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A Vida Após a Vida enaltece a fragilidade das relações humanas

*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br

A cultura oriental apresenta inúmeras peculiaridades. Os detalhes, o esoterismo, as formas de retratar a realidade e também de conceber uma ficção são únicos e refletidos nos olhares de seus artistas e, consequentemente, através das lentes das câmeras. Em sua estreia como diretor, o  chinês Zhang Hanyi chega às salas com todos estes ricos detalhes e uma sensibilidade única expressa em uma fábula de 1h20. O embate entre o esquecido campo mediante as novas metrópoles, o convívio com o doloroso passado e a consequente não aceitação do futuro são temáticas do longa-metragem  A Vida Após a Vida.

A obra consegue fascinar em uma simples história, porém recheada de poesias e metáforas.  Em um vilarejo, na esquecida província de Shanxi, os moradores que lá um dia viveram ou  passaram deixaram sua marca. Uma marca em um local abandonado pelo tempo, pelo descaso e pela falta de utilidade desta vila. Shanxi, no entanto, é assombrada pelos antigos moradores que retornaram em forma de fantasmas para uma resolução perante a vida ali semeada e esquecida.

É dentro deste cenário que é desenvolvida a história de um pequeno núcleo familiar. Órfão de sua mãe, Leilei (Zhang Li) se vê invadido pela mesma durante um passeio pela floresta. Com saudades do marido, a mãe Xiuying deixa o mundo dos mortos para reencarnar no filho com a missão de realocar uma árvore que plantou em seu quintal e encaminhar mensagens para as pessoas que tanto gostava –  como o ex-marido, pai de Leilei, Ming Chun (Zhang Mingjun).

Apesar de tocar na temática espirita, não é esta que prevalece no filme, que exalta mais os assombros de um passado e de um campo perdido junto com suas raízes. Não à toa, a árvore e os sentidos da natureza ganham o protagonismo, que critica sutilmente a fragilidade das relações humanas. Embora a sinopse seja interessante, a produção é arrastada propositalmente e pode entediar aqueles que não curtem um filme onde a reflexão prevalece a cada frame.  Câmeras lentas, planos fixos, imagens chocantes (como assassinatos de animais), um cenário tomado por cores frias e a exaltação de uma árvore transformam A Vida Após a Vida em uma obra existencial apegada nos mínimos detalhes .
Veja aqui o trailer do filme A Vida Após a Vida:

Zhi fan ye mao (China, 2016) Dirigido por Hanyi Zhang. Com Zhang Li, Zhang Mingjun, Wang Jishan, Wei Xiaomin…

7ª edição do Festival de Cinema Transcendental

Realizada pela O.N.G. Estação da Luz, a 7ª edição do Festival de Cinema Transcendental transmite, por meio do audiovisual, ensinamentos de espiritualidade. Com mensagens de amor, paz e solidariedade, o evento acontece entre os dias 24 a 27 de maio de 2017. As exibições acontecerão às 19h no Museu Nacional da República, que também é realizador do evento. Para adquirir ingressos, basta doar 2 kg de alimentos imperecíveis.

Deixe-me Viver

Sob a curadoria e coordenação de Lucas de Pádua, o festival apresentará uma programação marcada pela temática espiritual, independentemente de religiões. O público poderá conferir uma parte da produção cinematográfica nacional e obras de outros países como Estados Unidos e Espanha. “Este evento é um marco para Brasília. Para a equipe é um ano especial, uma vez que será a sétima edição da sétima arte transcendental. Estamos confiantes de que o público continuará a prestigiar o cinema do bem”, afirma Lucas de Pádua.

O Jovem Messias

A mostra premiará com o Troféu Luz os melhores curtas-metragens nas categorias Melhor Direção, Melhor Produção e Melhor Filme, segundo júri técnico e júri popular. Os curtas-metragens selecionados serão exibidos no dia 26/05, às 16h. Os presentes receberão cédulas de votação para eleger os favoritos.

No Meio de Nós

A abertura do evento ficará a cargo da ficção norte-americana O Jovem Messias, com direção de Cyrus Nowrasteh, no dia 24 de maio. A produção tem como pano de fundo a história de Jesus Cristo aos sete anos de idade, quando ele e sua família partem do Egito e voltam para casa, em Nazaré. No segundo dia, será a vez do aclamado filme espanhol Terra de Maria, com direção de Juan Manuel Cotelo. De forma cômica, o título aborda a fé católica na devoção a Maria. Por meio de depoimentos ao advogado do diabo, demonstra como a fé pode ser importante na superação dos obstáculos.

Terra de Maria

O terceiro dia de mostra traz o filme Deixe-me Viver, com direção de Clóvis Vieira. O longa aborda uma obra espiritual de Luiz Sérgio, espírito de jovem que viveu em Brasilia (DF) e que relatou sua saga no mundo espiritual. Para encerrar o festival, no dia 27, o documentário No Meio de Nós, dirigido por Juliano Pozati, disserta sobre ufologia, ciência e espiritualidade. O longa fala da fantástica realidade do contato extraterrestre. A cerimônia contará com a presença do diretor do filme.

Programação:
Dia 24 de Maio – Quarta 19h, às – Jovem Messias – Ficção
Dia 25 de Maio – Quinta 19h, às – Terra de Maria – Docudrama
Dia 26 de Maio – Sexta 19h, às – Deixe-me Viver – Ficção
Dia 27 de Maio – Sábado, às 16h – Exibição dos curtas-metragens
Dia 27 de Maio – Sábado, às 19h – No Meio de Nós – Documentário


7º Festival de Cinema Transcendental
Data: De 24 a 27 de maio de 2017
Horário: Exibições sempre às 19h (No sábado a mostra começa a partir das 16h)
Local: Museu Nacional da República
Ingresso: 2 kg de alimentos imperecíveis
Informações: 9-8288-2725/ 9 9980 4321
 A classificação indicativa varia de acordo com o filme.

Comédia francesa Lolo traz um insuportável filho sabotador

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Repleto do bom humor francês, a comédia romântica Lolo – O Filho da Minha Namorada é dirigida e protagonizada por Julie Delpy (Antes do Amanhecer). Ela também assina o roteiro ao lado de Eugénie Grandval. Deve ser por isso que a história tem um olhar feminino e traz ótimas sacadas. Os diálogos soam um tanto verdadeiros, apesar de alguns exageros propositais para provocar risadas. Violette (Delpy) é uma quarentona que não namora há muito tempo, ao contrário da amiga Ariane (Karin Viard), que aproveita vida com muitos homens.

A maré muda quando, durante uma viagem, ela conhece Jean-René (Dany Boon), um técnico de informática. Apesar de viverem em mundos bem distintos – ela tem um glamouroso trabalho no mundo da moda e ele passa a vida atrás de computadores – surge um sentimento entre os dois. Quando Jean se muda para Paris para tentar emplacar um projeto ambicioso, os dois decidem tornar a relação mais séria. Seria uma linda história de amor se não fosse Lolo (Vincent Lacoste), o filho dela.

Com 19 anos e uma postura que varia entre criança mimada e um rapaz maquiavélico, Lolo fará de tudo para estragar o novo relacionamento e garantir que ele seja o único homem da vida de sua mãe. Algumas coisas são como travessuras, já outras podem até mesmo assustar. Sendo completamente dissimulado, perigoso e com tendências psicopáticas, Lolo rouba a cena com seus mirabolantes planos. O longa-metragem traz momentos hilários, principalmente por causa dos dilemas da idade de Violette.

Além do texto afiado, vale a pena elogiar também a boa sintonia de todo o elenco. São basicamente apenas quatro atores em cena, mas eles possuem uma química que funciona. E o humor foge do besteirol norte-americano com as ironias e situações que divertem pela bizarrice. Um dos destaques do festival Varilux de Cinema Francês, o filme agora encontra-se disponível para venda e locação pela distribuidora Mares Filmes.
Veja aqui o trailer do filme Lolo – O Filho da Minha Namorada:

Lolo (França, 2015) Dirigido por Julie Delpy. Com Julie Delpy, Dany Boon, Vincent Lacoste, Karin Viard, Antoine Lounguine…

L’Oréal Paris: 20 anos como maquiagem oficial de Cannes

Em 2017 comemora-se os 20 anos de parceria entre L’Oréal Paris e o Festival de Cannes, que completa 70 anos em 2017. Performances inesquecíveis serão exibidas celebrando os 70 anos de história do Festival, como uma celebração das mulheres, do cinema e da beleza. Ícones do cinema e embaixadoras de L’Oréal Paris apresentarão seus filmes escolhidos pessoalmente para o público, entre elas Susan Sarandon, Julianne Moore, Andie MacDowell e Sonam Kapoor, além de outras porta-vozes. Ao mesmo tempo em que a 70ª edição do festival converge com duas décadas de incentivo da criatividade na beleza em Cannes, L’Oréal Paris celebra esta parceria única ao colocar as consumidoras da marca no centro da ação de beleza do festival, com essa democratização do evento. 
“Como parceira Oficial, L’Oréal Paris tem trazido a excelência em beleza a Cannes desde 1997. No espírito de colaboração, a cada mês de maio, vamos além da criação visual, da beleza na tela, e também apoiamos cineastas emergentes. Da mesma forma que tornamos a beleza de luxo acessível, para o nosso Canniversário, L’Oréal Paris presta essa homenagem ao cinema e à beleza ao democratizar a experiência do Festival” diz Pierre Emmanuel Angeloglou, Presidente Mundial da Marca L’Oréal Paris. Outras surpresas serão realizadas pela marca nesta edição do festival, mas enquanto Cannes não chega, L’Oréal Paris preparou uma série de imagens de suas belas porta-vozes nas últimas edições do glamouroso evento francês.

O Cidadão Ilustre, a maior bilheteria da Argentina em 2016

O longa O Cidadão Ilustre, dirigido por Gastón Duprat e Mariano Cohn, teve sua estreia mundial no último Festival de Veneza, onde Oscar Martínez (Relatos Selvagens e Ninho Vazio) saiu premiado como Melhor Ator. O filme que​ foi o escolhido para representar a Argentina no Oscar 2016 e percorreu os principais Festivais do Mundo, além de recentemente ter levado o Goya de Melhor Filme Ibero Americano​. 
Uma comédia argentina que desafia o espectador, O Cidadão Ilustre apresenta Daniel Mantovani, um escritor argentino que vive na Europa há três décadas e é consagrado mundialmente por ter recebido o Prêmio Nobel de Literatura. Seus livros se caracterizam por retratar a vida em Salas, a pequena cidade da Argentina que nasceu e que não voltou a visitar desde que partiu com planos de ser escritor.   
Um dia, entre as numerosas correspondências que recebidas por Daniel diariamente, ele encontra uma carta das autoridades de Salas lhe convidando para receber a condecoração máxima da cidade: a medalha de cidadão ilustre. Surpreendentemente, e sem pensar em suas importantes obrigações e compromissos, Daniel decide aceitar a proposta e regressa a cidade por alguns dias. 
A viagem trará a Daniel muitas arestas: será o regresso triunfal ao povo que lhe viu nascer, uma viagem ao passado onde reencontrará velhos amigos, amores e paisagens da juventude, mas sobretudo uma viagem ao coração de sua literatura, a fonte de suas criações e inspirações. Uma vez lá, o escritor deve satisfazer as afinidades que o ligam a Salas, e as diferenças intransponíveis que rapidamente o transformam em um estranho e perturbador elemento para a vida das pessoas que lá ficaram.

Rei Arthur – A Lenda da Espada deslumbra em visual e ação

*Por Clara Camarano – contato@cine61.com.br

A história é lendária e povoa o imaginário não apenas pelo lado histórico, mas pela magia que é somatizada na literatura, como a arte permite. O Rei Arthur foi um lendário líder britânico que comandou a defesa de seu país contra os invasores saxões no fim do século 5. A saga deste rei ganhou as letrinhas com o autor Godofredo de Monmouth e sua obra Historia Regum Britanniae, em 1130. Das letras para as telonas, Arthur eternizou-se ainda em produções clássicas como Os Cavaleiros da Távola Redonda (1953), de Richard Thorpe, e até em sátiras, como Em Busca do Cálice Sagrado (1975), de Terry Gilliam e Terry Jones.
Agora o clássico chega repaginado com efeitos visuais únicos e um frenesi adequado ao século 21. O Rei Arthur: A Lenda da Espada estreia com tons que prometem encantar os fãs de filmes de ação. O diretor inglês Guy Ritchie – conhecido por Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998), Snatch: Porcos e Diamantes (2000), dentre outros, consegue prender o espectador com a história deste rei (Charlie Hunnam). Ele é um órfão criado nas ruas, no meio da prostituição e à margem da sociedade. O destino se deu porque o jovem foi deixado em um cesto em um rio quando o seu pai, o rei Uther (Eric Bana), foi assassinado pelo ganancioso tio Vortigem (Jude Law).
Arthur não reconhece sua predestinação, muito menos suas origens. Mas sonha constantemente com seu passado obscuro e torna-se, naturalmente, um homem forte e temeroso em seu meio. Ao ser intimado a retirar a enigmática espada Excalibur – apenas o descendente de Uther conseguiria retirá-la – da rocha onde estava cravada, ele começa a ser alvo do tio e intimado a lidar com este passado e reconhecer seu pai. A missão é defender seu povo e retirar o familiar vilão do trono. Com magos, o filme é uma fantasia com inúmeros detalhes visuais que ressaltam aos olhos (ainda mais em 3D).
O protagonista se mostra como um galã com traços de um anti-herói bonitão (Charlie Hunnam faz bem o papel do forte desejado). A mistura de fantasia e mitologia glorifica a produção. O melhor: a atuação de Jude Law como o tirano. Impecável! Guy Ritchie consegue entrar em um mundo que remete à série Game Of Thrones que, com certeza, deve ter sido uma das fontes de sua inspiração. Elogios à parte, o longa, no entanto, peca pelo excesso. Piadas fora de contexto, exaltação do protagonista desejado e um roteiro focado apenas na ação e no visual acabam por perder a essência de Arthur. O foco torna-se apenas a aventura em si.

Veja aqui o trailer do filme Rei Arthur: A Lenda da Espada:

King Arthur: Legend of the Sword (EUA, 2017) Dirigido por Guy Ritchie. Com Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law, Djimon Hounsou, Eric Bana, Aidan Gillen, Freddie Fox…

Ancine apoia a presença de filmes e projetos brasileiros em Cannes

A Ancine, durante o mês de maio, apoiará a participação de 11 obras audiovisuais brasileiras em quatro festivais internacionais. A ajuda vem do Programa de Apoio à Participação Brasileira em Festivais, Laboratórios e Workshops Internacionais que concede auxílios diversos dependendo da classificação de cada evento: apoio A – confecção de cópia legendada, envio de cópia e apoio financeiro; B – envio de cópia e apoio financeiro; C – envio de cópia.

Os Cuidados que se Tem Com o Cuidado que os Outros Devem Ter Consigo Mesmos

As participações deste mês tiveram início na 14ª edição do IndieLisboa, que aconteceu entre os dias 3 e 14 de maio na capital portuguesa. A produção apoiada pela Ancine é o curta Os Cuidados que se Tem Com o Cuidado que os Outros Devem Ter Consigo Mesmos, de Gustavo Vinagre, que aparece na mostra Silvestre do evento, onde também serão exibidos outros títulos brasileiros como Cidade do Futuro, de Cláudio Marques e Marília Hughes; e Nunca é Noite no Mapa, de Ernesto de Carvalho.

Cidade do Futuro

De 11 a 16 de maio ocorre em Oberhausen, na Alemanha, o 63º Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberhausen, onde seguem apoiados pela agência três curtas que participam da competição principal do evento: Elogio da Sombra, de Joel Pizzini Filho; Um Musical, de Tarcísio Lara Puiati; e Vai e Vem, de Louise Botkay. O festival exibe ainda Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo, na competição Infanto-juvenil.

Caminho dos Gigantes

A Fábrica dos Cinemas do Mundo (La Fabrique des Cinémas du Monde), evento paralelo ao Festival de Cannes destinado ao desenvolvimento de projetos de longas-metragens de realizadores novatos que habitem países da África, Ásia, Europa Central e Oriental, Oriente Próximo, Oriente Médio ou América Latina, tem duração de dez dias (de 16 a 26 de maio) e contará com a presença do projeto Amanda e Caio, de Daniel Ribeiro.

Gabriel e a Montanha

Começando um dia mais tarde, na mesma cidade francesa, o Festival de Cannes acontece entre 17 e 28 de maio e traz em sua programação de mostras paralelas outras três produções brasileiras, com apoio do Programa da Ancine. O longa Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa, concorre aos prêmios da Semana da Crítica. Já o curta de Gabriel Martins, Nada, participa da Quinzena dos Realizadores. Na mostra Cinefondation, a participação brasileira fica por conta do curta Vazio do Lado de Fora, de Eduardo Brandão Pinto.

O Outro Lado do Paraíso

Entre 25 e 31 de maio, na Argentina, acontece o Cine Político. Ao festival chegam três obras brasileiras com o apoio da Ancine. Olympia 2016, de Rodrigo Mac Niven e O Outro Lado do Paraíso, de André Ristum concorrem na Competição Internacional de Longas-Metragens; e Cartas do Desterro, de Coraci Ruiz e Julio Matos, disputa a Competição Internacional de Curtas-Metragens.

A semana (18/5 a 24/5) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/ Antes, confira os valores atualizados dos ingressos do Espaço Itaú de Cinema Brasília.


O Cidadão Ilustre – Daniel Mantovani (Oscar Martínez), um escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel, radicado há 40 anos na Europa, volta à sua terra natal, ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros, para receber o título de Cidadão Ilustre da cidade ­ um dos únicos prêmios que aceitou receber. No entanto, sua ilustre visita desencadeará uma série de situações complicadas entre ele e o povo local.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 – Agora já conhecidos como os Guardiões da Galáxia, os guerreiros viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill (Chris Pratt).


A Filha – Longe de casa há anos, Christian volta para a cidade de sua família, a fim de comparecer ao casamento do seu pai. Relembrando o passado, ele se reconecta com o seu amigo de infância, Oliver, e a sua família, que o levará a descobrir um segredo há muito tempo enterrado. Enquanto ele tenta corrigir os erros do passado, sua ações ameaçam destruir as vidas daqueles que ele deixou para trás anos antes.

Corra!

Corra! – Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

O Dia do Atentado – Após os atentados terroristas à Maratona de Boston em 2013, um grupo formado pelo Sargento da Polícia Tommy Saunders (Mark Wahlberg), o Agente Especial Richard Deslauries (Kevin Bacon), o Comissário da Polícia Ed Davis (John Goodman), o Sargento Jeffrey Pugliese (J.K. Simmons) e a enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan) se une aos bravos sobreviventes para identificar e capturar os responsáveis pelo ataque terrorista antes que eles possam fazer novas vítimas.
Um Homem de Família – Um implacável headhunter corporativo de Chicago está em plena guerra com seu civil para conseguir assumir o controle das contratações de equipe da empresa. Em meio a rivalidade no trabalho, uma tragédia familiar faz com que ele coloque em conflito suas vidas pessoais e profissionais.

A Cabana – Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

Rei Arthur
Rei Arthur ­ A Lenda da Espada – Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.

Alien: Covenant – 2104. Viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta remoto com ares de paraíso inexplorado. Encantados, eles acreditam na sorte e ignoram a realidade do local: uma terra sombria que guarda terríveis segredos e tem o sobrevivente David (Michael Fassbender) como habitante solitário.


Antes que eu Vá – Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino.

O Rastro

O Rastro – João Rocha (Rafael Cardoso), um jovem e talentoso médico em ascensão, acaba encarregado de uma tarefa ingrata: supervisionar a transferência de pacientes quando um hospital público da cidade do Rio de Janeiro é fechado por falta de verba. Quando tudo parece correr dentro da normalidade, uma das pacientes, criança, desaparece no meio da noite, levando João para uma jornada num mundo obscuro e perigoso.


A Promessa – Michael (Oscar Isaac) é um jovem armênio que sonha em estudar medicina, mas não tem dinheiro para arcar com os estudos. Por isso, ele promete se casar com uma garota de seu vilarejo, na intenção de receber o dote. Com o dinheiro em mãos, Michael viaja à Turquia e faz seus estudos durante os meses finais do Império Otomano. Neste contexto, conhece a armênia Ana (Charlotte Le Bon) e se apaixona, embora a professora namore o fotógrafo americano Chris (Christian Bale), enviado à Turquia para registrar o genocídio dos turcos contra a minoria armênia. Um triângulo amoroso se instaura em meio à guerra.


Taego Ãwa – Na faculdade, uma dupla de cineasta encontrou cinco fitas VHS contendo registros culturais da tribo Ãwa. Reunindo outros materiais, eles partem em busca do grupo, apresentando as imagens pela primeira vez e descobrindo a trajetória de enfrentamento com o povo branco desde 1973. Hoje, os Ãwa lutam pela demarcação e restituição de suas terras.

Antes Que Eu Vá te inspira a ser alguém melhor

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@cine61.com.br

Não faltam histórias sobre pessoas que revivem o mesmo dia inúmeras vezes. A ideia fantástica já ganhou tons de comédia, como em Feitiço do Tempo, e até virou mote para ficção científica com ação. É o caso de No Limite do Amanhã. Inspirado no best-seller homônimo escrito por Lauren Oliver, Antes Que Eu Vá usa a mesma premissa para desenvolver um drama direcionado especialmente para o público adolescente. Os jovens vão se identificar com a rotina de aulas na escola, festas, selfies e bullying.

Com direção de Ry Russo-Young, o longa-metragem é centrado na estudante Samantha Kingston (Zoey Deutch, de Dezesseis Luas), uma garota que se vê presa num lapso de tempo após viver um dia extremamente marcante de sua vida – ela marcou de perder a virgindade com o namorado. Além disso, também estava na agenda ir para uma festa que contou com a inesperada presença de esquisitona Juliet Sykes (Elena Kampouris, de Casamento Grego 2), persona non-grata oficial do colégio.

Samantha é popular e participa de um grupinho com outras três patricinhas. Elas são fiéis umas às outras, o que significa que também unem forças quando o assunto é compartilhar as mesmas inimizades. E aí sobra para Juliet, que não segue modinhas, tem um cabelo crespo e vive isolada do convívio social do colégio. Todos esses comportamentos, entretanto, são colocados na balaça quando a protagonista percebe que está condenada a reviver o mesmo dia para sempre.

Em busca de respostas – e tentando sair desse eterno replay – ela vai aprender a valiosa lição que o cantor e compositor Renato Russo já cantava desde 1989: “é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”. Antes Que Eu Vá é um filme bonitinho, com lições e reflexões que podem fazer o público se emocionar e pensar em como até mesmo as pequenas ações do cotidiano podem interferir diretamente na vida de outras pessoas. Ainda que não apresente nada de novo, é um título que funciona para a atual geração por ser mais que uma mensagem de paz e amor, fala do respeito ao próximo – um sentimento básico que muitos desconhecem e só passam a pensar a respeito quando é tarde demais.
Veja aqui o trailer do filme Antes Que Eu Vá:

Before I Fall (EUA, 2017) Dirigido por Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Halston Sage, Logan Miller, Kian Lawley, Elena Kampouris, Cynthy Wu, Medalion Rahimi…

Brasília recebe a 11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos

Vai até dia 25 de junho a décima primeira edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos, uma realização do Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento – ICEM e patrocínio da Petrobras e do Itaú. A Mostra será realizada nas 26 capitais do país e no Distrito Federal, em centros culturais, instituições públicas e privadas e escolas. 
Documentário Menino 23
Em Brasília, hoje, dia 16 de maio, a mostra será no Sesc Ceilândia. As sessões ainda acontecem em Rio Branco, Manaus, Salvador, Vitória, Goiânia, São Luís, Belo Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Recife, Teresina, Curitiba, Porto Velho, Boa Vista, Aracaju e Palmas. Em junho, segue para Maceió, Macapá, Fortaleza, Belém, Rio de Janeiro, Natal, Porto Alegre, Florianópolis e São Paulo. 
Chega de Saudade
Nesta edição, o circuito principal conta com 29 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em três mostras: Panorama, Temática – que abordará questões de gênero, e Homenagem – com foco na obra da cineasta Laís Bodansky. Uma novidade este ano é a Mostrinha, voltada para o público infanto-juvenil e que exibirá outros 8 curtas-metragens. Em cada capital, a Mostra ficará em cartaz de cinco a seis dias e a expectativa é receber um público de mais de 30 mil pessoas em todo o país. Todas as exibições serão gratuitas. No site da mostra é possível acompanhar quais sessões serão seguidas de debate e quais terão audiodescrição.