Com inscrições de todas as regiões do Brasil, o 17º Festival Taguá de Cinema recebeu mais de 500 filmes para participar desta edição, que é marcada pela diversidade de olhar e linguagem.
E de 1º. A 16 de maio, a participação do público é essencial, durante a Seletiva Popular Online, que conta com o voto do público para eleger o melhor filme que irá participar da Mostra Competitiva, com exibição presencial em junho deste ano.
No site oficial do evento www.festivaltaguatinga.com.br, os espectadores podem assistir em casa aos 423 filmes desta edição. Ao final, cada pessoa pode votar nos filmes que mais gostou, mas apenas um voto para cada filme.
Premiação
Os filmes da Mostra Competitiva concorrerão a quatro prêmios em dinheiro, sendo três deles no valor de R$2.500,00 para cada uma das três obras escolhidas pelo Júri Oficial do Festival e um prêmio no valor de R$1.000,00 para o filme escolhido pelo Júri Popular durante o festival.
Programação presencial
A Mostra Competitiva do 17º Festival Taguá de Cinema será realizada entre os dias 07 e 10 de junho, no Teatro Paulo Autran – Sesc Taguatinga (Brasília – DF). Além da exibição dos curtas selecionados e noite de premiação, o evento realizará oficinas, debates, shows e festas, além das Mostra Paralela e Mostra Infantil. Acompanhem a programação completa nas redes sociais @festivaltagua.
SERVIÇO
17º Festival Taguá de Cinema
Seletiva Popular online – Assista e Vote
Quando: de 1º a 16 de maio
Onde: www.festivaltaguatinga.com.br
Desde 2020, a A2 Filmes tem investido em levar conteúdo não apenas para os espaços de streaming pagos da internet brasileira, mas também trabalhado muito para ter um grande acervo que possa ser visto, de graça, pelo público. Os canais da Família Film+, atualmente composta por três perfis conectados, porém, focados em públicos específicos, dando opções para que os fãs de bons filmes possam se divertir e saber onde encontrar seus títulos preferidos.
Hoje, o primeiro canal do YouTube criado, o Film+, conta com mais 1,4 milhão de inscritos e mais de 250 milhões de visualizações. Ao todo, são mais de 330 lançamentos disponíveis, com playlists para todos os gostos, além de estreias semanais.
Ainda, existe o o Film+ Action e o Film+ Emotion, focando em uma programação mais dedicada ao gosto do público que prefere acompanhar seus gêneros de filmes preferidos em um só canal. O Film+ Action reúne títulos de ação, aventura, suspense e terror, com novidades chegando sempre às quartas e sábados. O canal possui mais de 150 mil inscritos e chegando perto das 26 milhões de visualizações. No momento, o catálogo tem 68 filmes, entre grandes sucessos recentes e títulos clássicos de décadas passadas.
O Film+ Emotion traz dramas, romances e comédias, e é o mais recente da Família Film+. Hoje, o canal tem mais de 51,5 mil inscritos, 35 filmes já disponíveis e mais de 5 milhões de visualizações.
A Família Film+ está presente no YouTube com mais uma ótima opção de diversão, sem sair de casa, em qualquer equipamento com internet e, o melhor de tudo, de graça! De terça a sábado, a A2 Filmes lança novos conteúdos no YouTube, alternando entre cada um dos canais Film+, e seguimos trabalhando para ter mais produtos de qualidade para que o público tenha sempre uma opção de bom entretenimento.
CONFIRA A SEGUIR A LISTA DE FILMES PREVISTOS PARA AS PRÓXIMAS SEMANAS
438 Dias (438 Days 2019) A Fuga de Akilla (Akilla’s Scape) Adeus Borboleta (Goodbye Butterfly) Águas Negras (Dead in the Water) Allan: Uma Súbita Paixão (Allan the Dog) De Agora em Diante (Before I Go) Jack, O Estripador A História não Contada (Ripper Untold) Missão: Rússia (Russian Raid) O Direito de Viver (Roe v. Wade) O Inimáginavel (The Unthinkable) O Jovem Viking (Halvdan: Almost Viking 2018) O Mal Esta Lá Fora (Hunter`s Moon) O Matemático (Adventures of a Mathematician) O Ninho (The Nest/ II Nido) O Último Jogo (The Blackout Experiment) Resgate em Alta Velocidade (Speed Rescue) Sobre Nós (About Us) Uma Missão de Fé (Broken Hallos)
Alguns dos títulos já chegaram ao Film+, porém, farão suas estreias nos demais canais da família em breve!
O Mestre da Fumaça (The Smoke Master) é um filme de ação escrito, produzido e dirigido pela dupla de diretores estreantes André Sigwalt e Augusto Soares. A produção é completamente independente e traz todos os elementos de um filme épico, com uma mistura de gêneros inusitada. Apesar da ênfase no Kung Fu, inspirada no cinema de Hong Kong dos anos 60 e 70, é, ao mesmo tempo, uma comédia “stoner”, baseada nos filmes da contracultura americana dos anos 70 a 90. O filme tem estreia nacional exclusivamente nos cinemas em 18 de maio.
O ator brasileiro Daniel Rocha (Avenida Brasil, Império, Irmãos Freitas) e o ator chinês Tony Lee (Os Parças, Made In China) protagonizam a ação, que narra a jornada de dois irmãos amaldiçoados pela máfia chinesa com a temida “Vingança das 3 Gerações”. A única maneira de sobreviver é aprender os segredos do Estilo da Fumaça, uma arte marcial ensinada por um mestre singular. O filme tem trilha sonora original assinada por André Abujamra, em parceria com Eron Guarnieri.
Prêmios
Em 2022, O Mestre da Fumaça estreou em festivais no 18º Fantaspoa, o maior festival de cinema fantástico da América Latina, como filme de encerramento. Logo após, a obra foi selecionada para a 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e ganhou o prêmio do público de melhor filme de ficção brasileiro.
Ao participar do The Amazing Stoner Film Fest, na Tailândia, festival dedicado a filmes canábicos, o filme venceu o prêmio Golden Ganja Awards de melhor filme. Já no 7º Rio Fantastik Festival, festival de cinema fantástico do Rio de Janeiro, venceu o prêmio do júri de melhor direção e o prêmio do público de melhor filme.
Durante o 12º Festival Internacional de Cinema do Balneário Camboriú, o longa venceu o prêmio de melhor filme da Mostra Noturna. E em 2023, o filme participou do 25º Festival Internacional de Cinema de Punta Del Este, renomado festival da América Latina, em uma sessão ao ar livre e legalizada, e venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional do 23º Festival Internacional de Cinema Independente de Washington DC, nos Estados Unidos, com participação dos diretores.
Além de vencer prêmios nacionais e internacionais, O Mestre da Fumaça participou de diversos festivais pelo Brasil, (Phenomena – São Paulo, Crash – Goiânia, Festival Internacional de Cinema Fantástico – Brasília, entre outros), e pelo mundo (Cinequest Califórnia, OIFF – Flórida, Macabro – México, Rojo Sangre – Argentina, Rising Sun – Japão, entre outros).
Para estrear comercialmente no Brasil, os novos cineastas se uniram à distribuidora Lança Filmes, sediada em Porto Alegre, e no final de 2022 o filme foi agraciado com um edital da Spcine voltado para a distribuição de filmes de pequeno e médio portes. O Mestre da Fumaça será lançado com exclusividade nos cinemas em maio de 2023. Para o mercado internacional, a agência canadense Raven Banner é responsável pelas vendas. Desde o início do segundo semestre, eles têm levado o filme para os principais mercados cinematográficos do planeta.
O fotógrafo que faleceu em 2021, devido a complicações de um câncer, ganha um episódio especial na série “Brasília, 60 anos de cultura” exibida no Youtube
O documentário “Brasília, 60 anos de Cultura” que está sendo transmitido atualmente pelo canal do YouTube (@vanguardacine), ganhou um episódio extra para homenagear um importante personagem da cena cultural brasiliense, Luis Humberto Martins Pereira, que faleceu no começo de 2021. O carioca é um dos fundadores da UnB e dedicou boa parte da sua vida à arte da fotografia.
Abordando a história de Luis Humberto com o crescimento e desenvolvimento da cidade, o episódio faz uma bonita reverência ao professor e arquiteto que ajudou a escrever a história de Brasília. O fotógrafo lutava contra um linfoma e acabou falecendo, aos 86 anos, antes da conclusão do projeto que foi iniciado no período da pandemia.
Para o diretor do projeto, Arthur Gonzaga, o fotógrafo moldou a cultura brasiliense. “A vida e arte de Luis Humberto são uma aula de como Brasília se constituiu como cidade e culturalmente. Essa é a principal contribuição desse pioneiro na construção dessa identidade” enfatiza.
Produzida pela Vanguarda Cine Ateliê e patrocinada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, a Websérie conta com 9 episódios, sendo que um foi dedicado como tributo ao professor de fotojornalismo. Atualmente a série está sendo transmitida toda segunda e quinta no canal do Youtube, no formato de podcast para os usuários do Spotify e no mês de junho será exibida na TV, pela TV Câmara Distrital, canal 9.3.
Antes de ver Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo é preciso ter em mente uma coisa: a história não é igual a do anime. Por esse motivo, é inútil comparar com os episódios que você já deve conhecer porque a abordagem é diferente. Existem elementos da trama de Masami Kurumada, mas é uma releitura livre e com novas interpretações. Quem for aos cinemas esperando encontrar algo fiel com certeza vai se decepcionar. Agora quem assistir com o coração aberto e evitar comparações pode achar mais fácil assistir.
O filme funciona como um prólogo para o que será uma franquia caso a bilheteria colabore. Assim, tudo o que se vê nas duas horas de projeção é uma preparação para as novas aventuras que virão. Seiya (Mackenyu) é um jovem que busca sua irmã Seika. Ela foi sequestrada quando jovem e ele vive em função de reencontrá-la. Apesar de não ficar bem explicado o motivo, ele participa de batalhas em uma espécie de clube da luta – o que relembra a Guerra Galática da obra original.
E é em uma luta que Seiya desperta o cosmo, uma rara força que poucos possuem. A partir daí, ele conhece Saori (Madison Iseman, de Annabelle 3: De Volta Para Casa) e seu pai adotivo Alman Kido (Sean Bean). Explicam para ele que Saori é a reencarnação da deusa Atena e que Seiya é o cavaleiro de Pégaso, que deve protegê-la. Mas, para isso, Seiya deve aprender a usar o seu cosmo. Por isso ele treina com a amazona Marin. Até aí tudo bem.
A parte “nova” se dá por causa da vilã Guraad (Famke Janssen, de X-Men), que quer matar Atena por acreditar que ela irá destruir a Terra, mesmo ela tendo toda uma vibe Hannah Montana. Apesar de todo o conceito mitológico, o filme se passa um universo cheio de tecnologias futuristas: naves, armas de laser e soldados ciborgues. O cosmo é visto como uma forma de energia que pode ser usada para fins bélicos. Alguns pontos positivos merecem ser destacados, como o protagonista ser interpretado por um ator japonês e as boas cenas de luta.
Por outro lado, a computação gráfica derrapa na qualidade algumas vezes, embora seja boa como um todo. A trilha sonora é muito genérica e só chama a atenção quando toca uma versão do emocionante tema Pegasus Fantasy, quando Seiya veste a armadura. A sequência lembra mais Sailor Moon do que Cavaleiros do Zodíaco, mas é boa. A relação de Seiya com Saori já é definida muito rápido, talvez para já existir um interesse romântico para o herói. O que se sente falta, na realidade, é a presença dos outros cavaleiros. Do quinteto principal, apenas dois aparecem. Pode não ser o melhor longa baseado em anime/mangá, mas também não é o pior.
Lançado como O Chamado 4: Samara Ressurge (2022), o mais recente título da franquia da fantasma japonesa cabeluda na verdade não é o quarto e provavelmente não será o último. Ele veio depois de Sadako: Capítulo Final (2019), que por sua vez veio antes de A Invocação (2012) e A Invocação 2 (2013). Estes últimos, apesar do título nacional, são Sadako 3D e também fazem parte da franquia. Bem como o spin-off O Chamado vs. O Grito (2016). A confusão aumenta quando se mistura as refilmagens norte-americanas com os originais japoneses.
Como os primeiros filmes foram sucesso por causa da bizarrice de trama, é claro que a indústria cinematográfica apoveitaria ao máximo a obra do autor Koji Suzuki para criar cada vez mais lançamentos. O mais recente, que entra em cartaz hoje nas salas brasileiras, procura atualizar a trama do vídeo amaldiçoado. O longa-metragem parece ter sido feito para a geração Z, seja pelos personagens adolescentes ou por diálogos como “O que é uma fita VHS?”.
Faz sentido. Atualmente é difícil ter um videocassete em casa para reproduzir uma fita que pode te matar. Mas cada vez mais mortes começam a assolar o Japão e a inteligentíssima Ayaka Ichijo (Fuka Koshiba) usa seu QI acima de 200 para tentar resolver esse mistério. Cética, ela não acredita em maldições, sendo o oposto do médium-celebridade Kenshin (Hiroyuki Ikeuchi), que participa de programas televisivos para falar do sobrenatural.
A história é diferente da original. Samara/Sadako agora mata em apenas 24h após a pessoa ver o vídeo. Além disso, as imagens do vídeo são diferentes e incluem a casa da pessoa que está assistindo – o que é realmente sinistro. Por outro lado, quando entra na trama um personagem caricato e com alto teor de humor, o filme desanda numa comédia. Esqueça totalmente o terror. As tentativas de susto com as notificações dos celulares funcionam apenas para os personagens e, quem assiste, precisa estar com a mente bem aberta para entender que não é horror. É praticamente uma sátira de uma boa premissa que hoje está desgastada.
A famosa história do conde Drácula agora é vista pelos olhos do seu fiel servo na nova comédia de terror que estreia hoje nos cinemas. Em Renfield – Dando Sangue pelo Chefe, acompanhamos a trajetória de Renfield (Nicolas Hoult, de Mad Max: Estrada da Fúria), subordinado que sempre trabalhou entregando corpos de humanos para que o vampiro pudesse se fortalecer e combater os caçadores e religiosos. Mas chega um momento que ele se cansa de desempenhar essa função.
A grande questão é que Drácula (Nicolas Cage) é poderosíssimo. E não vai ser fácil para Renfield se livrar deste relacionamento tóxico. Como se não bastasse o vilão, o rapaz ainda acaba se envolvendo com uma gangue muito perigosa chamada Los Lobos. Eles mandam até na polícia, exceto na policial Rebecca (Awkwafina, de Podres de Rico), que é honesta e busca justiça pela morte do pai. Quando os caminhos de Renfield e Rebecca se cruzam, ele passa a questionar tudo que fez ao servir o lorde das trevas.
Com direção de Chris McKay (Lego Batman: O Filme), Renfield é bastante divertido. Não faltam cenas de humor estilo pastelão e momentos super sangrentos. A violência é exagerada, bem cartunesca, mas pode impressionar os desavisados. O ajudante ganha poderes especiais quando come insetos, o que garante cenas de lutas e tiroteios dignas de filmes de super-heróis. Isso dá uma movimentada boa na história e conquista o público que gosta de ação.
Nicolas Cage, que passou por um período sendo muito criticado, continua com sua boa leva de filmes. Sua caracterização o deixou parecido com o ator Béla Lugosi, considerado um dos melhores intérpretes do Drácula nas telonas. E além do visual, sua atuação é hilária. É um Drácula dramático cheio de frases de efeito e trejeitos engraçados. O humor também está presente de forma ácida no grupo de ajuda de pessoas codependentes, uma peça fundamental do roteiro. Sem dúvidas, uma boa surpresa.
O diretor Wes Anderson reuniu um elenco repleto de estrelas para seu novo longa, Asteroid City, que deve estrear nos cinemas brasileiros em agosto deste ano. O primeiro trailer do filme acaba de ser divulgado pela Universal Pictures e mostra o elenco em uma história emocionante, inusitada e muito engraçada.
A comédia romântica aborda a história de uma família, que após o carro quebrar, fica ‘presa’ em Asteroid City, cidade norte-americana onde se comemora o Dia do Asteroide e onde aspectos relacionados ao espaço sideral são levados muito a sério. O filme levanta o debate sobre mudanças familiares, presença de alienígenas na Terra e inúmeras situações cotidianas.
O filme, produzido pela Universal Pictures, conta com Tom Hanks, Tilda Swinton, Scarlett Johansson, Jeffrey Wright, Bryan Cranston, Edward Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Maya Hawke, Steve Carell, Matt Dillon, Willem Dafoe, Sophia Lillis, Ethan Lee, Jeff Goldblum e Rita Wilson, em uma história bastante irreverente.
Sobre o Filme
Asteroid City é ambientado numa cidade ficcional do deserto americano por volta do ano de 1955. Nela, o roteiro de uma convenção dos Astrônomos Júnior/Cadetes do Espaço, organizada para reunir estudantes de todo o país, e suas famílias, para uma competição escolar de bolsas de estudos é espetacularmente interrompido por eventos que podem impactar e transformar o mundo.
A Universal Pictures divulga o time de dubladores nacionais do filme Ruim Pra Cachorro, comédia escrachada que estreia em 8 de junho nos cinemas de todo o país. Bruna Louise, Fábio Rabin, Os Quatro Amigos (Afonso Padilha, Dihh Lopes, Marcio Donato e Thiago Ventura) e Wendel Bezerra são as vozes brasileiras dos personagens do longa.
Reggie, o Border Terrier ingênuo e implacavelmente otimista tem a voz de Wendel Bezerra. Fábio Rabin dá vida ao Bug, Boston Terrier que se torna amigo de Reggie em uma jornada enlouquecedora para se vingar de seu dono. Dihh Lopes empresta sua voz ao Bulldog nervoso Chester e Thiago Ventura é Finn, um Rottweiler, cão de detecção e um tremendo bobalhão. Já Márcio Donato e Afonso Padilha dão respectivamente voz a Bubsy, um Poodle com comentários grosseiros e engraçados, e Munchkin, um Bloodhound, cão de detecção. Bruna Louise dubla a Maggie, Pastor Australiano, inteligente e a única cadela do grupo.
“Esse filme conta com um time de dubladores incrível! Eles são os comediantes mais engraçados do Brasil”, comenta Wendel Bezerra, que além de dar voz ao Reggie, foi o diretor de dublagem do filme.
Ruim Pra Cachorro é uma versão diferenciada dos filmes de cães. A comédia, que ao mesmo tempo fala sobre amizade e diversão, expõe temas como relacionamentos tóxicos, abandono e, também, vingança. Dirigido por Josh Greenbaum (Barb e Star Go to Vista Del Mar) e escrito por Dan Perrault (Players, American Vandal), o longa apresenta um roteiro hilário e estreia em 8 de junho de 2023 nos cinemas de todo o país.
Sobre o filme
Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas e se o homem for um saco de lixo? Nesse caso, pode ser hora de uma doce vingança, no estilo cachorro. Quando Reggie (Wendel Bezerra), um Border Terrier ingênuo e implacavelmente otimista, é abandonado nas ruas da cidade por seu dono, Doug (Marcelo Salsicha), Reggie tinha a certeza de que seu amado dono nunca o deixaria de propósito.
Mas quando Reggie se envolve com um Boston Terrier falador e desbocado chamado Bug (Fábio Rabin), um vira-lata que ama sua liberdade e acredita que os donos são otários, Reggie finalmente percebe que estava em um relacionamento tóxico e começa a ver Doug como o desprezível sem coração que ele é. Determinados a se vingar, Reggie, Bug e os amigos de Bug – Maggie (Bruna Louise), uma inteligente pastora australiana que foi deixada de lado pelo novo cachorrinho de seu dono, e Hunter (Wellington Lima), um Dogue Alemão ansioso que está estressado por seu trabalho como um animal de apoio emocional – juntos tracem um plano e embarquem em uma aventura épica para ajudar Reggie a encontrar o caminho de casa… e fazer Doug pagar mordendo a língua.
Uma subversão dos filmes de cães que conhecemos e amamos, Ruim Pra Cachorro, dirigido por Josh Greenbaum (Barb e Star Go to Vista Del Mar) e escrito por Dan Perrault (Players, American Vandal), é um filme de ação ao vivo hilário, classificado para menores. É uma comédia sobre as complicações do amor, a importância de grandes amizades e as inesperadas virtudes de transar no sofá.
Apresentando um poderoso elenco de comédia coadjuvante, incluindo Os Quatro Amigos (Afonso Padilha, Dihh Lopes, Marcio Donato e Thiago Ventura) — Ruim Pra Cachorro é produzido pelo fundador e CEO da Picturestart, Erik Feig (Luckiest Girl Alive, Cha Cha Real Smooth), por Louis Leterrier (diretor Fast X, The Clash of the Titans), por Dan Perrault (Players, American Vandal) e pelos parceiros de Lord Miller, Phil Lord e Chris Miller (Spider-Man: Into The Spider-Verse, The Lego Movie 2: The Second Part) e Lord Miller, presidente da Film Aditya Sood (The Martian, Cocaine Bear). O filme tem produção executiva de Jessica Switch, Nikki Baida e Julia Hammer.
A franquia clássica A Morte do Demônio ganha hoje um novo título. Depois do sangrento remake de 2013, A Morte do Demônio: A Ascensão, entra em cartaz mais focado no terror do que na violência gráfica do seu antecessor. É claro que há um excesso de sangue e vômitos, mas, desta vez, o roteiro parece não ter a preocupação de criar imagens tão dolorosas quanto no filme do uruguaio Fede Alvarez. Nas mãos do diretor Lee Cronin, a abordagem é mais assustadora e divertida.
Ambientado em um prédio decadente que por si só já é sinistro, o filme é focado em uma família que se vê em um pesadelo após um adolescente curioso mexer com o que não devia. Após um terremoto abrir um vão no meio da garagem, o jovem encontra um livro e discos de vinil que jamais deveriam ser tocados. Esses objetos acabam por invocar uma entidade poderosíssima que se apossa de uma mãe solteira, a tatuadora Ellie (Alyssa Sutherland, da série Vikings).
A partir daí, os três irmãos e a tia Beth (Lily Sullivan) vão tenta sobreviver diante da ameaça sobrenatural e incontrolável. A história tem tempo de pincelar os dramas pessoais dos protagonistas, mas nada se compara com as dificuldades que eles enfrentarão quando Ellie é possuída. A Morte do Demônio: A Ascensão inova ao não se passar totalmente em uma cabana na floresta, mas o isolamento permanece, já que a família fica confinada no edifício.
O longa começa com uma cena bem-humorada que homenageia a câmera perseguidora do diretor Sam Raimi, criador da franquia. Existe outro momento em que a trama recria o famoso teaser do elevador do clássico O Iluminado. O resultado é um filme melhor que o de 2013 por ser melhor equilibrado e entregar um suspense de qualidade. O tom ainda é mais sério que os filmes do canastrão Bruce Campbell (que aqui trabalha como produtor), mas isso não é um defeito. Destaque para o momento perturbador próximo do filme, que parece ter saído dos games da série Silent Hill.