Naldinho e Deco são dois amigos que se conhecem desde a infância. Ambos moram num barco e trabalham transportando mercadorias pela Bahia. A vida dos colegas muda quando surge Karina, uma piriguete sensual que veio do Espírito Santo tentar a vida em Salvador. Karina se relaciona com os dois, criando uma turbulência na relação de Naldinho e Deco.

O tema principal da trama é o triângulo amoroso e como uma mulher pode afetar e modificar o relacionamento de dois amigos. A história toda se desenvolve na Bahia, com imagens cruas e realistas da vida de muitos brasileiros. O clima lembra um pouco o mexicano “Amores brutos“, com um clima de emoções fortes e descontroladas.
Todas as interpretações estão acima da média. Lázaro Ramos, em especial, convence muito como um baiano. Alice Braga também chamou a minha atenção, com uma atuação muito sensual, na medida exata da personagem. Destaque para os extras do dvd, que informam bastante sobre o processo de produção do filme. A cena da briga de galos, por exemplo, teve a autorização do IBAMA e felizmente os animais não foram feridos (acredite se quiser) Cotação do Dai: ***
Cidade baixa (Brasil, 2005) Dirigido por: Sérgio Machado Com: Wagner Moura, Alice Braga, Lázaro Ramos …
“Cidade baixa” está recebendo diversos prêmios em festivais. Você pode acompanhar melhor sobre as premiações e outros dados no blog oficial do filme. Clique aqui para visitar.
Clique aqui para assistir o trailer do filme Cidade baixa:
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E por falar em produções calientes, a editora Conrad lançou o mangá “Sade“.
Como o próprio título já anuncia, o livrinho possui contos eróticos de conteúdo sadomasoquista, a maioria do Marquês de Sade. Mas também tem dois outros contos de outros autores: um dos irmãos Grimm (leia mais sobre a obra deles aqui) e também uma adaptação da famosa “A história de O“, de Pauline Réage.
A arte é de Senno Knife, que possui um traço muito delicado e bonito. As páginas são todas bem desenhadas e com uma espantosa riqueza de detalhes. Cotação do Dai: ****
A editora Conrad também lançou “O espinafre de Yukiko“, “Ero-guro, erótico-grotesco” e vários outros mangás. Clique aqui para visitar o site da loja online.



Conforme a história vai se desenvolvendo, fica evidente que nada realmente é o que parece ser e se torna difícil compreender o que está se passando. Isso gera um ótimo ritmo, com uma trama que prende a atenção e boas cenas de suspense.





Cobrar um roteiro muito realista e sério num filme infantil é como reclamar que falta veracidade em filmes de ficção científica. Portanto nesse ponto “O senhor dos ladrões” é ótimo porque apesar de ser um tanto simples, a história prende a atenção e as crianças não são vistas como seres tão inocentes e bobinhos. É sim um filme para crianças e jovens, mas a trama consegue não ser idiota (mesmo com toda a carga mística e fantasiosa)
“O senhor dos ladrões” foi baseado no romance best-seller da alemã Cornelia Fonke. Outros livros da autora também terão sua versão cinematográfica. Resta saber se as futuras adaptações serão também satisfatórias. Cotação do Dai: ***1/2

“Provocação” é bem feito. A fotografia clean gera um contraste com as situações dramáticas da trama. Mas não é nada muito pesado. Chega um determinado momento que a história muda bastante, criando hilários tons de comédia, para depois retornar ao drama. Todos os personagens foram bem trabalhados e são interessantíssimos, em especial Eddie, o jovem que amadurece durante o longa. Cotação do Dai: ****



Steven Spielberg provou que ainda consegue fazer bons filmes sem ser no gênero família (com típicos finais felizes). Se em “Guerra dos mundos” eles apresentou alienígenas malvados (quebrando a idéia de Ets bonzinhos como “ET – o extra-terrestre” e “Contatos imediatos do terceiro grau“), em Munique a violência é bem explícita.
Fica o dilema: Será mesmo que matando é possível ter paz? Guerras santas são realmente santas? Uma pergunta que parece ser bastante óbvia, mas que até hoje não parece ter uma resposta. 



O enredo é interessante, com uma história assustadora que dizem ter sido baseado num caso real (de uma empresa tailandesa). No geral, “O albergue” é um filme de terror melhor do que a maioria, por ter a coragem de mostrar mais violência que filmes “limpinhos” como “
E é interessante a forma que as coisas vão acontecendo. O lugar parece um paraíso e depois vai se tornando ameaçador até ficar infernal. Um país bem distante onde falam outra língua e com
Acompanhado de um motorista (quase) cego, seu neto Alex (que fala inglês) e uma temperamental cadela chamada Sammy Davis Jr. Jr; ele viaja por um país de costumes diferentes. A primeira parte do filme é completamente cômica, com cenas bastante divertidas. Com o passar dos minutos, a história toma rumos mais nostálgicos, virando um drama. Pelas longas estradas, Jonathan mergulha em sua procura pelo passado, sempre guardando mais coisas para sua coleção.
“Uma vida iluminada” é um filme bastante sensível. Logo no início parece ser apenas uma comédia mais sofisticada, mas depois se torna um drama tocante que pincela sobre o nazismo e os judeus. Conta uma história muito bonita e que faz pensar sobre os relacionamentos com as pessoas e como cada um é capaz de alterar a vida do outro. Um dos pontos mais altos da produção é a fotografia: belíssima, com cores ressaltadas que criam um clima quase fantasioso para a jornada de Jonathan. A trilha sonora também é adequada, com músicas exóticas e