC Brasília 2006. O Sindrome (a nova versão), o Vide O Galeno e o meu curta Centelha foram selecionados para a Mostra do Sesc do cinema brasileiro. O Sindrome foi exibido em Full HD pela primeira vez. (a nova versão é em 2K, então nada de ser exibido na qualidade total ainda).

Fala um pouco sobre o 3D sem óculos. Tem previsão de data para ser lançada? Quem está desenvolvendo?

Tem sim. pelo menos nossa tecnologia sai junto com o longa metragem Pequeno Vidro de Imaginação, em algumas cenas apenas, pela extrema dificuldade ainda de se rodar. Planejamos rodar o Space Opera em 2012/2013 totalmente em 3D sem óculos. Este filme deve demorar bem mais tempo que os outros para ser finalizado. o video do youtube é apenas um primeiro pre-teste. Lá o 3D sem óculos funciona para a camera, comos e fosse um olho nu, e não para nós ainda. Foi a prova de que esta tecnologia dará a sensação 3D mesmo para quem só enxerga com um olho. Não sei se você lembra do vídeo, mas enquanto a camera mexe, tanto de leve como mais bruscamente, temos a impressão de um túnel, e de as bolas brancas se movimentarem dando a impressão de profundidade e movimento com ela. Então, aquilo na tela não é um video em 3 dimensões, é uma imagem estática em 2 dimensões. Ao se mexer para frente e para trás, parece que as bolas de trás se distanciam ou se aproximam das da frente. Realmente, para quem só viu este pre-teste não tem como entender, seria interessante ver a imagem utilizada. Eu criei a imagem no computador. Assim que as câmeras voltarem do conserto vamos preparar testes decentes do 3D sem óculos. 

Eu com o engenheiro da I-MAGE, Felipe Borges, colocamos no papel e na física e vimos que teoricamente vai funcionar de forma impressionante. A primeira experiência poderá ser incômoda, levando alguns a vomitar, mas logo todos se acostumam, assim como as novidades visuais do passado. Na I-MAGE, nosso grupo de produção, temos subdivisões, que são a Movimento – para produção de arte, figurino e maquiagem ; MidiSounds – para desenho de som, finalização em 5.1 e efeitos sonoros; e o Studio OnFire – responsável pela finalização de imagem, efeitos especiais E desenvolvimento de novas tecnologias de cinema. O Studio OnFire está cuidando do desenvolvimento de tecnologias para cinema e Tv em 3D com e sem óculos ( estamos inclusive melhorando a percepção de cores com o óculos Cyan-Red, que já até descobrimos como usa-lo com cores fiéis) . O objetivo é dispensar salas, projeções ou TVs especiais para isso. Com o 3D sem óculos, sem o nome oficial que terá ainda, queremos dispensar inclusive qualquer parafernália presa ao corpo do espectador. Acho que o cinema 3D só tem futuro se dispensar os óculos. Empresas e estúdios grandes estão também desenvolvendo cinema e TV 3D sem óculos, mas estão investindo em parafernália cara tecnológica, como telas especiais, projetores especiais e TVs especiais que custam o olho da cara. A percepção em profundidade, ou em 3D, é um truque, uma ilusão. Nós não vemos realmente em 3D, nós vemos em 2 x 2D, em que o olho master nos passa 90% da imagem e olho de apoio só serve para referencia de coordenadas de outro ângulo dos objetos no espaço. Ele contribui um pouco apenas para a imagem. Lá no nosso cérebro que se cria a ilusão da terceira dimensão para nos auxiliar na orientação. Sabendo-se que a impressão 3D é uma ilusão, não precisamos de super telas, podemos fazer como o óculos até agora fez, com as facilidades do cinema digital (o que era impossivel com a pelicula): filmar e finalizar de formas especificas para enganar o cerebro e faze-lo funcionar tal como faz com as coordenadas. O interessante é que também não precisamos de 2 olhos para perceber a profundidade. Basta nos movermos um pouco com um olho só para o cérebro somar 2 coordenadas e nos dar o sentido de 3 dimensões, de movimentação no espaço. Por isso este 3D será mais acessível. Agora não posso contar mais senão entrego a tecnologia, nosso grande segredo e trunfo.

#810-O preço da traição

Dirigido pelo egípcio Atom Egoyan, O preço da traição é uma refilmagem do longa francês Nathalie X. O filme fará muitas pessoas ciumentas se identificarem com a personagem Catherine Stewart (interpretada por Julianne Moore, de Ensaio sobre a cegueira, Filhos da esperança), que é uma ginecologista que não suspeita que o marido seja infiel.

As constantes viagens que David Stewart (Liam Neeson, de Busca implacável, Batman Begins, As crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian) faz por causa do trabalho como professor de música fazem com que Catherine desconfie de possíveis traições. Até então ela estava com um casamento bastante sólido, formando uma família com o marido e o filho adolescente Michael (Max Thieriot, de Jumper). Mas a pulga atrás da orelha incomodou a médica a ponto dela ter um plano para tentar descobrir a verdade.
O preco da traicao
Pegação

Ela faz uma proposta para Chloe (Amanda Seyfried, de Garota infernal, Conversando com os mortos e Meninas malvadas), uma jovem e belíssima prostituta. Só que aos poucos toda a situação foge do controle, tomando rumos bem diferentes do que a esposa desconfiada poderia imaginar. Como todo thriller erótico que se preze, O preço da traição é sensual e picante. Amanda nunca esteve tão bonita e hipnotiza com aquele par de olhos imensos e voluptuosos.
O preco da traicao
Safadeeenha!


Apesar de ter uma cara daqueles filmecos que passam no domingo de noite, é um boa película. O roteiro assinado por Erin Cressida Wilson (do ótimo Secretária) se desenvolve de forma segura, prendendo o interesse mesmo sem provocar muitas expectativas. Grande parte do sucesso da produção está no elenco competente, embora Julianne Moore consiga viver personagens mais ricos.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme O preço da traição?

Chloe (EUA / Canadá / França, 2009) Dirigido por Atom Egoyan. Com Julianne Moore, Liam Neeson, Amanda Seyfried, Max Thieriot, R.H. Thomson, Nina Dobrev, Mishu Vellani, Julie Khaner, Laura DeCarteret…

Leia aqui o Daiblog Especial – O preço da traição, com diversas informações sobre a produção do filme.

Veja aqui o trailer do filme O preço da traição legendado em português:

Cinema Especial – O preço da traição

Para elaborar o roteiro que conta uma atraente e instigante intriga erótica, o produtor Ivan Reitman entrou em contato com Erin Cressida Wilson, que já havia trabalhado no roteiro de Secretary and Fur: An Imaginary Portrait of Diane Arbus; um trabalho profundamente admirado pelos produtores. “São roteiros maravilhosos”, conta Reitman. “Particularmente, o de ‘Secretária’ que continha o tipo de erotismo irônico e incomum que achei ser ideal também para esse filme”. Eles começaram a parceria que já dura quatro anos. “A grande piada é que comecei a escrever esse filme quando eu era a Chloe e agora sou a Catherine; esse foi o tempo que levou para ser escrito”, conta Wilson, dando uma risada, no set, em Toronto. “Esses personagens ainda me causam grande fascinação”.

Na primavera de 2007, Reitman mandou o roteiro para seu amigo, o cineasta canadense Atom Egoyan. “Nós abordamos o Atom para assumir a direção do filme porque, filosoficamente, há muita coisa nessa história que ele já abordou antes, em seus próprios filmes. Decididamente há uma forte ligação entre os trabalhos dele e CHLOE”, explica Reitman. De fato, há fatores em comum que também estão presentes em vários trabalhos de Egoyan: personagens ricos e complexos, a dinâmica da família; as diferenças entre o que é aparente e o que é realidade, e a natureza subjetiva da verdade. Tudo isso está entremeado ao longo do roteiro de CHLOE. No entanto, ao contrário de seus roteiros, essa é uma história linear. CHLOE representa o primeiro dos treze filmes já indicado ao Oscar que o próprio Egoyan não escreveu.
O preco da traicao
Ao receber o roteiro, Egoyan teve seu interesse despertado em vários níveis. “Estou muito interessado no processo da narração da história, e na forma como as pessoas a contam, narrando suas próprias vidas, e CHLOE é realmente um exame maravilhoso, nesse sentido”, conta Egoyan. “Fiquei simplesmente radiante ao receber o roteiro, porque finalmente foi uma chance de trabalhar com Erin – sou um grande fã dela, desde suas atuações em peças de teatro e histórias eróticas; e, é claro, o fato dessa chance ter surgido através de Ivan Reitman, por quem tenho profundo respeito. Isso foi maravihoso…”
O preco da traicao
Algumas visões do diretor Atom Egoyan, sobre CHLOE

