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Cine Brasília recebe o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos
Até domingo, o Cine Brasília receberá a 3ª edição Nacional e 12ª Internacional do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. Ao todo, 420 produções foram inscritas para a mostra. O Festival acontece simultaneamente em mais de 100 cidades de 20 países e tem como característica trabalhos com, no máximo, três minutos de duração (exceto título e créditos).
Mostra-te Brasília
Projeto Nome
Palavras de Mulheres
· Mostra-te Brasília
· Prêmio do Júri Popular
Os vencedores das categorias Melhor Filme e “Mostra-te Brasília” receberão R$ 10 mil cada para locação de equipamentos na Moviecenter. O Festival Internacional de Filmes Curtíssimos tem apoio da Secretaria de Cultura do DF, Espaço Cultural da 508 Sul – Renato Russo, Embaixada da França, Organização dos Estados Ibero Americanos, Moviecenter, Fundo Nacional da Cultura (FNC) e Ministério da Cultura (Minc).
Confira a programação:
Sábado 08/05
15h – Reprise da Programação Nacional e Internacional do dia 07/05
17h – Mostra “Palavras de Mulheres” (Internacional)
18h – Projeto Nome
20h – Seleção Nacional e Mostra-te Brasília e Programação Seleção Internacional (Parte II)
Domingo 09/05
15h – Reprise da Programação Nacional e Internacional do dia 08/05
17h – Mostra Paralela “Palavras de Mulheres”
18h – Reprise Projeto Nome
20h – Programação Seleção Internacional (Parte III) e Premiação Nacional e Local
Segunda-feira 10/05
10h – Mostra Especial para alunos da Escola Parque
Espaço Multimídia
15h às 20h (07, 08 e 09 de maio)
– Mostra Internacional e Nacional Edição Festival Internacional de Filmes Curtissimos edição de 2009
– Mostra dos filmes resultantes do projeto de sensibilização do olhar da Escola Parque 308 Sul. Projeção do filme, Entrada Franca realizado pelos estudantes do Ensino Médio na edição de 2009 (Oficina Formação de Olhar).
#807-A cidade das crianças
Todo menino (e até mesmo adolescente) pensa em fugir de casa ou se ver longe dos pais, principalmente depois de uma briga. Para os pequenos, os adultos são vistos como criadores de regras. Mas o que aconteceria se as crianças fossem livres para fazerem o que quisessem? É exatamente isso que mostra A cidade das crianças, produção francesa que parece ser uma mistura de O senhor das moscas com O fabuloso destino de Amelié Poulain.
O roteiro mostra a pitoresca cidade de Timpelbach, que sofre com um sério problema: a má educação da gurizada. Sem respeitar os pais, eles atrapalham o desenvolvimento de todo o lugar, o que faz com que o prefeito tenha uma ideia inusitada: desaparecer. Todos os parentes aprovam e, da noite para o dia, a cidade amanhece sem nenhum adulto sequer. E agora?

O herói andrógino
O plano original foi concebido para dar uma lição e provar para os pequenos que eles precisam respeitar os mais velhos. Só que um imprevisto acontece e os adultos ficam impossibilitados de voltar para casa. Por isso em Timpelbach a pirralhada cria as próprias leis e se divide em grupos rivais. Times que podem ser considerados os anjinhos e os travessos.

Batalha infantil em Timpelbach
A aventura possui um visual muito bonito, com um cuidado notável na fotografia e nos figurinos. O resultado é um filme leve e bem produzido. É uma boa opção para crianças, pois parece um desenho animado com atores reais. As interpretações e os personagens são bem caricatos e um tom surreal (típico de animações infantis) é constante durante a projeção. O longa foi criticado pelas semelhanças com Harry Potter e com as obras do diretor Jean-Pierre Jeunet (por isso a comparação com a estética de Amelié Poulain).
Cotação do Daiblog: 


Quer ver o filme A cidade das crianças?
