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Jim Carrey revela como foi viver o Dr. Robotnik

A expectativa para a estreia de Sonic – O Filme é alta não só entre os milhares de fãs do personagem, mas também entre os admiradores do trabalho do astro Jim Carrey, já que ele interpreta o vilão Dr. Robotnik no longa. “Quando eu recebi o telefonema para fazer SONIC fiquei muito empolgado”, conta o ator em vídeo de bastidores.

O material traz novas cenas de Robotnik tentando derrotar Sonic, enquanto Jim Carrey fala sobre seu personagem. “Ele é um cara doido! (…) quer controlar a humanidade com suas máquinas e Sonic tem o poder que ele precisa para controlar o mundo”. O astro também afirma no vídeo que se divertiu demais durante as gravações e que se sente muito sortudo com a oportunidade. “Poder fazer um filme que traz boas memórias e se conecta com novas gerações é sensacional”.

Sonic – O Filme é uma aventura live-action baseada na franquia mundial de vídeo game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo. O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Dirigido por Jeff Fowler, escrito por Pat Casey e Josh Miller, e produzido por Tim Miller (Deadpool) e Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos), além de Toby Ascher, Toru Nakahara, Takeshi Ito, Hajime Satomi, Haruki Satomi, Masanao Maeda e Nan Morales, o filme traz no elenco Jim Carrey, James Marsden, Tika Sumpter e Ben Schwartz, como a voz do Sonic, que no Brasil será dublado por Manolo Rey.

Aves de Rapina e as heroínas dirigidas por mulheres

Está em cartaz nos cinemas o novo filme da DC Comics, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa. Com protagonistas femininas e um roteiro bastante girl power, o novo longa também conta com uma diretora, Cathy Yan. A mudança tem chamado a atenção dos fãs desde as primeiras imagens e trailers, que mostram uma identidade visual bem diferente do considerado predecessor Esquadrão Suicida, de 2016.

As super-heroínas e vilãs dominaram as telonas, com direção e protagonistas femininas. Depois das apostas bem acertadas com Mulher-Maravilha em 2017, estrelado por Gal Gadot e dirigido por Patty Jenkins, as produtoras perceberam que as meninas também gostam de quadrinhos e começaram a investir no formato. Por isso, o Peixe Urbano selecionou produções que merecem destaque:

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (DC Comics)
As imagens de Aves de Rapina mostram uma produção repleta de mulheres fortes e roteiro feminista. As anti-heroínas Arlequina (Margot Robbie), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell) e Renee Montoya (Rosie Perez) usam roupas condizentes com as personagens e não passam por cenas “reveladoras”. Um contraponto para Esquadrão Suicida, filme dirigido por David Ayer que também conta com Arlequina como uma das principais estrelas, bastante criticado pelos closes inapropriados e roupas provocativas.

Mulher-Maravilha e Mulher-Maravilha 1984 (DC Comics)
Um dos pioneiros no formato girl power das heroínas nos cinemas, foi um dos filmes da DC Comics mais elogiados dos últimos tempos. Diana, princesa guerreira das amazonas, é uma mulher forte que veio para proteger os homens indefesos na Primeira Guerra Mundial. Agora, ela retorna para a segunda parte, Mulher-Maravilha 1984. Ainda sem sinopse divulgada, os fãs esperam uma ambientação nos anos 80, plena Guerra Fria, e o mesmo formato feminista.

Capitã Marvel (Marvel)
Uma das personagens mais poderosas do Universo Marvel, foi apresentada logo antes do final da terceira fase do MCU. O longa mostra como ela ganhou os poderes, e onde estava durante os primeiros filmes da franquia Vingadores (defendendo o restante do universo). Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, chegou a ser rejeitado pelas declarações feministas da protagonista, Brie Larson. Desta forma, a produção não poderia ser diferente: cheio de críticas e personagens femininas fortes.

Viúva Negra (Marvel)
Conhecida por fazer parte da formação original dos Vingadores desde 2012, este ano a personagem finalmente ganha o protagonismo e produção própria. O longa se passa logo depois dos acontecimentos de Capitão América: Guerra Civil, quando há uma discordância entre os principais. Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) vai para uma missão onde reencontra sua família russa, mostrando um pouco mais do passado misterioso da personagem. Dirigido por Cate Shortland, o longa promete mostrar que não é preciso superpoderes, ser homem ou usar roupas curtas para ser uma super-heroína.

Sobre o Peixe Urbano – O Peixe Urbano é a maior plataforma de ofertas locais do Brasil. Com mais de 45 milhões de usuários cadastrados e milhares de ofertas de gastronomia, entretenimento, estética, turismo e produtos, sua missão é conectar pessoas a serviços com o melhor custo-benefício. Fundado no Brasil no início de 2010, o Peixe Urbano foi a primeira empresa latino-americana a ser eleita a “Melhor Startup Internacional do Ano” pelo Crunchies Awards, principal premiação dos Estados Unidos para startups da área de Internet e tecnologia. Em novembro de 2017, o fundo de investimento latino-americano Mountain Nazca, responsável pela operação do Groupon América Latina, adquiriu as operações do Peixe Urbano e realizou a fusão entre as empresas.

O drama real por trás do filme Cicatrizes

A história de Ana, a costureira com uma vida assombrada pela suspeita de que a morte de seu bebê recém-nascido tenha sido forjada, não é um caso isolado na Sérvia do amanhecer da sangrenta Guerra Civil Iugoslava, mas é a jornada dela que acompanhamos em Cicatrizes . Dirigido por Miroslav Terzić, o filme foi o indicado da Sérvia para concorrer a uma vaga ao Oscar de melhor longa estrangeiro e foi exibido em festivais como o de Berlim, de Pequim e de Zurique.

O roteiro de Cicatrizes é baseado no testemunho de Drinka Radonjic, uma costureira de Belgrado que procurou pelo seu “filho natimorto” por quase duas décadas. Poucos dias após o parto, seu obstetra disse a ela que seu bebê recém-nascido havia morrido. Mas ela nunca recebeu o corpo do filho ou descobriu onde o hospital o enterrou. A suspeita de que a criança tenha sido na verdade raptada a conduz por uma exaustiva saga.

No filme que entra em cartaz em 16 de fevereiro, a protagonista Ana (interpretada pela veterana atriz Snezana Bogdanovic) representa Drinka. Durante anos ela entra em conflito com a administração do hospital, com médicos, com a polícia, com tribunais, com a própria família e com oficiais municipais para obter o certificado de óbito adequado que iria provar onde seu filho recém-nascido havia sido enterrado. Durante essa longa briga, Ana descobre muitas irregularidades na documentação hospitalar e governamental que provavam suas dúvidas e crença de que o bebê estava vivo. Depois de quase vinte anos, ela finalmente descobriu a verdade.

Cerca de 500 famílias da região passaram pelo mesmo que Drinka e ainda tentam encontrar seus filhos roubados durante o fim dos anos 1980 e início da década de 1990. O período marca o começo de uma guerra que partiu a antiga Iugoslávia.

“Eu percebi esses eventos como a última evidência da deterioração humana e moral da qual nós não tínhamos nos recuperado. Alguns anos atrás eu encontrei Drinka Radonjic. Ela era a costureira da minha tia. Após 20 anos, ela acreditava ter encontrado o seu filho e estava provando seu caso na justiça. Eu fui até uma alfaiataria no centro de Belgrado para entrevistar a senhora Radonjic. Ela era uma mulher firme, brava e humilde. Drinka localizou seu filho, mas ele não quis encontrá-la, já que disseram a ele que sua mãe o abandonou quando ele nasceu”, afirma o diretor Miroslav Terzić.

Pacificado circula em festivais do mundo

No próximo dia 15/02, o filme Pacificado será exibido, às 21h, durante o Toronto Black Film Festival, que acontece, de 12 a 17/02. O festival foi criado em 2013 pela Fabienne Colas Foundation, uma organização artística profissional sem fins lucrativos dedicada à promoção do cinema, arte e cultura no Canadá e no exterior. A Fundação Fabienne Colas também é a criadora do muito bem sucedido Festival Internacional de Cinema Negro de Montreal (MIBFF). Após 8 anos de sucesso contínuo, o Festival Internacional de Cinema Negro de Montreal (MIBFF), apresentado pela Global Montreal, expandiu-se para a vibrante e bela cidade de Toronto. O Toronto Black Film Festival inaugural foi apresentado pela Global Toronto de 13 a 17 de fevereiro de 2013.

Já nos dias 17/2 e 23/2, o filme Pacificado tem sua exibição durante o Perth Festival (Ausutrália), que acontece de 6/2 a 1/3/2020. O festival nasceu das noites anuais de entretenimento das escolas de verão da Universidade da Austrália Ocidental como um ‘festival para o povo’ em 3 de janeiro de 1953. Desde então, o Perth Festival semeou e cultivou décadas de crescimento cultural como o mais antigo festival de artes do Hemisfério Sul. É o principal festival de artes multi-curadoria da Austrália e um dos maiores do mundo, conhecido por encomendar grandes obras novas, celebrando as qualidades únicas de Perth e envolvendo diversos públicos.

A trajetória do Pacificado

Depois de ter levado a Concha de Oro, Concha de Prata e melhor fotografia no Festival de San Sebastián; ter ganhado melhor filme na 43ª. Mostra Internacional de SP e mais outros dois prêmios nas categorias debut, direção e fotografia, no Camerimage (Torún/2019), o Pacificado participou também do Festival de Cinema de Gotemburgo, na Suécia, além de ter sua exibição em um dos festivais mais exclusivos do circuito, o de Avara, no deserto de Israel.

O longa foi rodado no Morro dos Prazeres, onde morou por oito anos o diretor Paxton Winters. O primeiro documentário de Paxton, Silk Road ala Turka, foi feito enquanto viajava pela Rota da Seda. Seu filme de estréia, Crude, sobre dois mochileiros americanos e oportunistas que forjam o próprio sequestro, foi filmado na Turquia e venceu diversos prêmios internacionais.

A história do filme Pacificado foi co-escrita com Wellington Magalhães (morador da comunidade do Morro dos Prazeres) e Joseph Carter que também morou lá por 12 anos. O filme foi produzido pela produtora brasileira “Reagent Media” de São Paulo (Paula Linhares e Marcos Tellechea) e também teve coprodução do diretor norte-americano Darren Aronofsky, que trabalhou em “Réquiem para um sonho” e “Cisne negro”.

Na trama, Tati, uma menina introspectiva de 13 anos, luta para se conectar com seu pai, Jaca, depois que ele é libertado da prisão na esteira turbulenta das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia brasileira de “pacificação” luta para manter uma ocupação tênue das favelas do Rio, Tati e Jaca devem navegar pelas forças conflitantes que ameaçam inviabilizar sua esperança para o futuro. É um retrato intimista de uma família que tenta encontrar a paz no campo de batalha urbano em constante mudança que chamam de lar.

O que Jojo Rabbit realmente ensina sobre nazismo (com spoilers)

Jojo Rabbit (Taika Waititi) é uma comédia dramática lançada no fim de 2019 que trata sobre o contexto da Segunda Guerra Mundial, com foco na história de um menino alemão nazista que deseja fazer parte da Juventude Hitlerista, mas descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia no porão de sua casa. A produção americana foi indicada a seis categorias do Oscar 2020: melhor filme, melhor atriz coadjuvante, melhor roteiro adaptado, melhor figurino, melhor direção de arte e melhor montagem.

Por ser uma narrativa que tenta apresentar um diferente ponto de vista à Alemanha Nazista, retratando acontecimentos que de fato estiveram na história, o filme pode ser utilizado para fins de aprendizagem, porém, com ressalvas. Segundo as assessoras de História, Filosofia e Sociologia do Sistema Positivo de Ensino, Adriana Ralejo e Daniela Silva, a História é uma ciência que, a partir de suas interpretações teórico-metodológicas, possibilita diferentes narrativas de um mesmo período, com isso, elas comentam algumas características de destaque no filme, que devem ser vistas com maior atenção ou podem ser bem aproveitadas:

Produção alemã ou norte-americana?

Na obra, há algumas incompatibilidades com o período retratado. “O filme inicia com imagens da Juventude Hitlerista, porém, a música de fundo utilizada (I wanna hold you hand – Beatles, 1964) é proveniente de um período posterior ao retratado e valorizada pela juventude americana mais do que a alemã”, expõe Adriana Ralejo. Para a historiadora, é preciso analisar quais as intencionalidades e efeitos que essa combinação provoca, “como confundir as realidades da juventude norte-americana com a germânica, ocasionando o que chamamos de anacronismo histórico”.

“Além disso, um dos equívocos – do ponto de vista didático – mais recorrentes nesse tipo de produção é a utilização da língua inglesa como universal; falariam os alemães em inglês?”, questiona ela, ressaltando que isso acontece em diferentes produções cinematográficas produzidas por americanos e que retratam diferentes culturas. Esses exemplos, segundo a professora, entram em contradição com uma sociedade que se constrói sob a ideologia da hegemonia da cultura nazista, conhecidamente nacionalista fanática.

Romantização do nazismo

Um dos perigos do uso da comédia para representação dos fatos históricos é a romantização da História. “Ao retratar Hitler como um personagem imaginário e caricato, o autoritarismo assume uma faceta amenizada presente na juventude alemã, representando o processo de treinamento para as forças armadas como um momento de prazer e diversão”, alerta Daniela Silva, lembrando que não é por conta dos perigos do uso do gênero humorístico que devem ser excluídas suas possibilidades narrativas. “Um exemplo do uso bem equilibrado do humor, sem deixar de transmitir sua mensagem de alerta aos regimes autoritários, é o filme A vida é bela (1997), que retrata os campos de concentração na Itália balizado pela comédia, mas despertando a reflexão sobre o terror e a violência nesse cenário”, comenta.

Educação de jovens nazistas

A representação da educação dos jovens no filme demonstra a valorização do treinamento militar e o culto à personalidade de Hitler, que era uma inspiração a ser seguida para o alcance de posições de poder na sociedade alemã da época. “Nesse modelo de educação, a cultura considerada degenerada – judia – é alvo de destruição, representada principalmente pela cena da queima dos livros”, expõe Daniela. Esse incentivo à cultura apenas nazista é reforçado em vários momentos do longa-metragem, inclusive no uso de propagandas nazistas.

Demonização de judeus

“A construção demonizada dos judeus como uma ameaça à raça ariana é representada pelo livro feito pelo personagem principal, utilizando da arte como um meio de legitimar a violência frente aos judeus”, destaca Adriana. Em contraposição, o filme mostra um diálogo entre o alemão e a judia, que problematiza esse olhar cultural hegemônico, apresentando as produções intelectuais dos judeus. Para a professora, “nessa perspectiva, é possível pensar pelo viés do documentário Arquitetura da Destruição (1989), o qual apresenta as destruições realizadas pelos nazistas no que se referia a conhecimentos que não fossem alemães em sua essência. Dessa forma, acreditamos que mais de uma narrativa histórica está presente no filme, lançando os diferentes olhares que o fazer científico proporciona”.

Figura feminina e tabus atuais

A comédia possibilitou a aparição de outras narrativas de forma mais ampla, sendo possível citar a questão de gênero, a homossexualidade dentro das forças armadas, o padrão físico cultuado pelo exército e a consequente marginalização dos que não se enquadravam aos parâmetros estabelecidos. “A figura da mulher é inicialmente retratada pelo olhar patriarcal, com suas funções sociais reduzidas à geração de soldados para a nação e a atuação na guerra voltada para o campo da enfermagem. Por outro lado, a personagem Rosie apresenta o empoderamento feminino ao tomar frente da gestão familiar na ausência da figura masculina e ser uma personificação da resistência à sociedade nazista”, ressalta Daniela.

Alemães contra o nazismo

Era possível se contrapor ao sistema nazista no centro dessa sociedade? Segundo Adriana, sim, existiam resistências e o filme retrata formas dessa resistência dentro da própria sociedade alemã, “apontando alemães que se mostram humanos frente à violência simbólica e física contra os judeus, como é o caso da própria mãe do personagem principal”. A professora lembra ainda que esse fato remete a episódios explorados dentro do ensino de História, como o caso de Anne Frank. “Contudo, cabe ressaltar que a resistência não é somente vista em sua beleza, mas também são apresentadas as consequências a quem se coloca contra esse sistema, tal qual os enforcamentos em praça pública”, salienta.

Além desses pontos, é possível citar outros fatos históricos presentes no filme, como a coleta de doações para fundos de guerra; a atuação investigativa da Gestapo; o suicídio de Hitler e a vitória das forças aliadas – todos temas que podem ser explorados por pais e professores ao apresentar a obra cinematográfica para adolescentes e jovens. Ainda é importante destacar que a classificação indicativa do filme é de 14 anos.

Sobre o Sistema Positivo de Ensino – É o maior e mais tradicional sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversas disciplinas, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.

Vídeo: Coringa canta tecnobrega num insano crossover

Em qual lugar do multiverso o Coringa vai para o bar com figuras como os serial killers Freddy Krueger, Jason Voorhees ou o politicamente incorreto Deadpool? Sim, no Brasil. O personagem da DC Comics, que ficou ainda mais famoso por causa do filme que foi lançado no ano passado, serviu de inspiração para uma música de tecnobrega gravada em Belo Horizonte. E o crossover une personagens que, até então, ninguém tinha pensado em juntar antes.

No clipe, há a presença até de um cover do icônico Ricardo Milos, que chocou e conquistou o mundo com sua dança voluptuosa. Mesmo com tantas referências ao cinema e aos memes da internet, a letra não não faz menção à sétima arte. Também aparecem no vídeo personagens como Ray, de Star Wars, Capitão América, o palhaço Pennywise (conhecido popularmente como It), Homem-Aranha (conhecido como Miranha, para os íntimos) Viúva Negra, a lutadora Kitana, de Mortal Kombat, o Ranger Branco e até o porco-espinho Sonic (com um design mais parecido com o da primeira versão, que não foi aprovada).

Segundo o site BHAZ, a iniciativa tem o objetivo de viralizar para que, com os ganhos dos compartilhamentos e visualizações, projetos sociais sejam beneficiados. A página garante que três instituições já receberam apoio por meio desse modelo de empreendedorismo social. Uma boa ideia!

Veja o trailer de Antologia da Cidade Fantasma

A Zeta Filmes apresenta Antologia da Cidade Fantasma, novo filme do diretor canadense Denis Côté. Seleção oficial da Berlinale 2019, onde concorreu ao Urso de Ouro, Antologia da Cidade Fantasma passou por outros importantes festivais internacionais em 2019, como o San Sebastián International Film Festival, Seattle International Film Festival e Uruguay International Film Festival, onde ganhou o Prêmio da Crítica. No Brasil, o filme fez sua pré-estreia no Festival do Rio em dezembro.

Escrito por Denis Côté, Antologia da Cidade Fantasma é livremente baseado no livro Répertoire Des Villes Disparues, de Laurence Olivier. No filme, Simon Dubé morre em um acidente de carro em Irénée-les-Neiges, cidade pequena e isolada com uma população de 215 habitantes. Os moradores atordoados mostram-se relutantes em discutir as circunstâncias da tragédia.

Daquele momento em diante, tanto para a família Dubé quanto para várias outras pessoas, tais como o prefeito Smallwood, o tempo parece perder todo o sentido e os dias se arrastam sem fim. Algo desce lentamente sobre a região. Nesse período de luto e nessa neblina, estranhos começam a aparecer. Quem são eles? O que está acontecendo?

Sinopse – Simon Dubé morre em um acidente de carro em Irénée-les-Neiges, cidade pequena e isolada com uma população de 215 habitantes. Os moradores atordoados mostram-se relutantes em discutir as circunstâncias da tragédia. Daquele momento em diante, tanto para a família Dubé quanto para várias outras pessoas, tais como o prefeito Smallwood, o tempo parece perder todo o sentido e os dias se arrastam sem fim. Algo desce lentamente sobre a região. Nesse período de luto e nessa neblina, estranhos começam a aparecer. Quem são eles? O que está acontecendo?

Lições inspiradas nos filmes do Oscar 2020

A 92.ª cerimônia de entrega dos Academy Awards, ou Oscars 2020, produzida pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas premiou os melhores atores, técnicos e filmes de 2019. O grande ganhador da noite foi o filme Parasita, que recebeu o Oscar de melhor filme e prêmios em mais 3 categorias.

Além de filmes incríveis, lugares inspiradores e roteiros que podem inspirar os empreendedores. A Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil, com 1 milhão de lojas – preparou uma lista com 5 lições de empreendedorismo inspiradas nos filmes indicados ao Oscar de 2020. Confira:

Filme: Coringa

Lição: Assuma o papel de líder, inspire!

Arthur Fleck, interpretado por Joaquin Phoenix – que ganhou o Oscar de melhor ator – trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City. Apesar da trama contar a história de um dos vilões mais conhecidos dos quadrinhos, basear-se em ações excepcionais e moldá-las ao próprio jeito também são lições de liderança transmitidas pelo filme. Nos negócios, inspirar e motivar os colaboradores impacta diretamente nos resultados da empresa. Por isso, é importante ter sempre isso em mente.

Filme: Parasita

TOKYO, JAPAN – JANUARY 10: (LR) Exective Producer Erik Howsam, Kenji Tanigaki, Andrew Koji, Haruka Abe, Henry Golding, Director Robert Schwentke, Iko Uwais, Takehiro Hira and Exective Producer Jeff Waxman attend the “Snake Eyes” start of Production in Japan event at the Hie-Jinja Shrine on January 10, 2020 in Tokyo, Japan. (Photo by Christopher Jue/Getty Images for Paramount Pictures)

Lição: Use a empatia a seu favor!

O filme Parasita – que recebeu o Oscar de melhor filme e conseguiu ao todo 4 prêmios – é um drama com pitadas cômicas. Trata essencialmente de criticar a diferença social de duas famílias coreanas: uma bem rica e outra que não tem dinheiro para se manter. Um acontecimento coloca um núcleo familiar na vida do outro e, a partir daí, situações que questionam ética e desigualdade social contemporâneas entram em cena. Na trama, o diretor Bong Joon Ho escreve o roteiro sem determinar quem é bom ou quem é mal entre os personagens. No mundo dos negócios, a empatia é fundamental. O empreendedor precisa ter a humildade e a capacidade de colocar-se no lugar do cliente para enxergar as “dores” e ver o mundo através dos olhos de quem vai utilizar seu produto e serviço. Vale lembrar que na trama algumas ações desonestas aparecem. No mundo dos negócios, é muito importante ser transparente e honesto, sem inventar ou enganar seus clientes e parceiros.

Filme: Era Uma Vez Em… Hollywood

Lição: Seja Resiliente!

O filme de Quentin Tarantino com 10 indicações conta a história de um ator que foi protagonista de uma série de faroeste de sucesso na TV e que, depois de fracassar ao tentar uma carreira no cinema, precisa se contentar em aparecer em pontas em outras atrações televisivas, sempre como vilão, enquanto tenta cavar outros papéis. Assim como na história, empreender também tem seus altos e baixos e por isso uma das dicas principais é não desistir. É preciso estabelecer metas pequenas que lhe levem a um objetivo maior, com planejamento e foco para dar um passo de cada vez na jornada empreendedora – minimizando também possíveis erros ou frustrações.

Filme: O irlandês

Lição: Acredite nas suas escolhas!

O filme – indicado a 10 categorias do Oscar 2020 – é estrelado por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci como Frank “The Irishman” Sheeran, Jimmy Hoffa e Russell Bufalino, respectivamente, e segue a história de Sheeran enquanto ele relata os seus supostos trabalhos como mercenário para uma família criminosa. A essência do filme fala sobre escolhas. Na vida real, Sheeran contou a Charles Brandt, autor do livro que originou o longa-metragem, como sua vida acabou sendo reflexo das escolhas que tomou durante seu caminho.

Ser empreendedor é tomar decisões o tempo todo. Provavelmente um dos maiores desafios que os empreendedores enfrentam em suas carreiras seja o ato de tomar decisões assertivas em relação aos rumos dos negócios. Algumas dicas podem ajudar no processo de decisões, entre elas: pesquise (muito!), se estiver em dúvida, faça alguns teste para buscar o melhor caminho e ter o auxílio de um mentor ou consultor também pode aumentar as chances de se tomar decisões mais assertivas para o negócio.

Filme: Adoráveis Mulheres

Lição: Busque seu lugar ao Sol!

O filme – que recebeu 6 indicações – apresenta a vida de quatro irmãs americanas que vivem em um cenário político marcado pela guerra civil, ao mesmo tempo que enfrentam os desafios e limites imposto socialmente às mulheres. Nesta nova versão, é possível ter uma noção de como as mulheres daquela época lidavam com temas como casamento, arte, trabalho, solidão e principalmente como buscavam a independência feminina.

Hoje, muitas mulheres buscam realizar seus sonhos por meio do empreendedorismo – sendo dona do próprio negócio, fazendo a própria rotina e sendo a própria chefe. Estudo recente da Loja Integrada mostra que 35,8% das pessoas que abriram um e-commerce em 2019 eram mulheres. Além disso, no Brasil, já são mais de 24 milhões de mulheres empreendedoras, em comparação a 28 milhões de homens. As mulheres empreendem por necessidade e a maioria não têm sócios, de acordo com o Sebrae. O desejo de ser independente e ter uma nova alternativa de fonte de renda são fatores fundamentais para a maioria das mulheres microempreendedoras (MEI). Se esse é seu sonho, se joga!

Teaser de Espiral – O Legado de Jogos Mortais

A Lionsgate promoveu o lançamento mundial do primeiro teaser de Espiral – O Legado de Jogos Mortais, com estreia nos cinemas brasileiros prevista para o primeiro semestre de 2020 e distribuição Paris Filmes. Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: Jogos Mortais: Jigsaw. Dirigido por Darren Lynn Bousman, que já esteve à frente de “Jogos Mortais 2, 3 e 4”, Espiral – O Legado de Jogos Mortais apresenta em sua trama um novo e sádico mentor que desencadeia uma forma distorcida de justiça.

Com roteiro de Josh Stolberg e Pete Goldfinger, um novo e aterrorizante capítulo do universo dos Jogos Mortais reunirá um elenco de peso, que inclui Samuel L. Jackson como um respeitado veterano da polícia, Chris Rock como o impetuoso detetive Ezekiel “Zeke” Banks e Max Minghella, intérprete de um novato na polícia. Além de atuar, Chris Rock também assina a produção executiva do longa.

Iniciado com uma tomada panorâmica da cidade, ao som de “A Lot” do rapper 21 Savage, o trailer recém-revelado expõe a parceria de Banks e sua dupla durante uma ronda, quando são acionados para atender uma ocorrência. Durante a investigação, é sinalizada uma perseguição a policiais e a icônica marca em espiral se destaca nas cenas do crime. Na pele do veterano da polícia, Samuel L. Jackson encerra o teaser incitando os jogos. “Você quer jogar, desgraçado?”. E uma sequência de armadilhas com instrumentos de tortura finalizam o teaser.

Minha Mãe é Uma Peça 3 é atração do CineMaterna

Projeto cinematográfico acontece mensalmente no mall e conta com salas adaptadas para o conforto, das mamães e seus bebês. Para a primeira edição de 2020, as 10 primeiras pessoas que procurarem a organização do CineMaterna ganham uma entrada.

O CineMaterna está de volta ao Kinoplex Boulevard Shopping Brasília, e para celebrar o início de mais um ano de projeto, o filme Minha mãe é uma peça 3, estrelado pelo ator e comediante Paulo Gustavo, foi o escolhido para animar as mamães e seus bebês, na próxima terça-feira (11), a partir das 14h.

Em Minha mãe é uma peça 3, Dona Hermínia está vivendo uma fase de novas descobertas em sua vida, onde seus filhos estão formando novas famílias: Marcelina, está grávida e de mudança para uma nova casa, já Juliano vai se casar. Logo, essa super mãe vai ter que segurar a emoção para lidar com a distância e ansiedade com essas novas mudanças.

A sessão é exibida no cinema Kinoplex e conta com salas adaptadas para o conforto, segurança e tranquilidade dos pais. O volume dos filmes é mais baixo, o ar-condicionado mais ameno e as luzes ficam parcialmente acesas. A cada mês uma enquete é realizada no site do CineMaterna, para escolher o filme que as mamães mais desejam assistir. Depois de cada sessão, as mães são incentivadas a se reunirem em um bate-papo.

Os ingressos custam R$ 13,50 (meia-entrada), e podem ser adquiridos pelo site http://www.kinoplex.com.br/. Para esta edição, as 10 primeiras pessoas que procurarem a organização do CineMaterna ganham uma entrada.

Serviço
CineMaterna - Minha mãe é uma peça 3 
Onde: Cinema Kinoplex Boulevard Shopping Brasília
Setor Terminal Norte (STN) Conjunto J - Asa Norte - (2° piso);
Quando: 11 de fevereiro, às 14h;
Classificação indicativa: Recomendado para pais e mães com filhos de até 18 meses;
Mais informações: www.boulevardbrasilia.com.br.