Em primeiro lugar, CHLOE lida com a natureza da intimidade. Mas eu acho que o filme é essencialmente sobre aquilo que buscamos em um relacionamento – ver outra pessoa como gostaríamos de ser vistos e a idéia de proteger o direito que a outra pessoa tem de estar sozinha, de proteger sua solidão. Segundo Rilke escreveu, como parceiro, a pessoa tem o papel de proteger a vontade que o outro tem de estar só, no entanto, há um equilíbrio entre isso e a perda de alguém. Para mim, o filme é a respeito disso – como nos permitimos imaginar e fazer parte de um relacionamento.

Em qualquer relacionamento amoroso, você precisa se projetar, mas se não estiver plenamente consciente do que a outra pessoa pensa, as coisas podem tomar um rumo muito perigoso, até explosivo. É com esse território que o filme lida – tanto em relação à idéia convencional do casamento, quanto ao casamento inesperado, entre duas almas que estão em busca de algo que passam a acreditar terem encontrado uma na outra.
O preco da traicao
E, de algumas maneiras, o filme também aborda a necessidade e o perigo da interpretação criativa do ser. No fim das contas, todos nós precisamos acreditar em certas histórias ou narrativas sobre nós mesmos. Todos nós precisamos sentir que temos algum controle na forma como essa narrativa evolui, embora talvez não possamos controlar as variáveis, pois não temos como prever todos os fatores emocionais que acabam entrando em jogo. Sempre há uma variável quando se lida com seres humanos. Somos almas inacreditavelmente complexas e sensíveis, e independentemente da forma como você acha que um relacionamento funciona, seus parâmetros sempre podem evoluir – portanto, precisamos investir em outras pessoas; temos que nos apaixonar, mas também necessitamos nos equipar da compreensão de quanto as pessoas são frágeis. Se não o fizermos, certamente haverá conseqüências.
O preco da traicao
Sobre a produção