Les enfants de Timpelbach (França / Luxemburgo, 2008) Dirigido por Nicolas Bary. Com Raphaël Katz, Adèle Exarchopoulos, Léo Legrand, Baptiste Bétoulaud, Martin Jobert, Lola Créton, Léo Paget, Ilona Bachelier, Julien Dubois…
Veja aqui o trailer do filme A cidade das crianças legendado em português:
Cinema Especial – A hora do pesadelo
“Freddy Krueger é o famoso bicho-papão. Ele é o pior pesadelo de qualquer pessoa, aquele das histórias que contamos quando estamos acampando”, diz Haley, que injeta nova vida em Freddy Krueger em “A Hora do Pesadelo”.
Lançado em 1984, o filme de baixo orçamento, protagonizado por Robert Englund, transformou-se numa sensação no mundo todo. A New Line Cinema o apelidou carinhosamente de “A Casa que Freddy Construiu”, e lançou várias sequências.
Os roteiristas Wesley Strick e Eric Heisserer tomaram o filme de 1984 dirigido por Craven como ponto de partida, mas evoluíram as ideias, explorando psicologicamente elementos do personagem Freddy Krueger. “Tentando escrever para Fred de uma forma nova, acabei voltando a Pied Piper, que puniu uma cidade levando embora todas as crianças”, diz Strick.
#806-Curtas (25)
Ensaio, o primeiro filme, é estrelado por Andréa Beltão (de Verônica), que interpreta uma mãe que quer que o filho diga que a ama. Todo o curta é visto sob o ponto de vista do pequeno Bruno, que possui uma profunda angústia quando o assunto é expressar seu amor. Um curta bem emocionante.Os outros curtas são documentários. Clarita é um tocante relato de uma filha que narra a vida da mãe com mal de Alzheimer. O filme mostra os estágios da doença e faz pensar sobre a vida e a condição materna. Laura Cardoso participa nas dramatizações do curta. Por fim, Cartas da mãe é um documentário sobre o cartunista Henfil. Todos recomendados!
Ensaio
Uma história de amor e carinho entre mãe e filho. Tudo o que Marina quer é ouvir Bruno, seu filho de 9 anos, dizer que a ama. Tudo o que ele quer é conseguir dizer isso a ela. Na comemoração que a escola está preparando para o Dia das Mães, Bruno vai fazer de tudo para atender às expectativas da mãe. Só que seu discurso vai surpreender mais do que se esperava.
Ensaio (Brasil, 2006) Dirigido por Marcio Salem. Com Andréa Beltrão, Rafael Miguel, Roberta Rodriguez
Clarita
Um sensível retrato do Mal de Alzheimer. Com Laura Cardoso, vencedora do Prêmio de Melhor Atriz do Festival de Gramado 2008.
Clarita (Brasil, 2007) Dirigido por Thereza Jessouroun.
Cartas da mãe
Cartas da mãe é uma crônica sobre o Brasil dos últimos 30 anos contada através das cartas que o cartunista Henfil (1944/1988) escreveu para sua mãe, Dona Maria. Estas cartas, publicadas em livros e jornais, são lidas pelo ator e diretor Antônio Abujamra enquanto desfilam imagens do Brasil contemporâneo. Política, cultura, amigos e amor são alguns dos temas que elas evocam, criando um diálogo entre o passado recente do Brasil e nossa situação atual. Artistas, políticos e amigos de Henfil, entre eles o atual Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o escritor Luis Fernando Veríssimo, os cartunistas Angeli e Laerte e o jornalista Zuenir Ventura, falam sobre a trajetória do cartunista dos anos da ditadura militar até sua morte. Animações inéditas de seus cartuns complementam o documentário.
Cartas da mãe (Brasil, 2003) Dirigido por Fernando Kinas, Marina Willer.
Perfil – Julie Andrews
Julie Andrews é uma querida e aclamada estrela dos palcos, do cinema e da televisão há mais de meio século. Ela já era uma lenda da Broadway quando estreou no cinema em Mary Poppins. Sua notável atuação no papel que dá título ao filme, o da mágica babá, rendeu-lhe um Oscar, um Globo de Ouro e um BAFTA. No ano seguinte, foi indicada ao Oscar pela segunda vez e ganhou outro Globo de Ouro pelo duplo papel em Vitor ou Vitória?.
