Finalmente tive a oportunidade de assistir a versão live action do mangá “Saishuu Heiki Kanojo“, que é mais conhecido como “Saikano“. O trailer promete muito, com imagens cheias de efeitos especiais e muita emoção. Mas não se pode julgar o filme só pelo trailer… Resumindo: é bom! E quem gostou do desenho deve gostar do filme também.
A história é praticamente a mesma da série de animação já comentada aqui no Daiblog. Clique aqui para ler sobre o anime “Saikano“. Só que nesse longa metragem, a trama contada segue a linha do mangá, o que garante um final diferente da série. Agora se é difícil ver mais de dois capítulos do anime por causa do dramalhão, imagine assistir duas horas!
Chise (interpretada pela cantora e atriz Aki Maeda, de “Battle Royale“) é uma menina tímida que começa um namoro com Shuji. Os dois descobrem as maravilhas do primeiro amor na mesma época que o Japão se envolve numa guerra. Além do sofrimento causado pelas mortes e destruição da cidade, o casal vai chorar por um motivo muito específico: a transformação de Chise numa arma! Não escrevi errado: é uma arma mesmo!
Esse lance da história é bem ficção, com o exército japonês transformando a garota numa arma de guerra. Entretanto, o que prevalece na trama não são as guerras e sim o relacionamento de Chise com Shuji. Os melhores efeitos especiais aparecem no trailer mesmo e são usados com moderação. Algumas cenas me lembraram “Guerra dos mundos“, com prédios sendo destruídos por bombardeios.
Como não li o mangá, não posso dizer se adaptação foi fiel ou não. Agora se for para comparar o filme com a série de anime, acredito que foi bem feito, com um bom resumo dos acontecimentos, sem ficar com um ritmo lento. O curioso é que no filme todas as cenas eróticas e sensuais foram cortadas, ficando apenas nas entrelinhas. Exceto uma parte que não poderia ser cortada. Parece que no Japão é mais fácil ter sensualidade no desenho do que no filme com atores reais. Vai entender! Cotação do Dai: ***
Saishuu Heiki Kanojo: The Last Love Song on This Little Planet (Japão, 2005) Dirigido por: Taikan Suga Com: Aki Maeda, Shunsuke Kubozuka, Ryo Kimura, Takuji Kawakubo, Shihori Kanjiya…
Veja aqui o trailer do filme live action “Saikano” legendado em inglês. Vale a pena ver:










“Nina” é acima da média. Não que seja original, já existem muitos outros filmes parecidos, mas este merece uma atenção especial por ser brasileiro! A fotografia é muito caprichada e a parte estética do filme chama atenção, tudo bem elaborado. A cidade de São Paulo é vista sob um olhar pessimista, algo do tipo “o inferno é aqui” e a maldade de Dona Eulália chega a ser cômica de tão caricata. E isso não prejudica, diverte. É um tanto forçado, mas deixa a história quase como um conto de fadas gótico. Isso mesmo, gótico.
Existem algumas ótimas seqüências de animação durante o filme. A protagonista extravaza os problemas nos desenhos e as representações animadas demonstram bem o sentimento de indignação. Afinal não são todos que conseguem sobreviver nessa selva de pedra e ainda acreditar num futuro melhor, certo? O escape se dá nas drogas, festas com orgias e música eletrônica. Vale a pena ver, nem parece filme nacional. E quando digo isso não é uma comparação em relação a qualidade, mas sim ao tema abordado e como o filme foi feito!
Com um roteiro cheio de reviravoltas, o primeiro filme dos irmãos Coen (“Matadores de velhinhas”) é uma boa surpresa. A versão em dvd lançada pela Europa Filmes é a versão dos diretores, ou seja, com 4 minutos a menos. “Tiramos as partes chatas e colocamos outras melhores”, o que resultou num filme mais ágil que a versão lançada nos cinemas na década de 80.
A restauração do filme foi muito bem feita. É difícil acreditar a data que foi gravado o filme porque a imagem e o som estão ótimos. E o próprio filme é também bem moderno, com um estilo todo especial e movimentos de câmera bem ousados para a época. Um bom suspense! 



Depois lançaram “Psicose 3“, em 1986 e “Psicose 4 – a revelação“, em 1990. Anthony Perkins atuou como Norman Bates em todos, dirigindo inclusive a terceira parte do filme. Em 1998 Gus Van Sant teve a péssima idéia de regravar o original. Mas provavelmente ninguém irá mais fazer outro filme, principalmente porque Anthony Perkins morreu em 1992.
O bicho mata em busca de vingança, já que presenciou a morte de outra de sua espécie. É uma cena bastante dramática e comovente. Principalmente se você já assistiu e gosta de “Free Willy“. O final é emocionante, com geleiras e paisagens bonitas. Não considero bem um filme de terror, mas um suspense mediano.
Taí um filme que merecia ser regravado. E, de preferência, com mais cenas de violência. Agora se você não se interessa por seres marinhos malvados, pode ver “


O diretor James Wong também dirigiu o primeiro filme da série. Talvez seja por isso que a terceira parte é exatamente como as outras. Acidentes bizarros com uma riqueza de detalhes que chega a ser cômico. E destaque para a ótima cena das vaidosas patricinhas, personagens caricatas e divertidas que foram pouco exploradas (vide imagem abaixo)
Não é nada original, mas é uma boa opção porque continua sendo assistível mesmo sendo o terceiro filme da série. Cotação do Dai: ***



