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Wonka é sobre a doce magia de sonhar

*Por Michel Toronaga

O protagonista do clássico A Fantástica Fábrica de Chocolate está de volta em um filme que estreia hoje nas salas do Espaço Itaú de Cinema (CasaPark) e demais redes. Com direção de Paul King (As Aventuras de Paddington), Wonka revela as origens do emblemático personagem que já foi interpretado por Gene Wilder (1971) e Johnny Deep (2005). Desta vez, é Timothée Chalamet (Me Chame pelo Seu Nome) que dá vida ao famoso chocolateiro.

Willy Wonka é um jovem com um talento nato para fazer chocolates especiais. Cheio de sonhos e motivado por sua mãe, ele tem o objetivo de abrir uma loja. Mas a realidade da cidade grande é cruel. Ele é barrado por três chocolateiros ambiciosos que não querem concorrência. Eles formam um cartel perigoso que possui ligações com a polícia e até mesmo com a igreja. Como se não bastasse a competição desleal nos negócios, Wonka ainda cai em um golpe e passa a ter que trabalhar em uma lavanderia para quitar uma dívida abusiva.

Com a ajuda de outras pessoas, incluindo a órfã Noodles (Calah Lane), Wonka vai lutar para transformar o seu sonho em realidade. Quem conhece o personagem sabe que ele é o criador de uma fantástica fábrica, mas a trama mostra o caminho inicial do confeiteiro e seu duro caminho até o estrelato. Repleto de belas músicas, Wonka acerta com o carisma irresistível de Chalamet e um elenco com nomes como Olivia Colman (A Favorita), Rowan Atkinson (o famoso Mr Bean) e Hugh Grant, no papel de Oompa-Loompa.

A produção está muito boa e garante imagens belíssimas, o que acentua o clima de magia que transborda pela trama. É impossível não querer comer um chocolate depois de assistir ao filme, que tem o mérito de agradar tanto crianças quanto adultos. Além da nostalgia da música Pure Imagination, repetida diversas vezes, é muito fácil se encantar com as criações do maior inventor, mágico e fabricante de chocolate do mundo.

Questões de matemática e da vida dão o tom em O Desafio de Marguerite

*Por Vinícius Remer

Exibido no Festival de Cannes de 2023 – onde recebeu o prêmio do júri técnico CST Young Film Technician Award – e no Festival Varilux 2023, o longa francês O Desafio de Marguerite faz sua estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (7). O filme aborda a história da estudante de matemática Marguerite Hoffmann (Ella Rumpf). Após sua tese de doutorado ser invalidada por seus colegas acadêmicos, ela abandona a universidade e passa a descobrir um mundo até então desconhecido.

Com direção de Anna Novion, Marguerite, a protagonista do longa, foi inspirada num encontro da diretora com Ariane Mézard, uma grande matemática francesa. Com a mudança de cenário, Marguerite precisa vencer a timidez que desfilava pelos corredores da universidade e encarar com um jogo de cintura um pouco maior a vida fora do universo acadêmico. Quem a ajuda nesse processo é Noa (Sonia Bonny).

Embora seja um longa dramático, temos bons momentos cômicos na interação entre Noa e Marguerite. Desajeitada com o mundo externo, Noa ensina Marguerite algumas questões complexas da vida. Já Marguerite, graças ao seu conhecimento em matemática, ajuda Noa com questões financeiras. Essa interação faz Marguerite amadurecer e buscar motivação para retomar a sua tese de doutorado.

A atriz Ella Rumpf, que dá vida a Marguerite, entrega uma atuação onde é possível observar a mudança da protagonista nesses dois mundos. Tímida na universidade, ela vai aos poucos crescendo nesse mundo externo e ganhando a “malandragem” necessária para vencer os desafios. Sonia Bonny, a Noa, que a ajuda nesse processo, também desempenha uma ótima interação com Ella.

Em O Desafio de Marguerite temos não só os paradoxos matemáticos, mas também questões complexas que extrapolam os muros da universidade. Temos exercícios práticos da vida que, às vezes, um mestre ou um doutor não é capaz de resolver, mas um desconhecido que acabamos de conhecer pode nos ajudar muito mais a vencer um desafio, que nem sempre será resolvido só pela inteligência.

Digimon 02: O Início tem drama familiar e nostalgia

*Por Michel Toronaga

Estreia hoje nos cinemas do Espaço Itaú de Cinema (shopping CasaPark) e em demais redes o longa-metragem Digimon Adventure 02: O Início. Apesar do título, ele não revela o começo da segunda temporada da franquia que sucedeu Digimon Adventure. Mesmo assim, o título faz sentido por trazer algumas informações curiosas sobre a origem do universo dos monstrinhos digitais. Por exemplo: quem foi o primeiro digiescolhido? E por que os digimons fazem amizade com os humanos?

Esses questionamentos possuem explicações que são reveladas no filme, uma obra voltada para os fãs da série. Já se passaram mais de 20 anos desde que o anime foi criado, o que fez com que os primeiros fãs hoje já fossem adultos cheios de nostalgia. Quem acompanhou o anime já está familiarizado com os personagens e suas digievoluções. Agora quem nunca viu nada certamente não deve entender muita coisa.

Com dieção de Tomohisa Taguchi (Digimon Adventure: Last Evolution Kizuna), o traz de volta Davis, Yolei, Cody, T.K., Kari e Ken. Eles são surpreendidos quando um gigantesco digiovo aparece no céu sobre a Torre de Tóquio. Quando vão investigar o mistério, encontram um jovem triste chamado Lui. Ele acaba por contar sua história com Ukkomon, um digimon muito especial. Por meio de flashbacks e até mesmo viagens no tempo que lembram terapias de regressão, o filme se desenrola.

O mais inusitado de Digimon Adventure 02: O Início é a alta carga dramática da história, capaz de arrancar lágrimas. O filme parece ser apenas mais um anime com lutas entre monstros, mas vai além. Tocando em temas extremamente sensíveis como violência e negligência familiar com pinceladas de horror psicológico, a animação é emotiva e faz pensar sobre uma questão importante na vida de todos: a necessidade da comunicação. No final, é uma lição sobre se comunicar e expor seus sentimentos para manter um relacionamento saudável e mais duradouro.

Ecologia e responsabilidade são temas de As Aventuras de Poliana – O Filme

*Por Michel Toronaga

A novela homônima do SBT que teve mais de 870 capítulos chega aos cinemas. As Aventuras de Poliana – O Filme leva os personagens da telinha para a tela grande com uma história sobre amadurecimento. Agora adolescente, Poliana (Sophia Valverde) decide fazer a diferença e ajudar as pessoas. Para ela, a melhor forma de alcança este objetivo é estudando Turismo fora do Brasil. Seu pai, entretanto, acha que ela ainda é muito nova para viajar e morar sozinha no exterior.

Então Poliana decide provar para ele que é responsável o bastante para se virar sem ninguém. Assim, ela decide trabalhar no Maya Palace, um Ecoresort paradisíaco que aceita jovens aprendizes durante o verão. Mesmo querendo reforçar sua independência, ela conta com a ajuda do namorado João (Igor Jansen) e de seus inseparáveis amigos Kessya (Duda Pimenta) e Luigi (Enzo Krieger). Mas o que parecia ser uma divertida experiência profissional acaba se tornando algo muito mais sério.

O resort é comandado pela empresária Germana (Barbara França), que sempre reforça a sustentabilidade do empreendimento. Por outro lado, a vila humilde que fica próxima do resort tem sofrido com enchentes. Com direção de Claudio Boeckel, o longa-metragem tem roteiro de Íris Abravanel, que também foi a responsável pela trama do folhetim. É inegável a boa química do elenco, que conta também com Larissa Bocchino e participação dos veteranos Dalton Vigh e Jackson Antunes.

O filme traz bons momentos de aventura, como as missões para resgatar uma chave. O carisma dos personagens também é cativante. Não dá para negar que existam alguns problemas técnicos, incluindo de continuidade, mas com certeza isso não será um problema para o público-alvo da produção. A mensagem positiva da passagem adulta é boa e inspira, embora estudar nos EUA reflita uma realidade privilegiada destinada a poucas pessoas. Seria mais interessante Poliana perceber que o Brasil precisa muito de sua ajuda e que é importante continuar por aqui.

Excelente série nacional, Fim fala sobre perdas e a complexidade da vida

*Por Vinícius Remer

Fim fala sobre tantos temas. Fala sobre perdas, sobre o luto, sobre relacionamentos amorosos ou não, sobre a complexidade do ser humano e sobre os muitos fins que podem existir ao longo da vida. Baseado em livro homônimo da autora e atriz Fernanda Torres,que faz uma pontinha na trama, a nova série original da GloboPlay entra no cânone das grandes produções nacionais.

Fim retrata um grupo de quatro amigos ao longo das décadas. Ciro (Fábio Assunção), Silvio (Bruno Mazzeo), Ribeiro (Emilio Dantas) e Neto (David Junior) são inseparáveis e, ao longo dos anos, acompanhamos suas trajetórias. Histórias que se cruzam com outro grupo de mulheres. Ruth (Marjorie Estiano), Irene (Débora Falabella), Norma (Laila Garin) e Célia (Heloísa Jorge) também são personagens dessa trama e têm suas vidas entrelaçadas e até desgraçadas por alguns desses homens.

Ao longo de 10 episódios, a série retrata os grupos, colocando os oito em tela e como se dá essa interação entre eles, mas também dedica um tempo para mostrar a individualidade de cada personagem. A trama ora avança no tempo, ora recua. São retratadas diferentes décadas ao longo do mesmo episódio e a série faz isso de uma forma magistral. A excelente caracterização, seja no vestuário, nos veículos, na maquiagem ou até nos móveis da casa, situa o espectador no ano em que a história se passa.

Outro grande destaque são as atuações. Com um grande elenco, fica aqui o registro de dois atores que se sobressaem na série. Se de um lado temos Ciro (Fábio Assunção) como o grande líder desse grupo de amigos – e o ator faz jus a grandeza desse personagem-, temos Ruth (Marjorie Estiano) como o par romântico de Ciro e a única gigante capaz de antagonizar com ele. Os dois estão incríveis na trama. Marjorie Estiano é uma força da natureza que, com certeza, vai ganhar prêmios por essa atuação.

Fim fala sobre muitos fins, mas fala, sobretudo, da não-superficialidade da vida. Fala sobre a complexidade do ser humano, que está muito bem retratada na história de cada personagem dessa série. É o fim representado num luto de alguém que morreu, mas é também o fim de uma pessoa que não morreu fisicamente, mas morreu internamente e o seu exterior é, somente, um cadáver para o mundo. Fala sobre um mundo multifacetado, em que as pessoas são apenas pessoas, nas suas complexidades e superficialidades. Fim fala sobre a dor e a delícia de ser o que é.

Pedágio é um drama excelente e atual

*Por Michel Toronaga

Após passar por festivais internacionais, como o de San Sebastián, na Espanha; e o de Toronto, no Canadá, estreia hoje nas salas do Espaço Itaú de Cinema (shopping CasaPark) e demais redes o drama nacional Pedágio, dirigido por Carolina Markowicz. O longa-metragem, também consagrado no Festival do Rio, conta a história de Suellen (Maeve Jinkings), uma mulher que trabalha numa cabine de pedágio, e seu filho Tiquinho (Kauan Alvarenga). A trama gira em torno de até onde uma mãe pode ir para conseguir o que quer em um Brasil marcado pela homofobia e alienação.

No caso, o desejo da protagonista é algo impossível: “curar” o filho gay. Preocupada com os trejeitos e roupas do jovem, Suellen é convencida por uma amiga do trabalho a inscrever Tiquinho em um curso de um pastor internacional. Para isso, ela terá que encontrar uma forma de pagar um valor alto para o tal curso. É aí que a narrativa fica com um tom de suspense, ao mostrar práticas ilegais. Ainda que o “tratamento” consiga arrancar algumas risadas pela bizarrice e falta de conteúdo e embasamento, essa é uma séria questão da vida real.

Nesse ponto, todos os elogios do mundo para o realismo da obra. É tudo muito humano, convincente e bem escrito. Os personagens principais são ótimos e trazem uma verdade que lembra o tom realista quase documental do ótimo cinema de Chico Teixeira (A Casa de Alice, Ausência). O elenco entrega atuações impressionantes, como já era de se esperar de Maeve. E Kauan não fica atrás, na pele de um adolescente mal-compreendido. Markowicz, que além de dirigir também é responsável pelo roteiro, faz pensar sobre as dificuldades de uma mãe em entender a sexualidade do filho.

Enquanto a mãe conhece a vida real, com toda violência e dificuldades, Tiquinho é jovem e ainda enxerga a vida de forma mais colorida por meio das lentes cor de rosa dos seus óculos. De maneira equilibrada, a narrativa apresenta os pontos de vista dos dois, que têm sonhos e visões de mundo diferentes. Não é a primeira vez que a cineasta trabalha com esta temática da diversidade e o resultado é incrível. Ao terminar a projeção, fica o desejo de saber mais sobre a vida daqueles brasileiros que certamente existem nas periferias do país.

Em Apaches, gangue toca o terror em Paris

*Por Vinícius Remer – Especial para o Cine61

O filme Apaches: Gangues em Paris retrata um grupo que realmente existiu no início do século XX em Paris. Les apaches, como eram conhecidos, cometeram uma série de crimes contra a alta sociedade parisiense num período da história conhecido como Bélle Époque parisiense. O longa, inspirado nessa turma, começa com um grupo de crianças cometendo pequenos furtos e entrando em conflito justamente com a galera mais barra pesada da história, os Apaches.

A treta desencadeia na morte do líder desse grupo de crianças e Billie (Alice Isaaz), a protagonista da história e também membro da turma de pequenos bandidos, vivencia esse trauma. Então ela decide vingar a morte do amigo. Presa por 15 anos, Billie sai da cadeia e se infiltra na turma dos Apaches para por ou não a cabo a sua vingança.

Com direção de Romain Quirot, as cenas de ação não empolgam e a sede de vingança de Billie é pouco atraente. Apesar do esforço da atriz Alice Isaaz em dar mais vida para a personagem, tentando torná-la mais profunda e consequentemente mais interessante, assistimos a uma protagonista óbvia demais nas suas motivações e um drama parecido com tantos outros por aí.

Talvez o único ponto positivo do filme seja retratar uma época em que uma parte da cidade luz era regada pelo caos, crime, álcool e prostitutas. Cenários, figurinos, maquiagem, cabelo e até as armas parecem ser bem condizentes com o ano em que se passa a história. Mas faltou tornar a turma de criminosos um pouco mais interessante.

Novo Jogos Vorazes prova que distopia ainda é forte

*Por Michel Toronaga

Após dirigir os três últimos filmes da mesma franquia, o cineasta Francis Lawrence retorna com Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, longa-metragem que se passa no mundo distópico criado por Suzanne Collins. A narrativa acontece muito antes da quadrilogia original e serve para explicar como os jogos que dão origem ao título ganharam a forma que conhecemos e, principalmente, a trajetória do presidente Coriolanus Snow (vivido originalmente por Donald Sutherland).

No novo longa, o personagem é interpretado por Tom Blyth. Snow ainda era um estudante com planos de ascender socialmente. O roteiro tem a preocupação de humanizá-lo, mostrando desde a sua infância difícil até quando ele desenvolve suas características vilanescas que podem ser vistas nos outros filmes. Se tem uma coisa que a nova produção consegue fazer bem é recuperar o clima opressivo do universo onde a trama se desenvolve.

Ainda que, desta vez, grande parte da trama seja vista do ponto de vista de um morador da privilegiada Capital, também é possível ver como é a dura vida nos Distritos, as regiões pobres de onde são selecionadas pessoas que deverão lutar até a morte no reality show Jogos Vorazes. Alguns personagens novos são interessantes e agregam muito à história, como o reitor Highbottom (Peter Dinklage), considerado o criador dos jogos e a Dra. Volumnia Gaul (Viola Davis), que desenvolve armadilhas perigosas para matar os jogadores. Sempre se destacando em tudo que faz, Viola interpreta bem uma vilã que beira a insanidade.

A trama foca em Snow e na jogadora Lucy Gray (Rachel Zegler), que foi selecionada e tenta sobreviver à caótica provação. Os dois formam um bom casal e é fácil torcer por ambos. Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes tinha tudo para ser tão bom quanto seus antecessores. Os figurinos bonitos estão presentes e a mensagem de resistência contra o sistema cruel e desigual também. Porém, o roteiro, que é dividido em três partes, se arrasta muito e faz a experiência se tornar cansativa. Para piorar ainda mais esta sensação, há incontáveis números musicais, alguns performados um após o outro. Isso faz com que as quase 2h40 de duração pareçam o dobro. A parte final, a mais fraca, é prejudicada pelas músicas e pela conclusão acelerada. Ainda assim, o filme é a prova que a franquia Jogos Vorazes ainda tem o que mostrar na telona.

Kinoplex anuncia ação promocional para As Marvel

Para felicidade dos fãs, já chegou aos cinemas o filme ‘’As Marvels’’, o mais novo lançamento do mundo dos super-heróis. E para melhorar ainda mais a experiência dos cinéfilos, o Kinoplex vai oferecer uma promoção de bomboniére exclusiva para o longa.

Ao comprar o Combo As Marvels (1 pipoca mega + 1 refrigerante 700ml), o cliente recebe um super brinde: um copo que brilha no escuro, tematizado e exclusivo do filme. A promoção é válida para todos os cinemas da rede.

O longa é do mesmo roteirista dos sucessos Blade 2: O Caçador de Vampiros (2002) e Blade: Trinity (2004). Nele, o universo está em perigo e Nick Fury (Samuel L. Jackson) está no comando de uma missão para protegê-lo. Para isso, serão recrutadas Carol Danvers, a Capitã Marvel (Brie Larson), a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris), também conhecida como Espectro, e a jovem Kamala Khan (Iman Vellani), mais conhecida como Ms. Marvel. Uma vez reunidas, essa equipe enfrentará um enorme e perigoso desafio. Da mesma diretora de A Lenda de Candyman (2021) e sequência do sucesso Capitã Marvel (2019). Este é o 33º filme do Universo Cinematográfico Marvel, iniciado em 2008 com Homem de Ferro.

Os ingressos podem ser adquiridos nas bombonieres dos cinemas e nos terminais de autoatendimento, além do site do Kinoplex. Ao comprar as entradas, o cliente também pode acumular pontos para trocar por ingressos e pipoca grátis, basta estar cadastrado no programa de benefícios Kinoplex+. Os clientes do banco PAN e BTG Pactual pagam meia-entrada em todas as sessões.

Confira agora o trailer do filme O Dublê

L to R: Ryan Gosling is Colt Seavers and Emily Blunt is Judy Moreno in THE FALL GUY, directed by David Leitch

Cenas arriscadas de explosão, tiroteio, incêndios, perseguição, acidentes de carro, saltos e quedas de locais inusitados… O que poderia dar errado? Com um enredo de tirar o fôlego, O Dublê, novo longa da Universal Pictures, acaba de ganhar seu primeiro trailer. O filme conta a história de um dublê, que após um grave acidente que quase acabou com sua carreira, precisa descobrir o paradeiro de um astro de cinema desaparecido, lutar contra uma conspiração e reconquistar o amor de sua vida.

Estrelado por Ryan Gosling e Emily Blunt, a trama impactante é um misto de mistérios, suspense e muito bom humor. O longa é o filme mais pessoal, até o momento, do dublê da vida real David Leitch, diretor dos sucessos “Trem Bala”, “Deadpool 2”, “Atômica” e “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, e produtor de “John Wick: De Volta ao Jogo”, “Anônimo” e “Noite Infeliz”.

O Dublê, previsto para estrear em 2024 nos cinemas de todo o país, é um thriller de ação hilário, com elenco estelar, eletrizante, e uma carta de amor aos filmes de ação e à equipe de pessoas corajosas que desempenham o papel de dublê.