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Mais de 2,3 milhões de pessoas já viram Adão Negro

Em cartaz há apenas duas semanas, Adão Negro já é sucesso absoluto de público e bilheteria no Brasil. O longa arrecadou R$44 milhões em bilheteria e levou mais de 2,3 milhões de pessoas aos cinemas do país. Por enquanto, trata-se do terceiro título produzido pela Warner Bros. Pictures mais visto em 2022 no Brasil o terceiro pós-pandemia global. Dos filmes da DC, Adão Negro é o número 2 pós-pandemia, atrás apenas de Batman.

O filme estrelado por Dwayne Johnson e dirigido por Jaume Collet-Serra (“Jungle Cruise”) traz o veterano Pierce Brosnan como Senhor Destino, Aldis Hodge como Gavião Negro, Noah Centineo como Esmaga-Átomo e Quintessa Swindell como Cyclone.

Trailer:

Sobre o filme

Quase 5.000 anos após ter sido agraciado com os poderes onipotentes dos deuses antigos – e aprisionado logo depois – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para levar ao mundo moderno sua forma singular de justiça.

Dwayne Johnson estrela Adão Negro ao lado de Aldis Hodge (série “City on a Hill”, “Uma Noite em Miami”) como Gavião Negro; Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) no papel de Esmaga-Átomo; Sarah Shahi (série “Sex/Life”, “A Hora do Rush 3”) como Adrianna; Marwan Kenzari (“Assassinato no Expresso do Oriente”, “A Múmia”) no papel de Ishmael; Quintessa Swindell (“Viajantes – Instinto e Desejo”, série “Gatunas”) como Ciclone; Bodhi Sabongui (série “Um Milhão de Coisas”) no papel de Amon; e Pierce Brosnan (as franquias “Mamma Mia!” e James Bond) como Senhor Destino.

Jaume Collet-Serra dirige Adão Negro a partir do roteiro escrito por Adam Sztykiel e Rory Haines & Sohrab Noshirvani, autores também do argumento para o cinema, baseado nos personagens da DC. Adão Negro foi criado por Bill Parker e C.C. Beck. Beau Flynn, Dwayne Johnson, Hiram Garcia e Dany Garcia são os produtores do filme, com Richard Brener, Walter Hamada, Dave Neustadter, Chris Pan, Eric McLeod, Geoff Johns e Scott Sheldon.

Adão Negro, distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures, está em cartaz nos cinemas e salas IMAX de todo o Brasil. 

Trailer do filme Super Mario Bros está incrível!

Ícone famosíssimo dos games, o famoso encanador Mario e seu irmão Luigi aparecem no primeiro trailer de Super Mario Bros: O Filme. O longa-metragem está previsto para chegar aos cinemas em 2023, mas o trailer já um gostinho do que vem por aí. Destaque para a dublagem brasileira, que é excelente.

Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic (colaboradores em Teen Titans Go!, Teen Titans Go! To the Movie) a partir de um roteiro de Matthew Fogel (The LEGO Movie 2: The Second Part, Minions: A Origem de Gru), o filme estrelado por Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad, Seth Rogen como Donkey Kong, Fred Armisen como Cranky Kong, Kevin Michael Richardson como Kamek e Sebastian Maniscalco como Spike.

O filme é produzido pelo fundador e CEO da Illumination, Chris Meledandri, e por Shigeru Miyamoto para a Nintendo. O filme será cofinanciado pela Universal Pictures e pela Nintendo e lançado mundialmente pela Universal Pictures.

Quem sabe agora não fazem mais filmes baseados na franquia da Nintendo? Um de The Legend of Zelda seria imperdível!

A Queda é um vertiginoso pesadelo

Por Michel Toronaga
Se você tem medo de altura, este provavelmente será um dos filmes mais assustadores que você vai ver. Dirigido por Scott Mann (Refém do Jogo e Vingança Entre Assassinos), A Queda conta a história de duas amigas que ficam presas no alto de uma altíssima torre de rádio isolada no meio do nada. Mas como elas foram parar lá? Tudo começa quando Becky (Grace Caroline Currey, de Annabelle 2: A Criação do Mal) passa por uma experiência traumática e perde o namorado durante uma escalada.

O período de luto a faz se afastar do pai e até mesmo da amiga Hunter (Virginia Gardner, do remake Halloween), que também pratica esportes radicais e ainda possui um canal no YouTube onde são postados desafios perigosos. Como forma de tentar superar o medo de altura e o passado, Becky aceita o convite de Hunter para subir na torre, que está desativada e é um verdadeiro convite para se pegar tétano. Por causa do péssimo estado de conservação, elas acabam ficando presas lá em cima.

A Queda é o tipo de filme que você o trailer e se pergunta “e agora?”. Principalmente porque não dá para imaginar o que pode acontecer em uma situação limitada como aquela para sustentar um longa-metragem inteiro. O roteiro consegue preencher os minutos abordando a amizade da dupla principal, bem como algumas revelações e até mesmo um plot twist. É claro que uma bela terapia poderia ter resolvido o problema de Becky sem ela precisar se arriscar tanto. Mas isso não vem ao caso.

Algumas soluções mais fáceis poderiam ter sido tomadas pelas personagens, afinal elas possuíam um drone. Mas nada disso merece ser comentado se você se deixar levar pela proposta. A Queda é um vertiginoso pesadelo que se sai bem como um suspense. Consegue prender a atenção em todos os momentos e é um prato cheio para quem busca por um pouco de adrenalina mantendo a segurança em primeiro lugar. No caso, dentro de uma confortável sala de cinema.

Festival traz cinema para crianças que não ouvem e não enxergam

Brasília receberá nos dias 28 e 29 de setembro o inovador “Festival de Cinema Acessível Kids – a serviço da inclusão educacional”, que foi aprovado para a 36ª e, agora, também para a 37ª. edição do “Criança Esperança”. O projeto, que conta com a chancela da Unesco, aproxima da sétima arte as crianças com deficiência visual, deficiência auditiva e com deficiência intelectual, e mostra como educação, cultura, tecnologia e solidariedade podem ser agentes de transformação e inclusão social. No primeiro dia, às 9h e às 14h, será exibido o filme “Malévola” (2014, Fantasia/Aventura, 1h37m), com três tecnologias de acessibilidade: a Audiodescrição, LIBRAS e Legenda Descritiva, no Auditório Senador Antônio Carlos Magalhães, situado no edifício Senador Ronaldo Cunha Lima, anexo do Senado Federal, à Via N2, Bloco 2. No elenco, do filme dirigido por Robert Stromberg, nomes como Angelina Jolie, Elle Fanning, Sam Riley, Sharlto Copley, Brenton Thwaites, Juno Temple, Ella Purnell e Imelda Staunton.

A entrada é franca, mas é preciso se inscrever, através do e-mail acessibilidade@senado.leg.br. O Auditório tem capacidade para 148 pessoas por sessão. No dia seguinte, 29 de setembro, das 8h às 16h, acontece uma oficina para educadores na Sala de Treinamento do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), à Avenida N2, bloco 12.

O projeto nasceu há oito anos no Rio Grande do Sul, como Festival de Cinema Acessível, idealizado pelo empreendedor e musicista Sidnei Schames, o Sid, presidente da OSC Mais Criança (a proponente do projeto) e diretor da empresa Som da Luz. Logo na estreia, em 2015, seu filho, David, então com oito anos, não pode entrar no cinema, por não ter a idade necessária. Acabrunhado, exclamou: “meu pai criou um Festival Acessível para os outros; mas não é acessível para mim!”. Logo depois, transformou a indignação em projeto: “Pai, que tal a gente criar também um festival para as crianças? Já tenho até nome e slogan: ‘Festival de Cinema Acessível Kids, leve seu pai ao cinema!’” Esse é o projeto que foi lançado em 2017 e este ano saiu dos limites do Rio Grande do Sul e ganha o País, encorpado pela oficina “Educadores +Inclusivos” (para educadores de escolas da rede pública e privadas a serviço da inclusão educacional).

Até hoje, em suas versões adulto e infantil, o Festival de Cinema Acessível foi assistido por cerca de 18,9 mil pessoas, em 36 cidades (32 no Rio Grande do Sul, duas em Santa Catarina, uma em São Paulo e uma no Rio Grande do Norte), em 100 apresentações presenciais; além de quatro online, em 2021.

O Festival de Cinema Acessível Kids traz como diferencial a adaptação de obras cinematográficas infanto-juvenis, mas que fazem sucesso com a família toda. Oferece conteúdo acessível de qualidade para uma parcela da população privada do direito de ter acesso à magia do cinema. As ações de inclusão cultural para o público das pessoas com deficiência são raras e, quando existem, invariavelmente assistencialistas.

De acordo com Schames, os filmes têm audiodescrição das cenas para quem não enxerga, janela de libras para quem não ouve e legendas descritivas para quem não sabe Libras. “Para chegar às telas de cinema com toda a acessibilidade necessária, tudo é gravado em estúdio. É preciso de tecnologia e muita sensibilidade”, diz. E acrescenta: “Todos somos diferentes, mas podemos compartilhar uma mesma sala de cinema. Nas sessões tem o pai com deficiência visual, com o filho que enxerga; a filha com deficiência auditiva com a mãe que escuta, crianças com deficiência intelectual ou mental…e todos estão juntos se divertindo dentro do cinema”. David, hoje com 15 anos, diz: “criamos o Festival para todo mundo ser igual. Não igual no sentido de ter as mesmas características, mas os mesmos direitos e possibilidades. É um momento de inclusão estar todo mundo, pessoas com e sem deficiência, assistindo ao filme.”

Quando David e Sid contam sobre pessoas sem deficiência, se referem também a quem vai às exibições como um exercício de aprendizado e empatia. “Fizemos sessões em escolas, onde as crianças assistem aos filmes de olhos fechados para sentir como é um mundo sem imagens. Assim, esses alunos se colocam na posição do Outro e aprendem a entender e respeitar as diferenças”, reflete Sid.

Além dos filmes, serão dadas oficinas para educadores. “Se conseguirmos contribuir com os educadores para fazer o acolhimento de forma adequada, estaremos cumprindo uma função muito importante, já que aumentaremos a velocidade dessa mudança na sociedade. Se mostramos que a inclusão é perfeitamente possível, ela se torna natural. Estamos fazendo parte de uma história importante, do caminho da acessibilidade, do tudo para todos”, diz Schames, que para 2023 espera atrair mais cidades e apoiadores à medida que o projeto se tornar mais conhecido.

Sobre o Festival de Cinema Acessível Kids
O Festival de Cinema Acessível Kids é um projeto inovador, de inclusão social de crianças e adolescentes com deficiência, nas áreas de educação, cultura e lazer, que se apoia em duas grandes ações: capacitação de professores para a inclusão social e o Festival de Cinema Acessível Kids (com acesso universal). O Festival, que tem entrada franca, possui três tecnologias assistivas. Proporciona o convívio de pessoas com e sem deficiência nas salas de projeção e permite iguais oportunidades de entendimento, diversão e emoção, além do uso de outros recursos como vendas para os olhos e personagens em forma de bonecos, para uma experiência táctil. A ideia do uso de máscaras é propor um exercício de colocar-se no lugar do outro, com vistas à inclusão.

Sobre a OSC Mais Criança
A OSC atua na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal. Tem como referência os ODSs, em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura e a saúde, em busca de uma sociedade democrática equitativa e com acesso e participação de todos.

Programação:
Filme: Malévola (2014, Fantasia/Aventura, 1h37m)
Dia 28, sessões do filme, às 9h e às 14h.
Entrada Franca.
Inscrições pelo e-mail acessibilidade@senado.leg.br
Local: Auditório Senador Antônio Carlos Magalhães Brasília, no Edifício Senador Ronaldo Cunha Lima., à Via N2, bloco 2.
*Dia 29, das 8h às 16h, Oficina para Educadores, na Sala de Treinamento do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), à Avenida N2, bloco 12.
Inscrições: contato@maiscrianca.org.br

Paixão Sufocante não é um romance hot

*Por Michel Toronaga

O pôster e o título traduzido pode até remeter a algum filme romântico, assim como as inúmeras resenhas e sites que anunciam Paixão Sufocante como o imperdível lançamento hot do catálogo da Netflix. A verdade, porém, é que não se trata de um longa-metragem na linha Cinquenta Tons de Cinza ou da exagerada trilogia 365 Dias. Não há tantas cenas de sexo quanto se espera, mas o principal motivo que diferencia o trabalho do cineasta David M. Rosenthal dos demais é que se trata de um drama.

Roxana (Camille Rowe) é uma universitária que se recupera de uma depressão. Um dia, ela decide fazer um curso com um recordista em mergulho, Pascal (Sofiane Zermani). Ela conhece primeiro o simpático Tom (César Domboy), que trabalha na equipe de Pascal. Enquanto Tom preza pela segurança e pelo lado zen do esporte, Pascal é competitivo e vocifera discursos com uma vibe coach, sobre superar limites e ser sempre o melhor. Roxana acaba se encantando e tendo um caso com Pascal.

Surge aí a tal paixão sufocante. A jovem abandona os estudos e se distancia da família para viver em função do homem. Passa, inclusive, a mergulhar e a competir. Esta poderia ser uma história sobre uma mulher que se reencontrou nas águas, mas o que vemos é a tragédia anunciada de um relacionamento destrutivo. À medida que Roxana se destaca na área do mergulho livre, Pascal torna-se cada vez mais tóxico. E é realmente atordoante ver a manipulação e constrangimento que Roxana sofre durante toda a projeção.

O filme conta com uma fotografia muito bonita e a beleza do sol, do mar e das paisagens da Riviera francesa ajuda a confundir todo o drama da relação do casal. Visualmente parece incrível, mas é um amor abusivo. Vendo por este lado, o filme é bom. Foi inspirado na história real da mergulhadora Audrey Mestre. A recomendação é não fazer nenhuma pesquisa sobre ela para não descobrir o final da trama. Isso, é claro, além de ignorar toda a campanha de marketing equivocada que vende Paixão Sufocante como um romance hot.

O terror é real em Men – Faces do Medo

*Por Michel Toronaga

A Paris Filmes lança hoje nos cinemas um longa-metragem que vai surpreender muita gente. Men – Faces do Medo conta a história de Harper (Jessie Buckley, de Judy: Muito Além do Arco-Íris). Ela é uma mulher que passou por uma tragédia recentemente. Para tentar recomeçar a vida, ela aluga uma casa de campo numa cidadezinha inglesa muito pacata. O local aparenta ser tranquilo, oferecendo tudo o que ela mais precisava no momento para se recuperar e seguir em frente.

De fato, a charmosa casa e as bucólicas paisagens podem ajudar qualquer um a se distanciar da loucura da cidade grande e encontrar aquelas respostas que só existem dentro de nós. E toda a contemplação da natureza fica bem evidente graças à belíssima fotografia. São detalhes com um verde tão forte e detalhes lindos de florestas e flores que é possível até se esquecer por algum momento que Men – Faces do Medo é um filme de terror. Mas não se deixe enganar pela estética bela: é mesmo um trabalho de horror e toda essa beleza serve para contrastar com a bizarrice e escatologia do final.

Pouco a pouco, toda a tranquilidade da cidadezinha dá espaço a um sentimento de insegurança. E tudo começa quando um homem pelado aparece e começa a perseguir Harper. A partir daí, o roteiro desconstrói o conforto criado na primeira parte e desenvolve a paranoia e o medo. Personagens e situações cada vez mais estranhas ficam desconfortáveis a ponto de incomodar. E a mensagem principal do filme não demora muito para ser explicada: é um filme sobre gênero e como as crenças de épocas passadas interferem até hoje nos papéis de cada pessoa na sociedade.

É importante não dar spoilers, mas Men entrega sangue e violência suficientes para fazer arregalar os olhos. Tudo pode soar até um pouco gratuito, mas é a forma visceral do diretor Alex Garland (Aniquilação e Ex_Machina: Instinto Artificial) deixar evidente que aquele é um filme sobre o machismo, que provoca um terror na vida real. Por outro lado, há uma certa pretensão em tentar criar profundidade e significado em um tema que já tem sido abordado no cinema de terror com certa frequência. Isso prejudica um pouco o resultado, mas não tira as qualidades do filme. As imagens são esquisitas e você vai ficar sem acreditar no que viu.

Trailer: As Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda

A Paramount Pictures lançou o trailer de “As Aventuras de Tadeo e a Tábua da Esmeralda”, terceiro filme da franquia. Sucesso de bilheteria, o segundo longa foi considerado a animação espanhola mais assistida da história. Com direção de Enrique Gato, ganhador de três prêmios Goya por “As Aventuras de Tadeo”, a produção chega aos cinemas no dia 6 de outubro.

Neste novo capítulo, Tadeo mostra que seu maior sonho é ser aceito por seus colegas arqueólogos, mas seu comportamento naturalmente desastrado o atrapalha quando, acidentalmente, ele destrói um sarcófago raro e, como consequência, lança um feitiço que coloca em risco a vida de seus amigos. A jornada para salvar Mummy, Jeff e Belzoni desencadeará uma aventura carregada de ação que levará Tadeo e Sara a viajar para os mais distantes cantos do mundo em busca de uma forma de impedir a maldição da tábua de esmeralda.

Minions 2 é a maior animação desde a pandemia

Minions 2: A Origem de Gru segue em cartaz em todos os cinemas do Brasil e, desde sua estreia, em 30 de junho, o filme já foi assistido por mais de 6,2 milhões de espectadores brasileiros. Há nove semanas em cartaz, a animação não saiu do topo: ficou em 1º lugar durante 5 semanas como o filme mais assistido do país e, nas outras 4 semanas, alcançou o 2º lugar no ranking.

Colecionando recordes, Minions 2: A Origem de Gru é atualmente o 2º filme mais assistido pelos brasileiros nos cinemas em 2022, sendo a maior animação desde o início da pandemia e a 7ª maior de todos os tempos, já ultrapassando “Meu Malvado Favorito” e “Meu Malvado Favorito 2” em público e renda. Além disso, é o 3º maior filme em público desde o início da pandemia.

Ambientada nos anos 1970, a animação é uma escolha certeira e repleta de humor para toda a família, com tiradas inteligentes, que divertem crianças e adultos. O filme narra a origem do personagem Gru e revela como ele conseguiu se tornar o grande mestre do mal depois de cruzar o caminho dos Minions. A versão nacional conta com a dublagem de Leandro Hassum como Gru.

Minions 2: A Origem de Gru segue em cartaz nos cinemas de todo o país. Para mais informações sobre a programação e ingressos, consulte os cinemas da sua cidade.

Shows e festas agitam o Festival Taguatinga de Cinema

Festas, shows e feiras vão complementar a programação do 16º Festival Taguatinga de Cinema, sempre a partir das 20h. Na quarta-feira, dia 7, o Festival Taguatinga de Cinema terá dois shows no Sesc Taguatinga. O primeiro será com a banda Toque Especial, seguido da Capivara Brass Band. No dia seguinte, é a vez do show da banda Kirá. O cantor, compositor, produtor musical e brincante popular cearense radicado no Distrito Federal vai misturar ritmos e elementos de uma gama de gêneros do Brasil e da América Latina. Na sexta-feira, será a festa  Aquilomball. A Casa de Onijá fará um baile de performances ballroom que celebrará vidas LGBTQIAP+. Para fechar a programação de 2022, o Festival Taguatinga de Cinema promove, no sábado, uma festa com  musicalidade e animação bem brasileira da Chinelo de Couro. A banda brasiliense tem um repertório que varia entre forró, coco, ciranda, maracatu, entre outros ritmos brasileiros.

Durante todo o festival, a área externa do Sesc Taguatinga abrirá espaço para a gastronomia e produtos locais para o público, com a presença do coletivo Em Poder Delas, que fomenta o empreendedorismo feminino da periferia local. A feira funcionará das 18h à 0h.

Homenageado

Humberto Pedrancini foi o escolhido para ser homenageado do Festival Taguatinga de Cinema deste ano. Ator, diretor teatral e arte educador com mais de 40 anos de experiência, ele também foi agraciado com os títulos de Comendador da Ordem  do Mérito Cultural de Brasília e Cidadão Honorário de Brasília”. Em sua trajetória artística, montou espetáculos antológicos, como “Pedro Malazartes”, “A Cidade Que Não Tinha Rei”, “Capital da Esperança” e “Moby Dick”; atuando, também, como professor em diversas oficinas e na  Faculdade Dulcina de Moraes. Foi um dos fundadores de dois grupos teatrais bastante atuantes no DF. O Celeiro das Antas e O Hierofante Companhia de Teatro.  Em 2019,  foi premiado como melhor ator no VI FBIC – Festival Brasil de Cinema Itinerante – Limeira – SP, por sua participação no curta-metragem “ASRA”, dirigido por Caio Cortonesi.

SERVIÇO

16º Festival Taguatinga de Cinema
De 7 a 10 de setembro, no Sesc Taguatinga
Entrada solidária mediante doação de 1kg de alimento
Informações: https://festivaltaguatinga.com.br/
Classificação indicativa livre

Festival Taguatinga de Cinema terá oficinas gratuitas

Quatro oficinas gratuitas serão realizadas  no no Hotel Go Inn – Taguatinga Centro durante Festival Taguatinga de Cinema. Nos dias 8 e 9 de setembro, das 10h às 13h, a Oficina de Elaboração de projetos para PCD é voltada para pessoas com deficiência que elaborem ou que desejem elaboram seus próprios projetos.  Durante o curso, os participantes desenvolverão a habilidade para compreender e elaborar um projeto cultural (FAC-DF), documentação necessária (portfólio) e elementos como plano de divulgação, cronograma e planilha orçamentária. A oficina, ministrada por Karita Pascollato, terá tradução em libras.

Também nos dias 8 e 9, das 15h às 18h, Carol Leão e Keilla Salvador vão ministrar aOficina Introdução a Produção Executiva, indicada pararealizadores iniciantes, estudantes e demais interessados em desenvolver suas habilidades na área de produção executiva e produção cultural. Serão apresentados conceitos básicos e um panorama geral sobre o tema.

Já Ricardo Palito ficará a cargo da Oficina de Video Clip, nos dias 8 e 9 Setembro, das 15h às 18h. Ele  fará uma breve história de sua carreira mostrando os trabalhos realizados com abordagem sobre como clipe musical virou principal instrumento de comercialização e divulgação das músicas.

Já no dia 10 de setembro, das 14h às 18h, Karina Canedo e Valdir Canado farão a oficina Futuro de Cinema, que é destinada a realizadores, estudantes e demais interessados em desenvolver projetos inovadores em audiovisual. Será um workshop que utiliza a lente do design para dialogar sobre sinais emergentes, imaginar possibilidades e prototipar artefatos de futuro voltado para o audiovisual.

A programação ainda inclui debates dos filmes exibidos e sobre equipamentos públicos de cultura do DF. Nesse encontro, serão discutidos modelos de gestão para equipamentos culturais com trocas de experiências entre OSCs e outras instituições no intuito de construir uma proposta de gestão eficiente para outros equipamentos.

SERVIÇO

16º Festival Taguatinga de Cinema
De 7 a 10 de setembro, no Sesc Taguatinga
Entrada solidária mediante doação de 1kg de alimento
Informações: https://festivaltaguatinga.com.br/
Classificação indicativa livre