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O Pastor e o Guerrilheiro conta história que deve ser lembrada

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*Por Michel Toronaga

A ditadura no Brasil pode parecer algo distante, mas acontecimentos recentes provaram que o período, marcado por perseguições e torturas, não é tão bem compreendido por muitas pessoas até hoje. O longa-metragem O Pastor e O Guerrilheiro, dirigido por José Eduardo Belmonte (Alemão), estreia nos cinemas com uma emocionante história baseada em fatos reais. O filme se passa em duas linhas de tempo: nos anos 60 e 70, e também no final de 1999.

Julia Dalavia interpreta Juliana, uma adolescente engajada nas causas sociais. Ela descobre que virou herdeira do pai que nunca conheceu, um coronel que jamais assumiu o relacionamento que teve com a sua mãe. Ela acaba por ler um livro de memórias do guerrilheiro comunista João (Johnny Massaro) que, assim como ela, também estudava na Universidade de Brasília. Paralelo a isso também acompanhamos os dilemas do pastor Zaqueu (César Mello), que prega em uma pequena igreja.

O roteiro intercala o cotidiano de Juliana com flashbacks da história do guerrilheiro. As três tramas acabam se relacionando durante a projeção. Tanto João quanto Zaqueu são presos por militares. Já a leitora percebe a relação do pai em todo esse processo de violência. O longa-metragem aborda muitos temas importantes que não foram totalmente digeridos por muitos, por isso merece ser visto por quem desconhece a História do país.

O elenco está muito bem e traz Massaro totalmente entregue ao papel. O ator não só perdeu peso, como consegue transmitir o desespero das atrocidades que o personagem se submeteu mesmo sem precisar falar nada. César Mello também não fica atrás como o evangélico, com uma entonação e postura idênticas às dos pregadores. Também podem ser vistos no filme Ana Hartmann e talentos de Brasília, como Túlio Starling, Gabriela Corrêa e Miquéias Paz. Belmonte entregou um bom trabalho para fazer refletir sobre o sangue que foi derramado para que o Brasil pudesse ser redemocratizado novamente.

Air expõe os bastidores do tênis

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*Por Michel Toronaga

Quem passa em alguma loja e vê o tênis Air Jordan na vitrine nem faz ideia de como ele foi um produto decisivo na trajetória da marca Nike. Mas agora é possível conhecer sua importância com o longa-metragem Air: A História Por Trás do Logo, que estreia hoje nos cinemas. O filme é dirigido por Ben Affleck, que também participa atuando como Phil Knight, o dono da empresa. E o protagonista é vivido por Matt Damon, em um daqueles papéis feitos sob medida para ele.

Sonny Vaccaro (Damon) trabalha para a Nike encontrando talentos do basquete. O objetivo da marca, nos anos 80, era expandir a atuação para além das corridas. O problema é que os grandes nomes do esporte já haviam fechado contratos com indústrias como Adidas e Converse. E ter um atleta de renome para a Nike parecia ser um sonho distante, uma vez que a empresa ainda não era grande como é hoje.

Pensando alto, Sonny tenta conquistar aquele que seria uma grande promessa no esporte: Michael Jordan. Vale a pena lembrar que o roteiro se passa no passado, na época que Jordan era apenas um adolescente e não o ícone que é hoje. O filme mostra todos os bastidores das negociações até a criação do famoso tênis, sendo uma daquelas produções que mostram como é fundamental a força de vontade e a persistência para alcançar seus objetivos no mundo dos negócios.

O elenco traz também talentos como a sempre ótima Viola Davis (no papel da mãe de Jordan); além de Jason Bateman e Chris Tucker. Com bons momentos de humor, o Air tem uma narrativa bem feita. É impossível não tirar o fator publicitário do longa mas, no final, a projeção deixa bem evidente a relevância do Air Jordan na história dos produtos licenciados. E é uma lição positiva sobre como funcionou o acordo milionário.

Confira o teaser da série Atração Fatal

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O Paramount+ acaba de liberar o teaser oficial de sua nova série original, Atração Fatal, que estreia em 1º de maio, com exclusividade, no Paramount+.

Atração Fatal é uma profunda releitura do thriller psicossexual clássico dos anos 80. A nova série explorará a atração fatal e os temas atemporais de casamento e infidelidade através das lentes das atitudes modernas em relação a mulheres fortes, personalidade e controle coercitivo.

A série é estrelada por Joshua Jackson como Dan Gallagher, Lizzy Caplan como Alex Forrest, Amanda Peet como Beth Gallagher, Alyssa Jirrels como Ellen Gallagher, Toby Huss como Mike Gerard, Reno Wilson como Detetive Earl Booker e Brian Goodman como Arthur Tomlinson.

Alexandra Cunningham (“Dirty John”, “Chance”) atua como roteirista, showrunner e produtora executiva da série ao lado do produtor executivo Kevin J. Hynes (“Perry Mason”), com quem Cunningham compartilha o crédito da história, e os produtores executivos Darryl Frank e Justin Falvey para a Amblin Television. Silver Tree também atua como produtor executivo e dirigiu cinco episódios.

Estreia: dia 1º de maio, segunda-feira, exclusivamente no Paramount+.

Veja uma cena exclusiva do suspense Raquel 1:1

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Produzido pela Claraluz Filmes, dirigido por Mariana Bastos e protagonizado por Valentina Herszage, longa-metragem está em cartaz com distribuição da O2 Play A O2 Play, distribuidora da O2 Filmes, em parceria com a Ingresso.com, lançou uma cena exclusiva do filme “Raquel 1:1”. O suspense dirigido por Mariana Bastos e estrelado por Valentina Herszage, já está em cartaz. O longa-metragem é uma produção da Claraluz Filmes.

No trecho exclusivo, a personagem Raquel (Valentina Herszage) começa a questionar os ensinamentos da Bíblia e entra em conflito com suas colegas.

“Raquel 1:1” chega às salas de exibição do Brasil após sucesso internacional. Foi o único filme brasileiro no South by Southwest (SXSW) 2022, um dos maiores festivais de cinema, música e tecnologia do mundo, e fez parte do 37º Festival Internacional de Guadalajara, no México, como um dos longas que representaram o Brasil na Competição Oficial de Longas-Metragens Ibero-Americanos. No último ano, a produção também esteve presente em festivais de Portugal, Alemanha, Itália e outros países e foi exibida na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

O longa narra a história da jovem Raquel, que ao chegar a uma pequena cidade do interior, vive acontecimentos misteriosos e embarca numa controversa missão ligada à Bíblia e a traumas de seu passado. Valentina Herszage, vencedora do prêmio de melhor interpretação Bisatto d’Oro, no Festival de Veneza, protagoniza o filme, ao lado de Emílio de Mello, Eduarda Samara, Ravel Andrade e Priscila Bittencourt

Vem aí o longa O Pastor e o Guerrilheiro

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Depois de passar pelos principais festivais de cinemas do Brasil, o longa-metragem  O Pastor e o Guerrilheiro, do cineasta José Eduardo Belmonte (“Alemão”, “Billi Pig” e “Entre Idas e Vindas”), chegará aos cinemas brasileiros no próximo dia 13 de abril, com distribuição da A2 Filmes, e acaba de ter seu trailer oficial divulgando e o novo cartaz.

Estrelado pelos atores Johnny Massaro (“O Filme da Minha Vida” e o ainda inédito “A Cozinha”, ficção que marca sua estreia na direção e teve sua primeira exibição no Festival do Rio do ano passado), Julia Dalavia (“Até que a Sorte nos Separe” e da novela “Pantanal”), César Mello (“Minha Vida em Marte” e da série “Bom Dia, Verônica”), Túlio Starling (“A Porta ao Lado” e da novela “Pantanal”), Ana Hartmann (“O Homem da Cabeça de Laranja”), William Costa (“Meu Nome é Bagdá” e da série “Segunda Chamada”), Antônio Grassi (“Chacrinha: O Velho Guerreiro”), Buda Lira (“Bacurau” e “Aquarius”), Gabriela Corrêa (“AMADO”), Ricardo Gelli (“10 Segundos para Vencer”) e grande elenco, o filme ainda conta com a presença do saudoso Sérgio Mamberti (“O Homem Que Desafiou o Diabo” e “Castelo Rá-Tim-Bum”), em seu último trabalho.

A trama se passa nas décadas de 1960, 1970 e nos últimos dias de 1999, na virada do milênio. Em 1968, o jovem comunista João deixa a universidade e vai para uma guerrilha na Amazônia. Lá ele é preso, torturado e enviado para a prisão em Brasília, onde encontra Zaqueu, um cristão evangélico, preso por engano. Eles sofrem juntos, superam diferenças ideológicas, se ajudam e marcam um encontro para 26 anos depois, à meia-noite, na virada do milênio, em cima da Torre de TV de Brasília.

Produzido por Nilson Rodrigues e com o roteiro de Josefina Trotta, inspirado em uma história real, o filme foi rodado no Estado do Tocantins, às margens do Rio Araguaia, e em Brasilia, e conta com a produção executiva de Caetano Curi, direção de fotografia de Bárbara Alvarez, direção de arte de Ana Paula Cardoso, direção de produção de Larissa Rolin, música de Sascha Kratzer e figurino de Diana Brandão.

Selecionado para o 50° Festival de Cinema de Gramado, o filme percorreu também o 21st New York Latino Film Festival, 24° Festival do Rio – Rio de Janeiro International Film Festival, 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, XXXVII Festival del Cinema Ibero-Latino Americano di Trieste, 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 17° Comunicurtas – Festival Audiovisual de Campina Grande, 31st Pan African Film Festival, 40es Rencontres du Cinéma Latino Américain de Pessac, 14th BIFFES – Bengaluru International Film Festival e também 30th San Diego Latino Film Festival. Em Brasília, foi vencedor do prêmio Melhor Filme, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, no 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, edição de 2022.

Com distribuição da A2 Filmes, a estreia do filme  O Pastor e o Guerrilheiro aconteceu no Festival de Gramado e o filme chegará no dia 13 de abril de 2023 exclusivamente nos cinemas brasileiros.

Abertas as inscrições para o 10º Festival de Finos Filmes

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Até 1 de maio, cineastas podem inscrever seus curtas-metragens no 10º FESTIVAL DE FINOS FILMES, mostra de cinema e política, que acontece em setembro em São Paulo.

Para a inscrição, os filmes devem ter até 20 minutos e terem sido produzidos a partir de 2021. Todo o dinheiro arrecadado em venda de ingressos será revertido para instituições sociais.

Os curtas selecionados irão compor painéis de debates e exibições, com temas e convidados de diversas áreas. Nas edições anteriores, participaram das mesas do Finos Filmes: Fernando Haddad, Sônia Guajajara, Lázaro Ramos, Ana Maria Gonçalves, Linn da Quebrada, Christian Dunker, Maria Rita Kehl, Nuno Ramos, Antônio Pitanga, Pastor Henrique Vieira, Christiane Jatahy, Vera Iaconelli, Michel Laub e muitos outros.

“O Finos Filmes chega a dez edições com a esperança por um novo Brasil, mas sem abrir mão de sua proposta de problematizar a nossa sociedade. O curta-metragem têm servido como vitrine das angústias e sonhos das novas geracões. Ajudar a reverberar essas vozes e arrecadar recursos para causas sociais seguem como compromissos do festival”, afirma Felipe Poroger, diretor do evento.

Para informações mais detalhes sobre inscrições, acesse finosfilmes.com.br ou @finosfilmes, pelo instagram.

Estreia Um Par Para Chamar de Meu

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Ganhador do prêmio de melhor documentário no Festival de Gramado de 2022, UM PAR PARA CHAMAR DE MEU, de Kelly Cristina Spinelli, foi lançado no circuito Spcine e, posteriormente, no Canal Brasil. O primeiro longa da diretora tem como tema o universo da dança e dos personal dancers, homens contratados para dançar com mulheres em bailes. O filme é produzido pela Olé Produções,  que também o distribui no Brasil. A distribuição em VOD no exterior é da O2Play.

“O documentário levanta a questão do ostracismo social das mulheres na terceira idade. Fala também de uma questão geracional, de como a sociedade afeta de forma diferente as mulheres de cada geração e os passos que cada geração consegue dar.”

O ponto de partida foi a própria mãe da cineasta, Eni Spinelli, que, com a morte do marido, sentiu a perda de sua vida social. A partir de observar como sua mãe se transformou quando começou a contratar personal dancers para ir aos bailes, Kelly viu que tinha ali uma questão interessante para um documentário.

“As mulheres mais velhas costumam ter sua vida social mediada pelos parceiros. Sua participação na vida pública dependeu dos maridos a vida toda. Quando eles faltam, não podem ou não querem acompanhá-las, elas sentem que ficam presas à vida familiar, criação dos netos e eventos de família. Se tentam ir sozinhas aos bailes, tomam chá de cadeira. E assim, muitas deles começam a contratar personal dancers.”

Partindo do pessoal para atingir o universal, UM PAR PARA CHAMAR DE MEU acompanha Eni e um grupo de mulheres de terceira idade de São Paulo que contratam esse serviço, de idades, experiência de vida e motivações diversas, embora os bailes sejam frequentados, em sua maioria, por mulheres brancas de classe média e alta. Elas são acompanhadas em casa, em suas vidas domésticas, e vistas nos bailes e em danças produzidas, exibindo seus passos, seus corpos, sua sensualidade.

O documentário conversa também com os rapazes que prestam esse serviço: em sua maioria jovens periféricos que têm metade da idade das contratantes. Eles falam sobre o que os levou a prestar esse serviço, e dos prós e contras da profissão, ainda bastante informal. Um Par Pra Chamar de Meu tem, ainda, a participação da própria diretora, como observadora desse universo.

“ Minha mãe foi a última a fazer parte do documentário. Por resistência minha, e não dela. Eu achei que nós brigaríamos, que ela desistiria na metade, muitas coisas passavam pela minha cabeça. Mas entendi que a minha resistência tinha a ver com meu olhar, como mulher mais nova, sobre ela e esse universo, e que tentar entendê-la era minha motivação central pra esse documentário”

A fotografia do filme é assinada por Carol Quintanilha, e Kelly destaca da parceria a sintonia para fazer o documentário filmado em apenas nove diárias. “Ela teve todos os desafios possíveis porque filmamos situações diferentes, entrevistas, bailes e danças produzidas com um orçamento apertado. Além disso, a Carol é muito curiosa e muito empática: todas as mulheres e todos os personais ficavam à vontade perto dela.”

Filmar as cenas de dança foi um desafio que obrigou Carol e Kelly a encontrarem saídas criativas. “Eu queria imagens em movimento, que a Carol girasse ao redor dos pares de dança. Como tínhamos pouco equipamento, Carol sugeriu usarmos uma cadeira de rodas, o que criou uma situação curiosa: a fotógrafa sendo empurrada na cadeira de rodas enquanto as mulheres da terceira idade estavam de salto dançando seus tangos e boleros.”

O documentário foi editado por Matheus Tibira, que trouxe para a edição seu olhar sobre ritmo e a preocupação com o som, as danças e os silêncios da narrativa. Como resultado, Um Par Pra Chamar de Meu busca mostrar como as mulheres mais velhas, inclusive quando têm privilégios sociais, são deixadas de lado na terceira idade – muitas vezes depois de uma vida negligenciando seus interesses pessoais ao casar e ter filhos. A diretora ressalta que as mulheres que contratam personal dancers estão contestando como podem esse sistema.

“Existe também uma camada desse documentário que é o encontro possível de pessoas muito diferentes. Esses pares de dança são formados entre mulheres mais velhas e privilegiadas, muitas vezes conservadoras, e homens mais jovens e em geral periféricos e, em alguns casos, progressistas. Como todo encontro, e especialmente todo encontro que é mediado por um acordo financeiro, pelo sistema capitalista, tem conflitos. Mas existe um encontro, existe aprendizado para ambos, e isso me parece interessante em anos de polarização extrema como os que estamos vivendo.”

Sinopse

Depois da morte do marido, Eni Spinelli, mãe da documentarista Kelly Cristina Spinelli, se viu sem par – de dança e de vida. Anos depois, ela decidiu resolver parte do problema contratando um personal dancer, nome que se dá aos jovens de 25 a 40 anos, em geral periféricos, que cobram em média 250 reais por noite para levar mulheres mais velhas para dançar. Em Um Par Pra Chamar de Meu,  Kelly acompanha a vida da mãe e de quatro outras mulheres que saem com personal dancers para discutir solidão, sexualidade e privilégio entre as mulheres da terceira idade.

Jovens são amaldiçoadas em A Primeira Comunhão

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*Por Michel Toronaga

Diretamente da Espanha estreia nos cinemas hoje o terror A Primeira Comunhão, que pega carona no importante momento católico para contar uma história sobrenatural. O longa-metragem tem direção de Victor Garcia, que parece ser um cineasta especializado em continuações do gênero. Ele já dirigiu Espelhos do Medo 2, De Volta à Casa da Colina e o desastroso Hellraiser: Revelações. Desta vez, ele se sai melhor nesta produção local.

Neste novo trabalho, acompanhamos as amigas Sara (Carla Campra) e Rebe (Aina Quiñones), que vão para uma festa e acabam tendo contato com uma garota fantasma que desapareceu em sua primeira comunhão. A partir daí, elas começam a ser assombradas e ter uma série de alucinações perigosas e quase fatais. E se elas quiserem sobreviver vão ter que descobrir as origens daquele mistério. Essa premissa soa familiar?

É um pouco difícil não comparar com a história de O Chamado. A garota do vestido branco, o poço e até mesmo uma cena idêntica da protagonista já no final são referências quase que instantâneas. A diferença é que a trama não se passa no Japão e nem nos Estados Unidos (como no remake) e sim é ambientada numa cidade pequena na província de Tarragona, nos anos 80. O roteiro acompanha os personagens tentando descobrir como acabar com a maldição.

A Primeira Comunhão é um filme regular, que tenta surpreender com um final um pouco diferente, mas que em nada acrescenta na resolução da trama. Apesar de aparentar ter um foco mais religioso por causa da cerimônia que dá nome ao longa, todo o terror apresentado é bem genérico. Quem quiser ver produções espanholas que saem melhor pode procurar alguns filmes dirigidos por Paco Plaza ou Jaume Balagueró.

Mulheres dão dicas de filmes sobre empreendedorismo

Erin Brockovich

No mês da mulheres, algumas CEO’s mulheres deram dicas de filmes/series de empreendedorismo que as ajudaram e as inspiraram para construir seu caminho até o sucesso. Confira a relação no site Cine61 – Cinema Fora do Comum!

Manuela Bordasch, fundadora e CEO do Steal the Look – Documentário “O poder da Coragem” da Brene Brown

Recomendo muito o documentário “O Poder da Coragem”, da Brene Brown, disponível na Netflix, que retrata a importância de termos coragem para enfrentar a vida. O filme traz o impacto que o medo e o risco têm no nosso bem-estar emocional, por meio de entrevistas com pessoas reais com relatos emocionantes, além de conteúdos com pesquisas científicas. Assuntos como vulnerabilidade, conexão e autoaceitação são abordados no documentário.

Daniela Manique, presidente América Latina do Grupo Solvay (Rhodia) Filme: Radioactive, da Marjane Satrapi

Sendo engenheira química, Marie Curie sempre será uma referência para mim em suas experiências e descobertas na área de radioatividade, e o filme “Radioactive” narra a vida de Marie, mostrando as dificuldades e genialidade da trajetória de uma das cientistas mais importantes da história, sendo considerada a “mãe” da radiação.

O filme aborda o papel das mulheres na ciência e as consequências da descoberta de Marie para a medicina, a indústria e a guerra. Além de sua importância para o mundo, ela se tornou a primeira mulher a ganhar dois prêmios Nobel e também foi a primeira mulher a se tornar professora da Universidade de Sorbonne. Ela trouxe esperança para toda uma geração e avanços incalculáveis para o mundo.

Tatiana Muszkat, Diretora Institucional e Marketing na You,inc. Série: As leis de Lídia Poët

Na Itália do século 19, uma aspirante a advogada luta contra o sexismo, numa época onde a mulher não tinha direito nem ao voto. Hoje já conquistamos um enorme espaço, mas ainda devemos nos inspirar nas dificuldades que estas pioneiras tiveram, não se deixando abater e lutando sempre pelos seus direitos e ideais.

Emily Ewell, CEO e cofundadora da Pantys Série: Genius, série disponível no Star+

A série Genius acompanha não apenas a parte que todo mundo vê, mas também o lado holístico e pessoal de nomes incríveis e grandes gênios da humanidade. Então, é possível vermos personalidades como Aretha Franklin na música, Albert Einstein na física, Picasso nas artes… Para mim, isso se trata de uma grande inspiração, já que como empreendedores e executivos estamos sempre tentando ser nossa melhor versão e sonhando para chegar a lugares que ainda não conquistamos e que, às vezes, ninguém alcançou. Essa produção me ajudou a compreender que a desistência não é uma possibilidade e também reforçou a importância de ir atrás dos nossos sonhos e ter grandes objetivos, tanto como líder de uma empresa como pessoa.

Luanna Toniolo – Fundadora da TROC. Um filme: Erin Brockovich,  

Erin Brockovich, filme dos anos 2000, com Julia Roberts, faz uma crítica interessante sobre a visão das sociedade sobre mulheres protagonistas.

Ju Ferraz, sócia, diretora de negócios e RP da Holding Clube. Série: The Marvelous Mrs. Maisel 

Como todas as séries da Amy Sherman-Palladino, o foco principal da história está em mulheres fortes. Eu escolhi a série por ela trazer a história de Midge, uma dona de casa que descobre um talento na comédia, e para investir na carreira, passa a escrever peças de stand-up, enfrentando todo o preconceito em volta de sua escolha.

Confira o trailer de Ruby Marinho – Monstro Adolescente

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Neste verão, a DreamWorks Animation mergulha nas águas turbulentas do ensino médio com uma comédia de ação hilária e afetiva sobre uma tímida adolescente que descobre pertencer a uma lendária linhagem real dos kraken, míticas criaturas marinhas, e que seu destino nas profundezas dos oceanos é muito maior do que ela jamais poderia ter imaginado.

Aos 16 anos, a doce e desajeitada Ruby Gillman (Lana Condor, franquia Para Todos os Garotos) está desesperada para se enturmar no Colégio Oceanside High, mas se sente invisível quase sempre.

Ela está ensinando matemática para seu crush, um skatista (Jaboukie Young-White, WiFi Ralph: Quebrando a Internet) que só parece admirá-la por seus fractais. Além disso, está proibida de passear com as crianças legais na praia porque sua supermãe superprotetora (a atriz indicada ao Oscar, Toni Collette, Entre Facas e Segredos) a proibiu, terminantemente, de entrar na água.

Mas quando Ruby quebra a regra número um de sua mãe, ela descobre ser descendente direta das rainhas guerreiras kraken e que está destinada a herdar o trono e a liderança de sua avó (a vencedora do Oscar Jane Fonda), a Rainha Guerreira dos Sete Mares.

Os Kraken são os responsáveis pela proteção dos oceanos contra o mundo das sereias vãs e sedentas de poder, com quem tem lutado por eras. No entanto, agora há um grande e urgente problema batendo às portas do novo mundo recém-descoberto de Ruby: a bela e popular nova garota da escola, Chelsea (a vencedora do Emmy Annie Murphy, série Schitt’s Creek), é justamente… uma sereia. Ruby vai precisar acolher quem ela é e fazer o possível e o impossível para proteger aqueles a quem mais ama.

Ruby Marinho – Monstro Adolescente traz ainda em seu elenco estelar Colman Domingo (série Fear the Walking Dead), vencedor do Emmy, como o pai solidário de Ruby; Sam Richardson (série Veep), indicado ao Emmy, no papel do tio entusiasmado de Ruby; e Blue Chapman (série Council of Dads), como o descolado irmão caçula da adolescente.

Dirigido pelo cineasta indicado ao Oscar, Kirk DeMicco (Vivo: Um Amigo Show, Os Croods), e produzido por Kelly Cooney Cilella (Trolls, Trolls 2), com Faryn Pearl (Os Croods 2: Uma Nova Era, Trolls 2) na codireção, Ruby Marinho – Monstro Adolescente tem também um elenco de apoio cômico estelar, incluindo Will Forte (série O Último Cara da Teerra), indicado ao Emmy; Nicole Byer (série Mandou Bem), indicada ao Emmy; a criadora do YouTube Diamond, Liza Koshy (série Liza on Demand); Ramona Young (série Eu Nunca…); Eduardo Franco (série Stranger Things); e Echo Kellum (série Arqueiro).