Phone (“O telefone“, aquino Brasil) foi um dos filmes de maior bilheteria na Coréia do Sul quando foi lançado, em 2002. A história em si não é o que se pode chamar de original. Lembra muitos outros roteiros que, só de falar, estragaria a diversão. Mesmo assim o resultado é satisfatório porque a trama parece pegar um pouquinho de cada filme.
A projeção tem início com uma mulher correndo desesperada, recebendo estranhas ligações no celular. De modo estranho e anormal, ela acaba morrendo. Aí sim a história tem início, com Ji-won, uma jornalista que está recebendo ameaças de morte depois de uma matéria sensacionalista que ela fez envolvendo pedofilia. Ser jornalista é uma profissão de risco!
Para evitar essas ameaças ela acaba mudando o número do celular, acreditando que assim teria a paz. Mas aí é que seus problemas têm realmente início. Após investigar, Ji-won descobre que todas as pessoas que já tiveram a linha que agora lhe pertence (incluindo a moça do começo do filme), morreram. E ela tenta descobrir o que realmente aconteceu com essas pessoas para evitar que aconteça o mesmo consigo.
E para complicar um pouco mais, a filha de sua amiga, uma garota de poucos anos, começa a agir de modo estranho após atender uma chamada do tal telefone…
Esse é o máximo que se pode contar sobre a história. Depois disso o que se segue é uma investigação misteriosa com revelações e vingança. Mesmo sendo parecido com outros filmes, o final ainda assim é bom e empolga.
Como era de se esperar, “Phone” também terá um remake americano. A Focus Features, divisão da Rogue Pictures, um novo estúdio especializado em filmes de suspense e de ação , está fazendo um remake, que será produzido pela Madonna’s Maverick Films.
Pon / Phone (Coréia do sul, 2002) Dirigido por: Byeong-ki Ahn. Com: Ji-won Ha, Yu-mi Kim, Woo-jae Choi…
Veja aqui o trailer do filme “O telefone”:



O nome real do diretor é Ramiro Oliveros e o filme também é conhecido como “The girl of the room 2A”. De tão simples, chega até a divertir. Era para ser um filme de terror, mas não chega a assustar. O assassino veste um capuz vermelho e uma roupa estranha, sempre sem deixar vítimas. E a identidade dele é uma surpresa revelada nos minutos finais. Terrível! 
Mas as coisas não são bem o que parecem ser e a nova companheira de quarto se mostra uma psicopata carente e maluca. Muitos elementos são idênticos ao filme original, como os cabelos e a crescente obsessão entre as duas. O problema é que o roteiro parece não se preocupar muito com o passado de Tess.
A história começa muito bem, mas vai enfraquecendo até o final, que deveria ser emocionante e é bastante fraco. No geral, “Mulher solteira procura 2” não consegue nem chegar perto do clima de suspense do original. Deixa todo o sentimento de insegurança em segundo plano e parece ser mais um drama trágico do que um filme de suspense. Por outro lado, explora bastante o elenco feminino, que conta com atrizes bonitas. 🙂 
Baseado numa história real, “Entre elas…” é um drama sombrio. A trama se passa na França, por volta de 1930, época que trabalhar como criada exigia, antes de mais nada, submissão. Assim, pequenas atitudes eram consideradas ultraje e desrespeito. Logo no início fica evidente o trágico final, com uma longa cena que mostra a casa ensangüentada.
Filme polêmico, que trata de homossexualismo incestuoso numa sociedade ainda mais intolerante que a de hoje. Destaque para o impactante final e para a complexa personagem Christine, cujo passado é provocador e herege. Cotação do Dai: ***1/2
Pouco a pouco a situação vai ficando cada vez mais tensa. Para complicar ainda mais, ruídos estranhos de passos durante noite indicam que a família não está sozinha em casa. Apesar de ter um toque sobrenatural, o terror de “A tale…” é mais psicológico, o que pode fazer com que fãs sedentos de carnificina se decepecionem pelo não-elevado teor gore.
Além do roteiro surpreendente, as atuações são bem acima da média. A relação das duas irmãs é bem desenvolvida e mostra bem como uma protege a outra dos problemas que ambas sofrem. O filme possui uma trilha sonora adequada e uma fotografia muito bem cuidada, que lembra muito “O fabuloso destino de Amélie Poulain” (só que mais sinistro, obviamente) A direção de Kim Ji-Wun é bem segura e ele parece nos preparar gradativamente para o final inesperado, num desenrolar tão surpreendente e criativo que lembra muito os filmes de David Lynch.
A Dreamworks, percebendo o sucesso de bilheteria do filme, já comprou os direitos da história e o remake será feito ainda nesse ano (dado a confirmar). Isso comprova o que todos já suspeitavam: a falta de criatividade dos americanos e a busca por títulos asiáticos. Craig Rosenberg (Parque dos Dinossauros 3) é o responsável por reescrever o roteiro e os produtores Walter F. Parkes e Laurie McDonald (ambos de O chamado) estão no projeto. Guarde bem esse título. “A tale of two sisters” ainda vai dar o que falar! Cotação do Dai: *****




Apesar de ser um filme de época, a edição é bastante moderna, com cenas com cortes súbitos e bonitas paisagens intercalando uma centa e outra. Porém, mesmo com essa qualidade estética, o desenvolvimento da trama é lentíssimo. Começa muito bem, mas aos poucos vai perdendo o ritmo e se arrastando de forma que os 135 minutos de duração aparentem ser o dobro!
De qualquer forma seria uma injustiça dizer que é um filme ruim. É uma experiência exótica num filme com muito estilo, o que pode ser incômodo para quem já se acostumou com as formas padrão de filme. No elenco, Christian Bale (de 

Adelina era uma jovem que sempre obedecia a mãe, respeitando-a e seguindo seus conselhos de uma forma bastante submissa. Certa vez, na adolescência, Adelina se apaixonou por um rapaz. Sua mãe não aprovou a relação e isso desencadeou um processo que levou-a à esquizofrenia. Contar outros detalhes sobre a história seria desnecessário, pois você pode ler mais informações sobre o caso no link do 
Peter Sarsgaard (de

Filme dramático que comove por ser sensível e bem trabalhados. As relações entre os personagens estão bem desenvolvidas e humanas. A deficiência auditiva de Frankie não é explorada de forma piegas e nem é objetivo da história deixá-lo com um ar de coitadinho. O drama todo se desdobra no amor de uma mãe e seu desejo em ver o filho feliz.
Um filme bonito em todos os aspectos. Seja na história emocionante, nas atuações convincentes ou mesmo na fotografia poética. A trilha sonora guarda músicas melancólicas e bonitas, criando uma produção perfeita para suspiros e até mesmo lágrimas. Muito bom!