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Cine Brasília recebe o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos

Até domingo, o Cine Brasília receberá a 3ª edição Nacional e 12ª Internacional do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. Ao todo, 420 produções foram inscritas para a mostra. O Festival acontece simultaneamente em mais de 100 cidades de 20 países e tem como característica trabalhos com, no máximo, três minutos de duração (exceto título e créditos).

Festival Internacional de Filmes CurtíssimosA curadoria da mostra nacional, com sede em Brasília, selecionou 48 trabalhos. De acordo com a coordenadora do Festival no Brasil, Josiane Osório, vários filmes foram produzidos especialmente para a mostra, o que contribui para a qualidade do que será exibido.
Além de obras de todo o país, foram inscritos trabalhos do Canadá, Colômbia e França, destacando a consolidação da mostra. Também compõem o Festival as Mostras “Mostra-te Brasília”, “Projeto Nome” e “Palavras de Mulheres”.

Mostra-te Brasília

Mostra competitiva nacional compreendendo uma seleção de filmes de até 3 minutos cuja forma e/ou conteúdo sejam voltados a temática proposta: ‘Brasília 50 anos’. Nesse sentido, busca-se evocar uma reflexão imagética sobre a jovem capital. Como parte das comemorações do aniversário da cidade, as produções serão exibidas no Cine Brasília.

Projeto Nome

Trata-se de um projeto de filmes de jovens realizadores da cidade de Brasília que produziram de forma coletiva 9 filmes curtos que resultaram em um longa digital. A narrativa transita e se estrutura em pequenas conexões nos 9 episódios. A idéia central do filme baseou-se na transgressão a uma narrativa linear. O projeto foi concebido numa perspectiva total de produção independente na qual a liberdade de criação foi o eixo motor no processo de realização.

Palavras de Mulheres

Com o grande número de trabalhos inscritos por mulheres ao longo das edições anteriores surgiu a idéia de criar uma mostra composta apenas por suas produções. A idéia é dar voz as mulheres para que testemunhem sobre o estatuto das mulheres no mundo e suas relações de gênero. São 22 trabalhos que apresentam diferentes visões e serão exibidos no Cine Brasília.
Curtissimos 2010
As produções concorrerão aos seguintes prêmios:
· Melhor Filme
· Melhor Animação
· Originalidade

· Mostra-te Brasília
· Prêmio do Júri Popular

Os vencedores das categorias Melhor Filme e “Mostra-te Brasília” receberão R$ 10 mil cada para locação de equipamentos na Moviecenter. O Festival Internacional de Filmes Curtíssimos tem apoio da Secretaria de Cultura do DF, Espaço Cultural da 508 Sul – Renato Russo, Embaixada da França, Organização dos Estados Ibero Americanos, Moviecenter, Fundo Nacional da Cultura (FNC) e Ministério da Cultura (Minc).

Confira a programação:

Sábado 08/05
15h – Reprise da Programação Nacional e Internacional do dia 07/05
17h – Mostra “Palavras de Mulheres” (Internacional)
18h – Projeto Nome
20h – Seleção Nacional e Mostra-te Brasília e Programação Seleção Internacional (Parte II)

Domingo 09/05
15h – Reprise da Programação Nacional e Internacional do dia 08/05
17h – Mostra Paralela “Palavras de Mulheres”
18h – Reprise Projeto Nome
20h – Programação Seleção Internacional (Parte III) e Premiação Nacional e Local

Segunda-feira 10/05
10h – Mostra Especial para alunos da Escola Parque
Espaço Multimídia
15h às 20h (07, 08 e 09 de maio)
– Mostra Internacional e Nacional Edição Festival Internacional de Filmes Curtissimos edição de 2009
– Mostra dos filmes resultantes do projeto de sensibilização do olhar da Escola Parque 308 Sul. Projeção do filme, Entrada Franca realizado pelos estudantes do Ensino Médio na edição de 2009 (Oficina Formação de Olhar).

#807-A cidade das crianças

Todo menino (e até mesmo adolescente) pensa em fugir de casa ou se ver longe dos pais, principalmente depois de uma briga. Para os pequenos, os adultos são vistos como criadores de regras. Mas o que aconteceria se as crianças fossem livres para fazerem o que quisessem? É exatamente isso que mostra A cidade das crianças, produção francesa que parece ser uma mistura de O senhor das moscas com O fabuloso destino de Amelié Poulain.

O roteiro mostra a pitoresca cidade de Timpelbach, que sofre com um sério problema: a má educação da gurizada. Sem respeitar os pais, eles atrapalham o desenvolvimento de todo o lugar, o que faz com que o prefeito tenha uma ideia inusitada: desaparecer. Todos os parentes aprovam e, da noite para o dia, a cidade amanhece sem nenhum adulto sequer. E agora?
A cidade das crianças
O herói andrógino

O plano original foi concebido para dar uma lição e provar para os pequenos que eles precisam respeitar os mais velhos. Só que um imprevisto acontece e os adultos ficam impossibilitados de voltar para casa. Por isso em Timpelbach a pirralhada cria as próprias leis e se divide em grupos rivais. Times que podem ser considerados os anjinhos e os travessos.
A cidade das crianças
Batalha infantil em Timpelbach

A aventura possui um visual muito bonito, com um cuidado notável na fotografia e nos figurinos. O resultado é um filme leve e bem produzido. É uma boa opção para crianças, pois parece um desenho animado com atores reais. As interpretações e os personagens são bem caricatos e um tom surreal (típico de animações infantis) é constante durante a projeção. O longa foi criticado pelas semelhanças com Harry Potter e com as obras do diretor Jean-Pierre Jeunet (por isso a comparação com a estética de Amelié Poulain).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme A cidade das crianças?

Les enfants de Timpelbach (França / Luxemburgo, 2008) Dirigido por Nicolas Bary. Com Raphaël Katz, Adèle Exarchopoulos, Léo Legrand, Baptiste Bétoulaud, Martin Jobert, Lola Créton, Léo Paget, Ilona Bachelier, Julien Dubois…

Veja aqui o trailer do filme A cidade das crianças legendado em português:

Cinema Especial – A hora do pesadelo

A Hora do Pesadelo é uma reinvenção do filme de terror seminal de 1984, que se tornou um clássico, inserindo Freddy Krueger nos pesadelos de uma geração de fãs. Agora, um novo Freddy Krueger ganha vida, personificado pelo indicado ao Oscar® Jackie Earle Haley.

“Freddy Krueger é o famoso bicho-papão. Ele é o pior pesadelo de qualquer pessoa, aquele das histórias que contamos quando estamos acampando”, diz Haley, que injeta nova vida em Freddy Krueger em “A Hora do Pesadelo”.

A hora do pesadelo
“O verdadeiro terror diz respeito a coisas totalmente humanas”, observa Samuel Bayer, renomado diretor de videoclipes e comerciais, estreante como diretor de cinema com “A Hora do Pesadelo”. Ele completa: “E todos nós sonhamos, isso é universal”. O produtor Michael Bay ressalta: “A meu ver, o aspecto mais assustador de Freddy Krueger é que ele vem nos matar quando estamos dormindo, ou seja, quando estamos mais vulneráveis. Nos sonhos, não temos onde nos esconder. Não dá para fugir, e ele não vai parar até que você esteja morto ou então acorde. Ele desperta os medos que todos nós temos”.

Brad Fuller, um dos produtores, comenta: “Quando assistimos a filmes de horror, geralmente nos perguntamos como as pessoas se colocam em situações tão perigosas, mas no caso de ‘A Hora do Pesadelo’ não há como uma pessoa ficar acordada para sempre”.
A hora do pesadelo
“Freddy tem todo o tempo do mundo. Tudo o que precisa fazer é esperar, porque em algum momento a pessoa vai acabar entrando no mundo dele”, acrescenta o produtor Andrew Form.
Wes Craven escreveu o roteiro do filme “A Hora do Pesadelo” original, inspirado por uma série de artigos de jornal sobre crianças que passaram pela experiência da guerra e cujos pesadelos recorrentes acabaram por matá-las.

Lançado em 1984, o filme de baixo orçamento, protagonizado por Robert Englund, transformou-se numa sensação no mundo todo. A New Line Cinema o apelidou carinhosamente de “A Casa que Freddy Construiu”, e lançou várias sequências.

A hora do pesadelo
Agora, mais de vinte anos depois, Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller, cuja produtora Platinum Dunes criou um nicho para os filmes de terror clássico, perceberam que chegara a hora de apresentar Freddy a uma nova geração de fãs. “Quando era garoto, achava que, se eu morresse nos meus sonhos, ia morrer de verdade. E isso não veio dos noticiários, tinha essa ideia por causa dos filmes ‘A Hora do Pesadelo’. Eles me deixavam apavorado quando eu era criança”, conta Andrew Form.
O diretor Samuel Bayer provou sua capacidade de mesclar o real e o irreal, e foi escolhido pelos produtores por sua perfeita sensibilidade para criar o pior dos pesadelos. Diz Form: “Sam criou imagens duradouras no seu trabalho com o cinema e comerciais, e ficamos empolgados para trabalhar com ele nesta história”.
A hora do pesadelo

Os roteiristas Wesley Strick e Eric Heisserer tomaram o filme de 1984 dirigido por Craven como ponto de partida, mas evoluíram as ideias, explorando psicologicamente elementos do personagem Freddy Krueger. “Tentando escrever para Fred de uma forma nova, acabei voltando a Pied Piper, que puniu uma cidade levando embora todas as crianças”, diz Strick.