O público jovem de hoje em dia deve estar mais familiarizado com Andrews como uma rainha tentando treinar sua neta adolescente para ser uma princesa, no sucesso O Diário da Princesa e em sua sequência, O Diário da Princesa 2. Andrews também emprestou a voz à personagem rainha Lilian nos sucessos de bilheteria Shrek 2 e Shrek Terceiro. Mais recentemente, ela emprestou a voz para o bem-sucedido lançamento da Disney, Encantada. Em 2010, Andrews vai adicionar ao seu currículo, além de O Fada do Dente, Shrek Forever After e Meu Malvado Favorito.
Seus filmes mais antigos incluem Não Podes Comprar o Meu Amor, Havaí, Positivamente Millie, Star!, Lili, Minha Adorável Espiã e Mulher Nota 10, citando apenas alguns.
Andrews nasceu e foi criada na Inglaterra, onde ficou famosa como uma jovem artista na música, no palco e no rádio. Ela ainda era uma adolescente quando cruzou o Atlântico para chegar à Broadway, onde fez sua estréia, em 1953, no musical O Namoradinho. Em seguida, deu vida à personagem Eliza Doolittle no musical da Broadway Minha Bela Dama, de Lerner e Loewe, que se tornou instantaneamente um clássico, além de ter sido o que permaneceu por mais tempo em cartaz na sua época. Andrews também ganhou um New York Drama Critics Award e foi indicada ao Tony Award pela atuação. Ela foi indicada ao Tony Award novamente em 1961, ao interpretar a rainha Guinevere no musical de Lerner e Loewe, Camelot. Trinta e cinco anos depois, Andrews retornou à Broadway para estrelar a adaptação para o teatro de Vitor ou Vitória?. A carreira de Andrews fechou um ciclo quando ela dirigiu uma versão de O Namoradinho, em 2005, que saiu em turnê pela América do Norte.

Julie também foi reconhecida por seu trabalho na televisão, que teve início em 1957, com o papel-título de Cinderella, de Rodgers e Hammerstein, trabalho que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Posteriormente, ela ganhou um Emmy por sua própria série musical, The Julie Andrews Hour, e também foi indicada ao Emmy por Julie and Carol at Lincoln Center, com sua amiga Carol Burnett, e pela atuação no especial Sounds of Christmas. Seus filmes mais recentes na televisão são One Special Night, com o amigo James Garner, Eloise at the Plaza e Eloise at Christmastime. Ela contracenou com Christopher Plummer na produção ao vivo da CBS On Golden Pound.
Andrews, uma já consagrada autora (Mandy, de 1971; The Last of The Really Great Whangdoodles, de 1974), uniu seu talento ao da filha, Emma Walton Hamilton, para publicar livros dedicados a estimular a imaginação de crianças e jovens leitores. The Julie Andrews Collection foi lançada em outubro de 2003. Ela publicou mais de 24 livros depois disso, incluindo Little Bo, a franquia Dumpy The Dump Truck, The Great American Mousical, Thanks to You, Someone’s Gift e The Julie Andrews Collection of Songs, Poems and Lullabies. O último, publicado em outubro de 2009, é uma mistura dos poemas, das músicas e das canções de ninar preferidos de Julie e Emma, juntamente com as pinturas de James McMullan. O livro traz clássicos queridos e sucessos atuais de Robert Frost, Emily Dickinson, Jack Prelutsky, Shel Silverstein, Rodgers e Hammerstein, entre outros. Home – A Memoir of My Early Years, a autobiografia de Andrews, recebeu boas críticas e imediatamente alcançou o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times, assim como outras diversas listas de prestígio nos EUA e ao redor do mundo.

Além de seu trabalho nos palcos e nas telas, Andrews dedicou a vida à família e a causas importantes, incluindo a Operation USA, organização internacional pela qual viajou a diversos países, como Vietnã e Camboja. De 1992 a 2006, ela foi a Embaixadora da Boa Vontade do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), o qual fornece suporte financeiro e técnico para mulheres de baixa renda nos países em desenvolvimento.
Andrews foi condecorada Dama do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II na véspera do Ano Novo de 1999. Ela também foi homenageada no Kennedy Center em 2001.
