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Programação para a criançada no Festivalzinho

*Da Redação – redacao@daiblog.com.br

Quem disse que a programação do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é apenas para os adultos? As crianças poderão se divertir com o Festivalzinho, que exibirá dois longas-metragens nos dias 24 e 25 de setembro, a partir das 10h, de graça, no Cine Brasília. O evento terá outras sessões, mas elas serão fechadas para escolas previamente agendadas.

As Aventuras do Pequeno Colombo

Será exibido o filme As Aventuras do Pequeno Colombo. A animação dirigido por Rodrigo Gava brinca com a possibilidade de um encontro entre o navegador Cristóvão Colombo e o artista-inventor Leonardo da Vinci, no século XV.  Na trama, o  jovem Cris (Cristóvão Colombo), preocupado com a situação financeira de seu pai, sai atrás de um lendário e valioso mapa que estava com um inescrupuloso mercador de escravos, o terrível Capitão Bonneville. Cris (Léo da Vinci) e Lisa (Mona Lisa) embarcam num navio negreiro e partem numa aventura pelos oceanos até encontrarem a poderosa criatura marinha, o Nautilus (defensor do povo da Atlântida).

O Que Queremos Para o Mundo?

O Que Queremos Para o Mundo? é uma ficção do mineiro Igor Amin. No filme, Luzia, também chamada de Luz, é uma menina tímida, dona de um mundo interno cheio de fantasia e imaginação. Quando o seu professor de música pede para a turma criar uma apresentação em grupo, Luz se vê desafiada a transmitir toda a sua criatividade e tirar suas ideias do papel. Com a ajuda das amigas Bela, Lua e Sol, o trabalho escolar se transforma em uma experiência única.uma grande aventura.

Crítica: A crueldade sem filtros é vista em Martírio

*Por Clara Camarano – redacao@daiblog.com.br

São 2h40 de duração de um verdadeiro e triste “aulão” de história. O segundo e único filme exibido na mostra competitiva do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro na última quinta-feira causou comoção, indignação e um sentimento de tristeza no público que compareceu ao Cine Brasília e teve o privilégio de assistir, em primeira mão, ao documentário Martírio (PE). Dirigido e conduzido pelo documentarista, antropólogo e indigenista franco-brasileiro Vincent Carelli, a produção faz jus ao nome. Um verídico martírio que retrata a violência sofrida pela tribo indígena Guarani Kaiowá, uma das maiores do Brasil.

A repressão, o massacre em massa, a escravidão e opressão dos latifundiários, dos fazendeiros, de ruralistas que até hoje lutam para exterminar o povo indígena são lançadas no telão sem papas na língua por Carelli. O triste cenário documentado perpassa pelas fronteiras do Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Mas não se resume apenas a esta região. Depoimentos chocantes da bancada ruralista no centro do poder de Brasília – o Congresso Nacional – são capazes de fazer qualquer um se levantar da cadeira.

A religião, as dores dos índios que lutam para sobreviver em pequenas casas improvisadas com lonas são ainda pontos marcantes que tiram lágrimas não apenas dos que relatam dentro das telas, mas também de quem vê de fora delas. O longo tempo de duração – 160 minutos – parece desestimular, mas muito pelo contrário. São tantos depoimentos, tantas histórias marcantes que a sensação é de que o tempo não passou. O revoltante suicídio destas tribos e a omissão do Estado também ficam cravados em Martírio.

Dá claramente para fazer um comparativo com o nazismo, com o massacre de Hitler contra os judeus por meio das inúmeras pesquisas, imagens e acervos que  o diretor Vincent Carelli reuniu durante anos e agora abriu para o público.  Palmas para o filme. Vaias para o genocídio.
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

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Longas selecionados para o 49º Festival de Brasília

Crítica: Filmado com Iphone, Charlote SP fala sobre reencontros

*Por Clara Camarano – redacao@daiblog.com.br

Como já dizia Glauber Rocha, cinema se faz com “uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”. Pois bem. O cineasta Frank Mora com certeza banhou-se desta mesma ideia, mas ousou um pouco mais. O diretor lança o primeiro longa-metragem brasileiro gravado em câmera de celular. Charlote SP estreia nas salas de cinema tupiniquins com uma proposta de produção audiovisual: fazer filmes com baixo custo como, neste caso, R$ 80 mil.

Mesmo com o valor abaixo mediante o recurso, câmeras tremidas, som não ideal, pelo menos aos ouvidos dos espectadores de cinema, Frank consegue passar o que queria no filme e sem grandes estranhamentos estéticos. Na cerne do enredo está Charlote, uma modelo internacional que decide voltar ao Brasil após uma longa temporada em Londres. O cenário principal é a capital paulista. Cidade, aliás, retratada com grande foco no filme. A caótica, mas, ao mesmo tempo,  atrativa Sampa representa o cenário essencial para o desenrolar do filme.

Filha de um rico empresário paulistano (Fernão Lacerda), a protagonista interpretada por Fernanda Coutinho busca um propósito para sua vida após voltar do exterior. Perdida na grande São Paulo, Charlote tem que lidar com a ausência de seu pai, um típico mauricinho fútil , com a solidão na grande metrópole e com a difícil missão de se reencontrar. É aí que ela vai procurar um velho amigo para se apoiar. O cineasta Marcelo Scorsésar, interpretado por Guilherme Leal, está justamente na produção de um filme que fala sobre as mudanças que devemos deparar e encarar mediante a vida.

Em uma relação que induz o espectador a confundir o amor fraternal com o carnal, ambos formam uma dupla que quer redescobrir a vida, suas nuances, suas novas fases. A trama parece até atrativa e a filmagem com o celular não incomoda e nem tira a atenção. Mas, a interpretação do elenco em uma linha mais dura do que natural peca. Assim como a condução lenta da história, que se repete e que acaba perdendo a dinâmica e embasamento que poderiam ser explorados. O foco vira um só e mostra uma fragilidade de roteiro.
Mesmo assim, vale a ousadia do diretor e a bela trilha de Kiko Zambianchi.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Charlote SP:

Curtas: Regresso soteropolitano e animação dramática

*Por Clara Camarano – redacao@daiblog.com.br 

O primeiro dia da mostra competitiva do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro trouxe um pouco da regionalidade, do bairrismo nacional. Na sessão dos curtas-metragens, a produção Ótimo Amarelo, de Marcus Curvelo, levou para o telão do Cine Brasília a Bahia, mais especificamente, os costumes dos soteropolitanos.

Foto: Júnior Aragão/Divulgação

Em 20 minutos, o diretor leva a câmera para dentro de Salvador. Aliás, já no início do filme é possível identificar a capital baiana nas palmeiras que embelezam o caminho de chegada e saída do aeroporto da cidade. O filme conta a história de um homem que deixou Salvador para tentar ganhar a vida fora. No entanto, sem sorte, ele retorna para sua terra natal e começa a relembrar e narrar típicos casos “baianos”, como a saída do jogador Bebeto do time Vitória, em 1997.

Ótimo Amarelo 

O protagonista interpretado pelo próprio diretor, Marcus Curvelo, vai traçando o enredo enquanto se embriaga sozinho na espera dos amigos. Aliás, o ato de estar só curtindo a sua cidade é algo que fica marcante em Ótimo Amarelo. O título do filme representa bem o regionalismo. Na linguagem soteropolitana, quando uma pessoa recebe um “ótimo amarelo” é porque ela estava abaixo das expectativas. Ao contrário do vermelho, que simboliza a conquista. A piada que o diretor faz com o personagem e consigo mesmo dá um tom engraçado ao curta-metragem.

Quando os Dias Eram Eternos

Em seguida, Quando Os Dias Eram Eternos, de Marcus Vinícius Vasconcelos  foi o representante de São Paulo. Em uma animação que se mistura com uma trilha sonora com batidas e sinos japoneses, Marcus conta a história de um homem que volta a sua casa de infância para cuidar da mãe em seus últimos dias de vida. Um filme sensível, que também fala de solidão e do libertar da morte.

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Crítica: Rifle tem clima de faroeste no sul do Brasil

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@daiblog.com.br

O primeiro longa-metragem da mostra competitiva do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi Rifle. Filmada em regiões do sul do Rio Grande do Sul, a produção traz um visual frio, com belas paisagens rurais. Ponto positivo, pois apresenta uma localidade que não é comumente explorada pelo cinema, um lugar do Brasil que fica perto da fronteira com o Uruguai.

Fotos: Rodrigo Migliorin

Mas ao contrário do que se pode imaginar, a calmaria das imagens do campo traz uma tensão crescente. Algo que o diretor Davi Pretto já entrega em alguns momentos bem gráficos, como carcaças sangrentas de animais. O principal embate do roteiro é o interesse de grandes fazendeiros em pequenas propriedades privadas. Na trama, Dione mora e trabalha numa pequena fazenda que chama a atenção de um poderoso homem, que está disposto a comprar a propriedade.

A ameaça da ficção se inspira em estatísticas reais. No Brasil, segundo dados do INCRA, aproximadamente mais de 50% das terras pertencem a 1% dos proprietários rurais, enquanto mais de 90% dos proprietários dividem menos de 28% das terras do país. E o protagonista é contra esta desigualdade. Não acha uma boa ideia receber uma quantia de dinheiro e se mudar para a cidade grande, lugar onde só tem “gente egoísta”, como ele mesmo define.

A solução – radical – para por fim ao conflito surge com a arma. O rifle do título é importantíssimo para a história e o seu som, assim como o silêncio que precede os disparos, assusta e cria um suspense agoniante. Com uma mira treinada e uma revolta cuja origem é explicada nos momentos finais da projeção, Dione acaba como uma espécie de Michael Douglas em Um Dia de Fúria versão sulista. O filme traz elementos de faroeste e o elenco formado por não atores cria um realismo ainda mais forte, ainda que, em alguns momentos, seja difícil compreender o que os personagens dizem – por causa do forte sotaque gaúcho.
Cotação do Daiblog:  DaiblogDaiblogDaiblog

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A semana (22/9 a 28/9) no Espaço Itaú de Cinema

Veja a seguir os filmes que passarão esta semana no Espaço Itaú de Cinema, que fica no shopping CasaPark (Guará). A programação completa, com todos os horários, você encontra no site oficial da rede: http://www.itaucinemas.com.br/

Cafe Society – Anos 1930. Bobby ( é um jovem aspirante a escritor, que resolve se mudar de Nova York para Los Angeles. Lá ele deseja ingressar na indústria cinematográfica com a ajuda de seu tio Phil, um produtor que conhece a elite da sétima arte. Após um bom período de espera, Bobby consegue o emprego de entregador de mensagens dentro da empresa de Phil. Enquanto aguarda uma oportunidade melhor, ele se envolve com Vonnie, a secretária particular de seu tio. Só que ela, por mais que goste de Bobby, mantém um relacionamento secreto.

Sete Homens e um Destino – Refilmagem do clássico faroeste Sete Homens e um Destino (1960), que por sua vez é um remake de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. Os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltada com os saques, Emma Cullen (Haley Bennett) deseja justiça e pede auxílio ao pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington), que reúne um grupo especialistas para contra-atacar os bandidos.


Star Trek: Sem Fronteiras – Após sofrerem com a ira de John Harrison, Kirk, Spock, Uhura, McCoy, Sulu, Chekov e Scotty retornam à Enterprise para uma nova e difícil aventura intergaláctica.

O Homem que Viu o Infinito

O Homem que Viu o Infinito – Uma verdadeira história de amizade que mudou a matemática para sempre. Em 1913, Ramanujan, um gênio da matemática autodidata da Índia viaja para a o Colégio Trinity, na Universidade de Cambridge, onde ele se aproxima do seu mentor, o excêntrico professor GH Hardy, e luta para mostrar ao mundo a brilhantia de sua mente.

Lembranças de Um Amor Eterno – O romance conta a história de Amy, uma estudante de Astrofísica na Universidade de Edimburgo. Ela tem um romance secreto com o famoso astrofísico Dr.Ed Phoerum. Apesar de seu relacionamento ser complicado, já dura seis anos e ela é feliz. Até que Ed some, deixando Amy sozinha e insegura sobre os rumos aseguir. O que Amy não esperava era que Ed deixaria diversas correspondências e vídeos com importantes mensagens e lições de vida que ajudariam a superar as dificuldades.

Desculpe o Transtorno – Um homem tem dupla personalidade e incorpora as diferenças entre Rio de Janeiro e São Paulo: Uma hora ele é o certinho e tímido paulistano Eduardo; em outra, se transforma em Duca, um carioca fanfarrão e folgado. Ele se envolve em um grande confusão amorosa quando, apesar de estar em um relacionamento estável com a noiva, seu alter-ego acaba se apaixonando por outra mulher, que ele acaba de conhecer.

Cegonhas

Cegonhas – A História Que Não te Contaram – Todo mundo já sabe de onde vêm os bebês: eles são trazidos pelas cegonhas. Mas agora você vai conhecer a mega estrutura por trás desta fábrica de bebês: na verdade, as cegonhas controlam um grande empreendimento que enfrenta muitas dificuldades para coordenar todas as entregas nos horários e locais certos.

A Conexão Escobar – Flórida, 1985. Robert Mazur é um oficial da alfândega que recebe a missão de trabalhar infiltrado, com o objetivo de eliminar um cartel de drogas cuja origem está em Pablo Escobar, chefe do tráfico em Medellín. Para tanto ele recebe a ajuda de Emir Abreu, seu colega de trabalho, e se apresenta como alguém capaz de lavar o dinheiro gerado pelas drogas nos Estados Unidos. Usando o pseudônimo Robert Musella, ele aos poucos ascende na hierarquia do tráfico, contando ainda com a ajuda da agente Kathy Ertz, que se faz passar por sua noiva.

ESPM no Cinema – Geração Milenium – A Cinelive e a ESPM transmitem para os cinemas um calendário completo de sessões ministradas por professores renomados. O projeto ESPM no Cinema é inédito e terá a duração de quatro meses – de agosto a novembro de 2016 –, com exibições agendadas para todas as terças-feiras, às 20h, em salas de cinema de diversos estados do Brasil. O evento de lançamento, programado para 16 de agosto com o tema “Comunicação que Vende”, contará com a participação de Nizan Guanaes, sócio e co-fundador do Grupo ABC de Comunicação.

Tô Ryca

Tô Ryca – Selminha é uma frentista que tem a chance de deixar seus dias de pobreza para trás ao descobrir uma herança de família. Mas para conseguir colocar a mão nessa grana, ela terá que cumprir o desafio lançado por seu tio: Selminha precisa gastar 30 milhões de reais em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém. Mas, nessa louca maratona, ela vai acabar descobrindo que tem coisas que o dinheiro não compra.

Meu Rei – Depois de um grave ferimento no joelho, Tony se muda para o sudoeste francês para realizar um longo tratamento capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio, homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender.

Mate-me Por Favor – Na região da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a rotina de Bia, uma jovem de quinze anos, e de João, seu irmão de 25 anos de idade, é alterada por uma série de assassinatos sombrios. Este caso acaba ilustrando alguns dos principais problemas enfrentados pela juventude atual.

O Vale do Amor – Isabelle e Gérard perderam o filho há seis meses, por suicídio. Ainda em fase de luto, eles recebem uma curiosa carta do falecido pedindo para encontrá-los no Vale da Morte, nos Estados Unidos, e, intrigados, aceitam deixar as diferenças de lado e fazer a viagem.

Pets

Pets – A Vida Secretas dos Bichos – Max é um cachorrinho que mora em um apartamento de Manhattan. Quando seu dono traz para casa um viralata desleixado chamado Duke, Max não gosta nada, já que o seu tempo de bichinho de estimação favorito parece ter acabado. Mas logo eles vão ter que colocar as divergências de lado pois um coelhinho branco adorável chamado Snowball está construindo um exército de animais abandonados determinados a se vingar de todos os pets que tem dono.

A Bruxa de Blair – Um grupo de estudantes de Milwaukee, durante uma viagem para acampar em uma das florestas da região, decide penetrar ainda mais no coração das árvores do que o previsto e acaba descobrindo que a floresta esconde seres perigosos.

Aquarius – Clara tem 65 anos, é jornalista aposentada, viúva e mãe de três adultos. Ela mora em um apartamento localizado na Av. Boa Viagem, no Recife, onde criou seus filhos e viveu boa parte de sua vida. Interessada em construir um novo prédio no espaço, os responsáveis por uma construtora conseguiram adquirir quase todos os apartamentos do prédio, menos o dela. Por mais que tenha deixado bem claro que não pretende vendê-lo, Clara sofre todo tipo de assédio e ameaça para que mude de ideia.

Hestórias da Psicanálise

Hestórias da Psicanálise – Hestórias da Psicanálise aborda temas que estão além do campo psicanalítico. Ao falarem de Sigmund Freud, os entrevistados são levados a tratar de assuntos pertinentes, como cultura, história, traduções, identidades e língua brasileira. São abordados também os contextos históricos e culturais da Viena, fin du siècle, e do Brasil do século XX, objetos de esclarecimentos e de importantes questionamentos.

Vilanova Artigas: O Arquiteto e a Luz – O documentário remonta a trajetória do icônico arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas. Por meio das lembranças de familiares, amigos, alunos, imagens de arquivo e visitas a seis de suas principais obras, a história de vida de Artigas é contada.

Charlote SP – Charlote é uma modelo internacional que luta por identidade e para fincar suas raízes em algum lugar. Após muitos anos vivendo em Londres, ela decide voltar a São Paulo em busca de um reencontro com suas memórias. Na capital paulista ela se aproxima de Marcelo Scorcesar, cineasta que a ajuda a redescobrir a cidade.

Festival de Brasília começa com tom politizado

*Por Clara Camarano – redacao@daiblog.com.br 

Casa lotada, gritos de “Fora Temer” e celebridades na plateia, como os diretores Lauro Escorel e Eryk Rocha. Aliás, ambos escolhidos para abrir a 49ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro com duas belas e delicadas produções. Quem foi na última terça-feira na noite de abertura do maior evento de cinema da capital federal pôde conferir um pouco do que nos aguarda para a recheada edição deste ano.

Foto: Junior Aragão
Com um mote político, reflexivo, que nos faz olhar para dentro, o festival chega em 2016 com um tom mais crítico, que leva a refletir sobre o contexto atual do Brasil e suas crises, como o recente impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Não à toa, as produções Improvável Encontro, de Lauro Escorel, e Cinema Novo, de Eryk Rocha, foram bem escolhidas para abrir o evento que representa bem este momento. Momento que, como defendiam os representantes do eterno “Cinema Novo”, faz encarar a realidade.

Em 24 minutos, o documentário Improvável Encontro, do diretor norte-americano Lauro Escorel, faz voltar ao passado por meio de fotografias que mostram o povo tupiniquim tal como ele era, em sua essência. E nada melhor do que homenagear o piauiense  José Medeiros e o húngaro criado no Brasil, Thomaz Farks, ambos pioneiros da moderna fotografia brasileira inaugurada nas décadas de 1940 / 50.

Por meio de entrevistas com personalidades como José Rubens Fernandes, Luiz Carlos Barreto, Cristiano Mascaro, Rosely Nakagawa, esta produção entrelaça as histórias dos fotógrafos em um documentário que homenageia não apenas o cinema brasileiro, mas as raízes do nosso povo embutidas dentro dessas imagens peculiares, com olhares diferenciais.

Após o choque de imagens e aplausos fervorosos foi o longa-metragem do filho de Glauber Rocha que comoveu o público. Eryk Rocha escolheu a capital federal para fazer  a estreia brasileira de Cinema Novo na abertura do festival. São 90 minutos de trilhas sonoras impactantes, imagens fortes que exaltam este movimento que mudou e marcou a história do cinema no Brasil.

Não à toa, Cinema Novo é uma poesia declarada nos telões. Pensamentos, recortes de filmes de Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Leon Hirszman, Cacá Diegues, dentre outras personalidades do Cinema Novo, levam o espectador à reflexão. A produção mergulha no passado, no período  em que uma geração de artistas, de cineastas, enfrentavam a década de 60, marcada pela Ditadura Militar no Brasil.

E eram estes artistas que iriam transformar as revoltas e a crua e dura realidade em arte.  As lentes das câmeras passam a se voltar para as ruas, para o povo brasileiro.  Era o cinema saindo do estúdio para dar voz ao que acontecia lá fora.  Fazer um paralelo com a realidade do Brasil atualmente não seria mera coincidência. Por isto, a identificação e aplausos foram bem-vindos. Assim como o prêmio Olho de Ouro, concedido à produção no Festival de Cannes.

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Assista ao trailer de Lego Batman – O Filme

A Warner Bros. Pictures divulgou um novo trailer dublado de Lego Batman™ – O Filme. O vídeo mostra a relação entre o Homem-Morcego e seu mordomo, Alfred, e a primeira aparição do companheiro de longa data do herói, Robin. No espírito irreverente que fez de Uma Aventura Lego, um fenômeno mundial, o autointitulado galã LEGO Batman agora estrela sua própria aventura nas telonas. 
Há grandes mudanças acontecendo em Gotham e para salvar a cidade do domínio hostil do Coringa, Batman terá que deixar de ser o justiceiro solitário e aprender a trabalhar em equipe. E talvez, só talvez, também terá que aprender a relaxar.  O longa-metragem tem data de lançamento prevista para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil.

 

Crítica: Floresta Maldita é mais um filme esquecível

*Por Michel Toronaga – micheltoronaga@daiblog.com.br

Se você acompanha o Daiblog com regularidade deve ter lido algumas postagens sobre o filme Floresta Maldita, como uma entrevista com o diretor. O longa-metragem seria lançado nos cinemas, mas foi direto para as locadoras e pode ser visto também na Netflix. Agora adivinha o motivo para isso?

O filme não é bom. O que é uma pena, pois trata de um tema interessantíssimo: a floresta de Aokigahara, situada na base do Monte Fuji, no Japão. O local, apesar de ser muito bonito, não é considerado o melhor programa na terra do sol nescente. Isso porque as pessoas vão para a floresta para se suicidar – uma mórbida tradição no país.

Na trama, a personagem de Natalie Dormer descobre que sua irmã gêmea desapareceu. Disposta a encontrá-la, ela viaja dos Estados Unidos até o Japão. Mesmo escutando diversas pessoas sobre os perigos da floresta, ela insiste que a irmã está viva, perdida em algum lugar entre as árvores.

Intercalando entre a paranoia e o sobrenatural, o filme chega a ser curioso por não se saber ao certo se tudo é fruto da imaginação da protagonista ou se realmente existe algo de errado com a floresta. Jason Zada, diretor do divertido curta de terror interativo Take This Lollipop, estreia no formato longa-metragem com um título regular, prejudicado por um roteiro que não dá medo e nem surpreende. E se tratando de terror, barulhos em alto volume são uma das formas mais preguiçosas de assustar o público. Poderia ser bem melhor.

Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblog

Veja aqui o trailer do filme Floresta Maldita:

Lady Gaga vai estrelar remake de Nasce Uma Estrela

A premiada estrela musical Lady Gaga foi escolhida para estrelar ao lado de Bradley Cooper, ator quatro vezes indicado ao Oscar (Sniper Americano, Trapaça e O Lado Bom da Vida), no remake do icônico drama musical A Star is Born (ainda sem título oficial em português). O anúncio foi feito por Greg Silverman, Presidente de Desenvolvimento Criativo e Produção Mundial da Warner Bros. Pictures. O filme também será dirigido por Cooper, que fará sua estreia como diretor.

Em A Star is Born, Lady Gaga será protagonista de um longa-metragem pela primeira vez em sua carreira artística. Além disso, ela irá compor e interpretar novas canções para o filme. A Star is Born está sendo produzido por Billy Gerber e Jon Peters junto com Bradley Cooper e Todd Phillips, sob a bandeira da Joint Effort Productions. Basil Iwanyk é produtor executivo.

Bradley Cooper

Ao fazer o anúncio, Silverman declarou: “Para todos aqueles que tiveram a sorte de vê-lo trabalhar como ator e produtor, já estava claro que Bradley faria esta transição para diretor. Estamos honrados por ele estar fazendo isso aqui em sua casa — Warner Bros. — e com Lady Gaga como colaboradora e co-estrela. O mundo está pronto para ver estes grandes artistas trabalhando juntos em uma nova versão de A Star is Born.

American Horror Story Hotel

Um talento único, Lady Gaga recebeu uma indicação ao Oscar 2016 por sua canção Til it Happens to You, no documentário The Hunting Ground. Entre suas muitas honras musicais, ela já ganhou seis Grammy Awards e foi indicada outras nove vezes. Seus multiplatinados hits incluem desde clássicos como Bad Romance, Poker Face e Just Dance até o ‘hino’ que conquistou o topo das paradas Born This Way. Em 2014, ela provou seu talento para parcerias com Cheek to Cheek ao lado do legendário Tony Bennett em um álbum de duetos, que estreou em primeiro lugar na Billboard. Na área da atuação, Lady Gaga estrelou a temporada 2015-16 da série hit da FX American Horror Story e ganhou, por sua atuação, um aclamado Globo de Ouro na categoria de melhor atriz em minissérie. Como atriz, ela também já foi vista nos filmes de Robert Rodriguez Machete Mata e Sin City 2: A Dama Fatal.