CHLOE foi filmado em Toronto, ao longo de 37 dias, de fevereiro a março de 2009. Embora a autora Erin Cressida Wilson originalmente tenha ambientado a história em sua cidade natal de São Francisco, uma vez que Egoyan se envolveu no projeto, ele persuadiu os produtores a transferirem as locações para Toronto. O produtor Joe Medjuck, que morou em Toronto por 15 anos e que chegou a dar aulas para Egoyan na Universidade de Toronto, conta: “Nós realmente adoramos a retratação de Toronto feita por Atom em Exotica e já que o filme poderia ser filmado em um centro urbano, nós pensamos, ‘Ora, por que não em Toronto, uma cidade que Atom compreende intimamente e onde ele poderia trabalhar com sua própria equipe”. A equipe de Egoyan inclui colaboradores de longa data como o premiado diretor de fotografia Paul Sarossy e o designer de produção Phillip Barker.
O preco da traicao
A Cidade de Toronto tem uma presença muito forte no filme – desde os restaurantes, que incluem o Café Diplomatico e o The Rivoli; até locações como os hotéis The Windsor Arms e The Fairmont Royal York; passando por cenários de fundo como a CN Tower, a Art Gallery of Ontario, projetada por Frank Ghery e o Ontario College of Art, projetado por Will Alsop – que também passaram a ter papéis importantes no filme. “O aspecto mais inacreditável de CHLOE é o fato de estarmos desfrutando e celebrando Toronto e aproveitando todas as oportunidades de homenagear locais específicos”, conta Sarossy, muito entusiasmado. “Como cineastas, estamos freqüentemente rodando filmes que fazem a cidade se passar por outra, transformando Toronto em Nova York, Chicago, ou qualquer outra cidade, exceto a própria Toronto, portanto, essa foi uma maravilhosa oportunidade de apresentar a cidade e nós desfrutamos dessa liberdade ao contarmos a história”.
O preco da traicao
Egoyan ficou muito entusiasmado com a possibilidade de mostrar a cidade. “O que mais me empolga, tanto quanto escolher esses atores fenomenais, é enraizar a história numa cidade que conheço tão bem”, explica ele. “Focar nessa época do ano, quando estamos saindo do inverno e aguardando a primavera, junto com nossa escolha de locações, visualmente explica a idéia de que as pessoas estejam tentando encontrar lugares para se protegerem do exterior tão brutal. As pessoas tentam se abrigar em áreas onde não estão expostas, ou onde se sentem protegidas, o que se torna uma metáfora da própria história, já que elas estão fazendo exatamente isso, em seus relacionamentos retratados no filme, portanto, acaba ficando bem interessante ter um estilo visual que também transmite a idéia de abrigo”.
O preco da traicao
Com um consultório no charmoso bairro de Yorkville, em Toronto, e sendo freqüentadora assídua dos salões de chá e restaurantes e bares de hotéis de luxo, o mundo de Catherine e local de apostas de Chloe sugerem um certo glamour. Essa sensação tende a se esvaecer, à medida que a história segue em direção à casa de Stewart.

A “Ravine House”, em Toronto, construída pela arquiteta Drew Mandel foi escolhida para abrigar o lar da família Stewart. A casa apresenta uma série de cubos de vidro que pendem sobre uma floresta de ravina. Ela serviu como o cenário para inúmeras partes cruciais do filme, mas a suíte máster foi redesenhada pelo designer de produção Phillip Barker. O design de Barker se manteve fiel ao projeto conceitual da casa e sua estética, e incluiu obras de arte dos artistas canadenses Ed Burtynsky e Joanne Tod.
O preco da traicao
A arquiteta Mandel visitou o set de filmagens em inúmeras ocasiões. “Fico honrada que a casa esteja sendo utilizada como um fator chave nesse filme. É como se eu tivesse secretamente colaborado com Atom e Philip”.

#809-Homem de ferro 2

Existem muitos filmes baseados em histórias em quadrinhos da Marvel Comics, uma das principais produtoras de quadrinhos dos Estados Unidos. Algumas dessas adaptações rendem filmes excelentes (X-Men, Homem-Aranha…) e alguns que nem deveriam existir (Elektra, Motoqueiro fantasma…). Mas os fracassos são mais numerosos que os sucessos. Tendo isso em mente, em 2008, a Marvel abriu a Marvel Studios, seu próprio estúdio de cinema. Isso que dizer que agora a Marvel é responsável pelos próprios filme. E isso é bom? Sim, isso é ótimo. Começando com o sucesso de Homem de Ferro em 2008, a Marvel criou uma grande expectativa para a continuação. E ela conseguiu superar? Isso é o que veremos.

No filme anterior, Tony Stark (Robert Downey Jr., de Sherlock Holmes) contou para o mundo todo que era o Homem de Ferro, então precisa sofrer as conseqüências. Se por um lado ele está mais famoso do que nunca, por outro sofre pressão do governo americano, que enxerga o Homem de Ferro como uma ameaça e decide confiscá-la. Enquanto Tony passa por problemas com o governo, sua relação com a secretária Pepper Potts (Gwyneth Paltrow, de Amantes) ganha novos rumos e seu amigo Jim Rhodes (Don Cheadle, substituindo brilhantemente Terrence Howards) fica dividido entre o exército e sua amizade com Tony.
Homem de ferro 2
 Os novos vilões da película são o concorrente de Stark, Justin Hammer (Sam Rockwell) e o russo Ivan Vanko (Mickey Rourke, de Coração satânico) – o Chicote Negro dos quadrinhos, que de alguma forma está ligado ao passado de Stark. Do lado dos aliados, temos Nick Fury (Samuel L. Jackson, de A farsa dos pinguins, 1408), o Diretor da S.H.I.E.L.D. e a espiã Viúva Negra (Scarlett Johansson, de Vicky Cristina Barcelona, Match point – Ponto final, A ilha, O grande truque, Em boa companhia, Ele não está tão a fim de você, O diário de uma babá).
Homem de ferro 2
O principal mérito do filme são os personagens, com destaque para Robert Downey Jr. Sem dúvida, Tony Stark é o melhor papel da carreira do ator. Ele está simplesmente solto, talvez seja pela semelhança do personagem com a vida real dele, mas de um jeito ou de outro, você nem sente falta de cenas de ação no filme. O principal não é o Homem de Ferro e sim Tony Stark. Gwyneth Paltrow, que geralmente é uma atriz ruinzinha, aqui está surpreendentemente bem. Mickey Rourke está igualmente excelente. Nem faz muito sentido analisar um por um, porque todos os atores estão a vontade com seus papéis, e o público consegue notar. As cenas de ação são excelentes, com destaque para a invasão da Viúva Negra e o ataque do Chicote Negro na pista de corrida de Mônaco.
Homem de ferro 2
Agora, o nerd que existe dentro de mim vai tomar conta. O principal ponto positivo da Marvel ter tomado conta dos próprios filmes é que agora ela tem todo um universo de heróis para utilizar. Sim, estou falando dos Vingadores, a liga da justiça da Marvel. Se no primeiro Homem de Ferro tínhamos apenas sugestões, nesse filme tudo é dito abertamente. Existe menção ao filme do Hulk, ao Capitão América (inclusive o escudo dele é usado em uma cena engraçadíssima), também ao Thor. Tudo isso vai culminar no filme da super equipe em 2012.
Homem de ferro 2
Sim, Homem de Ferro 2 é infinitamente superior ao longa original de 2008, que já era excelente. Nesse filme, tudo contribui para desempenho geral. Direção, trilha sonora, atuação, tudo. Não posso deixar de mencionar também a excelente direção de Jon Favreau (Surpresas do amor, Encontro de casais, Eu te amo, cara), que ainda atua como o guarda costas Happy Hogan. No geral, assista Homem de Ferro 2.

Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme Homem de ferro 2?

Iron Man 2 (EUA, 2010) Dirigido por Jon Favreau. Com Robert Downey Jr, Don Cheadle, Scarlett Johansson, Gwyneth Paltrow, Sam Rockwell, Mickey Rourke, Samuel L. Jackson, Clark Gregg, John Slattery, Jon Favreau, Paul Bettany…

Veja aqui o trailer do filme Homem de ferro 2 legendado em português:

O fada do dente é lançado em dvd e blu-ray

Após arrancar não somente os dentes, mas também risadas e suspiros, O Fada do Dente chega às locadoras brasileiras em DVD e Blu-ray, em 12 de maio. A comédia, dirigida por Michael Lembeck (do seriado Friends e Mad About You), foi elogiada pela crítica, principalmente por ser uma história infantil com uma mensagem simples e importante para todos: nunca deixar de sonhar.

Histórias sobre a Fada do Dente circulam entre os povos desde o início do século XX, embora ninguém saiba sua origem exata. Tudo que se conhece é que, ao cair um dente de leite de uma criança, o mesmo é colocado sob o travesseiro e à noite a Fada virá trocar por uma moeda ou um presente.

Daiblog
Porém, esse belo e legendário mito chega ao fim para uma criança de seis anos assim que ela vê o jogador de hóquei Derek Thompson (Dwayne Johnson) em cena. Acontece que Thompson é conhecido por arrancar o dente de seus adversários em jogo, ganhando assim o apelido de Fada do Dente. Sentenciado pelo Reino das Fadas a cumprir uma semana de trabalho forçado como uma verdadeira fada por desiludir a menina, o jogador vai descobrir que existem sonhos por trás de um valentão.