#805-Caso 39
A carreira de Renée Zellweger (Bee movie – A história de uma abelha) parecia ser muito promissora, mas é importante para uma atriz escolher bem os papéis que vai interpretar. Caso 39, por exemplo, foi uma péssima escolha. O filme não apresenta nenhuma novidade e a artista (que já recebeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante por Cold mountain), derrapa como tudo e todos neste suspense sobrenatural com cara de já-vi-isso-antes.Dirigido por Christian Alvart (que depois dirigiu Pandorum), o longa-metragem mostra a vida da bondosa Emily Jenkins (Zellweger), uma mulher que trabalha no serviço social cuidando dos diversos casos de abusos contra crianças. Na vida sentimental ela enrola um relacionamento não muito resolvido com o psicólogo Douglas J. Ames (Bradley Cooper, de Se beber não case, O último trem, Idas e vindas do amor, Ele não está tão a fim de você, Sim senhor). Ele é apaixonado por ela, mas Emily só quer se dedicar ao trabalho.
Acaba que no final das contas Emily consegue adotar a garota. É aí que ela descobre que realmente existe algo de esquisito com a pequena. O roteiro de Ray Wright (Pulse) começa bem, de forma segura. Mas depois não consegue fugir de todos os clichês do gênero e, para piorar, causa constrangimento e riso. E trata-se de um humor não intencional (diferente de Arraste-me para o inferno, por exemplo). Muitos momentos que eram para assustar acabam ficando engraçados.
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| Emily com Medo |
Caso 39 pode agradar quem nunca viu outro filme com crianças sombrias, mas no geral é razoável. O elenco é completado por Ian McShane (Coraline e o mundo secreto, Corrida mortal, Kung fu panda, A bússola de ouro, Scoop – O grande furo, Nemesis game – Jogo assasino), Kerry O’Malley (Fim dos tempos) e Cynthia Stevenson (Garota infernal). Uma curiosidade: o trailer apresenta diversas cenas que não aparecem na versão do cinema!
Já era de se suspeitar a qualidade do filme. Anunciado desde o ano passado, o trailer e pôsteres de Caso 39 apareciam e desapareciam dos cinemas. Ficava a dúvida se seria lançado nas telonas ou iria direto em DVD (e blu-ray agora, é claro). Se você for fã de filmes com meninas sinistras, não tenha dúvidas: espere que já já chega nas locadoras.
Cotação do Daiblog: 

Quer ver o filme Caso39?
Case 39 (EUA / Canadá, 2009) Dirigido por Christian Alvart. Com Renée Zellweger, Jodelle Ferland, Ian McShane, Kerry O’Malley, Callum Keith Rennie, Bradley Cooper, Adrian Lester, Georgia Craig…
Veja aqui o trailer do filme Caso 39 legendado em português:
Cinema Especial – Um olhar do paraíso
Em 2002, um livro surgiu e se tornou um clássico quase instantâneo de nossos tempos, ressoando profundamente entre leitores e críticos mundo afora. Uma Vida Interrompida – Memórias de um Anjo Assassinado, de Alice Sebold, traz uma visão ímpar e muito pessoal da noção de pós-vida. É um conto sobre morte repleto de luz, beleza e esperança. Entre os milhares de leitores imediatamente cativados pela história de Susie Salmon e a busca de sua família por justiça, estava um dos diretores mais criativos da atualidade: Peter Jackson (King Kong), vencedor dos Oscar® de Melhor Diretor, Melhor Filme e Melhor Roteiro por O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI. Quando Jackson ainda estava na pós-produção de O SENHOR DOS ANÉIS: AS DUAS TORRES, leu pela primeira vez o livro de Sebold, dado a ele pelas roteiristas Fran Walsh e Philippa Boyens. “Achei a trama tremendamente forte e evocativa. Aparentemente, ela aborda o maior medo de todos os pais – perder um filho. Mas, por fim, torna-se uma história sobre o poder redentor do amor, e é por isso que acho que tantas pessoas gostam dela”, opina o diretor. Com os direitos de adaptação do livro assegurados, o roteiro de Jackson, Fran e Philippa foi levado à DreamWorks, e Steven Spielberg (Transformers: A vingança dos derrotados; Controle absoluto; Munique; Transformers), vencedor dos Oscar® de Melhor Diretor por O RESGATE DO SOLDADO RYAN e Melhor Diretor e Melhor Filme por A LISTA DE SCHINDLER, uniu-se ao projeto como produtor executivo.
Apesar de UM OLHAR DO PARAÍSO ser repleto de elementos mágicos e surreais, Peter Jackson diz que, no fundo, é a história de uma família que luta para encontrar a forma de amar uns aos outros diante da perda e de um mundo completamente imprevisível. Ele sempre viu os Salmon como a espinha dorsal do enredo e, com a equipe de produção, correu o mundo para encontrar um elenco que desse vida a todos os integrantes da família, com suas fraquezas, necessidades e esperanças. Para a personagem central, Jackson buscava alguém que pudesse não só incorporar a exuberância e inocência de Susie, mas que tivesse também a coragem e habilidade de expor as emoções da menina. Em uma enxurrada de fitas, o teste de Saoirse Ronan (Desejo e reparação) chegou rapidamente ao topo. A produtora Carolynne Cunningham diz: “Era uma fita caseira feita pelo pai dela, também ator, e trazia algo de muito especial. Ele fez uma cena difícil com Saoirse, e no final havia um belo toque do pai simplesmente filmando a filha brincando inocentemente no jardim com seu cachorro. Aquilo tinha alma.” A atriz revela: “O que adorei em interpretar Susie foi que ela era uma adolescente comum, com sonhos e esperanças para o futuro, cheia de vida e amor. E, apesar de ser tirada de sua família, seus sonhos permanecem tão vivos quanto eram, mesmo sendo assombrada pelo pesadelo de seu assassinato.”
#804-O colecionador de corpos
O colecionador de corpos marca a estreia de Marcus Dunstan na direção. Mas de terror ele tem uma certa experiência porque escreveu a história do divertido Banquete no inferno, além de ter sido um dos roteiristas de Jogos mortais 4, Jogos mortais 5 e Jogos mortais 6. E é fácil perceber a influência da franquia interminável de Jigsaw neste trabalho. E você acertou se pensou numa mistura de sangue, agulhas, anzóis e outras coisas do tipo.
O protagonista da história está longe de se um bom mocinho. Arkin (Josh Stewart, de O curioso caso de Benjamin Button) trabalha numa casa fazendo pequenos consertos para garantir a segurança de uma rica família que acabou de se mudar para uma nova casa. Porém, na verdade, seu plano não consiste apenas em apertar alguns parafusos.
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| Arkin, o ladrão |
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| Uma das vítimas do colecionador |
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| Não queira saber o que o Colecionador leva nessa caixa |
Cotação do Daiblog:


Quer ver o filme O colecionador de corpos?
Continuação de Evocando espíritos tem distribuição garantida no Brasil
Uma boa notícia para quem gosta de terror! Vem aí The Haunting in Georgia (título original), filme que dá sequência a assustadora série de thrillers inspirado em histórias reais. A primeira produção é de 2009 e trata-se de Evocando Espíritos (The Haunting in Connecticut). Os direitos de distribuição do longa-metragem são da Imagem Filmes, que programa a estreia para o segundo semestre de 2011.
Tom Elkins, editor em Evocando Espíritos, faz a sua estreia na direção de The Haunting in Georgia (ainda sem título brasileiro) e o roteiro está a cargo de David Coggeshall, que será o responsável por adaptar o documentário feito pela Discovey Channel, “A Haunting: The Diabolical”.
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| Cena de Evocando espíritos |
A história – Ao encontrar uma nova casa, que consideravam ser o lugar ideal para viver, o casal não contava que a filha caçula começaria a ter misteriosas visões de pessoas estranhas, que só ela consegue enxergar. Mas um temor muito maior se concretiza quando eles começam a testemunhar estes apavorantes fenômenos ao redor da nova casa, dando indícios de que isso poderá, na verdade, liberar um arrepiante mistério, que foi mantido em segredo durante gerações.

