“Quando soube que o termo ‘pied’ significava ‘listras de cores contrastantes’, exatamente como o famoso suéter de Freddy, achei que era um sinal de que eu estava no caminho certo, fazendo um Krueger ainda mais assustador, como um verdadeiro vingador, um vilão dimensional complexo e mais humano, que pode ter sido falsamente acusado”.
O ambiente onde Freddy vive – que ele controla completamente – é o mundo de sono e sonhos. Bayer comenta: “Através dos séculos, as pessoas tentaram descobrir suas psiques e a razão dos sonhos, e por que algumas pessoas têm medo de dormir. Em algum momento na vida, todos tentamos nos manter acordados por algum motivo. Sabemos como é quando você está cansado e não consegue ficar com os olhos abertos. Normalmente, isso significa apenas que você acaba dormindo, mas, neste filme, isso pode matá-lo”.
A hora do pesadelo
Heisserer descobriu na pesquisa desse fenômeno um fato incrível a respeito do sono. Depois de vários dias sem dormir, o cérebro se desliga para se recarregar automaticamente. Os adolescentes da Rua Elm recorrem a métodos questionáveis para permanecer acordados, que vão de bebidas energéticas a estimulantes controlados e, sem saber, passam a um estado de microssono.
“O microssono faz você dormir por alguns momentos”, Heisserer explica. “Embora você esteja consciente e acordado, parte do seu cérebro está adormecido. Assim, esse fenômeno permite que Freddy ataque os personagens mesmo que estejam acordados, não importando onde estejam”.

#806-Curtas (25)

Dia 9 de maio é comemorado o Dia das Mães, por isso o Porta Curtas fez uma seleção de curtas relacionados com a data. São filmes que emocionam e merecem uma conferida. Assista agora aqui no Daiblog: Ensaio, de Marcio Salem; Clarita, de Thereza Jessouroun e Cartas da mãe, de Fernando Kinas e Marina Willer.
ensaioEnsaio, o primeiro filme, é estrelado por Andréa Beltão (de Verônica), que interpreta uma mãe que quer que o filho diga que a ama. Todo o curta é visto sob o ponto de vista do pequeno Bruno, que possui uma profunda angústia quando o assunto é expressar seu amor. Um curta bem emocionante.

Os outros curtas são documentários. Clarita é um tocante relato de uma filha que narra a vida da mãe com mal de Alzheimer. O filme mostra os estágios da doença e faz pensar sobre a vida e a condição materna. Laura Cardoso participa nas dramatizações do curta. Por fim, Cartas da mãe é um documentário sobre o cartunista Henfil. Todos recomendados!

Ensaio

Uma história de amor e carinho entre mãe e filho. Tudo o que Marina quer é ouvir Bruno, seu filho de 9 anos, dizer que a ama. Tudo o que ele quer é conseguir dizer isso a ela. Na comemoração que a escola está preparando para o Dia das Mães, Bruno vai fazer de tudo para atender às expectativas da mãe. Só que seu discurso vai surpreender mais do que se esperava.

Ensaio (Brasil, 2006) Dirigido por Marcio Salem. Com Andréa Beltrão, Rafael Miguel, Roberta Rodriguez

Clarita

Um sensível retrato do Mal de Alzheimer. Com Laura Cardoso, vencedora do Prêmio de Melhor Atriz do Festival de Gramado 2008.

Clarita (Brasil, 2007) Dirigido por Thereza Jessouroun.

Cartas da mãe

Cartas da mãe é uma crônica sobre o Brasil dos últimos 30 anos contada através das cartas que o cartunista Henfil (1944/1988) escreveu para sua mãe, Dona Maria. Estas cartas, publicadas em livros e jornais, são lidas pelo ator e diretor Antônio Abujamra enquanto desfilam imagens do Brasil contemporâneo. Política, cultura, amigos e amor são alguns dos temas que elas evocam, criando um diálogo entre o passado recente do Brasil e nossa situação atual. Artistas, políticos e amigos de Henfil, entre eles o atual Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o escritor Luis Fernando Veríssimo, os cartunistas Angeli e Laerte e o jornalista Zuenir Ventura, falam sobre a trajetória do cartunista dos anos da ditadura militar até sua morte. Animações inéditas de seus cartuns complementam o documentário.

Cartas da mãe (Brasil, 2003) Dirigido por Fernando Kinas, Marina Willer.

Perfil – Julie Andrews

Julie Andrews é uma querida e aclamada estrela dos palcos, do cinema e da televisão há mais de meio século. Ela já era uma lenda da Broadway quando estreou no cinema em Mary Poppins. Sua notável atuação no papel que dá título ao filme, o da mágica babá, rendeu-lhe um Oscar, um Globo de Ouro e um BAFTA. No ano seguinte, foi indicada ao Oscar pela segunda vez e ganhou outro Globo de Ouro pelo duplo papel em Vitor ou Vitória?.

O público jovem de hoje em dia deve estar mais familiarizado com Andrews como uma rainha tentando treinar sua neta adolescente para ser uma princesa, no sucesso O Diário da Princesa e em sua sequência, O Diário da Princesa 2. Andrews também emprestou a voz à personagem rainha Lilian nos sucessos de bilheteria Shrek 2 e Shrek Terceiro. Mais recentemente, ela emprestou a voz para o bem-sucedido lançamento da Disney, Encantada. Em 2010, Andrews vai adicionar ao seu currículo, além de O Fada do Dente, Shrek Forever After e Meu Malvado Favorito.

Seus filmes mais antigos incluem Não Podes Comprar o Meu Amor, Havaí, Positivamente Millie, Star!, Lili, Minha Adorável Espiã e Mulher Nota 10, citando apenas alguns.

Andrews nasceu e foi criada na Inglaterra, onde ficou famosa como uma jovem artista na música, no palco e no rádio. Ela ainda era uma adolescente quando cruzou o Atlântico para chegar à Broadway, onde fez sua estréia, em 1953, no musical O Namoradinho. Em seguida, deu vida à personagem Eliza Doolittle no musical da Broadway Minha Bela Dama, de Lerner e Loewe, que se tornou instantaneamente um clássico, além de ter sido o que permaneceu por mais tempo em cartaz na sua época. Andrews também ganhou um New York Drama Critics Award e foi indicada ao Tony Award pela atuação. Ela foi indicada ao Tony Award novamente em 1961, ao interpretar a rainha Guinevere no musical de Lerner e Loewe, Camelot. Trinta e cinco anos depois, Andrews retornou à Broadway para estrelar a adaptação para o teatro de Vitor ou Vitória?. A carreira de Andrews fechou um ciclo quando ela dirigiu uma versão de O Namoradinho, em 2005, que saiu em turnê pela América do Norte.

Julie Andrews em O Fada do Dente

Julie também foi reconhecida por seu trabalho na televisão, que teve início em 1957, com o papel-título de Cinderella, de Rodgers e Hammerstein, trabalho que lhe rendeu uma indicação ao Emmy. Posteriormente, ela ganhou um Emmy por sua própria série musical, The Julie Andrews Hour, e também foi indicada ao Emmy por Julie and Carol at Lincoln Center, com sua amiga Carol Burnett, e pela atuação no especial Sounds of Christmas. Seus filmes mais recentes na televisão são One Special Night, com o amigo James Garner, Eloise at the Plaza e Eloise at Christmastime. Ela contracenou com Christopher Plummer na produção ao vivo da CBS On Golden Pound.

Andrews, uma já consagrada autora (Mandy, de 1971; The Last of The Really Great Whangdoodles, de 1974), uniu seu talento ao da filha, Emma Walton Hamilton, para publicar livros dedicados a estimular a imaginação de crianças e jovens leitores. The Julie Andrews Collection foi lançada em outubro de 2003. Ela publicou mais de 24 livros depois disso, incluindo Little Bo, a franquia Dumpy The Dump Truck, The Great American Mousical, Thanks to You, Someone’s Gift e The Julie Andrews Collection of Songs, Poems and Lullabies. O último, publicado em outubro de 2009, é uma mistura dos poemas, das músicas e das canções de ninar preferidos de Julie e Emma, juntamente com as pinturas de James McMullan. O livro traz clássicos queridos e sucessos atuais de Robert Frost, Emily Dickinson, Jack Prelutsky, Shel Silverstein, Rodgers e Hammerstein, entre outros. Home – A Memoir of My Early Years, a autobiografia de Andrews, recebeu boas críticas e imediatamente alcançou o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times, assim como outras diversas listas de prestígio nos EUA e ao redor do mundo.

Julie Andrews em Victor ou Victoria

Além de seu trabalho nos palcos e nas telas, Andrews dedicou a vida à família e a causas importantes, incluindo a Operation USA, organização internacional pela qual viajou a diversos países, como Vietnã e Camboja. De 1992 a 2006, ela foi a Embaixadora da Boa Vontade do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), o qual fornece suporte financeiro e técnico para mulheres de baixa renda nos países em desenvolvimento.

Andrews foi condecorada Dama do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II na véspera do Ano Novo de 1999. Ela também foi homenageada no Kennedy Center em 2001.

#805-Caso 39

A carreira de Renée Zellweger (Bee movie – A história de uma abelha) parecia ser muito promissora, mas é importante para uma atriz escolher bem os papéis que vai interpretar. Caso 39, por exemplo, foi uma péssima escolha. O filme não apresenta nenhuma novidade e a artista (que já recebeu um Oscar de melhor atriz coadjuvante por Cold mountain), derrapa como tudo e todos neste suspense sobrenatural com cara de já-vi-isso-antes.


Dirigido por Christian Alvart (que depois dirigiu Pandorum), o longa-metragem mostra a vida da bondosa Emily Jenkins (Zellweger), uma mulher que trabalha no serviço social cuidando dos diversos casos de abusos contra crianças. Na vida sentimental ela enrola um relacionamento não muito resolvido com o psicólogo Douglas J. Ames (Bradley Cooper, de Se beber não case, O último trem, Idas e vindas do amor, Ele não está tão a fim de você, Sim senhor). Ele é apaixonado por ela, mas Emily só quer se dedicar ao trabalho.

Caso 39
Fala que eu te escuto
E realmente ela tem com o que se preocupar. Depois que seu chefe lhe entrega mais um caso (isso mesmo, o 39!), Emily tem conhecimento da delicada situação da menina Lillith Sullivan (Jodelle Ferland, de Terror em Silent Hill e Seed – Assassino em série). Filha de pais esquisitíssimos, ela conta que tem medo de ser morta pela própria família.

Caso 39 
Alucinações

Acaba que no final das contas Emily consegue adotar a garota. É aí que ela descobre que realmente existe algo de esquisito com a pequena. O roteiro de Ray Wright (Pulse) começa bem, de forma segura. Mas depois não consegue fugir de todos os clichês do gênero e, para piorar, causa constrangimento e riso. E trata-se de um humor não intencional (diferente de Arraste-me para o inferno, por exemplo). Muitos momentos que eram para assustar acabam ficando engraçados.

Caso 39
Emily com Medo

Caso 39 pode agradar quem nunca viu outro filme com crianças sombrias, mas no geral é razoável. O elenco é completado por Ian McShane (Coraline e o mundo secreto, Corrida mortal, Kung fu panda, A bússola de ouro, Scoop – O grande furo, Nemesis game – Jogo assasino), Kerry O’Malley (Fim dos tempos) e Cynthia Stevenson (Garota infernal). Uma curiosidade: o trailer apresenta diversas cenas que não aparecem na versão do cinema!

Caso 39 
Esta é a filha que você não queria ter!

Já era de se suspeitar a qualidade do filme. Anunciado desde o ano passado, o trailer e pôsteres de Caso 39 apareciam e desapareciam dos cinemas. Ficava a dúvida se seria lançado nas telonas ou iria direto em DVD (e blu-ray agora, é claro). Se você for fã de filmes com meninas sinistras, não tenha dúvidas: espere que já já chega nas locadoras.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme Caso39?
 

Case 39 (EUA / Canadá, 2009) Dirigido por Christian Alvart. Com Renée Zellweger, Jodelle Ferland, Ian McShane, Kerry O’Malley, Callum Keith Rennie, Bradley Cooper, Adrian Lester, Georgia Craig…


Veja aqui o trailer do filme Caso 39 legendado em português:

Cinema Especial – Um olhar do paraíso

Em 2002, um livro surgiu e se tornou um clássico quase instantâneo de nossos tempos, ressoando profundamente entre leitores e críticos mundo afora. Uma Vida Interrompida – Memórias de um Anjo Assassinado, de Alice Sebold, traz uma visão ímpar e muito pessoal da noção de pós-vida. É um conto sobre morte repleto de luz, beleza e esperança. Entre os milhares de leitores imediatamente cativados pela história de Susie Salmon e a busca de sua família por justiça, estava um dos diretores mais criativos da atualidade: Peter Jackson (King Kong), vencedor dos Oscar® de Melhor Diretor, Melhor Filme e Melhor Roteiro por O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI. Quando Jackson ainda estava na pós-produção de O SENHOR DOS ANÉIS: AS DUAS TORRES, leu pela primeira vez o livro de Sebold, dado a ele pelas roteiristas Fran Walsh e Philippa Boyens. “Achei a trama tremendamente forte e evocativa. Aparentemente, ela aborda o maior medo de todos os pais – perder um filho. Mas, por fim, torna-se uma história sobre o poder redentor do amor, e é por isso que acho que tantas pessoas gostam dela”, opina o diretor. Com os direitos de adaptação do livro assegurados, o roteiro de Jackson, Fran e Philippa foi levado à DreamWorks, e Steven Spielberg (Transformers: A vingança dos derrotados; Controle absoluto; Munique; Transformers), vencedor dos Oscar® de Melhor Diretor por O RESGATE DO SOLDADO RYAN e Melhor Diretor e Melhor Filme por A LISTA DE SCHINDLER, uniu-se ao projeto como produtor executivo.

Apesar de UM OLHAR DO PARAÍSO ser repleto de elementos mágicos e surreais, Peter Jackson diz que, no fundo, é a história de uma família que luta para encontrar a forma de amar uns aos outros diante da perda e de um mundo completamente imprevisível. Ele sempre viu os Salmon como a espinha dorsal do enredo e, com a equipe de produção, correu o mundo para encontrar um elenco que desse vida a todos os integrantes da família, com suas fraquezas, necessidades e esperanças. Para a personagem central, Jackson buscava alguém que pudesse não só incorporar a exuberância e inocência de Susie, mas que tivesse também a coragem e habilidade de expor as emoções da menina. Em uma enxurrada de fitas, o teste de Saoirse Ronan (Desejo e reparação) chegou rapidamente ao topo. A produtora Carolynne Cunningham diz: “Era uma fita caseira feita pelo pai dela, também ator, e trazia algo de muito especial. Ele fez uma cena difícil com Saoirse, e no final havia um belo toque do pai simplesmente filmando a filha brincando inocentemente no jardim com seu cachorro. Aquilo tinha alma.” A atriz revela: “O que adorei em interpretar Susie foi que ela era uma adolescente comum, com sonhos e esperanças para o futuro, cheia de vida e amor. E, apesar de ser tirada de sua família, seus sonhos permanecem tão vivos quanto eram, mesmo sendo assombrada pelo pesadelo de seu assassinato.”

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Depois da morte de Susie, seu pai, Jack, vivido por Mark Wahlberg (Fim dos tempos; Max Payne), decide levar, a qualquer custo, o assassino de Susie à Justiça. Algumas das cenas mais duras de Wahlberg foram aquelas em que Jack sente que a filha morta está com ele em espírito. O ator precisou encontrar uma forma de fazer as cenas como se Susie fosse uma presença física na sala. “Eu imaginava os olhos azuis de Saoirse, e muitas vezes ela estava narrando em off, e isso me levava às lágrimas”. A culpa e o remorso do pai o levam a se envolver ativamente na solução do caso, mas a reação da esposa dele, Abigail, é inteiramente diferente. Repleta de dúvidas sobre sua capacidade em ser mãe e esposa, ela se desliga emocionalmente e se afasta da família. Quem a interpreta é a vencedora do Oscar® de Atriz Coadjuvante por O jardineiro fiel Rachel Weisz (Um beijo roubado), que opina: “O que gosto em Abigail é que ela não é uma heroína. É alguém muito humana, falível e bastante imperfeita. E ela está tentando desvendar a sua vida, apesar de tudo.” Os Salmon tem uma segunda matriarca, igualmente importante para a dinâmica da família: a avó Lynn é retratada pela vencedora do Oscar® de Melhor Atriz por Os últimos passos de um homem Susan Sarandon (Speed Racer; Encantada). “O que adoro na Lynn é que ela tem que se transformar completamente”, diz a atriz. “Precisa passar aspirador, faxinar e lavar roupa. E faz isso terrivelmente. Ao mesmo tempo, ela consegue, literalmente, abrir as cortinas e deixar a luz entrar, dizendo: ‘OK, já basta. Está na hora de viver’”. A força dos Salmon também fica evidente em Lindsey, irmã mais nova de Susie, que vira uma jovem mulher ao longo da história. Sua intérprete, Rose McIver (O piano), diz: “Lindsey é uma menina voluntariosa e, quando a família começa a desmoronar, ela entende que, se ninguém mais os unirá, ela terá que fazer esse papel”.
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Levar UM OLHAR DO PARAÍSO de forma apropriada às telas também dependeria de encontrar um ator brilhante para viver George Harvey, assassino de Susie. A escolha do diretor foi o veterano Stanley Tucci (Julie & Julia; O corajoso ratinho Despereaux; Space Chimps – Micos no espaço; O diabo veste Prada), que trabalhou com o perito criminal e consultor de ciências comportamentais John Douglas para mergulhar na psicologia dos serial killers. Tucci leu transcrições arrepiantes e assistiu a confissões confidenciais. “Foi difícil”, ele admite. “Você faz a pesquisa toda, mas tenta se afastar daquilo no fim do dia.” O sr. Harvey se esquiva da polícia mesmo com o experiente detetive Len Fenerman, vivido por Michael Imperioli (O espanta tubarões), procurando obstinadamente o assassino de Susie. O ator revela que uma das coisas que mais o chamou a atenção sobre o personagem foi que, ao longo dos anos, ele se torna parte da família Salmon. “Fenerman realmente passa a conhecê-los, e se tornam muito próximos. Acho que ele quer ser um pilar de força para a família”, ele diz. Completando o elenco, Nikki SooHoo (Virada radical) vive Holly, a companhia inesperada de Susie no mundo entre a Terra e o Céu; Reece Ritchie (10,000 A.C.) é Ray Singh, o primeiro amor de Susie; e Carolyn Dando interpreta Ruth, a excêntrica colega de turma de Susie que tem uma ligação sobrenatural com ela depois da morte.

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Desde o início, Peter Jackson queria traçar um limite visual entre o cotidiano da família Salmon e a experiência mágica de Susie no mundo entre a Terra e o Céu. Para isso, contou com o trabalho do diretor de fotografia Andrew Lesnie (Eu sou a lenda; King Kong), vencedor do Oscar® por O SENHOR DOS ANÉIS: A SOCIEDADE DO ANEL e O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI. “Sempre gostamos de filmar com duas câmeras – uma para ensaiar e planejar e outra que eu chamo de câmera ‘da sorte’, que pode captar um detalhe diferente para acrescentar à tomada mestre. E costumamos manter uma Steadicam a postos”, explica Jackson. Além disso, o diretor e Lesnie filmaram algumas vezes Stanley Tucci com uma câmera miniatura do tamanho de uma caixa de fósforos, para captar o foco limitado do mundo do sr. Harvey. Uma das cenas mais importantes do filme é a da morte de Susie. “Queria que a sequência fosse assustadora, mas também banal, porque esse cara está tentando atrair Susie a céu aberto”, diz Jackson. “Em princípio, vemos crianças brincando no campo de futebol e pessoas preparando o jantar em suas casas. E aí, em uma cena muito íntima e intensa no quarto subterrâneo, Susie percebe que cometeu um terrível erro. A violência que se segue é apenas implícita, o que era o nosso objetivo.”

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Com tantos tons diferentes – de morte misteriosa a drama familiar e meditação sobre o pós-vida – tecidos em um único trabalho, Jackson também criou uma nova abordagem na montagem de UM OLHAR DO PARAÍSO, pedindo ao editor Jabez Olssen para ficar no set ao longo de toda a produção. Através de avanços tecnológicos, Olssen pôde começar a editar as cenas nas ruas da Pensilvânia e nas florestas da Nova Zelândia, fornecendo a Jackson novas ideias enquanto ele trabalhava. “Frequentemente, durante a espera para filmar uma nova cena, Jabez estava ao meu lado com um laptop e nós editávamos cenas gravadas um ou dois dias antes. Isso nos manteve no ritmo e, quando acabamos de filmar, já tínhamos um pedaço razoável do filme montado.”
Na hora de criar o domínio ilimitado do mundo entre a Terra e o Céu de Susie, Jackson optou por usar metáforas visuais que refletissem as esperanças e alegrias da menina, além de seus temores mais íntimos. “O mundo entre a Terra e o Céu é impulsionado pelas emoções de Susie”, explica o diretor. “Ele se altera dependendo se ela está feliz ou triste, é um reflexo do humor de Susie e da cultura que a cercava quando estava viva. Há momentos suaves e outros muito sombrios.” Sendo surreal e mágico, este mundo também é povoado por uma série de itens que marcaram a vida da menina na Terra e que a prendem no limbo, incluindo o gazebo do shopping onde ela teria seu primeiro encontro romântico, os barcos em garrafas que costumava montar com o pai e o milharal onde perdeu a vida. Jackson e Lesnie filmaram as sequências do mundo entre a Terra e o Céu na Nova Zelândia. A Ilha Sul foi praticamente toda percorrida para encontrar o cenário mais imponente, sereno e idílico. A maior parte da filmagem se passou na vila turística de esqui de Queenstown, repleta de suntuosas florestas, um lago cristalino na montanha e um ambiente alpino.
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Assim que Jackson assegurou os direitos de adaptar Uma Vida Interrompida – Memórias de um Anjo Assassinado, sentiu que precisava visitar a Pensilvânia, estado natal da autora. Depois de conhecer as comunidades de Chester County, a 40 quilômetros da Filadélfia, com sua arquitetura e paisagem características, ele decidiu fazer o filme no lugar que inspirou a história. Com a ajuda de mapas detalhados, a coordenadora de locações Patricia Taggart (Marley & eu) percorreu mais de 100 bairros até descobrir, com a desenhista de produção Naomi Shohan, Malvern, bairro pequeno vitoriano com uma população em torno de 3.200 pessoas. Lá, a produção encontrou a casa ideal para os Salmon. “Nosso bairro se localizava em torno de um pequena ladeira, perfeita para a casa da família. Era muito importante ter um local de onde boa parte da vizinhança pudesse ser vista, e foi isso que encontramos”, observa Shohan. “A construção era até mesmo da cor certa. Aí, em uma coincidência ainda mais sobrenatural, a apenas algumas casas dos Salmon e com vista para a porta da frente da família, encontramos uma residência idêntica em verde, justamente como a do sr. Harvey é descrita no livro.” Sobre o trabalho feito na casa do sr. Harvey, a desenhista de produção explica: “O visual passa a ideia de que ele estudou revistas femininas para descobrir como é a ‘normalidade’. E as cores são reflexo de sua personalidade fechada, psicopata, com uma paleta muito mais tenebrosa e triste de tons verdes.” Outro detalhe vital para Shohan era criar as casas de boneca que o sr. Harvey constrói tão meticulosamente. “Há uma arrepiante relação entre as casas, imagens de completa perfeição, e sua moradia, que é estéril, funcional e sem personalidade”, explica.
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O trabalho da figurinista Nancy Steiner (Pequena Miss Sunshine) e do supervisor de maquiagem Peter King (A bússola de ouro) acrescentou mais camadas à realidade dos Salmon dos anos 70. “Fizemos muitas coisas sutis com a aparência do elenco, tentando mostrar às pessoas que o tempo passou para eles, enquanto Susie continua presa ali”, diz King. Talvez o maior desafio de Steiner e King tenha sido a grande transformação de Stanley Tucci no sr. Harvey. “Optamos por não mostrar o lado doentio do sr. Harvey em seu guarda-roupa, e sim o lado enfadonho dele”, diz Steiner. “O sr. Harvey quer ser visto como um cara comum. Não quer se destacar. A vida dele é rotina e planejamento preciso. Assim, ele usa versões práticas e monótonas das mesmas roupas o tempo todo.” Enquanto isso, King deixou o rosto e corpo de Tucci irreconhecíveis, fornecendo a ele lentes de contato azuis e implantes de dentes falsos que alteraram sua estrutura facial. O ator precisou até mesmo clarear o pelo do corpo para igualá-lo à peruca feita à mão para seu personagem. O figurino pós-vida de Susie e o de sua amiga Holly ficaram a cargo da estilista neozelandesa Kate Hawley, que criou um visual inspirado por sonhos e influenciado por designs da Carnaby Street de Londres dos anos 70 a fotos da Vogue. “As roupas refletem a fantasia das meninas de como elas seriam se tivessem tido a chance de crescer. É a ideia delas de como seria a fase adulta”, resume Hawley.
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Segundo Peter Jackson, o aspecto sonoro de UM OLHAR DO PARAÍSO é tão importante quanto o visual. “Tentamos usar sons que evocam emoções e reações psicológicas”, diz o diretor. A vigorosa atmosfera sonora do filme é complementada por uma trilha sonora de Brian Eno. “Queríamos que a música focasse nos anos 70, mas que não fosse repleta de sucessos pop”, explica Jackson. “Começamos ouvindo as músicas de Eno gravadas naquela época e então perguntamos a ele se podia licenciá-las. Quando começamos a conversar, ele disse: ‘Acho que tenho algo bem melhor para isso’. Então, 90% da trilha acabou sendo de gravações originais de Eno.” Para Jackson, nenhum elemento do filme sobressai, é a ação recíproca entre som, visão e atuação que ele espera que dê vida intensamente à história de Susie Salmon. “Sempre gosto de pensar que fazemos o nosso trabalho artesanalmente”, conclui o diretor. “Seguimos um caminho que passa por inspiração, roteiro e edição e tentamos manter tudo muito orgânico, fluindo naturalmente, sempre aberto a experiências. Vamos a fundo nas nossas histórias, esculpimos cada elemento e colocamos, principalmente, muito carinho e amor em tudo.”

#804-O colecionador de corpos

O colecionador de corpos marca a estreia de Marcus Dunstan na direção. Mas de terror ele tem uma certa experiência porque escreveu a história do divertido Banquete no inferno, além de ter sido um dos roteiristas de Jogos mortais 4, Jogos mortais 5 e Jogos mortais 6. E é fácil perceber a influência da franquia interminável de Jigsaw neste trabalho. E você acertou se pensou numa mistura de sangue, agulhas, anzóis e outras coisas do tipo.

O protagonista da história está longe de se um bom mocinho. Arkin (Josh Stewart, de O curioso caso de Benjamin Button) trabalha numa casa fazendo pequenos consertos para garantir a segurança de uma rica família que acabou de se mudar para uma nova casa. Porém, na verdade, seu plano não consiste apenas em apertar alguns parafusos.

O colecionador de corpos
Arkin, o ladrão
Ele pretende aproveitar uma viagem da família para assaltar a casa e quitar uma dívida da ex-esposa, que se meteu com perigosos mafiosos. Por isso o cofre repleto que riquezas do patrão (presidente de uma joalheria) pode ser a solução para o débito. O que Arkin não contava é que um calculista assassino decidiu também atacar a mesma casa. Agora o que o ladrão precisa se preocupar mesmo é em não perder a própria vida.
O colecionador de corpos
Uma das vítimas do colecionador
O colecionador é um serial killer que usa sempre uma máscara e elabora diversas (e sangrentas) armadilhas em toda a casa. E é nesse ponto que o filme lembra Jogos mortais, já que as algumas tocaias são complexas e envolvem fios e roldanas. Outras, entretanto, parecem uma versão violenta das pegadinhas que Macaulay Culkin fazia com os ladrões em Esqueram de mim.
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Não queira saber o que o Colecionador leva nessa caixa
Um dos pontos positivos do longa-metragem é o visual, que conta com uma fotografia estilosa repleta de imagens com cores fortes. O desenvolvimento também é bom e o roteiro cria situações tensas por muitos minutos. O vilão aparece como uma figura indestrutível, que assusta por ter olhos com um estranho brilho. É uma boa opção para quem gosta de terror, com um final que lembra Halloween. A conclusão aberta possibilitou uma continuação, que será filmada em outubro deste ano.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Daiblog Quer ver o filme O colecionador de corpos?

The Collector (EUA, 2009/I) Dirigido por Marcus Dunstan Com: Josh Stewart, Michael Reilly Burke, Andrea Roth, Juan Fernández, Karley Scott Collins, Daniella Alonso, Haley Pullos, Diane Ayala Goldner, Alex Feldman…

Veja aqui o trailer do filme O colecionador de corpos:

Continuação de Evocando espíritos tem distribuição garantida no Brasil

Uma boa notícia para quem gosta de terror! Vem aí The Haunting in Georgia (título original), filme que dá sequência a assustadora série de thrillers inspirado em histórias reais. A primeira produção é de 2009 e trata-se de Evocando Espíritos (The Haunting in Connecticut). Os direitos de distribuição do longa-metragem são da Imagem Filmes, que programa a estreia para o segundo semestre de 2011.

Tom Elkins, editor em Evocando Espíritos, faz a sua estreia na direção de The Haunting in Georgia (ainda sem título brasileiro) e o roteiro está a cargo de David Coggeshall, que será o responsável por adaptar o documentário feito pela Discovey Channel, “A Haunting: The Diabolical”.

Evocando espíritos
Cena de Evocando espíritos

A história – Ao encontrar uma nova casa, que consideravam ser o lugar ideal para viver, o casal não contava que a filha caçula começaria a ter misteriosas visões de pessoas estranhas, que só ela consegue enxergar. Mas um temor muito maior se concretiza quando eles começam a testemunhar estes apavorantes fenômenos ao redor da nova casa, dando indícios de que isso poderá, na verdade, liberar um arrepiante mistério, que foi mantido em segredo durante gerações.