Eduardo Moscovis será o governador Sandro Correa, um dos políticos corruptos na mira do Doutrinador (Kiko Pissolato), em filme e série homônimos que estão sendo rodados em São Paulo. O Doutrinador, vigilante das HQs criado por Luciano Cunha – que se tornou conhecido no Brasil e em vários lugares do mundo através da internet e de edições impressas -, é um combatente implacável dos corruptos que sugam e atrasam o país.
Fotos: Aline Arruda
O longa estreia nos cinemas em setembro deste ano, com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça. A série será exibida pelo canal Space, em 2019. O filme e a série foram criados pelo próprio Luciano Cunha e Gabriel Wainer, que também assinam o roteiro ao lado de Mirna Nogueira, LG Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lage e Denis Nielsen. No elenco, além de Pissolato e Eduardo Moscovis estão Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros.
O Doutrinador é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.
Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.
15h17 – Trem Para Paris – Quando um terrorista invade o trem n° 9364 da Thalys a caminho de Paris, três amigos e soldados norte-americanos – Anthony Sadler, Alex Skarlatos e o piloto da Força Aérea Spencer Stone – se esforçam para imobilizar o extremista, armado com um fuzil AK-47, e evitar uma enorme tragédia.
Ella e John – Lá pelos 70 e poucos anos, o casal de aposentados, Ella (Helen Mirren) e John (Donald Sutherland), decide fazer uma última viagem pelo país juntos. Desafiando as probabilidades os dois embarcam numa aventura que vai de Boston para The Ernest Hemingway Home em Key West.
Imagens do Estado Novo 1937-45 – Uma reavaliação da herança deixada do período ditatorial de Getúlio Vargas, através de materiais de arquivo, analisando suas fontes de inspiração externas, contradições e formas de funcionamento.
Círculo de Fogo – A Revolta
Círculo de Fogo: A Revolta – Filho de Stacker Pentecost, responsável pelo comando da rebelião Jaeger, Jake Pendergast (John Boyega) era um promissor piloto do programa de defesa, mas abandonou o treinamento e entrou no mundo do crime. Quando uma nova ameaça aparece, Mako Mori (Rinko Kikuchi) assume o lugar que era do pai no comando do grupo Jaeger e precisa reunir uma série de pilotos. Ela procura o irmão Jake e decide lhe oferecer uma segunda chance para ajudar no combate e provar seu valor.
A Forma da Água – Década de 60. Em meio aos grandes conflitos políticos e transformações sociais dos Estados Unidos da Guerra Fria, a muda Elisa (Sally Hawkins), zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate ela recorre ao melhor amigo Giles (Richard Jenkins) e à colega de turno Zelda (Octavia Spencer).
Por Trás dos Seus Olhos – Casada com um marido atencioso (Jason Clarke, Gina (Blake Lively) é uma mulher cega que acaba recuperando a sua visão. Iniciando uma nova fase em sua vida, ela começa a ver e descobrir situações perturbadoras da vida a dois, mudando completamente o seu relacionamento com o marido, que se torna uma teia de mistérios.
A Odisseia
A Odisseia – O aventureiro oceânico e cineasta francês Jacques-Yves Cousteau (Lambert Wilson) embarca em uma grande viagem com sua família na embarcação Calypso. Com o passar dos anos, no entanto, seu amor pelo mundo submerso – e suas possibilidades de negócios – relega a segundo plano a mulher (Audrey Tautou) e os filhos. Quando cresce, Phillippe (Pierre Niney) volta a bordo apesar da péssima relação com o pai e os dois precisam superar todas as diferenças e mágoas para sobreviver em alto-mar.
Com Amor, Simon – Aos 17 anos, Simon Spier (Nick Robinson) aparentemente leva uma vida comum, mas sofre por esconder um grande segredo: não revelou ser gay para sua família e amigos. E tudo fica mais complicado quando ele se apaixona por um dos colegas de classe, anônimo, na internet.
Três Anúncios para um Crime – Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.
Tomb Raider
Tomb Raider – A Origem – Aos 21 anos, Lara Croft (Alicia Vikander) leva a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido (Dominic West) há sete anos, ideia que ela se recusa a aceitar. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha japonesa
Pantera Negra – A história de T‘Challa (Chadwick Boseman), príncipe do reino de Wakanda, que perde o seu pai e viaja para os Estados Unidos, onde tem contato com os Vingadores. Entre as suas habilidades estão a velocidade, inteligência e os sentidos apurados.
Pedro Coelho – Pedro Coelho é um animal rebelde que apronta todas no quintal e até dentro da casa do Mr. McGregor (Domhnall Gleeson), com quem trava uma dura batalha pelo carinho da amante de animais Bea (Rose Byrne).
Dia 21 de março começa também a Mostra de Cinema Francófono, que se estende até 31 do mesmo mês. De comédia a romance, passando por drama e outros gêneros cinematográficos, a seleção apresenta um rico recorte da cultura francófona com representantes da Bélgica, Burkina Faso, do Canadá, da Costa do Marfim, França, Eslovênia, do Senegal e da Suíça. Oportunidade única para conhecer a rica cultura desses países pelo olhar da sétima arte, em sessões gratuitas durante a semana e aos sábados e domingos.
A Economia do Amor
Destaque para a animação Aya de Yopougon, da Costa do Marfim. Concorreu ao César 2014 na categoria “Melhor filme de animação” e ganhou o Prêmio do grande Festival de Angoulême (2006). Também merece atenção “Entre nós, o estranho”, documentário brasileiro de Guto Pasko que apresenta um retrato da presença ucraniana no sul do Brasil contemporâneo. “A tradicional mostra de cinema francófono conta com uma seleção de 12 filmes, em sua maioria inéditos nas telas brasilienses”, comenta Matthieu Bernard, diretor da Aliança Francesa de Brasília.
O Quadro
“Especialmente na capital do país, a língua francesa constitui uma maneira de acessar o mundo de hoje, é uma ferramenta de comunicação, de reflexão e de criação que favorece a troca de experiências, a mobilidade acadêmica e de maneira geral, o diálogo intercultural”, afirma. A 21ª edição do Festival da Francofonia, em Brasília, é presidida pela Embaixada do Gabão.
É chegado o momento de todo o Distrito Federal respirar cinema. Seja dirigindo, atuando, produzindo ou assistindo. Após o sucesso em 2016, o Festival de Cinema do Paranoá chega a sua 2ª edição ainda mais grandioso e com uma oportunidade única para os artistas locais exibirem seus filmes. De 23 a 29 de abril (segunda a domingo), o Centro de Desenvolvimento e Cultura do Paranoá – CEDEP (Q. 9 Conjunto D) vai virar um verdadeiro polo cinematográfico e de arte.
Fotos: Vladimir Luz
Oficinas de cinema, exibição de curtas-metragens nacionais e realizados no Distrito Federal, mostra com filmes direcionados a pessoas com deficiência auditiva – exibidos com legendas ou janela de Libras -, exposição de artesanatos, competição de break, rimas e skate. Além, claro, da Mostra Competitiva dos curtas com premiação em troféu e em dinheiro para os vencedores eleitos por júri popular e por júri oficial. O que não vão faltar são oportunidades. As inscrições para quem quiser participar já começaram e podem ser feitas até o dia 20/03/2018 (terça-feira) pelo link: http://bit.ly/FestCineParanoa-Inscrição
Segundo o idealizador do festival, o ator, produtor e diretor potiguar Januário Junior, o importante é lutar pela formação de plateia e dar uma oportunidade para os artistas da capital mostrarem seus belos trabalhos. “O II Festival de Cinema do Paranoá tem como objetivo aproximar a comunidade do cinema nacional, estimular a formação de plateia, promover o debate e a reflexão sobre os temas abordados nas diversas obras da produção nacional, distrital e cidades do Entorno em curtas-metragens. Pretende, ainda, dar continuidade, na periferia, à difusão de atividades e processos cinematográficos, que refletem a atualidade do audiovisual contemporâneo em curta-metragem e possibilitar o contato e o acesso do público de várias regiões administrativas do DF e demais interessados, à experiência do cinema”, pontua, entusiasmado. A 2ª edição do festival é uma realização da Oitava Arte Produções com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e produção da OF Produção Cultural.
Os pequenos também terão vez na 8ª edição do Fórum Mundial da Água. Parte da programação do evento, o Green Film Festival vai trazer 10 curtas-metragens para a criançada acompanhar e se conscientizar sobre a importância da água. É a primeira vez que o Brasil recebe o fórum, que acontecerá de 18 (domingo) a 23 (sexta) de março no Cine Brasília (106/107 Sul). As sessões ocorrem entre 14h30 e 20h30, de 18 a 22 do mês. Na sexta (23/03), haverá reprise do melhor curta e longa-metragem, às 16h30 e 18h30, respectivamente. A entrada é franca. Confira programação no site.
Konagxeka
No dia 18/03 (domingo), às 14h30, a maratona infantil tomará conta do Cine Brasília (106/107 Sul) com filmes que englobam produções da Espanha, Venezuela, Brasil, Argélia, Estados Unidos, Colômbia, entre outros países. Todos feitos para os pequenos e com múltiplas formas de encarar a importância vital da água. O brasileiro Konagxeka – A Enchente Maxakali, de Isael Maxakali e Charles Bicallho, é uma das produções realizada por uma tribo indígena de Minas Gerais, os Maxakali. A animação mostra o mito do dilúvio deste povo e as ilustrações que foram feitas por eles durante um workshop realizado na aldeia verde Maxakali, no município de Ladainha (MG).
Aquário
Destaque também para o espanhol Tartaruguinha, de Jaumem Quiles e Olga Poliektova. O filme conta a história de uma tartaruga que enfrenta perigos para chegar ao mar e reunir-se com a família. Já o argeliano Viva a Água, de Mustapha Benghernaout, realça, em 1 minuto, a importância de usar a água com sabedoria e sem desperdício.O argentino Aquário é, ainda, uma das animações que comove ao mostrar os impactos das intervenções humanas na vida dos oceanos.
Serviço
Green Film Festival na 8ª edição do Fórum Mundial da Água.
De 18 a 23 de março
Local: Cine Brasília (106/107 Sul), das 14h30 às 20h30.
Entrada franca.
Programação completa e classificação indicativa dos filmes:
O longa Encantados é inspirado na trajetória de Zeneida Lima, que enfrentou diversas barreiras para seguir seu destino e se tornar uma líder espiritual; uma história de amor e encantos. O novo filme de Tizuka Yamasaki é o 12º longa de sua carreira. A personagem central do novo longa de Tizuka não poderia ser mais simbólica nessa data. A diretora conta a história real de Zeneida Lima, que enfrentou os pais para seguir seu dom espiritual, e também a sociedade para levar adiante seus ideais, a defesa da natureza e a fundação de um instituto na Ilha do Marajó, com um programa educacional para atender crianças da periferia da região.
Por suas crenças e convicções, ela sofreu preconceito, mas, certa de sua missão, transpôs barreiras e tornou-se uma líder, uma das importantes personalidades do Estado do Pará e do País. Tizuka sempre retratou mulheres fortes, empoderadas, desde o clássico Gaijin, passando pelo sucesso juvenil Lua de Cristal e pela libertária Anayde Beiriz de Parahyba Mulher Macho, até o documentário Tomie que realizou sobre a artista Tomie Ohtake e, agora, o filme sobre Zeneida Lima.