Daiblog Quer ver o filme O fada do dente?

Ficha técnica
Áudio, Legendas e Menu Inglês, Espanhol, Português
Formato de Tela widescreen / 1.85:1 / anamórfico
Duração 101 minutos
Data de lançamento 12 de maio

Clique aqui para ler a crítica do filme O fada do dente. E veja aqui o Daiblog Especial – O fada do dente.

Grande terremoto em Tokyo magnitude 8.0

As animações japonesas (animes) ganharam seu espaço no mundo pela incrível qualidade. A viagem de Chihiro, por exemplo, levou um Oscar e o Urso de Ouro do Festival de Berlim, além de outros prêmios. Por isso que o Daiblog a partir de hoje terá um espaço reservado para essas produções, que se destacam pela variedade dos temas.

Alguns animes já foram comentados aqui anteriormente como O castelo animadoElfen lied, Paranoia Agent, Paprika, Boogiepop phantom, entre outros. A partir de hoje teremos textos da colaboradora Isis, enfermeira que mora em Marília (interior de São Paulo) e é apaixonada pelas artes. Ela gosta de fotografar, tocar teclado e hoje escreveu sobre um dramático anime-catastrófe. Confira:

*por Isis Yoshino

“Baseada em inúmeras pesquisas e comprovações, esta obra de ficção retrata um cenário em que Tóquio é atingida por um grande terremoto. Em busca de um maior realismo, muitas simulações foram concebidas para criar esta história. Entretanto, circunstâncias de um evento real podem ser diferentes”.

Essa é a informação que surge na série Tokyo magnitude 8.0 já em seu primeiro episódio. A animação aborda de forma realista o que aconteceria na capital do Japão se houvesse um terremoto de grande magnitude. Produzido pelo estúdio Bones, dirigido por Tachibana Masaki e com roteiro de Takahashi Natsuko, o anime totaliza 11 episódios com ótimos efeitos e qualidade gráfica.

Tokyo magnitude 8.0

Agora uma relação dos personagens: Mirai Onozawa (dublagem: Hanamura Satomi) – A irmã mais velha. Uma estudante ginasial e egoísta. Sofre com a tragédia e culpa a família e irmão. Ao longo da série, a personagem vai amadurecendo e dando mais valor à família.
Yuuki Onozawa (dublagem: Kobayashi Yumiko) – O irmão mais novo. Uma criança animada, otimista. Sempre tenta animar sua irmã. Mari Kusakabe (dublagem: Kaida Yuko) – Entregadora. Uma pessoa caridosa e sempre disposta a ajudar. Acompanha os irmãos a voltarem para casa. Mãe solteira, tem uma filha pequena que pouco vê em função do seu trabalho e sustento.

Tokyo magnitude 8.0

O anime conta a história de Mirai que vai a Odaiba, uma ilha artificial de Tóquio, para um evento de robôs a pedido de seu irmão Yuuki durante suas férias de verão. Durante o passeio acontece um terremoto destruindo grandes estruturas como a Torre de Tóquio. A cidade torna-se um caos: os telefones estão mudos, rodovias interditadas e sem transporte público.

Tokyo magnitude 8.0

Os irmãos tentam receber notícias de seus pais e voltar para casa. Em meio a essa tragédia, recebem ajuda de Mari, uma entregadora também a procura de notícias da família. Durante a volta para casa, os personagens se deparam com várias situações e pessoas, ouvindo suas histórias e como estão lidando com a situação.

Tokyo magnitude 8.0

Com um final emocionante, podendo arrancar lágrimas do público, a série chama atenção pela sua temática. Vale a pena assistir e conferir essa obra. A série conta como músicas-tema Kimi no uta (interpretada pela banda Abingdon Boys School) e M/elody (da cantora Shion Tsuji).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Tôkyô magunichûdo 8.0 (Japão, 2009) Dirigido por Tachibana Masaki. Com Satomi Hanamura, Yumiko Kobayashi, Christel Takigawa, Yûko Kaida, Shinya Hamazoe…

Veja aqui o trailer da série Tokyo magnitude 8.0: