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Cinema Especial Amantes

Amantes representa uma mudança de rumo para o autor e diretor James Gray, cujos três últimos longas-metragens foram dramas de suspense altamente aclamados pela crítica, Fuga para Odessa, Caminho Sem Volta e Os Donos da Noite. E também marca o terceiro trabalho de Gray com JOAQUIN PHOENIX, duas vezes indicado ao Oscar e em seu terceiro filme consecutivo a ser indicado à prestigiada Palma de Ouro, do Festival de Cannes

Segundo Gray, a inspiração para Amantes veio de inúmeras fontes, incluindo um conto de Dostoevsky, intitulado Noites Brancas, sobre um homem que entra numa amizade platônica com uma mulher que ele conhece na rua e acaba desenvolvendo uma profunda obsessão por ela. “Achei o conto muito comovente”, conta Gray. “É a história de uma pessoa que está claramente sofrendo de um tipo de disfunção maníaca. Mas é realmente sobre a forma como ele lida com o amor”.

Amantes

Gray achou muito intrigante a forma como o conceito de amor é administrado, a partir dessa perspectiva. “Geralmente, é difícil tratar o amor com um determinado tipo de seriedade. Ele é geralmente encarado sob o formato de comédia romântica, pois o estado de se estar apaixonado, em si, é quase irracional. Nós freqüentemente estamos realmente apaixonados pela fantasia, ou por uma obsessão”. A partir dali, ele começou a escrever o roteiro que, segundo ele, “é sobre amor, mas algo bem mais pessoal para mim”.

Vários meses depois, Gray tinha o primeiro rascunho de Amantes, um drama romântico moderno, que se passa em Brighton Beach, Brooklyn – um cenário familiar nos filmes de Gray. Mas essa intensa história de amor sobre um jovem problemático, encurralado entre duas mulheres, marcou uma mudança absoluta, a partir dos suspenses sombrios de crimes que o cineasta fez no passado – embora o filme também faça referência ao atual interesse de Gray pela intensidade que o contexto social e sua natureza determinam o destino de alguém.

Amantes

Gray escreveu o papel protagonista de Leonard para Phoenix, que havia estrelado em Caminho Sem Volta e Os Donos da Noite. “Joaquin parece um irmão para mim, e isso é algo muito raro”, conta Gray, mencionado a amizade que tem pelo ator. “Sou muito próximo dele. Nós conversamos sobre o que queremos explorar nas pessoas. Joaquin tem um olho incrível para o comportamento humano e, de fato, um ótimo entendimento da essência das pessoas e o que as motiva. Francamente, ele gosta das mesmas coisas que eu, então, é claro que sempre quero trabalhar com ele”.

Amantes conta a história de Leonard Kraditor, um jovem que se vê preso entre duas mulheres. Logo que você conhece o personagem de Phoenix, ele acaba de se mudar de volta para a casa dos pais, numa comunidade insular, em Brighton Beach. Notoriamente perturbado, ele traz suas cicatrizes emocionais de um relacionamento anterior fracassado. Foi um papel que Gray convenceu o ator a abraçar. “Eu me vejo como um cara de muita sorte”, conta ele. “Porque esse é o meu terceiro filme com Joaquin, para quem pude escrever o personagem e fiquei confiante de que ele interpretaria esse papel”.

Amantes

À medida que o filme se desenrola, Leonard conhece duas mulheres. A primeira, Sandra, apresentada por seus pais preocupados, e a segunda, Michelle, num encontro por acaso em seu prédio. Gray admite que escreveu o papel de Michelle, a bela e volátil vizinha, para a atriz ganhadora do Oscar Gwyneth Paltrow. “Gwyneth é decididamente uma das atrizes mais interessantes e inteligentes de sua geração e era a pessoa que eu tinha em mente para interpretar esse papel”, conta ele. “Ela é muito famosa por seus papéis britânicos em grandes produções de Elizabethianas, portanto esse filme deve ter parecido bem atípico para ela. Mas eu sabia que ela podia interpretá-lo”.

Gray acrescenta que Paltrow também foi responsável por inspirar o diretor a explorar um gênero diferente. “De uma forma estranha, ela também inspirou minha decisão para escrever algo sobre o amor. Ela havia me falado que deveríamos fazer algo juntos, mas ‘só se você fizer um filme sem armas e uma porção de caras gritando palavrões’, disse ela. Ele conta rindo: “Então, de certa forma, ela realmente inspirou a escrita de todo o roteiro e, para mim, foi um jeito de tirar as outras coisas do meu sistema, como o ‘elemento criminal’”.

Amantes

Gray já tinha escrito o primeiro rascunho de Amantes antes de começar a filmar Os Donos da Noite e aquilo estava só esperando, em sua última gaveta, até que ele conseguiu concluir a produção. Foi por volta dessa época que ele mostrou o roteiro para a produtora ganhadora do Oscar, Donna Gigliotti (Shakespeare Apaixonado). Gray e Gigliotti haviam começado a trabalhar juntos em outro filme que havia desmoronado, “o que freqüentemente acontece com filmes”, conta ele “mas durante aquele período, eu descobri que Donna é incrivelmente inteligente, assim como uma pessoa maravilhosa e nós temos gostos semelhantes para cinema”. Conforme a idéia de Amantes foi tomando forma, Gray abordou Gigliotti para produzir o filme. “Eu também sabia que queria uma presença feminina trabalhando comigo, para contar a história”, acrescenta ele. “É uma história contada através dos olhos de Leonard e eu não queria que tivesse uma visão exclusivamente masculina do mundo”.

#728-Amantes

Dirigido por James Gray (Os donos da noite), o longa-metragem Amantes conta uma história que faz pensar na complexidade do amor. Afinal, vale apena amar quem nos ama ou amar quem amamos? Leonard (Joaquin Phoenix, de Traídos pelo destino, Brigada 49) é um homem que entrou em depressão depois de ter sido abandonado pela esposa. Ele volta a morar com os pais e segue uma vida sem motivações.

Durante um jantar de negócios com a família, Leonard conhece Sandra (Vinessa Shaw, de Viagem maldita). Atenciosa e educada, ela logo se mostra interessada por Leonard. Surge então o princípio de um namoro, que fica abalado quando entra na história a vizinha Michelle (Gwyneth Paltrow, de Homem de ferro). “Complicada e perfeitinha”, ela faz com que o coração do protagonista balance.

Amantes
Sandra e Leonard

Amantes aparenta ser mais um filme sobre triângulo amoroso, mas se sai melhor do que isso. Leonard encontra-se dividido entre duas mulheres bem diferentes. Do lado da razão está Sandra, que é cuidadosa, romântica e representa um futuro estável graça a fusão das empresas de ambas as famílias. Já Michelle é mais atraente, embora seja mal resolvida.

Amantes
Michelle e Leonard

O desenvolvimento é sólido e a direção de James Gray bastante segura. O longa-metragem pode não ter o roteiro mais original do mundo, mas mesmo assim é um filme bom de ser visto por provocar um questionamento sobre a confusão que é amar e as mudanças que esse sentimento pode causar nas vidas das pessoas. Também participam da produção os atores John Ortiz (Inimigos públicos, Força policial, Velozes e furiosos 4), Elias Koteas (Evocando espiritos, Zodíaco) e Isabella Rossellini (Veludo azul).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Two Lovers (EUA, 2008) Dirigido por James Gray. Com Joaquin Phoenix, Gwyneth Paltrow, Vinessa Shaw, Moni Moshonov, Isabella Rossellini, John Ortiz, Bob Ari, Julie Budd, Elias Koteasm Shiran Nicholson…

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Veja aqui o trailer do filme Amantes legendado em português:

DaiblogB13 – Ultimato chega às locadoras Após o grande sucesso do primeiro filme, o Parkour volta às prateleiras das locadoras.

Sobre B13 – 13° Distrito e B13 – Ultimato: Em 2004 quando a California Filmes lançou B13 – 13° Distrito a distribuidora abriu as portas para um filme que apesar de ter roteiro e produção do famoso cineasta Luc Besson, não tinha nenhum ator Hollywoodiano. Porém o filme com uma ação e estética futurística foi um marco dos filmes lançados em Home Vídeo. B13 – 13° Distrito tornou-se um dos maiores sucessos de vendas da distribuição nacional, um verdadeiro hit nas locadoras de todo o país, e aprovado por clientes das mais diferentes localizações do Brasil. B13 – UltimatoEm setembro, a California Filmes lança a continuação desse enorme sucesso, B13 – Ultimato, mais uma vez produzido e roteirizado por Luc Besson e com o mesmo elenco do filme anterior, a dupla de protagonistas, Cyrill Rafaelli e David Belle. O grande trunfo de B13 – 13° Distrito e agora, B13 – Ultimato são as cenas que envolvem o Parkour, conhecida como “a arte do deslocamento”, a técnica mistura esporte radical urbano com uma filosofia de vida e arte marcial. O ator de B13, David Belle, é um dos fundadores desse esporte, que já ganhou muitos adeptos em todo o mundo, inclusive no Brasil. PhotobucketSINOPSE: 13º Distrito, dois anos depois. O governo mudou, mas nada mais. O muro está cada vez maior e mais longo, separando as cidades do resto da sociedade e transformado-as em guetos onde as gangues proliferam e aumentam sua influência. Cinco vizinhos étnicos, todas controladas por chefes perigosos, controlam todo o tipo de comércio ilegal. Mais determinados que nunca em “resolver o problema”, os serviços secretos deliberadamente acendem o fogo neste barril de pólvora. Damien, policial especialista em artes marciais, e Leito, que consegue se esgueirar incógnito pelos lugares mais perigosos do distrito juntam-se novamente para salvar o 13º Distrito do caos e da destruição.

Leia aqui sobre o primeiro filme, B13 – 13º distrito.

Veja aqui o trailer do filme B13 – Ultimato:

Cinema Especial A órfã

Daiblog Especial A orfa
Você consegue guardar um segredo?

Depois de uma série de dificuldades no casamento, que culminaram na perda de um filho em um aborto, Kate e John Coleman, que já têm um casal de filhos, decidem que a melhor maneira de lidar com a dor é adotando uma menina de nove anos de idade. Pouco tempo antes, Esther havia perdido sua família adotiva em um incêndio, do qual ela própria escapou por pouco.

O diretor Jaume Collet-Serra, que dirigiu anteriormente o filme de horror A Casa de Cera para os produtores Joel Silver e Susan Downey, descreve a personagem Esther: “É uma menina muito misteriosa, mas ao mesmo tempo aparentemente muito inteligente e criativa. Kate e John, os pais adotivos, queriam uma criança especial. E definitivamente escolheram alguém muito, muito especial”.

No entanto, logo que recebem Esther em casa, uma assustadora sequência de eventos suspeitos começam a acontecer, fazendo com que Kate desconfie de que algo está errado. A aparentemente angelical menina talvez não seja o que parece ser.

A orfa

“Acho interessante observar uma vilã desse tipo”, diz o produtor Joel Silver. E continua: “Não gostaríamos de vê-la no mundo real, mas é divertido assisti-la em um filme. Ela é uma psicopata no corpo de uma menina sem freios”. Na verdade, não demora muito para que todos percebam que há de fato algo muito errado com Esther.

A produtora Susan Downey conta: “Kate e John estavam prontos para retomar as rédeas de suas vidas e decidem adotar uma criança mais velha. Para que se desse bem com os filhos que eles já tinham, queriam uma criança com a idade entre a do filho mais velho e a da caçula para formar uma família feliz com seus cinco integrantes”. Mas existem algumas coisas sobre Esther que eles não sabem.

Quando John vê Esther pela primeira vez, ela está cantando uma música de forma doce e pintando um belo desenho. Kate se aproxima e o casal logo se encanta pela inteligência de Esther e por sua personalidade singular. Discreta e tímida, Esther é claramente uma menina diferente. Kate, música, e John, arquiteto, logo visualizam esta criança excepcional em sintonia com o restante da família, apesar – ou talvez até por conta – de seu passado trágico.

A orfa

Collet-Serra observa: “Esther é muito bem recebida na família, mas, logo após sua chegada, vemos que ela não é nada inocente como se presumia. Em um filme, quando há uma criança má que faz maldades, as pistas começam pequenas e mais sutis do que normalmente ocorre em um filme de terror. Pequenas coisas começam a acontecer, e, antes que a gente comece a se dar conta, trata-se de um inimigo dentro de casa, uma menina manipulando toda uma situação”.

O estado da família Coleman é propício a manipulações. Kate, ainda se curando de sua perda, também é uma alcoólatra em tratamento, e seus problemas com a bebida quase causaram uma tragédia, certa vez, quando a filha Max quase se afogou quando a mãe se distraiu. John continua combatendo a vontade de culpar sua esposa pelo que poderia ter acontecido. As fraturas no relacionamento dos dois são profundas e antigas, o que os torna bastante vulneráveis e propensos a dar uma oportunidade a Esther.

Leonardo DiCaprio, um parceiro da produtora Appian Way e um dos produtores do filme, diz: “Ficamos empolgados com o projeto porque parecia ser mais do que um filme de horror. Muito da graça do filme vem do fato de ter um drama psicológico complexo por trás da história de horror”.

A orfa

A atriz Vera Farmiga, que estrela no papel de Kate, comenta: “Esta história dá novos contornos ao gênero. Não é apenas um banho de sangue; são coisas terríveis que acontecem a pessoas reais com problemas reais. Acontecimentos que fazem as pessoas pensarem ‘ainda bem que isso não é comigo!’”.

Peter Sarsgaard estrela o papel do marido de Kate, John. O ator também gostou especialmente do aspecto realista da história. “No núcleo da trama está uma família cheia de problemas. Kate sente-se extremamente culpada pelo acidente de Max, pelos problemas com o álcool e até pelo aborto. Apesar das tentativas de superar tudo isso, John ainda não tem certeza se confia na mulher e, por sua vez, se culpa disso. Esther entra na vida deles e começa a evidenciar todos esses problemas, usando o casal para obter vantagens. Acho que os melhores filmes de terror evidenciam a condição humana e jogam com os medos e os problemas que muitos de nós enfrentamos ao longo de nossas vidas”, ele pondera.

Trabalhando em cima de uma história de Alex Mace, da Appian Way, o roteirista David Leslie Johnson escreveu o roteiro. Silver elogia: “O roteiro de David é muito bom. Ele realmente fez com que a história e os personagens ganhassem vida”.

A orfa

Para David Johnson, foi um trabalho muito prazeroso. “Sou fã do gênero desde que assisti a The Bad Seed. É um dos meus subgêneros preferidos – o da criança malvada. Há algo meio visceral nisso. O público reage fortemente a isso, seja com uma criança sendo corrompida por forças demoníacas, seja apenas por uma criança do mal… Temos uma reação instintiva quando nos deparamos com situações como essas. E eu não queria fazer de uma forma que já tivesse sido realizada antes. Queria encontrar uma nova pegada, mostrar um novo ângulo em histórias desse tipo. Pensei na reviravolta do final, no segredo, e fui desenvolvendo a história de trás para frente”.

“O roteiro de David era genial”, elogia Collet-Serra. E completa: “Os personagens estavam muito bem desenvolvidos. Eu realmente visualizei um filme que tivesse todos esses elementos: ótimas atuações, uma boa atmosfera, tensão, sem falar nos sustos. A Órfã é de fato um thriller psicológico que vira um filme de terror. Não é somente um filme de terror. Toda a história gira em torno desse segredo, e é muito raro lermos um roteiro que nos surpreenda no final. Era algo muito crível. Foi isso que me deixou fascinado”.

Silver acrescenta que embora o público reconheça que existe algo de diferente em Esther, “a intenção era que as pessoas tivessem um choque, se surpreendessem com os acontecimentos. Queria que eles saíssem da sala de cinema comentando o filme, da mesma forma que nós fizemos quando acabamos de ler o roteiro”.

A orfa

“David criou personagens muito fáceis para investirmos”, diz Downey. “Kate e John formam um casal com o qual as pessoas conseguem se identificar, porque é cheio de defeitos. Ao mesmo tempo, as histórias do passado deles não são jogadas de forma gratuita, como um recurso para dar profundidade aos personagens. Era isso que, para mim, diferenciava o roteiro – a veracidade dessas pessoas, nas quais estamos investindo e acreditando, e que estão desmoronando. E aí vemos aquela impressionante reviravolta…”

A produtora Jennifer Davisson Killoran concorda. “Desde a idealização do filme, sentíamos que a história era divertida. Ela faz com que as pessoas fiquem adivinhando e, quando elas acham que descobriram o segredo, há uma mudança completa que as deixa novamente cheias de dúvidas”.

Além dos aspectos de suspense do filme, Jennifer Killoran também ficou encantada com as relações entre mãe e filho que são a base da história. “Acho que Kate é um retrato fabuloso de uma mulher tentando desesperadamente fazer a coisa certa para seus filhos, sejam eles biológicos ou adotivos. Ela só quer o melhor para eles”.

A orfa

Ela continua: “Há algo de primitivo e instintivo na relação entre mãe e filho, então senti que seria o melhor tipo de relação para explorar e corromper; tornar o que deveria ser a relação mais pura no mundo em dois lados opostos, inimigos. Também quis conferir à mãe um passado sombrio e complicado de forma que, a partir do momento em que ela começa a dizer que há algo de estranho em Esther, todos duvidem dela, por ela não ser a pessoa mais confiável”.

Johnson, no entanto, dá crédito ao diretor. “Ele fez o filme não somente assustador, mas também com potencial ameaçador às famílias. Mesmo no início, quando as coisas ainda estão dando certo, há aquela sensação de que algo vai dar errado, e isso tem muito a ver com a maneira como filmamos e o visual que demos a ele”.

“Para ficar excelente, um thriller tem de ser inteligente; tem de ter ideias novas”, propõe Silver. “E para funcionar de verdade, precisa haver suspense, levar o público por uma jornada. E Jaume faz isso de forma brilhante. Ele é um contador de histórias muito paciente que consegue envolver o público aos poucos”.

A orfa

Collet-Serra comenta: “Queria retratar uma família que tem bons e maus momentos. Não queria colocar o dedo na ferida logo no início da história; queria ver por que eles estavam juntos, para poder dar a chance de um final feliz. Assim, à medida que as coisas começam a dar errado, vemos, por um momento, a violência efetivamente. Para mim, o segredo é mostrar isso de forma real, porém breve, para enfatizar a história e as atuações”.

#727-A órfã

No pôster de A órfã é possível ler a pergunta “Você sabe guardar segredo?”. E não é para menos, o longa-metragem dirigido por Jaume Collet-Serra (A casa de cera) possui um final surpreendente que faz com que a trama, aparentemente nada original, tome um fôlego novo. Não é a primeira vez que histórias de crianças malvadas aparecem no cinema. Desde clássicos como A profecia ou A inocente face do terror, até obras mais recentes como O anjo malvado (com Macaulay Culkin), os pequenos malignos sempre fazem pensar se a maldade possui mesmo idade.

Após a perda de um bebê, Kate (Vera Farmiga, de Sob o domínio do mal, Reféns do mal) decide adotar uma criança. A idéia é aprovada pelo marido John (Peter Sarsgaard, de Plano de vôo, Hora de voltar, O suspeito, O preço de uma verdade), que concorda que um filho adotivo pode alegrar a família e fazer companhia aos dois outros filhos do casal. A escolhida é Esther (Isabelle Fuhrman), uma menina inteligente e carismática que se veste com roupas diferentes e possui muitos talentos.

A orfa
Esther guarda um segredo…

Porém existe alguma coisa de errado com a Esther e isso fica evidente quando estranhas e perigosas situações começam a aparecer. Parece que Esther está sempre presente em encrencas e seu passado trágico só reforça a idéia que algo muito grave pode estar prestes a acontecer. A órfã é um filme que bate sempre na mesma tecla. O diretor Jaume Collet-Serra não se cansa em tentar criar sustos e uma atmosfera de suspense durante todas as cenas, o que as vezes causa o efeito oposto. O velho clichê do reflexo no espelho, por exemplo, é repetido sem parar.

Mesmo assim a história é bem conduzida, embora possa ser assistida com um ar de desconfiança por se parecer com outros filmes. Porém a resolução final consegue realmente surpreender e consertar alguns detalhes que pareciam ser falhas. E nos dias de hoje, quando o que se mais tem são refilmagens, é uma boa notícia saber que existe algo de original ainda. E um detalhe curioso: o roteiro foi escrito de trás para frente, a partir da surpresa que Esther guarda.

A orfa
Nova integrante da família

E nesse ponto a escolha da atriz Isabelle Fuhrman como a pequena vilã foi um acerto. Talentosa, ela consegue interpretar bem o papel e convencer (principalmente na conclusão, com uma maquiagem bem cuidada). Também estão no elenco Jimmy Bennett (A pedra mágica, Star Trek – O filme) e Margo Martindale (Hannah Montana – O filme). Quem for assistir só não pode contar o segredo da órfã. Assim como O sexto sentido, o mistério pode estragar tudo se for revelado antes.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

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Orphan (EUA / Canadá / Alemanha / França, 2009) Dirigido por Jaume Collet-Serra. Com Vera Farmiga, Peter Sarsgaard, Isabelle Fuhrman, CCH Pounder, Jimmy Bennett, Margo Martindale, Karel Roden, Aryana Engineer, Rosemary Dunsmore…

Veja aqui o trailer legendado de A órfã:

DaiblogGerard Butler está em Gamer, assista ao trailer Astro escocês estrela este thriller de ação futurista, que estreia dia em 02 de outubro nos cinemas. Gamer (Gamer) o mais novo trabalho da dupla de diretores Mark Neveldine e Brian Taylor (Adrenalina), traz o astro Gerard Butler (300) no papel principal deste thriller futurista, onde os videogames e a realidade se misturam. Sinopse:
Num futuro próximo um revolucionário videogame on-line será a mais popular forma de diversão. Semanalmente, milhões de internautas assistirão condenados lutando para sobreviver como se fossem personagens virtuais em um videogame. Kable (Gerard Butler), um prisioneiro, se tornará a grande estrela deste jogo. Para o jogador, Kable é um mero personagem, mas para o grupo de resistência ele é a peça chave para a vitória. No meio dessa batalha, e sob o comando de um adolescente, Kable terá que usar todas suas habilidades extravirtuais para vencer o jogo e derrubar o sistema.Veja aqui o trailer do filme Gamer:

#726-O sequestro do metrô 123

Um homem decide sequestrar um metrô e transforma em reféns todos que estão no vagão. Se ele não receber uma quantia em dinheiro irá matar todos. Começa assim o filme O sequestro do metrô 123, que estreia nessa sexta-feira nos cinemas. Não tenha dúvidas, você já viu esse filme antes várias vezes e sabe exatamente como vai terminar. Mas se você é do tipo de pessoa que acredita no vale a pena ver de novo, não custa conferir.

Walter Garber (Denzel Washington, de Sob o domínio do mal, O gângster) trabalha como controlador de tráfego do metrô da cidade de Nova York. É ele que percebe que alguma coisa estraha aconteceu na linha Pelham 1 2 3, visto que o veículo parou de se movimentar no meio de um túnel. Mais tarde ele descobre que estava acontecendo um sequestro liderado por um tal Rayder (John Travolta, de Hairspray, em busca da fama, Brigada 49, Inimigo em casa).

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Negociação com o sequestradorA polícia é chamada e logo bola um plano para evitar que inocentes morram. O filme mostra a negociação e como Garber passa de um simples funcionário público até um herói que encontra coragem para salvar vidas, fazer justiça e ainda chegar em casa a tempo de levar o leite que a esposa pediu. A direção é de Tony Scott (Deja vu, Chamas da vingança) e fazem parte do elenco os atores Luis Guzmán (Sim senhor, Ele não está tão a fim de você, Perdido pra cachorro), John Turturro (Transformers 2 – A vingança dos derrotados) e Ramon Rodriguez (Força policial, Bella).
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Bang bang!A originalidade é o ponto mais fraco da trama. Embora a trama tente criar momentos de tensão – com a contagem regressiva do prazo que o sequestrador criou, é tudo tão previsível que não compensa perder duas horas assistindo a uma produção que só repete o que já foi feito anteriormente. Para piorar, só mesmo a ausência de um clímax emocionante (algo que poderia compensar a duração). E para quem ainda não percebeu, é mais uma refilmagem.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

The Taking of Pelham 1 2 3 (EUA / Reino Unido, 2009) Dirigido por Tony Scott. Com: Denzel Washington, John Travolta, Luis Guzmán, Victor Gojcaj, James Gandolfini, John Turturro, Ramon Rodriguez, Michael Rispoli, John Benjamin Hickey…

Veja aqui o trailer do filme O sequestro do metrô 123 legendado em português:

DaiblogFestival do Minuto

O Festival do minuto acontece em várias cidades ao mesmo tempo e você pode assistir a vários filmes no site oficial (e no canal do youtube também). São diversos temas e prêmios e o evento está aberto para produções de jovem cineastas. A única regra, como não é difícil deduzir, é que o filme não pode ultrapassar 60 segundos de duração.

Confira aqui o curta Torpedo, de Marcio Sales. O filme foi um dos selecionados para o festival dos diretores de Brasília e mostra uma história hilária sore inconveni~encias telefônicas e intestinais!

#725-Up-Altas aventuras

O que você faria se visse uma casa suspensa por centenas de balões voando pela cidade? É essa fantástica imagem que permanece na mente e nos sonhos de quem assiste Up – Altas aventuras, a nova animação ds estúdios Pixar / Disney. O longa-metragem estreia nos cinemas com uma história que vai encantar pessoas de todas as idades. As crianças vão se divertir com a comédia, enquanto o público mais velho vai se comover com os sentimentos bem humanos e realistas que o filme trata.

O protagonista é um idoso chamado Carl Fredricksen (dublado no Brasil pelo humorista Chico Anysio), que vive apegado ao passado. Viúvo, recorda o período bom que viveu ao lado da falecida esposa e não se esquece dos planos que tiveram de conhecer um paraíso perdido em algum lugar na América do Sul. A primeira parte do filme mostra essas recordações, com um tom nostálgico capaz de arrancar lágrimas de muitas pessoas.

Up Altas Aventuras
Não faltam personagens carismáticos

O drama deixa espaço para a comédia quando Carl decide deixar a cidade por uma série de motivos. Ele literamente viaja com a casa suspensa pelos balões cheios de gás hélio. Porém o que era para ser uma jornada tranquila e cheia de paz vira uma aventura eletrizante quando ele descobre que o escoteiro Russell também está a bordo.

Up Altas Aventuras
Carl e Russel

Com o indesejado companheiro, o velho vai parar nas paradisíacas paisagens tropicais, palco de confusões e perseguições. Tudo isso porque o lugar reserva algumas surpresas. Up – Altas aventuras, é divertido do início ao fim. A tecnologia 3D é usada com sabedoria, criando vertiginosas sequências que farão ainda mais efeito em quem tem medo de altura. Um dos melhores trabalhos desde Wall-e.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Leia mais sobre Up – Altas aventuras:
DaiblogDaiblog Especial – Up Altas aventuras.
DaiblogDaiblog de olho – Chico Anysio dubla
DaiblogTV Daiblog – Assista a um trecho exclusivo do filme dublado em português

Up Altas Aventuras

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Up (EUA, 2009) Dirigido por Pete Docter, Bob Peterson. Com as vozes originais de Edward Asner, Christopher Plummer, Jordan Nagai, Bob Peterson, Delroy Lindo, Jerome Ranft, John Ratzenberger, David Kaye…

Veja aqui o trailer do filme Up – Altas aventuras dublado em português:

DaiblogDeborah Secco será Bruna Surfistinha no cinema Depois de uma longa procura em torno de quem viverá no cinema uma das garotas de programa mais famosas do Brasil, a distribuidora Imagem Filmes e a produtora TV Zero confirmam a contratação de Deborah Secco como protagonista de Bruna – O Doce Veneno do Escorpião, de Marcus Baldini. Bruna Surfistinha
Bruna SurfistinhaDeborah começa sua preparação, um mês antes do início das filmagens, para sua estreia como protagonista no cinema. Para a atriz, “Apesar das opções diferentes, a personagem Raquel/Bruna tem sentimentos parecidos com os meus. É uma garota que rompe com o universo em que vive pra descobrir seu lugar no mundo, num caminho que ela escolheu. Mesmo os erros que tive na minha vida serviram como aprendizado pra chegar a ser quem eu sou hoje.” O filme conta a história de Raquel, uma menina da classe média paulistana que estuda num colégio tradicional da cidade. Um dia, ela toma uma decisão surpreendente: vai ser garota de programa. Raquel se torna Bruna Surfistinha que ganha destaque nacional ao contar aventuras sexuais e afetivas num blog. Photobucket
Deborah SeccoBruna – O Doce Veneno do Escorpião é uma livre adaptação do best-seller que vendeu cerca de 300 mil cópias no Brasil, com roteiro escrito por Antonia Pelegrinno, Homero Olivetto e José Carvalho. O filme marca a estreia de Marcus Baldini na direção de um longa-metragem. “É pelos olhos de Raquel que quero contar essa história. Estou muito feliz com o encontro com a Deborah, nos entendemos sobre o roteiro logo na primeira leitura. Ela enxergou de cara o mesmo filme que eu.” O filme começa a ser rodado em setembro, em São Paulo e Paulínia e chegará aos cinemas de todo Brasil no segundo semestre de 2010.

Cinema Especial Up Altas aventuras

Os estúdios Walt Disney Pictures e Pixar Animation levam as plateias do cinema para bem alto e bem longe na aventura mais divertida de todos os tempos, com sua última comédia de fantasia Up – Altas Aventuras (Up), do diretor indicado ao prêmio da Academia® Pete Docter (Monsters, S.A.). Apresentado em Disney Digital 3D™, Up – Altas Aventuras (Up) conta a edificante história de um velho vendedor de balões de 78 anos, chamado Carl Fredricksen, que finalmente realiza o sonho de toda sua vida e faz uma grande aventura prendendo milhares de balões a sua casa e voando para as florestas da América do Sul. Mas ele descobre, tarde demais, que seu pior pesadelo o acompanhou na viagem: um explorador da natureza, excessivamente otimista, de 8 anos, chamado Russell. A jornada a um mundo perdido, onde eles encontram personagens estranhos, exóticos e surpreendentes, é recheada de aventuras hilárias, emocionantes e muito criativas.

“Eu estou muito orgulhoso com o fato de Up- Altas Aventuras (Up) ser o 10º. filme da Pixar”, diz John Lasseter, produtor executivo e chefe de criação dos estúdios Walt Disney e Pixar Animation. “Eu acho que é o filme mais engraçado que já fizemos e também um dos mais bonitos. Nós temos um personagem principal que é um herói incrível. Carl Fredricksen tem 78 anos e ele viaja pelo mundo em uma máquina voadora que ele mesmo projetou e ainda janta às 15h30 da tarde. Ele é o herói mais improvável que se pode imaginar em um filme de ação. É um personagem que aprende que as maiores aventuras na vida são as coisas pequenas que acontecem no dia a dia. Russell é um dos personagens mais encantadores e charmosos que já criamos. Junto com Carl, esses dois personagens iluminam a tela.”

Up Altas aventuras

O filme é dirigido pelo veterano da Pixar, Pete Docter, que se associou ao estúdio em 1990 — como o terceiro animador a entrar para a empresa. Junto com Lasseter e Andrew Stanton, Docter desenvolveu a história e os personagens de Toy Story (Toy Story), o primeiro longa-metragem da Pixar, do qual também foi supervisor de animação. Ele foi artista de storyboard em Vida de Inseto (A Bug’s Life) e escreveu o tratamento inicial da história de Toy Story 2 (Toy Story 2). Docter estreou como diretor em Monstros S.A. (Monsters, Inc.), indicado ao Oscar® de Melhor Longa-Metragem de Animação. Como um dos principais contribuidores do estúdio Pixar Animation, recebeu outra indicação ao prêmio da AcademiaÒ pela história original do vencedor do Oscar Wall-E (Wall-E), da Disney•Pixar.

“Para mim, o que faz um filme valer a pena ser assistido é quando você vai para casa e ainda pensa nele”, diz Docter. “Você sai do cinema e continua pensando no filme não só no dia seguinte, mas no ano seguinte. Para que um filme possa tocar você dessa forma, é preciso que tenha uma emoção muito verdadeira e, de alguma maneira, que seja ressonante com sua própria vida. Então, mesmo que os astros do filme sejam monstros ou insetos, você se identifica com os personagens na tela e compreende o que eles estão passando. É importante ter esse fundamento de verdade e uma ligação emocional com os personagens.”

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“Junto com o humor, é preciso ter emoção”, afirma Lasseter. “Walt Disney sempre disse: ‘Para cada riso, deve haver uma lágrima.’ Eu creio nisso.” Os cineastas encontraram muita emoção em sua mais recente aventura, explorando o amor que Carl e sua falecida esposa viveram e a amizade que se desenvolve entre Carl e Russell. Na verdade, Carl descobre que a verdadeira aventura da vida pode ser encontrada não viajando ou em grandes realizações, mas nos relacionamentos do dia a dia, que temos com amigos e família.”

Up – Altas Aventuras (Up) tem como produtores executivos os cineastas vencedores do Oscar® e pioneiros da Pixar, Lasseter (diretor de Toy Story, Vida de Inseto, Toy Story 2 e Carros) e Stanton (diretor de Procurando Nemo, Wall•E). O veterano da Pixar, Jonas Rivera, é o produtor do filme. O codiretor é Bob Peterson, e o roteiro é de Peterson e Pete Docter a partir da história de Docter, Peterson e Tom McCarthy (O Agente da Estação, O Visitante). O compositor indicado ao Oscar®, Michael Giacchino (Ratatouille, Os Incríveis) empresta seus talentos musicais para uma trilha sonora evocativa que acentua as emoções, o humor e o espírito de aventura.

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O elenco de vozes de Up – Altas Aventuras (Up) inclui o legendário ator Ed Asner, ganhador de vários prêmios Emmy®, como o vendedor de balões que se torna aventureiro, Carl Fredricksen. Jordan Nagai, de 9 anos, estreia no cinema como a voz do determinado e prestativo explorador da natureza, Russell. O aclamado ator, ganhador do Emmy®, Christopher Plummer contribuiu com uma textura vocal rica interpretando Charles Muntz, o herói apagado obcecado em resgatar seu bom nome. John Ratzenberger, o “amuleto da sorte” da Pixar — o único ator a fazer parte do elenco de vozes de todos os filmes do estúdio, faz a voz de um capataz de construção chamado Tom, que tenta convencer Carl a vender sua casa. O grupo de cães de Muntz inclui interpretações vocais de Bob Peterson, Delroy Lindo e Jerome Ranft.

Up – Altas Aventuras (Up) é o 10º filme da Disney•Pixar, que alcançou resultados sem precedentes em 9 dos 9 filmes lançados, entre os quais: Wall-E (Wall•E), Ratatouille (Ratatouille), Carros (Cars), Os Incríveis (The Incredibles), Procurando Nemo (Finding Nemo), Monstros S.A. (Monsters, Inc.), Toy Story 2 (Toy Story 2), Vida de Inseto (A Bug’s Life) e Toy Story (Toy Story). A Pixar tem agora nove entre os 25 filmes de animação de maior bilheteria de todos os tempos nos EUA e todos os nove ficaram em 1º lugar de bilheteria nas semanas de lançamento. Wall•E (Wall-E), Ratatouille (Ratatouille), Os Incríveis (The Incredibles) e Procurando Nemo (Finding Nemo) ganharam o Oscar® de Melhor Longa-Metragem de Animação, um prêmio concedido a partir de 2001.

Up Altas Aventuras

Docter conta que aprendeu muito ao longo dos 10 filmes da Pixar. “Nunca fica mais fácil”, afirma ele. “Sempre há novas maneiras de a história conspirar para complicar, para nos enganar, fazendo-nos pensar que temos a solução certa. E é só com muitas tentativas, tentativas e mais tentativas que se consegue coisas boas.

“Nós ainda não sabemos tudo”, continua ele. “Nós nos permitimos cometer erros. Como diz Ed Catmull: ‘Se você não comete erros, é porque não está se arriscando suficientemente.’ Eu espero que nunca nos consideremos especialistas — nós aprendemos algo novo em cada filme.”

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Entrevista com os atores Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães

Leia agora uma entrevista com Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres, atores que interpretam o casal Rui e Vani de Os normais. Os dois podem ser vistos atualmente na comédia Os normais 2 – A noite mais maluca de todas, em cartaz nos cinemas brasileiros a partir do dia 29 de agosto.

DaiblogComo foi fazer esse Os Normais 2 em comparação com o primeiro filme?

Luiz Fernando – Naquele primeiro, a gente tinha o compromisso de mostrar o que não estava no programa de TV: o porquê de Rui e Vani terem ficado atraídos. A nossa preocupação, então, era passar para o público a idéia de que eles estavam juntos porque eram uma boa companhia um para o outro, além de namorados. Já nesse novo filme, teve um desgaste na relação, que a gente leva para o lado bem-humorado…

Fernanda – É, não há depressão em Os Normais 2. Eles notam crise já na primeira cena e partem para resolvê-la. Além disso, o primeiro filme tem tempos mais largos, de comédia romântica de cinema. Esse Normais 2 marca a volta do espírito do programa – ele é bem mais uma comédia acelerada.

Os Normais 2 - A Noite Mais Maluca de Todas
Rui e Vani Livin’ La Vida Loca
DaiblogSempre se fala nessa química que vocês dois têm em cena como Rui e Vani. A que vocês devem ela?

F – É que nós dois somos muito amigos.

LF – E eu vou te falar uma coisa: O Rui e a Vani são tão comuns! Qualquer casal é igual a eles. Não precisa nem ser tão maluco quanto eles.

F
– A química, na verdade, é entre o texto, o diretor e os atores. Isso é raro. O Alexandre[Machado] e a Fernanda [Young, autores] acertaram muito na observação do casal que é louco, mas é noivo, normal. Isso deu uma empatia muito grande à série e ao filme.

LF
– E tem uma coisa muito juvenil em Os Normais. Eles dizem aquela quantidade de palavrões… e, no fim das contas, eles agem como duas crianças! É uma putaria infantil, meio brincadeira de médico.

Os Normais 2 - A Noite Mais Maluca de Todas
Cena do filme Os normais 2
F – É difícil você juntar algo inocente com algo picante. Acho que aí está a coisa explosiva de Os Normais: é inocente e picante, adulto e criança. E isso pega o público de A a Z.

DaiblogNesse Os Normais 2, vocês contracenaram com um monte de convidados. Que tal a experiência?
LF – Foi assim como era na TV. A gente era a Hebe do programa, cada semana tinha uma pessoa que vinha de uma novela ou minissérie, com toda a sua história, e eu e Nanda, como bons anfitriões, tínhamos que fazer com que essa pessoa se adaptasse – afinal, nós dois temos nosso ritmo. Mas como quase todos os convidados do filme já tinham trabalhado conosco, então foi fácil e divertido.

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#724-Curtas (24)

Você não precisa pegar um avião ou enfrentar trânsito para conferir o Festival de Curtas de SP. O site Porta Curtas disponibilizou três programas com uma série de filmes para você assistir no conforto do seu lar. Em breve sairá o resultado dos dois melhores que poderão ser conferidos permanentemente no site. Alguns já foram comentados aqui no Daiblog, como Ana Beatriz, A mulher biônica, A minha maneira de estar sozinho, Minami em close up – A Boca em revista, Nº 27 (todos exibidos durante o Festival de Brasília so Cinema Brasileiro do ano passado) e Depois de tudo, um dos destaques do For Rainbow – Festival de Cinema da Diversidade Sexual de 2008.

A Montanha Mágica

Sinopse: De tanto se divertir lá em cima, ele caiu, quinze metros, faltou ar! Até onde vai a verdade? Até onde vai a imaginação? Eu gostaria de lembrar um pouco mais.

A Montanha Mágica

Petrus Cariry (filho de Rosemberg Cariry, Siri Ará) foi o responsável pelo excelente drama O grão e agora dirige este documentário que usa um parque de diversões como porta de entrada para lembranças da infância do autor. O filme já me ganhou pelas belas imagens e pela proposta de resgatar o passado. Um trabalho bem autoral e bonito de se ver.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

A Montanha Mágica Documentário, Fest de Curtas SP De Petrus Cariry 2009 13 min

O Menino Que Plantava Invernos

Sinopse: Antes de nascer, um menino tem seus pais mortos. Ele acredita que a tragédia foi causada por um maléfico dragão. Para se vingar, pensa em aniquilar o dragão trazendo à terra o pior frio já imaginado para congelar o monstro.

O Menino Que Plantava Invernos

As animações de Victor-Hugo Borges (Icarus, Historietas mal assombradas para crianças mal criadas) variam desde o “ai-que-coisa-bonitinha” até o “meu-Deus-que-medo”. Este novo curta possui o mesmo tom dos anteriores e conta a história de um garoto cujos pais tiveram as almas roubadas por um terrível monstro. Agora ele tentará fazer com que os pais zumbis voltem à vida. Maravilhoso e recomendado para quem gosta de obras como Coraline e o mundo secreto ou A noiva cadáver.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐⭐

O Menino Que Plantava Invernos – Animação, Fest de Curtas SP De Victor-Hugo Borges 2008 15 min

Confira aqui o teaser de O menino que plantava invernos:

A Casa Dos Mortos

Sinopse: Jaime, Antônio e Almerindo são homens anônimos, considerados perigosos para a vida social, cujo castigo será a tragédia do suicídio, o ciclo interminável de internações, ou a sobrevivência em prisão perpétua nas casas dos mortos. Um impressionante relato sobre presos, loucura e o destino daqueles que possuem problemas mentais e não podem viver em sociedade. Com certeza não é para todos os públicos, por mostrar uma realidade que muitos preferem ignorar.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

A Casa Dos Mortos – Documentário, Fest de Curtas SP De Debora Diniz 2009 20 min

Bolaoito Talkshow – Melhores Momentos

Sinopse: Os melhores momentos do pior talkshow do mundo. Trechos bizarríssimos de um programa de entrevistas apresentado pelo negão Bolaoito, que tem o costume de beber durante a conversa. Os personagens são engraçados, as perguntas também e o resultado não podia ser diferente: hilário. Destaque para a platéia.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

Bolaoito Talkshow – Melhores Momentos – Animação, Fest de Curtas SP De Allan Sieber 2009 8 min

O Filme Mais Violento Do Mundo

Sinopse: Um produtor de cinema de origem humilde pede ajuda a um amigo produtor bem sucedido, que o convence a fazer um filme cheio de sangue e violência. O diretor Gilberto Scarpa (Os filmes que eu não fiz) volta a falar do fazer cinema, desta vez com um senso de humor negro. O curta mostra um cineasta que, cansado de fracassos, acaba por fazer um filme violento diferente de toda sua filmografia na esperança de conseguir sucesso e fama. A história é boa e o final também. Merece uma conferida!

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

O Filme Mais Violento Do Mundo – Ficção, Fest de Curtas SP De Gilberto Scarpa 2009 16 min
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O longa “Nada vai nos Separar” mostra a paixão do torcedor pelo Sport Clube Internacional

O filme “Nada Vai nos Separar: os cem anos do S.C INTERNACIONAL”, de Saturnino Rocha, que narra a história centenária do time de futebol Sport Clube Internacional resgatando os gols históricos, a lealdade de uma torcida, os títulos importantes e os jogadores que fizeram a história do clube, estreou nessa sexta, 28/08.

“Nada vai nos separar” é um filme feito para mostrar o sentimento do torcedor colorado e que não poderia ser construído apenas por profissionais especializados em suas áreas. Assim o torcedor comum é o seu principal personagem. Ninguém melhor do que ele para explicar que paixão é essa. Se na arquibancada o torcedor faz a diferença, neste longa-metragem, claro, ele também fará. A produtora do filme, a G7 Cinema, tem experiência de sobra na produção de documentários sobre futebol. São dela os mais recentes e exitosos filmes sobre futebol lançados em circuito comercial de cinema: “FIEL”, de Andrea Pasquini, “Inacreditável – a Batalha dos Aflitos” e “Gigante – como o Inter conquistou o mundo”.

Ficha Técnica:
NADA VAI NOS SEPARAR: OS CEM ANOS DO S.C INTERNACIONAL (116min, cor, 2009)
Diretor: Saturnino Rocha
Roteirista: Luís Augusto Fischer
Montagem: Giba Assis Brasil
Produtor: Gustavo Ioschpe
Trilha Sonora: Fornazzo
Direção de Fotografia: Eduardo Izquierdo
Edição de Som e Mixagem: Lucio Dorfman
Duração: 116 min
Produtora e Distribuidora: G7 Cinema
Classificação Etária: Livre
Site oficial:
www.filmecentenario.com.br/

Veja aqui o trailer do filme Nada vai nos separar – Os cem anos do S.C Internacional:

#723-Os normais 2

A dupla Rui e Vani está de volta e Os normais 2 – A noite mais maluca de todas estreia para matar a saudade de quem acompanhava a série na Rede Globo. Diferente do primeiro filme, o novo possui mais elementos do seriado e parece um grande episódio. A trama não perde tempo e é engraçada desde os créditos iniciais, com Fernanda Torres e Luís Fernando Guimarães cantando o sucesso Livin’ La Vida Loca, de Ricky Martin.

Depois de anos de noivado, o relacionamento de Rui e Vani esfriou a ponto da vida sexual dos dois estar praticamente congelada. Por isso eles decidem inovar e fazer um ménage à trois, ou seja, sexo com mais uma pessoa. Tirando o tabu que ainda existe sobre essa prática, eles vão passar por uma série de hilárias e constrangedoras situações na procura da uma bissexual que tope a proposta.

Os normais 2 A noite mais maluca de todas
Sedução…

O filme mostra as confusões que acontecem durante uma única noite no Rio de Janeiro. Eles vão descobrir que não é muito fácil encontrar uma pessoa para dividir momentos de intimidade. Conhecidos nomes da televisão brasileira integram o longa, como Danielle Winits (Sexo com amor?, Se eu fosse você), Daniele Suzuki (O ninja Didi e a guerreira Lili) e Daniel Dantas (Lost Zweig).

Os normais 2 A noite mais maluca de todas
…e terror e pânico!Apesar de alguns momentos não funcionarem tão bem (como o bicho-preguiça no hotel), a maior parte da história funciona e é engraçada. Quem acompanhava na telinha as desventuras do casal com certeza vai relembrar e se divertir com o filme.
Cotação do Daiblog:
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Os normais 2 – A noite mais maluca de todas (Brasil, 2009) Dirigido por José Alvarenga Jr.. Com Fernanda Torres, Luís Fernando Guimarães, Danielle Winits, Cláudia Raia, Drica Moraes…

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Veja aqui o trailer do filme Os normais 2 – A noite mais maluca de todas:

DaiblogMostra Back2Black: Cinemas em busca de suas histórias

Brasília recebe de 28 a 30 de agosto, o festival Back to Black, no Museu Nacional da República. Durante os três dias o público poderá conferir gratuitamente, uma mostra de filmes de diretores Africanos e vídeo instalações de filmes projetados na cúpula do museu.

Programação da mostra de cinema do Back to Black:

Dia 28/08 – Cultura black e cultura pop:
17h: Shaft – O filme. (Shaft, EUA, 1971, fic, 100 min., classificação indicativa: 18 anos). Dir.: Gordon Parks.
19h:
Faça a Coisa Certa (Do the right thing, EUA, 1989, fic, 120 min., classificação indicativa: 18 anos) Dir.: Spike Lee
21h: Rockers It’s Dangerous (Jamaica/EUA, 1977, fic, 99 min., classificação indicativa: 18 anos) Dir.: Theodoros BafaloukosDia 29/08 – O filme de arte africano:
17h: Finyé – O Vento (Finyé, França/Mali 1982, 105 min) Dir.: Souleymane Cissé
19h: Tilaï (França, 1990, 81 min) Dir.: Idrissa Quedraogo
21h: Heremakono – Esperando a felicidade (Haremakono, en attendent le bonheur, França/Mauritânia, 2002, 95 min.) Dir.: Abdeharrmane Sissako
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Faça a coisa certa, de Spike Lee, faz parte da programaçãoDia 30/08 – Olhares documentais sobre a negritude:
17h: Carolina (Brasil, 2003, doc, 14 min., classificação indicativa: 12 anos) Dir.: Jeferson D
17h20: Eu, um negro (Moi, un noir, França, 1958, doc, 72 min.) Dir.: Jean Rouch
19h: A Liga da Língua (Brasil, 2003, videoarte, 17 min.) Dir. Renato Barbieri e Fabiano Maciel
19h20: Haiti (EUA/Haiti, 1938, doc, 16 min., classificação indicativa: livre). Dir. Rudy Burckhardt
19h40: A Força de Olhar o Amanhã (La Force de Regarder Demain, França, 2006, doc, 52 min.) Dir. Euzah Palcy
21h: A negação do Brasil. (Brasil, 2000, doc, 91 min., classificação indicativa: 12 anos) Dir.: Joel Zito Araújo.