Inspirada pelo livro O Mundo Místico dos Caraúnas da Ilha do Marajó, a diretora fez uma livre adaptação da história de Zeneida, focando num momento crucial de sua vida: a transição da menina para a adolescência, em que seus dons para curar com elementos da natureza se afloram em meio a um turbilhão de sentimentos e questionamentos característicos dessa fase da vida e a descoberta do primeiro amor.
Interpretada por Carolina Oliveira, Zeneida é a mais velha de oito irmãos, que moram com a mãe, Zezé (Letícia Sabatella), e com Cotinha (Dira Paes), uma cabocla, filha de criação da família, em Belém. No entanto, o advogado Angelino (José Mayer), pai dos oito filhos que teve com Zezé, sua amante, não quer que sua vida ‘clandestina’ prejudique a carreira política e, por isso, decide mandar toda a família para sua fazenda na Ilha de Marajó. Zeneida parte de Belém a contragosto, mas é na ilha que a adolescente vai vivenciar uma série de descobertas transformadoras.
Lá ela conhece Antônio (Thiago Martins), um ser da natureza, um encantado. Esse amor, no entanto, não é aceito pelos pais, pois somente Zeneida pode vê-lo. Para os pais, Antônio pertence ao imaginário da filha. Acham que ela está enlouquecendo. Além disso, Zeneida precisa enfrentar os próprios conflitos, anseios e dúvidas, e desenvolver suas habilidades espirituais, com a ajuda de mestre Mundico (Ângelo Antônio) e de Cotinha, a única na casa que a entende.
Depois de Beira-Mar (premiado em 2015 como Melhor Filme – Novos Rumos no Festival do Rio), Filipe Matzembacher e Marcio Reolon voltarão ao Festival de Berlim, agora com o mais novo filme, Tinta Bruta. O longa que acaba de ter seu teaser divulgado teve estreia mundia na Mostra Panorama. Com produção da Avante Filmes, coprodução da Besouro Filmes e distribuição da Vitrine Filmes, o longa tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros ainda em 2018.
Com roteiro também assinado pela dupla, o filme conta a história de Pedro (Shico Menegat), um jovem que tenta sobreviver em meio a um processo criminal, à partida de irmã e única amiga e aos olhares que recebe sempre que sai na rua. Sob o codinome GarotoNeon, Pedro se apresenta no escuro do seu quarto para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. Com o corpo coberto de tinta, ele realiza performances eróticas na frente da webcam. Ao descobrir que outro rapaz (Bruno Fernandes) de sua cidade está copiando sua técnica, Pedro decide ir atrás do mesmo.
O filme A Livraria, de Isabel Coixet, foi o grande vencedor do Goya 2018, considerado o Oscar do cinema espanhol. Com previsão de estreia no Brasil ainda no primeiro semestre e distribuição da Cineart Filmes, o longa levou para casa os troféus de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Roteiro Adaptado.
A história gira em torno de uma viúva que decide reconstruir sua vida e, para isso, resolve abrir uma livraria, apesar da oposição da população do vilarejo onde vive, na Inglaterra, em 1950. Apaixonada por literatura, a diretora dedicou os prêmios “a todos aqueles que ainda compram livros, abrem livrarias e amam cinema”. Falado em inglês, o filme traz um elenco estrelas formado por Emily Mortimer, Bill Nighy, Patricia Clarkson e Jorge Suquet, entre outros.
A Epifania Filmes e Teimoso Filmes e Artes, em coprodução com Globo Filmes e GloboNews, apresentam o longa-metragem Pra Ficar na História, de Boca Migotto (Filme sobre um Bom Fim). O documentário acompanha o dia-a-dia do descendente de italianos Luiz Henrique Fitarelli. Há mais de dez anos, ele constrói seu próprio povoado colonial em Garibaldi (RS). A Villa Fitarelli, como é conhecida, também serve de museu e locação para filmes e novelas de época, como a recente Tempo de Amar, da TV Globo. O filme entra em cartaz no dia 8 de março (qui) em Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ). Estão previstas também exibições em Bento Gonçalves (RS) e Caxias do Sul (RS). Pra Ficar na História tem produção executiva de Fabiano Florez e Mariana Mêmis Müller e distribuição de Tathiana Mourão, da Pipoca & Filmes.
Fotos: Bruno Polidoro
Entre dois continentes, a equipe do documentário acompanhou a rotina de Luiz Fitarelli durante 17 dias, com imagens captadas em Garibaldi, na serra gaúcha, e nas cidades italianas de Lentiai, Marostica, Canal San Bovo e Padova. “Levamos nosso protagonista para o norte da Itália, região de onde vieram seus antepassados e para onde ele faz o caminho inverso, em busca de suas origens”, comenta o diretor Boca Migotto, que também assina o roteiro. “Pra Ficar na História aproxima o Brasil e a Itália a partir das histórias em comum e da busca pela preservação da memória que une estes dois países”, resume o cineasta.
Fitarelli é um apaixonado por antiguidades. Desde os 12 anos, coleciona os objetos de seu acervo, que chegam a milhares. As peças incluem barris de vinho, móveis coloniais e inúmeras ferramentas. Do próprio bolso, Fitarelli construiu uma autêntica vila do final do século XIX, que inclui uma capela, estábulos e moinho com roda de água. “Em sua cidade, comentavam que se tratava de uma figura incomum que gastava dinheiro construindo ‘aquela vila italiana’”, relembra o diretor. Boca Migotto encontrou inspiração na história do colecionador enquanto gravava uma série de televisão dentro da Villa Fitarelli, em 2009. “Foi neste momento em que o excêntrico personagem virou visionário e ali nasceu a ideia do documentário”, conclui.
O Brasil vai receber, pela primeira vez, a 8º edição do Fórum Mundial da Água. Escolhida para ser a cidade-sede, Brasília preparou uma programação cinematográfica intensa para recepcionar o evento. O Green Film Festival estreia na capital federal com produções dos quatro cantos do mundo. Nas telonas, se realçará a importância da água para a vida e para os sonhos. Documentários, animações, ficções, curtas e longas-metragens vão debater sobre o tema em múltiplos aspectos. A particularidade se reflete no olhar dos diretores de 19 países que participam com filmes no festival.
Curta Estado Líquido
O evento ocupará o Cine Brasília (106/107 Sul) de 18 (domingo) a 23 (sexta-feira) de março. As sessões acontecem entre 14h30 e 20h30, de 18 a 22 do mês. Na sexta (23/03), serão reexibidoso melhor curta e longa-metragem, às 16h30 e 18h30, respectivamente. A entrada é franca. Confira a programação completa no site: http://filmambiente.com/festival/pt/green-film-program-no-forum-mundial-da-agua-2018/.
Exilia
Serão exibidos 13 longas-metragens em competição, além dos longas e curtas da sessão Panorama. Na programação, há 10 curtas infantis para os pequenos também se conscientizarem em belas produções, como Água que Cai, de Nick lannaco (EUA); Os Espíritos da Floresta, de EstebanForero (Colômbia); e Aquário, de Diego L Yáñez Guzmán (Argentina). A maratona de filmes infantis será no dia 18 de março (domingo), às 14h30.
Konagxeka
Produções da Argentina, México, Canadá, Estados Unidos, África, Brasil, Irã, Espanha, Israel, dentre outros países, vão mostrar diversos olhares sobre. O enfoque: a água e as vertentes que o tema gera. Incluindo, a catástrofe no município de Mariana (MG), em 2015, e até a religiosidade e espiritualidade existentes em torno da água.
Serviço
Green Film Festival na 8ª edição do Fórum Mundial da Água.
De 18 a 23 de março
Local: Cine Brasília (106/107 Sul), das 14h30 às 20h30.
Entrada franca.
Programação completa e classificação indicativa dos filmes: