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Conheça todas as oficinas grátis do Festival de Brasília

Serão promovidas oficinas nas sedes do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A população poderá participar de aulas. Conheça melhor as oficinas e os professores. As inscrições podem ser feitas no site oficial do evento.

Interpretação para o Cinema

LOCAL:  UnB – Departamento de Artes Cênicas
DATA: 15 a 19 de setembro, das 14h às 18h.

Atores, roteiristas e realizadores podem participar da oficina que propõe uma reflexão sobre a função do ator/atriz nos filmes e o conceito de personagem. A ideia é também estabelecer um diálogo artístico entre direção e elenco durante o processo de casting, pré-produção e filmagem.

Amanda Gabriel – Atua há mais de uma década como preparadora e produtora de elenco e trabalhou em filmes como Aquarius (2016), A Cidade Onde Envelheço (2016), O Delírio é a Redenção dos Aflitos (2016), Para Minha Amada Morta (2015), O Último Cine Drive-in (2014), Amor, Plástico e Barulho (2013), O Som ao Redor (2012), Eles Voltam (2012) e Muro (2008)..

Direção de Arte
LOCAL: Espaço Cultural Invenção Brasileira – Taguatinga
DATA: 15 a 19 de setembro, das 14h às 18h
A oficina visa aproximar os participantes do universo da direção de arte na produção audiovisual usando exemplos de trabalhos, observação e reflexão sobre o processo criativo, além do exercício prático. Os alunos criarão um projeto de direção de arte e caracterização a partir de músicas ou situações dramáticas sugeridas em aula.
Foto: Gui Mohallem
Monica Palazzo – Diretora de arte de cinema e séries para TV, tem entre seus principais trabalhos os longas-metragens Para a minha amada morta (2015), Oração do amor selvagem (2015), Eu te levo (2016), O Diabo mora aqui (2015), Rio Cigano (2013), Cores (2012) e Sonhos de peixe (2006). Foi premiada no Festival de Brasília, Festival de Cinema da Fronteira, CinePE, Fest Cine Brasileiro de Miami, FAM, entre outros. Dirigiu os curtas Páginas de menina(2008) e Trilogia: 1718, 1972 e 2009 e o inédito Mãe do ouro (2009).
Infortúnios e virtudes do roteiro – Possíveis processos criativos
LOCAL: Sesc Ceilândia
DATA: 20 a 24 de setembro, das 14h às 18h
A oficina teórica é voltada para pessoas com alguma experiência no desenvolvimento de narrativas. Serão abordados diferentes aspectos do roteiro, como a narrativa elaborada para um outro olhar (roteirizar para outros), a escritura em causa própria (roteirizar para si) e a possível construção do roteiro documental (como e quando é possível uma estrutura). Em cinco blocos, de quatro horas cada, o roteirista/diretor propõe uma série de reflexões para, a partir delas, estabelecer vínculos criativos com os participantes da oficina, dando-lhes lastro para a construção de narrativas.
Hilton Lacerda é autor dos roteiros dos filmes Baile Perfumado (1996), Amarelo Manga (2002), Árido Movie (2005), Baixio das Bestas (2006), A Festa da Menina Morta (2008), FilmeFobia (2009), Estamos Juntos (2011) e Febre do Rato (2011) e Big Jato (2016). Dirigiu com Lírio Ferreira o documentário Cartola – Música Para os Olhos (2007) e assina a direção de Tatuagem (2013). Participou como roteirista e diretor de várias séries de TV de veiculação nacional, sendo, a mais recente, Fim do Mundo (2016). Atualmente dedica-se à série Lama dos dias.
LAB Intensivo de Séries de TV
LOCAL: Faculdade ICESP – Guará
DATA: 15 a 19 de setembro, das 14h às 18h
Inspirada nos moldes dos laboratórios realizados pelo Sundance Institute, da Universidade de Columbia (Estados Unidos) e da Fundación Carolina (Espanha), a oficina tem como objetivo o desenvolvimento de seriados. A dinâmica envolve três frentes de ação: o trabalho individual de cada participante (extraclasse), a consultoria do palestrante para cada projeto e a colaboração criativa dos colegas em classe, segundo o modelo “writers room”. Nas aulas serão abordados diferentes modelos, formatos, temas e durações de séries, técnicas de decupagem, relações entre personagens, entre outros tópicos. Ao final, os autores terão um documento apto para apresentação em mercados como Rio Content, Editais do FSA, e canais de TV a cabo.
Aleksei Abib
Aleksei Abib – Roteirista, consultor de roteiro e diretor. Entre seus principais trabalhos estão os roteiros de A Via Láctea (46e. Semaine Internationale de la Critique, Festival de Cinema de Cannes), do documentário O Último Kwarup Branco (menção honrosa no DOCSDF – Festival Internacional de Documentários da Cidade do México) e da novela Água na boca, da Band. Atualmente é um dos professores convidados das oficinas de roteiro da EICTV, Escuela Internacional de San Antonio de los Banos, em Havana, Cuba.
Compondo trilhas sonoras
LOCAL: Sesc Gama
DATA: 15 a 19 de setembro, das 14h às 18h
A partir da história da música para cinema, estrangeira e brasileira, a oficina pretende capacitar nesta atividade tanto músicos, amadores e profissionais, quanto interessados pela produção cinematográfica. Assuntos como direitos autorais e produção musical também serão abordados. Como exercício prático será proposto o desenvolvimento de uma trilha sonora para apresentação na última aula.
Mateus Alves
Mateus Alves – Graduado em música pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE e mestre em composição pela Royal College of Music (Londres), onde também estudou Música para Cinema com o compositor britânico Howard Davidson. Atualmente, leciona no Departamento de Música da UFPE como professor substituto. Desde 2013 trabalha com trilhas sonoras para filmes pernambucanos, como Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, pela qual foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2017; e Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, pela qual ganhou o Candango no 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2014).

A criança no set

LOCAL: IESB (613 Sul)
DATA: 20 a 24 de setembro, das 14h às 18h

O objetivo é analisar projetos audiovisuais que envolvam crianças no elenco, desde o casting até as filmagens, e pensar o set como um ambiente de transformação para as crianças. A oficina é direcionada para realizadores, preparadores de elenco e atores que queiram trabalhar na área.

Fernanda Rocha – Atriz, roteirista, diretora e preparadora de elenco, Fernanda Rocha foi premiada em festivais como o Rencontres Du Cinema Sud-Americain de Marseille (França), Festival de Gramado e Festival Internacional do Rio. É especializada em preparação de elenco infanto-juvenil, tendo executado a função em mais 25 filmes entre longas e curtas-metragens. Dirigiu a peça Os Estonianos e o curta-metragem Doce de Goiabada (menção honrosa no Festival de Cinema de Triunfo). Atuou em longas-metragens como Separações (2002), O Fim e os Meios (2014) e O Último Cine Drive-in (2015).

Kinofogo exibe A Vizinhança do Tigre no Paranoá

A Mostra de Cinema Itinerante do cineclube Kinofogo traz para Brasília, em exibição única, o longa-metragem mineiro A Vizinhança do Tigre, de Affonso Uchoa. A sessão acontecerá na praça central do Paranoá, no dia 2 de setembro, às 20h. Um cinema móvel será instalado no local para a exibição a céu aberto do filme. O filme, de 2014, conta a história dos jovens Juninho, Eldo, Adilson, Menor e Neguinho, moradores da periferia de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, que vivem divididos entre o trabalho e a diversão, o crime e a esperança. O filme recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri da Crítica da 17° Mostra de Cinema de Tiradentes e é exibido pela primeira vez no Distrito Federal.
A Vizinhança do Tigre
A mostra
A primeira sessão da Mostra de Cinema Itinerante Kinofogo apresentou o filme Cidade do Futuro (BA), numa sessão realizada no Varjão. Também serão exibidos: A Cidade é Uma Só? (DF) e Vou Rifar Meu Coração (RJ). “Nos filmes escolhidos os lugares atuam na construção das narrativas. Da mesma forma, a ação de instalar um telão em lugares específicos do Varjão e do Paranoá propõe intervir, uma forma de participar da composição dessas cidades do Distrito Federal. Além dos filmes, o Kinofogo propõe a convivência em torno da fogueira, seja a conversa com os(as) convidados(as) ou fenômenos espontâneos vindos da rua”, afirmam os organizadores. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF) e tem apoio das Administrações Regionais do Varjão, Lago Norte e do Paranoá. As sessões são gratuitas e abertas ao público.
A Cidade do Futuro
Debate sobre o filme
No domingo, 3, dia seguinte à sessão, acontecerá um debate no Espaço AVI, localizado no Núcleo Rural do Urubu. Será exibida uma sessão surpresa, escolhida pelos atores convidados, aos que estiverem presentes no debate. Será disponibilizado transporte gratuito, que passa pelo Plano Piloto e Paranoá.
Cineclube Kinofogo
O cineclube a céu aberto Kinofogo acontece desde março de 2016 no Espaço AVI, localizado no Núcleo Rural Córrego do Urubu. Com curadoria e produção de Maurício Chades, Silvino Mendonça e Yasmin Adorno, apresenta filmes inéditos ou de pouca circulação nos cinemas comerciais do DF, com a participação de realizadores e debates.




Coração e Alma, um filme para ver e refletir

Numa época onde as pessoas são usadas e os objetos são amados, o filme Coração e Alma pode provocar alguma reflexão para todos que não possuem alguma empatia com o próximo. O longa-metragem dirigido por Katell Quillévéré faz pensar sobre como é preciso aprender a lidar com os outros diante da fragilidade da vida. E toda mensagem é tratada de forma verdadeira, natural e sem a intenção de panfletar alguma mensagem solidária. Compreende e segue apenas quem tem a sensibilidade para tal.

O drama começa com belíssimas imagens de surfe, esporte praticado por Simon (Gabin Verdet). Acompanhado dos amigos, ele aproveita as ondas e a juventude em incríveis sequências filmadas com pura poesia. Sem mais delongas, o roteiro não perde tempo ao apresentar a tragédia: um acidente de carro que acaba por tirar a vida de Simon. Diagnosticado com morte cerebral, o adolescente de 17 anos permanece neste mundo apenas por estar ligado a equipamentos.

A situação é propícia à doação de órgãos, uma decisão que cabe aos pais (interpretados por Emmanuelle Seigner e Kool Shen). A escolha não envolve apenas permitir que os órgãos sejam levados para quem precisa, mas também o desligamento dos aparelhos do filho. Paralelo ao luto, o filme mostra o cotidiano de uma mulher que está com grave problema cardíaco, que a impede de fazer muitos esforços físicos e diminui seu tempo de vida.
Não é surpresa que ambos os núcleos se fundem, mas a forma como tudo é mostrado que merece aplausos. Coração e Alma poderia seguir o óbvio caminho do melodrama, mas consegue comover sem apelações. A emoção está presente nos detalhes e em toda a humanidade dos personagens, que são tratados de forma realista, sem exageros. Extremamente sutil e delicado, o título foi exibido no Festival Varilux de Cinema Francês deste ano e consegue derramar lágrimas. O tipo de filme que o público leva consigo para casa após o fim da projeção.

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br


Veja aqui o trailer do filme Coração e Alma:



Réparer les vivants (França / Bélgica, 2016) Dirigido por Katell Quillévéré. Com Tahar Rahim, Emmanuelle Seigner, Anne Dorval, Bouli Lanners, Kool Shen, Monia Chokri…

Não perca o festival 8 ½ Festa do Cinema Italiano

O festival 8 ½ Festa do Cinema Italiano traz mais uma vez ao Brasil uma seleção ambiciosa e exclusiva, com os melhores e mais interessantes filmes da recente produção italiana, com uma mostra que ocorre de 31 de agosto a 6 de setembro de 2017 em oito cidades do país. Depois de dez anos de sucesso em dezenas de cidades lusófonas em três diferentes continentes, de passar por Porto Alegre em 2014 e 2015, e chegar a mais cinco cidades em 2016, desta vez o festival amplia seu circuito e também será realizado em Salvador e Recife. Além destas, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre. 
Em Guerra Por Amor
A ampliação se deve graças ao apoio fundamental do circuito Espaço Itaú de Cinema e do Cinema São Luiz, em Recife, que exibirão os sete filmes selecionados para a mostra. O filme de abertura desta edição será Em Guerra por Amor, película dirigida e estrelada pelo humorista e ator PIF (Pierfrancesco Diliberto), uma comédia divertida e contundente, que faz uma reflexão bem humorada e também profunda sobre o amor, a Sicília e a máfia em uma trama que se passa em plena Segunda Guerra Mundial.
O Fantasma da Sicília
Entre os demais títulos da programação, destaca-se O Fantasma da Sicília, de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza, que estarão no Brasil durante o Festa. Filme de abertura da Semana da Crítica no Festival de Cannes, o longa foi recebido com entusiasmo por público e crítica na Riviera Francesa. O filme conta uma história de máfia verdadeira (o desaparecimento do jovem Giuseppe di Matteo, acontecimento que chocou a opinião pública italiana nos anos 90) narrada como se fosse um gótico conto de fadas. Um filme fascinante e surpreendente que sabe misturar com inteligência diferentes gêneros e influências e recebeu o prêmio de melhor roteiro em Sundance (2016). 
Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo
Outro destaque da programação é Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo, de Francesca Comencini, que integra a seleção oficial do Festival de Locarno 2017 e tem estreia marcada para o próximo dezembro. Um filme que conta as tragicômicas peripécias de Claudia e as suas tentativas de salvar a sua belíssima historia de amor. Vale destacar ainda que o 8 ½ Festa do Cinema Italiano exibe todos os filmes de sua programação simultaneamente em todas as oito cidades onde ocorre, sempre com dois filmes em cartaz por dia. Além disso, os títulos têm distribuição garantida em território nacional e entrarão em cartaz nos próximos meses. 
Deixa Rolar
O 8 ½ Festa do Cinema Italiano é um evento organizado no Brasil pela Associação Il Sorpasso em colaboração com Mottironi Editore e com o apoio institucional da Embaixada da Itália em Brasília, dos Institutos Italianos de Cultura de São Paulo e Rio de Janeiro, do Cinecittà Luce, do Ministério da Cultura Italiana (MIBACT Direzione Cinema) e do Anica. Além disso, conta ainda com a colaboração da rede de Consulados Italianos em todas as cidades que recebem o festival no Brasil.

A semana (31/8 a 6/7) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


Atômica – Lorraine Broughton (Charlize Theron), uma agente disfarçada do MI6, é enviada para Berlim durante a Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Ao lado de David Percival (James McAvoy), chefe da localidade, a assassina brutal usará todas as suas habilidades nesse confronto de espiões.

A Torre Negra – Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.


O Acampamento – Ian e Samantha chegam a um acampamento isolado para encontrar um SUV e uma tenda – sem nenhum sinal dos ocupantes. A descoberta de uma criança angustiada vagando na floresta desencadeia terríveis eventos que irão testar o ponto de ruptura do jovem casal.

Emoji: O Filme

Emoji: O Filme – Textopolis é a cidade onde os Emojis favoritos dos usuários de smartphones vivem e trabalham. Lá, todos eles vivem em função de um sonho: serem usados nos textos dos humanos. Todos estão acostumados a ter somente uma expressão facial – com exceção de Gene, que nasceu com um bug em seu sistema, que o permite trocar de rosto através de um filtro especial. Determinado à se tornar um emoji normal como todos os outros, eles vai encarar uma jornada fantásticas através dos aplicativos de celular mais populares desta geração – e no meio do caminho, claro, fazer novos amigos.

David Lynch: A Vida de um Artista – Em uma íntima jornada, o documentário narra sobre os anos que formaram a vida do cineasta David Lynch. Desde sua criação idílica em uma pequena cidade até as ruas escuras de Filadélfia, acompanhamos Lynch à medida que ele traça os eventos principais para a sua formação, assim como para o seu estilo cinematográfico enigmático.

Lady Macbeth – Katherine (Florence Pugh) está presa a um casamento de conveniência. Casada com Boris Macbeth (Christopher Fairbank), a jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos.
João, o Maestro – Quando criança, João Carlos Martins foi considerado um prodígio do piano. Aos poucos, sua fama ganhou os noticiários e levou o músico à Europa e a outros países da América do Sul. Estabelecido como pianista de sucesso, na fase adulta, sofre um acidente que prejudica o movimento da mão direita. João tenta se reestabelecer e, enquanto isso, apresenta-se em concertos para uma mão só. No entanto, um segundo acidente retira os movimentos da mão esquerda. João reinventa-se mais uma vez, como maestro.

Como Nossos Pais
Como Nossos Pais – Rosa (Maria Ribeiro), 38 anos, é uma mulher que se encontra em uma fase peculiar de sua vida, marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos, seus objetivos profissionais e enfrentar as dificuldades do casamento, Rosa também continua sendo filha de sua mãe, Clarice (Clarisse Abujamra), com quem possui uma relação cheia de conflitos.
O Castelo de Vidro – Baseado no livro Castelo de Vidro, da jornalista Jeanette Walls, a trama retrata a infância de Walls, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade.

Polícia Federal – A Lei é Para Todos – Inspirado em fatos reais sobre a Operação Lava-Jato, uma série de investigações sobre a corrupção no Brasil, desde o início do processo até a condução coercitiva do ex-presidente Lula. Marcelo Serrado interpreta o juiz Sérgio Moro.

Um Filme de Cinema – Um cinema abandonado e em ruínas no interior da Paraíba é o cenário inicial de um filme sobre o cinema, que viaja nos depoimentos do romancista e dramaturgo Ariano Suassuna e de inúmeros cineastas, como Bela Tarr, Júlio Bressane, Ruy Guerra, Jia Zhang-ke e Karim Aïnouz. Eles discutem questões sobre a linguagem cinematográfica: como atingir a verdade? O cinema deveria ser realista ou privilegiar o falso? Qual é o papel da objetividade na hora de filmar? Como explorar o som? Qual é a diferença de usar planos longos em relação aos curtos?

Bingo
Bingo – O Rei das Manhãs – Cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo exibido pelo SBT durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.
O Estranho que Nós Amamos – Virginia, 1864, três anos após o início da Guerra Civil. John McBurney (Colin Farrell) é um cabo da União que, ferido em combate, é encontrado em um bosque pela jovem Amy (Oona Laurence). Ela o leva para a casa onde mora, um internato de mulheres gerenciado por Martha Farnsworth (Nicole Kidman). Lá, elas decidem cuidá-lo para que, após se recuperar, seja entregue às autoridades. Só que, aos poucos, cada uma delas demonstra interesses e desejos pelo homem da casa, especialmente Edwina (Kirsten Dunst) e Alicia (Elle Fanning).

Dupla Explosiva – O principal guarda-costas do mundo possui um novo cliente: um assassino de aluguel que precisa testemunhar na Corte Internacional de Justiça. Por anos eles estavam em lados opostos de um tiro, mas agora eles estão presos juntos. Eles precisam colocar as diferenças de lado para chegarem ao julgamento a tempo.
Corpo Elétrico – Elias (Kelner Macêdo) é o jovem criador de uma fábrica de confecção roupas no centro de São Paulo. Ele mantém pouco contato com a família na Paraíba, e passa seus dias entre o trabalho e os encontros com outros homens. Enquanto reflete sobre as possibilidades de futuro, começa a ficar cada vez mais próximo dos colegas da fábrica, e vê os amigos seguirem caminhos diferentes dos seus.

O Filme da Minha Vida – O jovem Tony (Johnny Massaro) decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas (Vincent Cassel), seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor, e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

Cine61 leva crianças do Projeto EducAmar ao cinema

Talvez para você seja algo comum ir ao cinema e acompanhar as estreias. Entretanto, para muitos, nem sempre é uma atividade corriqueira ver um filme na telona. Pensando nisso, o Cine61 – Cinema Fora do Comum vem trabalhando com uma série de parcerias que visam democratizar a sétima arte para o maior número de pessoas que não possuem a oportunidade de vivenciar a magia do cinema. E é com muito orgulho que agora é anunciada a parceria do site com o Projeto Educamar.

O Projeto Educamar é uma associação que atua na Comunidade Santa Luzia/Estrutural (DF). Atende cerca de 150 crianças e adolescentes (e suas respectivas famílias), todas em situação de risco. O principal objetivo do grupo é promover a educação dentro da periferia como agente de transformação, além de valorizar a comunidade e empoderar os moradores para que sejam donos e protagonistas de suas próprias histórias.

O espaço atualmente oferece aulas de reforço, inglês, capoeira, alfabetização de adultos (em parceria com a Universidade Católica de Brasília), programas de valorização da mulher, oficinas artesanais, eventos culturais, atendimento médico (em parceria com a Universidade de Brasília), bazares beneficentes, programas de lazer e entretenimento. Para ajudar e conhecer melhor sobre as atividades do projeto, visite o Facebook do EducAmar. Com esta parceria com o Cine61, as crianças puderam assistir a filmes infantis, como, O Reino Gelado – Fogo e Gelo, animação da California Filmes.
Conheça mais sobre O Reino Gelado – Fogo e Gelo: Após heroicamente derrotar a Rainha da Neve, Gerda ainda não conseguiu encontrar a paz. Seu sonho é encontrar os pais dela que foram levados pelo Vento do Norte e finalmente reunir a família. Então, Gerda e seus amigos embarcam em uma excitante jornada para buscar seus pais e encontram novos desafios pelo caminho: Eles descobrem um antigo artefato mágico dos Trolls, a Pedra do Desejo. A partir deste momento, as coisas não saem mais como planejado… será que Gerda conseguirá domar as poderosas forças dos elementos mágicos e conseguir ter sua família de volta? A resposta será revelada agora. Essa é uma história que inclui tudo que as crianças gostam: Bondade, bravura, amizade, mistério, amor fraternal e um final feliz, é claro!

Filmes não-finalizados estão na Mostra Futuro Brasil

O objetivo da Mostra Futuro Brasil, atividade inédita no Distrito Federal e introduzida a partir da 50ª edição do mais antigo festival de cinema do país, é o de permitir às obras brasileiras de longa-metragem ainda não finalizadas um primeiro contato com profissionais de curadoria e seleção de grandes festivais internacionais, incrementando a internacionalização do evento. Os curadores dos eventos internacionais serão convidados pelo festival e assistirão a sessões fechadas dos filmes selecionados, realizadas exclusivamente para este fim.
Coiote
A Mostra Futuro Brasil quer proporcionar condições mais competitivas para que filmes brasileiros de produção independente tenham possibilidade de fazer suas estreias internacionais dentro do período de realização desses festivais, abrindo ainda a possibilidade de apoios financeiros práticos para a sua efetiva finalização – o que muitas vezes é um problema real para a produção independente. A mostra selecionou seis longas-metragens nacionais em processo de finalização. Os cineastas terão a oportunidade de exibir os filmes em sessões fechadas e receber feedback de profissionais de curadoria e seleção de grandes festivais internacionais. Confira a lista completa:
Inferninho
A Mulher e O Rio, de Bernard Miranda Lessa (ES)
Coiote, de Sérgio Borges (MG)
Dias Vazios, de Robney Bruno Almeida (GO)
Guerra de Algodão, de Marília Hughes e Claudio Marques (BA)
Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (CE)
Ttriz, de André Carvalheira (DF)

Conheça a mostra paralela Esses Corpos Indóceis

A mostra Esses Corpos Indóceis exibe seis longas-metragens entre 16 e 17 de setembro, em sessões vespertinas no Cine Brasília. Individualmente ou em seu conjunto, esses filmes demonstram de que maneira os cineastas brasileiros têm voltado suas câmeras para o cotidiano de personagens (reais ou ficcionais) que confrontam as expectativas dessa sociedade, afirmando dessa maneira suas identidades. No dia 18, como um complemento para os filmes, um debate vai juntar atores e personagens, presentes ou não nos filmes exibidos, que nos ajudem a refletir na prática sobre esse estado de mundo onde o próprio corpo é uma forma de resistência. Veja o que será exibido:
Baronesa – Direção: Juliana Antunes – Ficção, 70 min, 2017, MG, 16 anos – Andreia quer se mudar. Leid espera pelo marido preso. Vizinhas em um bairro na periferia de Belo Horizonte, elas tentam se desviar dos perigos de uma guerra do tráfico e evitar as tragédias trazidas junto com a chuva.
Diários de Classe – Direção: Maria Carolina da Silva e Igor Souza – Documentário, 76 min, 2017, BA, 12 anos – Frequentando salas de aula de alfabetização para adultos em escolas na periferia e no presídio feminino em Salvador, o documentário encontra as histórias de três mulheres que buscam sobreviver em um sistema que insiste em apagar suas vidas.
Modo de Produção
Modo de Produção – Direção: Dea Ferraz – Documentário, 76 min, 217, PE, livre – O Sindicato de Trabalhadores Rurais de Ipojuca (PE) é um lugar por onde passa, diariamente, uma massa de pessoas com suas vidas talhadas pela cana. Aposentadorias, demissões, relações de trabalho e um suposto desenvolvimento econômico-social que se avizinha como uma miragem distante ou, quem sabe, fantasma: o Porto de Suape.
Estamos​ ​Todos​ ​Aqui​ – Direção: Rafael Mellim e Chico Santos – Ficção, 21 min, 2017, SP, 14 anos – Rosa não é mais Lucas. Expulsa de casa, ela precisa de um lar. Enquanto busca um lugar no mangue para construir seu barraco, o projeto de expansão da zona portuária avança em direção aos moradores da Favela da Prainha. O filme foi desenvolvido a partir de escrita colaborativa com moradoras da Favela da Prainha, às margens de gigantescas transações do Porto de Santos.
Meu Corpo é Político
Meu Corpo é Político – Direção Alice Riff – Documentário, 71 min, 2017, SP, 12 anos – O filme aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem em periferias de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.
Antes do Fim – Direção: Cristiano Burlan – Ficção, 86 min, 2017, SP, 14 anos – Jean sente-se preso na lógica de longevidade que a indústria farmacêutica o impõe e decide planejar um suicídio consciente. Ele convida Helena para que o suicídio seja a dois. Ela, por sua vez, hesita, sabe que viverá bem, inclusive se precisar viver só, mas o ajuda em suas intenções. O silêncio entre eles não revela distância, mas intimidade. São anos de um afeto compartilhado. Juntos, eles prepararão todos os detalhes para o funeral. Ele dança a morte enquanto ela segue ensaiando a vida. Nesse processo, os dois se dão conta de que antes do fim, ainda há uma vida inteira.

Saiba quem formou o comitê de seleção do I FestUniBrasília

As inscrições para o I FestUniBrasília foram encerradas no dia 10/8/2017. A comissão organizadora registrou 279 inscrições de filmes universitários produzidos por estudantes de escolas de cinema e audiovisual brasileiras, de diversos estados, finalizados nos anos de 2015, 2016 e 2017. Os filmes passarão durante o 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Confira a seguir quem fez parte da comissão de seleção do I Festival Universitário de Cinema de Brasília:
Carlos Henrique Novis – Professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Documentário pelo Goldsmiths College da Universidade de Londres. Graduado em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Televisão e Jornalismo, com ênfase em Programação e Produção de Conteúdos. 
Erika Bauer – Cursou Cinema e Televisão na Escola de Cinema e Televisão de Munique. É mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília. Documentarista, diretora e roteirista dos filmes Dom Helder Câmara: o Santo Rebelde (2004) e Flor do Moinho (2017), dentre outros. É professora de Audiovisual na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. 
Foto: Junior Aragão
Glênis Cardoso – Graduada em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela Universidade de Brasília. Atualmente, escreve e edita para o Verberenas, site dedicado ao cinema. Trabalhou em curtas-metragens nas áreas de roteiro, direção, assistência de direção e assistência de arte. Foi curadora e organizadora do Cineclube da Faculdade de Comunicação da UnB em 2012 e curadora da mostra Visões da Cidade no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília em 2015. 
Ivan Viana Costa – Fotógrafo e montador candango, estudou audiovisual na Universidade de Brasília e Cinematografia na FAMU (Praga). Recebeu o Troféu Candango de Melhor Montagem em 2013 pelo curta O Gigante Nunca Dorme, de Dácia Ibiapina. Em 2016, participou do Festival de Brasília como diretor de fotografia do longa Estrutural, de Webson Dias; e este ano participa como diretor de fotografia com o curta Carneiro de Ouro, de Dácia Ibiapina. 
 Marcelo Feijó – Fotógrafo, documentarista e professor na Universidade de Brasília. Graduado em Comunicação, fez mestrado em Artes e doutorado em História. Atualmente é coordenador de Produção e Edição de Imagens do Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília (CMD/UnB).

Festival de Brasília seleciona artista para criar cartaz

Para comemorar a 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, será selecionado um artista do Distrito Federal para elaborar o cartaz comemorativo do evento. Interessados têm até 31 de agosto para encaminhar a arte, inédita, para o e-mail selecaocartaz@gmail.com. O arquivo da obra precisa estar no tamanho A3 e em PDF. É permitido qualquer abordagem artística ou linguagem que tenha como foco o festival, seja foto-manipulação, pintura, ilustração, arte digital ou design gráfico. 
O candidato deve informar no corpo do e-mail:
Nome completo
Nome artístico
Telefone
Currículo resumido
Um breve texto para apresentar o conceito do cartaz
O cartaz vencedor será escolhido com base em critérios como adequação estética, qualidade técnica, conceito e originalidade. O resultado será divulgado na primeira quinzena de setembro no site do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A peça será incluída entre os produtos licenciados do evento, que estarão expostos no Cine Brasília e poderão ser comprados. Serão feitas cem cópias com a assinatura do autor. O artista selecionado ainda receberá um prêmio de R$ 7 mil. O regulamento da seleção do cartaz está no site do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

*Por Cibele Moreira, de Agência Brasília