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A semana (11/10 a 17/10) no Espaço Itaú de Cinema
Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping Casa Park (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede. Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.
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| Nasce Uma Estrela |
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| Uma Noite de 12 Anos |
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| Djon África |
Entrevista: Maisa fala sobre sua vida e novo filme no cinema
Ela nasceu no dia 22 de maio de 2002, em São Bernardo do Campo (SP). E estourou com apenas três aninhos de idade, quando foi descoberta em um quadro de calouros do Programa Raul Gil, na Record e na Band. Maisa Silva, com seus 16 anos, é dubladora, cantora, modelo, apresentadora e atriz. Além de digital influencer. Seu canal no YouTube, de mesmo nome da artista, conta com mais de 4.439.865 inscritos. No Instagram, são mais de 154 mil seguidores. O currículo da jovem adolescente é extenso. Maisa foi apresentadora de programas como Sábado Animado, Domingo Animado e Bom Dia & Cia, do SBT. Ganhou ainda maior destaque ao dividir o quadro Pergunte à Maísa, com o patrão Silvio Santos. E já que a carreira dela e a rotina (“louca”, como ela mesma diz) não param, Maisa conta com álbuns gravados como Tudo Que Me Vem na Cabeça (2009). Ainda, foi interprete da personagem Valéria em Carrossel, reprisando o papel em Patrulha Salvadora. Produções também do SBT.
Se destacou também na cena musical com as canções Nhenhenhem e Eu Cresci. Nhenhenhem (2015) ficou em primeiro lugar na lista do Spotify Brasil (Brazil Viral 50). Também em 2015, ela fez sua estreia no cinema na produção Carrossel: O Filme e, em 2016, atuou novamente em Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina. Agora, ela se prepara para viver a personagem Gabi na adaptação cinematográfica do livro Tudo Por Um Pop Star. Com uma simpatia única, a artista de múltiplas vertentes concedeu entrevista para o Cine61 – Cinema Fora do Comum. Ela fala sobre a personagem do filme, que traz em foco três adolescentes fanáticas pela banda pop masculina Slavabody. Juntas, Gabi (Maisa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) farão de tudo para convencer os pais a deixarem elas irem para o Rio de Janeiro ver o show do grupo no Brasil. Maisa também assume: “Tenho sim um ídolo! Teria um treco se visse o Justin Bieber”, declara a artista que ainda irá atuar em Cinderela Pop (2019) e será a madrinha digital do Teleton 2018.
Como foi fazer a Gabi em Tudo Por Um Pop Star?
A Gabi é uma personagem extremamente positiva e é a do meio do grupo. E ela não está só no meio por conta da idade, mas sim porque une as meninas. As amigas têm personalidades diferentes. Uma é mais para frente – no caso a Manu, interpretada pela atriz Klara Castanho. A Manu tem umas ideias maluquinhas e a Ritinha (Mel Maia), a mais nova, é super medrosa. Logo, a Gabi é o equilíbrio. Ela leva a menor junto e vai na onda da mais velha. E ela customiza as roupas e coisas dela e faz isto pelas amigas também.
E qual a grande diferença da Gabi para Maísa?
Nossa… Eu acho que é mais este lado da inocência. Porque a Gabi fala umas coisas meio sem noção. Mas não é porque ela é burra. É porque ela é muito inocente. Eu mesma fazendo algumas coisas que ela fazia pensava: “Gente, como é possível esta menina não pensar que pode se machucar fazendo isto?”. Assim que o pessoal assistir ao filme, eles vão saber do que estou falando.
O filme coloca a relação de fanatismo em destaque. E a Maísa… Já sofreu algum assédio que marcou?
Sim. Já arrancaram meu cabelo. Um tufo do meu cabelo porque queriam pegar uma flor. Maior loucura! E também já viajaram para me ver. Já tatuaram a minha cara. Tatuaram meu nome. Coisas que me deixaram muito assustada pela minha idade, sabe? Sou muito nova para já ter gente me idolatrando deste nível. Mas agora já estou mais acostumada. Consigo enxergar isto. Quando eu era menor eu não entendia direito. “Meu Deus gente, como vocês gostam tanto de mim assim?” (risos)
E ídolo… A Maísa tem algum? Ela repetiria o comportamento da Gabi (de fanatismo)? Olha… O que a Gabi fez não. Até porque as meninas (do filme) ultrapassaram todos os limites do saudável. Ela extrapolaram e arriscaram a própria vida. Eu não faria isto. Mas uma pessoa que sou muito fã e que acho que se conhecesse teria um treco é o Justin Bieber. Ele foi minha paixão de adolescente, sabe. A pessoa que fui fã de verdade, tive até fã clube. Eu nunca senti isto por outro artista. Com o Justin eu tinha tudo que era dele.
Algum personagem que você considera como o da sua vida?
Deixa eu pensar. Eu não interpretei muitas personagens assim. Então vou dizer que foi a Valéria (novela Carrossel, SBT) porque foi a primeira oportunidade, uma abertura de portas. Então posso dizer que ela é a personagem da minha vida.
Como é a rotina da Maísa?
Minha rotina é louca. Eu não tenho rotina. Às vezes parece que eu sou de circo porque eu estou viajando sempre. É uma loucura porque eu estou no Ensino Médio, quase me formando, em outro tempo estou fazendo filme, estou estreando. Logo, tenho que viajar bastante. Às vezes eu tenho então que perder uma festa ou outra. Eu faço ainda aula de dança, faço várias coisas na minha vida pessoal. Saio com minhas amigas, eu namoro. E as pessoas me perguntam como eu consigo administrar tudo isto. A resposta é: Eu não sei! (risos). Mas eu faço muitas coisas, sou muito ativa e não gosto de ficar parada. Então eu vou encaixando tudo até que minha agenda fique cheia, aí eu me sinto feliz!
E sobre a explosão das redes sociais?
Eu vejo isto como uma coisa positiva e negativa. Porque tem gente que usa as redes sociais pro mal, para falar mal das pessoas, fazer julgamentos. Mas tem muita gente legal. A internet aproxima o fã do ídolo. Ela dá oportunidade de conhecer o mundo sem sair do lugar. A internet me faz manter contato com várias pessoas, com meus amigos do intercâmbio. E como eu tenho uma grande influência na internet, tenho um cuidado redobrado com o que eu posto, sinto e curto. Eu tenho que pensar duas vezes antes de fazer. Mas eu acho que é muito bom. Acho que é um exercício para a vida.
E quando você estourou?
Eu comecei o canal em 2014 e foi indo aos poucos. O canal começou a estourar entre 2015 e 2016. No começo não tinha muitas visualizações. Mas eu comecei, de repente, a ter propostas de publicidade, entrevistas. Foi uma coisa puxando a outra.
Quando tempo demoraram para rodar Tudo Por Um Pop Star?
O processo foi de duas semanas de preparação e quatro rodando.
E você tem algum estilo que prefere? Comédia, drama?
Eu ainda estou descobrindo. Esta obra (Tudo Por Um Pop Star) foi minha primeira oportunidade com comédia destinada ao público teen. Porque antes eu tinha feito para o público infantil. E Carrossel teve de tudo. Era drama, era comédia, uma novela mexicana. Com um pouco de tudo. Não sei, acho que estou descobrindo mesmo. Mas depois de cinco longas-metragens eu vou saber responder.
Tem novidades vindo por aí?
Tem o filme que vai lançar em janeiro de 2019 que é Cinderela Pop e serei madrinha digital do Teleton 2018. Depois, férias (risos).
*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br
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Longa Temporada, de André Novais Oliveira é o vencedor
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A carreira da cineasta Gabriela Amaral Almeida
São destaque os prêmios recebidos por algumas destas obras, como os prêmios de melhor roteiro, melhor atriz (para Luciana Paes) e prêmio da crítica no 45º Festival de Cinema de Brasília para A Mão que Afaga, e os prêmios de melhor atriz (para Maeve Jinkings) e melhor roteiro para Estátua!, no mesmo festival, dois anos depois. Com o seu projeto de longa-metragem A Sombra do Pai, foi selecionada para os laboratórios de Roteiro, Direção e Música e Desenho de Som do Sundance Institute. O projeto contou com a assessoria de Quentin Tarantino (Pulp Fiction), Marjane Satrapi (Persépolis), Robert Redford (Butch Cassidy and the Sundance Kid), dentre outros.
Seu mais recente trabalho como roteirista foi para o média-metragem A Terra Treme, drama ambientado na tragédia ambiental ocorrida em Mariana, Minas Gerais. Dirigido por Walter Salles, o curta integra uma antologia composta por cinco curtas, dirigidos por outros quatro diretores além de Salles: Aleksey Ferdochenko (Rússia), Madhur Bhandarkar (Índia), Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul) e Jia Zhangke (China). O filme coletivo estreou no Festival de cinema BRICS, em Chengdu, na China, em junho de 2017. Atualmente, trabalha no desenvolvimento de seu próximo longa-metragem, uma fábula de exorcismo (ainda sem título), a ser produzida também pela RT Features. Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME.
Conheça mais sobre o diretor Cris Azzi

Como diretor estreou em 2007 com o documentário Sumidouro, exibido na Mostra Competitiva do Festival “É Tudo Verdade”. Seu segundo documentário, O Dia do Galo, co-direção com Luiz Felipe Fernandes, foi o vencedor do júri popular da Mostra de Cinema de Tiradentes em 2015. Foi exibido durante 6 semanas nas salas de cinema em Minas Gerais alcançando mais de 30 mil espectadores.
Na ficção, seu primeiro trabalho em longa metragem foi o filme de episódios 5 Frações de Uma Quase História, dirigindo Qualquer Vôo. Lançado em 2007, o filme foi exibido no Festival do Rio, Na Mostra Internacional de SP, na Mostra de Cinema de Tiradentes, no Chicago Latino Film Festival no Cine PE ( prêmio especial do júri e melhor direção de arte) e no Brazilian Film Festival (prêmio especial do júri e melhor roteiro). Nos cinemas, Luna será o primeiro filme de ficção solo de Cris Azzi.











