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Saiba como ganhar uma sessão para ver Matrix Resurrections

A Warner Bros. Pictures, em parceria com a CCXP Worlds 21, anuncia mais uma novidade para os participantes do evento. Quem acompanhar o painel virtual de Matrix Resurrections, que acontece domingo (05), poderá concorrer para ganhar uma sessão exclusiva do filme com mais 50 amigos, além de um pôster autografado pelo elenco.

Para participar da promoção, válida para maiores de 16 anos, basta compartilhar uma foto criativa no feed do Instagram assistindo ao painel, marcando a hashtag #MatrixResurrectionsNaCCXP. O regulamento completo está disponível na bio da conta oficial da Warner Bros. Pictures no Instagram (@wbpictures_br).

A CCXP Worlds 21, maior evento de cultura pop do mundo, acontece de forma virtual nos dias 4 e 5 de dezembro e a Warner encerra o evento com um mega painel no domingo, com a presença do elenco de Matrix Ressurections, Keanu Reeves, Jonathan Groff, Jada Pinkett Smith, Yahya Abdul-Mateen II, Jessica Henwick e Eréndira Ibarra.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis em www.ccxp.com.br. Matrix Resurrections chega aos cinemas em 22 de dezembro.

Ecto-1, o famoso carro de Ghostbusters: Mais Além, invade o Waze

Para a estreia de “Ghostbusters: Mais Além”, a Sony Pictures criou uma ação em parceria com o Waze, em que é possível modificar o carro usado no mapa para que ele se torne o Ecto-1, o famoso carro da franquia, que está de volta no novo filme.

Além da mudança do carro, o aplicativo também vai mostrar os cinemas mais próximos com sessão do filme, que estreia na próxima quinta, 18 de novembro.

A ação fica no ar na plataforma até dia 25 de novembro.

Sobre o filme

Do diretor Jason Reitman e produtor Ivan Reitman, vem o próximo capítulo do universo original de Ghostbusters. Em Ghostbusters: Mais Além, quando uma mãe solteira e seus filhos se mudam para uma pequena cidade, eles começam a descobrir sua conexão com os caça fantasmas originais e o legado secreto que seu avô deixou para trás. O filme foi escrito por Jason Reitman & Gil Kenan.

Casa Gucci estreia 25 de novembro nos cinemas

Casa Gucci, longa estrelado por Lady Gaga e Adam Driver que mostra a trajetória da família Gucci, estreia nos cinemas brasileiros em 25 de novembro. O filme foi inspirado no livro “The House of Gucci”, de Sara Gay Forden, que está sendo relançando pela editora Seoman, em uma edição atualizada, com novo posfácio e novo projeto gráfico.

O livro relata a história real do assassinato de Maurizio Gucci e revela os bastidores da morte do herdeiro da marca. Sara Gay Forden, escritora e historiadora de moda, realizou inúmeras pesquisas e entrevistas para se aprofundar nessa história envolta de tragédias, ganância, reviravoltas e drama.

“Muitas pessoas dividiram comigo suas experiências nas empresas e com a família Gucci. Isso tem grande valor para mim, porque essa ligação com os Gucci inevitavelmente provoca emoções profundas e impressões duradouras. Até hoje, a grife e a família que a fundou continuam a inspirar e surpreender”, disse a autora.

O visionário diretor e produtor Ridley Scott, responsável pela direção do longa, sabia que o livro era ótimo para inspirar um filme. “Era uma história familiar fascinante. A dinastia Gucci era quase uma realeza italiana dentro da indústria da moda e sua destruição veio de dentro da família e se espalhou. Como isso pode não ser interessante?”, disse o diretor.

O longa foi filmado durante quarenta e três dias, principalmente em Roma, e contou com os talentos de Scott para trazer as telonas imagens permanentes na mente dos espectadores. As habilidades e o preparo do diretor surpreenderam até mesmo profissionais experientes de Hollywood, como Al Pacino. “Ridley é mágico. Estávamos fazendo essa cena e ele me chamou de lado e disse ‘por que você não faz a cena do meio e depois faz a primeira parte no final. Ninguém nunca disse nada parecido para mim antes. E eu pensei ‘bem, isso é loucura’. Mas então eu fiz. E funcionou!”, lembrou o ator.

Casa Gucci estreará 25 de novembro em todos os cinemas do Brasil e a nova edição do livro que deu origem ao longa já está disponível em livrarias de todo o país. Para mais informações sobre a programação e ingressos, consulte os cinemas da sua cidade.

Chernobyl: O Filme ganha trailer brasileiro

Chernobyl: O Filme – Os Segredos do Desastre estreia em 18 de novembro exclusivamente nos cinemas com distribuição da Paris Filmes, e conta sobre a história de três heróis da vida real que lutaram para evitar um problema ainda maior do que o causado na explosão da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia Soviética em 1986.

Alexey é um bombeiro que prestava serviços na usina. Após a explosão do reator, ele se une a Valery, um engenheiro, e Boris, um mergulhador militar, em uma perigosa missão de drenar a água de um reservatório sob o reator em chamas. A temperatura da água e curto espaço de tempo para que o procedimento aconteça são os principais desafios dessa missão que impediria consequências ainda mais catastróficas para a população europeia. Sem tempo para planejar as ações, os três homens mergulham nos corredores inundados com água quente que precisam atravessar até chegar às profundezas do prédio do reator.

Chernobyl – O Filme conta sobre o sacrifício desses profissionais e de outras centenas de pessoas que arriscaram suas vidas para evitar que o desastre fosse ainda maior, e que poderia ter tornado grande parte do continente europeu uma zona inabitável.

Brasil é o 2º país que mais assiste a filmes e séries online

Com a pandemia, a receita da grande maioria dos negócios caiu significativamente. Não foi o caso da Netflix. Com o lockdown ocorrendo em grande parte do país, uma das poucas opções de lazer no confinamento das casas, eram assistir filmes e séries via streaming. Isso fez com que a receita da Netflix tivesse um forte crescimento, num valor de mais de 47% no último ano, totalizando mais de U$ 2,7 bilhões de dólares.

É o que revela um estudo realizado pela plataforma de desconto CupomValido.com.br que compilou dados da Statista e JustWatch sobre os serviços de streaming. Os brasileiros estão em 2ª lugar entre os que mais utilizam serviços de streaming no mundo, somente atrás dos Estados Unidos. Em seguida ficam Reino Unido e Alemanha, em terceiro e quarto lugar, respectivamente.

As plataformas de streaming mais usadas no mundo

A Netflix é a plataforma de streaming mais usada no mundo, com 53,5% do total de usuários. No último ano, mais de 36 milhões de pessoas se tornaram assinantes da plataforma, que atingiu mais de 200 milhões de assinantes no total.

Em segunda posição fica o Amazon Prime Video, com 12,6%. Em seguida ficam as plataformas Hulu (6,3%), Apple TV+ (3,9%), HBO Max (3,6%) e Disney+ (3,6%).

O mais impressionante é que ao levar em consideração todos os 195 países do globo, o Brasil fica em 3º lugar como um dos países em que os serviços de streaming é o mais barato. Somente a Argentina e a Turquia possuem mensalidades mais baratas que no Brasil. Só para efeito de comparação, o custo da Netflix na Suíça, é mais que o triplo que os brasileiros pagam mensalmente.

As preferidas dos brasileiros

Segundo o estudo, a Netflix é a plataforma mais utilizada no Brasil, com 31% de participação de mercado. Em segundo lugar fica o Amazon Prime Videos (24%), e em terceiro lugar, a recente lançada Disney+ com 12% de participação de mercado.

Os 3 principais tipos de séries preferidos pelos brasileiros são: drama (47,8%), ação (18,3%) e comédia (16%).

Com relação ao preço, praticamente todas as plataformas trabalham com várias categorias, desde a mais básica até a mais completa. As diferenças vão desde a qualidade do vídeo, até a quantidade de dispositivos com acesso simultâneo.

Comparando somente os planos mais básicos os preços variam de R$9,90 a R$37,90. A Apple TV+ e o Amazon Prive Video são as plataformas com os preços mais competitivos, com o valor mensal de R$9,90 cada. Na Netflix o plano mais básico custa R$25,90 por mês.

Ao assinar um único serviço de streaming, o valor do plano é consideravelmente menor que os serviços de TV a Cabo. Porém, quem for assinar mais de um serviço, o valor total no mês pode pesar no bolso.

Quem desejar assinar todos os 11 principais serviços de streaming presentes no Brasil, vai ter que desembolsar o valor de R$ 221 por mês (nos planos mais básicos) e R$ 337,30 por mês (nos melhores planos).

Fonte: Statista, CupomValido.com.br, JustWatch

13º Lobo Fest começa no Riacho Fundo

O Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes chega a 2021 em formato híbrido, com exibições presenciais e on-line, entre 29 de outubro e 27 de novembro. Toda a programação é gratuita. Este ano, o evento tem os escombros como tema. Tanto a cidade quanto os corpos sofrem com o envelhecimento, a degradação, o desprezo, o abandono. Da utopia de concreto e sangue aos pesadelos da contemporaneidade em forma de escombros e entulhos, da ruína, sai a nova edição do Lobo Fest como uma fonte insistente de resistência, beleza e poesia.

Em 2021, o Lobo Fest traz um painel, formado por fragmentos fílmicos, estilhaços vindos de todas as regiões do globo, que tão bem representam essa geléia geral do presente. São 54 filmes, entre curtas-metragens e curtíssimos (formato inaugurado pelo próprio festival) que radiografam a humanidade sob uma perspectiva quase apocalíptica. Alguns deixam traços luminosos de esperança, outros nem tanto. O público pode votar em seus favoritos pela plataforma InnSaei.tv e os filmes escolhidos pelo júri oficial e pelo voto popular recebem prêmios em serviços técnicos de audiovisual.

A primeira etapa do 13º Lobo Fest será realizada no Riacho Fundo, em 29 e 30 de outubro. Serão exibidos 21 filmes, brasileiros e estrangeiros, divididos em quatro programas – com dramas, comédias e animações, voltados para toda a família e com classificação indicativa livre. A programação desses dois dias é inédita nas telas do Distrito Federal, com exceção do curta sul-coreano Yuwol: o garoto que fez o mundo dançar, que foi exibido pelo Lobo Fest em 2019 e retorna este ano, fora de competição.

A cerimônia de abertura do festival, no dia 29, contará com apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília, às 17h, uma parceria com o projeto Concerto para Criança, com apresentação do programa Pedro e o Lobo (Sergei Prokofiev), Cirandas (pot-pourri de canções do folclores brasileiro) e Aquarelas (Aquarela, de Toquinho e Vinicius de Moraes, e Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. O evento tem entrada franca.

A próxima etapa do festival será realizada entre 23 e 27 de novembro, com uma programação on-line, que poderá ser assistida gratuitamente no site www.lobofest.com.br. As 54 produções da programação do 13º Lobo Fest foram escolhidas entre 4 mil obras, brasileiras e internacionais, inscritas na plataforma Film Freeway – entre elas, filmes de nações pouco ou nada representadas nas telas de cinema de Brasília. A curadoria foi realizada pelos produtores do festival, Josiane Osório e Ulisses de Freitas.

“Foi tarefa árdua, lenta, mas prazerosa”, comenta Ulisses sobre a seleção de filmes. “Queremos sempre trazer o mundo para Brasília e, agora, para o Brasil, uma vez que a competição será exibida via internet”, continua o curador. “A programação traz desde pequenas obras clássicas até experimentalismos, passando por documentários do presente e um conjunto múltiplo e diverso de animações”, complementa Josiane.

As temáticas dos filmes também espelham o conceito desta edição, com produções que abordam temas como o envelhecimento, fanatismos diversos, laços de memória e afetividade, e ainda a cobiça e a ganância.

Sobre o Lobo Fest

A partir de 2017, Lobo Fest ampliou seu escopo para contemplar, além da proposta original (a exibição de produções brasileiras e internacionais de curtíssima duração), filmes mais longos. Seu mascote é o lobo guará, um animal típico do Cerrado (em risco de extinção) conhecido por espalhar frutos em suas andanças, um símbolo de resistência e disseminação de conteúdos.

13º Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes – Etapa Riacho Fundo

29 e 30 de outubro, no Ginásio Poliesportivo do Riacho Fundo (QN7). Dia 29 de outubro (sexta-feira), às 17h, cerimônia de abertura com apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília; às 18h30: Programa 1 – Mostra Ipê Amarelo; às 20h: Programa 2 – Mostra Ipê Branco. Dia 30 de outubro (sábado), às 18h30: Programa 3 – Mostra Ipê Roxo; às 20h: Programa 4 – Mostra Ipê Rosa. Entrada franca. Classificação indicativa livre. Segunda etapa (on-line): entre 27 e 29 de novembro. Programação completa em www.lobofest.com.br. Acompanhe as novidades www.instagram.com/lobofestbsb e www.facebook.com/lobofestbsb.

Duna é um épico hipnotizante e inesquecível

A primeira tentativa de filmar Duna teve início em 1971 com um projeto que tinha o diretor cult Alejandro Jodorowsky no comando, como menciona o ótimo documentário “Jodorowsky’s Dune” (2013). Depois de dois anos e meio em pré-produção, no entanto, o projeto foi cancelado por razões orçamentárias: dos 15 milhões necessários, ficaram faltando cinco! Em 1982, os direitos cinematográficos foram então adquiridos pelo produtor italiano Dino De Laurentiis, o que levou ao filme dos anos 80.

Pode ser que, como eu, quem assistiu a versão cinematográfica de Duna lançada em 1984, realizada pelo diretor “absurdista” David Lynch, não tenha ficado tão animado ao saber desse novo filme baseado no best-seller de Frank Herbert. A razão é clara: o filme dos anos 80, produzido por Rafaela De Laurentiis (provavelmente uma das culpadas, já que Lynch não tinha direito de aprovação da edição final do filme/“final cut”), é simplesmente ininteligível. E como se emocionar quando não se tem certeza do que está acontecendo na tela?

Tal impressão inicial, contudo, pode também ter sido alterada ao sabermos que o mestre por trás do projeto era o ambicioso franco-canadense Denis Villeneuve. Com outros filmes grandiosos no currículo como Blade Runner 2049 e Arrival, e tendo provado muitas vezes que o seu talento é verdadeiro, Denis parecia a pessoa mais confiável para pilotar o novo Duna. Depois de ver o filme, podemos confirmar agora que Denis não desapontou e foi bem-sucedido na empreitada: adaptou de forma impressionante o que muitos haviam declarado ser uma obra “inadaptável”.

Duna é uma verdadeira ópera espacial que envolve pelo menos 4 planetas e uma guerra entre duas dinastias feudais: a casa de Atreides e a casa de Harkonnen. O herdeiro dessa primeira dinastia nobre, Paul Atreides (Timothée Chalamet, famoso por Call me by your name), um homem jovem e herdeiro do Duque Leto Atreides, se muda com sua família para o planeta Arrakis. Arrakis também é conhecido como “Duna” e é a única fonte da especiaria melange, importantíssima para todo o universo, e agora controlada pelos Atreides, depois de ordens do Imperador. Os motivos para tal desígnio, além da relação de Paul com os fremen, os nativos de Arrakis, são alguns dos elementos que constituem o enredo principal do filme.

Convém mencionar que, logo após o seu lançamento, Duna recebeu críticas em relação aos atores escalados para os personagens nativos fremen, um deles Javier Bardem. A polêmica se deu porque o povo parece ser uma espécie de tribo beduína intergaláctica, e muitos dos trajes foram claramente inspirados pelos usados por povos das regiões desérticas do planeta…Terra. Apesar disso, e de talvez de um tipo de apropriação cultural, não há atores norte-africanos nos papéis de destaque deste núcleo. A controvérsia, no entanto, não chegou a ser tão grave a levar o filme a ser “cancelado”. Mas este segmento da saga deve ser revisto no futuro.

No geral, Duna é um épico hipnotizante, com cenas inesquecíveis, que não lembram nada lançado recentemente. Quem viu o trailer com as grandes minhocas que percorrem os desertos subterraneamente, pode ter recordado os filmes com temáticas similares dos anos 50, as chamadas “creature features”. Ou ainda, o filme com Kevin Bacon, O Ataque dos Vermes Malditos(1990). E, em Duna, temos uma estrutura clássica da jornada do herói, conhecida por fãs de ‘Guerra de Estrelas’ e ‘Matrix’, em que um grupo espera um tipo de novo messias. Apesar desses elementos familiares, engana-se quem acha que o filme não tem o seu próprio sabor.

Sem mencionar spoilers, é interessante ver que Duna termina de uma forma similar a, por exemplo, a primeira parte da trilogia Senhor dos Anéis: a história não é completamente concluída. Para quem ainda não viu a versão de Lynch, talvez seja melhor esperar até que todas as obras de Villeneuve tenham sido lançadas (se outros filmes forem autorizados). A razão disso é que, diferentemente de Lynch, Villeneuve filmou apenas metade do primeiro livro da saga: uma decisão inteligente para uma história complexa e que merece ser contada com calma. O filme de 1984 funciona, agora, apenas como uma série de spoilers para o próximo episódio dessa nova franchise. A boa notícia é que, mesmo se tudo houvesse sido filmado desta vez, ainda haveria muito enredo a ser explorado: Herbert escreveu mais cinco livros. Ou seja, é possível que tenhamos várias continuações. Daqui para frente, Duna tem tudo para ser a mais nova série de filmes blockbusters pelos quais esperaremos ansiosos todo ano.

Por Jonah Tash – Twitter: @jonahtashcinema – JonahTash@cine61.com.br

Já viu o trailer do novo Esqueceram de Mim?

Chegou o trailer de Esqueceram de Mim No Lar, Doce Lar, a nova comédia de aventura do Disney+! Esta versão reimaginada da icônica franquia Esqueceram de Mim traz uma nova história cheia de comédia. A produção estreia exclusivamente no Disney+ em 12 de novembro, como parte do Disney+ Day, uma celebração mundial da The Walt Disney Company, com a estreia de novos conteúdos, experiências para os fãs, ofertas exclusivas e muito mais.

“ESQUECERAM DE MI Esqueceram de Mim No Lar, Doce Lar é protagonizado por Ellie Kemper (Unbreakable Kimmy Schmidt), Rob Delaney (Deadpool 2), Archie Yates (Jojo Rabbit), Aisling Bea (Living with Yourself), Kenan Thompson (Saturday Night Live), Tim Simons (Veep), Pete Holmes (Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2), Devin Ratray (Esqueceram de Mim), Ally Maki (Toy Story 4), Chris Parnell (Tudo por um Furo) e dirigida por Dan Mazer (Tirando o Atraso).

O roteiro é de Mikey Day & Streeter Seidell (Saturday Night Live), a história é de Mikey Day & Streeter Seidell e John Hughes ( Esqueceram de Mim) baseada no roteiro de John Hughes. Hutch Parker (X-Men: Fênix Negra) e Dan Wilson (O Dia do Atentado) são os produtores e Jeremiah Samuels (Stuber – A Corrida Maluca) é o produtor executivo.

Esqueceram de Mim No Lar, Doce Lar apresenta Max Mercer, um menino travesso e engenhoso que é deixado em casa sozinho quando sua família sai de férias para o Japão. Quando um casal que tenta recuperar uma relíquia de família se volta para a casa da família Mercer, Max será o único a protegê-la de intrusos e fará tudo ao seu alcance para mantê-los fora. Isso resulta em situações hilárias de proporções gigantescas, mas apesar do caos total e absoluto que se segue, Max finalmente percebe que não há lugar como o próprio lar, doce lar.

Halloween Kills traz figurinos vintage idênticos aos filmes anteriores

Halloween Kills: O Terror Continua estreia em 14 de outubro nos cinemas de todo o Brasil e apresenta mais um capítulo para os fãs de uma das maiores franquias de terror do mundo. O filme começa onde Halloween, de 2018, terminou, e a figurinista Emily Gunshor, que retorna à produção, enfrentou um grande desafio; colocar todos os personagens com os mesmos trajes de antes, já que a história se passa em apenas uma noite.

A figurinista e sua equipe tiveram que ser criativos para garantir várias versões de cada visual, enquanto acompanham com muita atenção o cronograma de filmagens para garantir a continuidade das sequências. “Era preciso ter várias versões de cada traje – muitas vezes com o personagem à espera de ser atacado ou ferido”, comenta Emily. Foi necessário criar seis ou sete variações do mesmo visual para os personagens, e como alguns itens eram vintage, foi preciso confeccioná-los ou reaproveitá-los para que todas as versões ficassem idêntica.

“Como há tão poucas mudanças, cada traje precisava atender a vários propósitos – não apenas dar vida aos personagens, mas também se encaixar na coreografia dos dublês, mostrar o sangue e ajudar a contar a história com um visual adequado. O set mais problemático foi o do hospital, porque o espaço era apertado, e havia muitos personagens, um verdadeiro caos. A cena pedia camisolas de hospital, trajes cirúrgicos, roupas de pacientes, médicos e enfermeiros. Como as paredes são de cor neutra, eu queria fornecer uma textura realista e uma sensação vibrante. Brincamos com diferentes cores nos trajes cirúrgicos e usamos algumas peças do guarda-roupa remanescentes de Halloween para vestir os visitantes da noite anterior à chegada ao hospital. Também vestimos as enfermeiras de branco, como uma homenagem ao filme de 1978”, explica Emily Gunshor.

Halloween Kills: O Terror Continua é estrelado por Jamie Lee Curtis, Judy Greer e Andi Matichak e estreia nos cinemas brasileiros em 14 de outubro.

A Viagem de Pedro estreia na Mostra de São Paulo

SÃO PAULO, SP, BRASIL, 21-11-2018: - XXXXXXXX. Pedro, filme da diretora Laís Bodanzky, conta a história do primeiro Imperador do Brasil ( interpretado por Cauã Reymond) em seu retorno à Europa a bordo da nau inglesa Warspite. Durante a travessia, Pedro reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo de ser apedrejado pela população, em 1831. A bordo do Warspite, segue com Pedro a sua jovem e bela esposa, Amélia de Leuchtenberg e sua filha Maria da Glória (xxxxx) fruto de sua relação com sua primeira esposa, a austríaca, já falecida, Imperatriz Maria Leopoldina. Seu médico também o acompanha e o auxilia em uma importante questão: já há alguns meses Pedro (o maior mulherengo da história do Brasil) não consegue engravidar D. Amélia. A viagem obriga Pedro a vencer seus medos e rever sua vida do ponto de vista pessoal. Em conversas com o comandante inglês, com o cozinheiro, o médico, a esposa, a filha e 6 escravos, ele volta no tempo e revive cenas marcantes de sua vida. (Foto: Fabio Braga/Biônica Filmes) Diretora: Laís Bodanzky - DIVULGAÇÃO.

O filme “A Viagem de Pedro”, escrito e dirigido por Laís Bodanzky e protagonizado por Cauã Reymond, foi selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Primeiro longa histórico da diretora dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” e “Como Nossos Pais”, o filme fará sua pré-estreia mundial no evento, com sessão no vão livre do Masp. A produção aborda a vida privada de Dom Pedro I. Responsável por escrever em 1824 a primeira Constituição do Brasil imperial, considerada liberal e progressista para a época, o filme compreende o momento em que o ex-imperador retorna para Portugal, em 1831, fugindo de ser apedrejado pela população brasileira, nove anos depois de proclamar a Independência do país.

“Estrear “A Viagem de Pedro” em uma tela grande no vão livre do Masp não poderia ser melhor presente nesse momento de pandemia. Por isso decidimos fazer essa sessão especial na Mostra de São Paulo, um dos poucos festivais do mundo em formato híbrido, com parte presencial. O lugar certo para o nosso “filme de cinema”. Agradeço a Renata Almeida por este convite!”, afirma a diretora e roteirista Laís Bodanzky.

O longa mostra uma reflexão do personagem a bordo da nau inglesa Warspite sobre sua vida no Brasil – desde a chegada de Portugal ao lado dos pais, em 1808, até sua abdicação, motivada por desdobramentos do seu exercício do Poder Moderador, pela rixa entre políticos conservadores e liberais, bem como pela rivalidade entre brasileiros e portugueses que estavam radicados no Brasil. O filme retrata o personagem em sua intimidade, tentando compreender a série de acontecimentos e o porquê de tudo dar errado quando parecia que iria dar certo.

O elenco conta também com a artista plástica Rita Wainer – em sua estreia como atriz – no papel de Domitila, Luise Heyer como Leopoldina, Francis Magee (“Game Of Thrones”, “Jimmy’s Hall”, “Rogue One”) vivendo o Comandante Talbot e Welket Bunguê (“Joaquim”) interpretando o Contra Almirante Lars. No elenco português estão Victória Guerra, como Amélia, Luísa Cruz no papel de Carlota Joaquina, João Lagarto interpretando Dom João VI, Isac Graça (“Catas da Guerra”) vivendo Miguel e Isabél Zuaa (“As Boas Maneiras”), como Dira. Celso Frateschi (“3%”), Gustavo Machado, Luisa Gattai, Dirce Thomas, Marcial Mancome e Sergio Laurentino (“Tungstênio”) completam o elenco. O diretor de arte inglês Adrian Cooper e o diretor de fotografia espanhol Pedro J. Márquez (“Ex-Pajé”, “A Última Floresta”) foram os responsáveis pelo trabalho de reconstrução de época.

Produzido por Biônica Filmes, Buriti Filmes e O Som e a Fúria (Portugal), “A Viagem de Pedro” conta com a coprodução da Globo Filmes. Bianca Villar, Cauã Reymond, Fernando Fraiha, Karen Castanho, Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi, Luis Urbano e Mario Canivello são responsáveis pela produção. A Vitrine Filmes assina a distribuição, com estreia prevista para 2022.