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#577-Perigo em Bangkok

O filme de ação “Perigo em Bangkok” foi dirigido pela dupla Oxide Pang Chun (“Desejos mortais“) e Danny Pang, conhecida também como os irmãos Pang (“Assombração“, “Visões 2“). Os chineses foram responsáveis pelo sucesso “The eye, a herança” e se consagraram no gênero terror quando a moda era refilmar longas asiáticos. “The eye“, por exemplo, virou “O olho do mal“. E por falar em refilmagens, o longa-metragem é um remake de “Bangkok dangerous“, primeiro filme que eles dirigiram juntos, em 1999.

Quem protagoniza é Nicolas Cage (de “O vidente“, “O senhor das armas“, “O sacrifício“). Ele vive Joe, um assassino profissional que segue regras como não deixar nenhum vestígio, não se envolver com ninguém e coisas do tipo. Joe recebe uma missão em Bangkok, capital da Tailândia. Ele é contratado para eliminar quatro alvos. O problema é que ele acaba desobedecendo as próprias leis…

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Joe e seu ajudante Kong

Joe conhece Kong, um tailandês que começa sendo seu ajudante e depois vira seu aprendiz. Outra pessoa que ele conhece é uma encantadora mulher surda-muda que trabalha em uma farmácia local. A medida que o matador vai fazendo seu trabalho, se relaciona com outras pessoas e mistura a vida profissional com a pessoal. O problema de “Perigo em Bangkok” é que um filme ação sem muitas cenas de ação.

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Nicolas Cage, tailandesa e o elefante

A história não chega a ser surpreendente e o ritmo lento faz o longa mais parecer um drama do que qualquer outra coisa. A fotografia escura também prejudica a projeção, embora algumas cenas bonitas ressaltem a cultura tailandesa. O resultado é mediano e apenas mais uma produção na carreira de altos e baixos de Nicolas Cage.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Bangkok dangerous (EUA, 2008) Dirigido por Oxide Pang Chun, Danny Pang. Com Nicolas Cage, Shahkrit Yamnarm, Charlie Yeung, Panward Hemmanee, Nirattisai Kaljaruek, Dom Hetrakul, James With, Tuck Napaskorn…

Veja aqui o trailer do filme “Perigo em Bangkok“:

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E agora uma dica imperdível para todos os leitores do Daiblog!

O que “Eu sou a lenda“, “Wall-e“, “Filhos da esperança” e outros filmes tem em comum? Todos mostram um futuro com uma imagem não muito agradável. A poluição e o uso abusivo dos recursos naturais são alguns dos muitos os motivos para que uma ficção científica se torne, um dia, realidade. Para evitar que o planeta Terra fique assim, simples atitudes podem ser tomadas. Todo esse texto introdutório é para apresentar G. Night.

Não. O G. Night não é nenhum parente do M. Night Shyamalan (cineasta de “A dama na água” e “O sexto sentido“. Na verdade trata-se do Google Night, ou seja, uma versão escura do buscador mais popular da internet. E não é preciso ser gótico para adotar a idéia! Ainda não entendeu o que tem a ver?

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De acordo com o site, “O G.Night economiza energia pois sua tela é predominantemente preta, e um monitor utiliza aproximadamente 20% menos energia para exibi-la se comparado à tela branca. Em janeiro de 2007 Mark Ontkus propõe em seu blog que em uma versão preta do Google economizaria 750 Megawatt, energia suficiente para atender 600 mil domicílios!”

Além de ajudar o planeta, o Google Night possui um visual muito agradável e na página inicial você pode pegar lindos papéis de parede que também ajudarão na economia de energia. A partir de hoje eu estou usando e é só uma questão de hábito. Será que vão fazer o Gmail e o Orkut versão night também? Clique aqui ou na imagem para conferir o G.Night e divulgue para os amigos: http://www.googlenight.com/

#576-Busca implacável

Com a violência dos dias de hoje todo pai acaba ficando preocupado e até mesmo paranóico em relação à segurança da família. Bryan (Liam Neeson, de “Batman begins” e “A lista de Schindler“) não é diferente. Ainda mais porque ele sabe muito bem que o mundo é lugar perigoso. Em sua antiga profissão ele se envolveu em arriscadas missões e descobriu que não se deve confiar em ninguém. Outra lição que ele aprendeu foi lutar muito e se defender bem, o que faz do personagem um grande herói.

Quando sua filha Kim (Maggie Grace, de “Lost” e “A névoa”) decide viajar para a França com a amiga Amanda (Katie Cassidy, de “Quando um estranho chama”), Bryan prevê que ela irá se meter em confusão. Mas por insistência da ex-mulher e mãe da menina (vivida por Famke Janssen, de “Nip/tuck”, “O amigo oculto”, “A casa da colina” e “X-men, o confronto final”), ele acaba cedendo e autorizando o passeio da jovem de 16 anos. Mas é batata: chegando na Europa as duas garotas são abordadas por um olheiro e, logo depois, sequestradas.
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“Essa vai pro Orkut, né amiga?”A partir daí “Busca implacável” torna-se uma grande perseguição com direito a todas as emoções exigidas por quem espera um bom filme de ação, ação com a maiúsculo. Em uma terra estranha e com poucas pistas, Bryan fará de tudo para localizar e resgatar a filha. O pretexto foi usado diversas vezes na história do cinema, só que agora ganha um ponto adicional bem contemporâneo: o tráfico de mulheres.
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Bryan é muito mais que um papai corujaQuem diria, Liam Neeson se sai melhor do que Vin Diesel em “Missão Babilônia”. Ele assume bem no papel de vingador que não poupa ninguém para encontrar a filha. Bryan não é o típico herói politicamente correto que salva o mundo para depois jantar com a família. Ele mente, tortura e usa meios não muito éticos para conseguir o que quer, o que inclui prejudicar direta e indiretamente pessoas inocentes.

Pena que, mesmo com toda essa personalidade que diferencia o personagem do herói clássico, a história se encaminhe para resoluções fáceis e simples. No fim é tudo muito amarrado e correto. Outro ponto que merece crítica é em relação à violência. Apesar de ser recheado de cenas tiroteios, o longa-metragem economiza no sangue e não é explícito como o recente “O procurado”. Tudo provavelmente para diminuir a censura e conseguir mais bilheteria.
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Tiros e lutas não faltam em “Busca implacável”Busca implacável” é uma produção francesa e a direção ficou por conta de Pierre Morel (cineasta responsável por “B13 – 13º distrito“, aquele filme com intensas seqüências de perseguição no estilo le parkour). Já o roteiro foi assinado em parceria com Luc Besson (de “Cão de briga”, “O quinto elemento”) e Robert Mark Kamen (da trilogia “Karate kid”). Vale a pena uma conferida.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Taken (França, 2008) Dirigido por Pierre Morel. Com Liam Neeson, Maggie Grace, Leland Orser, Famke Janssen, Xander Berkeley, Katie Cassidy, Jon Gries, David Warshofsky…Veja aqui o trailer do filme “Busca implacável” legendado em português:

#575-O segredo

Não confunda com “The secret“, aquele filme de auto-ajuda que fala sobre a lei da atração e ensina como fazer com que o universo conspire para seu sucesso pessoal. “O segredo” é uma refilmagem do japonês “Himitsu“, de 1999. A diferença é que não se trata de mais um remake de um filme de terror. Apesar do original ser da Ásia, a história não possui crianças estranhas, água e fantasmas cabeludos. Mas isso quer dizer que o roteiro não guarde algo de sobrenatural…

O filme começa mostrando mais um dia na família Marris. O pai da casa é Dr. Benjamin (interpretado por David Duchovny, de “Arquivo X, eu quero acreditar” e “Coisas que perdemos pelo caminho“), um oftamologista que possui uma clínica. Ele é casado com Hannah (Lili Taylor, de “A casa dos bebês“) e o relacionamento conjugal não poderia ser melhor. A filha Samantha (Olivia Thirlby, de “Juno“) é uma típica adolescente rebelde, que não suporta o carinho da mãe.

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Duchovny é um pai de família que vive um dilema

O dia-a-dia dos Marris é quase tão perfeito quanto o de uma família de comercial de margarina, mas uma tragédia faz com que as coisas mudem completamente. Devido a um acidente de carro, Samantha e Hannah ficam entre a vida e a morte. O filme fica ainda mais dramático quando se descobre que a mãe morreu, mas o grande lance da história surge quando a sobrevivente. Assustada, Hannah se assusta ao se olhar no espelho: ela está no corpo da própria filha!

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Tal mãe, tal filha: literalmente

A história é uma variação de uma bem utilizada nos cinemas: a troca de corpos. Um dos exemplos é a comédia nacional “Se eu fosse você” (que ganhará uma continuação, por sinal). A situação da família fica complicada quando a mãe tenta viver a vida da filha. Já o casamento com o marido também fica abalado, em um relacionamendo de quase-incesto. “O segredo” poderia ser mais dramático, mas toma rumos leves. Algumas partes são até engraçadas, principalmente nos momentos que Hannah passa a conhecer quem, de fato, a filha era. O resutado é um longa-metragem interessante que cativa pela curiosidade em se saber como as coisas serão concluídas. Mais um lançamento da Califórnia Filmes.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Si j’étais toi (França, 2007) Dirigido por: Vincent Perez Com: David Duchovny, Olivia Thirlby, Lili Taylor, Millie Tressiera, Brandon Blue, Steven Crowder, Mel Downey, Bruce Ramsay…

Veja aqui o trailer do filme “O segredo“:

DaiblogVocê já viu a nova promoção do Daiblog? Não? Não perca mais tempo!

Visite a seção de “Promoções do Daiblog” e saiba como concorrer a cortesias duplas para assistir ao filme “Mulheres, o sexo forte” nos cinemas!

E aqui vai uma dica imperdível: se você fizer parte da comunidade do Daiblog no Orkut suas chances de vencer são ainda maiores! Participe da comunidade e leia o tópico com mais informações! Boa sorte!Daiblog

#574-Curtas (20)

O Festival do Rio começou nesta quinta-feira, mas você não precisa viajar até a cidade maravilhosa para conferir uma parte da programação. O site Porta Curtas da Petrobrás disponibilizou uma série de produções que estão no evento e você pode conferir os curtas no conforto da sua casa.

Os filmes foram divididos em duas mostras: Première Brasil e Mostra Geração (dedicado aos jovens). Você pode assistir a alguns filmes que estão em competição e votar nos melhores. Os dois vencedores do Prêmio Porta Curtas serão contratados para exibição permanente no site. O resultado será divulgado no dia 9 de outubro.

Hoje no Daiblog você poderá ler e assistir aos filmes “Areia“, “Domingo de Páscoa“, “Se não fosse o Onofre…” e “Um“. Também participam do Festival do Rio 2008 alguns curtas que foram comentados aqui anteriormente como “Depois das nove” e “Café com leite” (clique aqui para ler uma entrevista com o diretor).


Areia

Areia

O curta mostra o encontro de um casal na praia. Com uma fotografia bonita e um lugar paradisíaco como cenário, o ritmo é lento e combina com os sentimentos dos adolescentes que revivem algum momento na história de um deles. Bonito filme.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

Clique aqui para assistir ao curta “Areia”.

Areia – Ficção, Festival do Rio De Caetano Gotardo 2008 12 min Com Malu Galli, Rafael Rodarte

Domingo de Páscoa

Se encontram na noite carioca, uma garota de programa, um motorista médico, um policial e uma menina de rua que ganha trocados fazendo marabalismos. Com um roteiro cheio de personagens interessantes e uma produção de primeira, o filme parece só não é um longa-metragem pela duração mesmo.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

Clique aqui para assitir ao curta “Domingo de Páscoa”.

Domingo de Páscoa – Ficção, Festival do Rio De Pedro Amorim 2008 15 min Com Caio Junqueira, Sílvio Guindane, Jayme Del Cueto, Cadu Fávero, Maiara Brito, Priscila Assum

Se não fosse o Onofre…

Se não fosse o Onofre

Neste curta retrô, em uma das brincadeiras, um garoto entra dentro de uma kombi e depois acaba se apaixonando pela motorista. O filme tem uma trilha sonora bem caricata e mostra os encantos do primeiro amor do ponto de vista de uma criança. Bonitinho.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐

Clique aqui para assistir ao curta “Se Não Fosse o Onofre…”

Se Não Fosse o Onofre… – Ficção, Festival do Rio De Erika Mader 2008 16 min Com Silvio Pozatto, Erika Mader, Antonio Bellotto, Dudu Coelho, Raissa Laban, Malu Mader, Mariana Trigo, Arycléa, Ronald Carneiro, Itande Mendonça

Um

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Assim como o longa-metragem boliviano “Dependência sexual” e o curta brasileiro “Engano“, este filme mostra duas ações acontecendo simultaneamente, com a tela dividida em dois quadros. Apesar de não ser tão original, o resultado consegue ser bom graças à naturalidade do cotidiano dos personagens e a trilha sonora bem utilizada. E também por pegar naquele ponto sempre interessante sobre pessoas, momentos e escolhas da vida.

Cotação do Daiblog: ⭐⭐⭐

Clique aqui para assistir ao curta “Um”.

Um – Ficção, Festival do Rio De Ricardo Mehedff 2008 13 min Com Thomas Andren, Sarah Hansel

DaiblogSaiu o resultado das promoções do Daiblog! Será que você ganhou cortesias para assistir aos filmes “Ensaio sobre a cegueira” ou “Nem por cima do meu cadáver” ? Clique em “promoções” para conferir! E não deixe de participar também da nova promoção que entrará no ar ainda neste domingo!

#573-Controle absoluto

Celulares com rádios e câmeras integradas, GPS, sistemas de rastreamento e aparelhos de comunicação cada vez mais modernos. É inegável que a tecnologia está presente em praticamente todos os lugares nos dias de hoje. Foi a partir dessa percepção que o consagrado diretor Steven Spielberg concebeu, há quase dez anos, a idéia para o longa-metragem “Controle absoluto“. Apesar de ter dado o pontapé inicial, Spielberg participou apenas como produtor executivo do filme. A direção ficou por conta de D.J Caruso (de “Roubando vidas“) e o cineasta decidiu trabalhar mais uma vez com Shia LaBeouf (o novo queridinho de Hollywood) e repetiu a parceria que aconteceu pela primeira vez no suspense adolescente “Paranóia“.

O filme conta a história de Jerry Shaw (LaBeouf, de “Transformers” e “Indiana Jones e o reino da caveira de cristal”). Ele é um jovem que recebe a trágica notícia sobre a morte de um parente próximo. Perder alguém da família pode ser ruim, mas não se compara com o que acontece logo em seguida. Após receber um estranho telefonema de uma mulher desconhecida, ele é acusado de terrorismo.

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Shia LaBeouf em um papel menos adolescente que o normalO FBI encontra armas e equipamentos plantados dentro de seu apartamento e logo ele se torna um foragido da polícia. Injustamente perseguido, ele acaba se encontrando com Rachel Holloman (vivida por Michelle Monaghan, de “O melhor amigo da noiva“, “Antes só do que mal casado” e “Missão impossível 3“).

Rachel é uma mãe solteira que recebeu uma ligação telefônica semelhante a que Jerry atendeu. Também sem compreender o que está acontecendo, ela passou a obedecer às ordens da voz e se viu igualmente envolvida com problemas com as autoridades. O diferencial é que ela não tinha outra escolha a não ser seguir as instruções, caso contrário seu filho morreria em um desastre. Chantageados e sem a opção de se explicar, a dupla se envolve em perigos do início ao fim do filme. Os dois são monitorados constantemente pela mulher, cuja identidade permanece em mistério durante boa parte da projeção.
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Dupla corre e foge o filme todoZoe Perez (Rosario Dawson, de “Santos e demônios“), uma agente especial da Força Aérea dos Estados Unidos, investiga o caso enquanto Rachel e Jerry recebem novos comandos e cada vez mais se envolvem em uma mirabolante história que não consegue escapar dos patriotas clichês norte-americanos. “Controle absoluto” é recomendado para quem gosta de ação. O filme investe em muitas seqüências de tiroteios, capotamentos de carros, explosões e tudo que o gênero pede.

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Rachel faz tudo pela segurança do filhoAlgumas cenas merecem destaque, como a incrível perseguição entre um avião de caça e um carro dentro de um túnel (!) no meio da cidade. Agora quem espera um programa mais inteligente pode se frustrar. Apesar de prometer uma trama surpreendente, o filme decai quando é revelada a origem dos telefonemas e o plano principal de toda a confusão.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

Eagle Eye (EUA, 2008) Dirigido por DJ Caruso. Com Shia LaBeouf, Michelle Monaghan, Rosario Dawson, Michael Chiklis, Anthony Mackie, Ethan Embry…

Veja aqui o trailer do filme “Controle absoluto” legendado em português:

DaiblogQuem quiser ver um filme excelente não pode deixar de conferir o poético “O arco“. A California Filmes lançou em DVD uma das maiores obras do cineasta sul-coreano Kim Ki-Duk (de “Casa vazia“, “Time, o amor contra a passagem do tempo” e “Fôlego“).
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Poesia pura em uma comunicação sem diálogos

Repleto de belíssimas imagens acompanhadas de uma trilha sonora sublime, o filme mostra sentimento e poesia sem o uso de diálogos. Clique aqui para ler mais sobre o filme e não deixe de locar quando este lançamento chegar na sua video-locadora.

Veja abaixo o trailer legendado em português:

#572-O nevoeiro

Stephen King teve diversas obras transformadas em material para cinema e televisão. Na maioria das vezes o resultado é péssimo e são poucos os filmes que conseguem manter o clima sombrio que é presente na maior parte de seus livros. Aqui no Daiblog, por exemplo, você poder ler textos de alguns destes casos como o recente “1408” e “Montado na bala“.

O longa-metragem (longa mesmo, com pouco mais de duas horas de duração), mostra uma cidadezinha que, após uma tempestade, recebe um denso nevoeiro que não se dissipa. O acontecimento aparentemente metereológico é acrescido de um fator sobrenatural quando um homem sangrando entra em um supermercado afirmando que existem coisas no meio da névoa.

O nevoeiro
O que existe por trás da névoa?
A maior parte da trama se passa dentro do supermercado, onde moradores se escondem. Entre eles está o protagonista, David Drayton (Thomas Jane, de “O apanhador de sonhos“). Ele é o típico herói, que tenta salvar todo mundo e representa bem a figura paterna ao defender o filho indefeso. Outros personagens típicos aparecem na história, mas o grande trunfo do roteiro é surpreender com situações que fogem do que se espera.
O nevoeiro
David fará de tudo para salvar o filho
Uma das surpresas é a sra Carmody (Marcia Gay Harden, de “Na natureza selvagem“), uma fanática religiosa que acredita que é o nevoeiro representa o juízo final. Sem saber o que realmente está acontecendo, a tensa situação se complica cada vez mais e o filme ganha pontos quando fica mais dramático. O resultado é um suspense sobrenatural acima da média.

A direção é de Frank Darabont, cineasta que trabalhou com obras de King nos filmes “A espera de um milagre” e “Um sonho de liberdade“). Estão no elenco Laurie Holden (“O quarteto fantástico“), Andre Braugher (“Poseidon”, “O quarteto fantástico e o surfista prateado“) e Toby Jones (“O violinista que veio do mar“, “O despertar de uma paixão“).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog


The Mist (EUA, 2007) Dirigido por: Frank Darabont. Com: Thomas Jane, Marcia Gay Harden, Laurie Holden, Andre Braugher, Toby Jones, William Sadler, Jeffrey DeMunn, Nathan
Gamble, Alexa Davalos, Chris Owen…

Veja aqui o trailer do filme “O nevoeiro” legendado em português:

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Flor de Severino é representante do forró no Festival Universitário
O grupo de forró Flor de Severino se apresenta hoje, dia 24 de setembro, no Festival Universitário de Música Candanga da UnB (Finca), que teve início no dia 15. As 37 bandas escolhidas pelos Centros Acadêmicos participam da fase classificatória que vai até o dia 25 de setembro. Flor de Severino concorre com a música “Tentar Sempre“, composição de Renato Lelis, percursionista da banda.
Flor de Severino
Foto: Marcelo Funchal
A banda é influenciada por ritmos como: forró-pé-de-serra, xote, MPB e reggae. Além de composições próprias, a banda interpreta canções de músicos consagrados, como Amelinha e Luiz Gonzaga.

Flor de Severino já se apresentou em casas tradicionais da cidade como Caribeño e Arena Futebol Clube. Inicialmente composta apenas por homens, a banda inova ao introduzir o vocal feminino de Núbia Selen. A vocalista fala da importânica dessa primeira participação da banda em um festival. “O desafio está lançado e a Flor de Severino o encara com coragem e humildade”, enfatiza Núbia.

Festival
O Finca foi criado em 1999. Em 10 anos de existência, o festival já projetou bandas como Móveis Coloniais de Acaju, vencedores da quarta edição. As apresentações serão no Anfiteatro 9, sempre às 12h30, na UnB.Nessa etapa serão classificadas 12 bandas, que interpretarão umamúsica de escolha livre. Serão analisados melodia, letra, arranjo e interpretação. A final está marcada para o dia 4 de outubro, no Centro Comunitário, a partir das 22h30.

#571-Conversando com os mortos

O filme “Conversando com os mortos” tem como título original “Solstice“, ou seja, solstício. Antes de mais nada vale a pena relembrar o que muitos aprenderam nas aulas do ensino fundamental: “Em astronomia, solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em 21 de dezembro e em 21 de junho. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano”. Relembrado o conceito, de volta ao filme.

Megan é uma bela adolescente que recentemente perdeu a irmã gêmea. Mesmo de luto, ela decide viajar com os amigos da faculdade para uma casa em Louisiana. Chegando lá, ela conhece uma misteriosa lenda que diz que é possível se comunicar com os mortos durante o solstício de verão. E como a viagem é exatamente no mesmo período da crença popular, é óbvio que a história toma rumos fantasmagóricos.

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Megan (a loirinha) sofre com a perda irmã gêmea

Uma coisa que chama a atenção é a fotografia do filme, com bonitas imagens de pântanos e uma casa ensolarada e bem decorada. Mas espere! Não é para ser um filme de terror? Esse é justamente o problema do DVD. Como terror, “Conversando com os mortos” é uma decepção. Não existe clima de suspense e os trechos que deveriam ser de medo acabam causando sono. A ação acontece devagar, entre flashbacks que mostram os momentos finais da falecida irmã e repetitivas alucinações da protagonista.

Conversando com os mortos
Buu!

A direção é de Daniel Myrick, cineasta que ficou internacionalmente conhecido depois de dirigir com um amigo o filme “A bruxa de Blair“. No elenco também estão jovens atores como Amanda Seyfried (de “Meninas malvadas” e “Mamma mia! – O filme“), Matt O’Leary (“Inimigo em casa“) , Shawn Ashmore, de (“X-men: o confronto final“) e R. Lee Ermey (“O massacre da serra elétrica: o início“). Filme ingênuo e dispensável.
Cotação do Daiblog:
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Solstice (EUA, 2008) Dirigido por: Daniel Myrick Com: Elisabeth Harnois, Shawn Ashmore, Tyler Hoechlin, Amanda Seyfried, Matt O’Leary, Hilarie Burton, R. Lee Ermey, Jenna Hildebrand…

Veja aqui o trailer do filme “Conversando com os mortos” :

PhotobucketFique ligado! Estão em andamento tualmente duas promoções no Daiblog: “Ensaio sobre a cegueira” e “Nem por cima do meu cadáver“. Acesse agora mesmo a seção as Promoções do Daiblog e participe! Os vencedores ganharão ingressos para conferir os filmes nos cinemas e um brinde surpresa que será revelado no final da promoção, na próxima sexta-feira!

#570-Missão Babilônia

O novo trabalho de Vin Diesel (de “A batalha de Riddick“) não é muito diferente do que se pode esperar de um filme estrelado pelo ator especializado em ação e aventura. “Missão Babilônia” segue a mesma linha do gênero, com muitas explosões, tiroteios e perseguições. O grande problema é que o resultado desanima qualquer pessoa que pretende sentir um mínimo de adrenalina.

Baseado na obra de Maurice G. Dantec, o roteiro conta a história de Toorop (Diesel). Ele é um mercenário que mora na Rússia e ganha a vida cometendo assassinatos bem pagos. Sua nova tarefa, contudo, é um pouco diferente. Ele deve guiar uma jovem até os Estados Unidos. Só que não será tão simples porque a garota, chamada Aurora, carrega consigo alguns mistérios.

Missão BabilôniaCriada em um convento desde que nasceu, Aurora (interpretada pela bela Mélanie Thierry) nunca teve contato com o mundo exterior. Ela foi criada sempre pela irmã Rebeka (Michelle Yeoh, de “O tigre e o dragão“), que fez de tudo para mantê-la pura e longe da podridão do mundo externo. Mas muitas coisas irão mudar na viagem e os três terão que enfrentar diversos problemas até chegarem no destino final. Quem assistir ao trailer de “Missão Babilônia” vai perder muitas das surpresas do enredo porque é mostrado praticamente todas as melhores cenas e um detalhe importante a respeito de Aurora, que carrega um segredo que só é revelado no final da trama.

Ambientado em um futuro próximo, o filme possui locações que lembram um pouco o cenário pós-moderno de “Blade Runner, o caçador de andróides“: uma confusão de pessoas das mais variadas etnias vivendo em um mesmo lugar. Não é uma visão muito otimista, mas consegue ser mais animadora do que a sensação que muitos espectadores sentirão quando acabar a projeção. Isso porque para um filme que se diz ser de ação, “Missão Babilônia” é como uma dose de lexotan (um medicamento que provoca sonolência) nas telas. Missão BabilôniaOs problemas do longa-metragem foram tantos que o próprio diretor assumiu que o produto final não saiu como ele planejava. O francês Mathieu Kassovitz, responsável pelo ótimo suspense policial “Rios vermelhos“, declarou que os produtores opinaram demais e não deixaram que ele fizesse o trabalho da forma como queria.

É uma explicação convincente porque o resultado é bem decepcionante. Os efeitos especiais são bons, assim como a produção no geral. Mas falta emoção e aventura. Os diálogos mornos e falta de carisma de todos os personagens faz com que os 90 minutos de duração se estiquem e pareçam uma eternidade. Missão Babilônia São poucas as seqüências que funcionam bem e as que conseguem transmitir algum excitação não são nada originais. O ponto positivo é a participação de Charlotte Rampling de “Orca, a baleia assassina” e “Lemming, instinto animal” (com aqueles olhos frios de dar medo) e Gérard Depardieu, atores acima da média e que integram o elenco.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Babylon A.D. (EUA / França, 2008) Dirigido por: Mathieu Kassovitz Com: Vin Diesel, Michelle Yeoh, Mélanie Thierry, Gérard Depardieu, Charlotte Rampling, Mark Strong, Lambert Wilson, Jérôme Le Banner, Joel Kirby…

Veja aqui o trailer do filme “Missão Babilônia” legendado em português:

DaiblogNeste sábado e domingo, ou seja, hoje e amanhã, o CCB – Centro Cultural de Brasília, que fica na 601 norte, ao lado do Serpro, vai receber o espetáculo teatral “Comédia 3 em 1“. São esquetes com três companhias de comédia da cidade: 5Sentidos, APA (foto) e BenDitosMalDitos. Pela primeira vez reunidos, os grupos vão garantir as risadas em montagens cheias de bom humor.

Vale a pena conferir!
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APA, um dos três grupos do festival de esquetesPrograme-se:
Comédia 3 em 1: 3 grupos, 3 dias, 1 único palco, 1 único saco!
Espetáculo teatral com os grupos 5Sentidos, APA e BenDitosMalDitos.
Dia 20 (sábado), às 21h e domingo (dia 21), às 20h, no Centro Cultural de Brasília (601 norte, ao lado do Serpro).
Ingressos a R$ 10 (meia entrada para estudantes, idosos, professores, doadores de 1 kg de alimento não perecível, incluindo farinha!)
Postos de venda Pianino Pizzaria e DCE do UniCEUB.
Não recomendado para menores de 14 anos.
Informações: 8129-9549 / 9602-3221.

#569-Ensaio sobre a cegueira

O que você faria se não pudesse enxergar? Provavelmente não poderia ler o Daiblog, o que é realmente uma coisa muito triste. Baseado no livro homônimo do português Jose Saramago, o filme “Ensaio sobre a cegueira” estreou no festival de Cannes deste ano. A direção é de Fernando Meirelles, brasileiro que dirigiu os elogiados “Cidade de Deus” e “O jardineiro fiel“. Com um elenco que mistura atores de diversas nacionalidades, o longa-metragem consegue transmitir uma mensagem para qualquer platéia onde for exibido. Emocionante e bem realizada, é uma co-produção Brasil, Japão e Canadá.

Tudo começa quando um japonês (Yusuke Iseya, protagonista da ficção “Casshern, reencarnado do inferno“) perde a visão enquanto dirige um carro. Ele procura um médico especialista (interpretado por Mark Ruffalo, de “Zodíaco“, “Traídos pelo destino“), que não entende porque ele ficou cego. Novas pessoas apresentam os mesmos sintomas, em uma cegueira diferente que faz com que os contaminados enxerguem tudo branco, ao invés da escuridão.

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Julianne Moore é a única que pode ver

A história aborda um grupo que é isolado em uma quarentena. Entre eles está a esposa do oftamologista, vivida pela ótima Julianne Moore (“Filhos da esperança“, “Pecados inocentes“). Ela não foi afetada pela doença e consegue enxergar as coisas. A partir daí o roteiro mostra o que aconteceria caso uma epidemia de cegueira fosse espalhada. Em pé de igualdade, dinheiro, beleza ou qualquer outro fator de diferenças fariam com que todos fossem semelhantes. E é impressionante como a fotografia, cheia de imagens estouradas e com uma iluminação estranha conseguem transmitir o desconforto que o roteiro pede.

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História se passa em uma cidade não identificada

Ensaio sobre a cegueira” faz pensar sobre a condição humana e o papel da visão. O filme, nas suas duas horas de duração, oscila entre o dramático, o divertido e o aterrorizante, contando uma trama interessantíssima que com certeza vai abrir os olhos de muitos espectadores. Não vale a pena criticar a adaptação do livro porque é uma discussão sem fim que sempre surge quando uma obra literária ganha uma versão para a telona. O que vale a pena citar é que Fernando Meirelles se saiu muito bem, assim como o resto do elenco que inclui Gael García Bernal (“O passado“, “Babel“, “Sem notícias de Deus“) e a brasileira Alice Braga (“Cidade baixa“, “Só Deus sabe“, “Eu sou a lenda“).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Quer assistir ao filme “Ensaio sobre a cegueira” de graça? Então participe da promoção do Daiblog! Atualmente estão em andamento duas promoções. A outra é para ver a comédia “Nem por cima do meu cadáver”. Clique para acessar a seção das promoções!

Blindness (Canadá / Brasil / Japão, 2008) Dirigido por Fernando Meirelles. Com: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Yusuke Iseya, Yoshino Kimura, Danny Glover, Gael García Bernal, Don McKellar…

Veja aqui o trailer do filme “Ensaio sobre a cegueira” legendado em português:

DaiblogO longa-metragem escolhido para representar o Brasil e tentar uma vaga no Oscar 2009 na categoria Melhor Filme Estrangeiro foi “Última parada 174“, de Bruno Barreto. No total, 14 produções nacionais poderiam ser selecionadas.
Estômago
“Estômago” foi um dos concorrentes nacionaisSão elas: “A casa de Alice“, de Chico Teixera; “A via láctea“, de Lina Chamie; “Chega de saudade“, de Laís Bodanski; “Era uma vez“, de Breno Silveira; “Estômago“, de Marcos Jorge; “Meu nome não é Johnny“, de Mauro Lima; “Mutum“, de Sandra Kogut; “Nossa vida não cabe num Opala“, de Reinaldo Pinheiro; “Olho de boi“, de Hermano Penna; “Onde andará Dulce Veiga?“, de Guilherme de Almeida Prado; “O passado“, de Hector Babenco; “Os desafinados“, de Walter Lima Júnior; “O signo da cidade“, de Carlos Alberto Riccelli.

Agora aqui no Daiblog você terá a oportunidade de escolher qual filme você escolheria para representar o Brasil na corrida pelo Oscar 2009. Vote na enquete!
Era uma vez
“Era uma vez…”, Romeu e Julieta do Rio, também estava na seleção

#568-Luz silenciosa

Um dos destaques do Cine Ceará deste ano foi “Luz silenciosa“, um daqueles filmes que são tão bonitos que as pessoas ficam sem palavras quando termina. O longa-metragem conta uma história que se passa em uma cidadezinha no norte do México. Mas engana-se quem pensa que o lugar é como a terra dos nachos. A trama se desenvolve em uma comunidade tradicional e isolada, que lembra um vilarejo europeu. Todos os diálogos do filme são em plattdeutsch, um dialeto alemão.

O foco é a traição de Johan, um pai de família. O que é encarado com muita naturalidade em uma série de roteiros, é motivo de um grande dilema moral e espiritual no filme. Os protagonistas são menonitas e seguem a religião. Por isso a fidelidade é um pecado grave e que causa transtornos para o patriarca. “Luz silenciosa” possui um ritmo bem lento, que combina bem com o cenário da história.

Luz silenciosa
Dois amores e um dilema
Enquanto o conflito principal é mostrado, somos presenteados com uma série de lindas imagens que mostram o cotidiano da família. Costumes passados de geração em geração surpreendem pela simplicidade, como a inesquecível cena do banho. E tudo serve para mostrar a forte relação familiar e o doloroso sentimento puro de amor da esposa pelo marido, que não a ama mais.

Luz silenciosa
O filme é marcado por belíssimas cenas
O filme merece ser visto pela sinceridade que consegue transmitir sobre a condição do amor, que aqui aparece das mais diversas formas. Destaque também para as memoráveis cenas da abertura e do encerramento, além de momentos de intensa dramaticidade poucas vezes captadas em um filme.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Stellet licht (México, França, Alemanha, Holanda, 2007) Dirigido por: Carlos Reygadas Com: Cornelio Wall, Maria Pankratz, Miriam Toews, Peter Wall, Jacobo Klassen, Elizabeth Fehr…

Veja aqui o trailer do filme “Luz silenciosa“: