O comportamento sexual dos jovens de hoje em dia faz as pessoas mais velhas exclamarem que é “o fim do mundo” ou “uma falta de vergonha”. A tal modernidade não é vista com bons olhos por quem nasceu há algumas décadas, quando poderia ser chamado de escândalo uma garota beijar mais de um rapaz numa mesma noite. Por isso que é impressionante o fato da história que deu origem ao filme Pra que serve o amor só em pensamentos? ter acontecido de verdade em Berlim, no ano de 1927.
Paul Krantz (Daniel Brühl, de O violinista que veio do mar) e Günther Scheller (August Diehl, de Os falsários) são dois amigos que decidem passar um fim de semana numa casa de campo com Hilde (Anna Maria Mühe), a belíssima irmã de Günther. Os dois levam uma arma, artefato que será decisivo para a forma como as coisas se resolvem depois das comemorações juvenis.
Adolescência
Eles firmam um pacto baseado na paixão típica da adolescência (época onde os sentimentos e hormônios estão a flor da pele) e acreditam que o amor é a única coisa pela qual se vale a pena matar ou morrer. Esse tipo de pensamento somado com um triângulo amoroso envolvendo amigos que vão para a festa explodem em uma tragédia que se tornou escândalo na época.
Paul e Günther
Além da história ser extraordinária por si só, o longa-metragem possui também outros elementos interessantes. A caprichada fotografia mostra casa bem com o clima poético dos diálogos. Como Paul é um poeta, tem um olhar diferenciado sobre a vida e as pessoas, visão que foi bem retratada no filme. Uma obra bela e dramática do início ao fim, que conta com a maravilhosa canção For now, interpretada por Thomas Feiner. Cotação do Daiblog:
Was nützt die Liebe in Gedanken (Alemanha, 2004) Dirigido por Achim von Borries. Com Daniel Brühl, August Diehl, Anna Maria Mühe, Jana Pallaske, Thure Lindhardt, Verena Bukal, Julia Dietze, Buddy Elias, Luc Feit…
Veja aqui o trailer do filme Pra que serve o amor só em pensamentos? :
Como já foi escrito anteriormente, o Daiblog recebeu um correspondente para o Edinburgh Film Festival deste ano. O leitor Jonathas (o mesmo que deu uma surpreendente entrevista sobre os chavs no texto do filme de terror Eden lake) selecionou uma série de filmes recentes que passaram pelo evento e ainda não foram lançados aqui no Brasil. Veja abaixo a sinopse oficial de alguns deles:
Rudo y Cursi – As estrelas de E sua mãe também se reunem para contar uma história deliciosamente turbulenta sobre dois irmaos loucos por futebol e sua jornada em busca de fama e fortuna. Rudo (Diego Luna) and Cursi (Gael Garcia Bernal) sao quase velhos demais para tentar a sorte nos campos de futebol e ascender ao estrelato internacional, mas um dia um caçador de talentos os vê jogar e os oferece uma chance inesperada. A cidade grande os atrai – mas será que conseguirão mesmo construir a famigerada casa na praia para sua mãe, ou mulheres, drogas, apostas e revistas de fofoca sabotarão as suas ambições?
Rudo y Cursi
The September Issue – Um deslumbrante estudo do que se passa nos bastidores do mundo da moda com um enfoque nas personalidades por trás de sua revista mais importante. Anna Wintour é a pessoa mais ‘cool’ e talvez a mais poderosa jogadora do alto mundo da moda. Sua forma dinâmica de editar a versão americana da revista Vogue a transformou praticamente em um mito, trazendo-lhe fama também devido a sua visão comercial e seu comportamento sempre frio, impenetrável. Com um documentário irreverente e magnificamente observador, RJ Cutler captura toda a mística que envolve Wintour e chega ao epicentro de um dos conflitos dentro da revista – mais precisamente a diretora de criacao da Vogue, Grace Coddington, uma exuberante peca no quebra-cabeca da moda.
Humpday – Quão intimamente você gostaria de conhecer o seu mais antigo amigo? O filme de Lynn Shelton fez sucesso no último Festival de Sundance e foi definido por alguns como ‘hilário’ e ‘ uma corajosa versao de filme para espectadores de trinta e poucos anos’. Ben (Mark Duplass) acaba de se casar com Anna (Alycia Delmore), quando reencontra um velho amigo, Andrew (Joshua Leonard), e, claro, também os amigos boêmios, festeiros e sexualmente versáteis de Andrew. Será que o casamento de Anna e Ben conseguirá sobreviver ao “projeto artístico” que Ben e Andrew idealizam juntos – um projeto que almeja levar o relacionamento entre homens até a sua última fronteira?
The maiden heist
The maiden heist – Uma comédia leve com três grandes atores Hollywoodianos. Roger, Charles and George (Morgan Freeman, Christopher Walken, William H Macy) são guardas de um museu com muito mais do que apenas um interesse casual em seus próprios empregos. Cada um deles tem uma obra em especial que admira com frequência de diferentes e excêntricas maneiras. Por isso, todos os três ficam horrorizados ao saber que sua amadas serão transferidas a um outro museu na Dinamarca. Decidindo eles mesmos tomar uma atitude e fazer algo para salvar suas peças favoritas, os três mosqueteiros da arte formam um engenhoso e hilário plano para roubá-las de volta.
Dirigido por Ang Lee (responsável pelo premiado O segredo de Brokeback Mountain), Desejo e perigo entra em cartaz nos cinemas com uma história de amor e espionagem ambientada na China durante a Segunda Guerra Mundial, época que o pais estava ocupado pelos militares japoneses. É neste cenário que a jovem estudante Wong Chia Chi faz parte de um elaborado plano para matar o Sr Yee (Tony Leung, de Amor à flor da pele). O homem é um chinês que trabalha a favor da ocupação nipônica na China, sendo considerado um traidor pelos ativistas da resistência.
Sob a falsa identidade de Mak Tai Tai, ela cria um jogo de sedução que, como o título bem escolhido já entrega, é marcado por um crescente perigo. Enquanto tenta viver como uma outra pessoa, a protagonista também trabalha a favor da resistência, tendo uma paixão platônica como principal motivação em entrar no ramo da espionagem.
Um dos elementos mais polêmicos do longa são as intensas cenas de sexo, em posições pouco comuns possíveis especialmente para contorcionistas e pessoas que possuem maior elasticidade. Ao contrário do que se possa pensar, não são sequências gratuitas, mas momentos importantes que mostram a confusão e o dilema que se desenvolve na cama entre a espiã e alvo.
Desejo e perigo é um filme elegante, bem pensado e com uma produção impecável – desde a reconstituição da época até a bela fotografia de Rodrigo Prieto. O ritmo da narrativa pode ser um obstáculo para quem espera uma trama repleta de ação. Existem momentos de suspense, principalmente por causa do constante risco da farsa da protagonista ser descoberta, porém o que mais marca o roteiro é a carga dramática de sentimentos e caminhos inusitados do coração.
Ang Lee trabalha sem pressa e conta a história em mais de duas horas e meia, que passam sem se sentir. É um daqueles filmes que é fácil entrar dentro do contexto e viajar. Por isso que é impactante ver o que acontece com o sentimentalismo idealizado (que estamos acostumados a ver no cinema) durante os impiedosos tempos de guerra. Destaque para a atriz estreante Tang Wei, que vive a protagonista com um talento impressionante.
Se, jie (EUA / China / Taiwan / Hong Kong, 2007) Dirigido por Ang Lee. Com Tony Leung Chiu Wai, Wei Tang, Joan Chen, Lee-Hom Wang, Chung Hua Tou, Chih-ying Chu, Ying-hsien Kao, Yue-Lin Ko, Johnson Yuen, Kar Lok Chin, Su Yan… Veja aqui o trailer de Desejo e perigo legendado em português na TV Daiblog:
Entrevista
Você leu os livros de Eileen Chang – ou pelo menos o conto que inspirou “Desejo e Perigo” (Lust, Caution)? Mesmo antes que eu me juntasse ao filme, eu já gostava de ler o trabalho de Eileen Chang, porque eu a acho muito especial. Eu lia suas histórias para a minha mãe. A maioria das pessoas viram outra histórias mais famosas dela. Quando eu realmente li a história de “Desejo e Perigo” (Lust, Caution), eu pensei, “Oh, esta é tão diferente das outras histórias.” Eu li a história antes mesmo de ler o roteiro.
Você já conhecia os filmes de Ang Lee?Não muito, não, mas eu conheço agora. Quando eu estava na faculdade, eu via muito os [velhos] faroestes [isto é, americanos] e filmes europeus; Ingmar Bergman é o meu diretor favorito.
Como foi trabalhar com este diretor, mesmo antes de você começar a interpretar Wong Chia Chi? Ang Lee disse quando ele me viu pela primeira vez, ele se sentiu, “Esta é Wong Chia Chi.” No teste, eu estava nervosa e estava com febre, mas ele e [co-roteirista] Wang Hui Ling foram amigáveis; Ang me serviu chá. Ele foi muito gentil, sem aquele ego dos grandes diretores. No final, eu senti que tinha achado alguém com quem eu conseguia falar francamente e com o coração.
Eu descobri que ele era um diretor muito bom, porque ele dá aos atores muita informação sobre os personagens – dever de casa e muito treinamento. O treinamento do idioma – inglês e também o dialeto de Xangai e o dialeto Cantonês. Também, ele dava lições de etiqueta, de voz e lições de mahjong. Assim, você podia ficar bem mais íntimo com o papel. Eu prefiro obter instruções específicas.
Ele me forneceu romances para ler, os quais Wong teria lido então, e muitos filmes antigos para assistir [que ela teria assistido] – como os de Greta Garbo. Eu gostei de assistir a cada um dos filmes dela, e de “Minha Bela Dama“ (My Fair Lady) e de “A Malvada” (All About Eve). Wong é muito influenciado pelos filmes, e talvez na verdade ela quisesse se tornar uma atriz de cinema. Ang não só me disse para ficar concentrada e como ela deveria agir, mas como as meninas naquela época faziam e atuavam.
Com os outros atores como estudantes, eu ao mesmo tempo fazia esportes e lia, como só [eles teriam feito] na escola. Nós chamamos Ang de o nosso “Professor” por causa dos trabalhos que ele mandava fazermos em casa.
Ang e eu achamos algumas coisas em comum entre minha vida e a de Wong; ele ficou muito surpreso. Como ela, eu gosto de interpretar no palco – minha coisa favorita antes deste filme. Muito pouca experiência em teatro, mas eu tenho muito orgulho dela; você consegue expressar todo o seu sentimento no palco, é muito confortável – e, sem diretor! [risos]. Antes de o filme começar, eu disse a mim mesma, “eu devo ter [um papel] uma peça num ano, pelo menos.” Mas este ano, eu não tive nenhuma oportunidade.
Eu não me senti discriminada trabalhando com Ang. Eu sinto que ele consegue descobrir o seu potencial que você não sabia que o tinha.
Você está interpretando um personagem que ela mesma interpretou no cinema. Como foi o seu processo como…? Foi muito complicado. Assim, eu não pensei que Wong Chia Chi, mas sobre Mak Tai Tai [Senhor Mak, que Wong fingia ser na história]. Eu não consegui, “eu sou Wong Chia Chi como Mak Tai Tai, “estava só pensando, “Eu sou Mak Tai Tai.” Quando nós tínhamos acabado o trabalho do dia, eu voltava a ser Wong Chia Chi, não Tang Wei. [se tornou,] “Tang Wei…Quem é Tang Wei?” [risos].
Ang Lee incentivou os atores a tentarem abordagens diferentes?Ang mudou sua mente sobre muitas coisas no filme muitas vezes após ver como os atores trabalhavam juntos. Se você não fosse muito cuidadoso, você não conseguia achar a diferença. Mas os atores sabiam, porque ele sempre nos dizia; “Eu acho que nós podemos fazer isto de uma maneira diferente…” As coisas de ontem, joguem fora; pense em uma maneira diferente, e vamos fazê-lo.
