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#517-Reféns do mal

Impossibilitado de conseguir um empréstimo para construir o restaurante de seus sonhos, um casal interpretado por Josh Holloway (“LOST“) e Sarah Wayne Callies (“Prision break“) decide sequestrar uma criança. A sugestão surge quando eles recebem uma tentadora proposta e descobrem que a família é rica o bastante para pagarem um resgate com um alto valor. E a quantia é mais do que suficiente para eles começarem o empreendimento tão desejado. Mas as coisas fugirão do controle por causa do refém.
 


O título nacional já entrega o mistério da história. A quadrilha de sequestradores é que vai viver momentos complicados nas mãos do pequeno David (Blake Woodruff, de “Doze é demais“). O menino tem um olhar gelado, faz piadas irônicas e desenha imagens de coisas (trágicas) que acontecerão no futuro. Acredite, a semelhança com Damien Thorn (de “A profecia“) não está apenas nas roupas.

O pequeno diabo está sempre acompanhado de lobos e criaturas sombrias que atacam quem se opor a seus malignos planos. O título original do filme “Whisper” se deve aos constantes (e irritantes) sussurros que podem ser ouvidos durante todo o filme. Sempre com ordens violentas e malvadas, as vozes promovem a discórdia e condenam os envolvidos no sequestro. Existe uma inversão de papéis quando os aparente vilões acabam se tornando as vítimas da criança macabra.
De um lado, a mãe de David (interpretada por Teryl Rothery, de “Luzes do além“), tenta com a polícia encontrar o filho. Do outro, os criminosos tentam fazer de tudo para se livrarem do guri, que parece saber tudo sobre todos. “Reféns do mal” não inova em nada. Filmado durante o inverno, as imagens da neve representam bem a emoção que o filme transmite. A falta de originalidade chega a irritar, principalmente durante numa cena idêntica a que acontece no filme “Damien: A profecia 2“. O único destaque é uma pequena surpresa perto do final. Tirando isso, é apenas um bando de adultos, incluindo o Sawyer perdido fora da ilha de “LOST” fugindo de um pirralho demoníaco.
Cotação do Daiblog:

DaiblogDaiblog

Whisper (EUA, 2007) Dirigido por: Stewart Hendler Com: Josh Holloway, Sarah Wayne Callies, Michael Rooker, Blake Woodruff, Teryl Rothery, Julian Christopher …

Leia mais:
DaiblogLOST, 1ª temporada“.
DaiblogLOST, 2ª temporada“.


Veja aqui o trailer do filme “Reféns do mal“:

#516-Jogo de amor em Las Vegas

O que poderia dar errado em um filme de comédia estrelado pela loirinha Cameron Diaz (de “O amor não tira férias”) e Ashton Kutcher (“Cara, cadê meu carro?”)? Os dois atuaram em diversas produções do gênero e são conhecidos por serem bonitos e engraçados. Então teoricamente o filme “Jogo de amor em Las Vegas” tinha tudo para ser tão divertido quanto promete o bem bolado trailer…
 


O que aparece na telona, entretanto, não chega a animar e o decepcionante resultado se deve ao fraco roteiro assinado por Dana Fox. Na trama, acompanhamos a história de duas pessoas que se encontram ao acaso. De um lado está Joy, uma jovem que leva um fora do noivo na frente de todos os amigos durante a festa surpresa de aniversário dele. E do outro está Jack, rapaz desajeitado que é demitido da empresa de móveis de madeira do pai.

Tristes e inconsoláveis, os dois decidem viajar para Las Vegas, onde pretendem se esquecer dos problemas. E é na terra dos cassinos e letreiros luminosos que os dois se encontram, bebem, se divertem e…se casam. No dia seguinte, já lúcidos e assustados com o que fizeram motivados pelas bebidas alcoólicas, os dois decidem que é devem esquecer tudo o que aconteceu.

Mas uma simples moeda muda tudo. Quando eles estão dispostos a seguirem suas vidas separados, Jack usa uma moeda de Joy em uma máquina caça-níquel e acaba faturando o prêmio de 3 milhões de dólares. A confusão pela posse do dinheiro vai parar nos tribunais e o juiz decide que eles só poderão se divorciar ou dividir o valor da premiação depois de passarem por um período de seis meses como um verdadeiro casal. A decisão judicial serve como um castigo para os dois. Assim eles aprendem a lição relacionada com o ditado norte-americano do título original do filme.

O que acontece em Vegas permanece em Vegas”, coisa que não é verdade no longa-metragem. O casamento mal planejado continuará fora de Las Vegas e os dois terão que aprender a conviver juntos se quiserem o dinheiro. A situação deveria gerar momentos engraçados, mas o humor pastelão é infantil. O filme aposta na comédia e não tem sorte.
  

A química dos protagonistas até existe, mas o texto enfraquece o resultado. O romance do casal é tão comum e clichê que não anima ninguém. Entretanto para o mês dos namorados, a opção continua sendo válida para os pombinhos, que podem aproveitar mais o escurinho da sala de cinema do que o filme que passará na telona.

Também estão no elenco: Rob Corddry (“Antes só do que mal casado“) e Queen Latifah (“Mais estranho que a ficção”), no papel de uma terapeuta que tentará ajudar o casal a ter uma relação com menos conflitos.Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblog

What Happens in Vegas… (EUA, 2008) Dirigido por: Tom Vaughan Com: Cameron Diaz, Ashton Kutcher, Rob Corddry, Lake Bell, Jason Sudeikis…

Veja aqui o trailer do filme “Jogo de amor em Las Vegas” legendado em português:

#515-Animal

Apesar do título ser o mesmo de uma comédia estrelada por Rob Schneider, “Animal” é um filme bem diferente. Para começar pelo senso de humor ausente. A produção (com um baixo orçamento de 1 milhão de dólares) é um drama que procura passar uma lição de vida. É uma daquelas histórias para tentar mudar a vida das pessoas e criar uma conscientização sobre os valores e as conseqüências dos atos ilegais praticados.
 


Quem protagoniza o filme é um sujeito chamado Animal (Ving Rhames, de “Missão impossível 3“). Como o nome mostra, ele é não é considerado uma pessoa civilizada por ser violento. A verdade é que ele que vive em um perigoso universo de violência. Mas, mesmo assim, Animal guarda um pouco de humanidade para a família que mora com ele. Mas quando a polícia descobre que ele faz parte de um grupo criminoso, ele acaba sendo preso e afastado dos parentes.

Na prisão, ele se torna conhecido pela força. Só que ao invés do filme ser mais um que mostra como o clima dentro do presídio é barra-pesada, o protagonista vai aprender com os erros e se tornar uma pessoa melhor. Cumprida a pena em regime fechado, ele será solto e vai descobrir que seu filho entrou para o mundo do crime. E o filme mostra como Animal fará para recuperar a confiança do filho e fazer com que ele vá para o caminho do bem.
Também estão no elenco Terrence Howard (“Awake, a vida por um fio” e “Crash, no limite“) e Chazz Palminteri (“Santos e demônios). “Animal” não é um filme ruim, mas também está longe de ser bom. A história com lição de moral pode até funcionar caso o objetivo seja mostrar para os presidiários que existe uma forma de se recuperar. Agora se não for este o caso, o longa parece ser um vídeo institucional. O filme foi lançado diretamente em vídeo nos EUA e no Brasil. E em 2007 ganhou uma continuação.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Animal (EUA, 2005) Dirigido por: David J. Burke Com: Ving Rhames, Terrence Howard, Jim Brown, Chazz Palminteri, Junior Alvarez…
Sem trailer disponível.

Daiblog

#514-O diário de uma babá

Diferente do que se pode imaginar, “O diário de uma babá” não é mais um daqueles filmes de comédia que focam uma jovem garota sofrendo nas mãos de crianças pestinhas. O longa guarda um tom dramático e critica a postura de determinadas famílias quando o assunto é a criação dos filhos. Nos dias de hoje, muitos pais e mães trabalham sem parar, o que faz com que os filhos fiquem sem o carinho familiar.
 


Esta é a situação do pequeno Grayer (de “Syriana, a indústria do petróleo”). Ele mora em um luxuoso apartamento e tem uma vida repleta de atividades para ocupar o tempo. Sua mãe (Laura Linney, de “
Lições de vida“) contrata uma babá para cuidar do menino e aí que entra Annie (interpretada por Scarlett Johansson, de”A ilha“, “O grande truque“, “Scoop, o grande furo“, “Ponto Final, Match Point“). 

 Recém-formada, ela não quer seguir uma carreira de executiva conforme sa mãe (Donna Murphy, de “Fonte da vida“) sugere. Então decide se aventurar no mundo das babás. E ela vai descobrir que o trabalho é bem mais pesado do que ela imaginava. Vai entrar na vida de uma família bem sucedida financeiramente e perceber que dinheiro não compra felicidade e estabilidade conjugal.

 

O diário de uma babá” é engraçado e ao mesmo tempo dramático. A combinação ficou boa, mas perde um pouco a força quando o roteiro teima em seguir por rumos mais convencionais, colocando um personagem para formar par romântico com a protagonista. Um universitário (Chris Evans, o Tocha Humana, de “O quarteto fantástico” e “O quarteto fantástico e o surfista prateado“) surge para açucarar a história e tirar o foco principal da crítica dos padrões familiares. Mesmo assim, o longa diverte e faz pensar.
Cotação do Daiblog:
DaiblogDaiblogDaiblog
The Nanny Diaries (EUA, 2007) Dirigido por: Shari Springer Berman e Robert Pulcini Com: Scarlett Johansson, Donna Murphy, John Henry Cox, Alicia Keys, Nicholas Art, Mike Rad,
Laura Linney…

Veja aqui o trailer dublado em português do filme “O diário de uma babá“.

Photobucket
Já saiu o resultado da promoção “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian“. Clique aqui para saber se você foi um dos vencedores. E clique aqui para ler mais sobre o filme!
Daiblog
Neste sábado (dia 07) e domingo (dia 08), a Jornada do Cinema Digital irá reprisar os filmes brasileiros que participaram do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos.
As exibições começam às 19h, seguidas de um debate às 20h sobre cinema independente e cinema digital. E quando der 22h será exibido o longa-metragem de terror “Capital dos mortos“. Quem perdeu os curtíssimos agora tem a chance de rever. E o que é melhor: a entrada é franca! Imperdível!
Anote aí:Jornada do Cinema Digital
Sábado e domingo a partir das 19h na Sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo, (que fica na 508 Sul).

#514-O diário de uma babá

Diferente do que se pode imaginar, “O diário de uma babá” não é mais um daqueles filmes de comédia que focam uma jovem garota sofrendo nas mãos de crianças pestinhas. O longa guarda um tom dramático e critica a postura de determinadas famílias quando o assunto é a criação dos filhos. Nos dias de hoje, muitos pais e mães trabalham sem parar, o que faz com que os filhos fiquem sem o carinho familiar.
 


Esta é a situação do pequeno Grayer (de “Syriana, a indústria do petróleo”). Ele mora em um luxuoso apartamento e tem uma vida repleta de atividades para ocupar o tempo. Sua mãe (Laura Linney, de “
Lições de vida“) contrata uma babá para cuidar do menino e aí que entra Annie (interpretada por Scarlett Johansson, de”A ilha“, “O grande truque“, “Scoop, o grande furo“, “Ponto Final, Match Point“). 

 Recém-formada, ela não quer seguir uma carreira de executiva conforme sa mãe (Donna Murphy, de “Fonte da vida“) sugere. Então decide se aventurar no mundo das babás. E ela vai descobrir que o trabalho é bem mais pesado do que ela imaginava. Vai entrar na vida de uma família bem sucedida financeiramente e perceber que dinheiro não compra felicidade e estabilidade conjugal.

 

O diário de uma babá” é engraçado e ao mesmo tempo dramático. A combinação ficou boa, mas perde um pouco a força quando o roteiro teima em seguir por rumos mais convencionais, colocando um personagem para formar par romântico com a protagonista. Um universitário (Chris Evans, o Tocha Humana, de “O quarteto fantástico” e “O quarteto fantástico e o surfista prateado“) surge para açucarar a história e tirar o foco principal da crítica dos padrões familiares. Mesmo assim, o longa diverte e faz pensar.
Cotação do Daiblog:
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The Nanny Diaries (EUA, 2007) Dirigido por: Shari Springer Berman e Robert Pulcini Com: Scarlett Johansson, Donna Murphy, John Henry Cox, Alicia Keys, Nicholas Art, Mike Rad,
Laura Linney…

Veja aqui o trailer dublado em português do filme “O diário de uma babá“.

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Já saiu o resultado da promoção “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian“. Clique aqui para saber se você foi um dos vencedores. E clique aqui para ler mais sobre o filme!
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Neste sábado (dia 07) e domingo (dia 08), a Jornada do Cinema Digital irá reprisar os filmes brasileiros que participaram do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos.
As exibições começam às 19h, seguidas de um debate às 20h sobre cinema independente e cinema digital. E quando der 22h será exibido o longa-metragem de terror “Capital dos mortos“. Quem perdeu os curtíssimos agora tem a chance de rever. E o que é melhor: a entrada é franca! Imperdível!
Anote aí:Jornada do Cinema Digital
Sábado e domingo a partir das 19h na Sala Marco Antônio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo, (que fica na 508 Sul).

#513-Sex and the city, o filme

Depois de seis temporadas o seriado “Sex and the city” ganha uma versão para a telona. O longa-metragem (longa mesmo, com quase duas horas e meia de duração) mostra o que aconteceu com as personagens quatro anos após o capítulo final da série, em 2004. E uma boa notícia. Quem não acompanhou o enlatado pode assistir sem dificuldades. É claro que os fãs irão apreciar ainda mais e compreender melhor as atitudes e piadinhas das protagonistas, mas a trama não se esqueceu de quem nunca viu um episódio sequer e o roteiro tem começo, meio e fim.
 


Um rápido resumo apresenta as quatro amigas que fazem parte da série. São elas Samantha Jones, Charlotte York, Miranda Hobbes e Carrie Bradshaw (interpretada por Sarah Jessica Parker, de “Tudo em família“). Elas vivem em Nova Iorque e a cidade é palco para uma série de encontros e relacionamentos afetivos e amorosos. A história é extremamente feminina, afinal o público alvo são as mulheres. As quatro são amigas inseparáveis e dividem as alegrias e tristezas de suas vidas, tudo em um clima repleto de glamour e consumismo.

É impossível não reparar no figurino exagerado do elenco, principalmente o de Carrie, que usa roupas extravagantes. Boa parte do filme acontece em restaurantes, cafés e lojas. É onde as personagens se encontram para conversar e falar sobre seus problemas e desejos.

O roteiro é mais inteligente do que se pode imaginar e fala sobre compromissos e casamento. E a união não é vista como um laço meloso e sentimental, mas é tratada com um ponto de vista mais realista. Ainda que o fundo da trama ainda seja colorido de cor de rosa para agradar todas as espectadoras sedentas de romantismo, o filme não chega a ser um conto de fadas.

No filme acompanhamos os preparativos para o casamento de Carrie com o charmoso Mr. Big (Chris Noth, de “A casa de vidro”). Já as outras personagens vivem momentos importantes de suas vidas, com problemas como traições, por exemplo. A trilha sonora merece destaque, com canções ideais para serem ouvidas enquanto se torra o cartão de crédito em shoppings. “Sex and the city, o filme” é um presente para os fãs do seriado.
Para quem nunca viu a série, é um bom incentivo para alugar ou comprar os dvds. E para a platéia masculina uma boa forma de descobrir o que as mulheres pensam sobre sexo, amor e outros assuntos que são conversados no clube da Luluzinha.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblog

Sex and the City (EUA, 2008) Dirigido por: Michael Patrick King Com: Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth, Candice Bergen, Jennifer Hudson, David Eigenberg …

Veja aqui o trailer de “Sex and the city, o filme” legendado em português:

Daiblog

Para você que participou da promoção “As crônicas de Nárnia: príncipe Caspian” fique ligado! O resultado sairá na próxima atualização, ou seja, dia 7 de junho! Aguarde!

Toques dos tempo

Pela primeira vez os brasilenses poderão conferir o talento da artista plástica tcheca Irena Stanislavová a partir de hoje. A Casa Thomas Jefferson abrigará 32 obras da pintora até o dia 7 de junho. A exposição faz parte das comemorações dos noventa anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a antiga Tchecolováquia, hoje República Tcheca e República Eslovaca.

Nascida em 1949 em Kosice, cidade da Eslováquia, Irena trabalha não apenas com artes plásticas, mas também com ilustração de livros. A artista realizou mais de 100 exposições no mundo, entre mostras individuais e coletivas. Suas obras fazem parte de importantes galerias de arte do mundo como o Museu Comenius, que fica em Naarden, na Holanda. No Brasil o trabalho de Irena pode ser apreciado mo Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, onde faz parte do acervo permanente.

A seleção de telas expostas em Brasília mostra a temática recorrente em suas obras. As pinturas e desenhos de Irena falam de questões sociais e, princialmente música. “A minha fonte de inspiração é sempre a música. Eu ouço a música e interpreto em telas”, comenta Irena.A artista atualmente vive em Opava, cidade que fica no norte da Morávia, na República Tcheca. Ela afirma que, em suas obras, pretende transformar o som em cores. E o resultado da transformação das melodias toma formas concretas em suas imagens coloridas.

Em relação a música brasileira, a pintora admite ainda não conhecer muito. “Mas tenho interesse e meu próximo projeto é conhecer mais a música brasileira”, garante.Irene adquiriu conhecimentos nas artes quando estudou na Escola de Arte e Indústria em Bratislava (na Eslováquia) e na Universidade de T.G. Masayk, em Brno (República Checa). A exposição Toques do Tempo tem entrada franca e é fruto de uma parceria entre a Casa Thomas Jefferson, a Embaixada da República Tcheca e a Embaixada da República Eslovaca.
Anote aí:Toques do Tempo – exposição com pinturas de Irena Stanislavová. Até o dia 7 de junho na Casa Thomas Jefferson (706/906 Sul). Horário de visitação: de segunda a sexta-feira das 9h às 21h e sábados das 9h às 12h.

#513-Sex and the city, o filme

Depois de seis temporadas o seriado “Sex and the city” ganha uma versão para a telona. O longa-metragem (longa mesmo, com quase duas horas e meia de duração) mostra o que aconteceu com as personagens quatro anos após o capítulo final da série, em 2004. E uma boa notícia. Quem não acompanhou o enlatado pode assistir sem dificuldades. É claro que os fãs irão apreciar ainda mais e compreender melhor as atitudes e piadinhas das protagonistas, mas a trama não se esqueceu de quem nunca viu um episódio sequer e o roteiro tem começo, meio e fim.
 


Um rápido resumo apresenta as quatro amigas que fazem parte da série. São elas Samantha Jones, Charlotte York, Miranda Hobbes e Carrie Bradshaw (interpretada por Sarah Jessica Parker, de “Tudo em família“). Elas vivem em Nova Iorque e a cidade é palco para uma série de encontros e relacionamentos afetivos e amorosos. A história é extremamente feminina, afinal o público alvo são as mulheres. As quatro são amigas inseparáveis e dividem as alegrias e tristezas de suas vidas, tudo em um clima repleto de glamour e consumismo.

É impossível não reparar no figurino exagerado do elenco, principalmente o de Carrie, que usa roupas extravagantes. Boa parte do filme acontece em restaurantes, cafés e lojas. É onde as personagens se encontram para conversar e falar sobre seus problemas e desejos.

O roteiro é mais inteligente do que se pode imaginar e fala sobre compromissos e casamento. E a união não é vista como um laço meloso e sentimental, mas é tratada com um ponto de vista mais realista. Ainda que o fundo da trama ainda seja colorido de cor de rosa para agradar todas as espectadoras sedentas de romantismo, o filme não chega a ser um conto de fadas.

No filme acompanhamos os preparativos para o casamento de Carrie com o charmoso Mr. Big (Chris Noth, de “A casa de vidro”). Já as outras personagens vivem momentos importantes de suas vidas, com problemas como traições, por exemplo. A trilha sonora merece destaque, com canções ideais para serem ouvidas enquanto se torra o cartão de crédito em shoppings. “Sex and the city, o filme” é um presente para os fãs do seriado.
Para quem nunca viu a série, é um bom incentivo para alugar ou comprar os dvds. E para a platéia masculina uma boa forma de descobrir o que as mulheres pensam sobre sexo, amor e outros assuntos que são conversados no clube da Luluzinha.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblog

Sex and the City (EUA, 2008) Dirigido por: Michael Patrick King Com: Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth, Candice Bergen, Jennifer Hudson, David Eigenberg …

Veja aqui o trailer de “Sex and the city, o filme” legendado em português:

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Para você que participou da promoção “As crônicas de Nárnia: príncipe Caspian” fique ligado! O resultado sairá na próxima atualização, ou seja, dia 7 de junho! Aguarde!

Toques dos tempo

Pela primeira vez os brasilenses poderão conferir o talento da artista plástica tcheca Irena Stanislavová a partir de hoje. A Casa Thomas Jefferson abrigará 32 obras da pintora até o dia 7 de junho. A exposição faz parte das comemorações dos noventa anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a antiga Tchecolováquia, hoje República Tcheca e República Eslovaca.

Nascida em 1949 em Kosice, cidade da Eslováquia, Irena trabalha não apenas com artes plásticas, mas também com ilustração de livros. A artista realizou mais de 100 exposições no mundo, entre mostras individuais e coletivas. Suas obras fazem parte de importantes galerias de arte do mundo como o Museu Comenius, que fica em Naarden, na Holanda. No Brasil o trabalho de Irena pode ser apreciado mo Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, onde faz parte do acervo permanente.

A seleção de telas expostas em Brasília mostra a temática recorrente em suas obras. As pinturas e desenhos de Irena falam de questões sociais e, princialmente música. “A minha fonte de inspiração é sempre a música. Eu ouço a música e interpreto em telas”, comenta Irena.A artista atualmente vive em Opava, cidade que fica no norte da Morávia, na República Tcheca. Ela afirma que, em suas obras, pretende transformar o som em cores. E o resultado da transformação das melodias toma formas concretas em suas imagens coloridas.

Em relação a música brasileira, a pintora admite ainda não conhecer muito. “Mas tenho interesse e meu próximo projeto é conhecer mais a música brasileira”, garante.Irene adquiriu conhecimentos nas artes quando estudou na Escola de Arte e Indústria em Bratislava (na Eslováquia) e na Universidade de T.G. Masayk, em Brno (República Checa). A exposição Toques do Tempo tem entrada franca e é fruto de uma parceria entre a Casa Thomas Jefferson, a Embaixada da República Tcheca e a Embaixada da República Eslovaca.
Anote aí:Toques do Tempo – exposição com pinturas de Irena Stanislavová. Até o dia 7 de junho na Casa Thomas Jefferson (706/906 Sul). Horário de visitação: de segunda a sexta-feira das 9h às 21h e sábados das 9h às 12h.

#512-Código desconhecido

Dirigido por Michael Haneke (“A professora de piano” e “Violência gratuita“), o filme “Código desconhecido” fala dos problemas de comunicação que surgem no atual mundo globalizado. Não apenas pelas óbvias diferenças da língua ou costumes culturais entre um país ou outro (o dinamarquês quem nunca estudou chinês não vai conseguir compreender o filme “Escravas da vaidade” sem legendas, por exemplo); mas também pela dificuldade que as pessoas têm em se entender e se expressar.
  


Como também é possível observar em outro filme do diretor, o excelente “Cachê“, a França parece ser um país com pessoas de diversos locais do mundo. É nesse contexto com grande variedade de etnias que se passa “Código desconhecido: inacabado de várias jornadas“. Como o título sugere, a produção mostra uma série de histórias que se entrelaçam de certa forma. E tudo tem início com a fantástica cena inicial. Um plano seqüência de tirar o fôlego que vale o filme inteiro.

Vemos um jovem jogando lixo em uma mendiga no meio da rua. A atitude gera revolta em um rapaz negro que observa a falta de educação e exige que outro peça desculpas para a moradora de rua. Com a chegada da polícia, a cor da pele do jovem terá um peso a mais. Depois do acontecido, o roteiro se desdobra em todos as personagens envolvidos. Acompanhamos a história a mendiga (uma romena que vive ilegamente na França), uma atriz (Juliette Binoche, de “Perdas e danos“, “Invasão de domicílio“) e outros casos.
Sem um final fechado, é um filme forte e realista. Certamente não é um obra para todos. Por não ter uma estrutura convencional, ninguém sabe onde a história quer chegar ou quem seria a personagem principal. Haneke usou o cinema para criticar a xenofobia e os comportamentos humanos. No final de tudo, temos a impressão que não somos muito diferentes de crianças tentando se comunicar através de mímicas.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblog

Code inconnu: Récit incomplet de divers voyages (França / Alemanha / Romênia, 2000) Dirigido por: Michael Haneke Com: Juliette Binoche, Thierry Neuvic, Josef Bierbichler, Alexandre Hamidi, Maimouna Hélène Diarra …

Veja aqui o trailer do filme “Código desconhecido“:

Photobucket
O ilustrador e quadrinista profissional Daniel HDR esteve no Kodama DF (Convenção de Anime e Mangá de Brasília). Além de participar de uma palestra sobre quadrinhos no Brasil, ele também atendeu pedidos de desenhos de fãs e fez caricaturas.

HDR trabalhou nos Estados Unidos desenhando os quadrinhos do anime “Digimon“. Também foi o responsável pela adaptação para os quadrinhos do filme “O massacre da serra elétrica” refilmagem que deu origem ao longa “O massacre da serra elétrica, o início“, já comentado aqui no Daiblog. Você pode conhecer melhor o trabalho dele acessando o site oficial. Clique aqui para visitar.

Veja abaixo um vídeo do artista desenhando um Tai, personagem protagonista da primeira temporada do anime “Digimon“. Mais uma exclusividade da Tv Daiblog.

#512-Código desconhecido

Dirigido por Michael Haneke (“A professora de piano” e “Violência gratuita“), o filme “Código desconhecido” fala dos problemas de comunicação que surgem no atual mundo globalizado. Não apenas pelas óbvias diferenças da língua ou costumes culturais entre um país ou outro (o dinamarquês quem nunca estudou chinês não vai conseguir compreender o filme “Escravas da vaidade” sem legendas, por exemplo); mas também pela dificuldade que as pessoas têm em se entender e se expressar.
  


Como também é possível observar em outro filme do diretor, o excelente “Cachê“, a França parece ser um país com pessoas de diversos locais do mundo. É nesse contexto com grande variedade de etnias que se passa “Código desconhecido: inacabado de várias jornadas“. Como o título sugere, a produção mostra uma série de histórias que se entrelaçam de certa forma. E tudo tem início com a fantástica cena inicial. Um plano seqüência de tirar o fôlego que vale o filme inteiro.

Vemos um jovem jogando lixo em uma mendiga no meio da rua. A atitude gera revolta em um rapaz negro que observa a falta de educação e exige que outro peça desculpas para a moradora de rua. Com a chegada da polícia, a cor da pele do jovem terá um peso a mais. Depois do acontecido, o roteiro se desdobra em todos as personagens envolvidos. Acompanhamos a história a mendiga (uma romena que vive ilegamente na França), uma atriz (Juliette Binoche, de “Perdas e danos“, “Invasão de domicílio“) e outros casos.
Sem um final fechado, é um filme forte e realista. Certamente não é um obra para todos. Por não ter uma estrutura convencional, ninguém sabe onde a história quer chegar ou quem seria a personagem principal. Haneke usou o cinema para criticar a xenofobia e os comportamentos humanos. No final de tudo, temos a impressão que não somos muito diferentes de crianças tentando se comunicar através de mímicas.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblog

Code inconnu: Récit incomplet de divers voyages (França / Alemanha / Romênia, 2000) Dirigido por: Michael Haneke Com: Juliette Binoche, Thierry Neuvic, Josef Bierbichler, Alexandre Hamidi, Maimouna Hélène Diarra …

Veja aqui o trailer do filme “Código desconhecido“:

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O ilustrador e quadrinista profissional Daniel HDR esteve no Kodama DF (Convenção de Anime e Mangá de Brasília). Além de participar de uma palestra sobre quadrinhos no Brasil, ele também atendeu pedidos de desenhos de fãs e fez caricaturas.

HDR trabalhou nos Estados Unidos desenhando os quadrinhos do anime “Digimon“. Também foi o responsável pela adaptação para os quadrinhos do filme “O massacre da serra elétrica” refilmagem que deu origem ao longa “O massacre da serra elétrica, o início“, já comentado aqui no Daiblog. Você pode conhecer melhor o trabalho dele acessando o site oficial. Clique aqui para visitar.

Veja abaixo um vídeo do artista desenhando um Tai, personagem protagonista da primeira temporada do anime “Digimon“. Mais uma exclusividade da Tv Daiblog.

#511-Tudo em família

Conhecer a família do namorado é uma atividade muito mais difícil do que se pode imaginar e Meredith Morton (Sarah Jessica Parker) aprende a lição da forma mais complicada. Além do medo natural de ser mal interpretada e criticada pelos parentes do companheiro, ela terá que cultivar paciência ao notar que, de fato, a família do namorado realmente não vai com a cara dela e desaprova a relação.
 


O longa-metragem é ambientado na época de Natal, período que a maior parte das famílias se reúnesm. O filme não é somente comédia e mistura cenas de drama. Muitas vezes dá pena da protagonista, que passa por momentos terríveis. Mas a rivalidade entre Meredith e a irmã do namorado, Amy Stone (Rachel McAdams, de “Vôo noturno“) gera alguns momentos engraçados.

Ao perceber que a noite natalina será pior do que ela esperava, a heroína convida a irmã para passar o feriado com ela. Então entra em cena Claire Danes (“A viagem“), que ganha a simpatia de toda a família. O filme, como é fácil perceber logo no começo, não consegue ser original e funciona melhor como um drama do que uma comédia mesmo.
A atriz Diane Keaton faz parte do elenco, repetindo o mesmo papel que tem feito nos últimos anos. Filme dispensável que só pode agradar quem até hoje não se cansou de comédias românticas.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

The Family Stone (EUA, 2005) Dirigido por: Thomas Bezucha Com: Claire Danes, Diane Keaton, Rachel McAdams, Dermot Mulroney, Craig T. Nelson, Sarah Jessica Parker, Luke Wilson …
Veja aqui o trailer do filme “Tudo em família“: