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| O Pequeno Pé Grande |
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| Cinza |
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| O Pequeno Pé Grande |
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| Cinza |


*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Bingo: O Rei das Manhãs:
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| Cine Brasília – Foto: Tony Winston/Agência Brasília |
Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.
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| Annabelle 2 |
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| O Filme da Minha Vida |
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| Dunkirk |
Dunkirk – Na Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser evacuados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial.
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| Bingo |
Bingo – O Rei das Manhãs – Cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo exibido pelo SBT durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.
O Estranho que Nós Amamos – Virginia, 1864, três anos após o início da Guerra Civil. John McBurney (Colin Farrell) é um cabo da União que, ferido em combate, é encontrado em um bosque pela jovem Amy (Oona Laurence). Ela o leva para a casa onde mora, um internato de mulheres gerenciado por Martha Farnsworth (Nicole Kidman). Lá, elas decidem cuidá-lo para que, após se recuperar, seja entregue às autoridades. Só que, aos poucos, cada uma delas demonstra interesses e desejos pelo homem da casa, especialmente Edwina (Kirsten Dunst) e Alicia (Elle Fanning).
James Wan definitivamente entrou no hall dos mestres do terror. Responsável pelo primeiro título da lucrativa franquia Jogos Mortais, ele provou que entende do assunto com Sobrenatural e agora se consagra definitivamente com Invocação do Mal. O filme assusta com recursos fantasmagóricos: sussurros, sons e o medo do desconhecido.

Não foi preciso muitos efeitos especiais e violência para aterrorizar o espectador. A experiência que os demonólogos Ed e Lorraine Warren viveram é impressionante. Responsável por desvendar fraudes e auxiliar exorcismos, o casal é chamado por uma mulher que acredita ter algo de errado em sua casa. E realmente tem.

Seria simples resumir que é uma história de casa assombrada, mas o que Wan conseguiu foi criar um novo clássico para o gênero. Ele pegou o melhor de vários filmes e condensou tudo de forma brilhante. Um título que certamente não vai decepcionar quem gosta de O Exorcista e Amityville – algumas boas referências compatíveis com a produção.
Vera Farmiga (Bates Motel) e Patrick Wilson (Menina Má.com) interpretam o casal que vai lutar contra uma força sobrenatural que ameaça a família de Carolyn Perron (Lili Taylor). E, ao contrário de um serial killer, o perigo que surge é das trevas, algo imprevisível. As quase duas horas de duração são um prato cheio para quem quer ter medo. Seja pela trilha sonora apavorante ou pela possibilidade de viver alguma coisa parecida. O clima de tensão é tão bem construído que os sustos não acontecem apenas durante a noite. A ambientação causa insegurança a todo momento. Um bom motivo para não se dormir de noite.
Veja aqui o trailer do filme Invocação do Mal:
The Conjuring (EUA, 2013) Dirigido por James Wan. Com Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ron Livingston, Shanley Caswell, Hayley McFarland, Joey King, Mackenzie Foy…




*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br
Veja aqui o trailer do filme Pandora:
Pandora (Coreia do Sul, 2016) Dirigido por Jong-woo Park. Com Do-bin Baek, Bae Gang-Yoo, Kim Gun, Kim Han-Jong, Kwon Hong-Suk, Ji Hyun-Joon…
Ator de 25 anos, Jesuíta Barbosa estreia como protagonista em dois longas a serem lançados em 2017: Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli, e O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues. Também estará na série Onde Nascem os Fortes, de José Luiz Villamarim, na Globo. No cinema, participou de longas como Reza a Lenda, de Homero Olivetto, Praia do Futuro, de Karim Aïnouz, Jonas, de Lô Polliti, Trash: A Esperança Vem Do Lixo, de Stephen Daldry e Christian Duurvoort, Tatuagem, de Hilton Lacerda e Serra Pelada, de Heitor Dhalia. Na Globo, participou das séries Nada Será Como Antes, Justiça, Ligações Perigosas, Amores Roubados e do remake ORebu. Na entrevista a seguir, o artista fala sobre Malasartes e o Duelo com a Morte.
Você já conhecia o Malasartes?
Já tinha escutado esse nome, mas era uma lenda longe, não conhecia as histórias dele. Quando eu fiquei sabendo do personagem é que fui me aprofundar.
Como define o personagem?
Malasartes é um menino-homem muito arteiro, que arrisca com suas brincadeiras, e para as crianças quando fica perigoso é que fica mais interessante. Ele é um menino do interior, que está imerso num mundo de imaginação, é muito criativo. Não quer ficar fadado ao destino, sempre sai do lugar comum.
Como foi trabalhar com o Paulo Morelli?
O Paulo, além de roteirista é o diretor, é o espírito dessa história, ele é um ser brincante. Quando chegava para falar alguma coisa sobre o que estava acontecendo, sobre alguma cena, ele sempre vinha com uma proposta divertida. O legal é que ele atuava junto com a gente, falava como os personagens. Ele foi fundamental, manteve uma leveza constante, como deve ser o filme. O Paulo é o Malasartes.
Como foi o processo criativo?
Para compor o Malasartes eu entrei nesse universo caipira, revi os filmes do Mazzaropi que assistia com meu pai, li os contos na preparação. Também aproveitei muito do que tenho de sertanejo, eu sou matuto, mas do Nordeste. Eu sempre vou nesse lugar da criança, de falar e fazer o que quer. Tenho a impressão de que a gente perde o ser brincante quando vira adulto, a gente começa a tentar esquecer a criança, para parecer mais sério. E a ideia que tenho, não só neste como nos outros longas que tenho feito, é que quando a gente volta a ser criança tudo fica mais simples e mais interessante.
O que o Malasartes trouxe pra você?
O filme me fez questionar muito sobre o destino. Acho que é um enigma, mas se existe a ideia de destino, é porque existe a ideia de mudança. Para mim o destino é a junção de acasos, é mutável. Acho que a gente veio ao mundo para questionar, para mudar as coisas, tirá-las do lugar. Para deixar que a vida se modifique e tome rumos que a gente nem sabia que podia tomar, é o que tenho tentado fazer tenho tentando burlar.
Saiba mais: http://www.facebook.com/cinemeiaum
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| Fotos: Duda Affonso |
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