A maioria das tomadas está centrada em mim e em Tony Leung, mas Ang o modificou [no processo de edição] de modo que Wang Leehom teve mais coisas. Isso acabou tornando a história mais dinâmica. O filme ficou mais profundo para todos nós.
O quanto que os figurinos e maquiagens da época da Segunda Guerra Mundial lhe ajudaram a compor o personagem? Os vestidos eram tão belos… Os estilos cheongsam… A primeira vez que eu vesti um, eu pensei, “Ó meu Deus, o que eu vou fazer? Diga-me como andar.” [risos]. Porque eu não usava vestidos, eu só tinha jeans, camisetas e tênis. Agora? Mudou; eu quero vestidos e sapatos com salto altos. “Vamos lá, dê-me um vestido…”
Durante as filmagens, cada dia quando eu me sentava em frente do espelho da maquiagem, eu não ousava me ver sem maquiagem porque eu tinha que ver o personagem na minha frente para fazer funcionar a interpretação. Uma vez tendo os olhos, as sobrancelhas, o rosto, a boca, o cabelo, tudo – certo. [risos]. Eu me sentiria, “Ó, eu posso sair agora.”
Perto do último dia, eu me vi no espelho e senti que não era eu. O personagem queria me segurar, como as raízes de uma árvore.
Quão difícil foi filmar, fisicamente falando?Estava muito frio onde nós filmamos e eu acho que quando eu fico com medo do frio; eu acabo ficando doente. Mas durante as filmagens, eu surpreendentemente; não fiquei doente. Os membros da equipe me disseram, “Tang Wei, por favor, não adoeça assim nós podemos ter uma folga.” Estou brincando; eles trabalharam duramente. Eu sinto saudades de todos eles. Ang ficou doente durante as filmagens, mas ele nunca parou, nunca descansou. Só descansávamos quando nós terminávamos o trabalho do dia. Mas ele nunca descansava. Eu podia sentir sempre que ele ficava pensando em algo, como se ele pudesse sempre sentir o que eu estava pensando.
Para conseguir que tudo ficasse pronto — maquiagem, cabeleireiro, vestido – demorava de três a quatro horas por dia. Da Malásia à Xangai, foram cento e dezoito dias, e eu [trabalhei] por cento e quatorze dias. Eu dormia talvez umas três horas por dia, às vezes cinco a seis. Tínhamos só um dia de folga por semana. Mas eu nunca me senti cansada. Na frente das câmeras, era estimulante, e estava pronta.
Foi muito interessante, com meu corpo; quando eu terminei o filme, eu peguei um avião para Beijing. E o avião tocou o solo, e eu pensei, “Ó, meu Deus, eu estou doente.” Eu percebi que meu corpo sabia que agora podia ficar doente. Eu estava com uma febre alta e estava exausta e teria que descansar por um mês. E foi o mesmo como Ang.
Já que eu estava em quase todas as cenas, eu achei que poderia pensar em como foi o filme. Mas quando eu assisti ao filme pela primeira vez, tudo foi diferente. Leehom estava assistindo-o também, e quando terminou eu disse a ele, “Por favor, fique aqui sentado comigo um pouco.” Quando você assistir ao filme, você verá uma garota seguindo o seu coração e tomando as decisões mais difíceis possíveis e se transformando. Ela vai da inocência a quase tudo que uma mulher pode passar em sua vida, e imagino que ela passou. Eu invejo Wong Chia Chi. Ela é audaciosa, e não tem arrependimentos. Eu espero que eu possa viver um dia como ela.
Assim, em resumo, como foi fazer um filme como este? Foi como mágica.
Está em cartaz o aguardado Transformers: A vingança dos derrotados, que pode ser considerado uma das mais importantes estreias do ano. Pelo título é possível compreender como é o roteiro da continuação do filme de 2007, ou seja, os vilões que perderam a batalha anterior agora querem uma revanche. A simplicidade da história entra em contraste com o resto da superprodução: efeitos especiais moderníssimos pipocam na telona sem parar.
Novamente vemos o herói adolescente Sam (Shia Labeouf, de Santos e demônios, Paranóia e Controle absoluto), que, depois de salvar a raça humana, pretende entrar na faculdade e ter uma vida normal. Só que os Decepticons (robôs malvados) sabem que existe uma forma de conseguir uma fonte de energia que está presente na Terra. E por isso partem para o ataque com intenções destruidoras.
Em nome da salvação do mundo
Por sorte os seres humanos contam com a ajuda dos Autobots (os robôs do bem), que firmaram um pacto de parceria com o planeta (representado pelos Estados Unidos da América, é óbvio). Mas isso não impede que os vilões causem estragos de proporções gigantescas. Destruição em massa é o que não falta. Com uma ação praticamente sem cortes, Tranformers 2 chega a cansar. Afinal são infinitas explosões durante as mais de duas horas de duração.
Cabum!O filme pode ser dividido em duas partes. A primeira, bem sucedida, é repleta de humor e aventura. É quando é arquitetado o plano dos Decepticons e as coisas vão ficando progressivamente mais tensas. Depois a história se estica em um interminável trecho de investigações em busca de respostas até terminar com sequências de guerra, antecedidas por uma burocracia que deveria ter sido cortada. Tudo com muita ação e tecnologia a serviço de mutações mecânicas. Para quem não entendeu ainda, os Transformers se transformam em veículos e aparelhos eletrônicos, reconfigurando a aparência em alta velocidade. Aviso: Mega Fox não é um dos TransformersSe o cuidado técnico impressiona logo no começo, perto do final tantos efeitos deixam de ser tão especiais e não surpreendem quem já viu praticamente tudo o que poderia ser feito. É como se o diretor Michael Bay (A ilha) não se preocupasse em mostrar todas as cartas logo para a platéia (e não se preocupou mesmo). Cheio de excessos, clichês e alguns momentos eletrizantes, Transformers: A vingança dos derrotados é o mais perfeito exemplo de filme pipoca. Merece ser visto especialmente no cinema, com o som e imagens caprichadas. Megan FoxO elenco praticamente repete os mesmos atores, desta vez com um Josh Duhamel (de Turistas) mal aproveitado e John Turturro (de Faça a coisa certa). Das novas caras que apareceram se destaca Ramon Rodriguez (Força policial), como um nerd caricato. E é claro que é impossível deixar de citar a sex symbol Megan Fox, que repete a presença voluputosa reafirmando a combinação certeira que agrada a platéia masculina: carros e mulheres – mesmo se tratando de um filme baseado em brinquedos infantis. Cotação do Daiblog:
Transformers: Revenge of the Fallen (EUA, 2009) Dirigido por Michael Bay. Com Megan Fox, Shia LaBeouf, Isabel Lucas, Josh Duhamel, John Turturro, America Olivo, Rainn Wilson, Frank Welker, Tyrese Gibson, Mark Ryan, Ramon Rodriguez, Matthew Marsden…
Veja aqui o trailer de Transfomers 2 – A vingança dos derrotados legendado em português na TV Daiblog:
Leia aqui algumas curiosidades dos efeitos especiais do filme Tranformers: A vingança dos derrotados:
Fatos interessantes * 14 robôs no primeiro filme, 46 robôs desta vez (somente da ILM) * Se você tivesse todo o ouro garimpado na história da humanidade, você poderia somente construir um pouco mais da metade do Devastator. * Optimus Prime terá o seu verdadeiro tamanho nas telas IMAX em muitas das cenas de luta na floresta. * A velocidade da mão do Devastator é de 628 km por hora quando ele esmurra a pirâmide. *A simulação da destruição da pirâmide foi 8 vezes maior do que a antiga simulação rígida recorde de todos os tempos da ILM.
* Se todas as peças dos robôs fossem colocadas lado a lado, se estenderiam de um lado ao outro da Califórnia, cerca de 289 quilômetros. * Se todas as peças do Devastator fossem empilhadas, teriam o tamanho de 58 prédios Empire State. * Se todos os mapas de textura do filme fossem imprimidos em folhas 0,91 metro quadrado cobririam 13 campos de futebol americano.
Espaço em disco * Transformers ocupou 20 Terabytes de espaço em disco. Transformers: A Vingança dos Derrotados ocupa 145 Terabytes. Sete vezes maior! * 145 Terabytes ocupariam 35.000 DVDs. Colocados em uma pilha, sem as capas de proteção, eles atingiriam a altura de 44 metros.
Tempos de renderização * Se você fizesse a renderização de um filme completo em um moderno computador doméstico, você teria que ter começado a renderizar há 16.000 anos (quando as pinturas pré-históricas nas cavernas de Lascaux estavam sendo feitas) para terminar em tempo para a estreia deste ano! *Uma simples tomada do filme em IMAX (df250) teria levado quase três anos ininterruptos para ser renderizada em um computador doméstico de última geração. *Tempo de renderização dos quadros em IMAX: pode chegar a 72 horas por quadro. Os quadros IMAX levam 6 vezes mais tempo do que os anamórficos para serem renderizados .
Tempo em tela * O tempo dos efeitos feitos pela ILM na tela é de cerca de 51 minutos.
Devastador * O Devastator tem a altura de um prédio de 10 andares. *O Devastator tem 10 vezes mais o número de peças individuais encontradas em um carro comum. * Colocadas lado a lado, as peças do Devastator chegariam a quase 22,5 km de comprimento.
Totais do Devastador * Número de partes geom: 52.632 * Número total de polígonos: 11.716.127 * Comprimento total de todas as partes: 22.278 metros * Comprimento total de todas as partes: 22,27 quilômetros
Baseado no best-seller que contou a arrepiante história de uma família que se mudou para uma casa mal assombrada, o filme Terror em Amityville fez sucesso na época e gerou diversas continuações e até uma refilmagem em 2005. O longa-metragem segue a ordem cronológica dos eventos e mostra o que se passou nos exatos 28 dias que os Lutz tentaram viver na casa nº 112 da rua Ocean Avenue, em Nova Iorque.
O casal sabia do passado da casa e mesmo assim compraram o imóvel onde uma família inteira foi assassinada. Como toda boa história de fantasmas, eles não acreditam em maldições ou que algo sobrenatural pode acontecer, principalmente por causa da religiosidade de Kathy Lutz (interpretada pela bela atriz Margot Kidder, mais conhecida como a Lois Lane dos quatro filmes do Superman).
O sangue de Jesus tem poder!
Também estão no elenco dois premiados atores: Rod Steiger, como o padre Delaney e James Brolin, como o marido George Lutz. Apesar de todo o esforço em criar uma atmosfera sombria, o filme carece de ritmo. São quase duas horas que poderiam ser resumidas em um roteiro mais objetivo. Os efeitos especiais simples demais também deixam a desejar e não é por ser uma produção do fim da década de 70. A profecia (de 1976), por exemplo, é mais antigo e mais assustador.
Fantasmas malignos
Um dos pontos altos é a trilha sonora composta pelo argentino Lalo Schifrin (responsável pelo mais do que conhecido tema Missão impossível). As músicas originalmente foram feitas para O exorcista, mas foram recusadas pelo diretor. Os temas combinaram com Terror em Amityville e fizeram com que o filme recebe uma indicação ao Oscar. O longa-metragem não possui nada de especial, mas tornou-se cult por causa do livro ser supostamente real. E uma coisa ninguém pode negar: as janelas do sótão da casa realmente parecem olhos! Cotação do Daiblog:
The Amityville Horror (EUA, 1979) Dirigido por Stuart Rosenberg. Com James Brolin, Margot Kidder, Rod Steiger, Don Stroud, Murray Hamilton, John Larch, Natasha Ryan, K.C. Martel, Meeno Peluce…
Veja aqui o trailer do filme Terror em Amityville:
Já saiu o resultado da promoção Hannah Montana – O filme! Veja se você foi um dos ganhadores! E aqui no Daiblog quando acaba uma promoção já se inicia outra! Dia 10 de julho estreia o filme A proposta, mas os leitores do Daiblog podem conferir o filme bem antes, nas pré-estreias dos dias 26 e 27/06.
Para concorrer a ingressos envie um e-mail para daiblog@gmail.com com seu nome completo e endereço! Promoção exclusiva para Brasília, visto que os correios podem demorar para entregar as cortesias para demais cidades! Agora confira aqui a história do filme A proposta: Quando a poderosíssima editora de livros Margaret (SANDRA BULLOCK) se vê diante da deportação para o seu país de origem, o Canadá, a executiva de raciocínio rápido declara que na verdade está noiva de seu desprevenido e injustiçado assistente Andrew (RYAN REYNOLDS), que ela atormenta há anos. Ele concorda em participar da farsa, mas com algumas condições. Sandra BullockO casal viaja para o Alasca para conhecer a excêntrica família dele (MARY STEENBURGEN, CRAIG T. NELSON, BETTY WHITE) e a “garota-da-cidade-sempre-no-controle” se vê em diferentes situações cômicas. Com o casamento improvisado sendo organizado e o oficial de imigração atrás deles, Margaret e Andrew relutantemente seguem seu plano, apesar das consequências.
Escolhido para abrir a 59ª edição do Festival de Berlim desse ano, Trama internacional chega aos cinemas em uma hora oportuna. Ainda que o assunto do momento não seja mais a crise mundial, o medo da recessão e questões econômicas de proporções globais passaram a ser um tema mais corriqueiro do que há alguns anos. Afinal nem todo mundo parava para pensar no poder que um grande banco possui – não apenas o poder financeiro, é óbvio. E é exatamente um banco que representa a maldade no roteiro de Eric Warren Singer.
Louis Salinger (Clive Owen, de Mandando bala e Filhos da esperança) é um agente da Interpol que tem como missão conseguir provas que o IBBC, um importante banco, possui interesses obscuros que estão diretamente relacionados com a situação atual de muitos países subdesenvolvidos. Ele contará com a ajuda de Eleanor Whitman (Naomi Watts, de King Kong, O despertar de uma paixão), uma assistente da promotoria de Manhattan. Porém desbancar uma organização cheia de poder e influência será uma tarefa complicada e também perigosa. Diversas pessoas que tentaram revelar a verdade morreram ou desapareceram sem deixar rastros.
Em busca da verdade
É nesse clima de suspense e insegurança que o filme se desenvolve. A investigação é marcada por momentos de grande tensão e até mesmo paranóia, já que o inimigo é poderoso o bastante para eliminar pessoas com facilidade. O trailer de Trama internacional, contudo, transmite a idéia de uma produção repleta de ação, o que não é verdade. A história é um pouco burocrática, ao mostrar todo o processo de apuração dos investigadores e os passos que eles dão para conseguir novas pistas. Tal ritmo não impede o filme de ter sequências eletrizantes, como a sensacional cena do Museu Guggenheim.
O manda-chuva do banco: Jonas Skarssen
Dirigido por Tom Tykwer (Corra, Lola, Corra e Perfume – A história de um assassino), Trama internacional foi filmado em diversos países, o que fez com que a mensagem sobre a globalização e o poder dos bancos em vários locais pudessem ficar ainda mais evidentes. Desde Istambul, na Turquia até Berlim, na Alemanha, os personagens tentam fazer conexões que provam os ideais daqueles que detém o dinheiro das pessoas. Funciona como thriller e faz pensar sobre a situação, embora a veracidade da história seja simplificada demais ao definir claramente quem são os mocinhos e quem são os vilões.
Filme atual e interessante
Clive Owen (Fora de rumo) continua bom, embora sua interpretação não surpreenda quem assistiu seus trabalhos anteriores. E Naomi Watts não se destaca muito, em um papel quase secundário e dispensável que parece ter surgido mais para preencher a vaga da companhia do herói idealista. Também no elenco estão Armin Mueller-Stahl (Senhores do crime), Ulrich Thomsen (Duplicidade) e Brian F. O’Byrne (Antes que o diabo saiba que você está morto). Um filme interessante e atual. Vale o ingresso! Cotação do Daiblog:
The International (EUA / Alemanha / Reino Unido, 2009) Dirigido por Tom Tykwer. Com Clive Owen, Naomi Watts, Armin Mueller-Stahl, Ulrich Thomsen, Brian F. O’Byrne, Michel Voletti, Patrick Baladi, Jay Villiers, Fabrice Scott, Haluk Bilginer…
Veja aqui o trailer do filme Trama internacional legendado em português:
O novo longa-metragem de Woody Allen “Tudo pode dar Certo” (Whatever Works, no original) estreia no Brasil em novembro, com distribuição da California Filmes. O filme é um dos destaques do Festival de Tribeca deste ano. Mais informações em breve aqui no Daiblog.
Estamos em junho e as festas juninas acontecem no Brasil inteiro. Porém nos cinemas é uma outra comemoração que vai ser apresentada: A festa da menina morta. O longa-metragem marca a estreia do ator Matheus Nachtergaele na direção e conta uma história (escrita pelo diretor e por Hilton Lacerda, de Baixio das Bestas) bizarra sobre fé e adoração. É um filme difícil de se ver e também de se comentar.
Como o folclore e as crenças tupiniquins são ricas, não é difícil acreditar que esta ficção possa mesmo existir em algum canto do país. A trama se passa em uma cidadezinha do Amazonas, onde todos os anos é comemorada a festa da menina morta. É uma cerimônia que faz parte da tradição e do calendário local. Santinho (Daniel de Oliveira, de Batismo de sangue), uma espécie de líder espiritual, faz revelações sobre o futuro das pessoas.
“A festa da menina morta larala…”
Santinho é considerado um mensageiro e recebeu o título quando um cachorro lhe entregou um pedaço ensanguentado do vestido de uma menina que estava desaparecida. A roupa foi considerada sagrada e ele, santificado. O filme mostra os preparativos para a festa e personagens que foram e são ligado até hoje com a tragédia. O grau de bizarrice se deve não apenas ao culto, mas também pela relação incestuosa de Santinho com o pai (Jackson Antunes, de Tapete vermelho).
Banho
Repleto de interpretações fortes – vale a pena destacar o ótimo trabalho de Juliano Cazarré, de Nome próprio – o filme definitivamente não é recomendado para todos. É uma trama densa, muitas vezes difícil de engolir. Agora é impossível destacar o bom trabalho de Nachtergaele na direção. Com o apoio de uma fotografia muito inspirada, o resultado surpreende pela segurança. A estreia do cineasta não é marcada por experimentalismos, mas por um estilo bem definido. Cotação do Daiblog:
A Festa da Menina Morta (Brasil, 2008) Dirigido por Matheus Nachtergaele. Com Jackson Antunes, Juliano Cazarré, Daniel de Oliveira, Paulo José, Cássia Kiss, Dira Paes…
Veja aqui o trailer do filme A festa da menina morta:
Leia aqui algumas curiosidades do filme A festa da menina morta(usurpadas do site adorocinema)
– A Lagarto Cine, a Fado Filmes, a TeleImage e a Locall foram co-produtoras do filme.
– As filmagens ocorreram na cidade de Barcelos, no Amazonas.
– Foi selecionado para o programa Cine en Construcción, no Festival de San Sebastián. Daniel de Oliveira levou o prêmio de melhor ator no 12º Festival de Cinema Luso-Brasileiro– Foi premiado pelo Procine (Governo do Estado do Rio de Janeiro), pelo Hubert Bals Fund (para desenvolvimento e finalização) e pelo Programa Ibermedia (para desenvolvimento e produção).
– Exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2008.
Continuação do filme de 2006, Uma noite no museu 2 traz Ben Stiller (Antes só do que mal casado) novamente no papel do ex-vigia noturno Larry Daley. Depois dos acontecimentos da primeira parte ele se vê novamente em contato com as figuras do museu que criam vida quando descobre que todas as esculturas e quadros sairão do Museu de História Natural.
Todas as peças serão remanejadas para a Instituição Smithsonian, que é o maior e mais visitado museu do mundo. Por isso Larry irá até o local para combater um inimigo que ganhou vida. Dessa vez é o faraó egípcio Kahmunrah, que ganha vida depois de 3 mil anos. Ele lidera outors nomes da História mundial como Ivan, o Terrível, Napoleão Bonaparte e Al Capone. Juntos, tentarão tomar conta do museu e depois do mundo.
Encrenca!
O elenco de Uma noite no museu 2 é repleto de conhecidos nomes como Owen Wilson (Marley e eu) e Robin Williams (Segredos na noite, Violação de privacidade e Quem é morto sempre aparece). A revelação Amy Adams (Dúvida, Encantada) interpreta Amelia Earhart, pioneira da aviação que entrou para a história por ter sido a primeira mulher piloto a atravessar o Atlântico.
Tamanho não é documento
Repleto de cenas de aventura e humor, o longa-metragem é um típico filme família. Não é exatamente o tipo de produção que eu pagaria para ver no cinema, mas não deixa de ser um entretenimento. Foi este filme que abriu o projeto Vamos ao Cinema! (leia mais abaixo) Cotação do Daiblog:
Night at the Museum: Battle of the Smithsonian (EUA / Canadá, 2009) Dirigido por Shawn Levy. Com Ben Stiller, Amy Adams, Owen Wilson, Hank Azaria, Robin Williams, Christopher Guest, Alain Chabat, Steve Coogan, Ricky Gervais, Jon Bernthal, Jake Cherry…
Veja aqui o trailer do filme Uma noite no museu 2 legendado em português:
Projeto Vamos ao Cinema!
Com o objetivo de promover a inclusão cultural de estudantes de escolas públicas do DF e inserir o audiovisual na formação cultural da criança e do adolescente, através da discussão acerca da linguagem do conteúdo dos filmes exibidos e do cinema como carreira, surge o Vamos ao Cinema! A iniciativa teve início no dia 02 de junho no Cinemark do Pier 21 e procura tirar os estudantes das salas de aulas e levá-los para as salas de cinema.
O Vamos ao Cinema! tem o patrocínio da Petrobras e chama a atenção por um diferencial, os estudantes beneficiados verão os lançamentos do cinema mundial em todas as sessões. Após as sessões, o curso de Cinema e Mídias Digitais do IESB promove debate com os estudantes. As sessões serão matutinas e se realizarão no Cinemark – Pier 21, com direito a pipoca e refrigerante. Mais uma boa idéia da PetrobrasAs exibições serão programadas de acordo com filmes que estejam em cartaz nos períodos em que forem agendadas as exibições. Todas de acordo com a classificação etária dos alunos.
Amy Adams comenta sobre seu papel em Uma noite no museu 2
Poucas mulheres simbolizaram mais o aguerrido espírito de aventura do que Amelia Earhart, a desbravadora da aviação que mudou a História com seus voos solo destruidores de estereótipos, que afetaram gerações de mulheres. Tão famosa por sua inteligência, verve e independência feroz quanto por suas habilidades ousadas de voo, Amelia ficou conhecida como “Lady Lindy”, depois de se tornar a primeira mulher piloto a atravessar o Atlântico. Ela estava no auge da popularidade quando desapareceu sobre o Pacífico em 1937, mas continua uma heroína adorada em todo o mundo. E dentro do Smithsonian.
Amelia significará ainda mais para Larry ao fazer uma aterrissagem-surpresa em seu coração durante a sensacional noite no Smithsonian. Para interpretar Amelia com estilo, Shawn Levy sabia que precisaria de uma atriz que contasse com carisma e classe extras, o que encontrou em abundância em Amy Adams, a jovem estrela popular que recentemente recebeu sua segunda indicação ao Oscar por Dúvida, de John Patrick Shanley. Amy Adams como Amelia Earhart“Amy traz um bocado de verve e verdadeiro sentido da vida ao papel de Amelia Earhart. Ela é uma das personagens femininas mais legais e fortes que vi no cinema em muito, muito tempo”, diz Levy. Ben Stiller acrescenta: “Ela também traz uma grande beleza para o filme”.
Adams simplesmente não pôde resistir à oportunidade de recriar com humor uma heroína histórica como ela. “Amelia Earhart é uma verdadeira inspiração com sua ousadia e força. Ela serve como um contraponto perfeito para Larry, porque ela o incentiva a lembrar quem ele é realmente, a ver o que é realmente importante para ele e nunca deixar as oportunidades passarem. Adorei pesquisar sobre Amelia, mas este decididamente não é um filme biográfico! Interpreto uma versão empetecada de quem Amelia foi, com uma ênfase em suas melhores qualidades”, diz a atriz. Ben Stiller e Amy AdamsEla continua: “A maioria das pessoas se lembra de Amelia como a piloto feminina que tragicamente se perdeu no Pacífico, contudo ela foi muito mais que isso. Numa época em que as pessoas precisam de alguém em quem acreditar, ela se tornou a esperança da nação. Ela representa esse tremendo otimismo e tem um grande efeito nas pessoas dessa forma, e agora ela está fazendo isso de novo com Larry”.
Na verdade, Amelia está implorando constantemente para que Larry encontre sua “valentia”. E o que é essa valentia misteriosa? Adams a define como “a coragem de ir em frente com convicção absoluta, não importa o que aconteça”.
Enquanto isso, Amelia tem seus próprios motivos para querer fazer parte da missão perigosa de Larry a fim de libertar seus amigos do museu. “Ela quer agarrar essa oportunidade de aventura e viver ao máximo essa única noite que tem”, explica Adams. Amy AdamsAinda assim, Adams precisava preparar sua própria coragem para as cenas em que Amelia faz o seu melhor: voa em aviões clássicos para fora do Museu do Ar e do Espaço. “Ironicamente, tenho medo de voar”, confessa Adams, com uma risada. “Mas me diverti muito na cena em que temos que andar sobre as asas do Wright Flyer. Posso não ser fisicamente tão intrépida quanto Amelia Earhart, mas também não tenho medo de assumir riscos na vida”, compara.
Da mesma forma que Amelia Earhart aproveita cada minuto de emoção e satisfação na noite de sua vida, Adams aproveitou ao máximo o que considerou uma produção extremamente alegre. “Me diverti muito diversão neste filme. Consegui dançar swing, dancei com uma bailarina de Degas, imaginei Abraham Lincoln ganhando vida. Trabalhei com um elenco sensacional. Não dá para ser mais legal que isso”, diz.
Ela é loira, passa na televisão e é querida por várias crianças. Não, não é a Xuxa. É Hannah Montana, personagem do popular seriado da Disney Channel que chega aos cinemas brasileiros nesta sexta-feira em um longa-metragem com 12 músicas inéditas para alegrar a vida dos baixinhos. Na tevê, Hannah Montana é o nome de uma popular artista que ganhou a fama rapidamente. Poucos sabem, mas ela, na verdade, é a estudante Miley Stewart (Miley Cyrus, que dublou a garota Penny em Bolt – Supercão).
Miley leva uma vida dupla, sendo ao mesmo tempo uma pessoa comum e uma superstar. É mais ou menos o mesmo segredo dos super-heróis que se escondem em uma vida normal. A única diferença entre Miley e Hannah é uma peruca. Enquanto a artista é loira, a estudante possui os cabelos escuros naturais. O filme começa mostrando a correria da rotina da talentosa garota, que precisa se desdobrar para que a imprensa nunca descubra que ela possui duas identidades. São poucas as pessoas que sabem do segredo da protagonista, como seu pai Robby Ray e a amiga Lilly.
Show de Hannah Montana
Quando um atrapalhado jornalista de um tablóide sensacionalista começa a desconfiar que a estrela Hannah Montana possui um mistério, ela precisará ser ainda mais discreta para não estragar as coisas. A aventura de Miley, contudo, não será apenas por tentar ser duas pessoas diferentes. Incentivada pelo pai, ela volta às origens e passa uma temporada em Crowley Corners, sua cidade natal no Tennessee. O objetivo da viagem é fazer com que ela se lembre de onde veio e passe a valorizar mais a própria família.
Hannah e o pai – Momento família
Entre canções e momentos de humor, o roteiro mostra também os relacionamentos que surgem no novo cenário da história. Miley se reencontra com um garoto que estudou com ela há alguns anos. Já seu pai conhece a prestativa Lorelai (Melora Hardin, de Vestida para casar). E todas as confusões serve apenas para reforçar os ideais sempre defendidos nos filmes da Disney, ou seja, acreditar em você mesmo, superar barreiras e não duvidar do poder do amor.
Uma refeição romântica
As crianças com certeza se divertirão ao ver os personagens da telinha projetados na telona. Agora quem não acompanha o seriado ou espera um programa menos musical e com mais conteúdo, é melhor passar longe. Definitivamente recomendado para o público mais jovem, Hannah Montana – O filme, é uma espécie de Sessão da Tarde. Daquelas para se ver de tarde mesmo. Cotação do Daiblog:
Hannah Montana: The Movie (EUA, 2009) Dirigido por: Peter Chelsom Com: Miley Cyrus, Billy Ray Cyrus, Emily Osment, Jason Earles, Mitchel Musso, Moises Arias, Lucas Till, Vanessa Williams, Margo Martindale…
Veja aqui o trailer do filme Hannah Montana – O filme dublado em português:
EmFamília é uma coisa séria. Querendo ou não todo mundo tem uma e sabe bem que ela pode trazer alegrias e tormentos. O casamento de Rachel é um ótimo drama que usa uma cerimônia tradicional como pano de fundo para uma conturbada reunião entre parentes. A protagonista é Kym (Anne Hathaway, de O diabo veste Prada, O segredo de Brokeback mountain, Agente 86 e Noivas em guerra), uma jovem que sai da clínica onde se trata para ir ao casamento da irmã Rachel (Rosemarie DeWitt).
O reencontro faz com que ela volte para casa e relembre de acontecimentos que jamais foram esquecidos pela família. Mas é claro que todos evitam tocar nas feridas do passado, o que cria um clima de falsa felicidade sustentada por uma delicada linha prestes a ser rompida. Pode-se resumir o roteiro como uma grande lavagem de roupa suja ou pessoas colocando os devidos pingos nos is.
Kym de volta para casa
Dirigido por Jonathan Demme (de Sob o domínio do mal e O silêncio dos inocentes), o longa-metragem alia a boa história da estreante Jenny Lumet com interpretações pontuais. O clima inconstante de normalidade e caos é permeado durante todos os minutos. É tudo mostrado de uma forma natural e verdadeira. E é impossível não entender a dor e o arrependimento de Kym, considerada a ovelha negra.
Kym e a irmã RachelO casamento de Rachel em alguns momentos lembra o excelente Festa de família (de Thomas Vinterberg), filme que também mostra os conflitos que explodem quando uma família reúne. Merece ser visto pela abordagem madura que tem sobre os sentimentos corriqueiros na vida real das pessoas. É uma história forte e com altas doses de dramaticidade. Durante o casamento…Vale a pena citar que é uma produção independente, com cenas quase documentais (a câmera é inquieta e tudo parece muito verdadeiro). Foi uma surpresa ver que a bela Anne Hathaway não é apenas mais um rosto bonito em Hollywood. Neste filme ela fez um bom trabalho em um filme que não precisou de efeitos especiais ou um elenco repleto de atores famosos. O grande trunfo é a trama envolvente, que faz pensar sobre o ato de se perdoar e ser perdoado. Cotação do Daiblog:
Rachel Getting Married (EUA, 2008) Dirigido por Jonathan Demme. Com Sebastian Stan, Roslyn Ruff, Anne Hathaway, Bill Irwin, Anna Deavere Smith, Annaleigh Ashford, Zafer Tawil, Beau Sia, Innbo Shim, Eliza Simpson, Rosemarie DeWitt…
Veja aqui o trailer do filme O casamento de Rachel: Confira as novidades do Daiblog:
Nova enquete!
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Nova promoçãoHannah Montana – O filme. Concorra a ingressos duplos e incríveis brindes!
Julia Roberts (Um segredo entre nós) e Clive Owen (Fora de rumo, Filhos da esperança) voltam a trabalhar juntos desde o drama Closer, perto demais. Em Duplicidade, os dois vivem espertos profissionais que se encontram quando ambos trabalham no universo da espionagem governamental. Além da forte atração mútua eles também possuem o desejo de enriquecer rapidamente.
Anos mais tarde Claire Stenwick e Ray Koval trabalham agora em empresas rivais. Uma delas é liderada por Richard Garsik (Paul Giamatti, de Mandando bala, O diário de uma babá, O ilusionista e A dama na água), que pretende descobrir qual produto será lançado pelo concorrente Howard Tully (Tom Wilkinson, de Operação Valquíria, Batman Begins e Um beijo a mais). Por isso é iniciada uma corrida em busca do produto, que é mantido em sigilo absoluto (ou quase isso).
Empresários concorrentes
A investigação é repleta de espionagem e técnicas anti-éticas. O roteiro inteligente, assinado pelo diretor Tony Gilroy (Conduta de risco) fica ainda melhor com flashbacks que surgem no desenrolar da história. As cenas mostram momentos dos protagonistas e situações que, muitas vezes, criam reviravoltas no tempo presente. E trapaças e golpes não faltam durante o filme.
Romance e trapaça
Apesar de Duplicidade ter um bom ritmo, os 125 minutos de duração poderiam ser reduzidos. Felizmente a trama envolvente segura a atenção e a deliciosa trilha sonora de James Newton Howard funciona perfeitamente tanto nos momentos de suspense quanto os românticos. Fica até difícil definir o gênero da produção, visto que é uma história com muitas doses de comédia (sempre com um senso de humor refinado) e é claro, romance. E o casal Owen / Roberts mostra uma química feliz que só fez acrescentar no resultado final. Cotação do Daiblog:
Duplicity (EUA / Alemanha, 2009) Dirigido por Tony Gilroy. Com Clive Owen, Julia Roberts, Tom Wilkinson, Paul Giamatti, Dan Daily, Lisa Roberts Gillan, David Shumbris, Rick Worthy, Oleg Shtefanko, Denis O’Hare…
Veja aqui o trailer do filme Duplicidade legendado em português:
Vem aí Hannah Montana – O filme!A Walt Disney Pictures traz o fenômeno do Disney Channel para as telas do cinema. Miley Stewart (MILEY CYRUS) luta para lidar com a escola, amigos e com sua a personalidade secreta de pop star. Quando a crescente popularidade de Hannah Montana ameaça tomar conta de sua vida, seu pai (BILLY RAY CYRUS) leva a adolescente para casa em Crowley Corners, no Tennesse, para uma dose de realidade. Assim, tem início uma aventura tão cheia de diversão, risos e romance que nem mesmo Hannah Montana poderia imaginar. Cena de Hannah Montana – O filmeCuriosidades: A série de sucesso do Disney Channel Hannah Montana totalizou mais de 180 milhões de telespectadores em todo o mundo e posicionou-se entre as 5 séries exibidas regularmente mais vistas entre crianças de 6 a 14 anos por três anos consecutivos na TV a cabo norte-americana.
A trilha sonora primeira colocada de Hannah Montana da Disney e o lançamento do disco de Miley Cyrus tiveram vendas combinadas de mais de 8 milhões de CDs até hoje.
O lançamento em 3D de Hannah Montana & Miley Cyrus Show: O Melhor dos Dois Mundos da Walt Disney Pictures foi o maior faturamento bruto no lançamento no fim de semana do Super Bowl, totalizando mais de US$ 30 milhões.
O último disco solo de Cyrus, “Breakout”, lançado em julho de 2008, pela Hollywood Records da Disney, foi a maior venda de estreia já registrada, totalizando mais de 372 mil unidades.