Jet li disse que esse era seu último filme de luta. Não sei se isso é bom ou ruim. Se ele continuar fazendo outros tipos de filmes, a coisa vai ficar feia porque ele não consegue atuar bem. A melhor coisa que ele faz é lutar. Se não for fazer filmes de porrada vai fazer que tipo de filmes? Drama? Assista “Cão de briga” e conclua que até Suzane Richthofen consegue atuar melhor no papel de criança-inocente!
“Fearless” ou “O mestre das armas” (como veio ao Brasil) é a história do lutador Huo, um homem que se tornou referência nas artes-marciais. Com uma bonita reconstituição de época, o filme conta a vida do lutador desde a infância. O desenvolvimento é bom, com boas cenas de luta. Porém, lá para a metade, a história muda de rumo e vira um drama sobre reflexões a respeito da violência e honra.
Como objetivo do filme era retratar a vida do lutador, a história acabou não sendo apenas um filme de ação e possui uma história bem dramática. A direção é de Ronny Yu, que já dirigiu excelentes filmes como “Jiang hu – entre o amor e a glória 1 e 2” e filmes trash como “A noiva de Chucky” e “Freddy vs Jason“.
Filme bom que, mesmo sem novidades, continua sendo atraente. Cotação do Dai: ***
Huo Yuan Jia (Hong Kong / EUA, 2006) Dirigido por: Ronny Yu Com: Jet Li, Hee Ching Paw, Collin Chou…
Veja aqui o trailer do filme “O mestre das armas“:



Behrani veio do Irã com a família e encontrou na casa a oportunidade de faturar e garantir um futuro melhor e mais tranqüilo. Disposto a revender a casa, ele não fica disposto a entregar o bem de Kathy. Ela, entretanto, tenta recuperar o imóvel, que foi pago por seu pai após 30 anos de luta e trabalho.
Nesse clima tenso, a história rende e desenvolve de uma forma cativante e surpreendente. As atuações dos protagonistas (Connelly e Kingsley) são excelentes e o resultado não poderia ser melhor: um drama forte e imperdível. Fotografia bonita, trilha sonora de James Horner, enfim: com qualidade!
O personagem de Tom Cruise é quase um James Bond, apesar dessa comparação não ter muito fundamento, mesmo sendo ambos agentes secretos. Enquanto 007 possui carisma e elegância, o personagem da franquia de filmes Missão Impossível não convence. Mas por falar em comparação, o Tom Cruise está parecendo o boneco Max Steel, não é? Hahahaha!
A trilha sonora é de Michael Giacchino (o mesmo compositor das músicas de

O casal recebe um envelope com fotos dos três na cama em todas as posições possíveis e uma chantagem não tarda a acontecer. Então cabe aos dois tentarem descobrir quem está envolvido nisso e resolver a situação antes que o caso venha a tona e prejudique a promissora carreira de David.
O final chega a ser emocionante, mas não vale muito a pena assistir mais de uma hora e meia de projeção por causa de poucos minutos realmente bons. 
Enquanto Joe desenvolve uma forte e proibida atração pela esposa do seu patrão, seu passado sombrio é revelado em flashbacks desordenados entre uma cena e outra. Apesar do título nacional soar apelativo, ele combina bastante com o filme, já que são muitas as cenas de sexo e nudez (incluindo um curioso semi-estupro envolvendo ketchup e outros produtos alimentícios)
Apesar de aparentar ser simples, a trama do longa reserva um complicado dilema na vida de Joe e exatamente esse gancho na história que tornou o filme tão atraente. Além disso, a fotografia é muito bonita, com ângulos ousados principalmente no começo do filme. Também no elenco está Emily Mortimer, do tocante drama “
O ponto fraco é o desfecho. Por ser bastante curto (menos de 90 minutos), o filme termina de um modo muito brusco, sem o típico final feliz que costuma concluir produções despretensiosas como essa. Muitos detalhes ficam em aberto e a impressão que passa é que tudo poderia ser melhor trabalhado e concluído em mais ou menos quinze minutos de projeção.
No final, “Dorian Blues” resulta num bom filme, que lida um tema delicado com competência e maturidade. 
Apesar de grande parte da história se passar dentro de banheiras, a história abrange muito mais do que os banhos. A relação dos três parentes é bem conduzida, de um jeito leve e ao mesmo tempo dramático. A atuação do personagem deficiente é tocante e, sem dúvidas, ele é o personagem mais cativante. O roteiro é simples, porém interessante, com personagens que formam um mosaico de costumes do dia-a-dia de uma cidade pequena.
Uma discreta obra-prima que merece ser conferida. Filme gostoso de se ver com uma bonita e sensível mensagem sobre família e compaixão. 
A parte técnica é o que me chamou mais atenção. A produção é repleta de efeitos especiais. Esses recursos estéticos (que hoje em dia podem até ser classificados de brega) são curiosos porque é um filme da década de 70 e é ousado até para os dias de hoje. Continua muito atual.
“Tommy, o filme” é a versão cinematográfica da ópera-rock da banda “The who“. No filme, as músicas são interpretadas por atores, com muitas participações especiais, como Tina Turner, Elton John, Eric Clapton, Jack Nicholson e outros. E é claro que a banda The who também participa. Imperdível!!! 
O mais interessante do filme é assistir sem saber o que vai acontecer, mas de qualquer forma digo que elas se envolvem com um rapaz aparentemente inofensivo. E por fim acabam entre as grades. Lutando pela liberdade, as duas tentam lidar com a situação e provar a inocência.
Filme que diverte, faz pensar na amizade e também em como as pessoas deixam aberturas para que o perigo e situações indesejadas entrem em suas vidas. 
A história de Danny, o rapaz que é criado como cachorro, já é absurda e fica ainda mais inverosímil quando toma rumos dramáticos, numa tentativa frustrada de deixar o filme com um conteúdo a mais (além de cenas de luta típicas do gênero).
Porém o filme acaba se perdendo nessa mal sucedida necessidade de ser diferente. Não convence como drama piegas-surreal e não satisfaz como filme de ação, com poucas cenas de lutas. Para piorar ainda mais, os personagens não são bem trabalhados e todo o clima de filme de porrada é quebrado com monótonas cenas familiares de pessoas prestativas que acolhem o primeiro estranho que aparece ferido pela frente. Terrível! 