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A semana (11/10 a 17/10) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping Casa Park (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede. Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.

Venom – Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista que investiga o misterioso trabalho de um cientista, suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais. Quando ele acaba entrando em contato com um simbionte alienígena, Eddie se torna Venom, uma máquina de matar incontrolável, que nem ele pode conter.
Papillon – Henri Charrière (Charlie Hunnam), chamado de Papillon, pequeno bandido das baixadas de Paris da década de 30, é condenado à prisão perpétua por um vrime que não cometeu. Enviado para a Ilha do Diabo, Guiana Francesa, ele conhece Louis Dega, um homem que Papillon promete ajudar em troca de auxílio para escapar da prisão.
Um Dia – Anna é mãe de três filhos, casada e trabalhadora. Sempre correndo contra o tempo para conseguir cumprir todos os seus prazos e promessas, Anna sente que seu casamento está desmoronando. Sem conseguir conciliar tudo, ela prevê o que está prestes a acontecer, sem poder fazer nada a respeito.
Nasce Uma Estrela
Nasce Uma Estrela – A jovem cantora Ally (Lady Gaga) ascende ao estrelato ao mesmo tempo em que seu parceiro Jackson Maine (Bradley Cooper), um renomado artista de longa carreira, cai no esquecimento devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos nas carreiras acabam por minar o relacionamento amoroso dos dois.
Tudo por um Pop Star – A banda pop masculina Slavabody Disco Disco Boys, febre entre as mocinhas de todo o Brasil, anuncia que irá tocar no Rio de Janeiro. Fãs de carteirinha do grupo, as adolescentes e melhores amigas Gabi (Maísa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) farão de tudo para que seus pais deixem que elas saiam da cidade em que moram e vão assistir ao show do grupo.
Cinderela e o Príncipe Secreto – Enquanto Cinderela e seus amigos ratos se divertem no Baile Real, tudo parece perfeito, até a princesa ter uma grande surpresa: o príncipe é uma farsa! O verdadeiro representante do reino foi transformado em rato por uma bruxa malvada. Cinderela e seus amigos precisam embarcar em uma grande aventura para reverter o feitiço e restaurar a ordem no lugar.
Pé Pequeno – Um yeti, criatura conhecida como o Abominável Homem das Neves, está indo na contramão do que todos os seus semelhantes acreditam: ele tem a certeza que os seres humanos, para eles até então um mito, realmente existem, mesmo que todos da sua espécie neguem com veemência. Mas ele não irá desistir tão fácil de provar sua tese.
Uma Noite de 12 Anos
Uma Noite de 12 Anos – Uma verdadeira jornada de sobrevivência foi enfrentada por José Mujica (Antonio de la Torre), presidente do Uruguai, Mauricio Rosencof (Chino Darín), jornalista e escritor, e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort), ex-ministro da Defesa, que, juntos, passaram por situações de extrema tortura física e psicológica, experimentos secretos e privações, durante o período ditatorial no Uruguai.
Futuro Adiante – Florencia (Pilar Gamboa) e Romina (Dolores Fonzi), uma história de amizade que resiste ao tempo. Desde o primeiro amor até o primeiro divórcio, com desentendimentos e desafetos, as amigas atravessam diferentes etapas da vida juntas.
Juliet, Nua e Crua – Annie (Rose Byrne) está presa em um relacionamento de longa data com Duncan (Chris O‘Dowd), fã obsessivo do obscuro rockeiro Tucker Crowe (Ethan Hawke). Duncan chega a ser mais dedicado ao seu ídolo do que com a sua própria esposa. Quando um demo acústico de Tucker, que foi hit há 25 anos, ressurge no meio musical, Annie tem um encontro com o ardiloso rockeiro.
O Que de Verdade Importa – Alec Bailey é um engenheiro frustrado que vive em Londres. Ele trabalha consertando eletrodomésticos, mas o dinheiro que ganha não é suficiente para pagar as suas contas. Tudo muda quando um tio distante aparece em sua vida com uma proposta irrecusável: pagar todas as dívidas de Alec desde que ele se mude para Nova Escócia, no Canadá, por um ano. Sem muitas alternativas, o jovem aceita o acordo e inicia uma nova fase em sua vida, agora em um novo país e prestes a conhecer mais sobre sua família e a si mesmo.
Djon África
Djon África – A história de Miguel “Tibars” Moreira, mais conhecido como Djon África, filho de cabo-verdianos, que nasceu e cresceu em Portugal. Sem jamais ter conhecido seu pai, acaba descobrindo que ele mora em Tarrafal, e decide aventurar-se além-mar, mesmo sem muitas pistas, à sua procura.
Um Pequeno Favor – Stephanie (Anna Kendrick) é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily (Blake Lively) desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir a verdade por trás do ocorrido.

Minha Filha – A guarda de uma menina está sob disputa de duas mães, a de criação e a biológica, que almeja tê-la de volta. No centro do conflito, Vittoria (Sara Casu) se vê obrigada a lidar com questões existenciais muito acima do seu nível de maturidade prestes a fazer uma escolha que a afetará a sua vida para sempre.
Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava – Uma releitura histórica sobre o período da ditadura militar no Brasil retratada através de imagens e sons exclusivos das pornochanchadas, o gênero mais visto e produzido no país durante a década de 70. A violência do Estado, a luta armada e modernização brasileira são exemplos de situações históricas que podem ser visualizadas por meio dessas obras cinematográficas.

Entrevista: Maisa fala sobre sua vida e novo filme no cinema

Ela nasceu no dia 22 de maio de 2002, em São Bernardo do Campo (SP). E estourou com apenas três aninhos de idade, quando foi descoberta em um quadro de calouros do Programa Raul Gil, na Record e na Band. Maisa Silva, com seus 16 anos, é dubladora, cantora, modelo, apresentadora e atriz. Além de digital influencer. Seu canal no YouTube, de mesmo nome da artista, conta com mais de 4.439.865 inscritos. No Instagram, são mais de 154 mil seguidores.   O currículo da jovem adolescente é extenso. Maisa foi apresentadora de programas como Sábado Animado, Domingo Animado e Bom Dia & Cia, do SBT. Ganhou ainda maior destaque ao dividir o quadro Pergunte à Maísa, com o patrão Silvio Santos. E já que a carreira dela e a rotina (“louca”, como ela mesma diz) não param, Maisa conta com álbuns gravados como Tudo Que Me Vem na Cabeça (2009). Ainda, foi interprete da personagem Valéria em Carrossel, reprisando o papel em Patrulha Salvadora. Produções também do SBT.  

Se destacou também na cena musical com as canções Nhenhenhem e Eu Cresci. Nhenhenhem (2015) ficou em primeiro lugar na lista do Spotify Brasil (Brazil Viral 50). Também em 2015, ela fez sua estreia no cinema na produção Carrossel: O Filme e, em 2016, atuou novamente em Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina. Agora, ela se prepara para viver a personagem Gabi na adaptação cinematográfica do livro Tudo Por Um Pop Star. Com uma simpatia única, a artista de múltiplas vertentes concedeu entrevista para o Cine61 – Cinema Fora do Comum. Ela fala sobre a personagem do filme, que traz em foco três adolescentes fanáticas pela banda pop masculina Slavabody. Juntas, Gabi (Maisa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) farão de tudo para convencer os pais a deixarem elas irem para o Rio de Janeiro ver o show do grupo no Brasil. Maisa também assume: “Tenho sim um ídolo! Teria um treco se visse o Justin Bieber”, declara a artista que ainda irá atuar em Cinderela Pop (2019) e será a madrinha digital do Teleton 2018.

Como foi fazer a Gabi em Tudo Por Um Pop Star?
A Gabi é uma personagem extremamente positiva e é a do meio do grupo. E ela não está só no meio por conta da idade, mas sim porque une as meninas. As amigas têm personalidades diferentes. Uma é mais para frente – no caso a Manu, interpretada pela atriz Klara Castanho. A Manu tem umas ideias maluquinhas e a Ritinha (Mel Maia), a mais nova, é super medrosa. Logo, a Gabi é o equilíbrio. Ela leva a menor junto e vai na onda da mais velha. E ela customiza as roupas e coisas dela e faz isto pelas amigas também.

E qual a grande diferença da Gabi para Maísa?
Nossa… Eu acho que é mais este lado da inocência. Porque a Gabi fala umas coisas meio sem noção. Mas não é porque ela é burra. É porque ela é muito inocente. Eu mesma fazendo algumas coisas que ela fazia pensava: “Gente, como é possível esta menina não pensar que pode se machucar fazendo isto?”. Assim que o pessoal assistir ao filme, eles vão saber do que estou falando.

O filme coloca a relação de fanatismo em destaque. E a Maísa… Já sofreu algum assédio que marcou?
Sim. Já arrancaram meu cabelo. Um tufo do meu cabelo porque queriam pegar uma flor. Maior loucura! E também já viajaram para me ver. Já tatuaram a minha cara. Tatuaram meu nome. Coisas que me deixaram muito assustada pela minha idade, sabe? Sou muito nova para já ter gente me idolatrando deste nível. Mas agora já estou mais acostumada. Consigo enxergar isto. Quando eu era menor eu não entendia direito. “Meu Deus gente, como vocês gostam tanto de mim assim?” (risos)

E ídolo… A Maísa tem algum? Ela repetiria o comportamento da Gabi (de fanatismo)? Olha… O que a Gabi fez não. Até porque as meninas (do filme) ultrapassaram todos os limites do saudável. Ela extrapolaram e arriscaram a própria vida. Eu não faria isto. Mas uma pessoa que sou muito fã e que acho que se conhecesse teria um treco é o Justin Bieber. Ele foi minha paixão de adolescente, sabe. A pessoa que fui fã de verdade, tive até fã clube. Eu nunca senti isto por outro artista. Com o Justin eu tinha tudo que era dele.

Algum personagem que você considera como o da sua vida?
Deixa eu pensar. Eu não interpretei muitas personagens assim. Então vou dizer que foi a Valéria (novela Carrossel, SBT) porque foi a primeira oportunidade, uma abertura de portas. Então posso dizer que ela é a personagem da minha vida.

Como é a rotina da Maísa?
Minha rotina é louca. Eu não tenho rotina. Às vezes parece que eu sou de circo porque eu estou viajando sempre. É uma loucura porque eu estou no Ensino Médio, quase me formando, em outro tempo estou fazendo filme, estou estreando. Logo, tenho que viajar bastante. Às vezes eu tenho então que perder uma festa ou outra. Eu faço ainda aula de dança, faço várias coisas na minha vida pessoal. Saio com minhas amigas, eu namoro. E as pessoas me perguntam como eu consigo administrar tudo isto. A resposta é: Eu não sei! (risos). Mas eu faço muitas coisas, sou muito ativa e não gosto de ficar parada. Então eu vou encaixando tudo até que minha agenda fique cheia, aí eu me sinto feliz!

E sobre a explosão das redes sociais?
Eu vejo isto como uma coisa positiva e negativa. Porque tem gente que usa as redes sociais pro mal, para falar mal das pessoas, fazer julgamentos. Mas tem muita gente legal. A internet aproxima o fã do ídolo. Ela dá oportunidade de conhecer o mundo sem sair do lugar. A internet me faz manter contato com várias pessoas, com meus amigos do intercâmbio. E como eu tenho uma grande influência na internet, tenho um cuidado redobrado com o que eu posto, sinto e curto. Eu tenho que pensar duas vezes antes de fazer. Mas eu acho que é muito bom. Acho que é um exercício para a vida.

E quando você estourou?
Eu comecei o canal em 2014 e foi indo aos poucos. O canal começou a estourar entre 2015 e 2016. No começo não tinha muitas visualizações. Mas eu comecei, de repente, a ter propostas de publicidade, entrevistas. Foi uma coisa puxando a outra.

Quando tempo demoraram para rodar Tudo Por Um Pop Star?
O processo foi de duas semanas de preparação e quatro rodando.

E você tem algum estilo que prefere? Comédia, drama?
Eu ainda estou descobrindo. Esta obra (Tudo Por Um Pop Star) foi minha primeira oportunidade com comédia destinada ao público teen. Porque antes eu tinha feito para o público infantil. E Carrossel teve de tudo. Era drama, era comédia, uma novela mexicana. Com um pouco de tudo. Não sei, acho que estou descobrindo mesmo. Mas depois de cinco longas-metragens eu vou saber responder.

Tem novidades vindo por aí?
Tem o filme que vai lançar em janeiro de 2019 que é Cinderela Pop e serei madrinha digital do Teleton 2018. Depois, férias (risos).

*Por Clara Camarano contato@cine61.com.br

Veja o trailer do terror O Chamado do Mal

O Chamado do Mal, terror dirigido por Michael Winnick, ganhou seu primeiro trailer nacional. Com Josh Stewart (Sobrenatural, Batman: O Cavaleiro das Trevas) e Bojana Novakovic (A Maldição da Floresta) no elenco, o longa traz a história de Adam e Lisa, casal que passa a ser perseguido por uma entidade maligna quando se muda para um novo lar. ​A Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento em 29 de novembro.

Quando Adam (Josh Stewart), um jovem professor universitário, aceita trabalhar ​em uma grande e respeitada universidade, ele e sua esposa grávida, Lisa (Bojana Novakovic), se mudam para uma casa de campo nos arredores da cidade. Tudo parece perfeito, mas logo depois que o casal ​se instala e Adam começa no novo emprego, Lisa sofre um aborto espontâneo em circunstâncias misteriosas, o que faz com que ela não perca só o bebê, mas também a capacidade de ter mais filhos.

Lisa se convence de que a tragédia foi causada por alguma força sobrenatural, mas Adam acredita que o aborto aconteceu por conta de muito exercício e trabalho pesado. Para piorar as coisas, ela se vê assombrada por uma entidade maligna que começa a atormentar sua vida, fazendo-a questionar sua sanidade. Lisa deve lutar contra a razão para encontrar respostas e descobrir o que aconteceu com seu bebê.

Veja o trailer de Duas Rainhas, com Saoirse Ronan e Margot Robbie

Traições e conspirações ganharão as telas do cinema com o drama Duas Rainhas, que traz as indicadas ao Oscar Saoirse Ronan e Margot Robbie como Mary Stuart e Elizabeth I, respectivamente. Com direção de Josie Rourke, Duas Rainhas explora a vida turbulenta de Mary Stuart. Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18, Mary luta contra a pressão de se casar novamente e, em vez disso, decide retornar ao seu país de origem para recuperar seu trono que está sob comando de Elizabeth I. Determinada, Mary afirma sua reinvindidação de governar a Inglaterra ameaçando a soberania de Elizabeth.      
       
Com roteiro de Beau Willimon, de House of Cards, o filme é baseado no livro Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart, de John Guy. No elenco, além de Saoirse Ronan e Margot Robbie, estão Jack Lowden, Joe Alwyn, Gemma Chan, Martin Compston, Ismael Cordova, Brendan Coyle, Ian Hart, Adrian Lester, James McArdle, David Tennant e Guy Pearce. A estreia está prevista para fevereiro de 2019.

Longa Temporada, de André Novais Oliveira é o vencedor

O 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou os trabalhos neste domingo (23/9) em cerimônia de premiação na grande casa do cinema brasileiro: o Cine Brasília. O longa-metragem Temporada, de André Novais Oliveira, levou cinco prêmios na noite, inclusive o de Melhor Filme da Mostra Competitiva. O filme mineiro ganhou também os Troféus Candangos de Melhor direção de arte, Melhor fotografia, Melhor ator coadjuvante (Russão) e Melhor atriz (Grace Passô).
Temporada
Entre os curtas-metragens da Mostra Competitiva, Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados ficou com o título de Melhor curta. O filme de Aiano Bemfica, Camila  Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito também foi premiado pelo Melhor Som com o trabalho de Nicolau Domingues. O júri popular votou e escolheu como melhor longa o filme Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, que também foi reconhecido como Melhor trilha sonora, com o Prêmio Saruê e uma menção honrosa. O melhor curta para o público foi Eu, minha mãe e Wallace, dos Irmãos Carvalho, que também ganhou Melhor atriz coadjuvante (Noemia Oliveira) e Prêmio Zózimo Bulbul de melhor curta..
Confira a lista completa de vencedores deste ano:
Mostra Competitiva
Longa-metragem
Melhor filme (Prêmio Técnico Dot Cine): Temporada
Melhor direção: Beatriz Seigner (Los Silencios)
Melhor ator: Aldri Anunciação (Ilha)
Melhor atriz: Grace Passô (Temporada)
Melhor ator coadjuvante: Russão (Temporada)
Melhor atriz coadjuvante: Luciana Paes (A Sombra do Pai)
Melhor roteiro: Ilha, Ary Rosa e Glenda Nicácio
Melhor fotografia: Temporada, Wilsa Esser
Melhor direção de arte: Temporada, Diogo Hayashi
Melhor trilha sonora: Bixa Travesty
Melhor som: A Sombra do Pai, Gabriela Cunha
Melhor montagem: A Sombra do Pai, Karen Akerman
Júri Popular
Melhor longa-metragem (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Técnico Canal Curta!): Bixa Travesty
Prêmio Especial do Júri
Longa-metragem: Torre das Donzelas
Menção honrosa do Júri
Bixa Travesty, pelo posicionamento e impactante apresentação da dupla Linn da Quebrada e Jup do Bairro
Curta-metragem
Melhor filme (Prêmio Técnico Dot Cine): Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados
Melhor direção: Nara Normande (Guaxuma)
Melhor ator: Fábio Leal (Reforma)
Melhor atriz: Maria Leite (Mesmo com tanta agonia)
Melhor ator coadjuvante: Uirá dos Reis (Plano Controle)
Melhor atriz coadjuvante: Noemia Oliveira (Eu, minha mãe e Wallace)
Melhor roteiro: Reforma, Fábio Leal
Melhor fotografia: Mesmo com tanta agonia, Anna Santos
Melhor direção de arte: Guaxuma, Nara Normande
Melhor trilha sonora: Guaxuma, Normand Roger
Melhor som: Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados, Nicolau Domingues
Melhor montagem: Plano Controle, Gabriel Martins e Luisa Lana
Menção honrosa de atriz coadjuvante: Mesmo com tanta agonia, Rillary Rihanna Guedes
 
Júri Popular
Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Eu, minha mãe e Wallace
Prêmio Especial do Júri
Curta-metragem: Liberdade
Prêmio Abraccine
Melhor Filme Curta Metragem: Mesmo com tanta agonia
Melhor Filme Longa Metragem: Los Silencios
 
Prêmio Conterrâneos
O outro lado da memória, de André Luiz Oliveira
 
Prêmio Técnico DOT Cine – Longa-Metragem
Temporada
 
Prêmio Marco Antônio Guimarães
O outro lado da memória, de André Luiz Oliveira
Prêmio Saruê
Linn da Quebrada e Jup do Bairro, por Bixa Travesty
Prêmio Técnico Canal Curta!
Bixa Travesty
Prêmio Aquisição Canal Brasil – Melhor Filme Curta Metragem
Mesmo com tanta agonia
 
Prêmio Técnico CiaRio/Neymar
Eu, minha mãe e Wallace
 
Prêmio Técnico DOT Cine – Curta-Metragem
Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados
 
Prêmio Zózimo Bulbul
Prêmio Zózimo Bulbul – Fest Filme Fest Uni
Impermeável Pavio Curto
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Curta Metragem
Eu, Minha Mãe E Wallace
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Longa Metragem
Ilha
Mostra Brasília
Prêmios do Júri Oficial
Melhor longa-metragem (Prêmio CiaRio/Naymar): New Life S/A
Melhor curta-metragem (Prêmio Aquisição Prime Box Brasil): Entre Parentes
Melhor direção: André Luiz Oliveira (O outro lado da memória)
Melhor ator: Murilo Grossi (New Life S/A)
Melhor atriz: As presidiárias do filme Presos que Menstruam, representadas por Naiara Lira
Melhor roteiro: Para minha gata Mieze, Wesley Gondim
Melhor fotografia: Entre Parentes, Alan Schvarsberg
Melhor montagem: A Praga do Cinema Brasileiro, Zefel Coff
Melhor direção de arte: O Outro Lado da Memória, Moacyr Gramacho
Melhor edição de som: Riscados pela Memória, Olívia Hernandez
Melhor trilha sonora: O Outro Lado da Memória, Vinícius Jibhajan
 
Júri Popular
Melhor longa-metragem (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Estúdio Plug In): O outro lado da memória
Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Terras Brasileiras
Prêmio Petrobras de Cinema
O outro lado da memória
Prêmio Técnico Estúdio Plug.in
O outro lado da memória
 
Prêmio Técnico CiaRio/Naymar
Curta-metragem: Terras Brasileiras
Longa-metragem: New Life S/A
 
Prêmio Aquisição Prime Box Brazil
Entre Parentes
Mostra Caleidoscópio
Prêmios Caleidoscópio, Técnico VOD Tamanduá e Aquisição Prime Box Brazil
Os Sonâmbulos
Fest Uni
Melhor Direção Fest Uni
Flores, de Vado Vergara e Henrique Bruch (PUC/RS)
Melhor Filme Juri Popular Fest Uni
A casa de Ana, de Clara Ferrer e Marcella C. De Finis, da Universidade Federal Fluminense
Melhor Filme Fest Uni
Capitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha, da escola Porto Iracema das Artes, do Ceará
Menção Honrosa Fest Uni
Um lugar ao sul, de Gianluca Cozza (Universidade Federal de Pelotas) e De vez em quando, quando eu morro, eu choro, de R.B. Lima (Universidade Federal da Paraíba)
Futuro Brasil 
Prêmio Técnico Mistika, Prêmio Técnico Cinemática Audiovisual e Prêmio Técnico Cinecolor
Ontem havia coisas estranhas no céu, de Bruno Risas
Prêmios Ambiente de Mercado 
Prêmio CineBrasil TV [pré-licenciamento]
Selvagem – Diego da Costa – Pietà Filmes
Prêmio Rio2C [2 credenciais]
Carolina, Conceição e nós todas – Gabriele Pereira – Space4
Nosso Amor de Hoje – Daniel Calil – Pira Filmes
Prêmio MIPTV [2 credenciais]
O Criador de Tudo  – Tiago Tambelli – Lente Viva Filmes
Prêmio Rotterdam LAB [1 credencial]
Passagem Esperança – Fernando Segtowick – Marahu Filmes
 
Prêmio Imersão Criativa na Chapada dos Veadeiros/GO
Ecos do silêncio – André Luiz Oliveira – ASACINE Filmes

A carreira da cineasta Gabriela Amaral Almeida

A Sombra do Pai – em competição no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – é o segundo projeto de longa-metragem de Gabriela Amaral Almeida, e estreia em festivais quase simultaneamente à estreia comercial de seu primeiro filme, O Animal Cordial. Diretora, roteirista e dramaturga, Gabriela é Mestre em literatura e cinema de horror pela UFBA (Brasil) com especialização em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba. Escreveu (e escreve) para outros diretores, como Walter Salles, Cao Hamburger e Sérgio Machado. Como diretora, realizou os curtas Náufragos (2010, co-dirigido com Matheus Rocha), Uma Primavera (2011), A Mão que Afaga (2012), Terno (2013, co-dirigido com Luana Demange) e Estátua! (2014). O conjunto de seus curtas foi selecionado para mais de cem festivais nacionais e internacionais, tais como o Festival de Cinema de Brasília, o Festival Internacional de Cinema de Roterdã, o Festival de Curtas de Nova York, dentre outros.
 

São destaque os prêmios recebidos por algumas destas obras, como os prêmios de melhor roteiro, melhor atriz (para Luciana Paes) e prêmio da crítica no 45º Festival de Cinema de Brasília para A Mão que Afaga, e os prêmios de melhor atriz (para Maeve Jinkings) e melhor roteiro para Estátua!, no mesmo festival, dois anos depois. Com o seu projeto de longa-metragem A Sombra do Pai, foi selecionada para os laboratórios de Roteiro, Direção e Música e Desenho de Som do Sundance Institute. O projeto contou com a assessoria de Quentin Tarantino (Pulp Fiction), Marjane Satrapi (Persépolis), Robert Redford (Butch Cassidy and the Sundance Kid), dentre outros.

Seu mais recente trabalho como roteirista foi para o média-metragem A Terra Treme, drama ambientado na tragédia ambiental ocorrida em Mariana, Minas Gerais. Dirigido por Walter Salles, o curta integra uma antologia composta por cinco curtas, dirigidos por outros quatro diretores além de Salles: Aleksey Ferdochenko (Rússia), Madhur Bhandarkar (Índia), Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul) e Jia Zhangke (China). O filme coletivo estreou no Festival de cinema BRICS, em Chengdu, na China, em junho de 2017. Atualmente, trabalha no desenvolvimento de seu próximo longa-metragem, uma fábula de exorcismo (ainda sem título), a ser produzida também pela RT Features. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME.

Conheça mais sobre o diretor Cris Azzi

Cris Azzi é um diretor, produtor e roteirista brasileiro. Tem 40 anos, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde reside atualmente. É graduado em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-MG. Trabalhou por mais de uma década como Assistente de Direção contribuindo para a realização de mais de 20 filmes de longa metragem e séries de TV. Karim Ainouz, Anna Muylaert e Paul Leduc são alguns dos diretores que Cris trabalhou.
Foto por: Alexandre Mota

Como diretor estreou em 2007 com o documentário Sumidouro, exibido na Mostra Competitiva do Festival “É Tudo Verdade”. Seu segundo documentário, O Dia do Galo, co-direção com Luiz Felipe Fernandes, foi o vencedor do júri popular da Mostra de Cinema de Tiradentes em 2015. Foi exibido durante 6 semanas nas salas de cinema em Minas Gerais alcançando mais de 30 mil espectadores.

Na ficção, seu primeiro trabalho em longa metragem foi o filme de episódios 5 Frações de Uma Quase História, dirigindo Qualquer Vôo. Lançado em 2007, o filme foi exibido no Festival do Rio, Na Mostra Internacional de SP, na Mostra de Cinema de Tiradentes, no Chicago Latino Film Festival no Cine PE ( prêmio especial do júri e melhor direção de arte) e no Brazilian Film Festival (prêmio especial do júri e melhor roteiro). Nos cinemas, Luna será o primeiro filme de ficção solo de Cris Azzi.