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#466-O jardim dos esquecidos

Baseado no romance de V.C. Andrews, “O jardim dos esquecidos” é uma raridade que só pode ser encontrada no Brasil no VHS lançado pela extinta TransVideo. O filme conta a perturbadora e dramática história de uma família que sofre depois da morte de um membro. A trama já começa quando Corrine perde o marido. Sem ter para onde ir, a mulher se muda com os quatro filhos para a casa do pais.
 


O problema é que os pais de Corrine nunca aceitaram o casamento dela e, por conseqüência, também não aprovam os filhos da relação. Por este motivo, os quatro filhos são mantidos escondidos dentro de um quarto. Sem compreender bem a situação e sofrendo com a hostilidade da própria avó, eles passam a viver presos sem ter idéia do que acontece do outro lado.

Como o pai de Corrine a deserdou, ela tentará se aproximar dele novamente apenas para ter direito à herança. E como o velho moribundo desconhece a presença dos netos na casa, Corrine deixa de visitar os filhos, que ficam cada vez mais isolados. O drama abre espaço para o suspense quando as terríveis intenções da família são mostradas, lentamente.
  

O longa-metragem é considerado fraco comparado com o livro, mas para quem nunca leu a obra original, a história surpreende e comove ao mesmo tempo. O roteiro trabalha nos laços familiares em conflito com os interesses próprios. A direção é boa e o filme flui muito bem, sendo fácil de ser assistido. E o tema principal é perturbador o bastante para ser pensado se pode ser possível mesmo acontecer algo do tipo.
Cotação do Dai: DaiblogDaiblogDaiblog
Flowers in the Attic (EUA, 1987) Dirigido por: Jeffrey Bloom. Com: Louise Fletcher, Victoria Tennat, Kristy Swanson, Jeb Stuart Adams, Jeb Stuart Adams, Lindsay Parker…
Veja aqui o trailer do filme “O jardim dos esquecidos“:

#465-Rambo IV

Vinte anos depois de “Rambo 3”, Sylvester Stallone volta a encarnar um de seus personagens mais conhecidos no quarto filme da série: John Rambo. O ator também trabalha direção do longa-metragem e, como se não bastasse, ainda co-assina o roteiro. Porém parece que ele não teve muito trabalho. A história é mínima e simples, servindo apenas de pano de fundo para a carnificina que rola solta na telona.
 


Quem se assustou com os efeitos sanguinolentos de “O albergue” ou algum outro filme de terror como “O massacre da serra elétrica, o início” vai descobrir que a violência extrema não se dá apenas nas produções do gênero horror. “Rambo 4” é um filme ação, mas é tão violento e sangrento que não deve em nada aos filmes da série “Jogos mortais”. Mas é claro que o contexto entre as franquias são bem diferentes.


A história começa com o protagonista vivendo em uma floresta da Tailândia. Ele trabalha caçando cobras selvagens e leva uma vida aparentemente “tranqüila”. O contato com a guerra acontece quando ele decide levar um grupo de missionários prestativos para uma perigosa zona onde acontece um conflito. Rambo tenta explicar que a missão é arriscada, mas os religiosos são idealistas e querem levar medicamentos e fé para as vítimas do combate. E não é muito difícil prever o que acontece.

Depois dos missionários virarem reféns, Rambo parte com uma equipe para tentar resgatá-los. Boa parte da força de vontade se dá pelo carisma criado pela mocinha Sarah Miller (interpretada por Julie Benz), uma jovem bonita e cheia de boas intenções. Os outros personagens da história são caricatos e sem nenhuma profundidade. Os vilões são a personificação do mal, pessoas sem nenhum pingo de piedade. E tudo o que acontece é montado apenas para gerar seqüências de ação e carnificina.
 

Enquanto os missionários acreditam que podem mudar o mundo ao ajudar as pessoas que precisam, o roteiro mostra que é perda de tempo se meter em guerras alheias. A história não se preocupa em apresentar uma solução para o fim de conflitos. Pelo contrário, passa a idéia que só com armas e mais violência é possível terminar uma guerra. Apesar do final transmitir uma certa paz e esperança, nota-se a falta de compromisso com o que o filme pode transmitir ou motivar quem assiste.

É possível que Stallone interprete Rambo mais uma vez. O personagem continua forte e ainda mais invencível. O filme de ação anima pelos bons efeitos, mas carece de inteligência. Afinal o mundo e as pessoas não são tão simples para serem separados e definidos entre o bem e o mal.

Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblog

John Rambo (EUA / Alemanha, 2008) Dirigido por: Sylvester Stallone Com: Sylvester Stallone, Julie Benz, Matthew Marsden, Graham McTavish, Reynaldo Gallegos, Jake La Botz, Maung Maung Khin, Paul Schulze, Cameron Pearson…

Veja aqui o trailer do filme “Rambo IV“:

#464-Juno

Ellen Page abandonou a maldade de “Menina má.com” para se tornar uma adolescente de 16 anos com um grande problema na comédia dramática “Juno“. Vencedor do Oscar de melhor roteiro original, o longa representa “o filme do bem” do ano, título que pertenceu ano passado ao divertido “Pequena Miss Sunshine“. Na história, Page (de “X-men, o confronto final“) é Juno, uma jovem que descobre que está grávida.
  


O pai da criança é outro adolescente, um garoto despreocupado que aparenta ser mais inocente e menos maduro que Juno. A situação delicada poderia render um filme piegas ou um drama mais sério de acordo com o que a grávida decidisse sobre o destino do bebê; como é o caso do romeno “
Quatro meses, três semanas e dois dias“. Mas a produção surpreende com um olhar bem humorado e otimista.

  


Juno decide que está jovem demais para ser mãe, portanto procura entregar o bebê para uma família. A história se desenvolve bem e de um jeito leve. Grande parte disso se deve à personalidade da protagonista, uma garota com um humor ácido. Ellen Page concorreu ao Oscar de melhor atriz pela atuação em Juno. Apesar de não ter levado a estatueta para casa, conquistou platéia do mundo inteiro com o filme.  

A trilha sonora bem escolhida e tiradas engraçadíssimas fazem com que “Juno” seja um sucesso. É um daqueles filmes que o espectador termina de assistir sorrindo. A direção é de Jason Reitman (de “Obrigado por fumar“). No elenco da produção independente também estão os atores Jason Bateman (“O ex-namorado da minha mulher“) e Jennifer Garner.

Cotação do Dai: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

Juno (EUA / Canadá / Hungria, 2007) Dirigido por: Jason Reitman Com: Ellen Page, Michael Cera, Jennifer Garner, Jason Bateman, Allison Janney, J.K. Simmons, Olivia Thirlby, Darla Vandenbossche…

Veja aqui o trailer de “Juno“:

Daiblog

Parabéns! A brasiliense Thatiana Bione novamente escapou da eliminação na noite de terça-feira. Ela estava no paredão pela terceira vez e corria o risco de deixar o Big Brother Brasil, assim como Nathália e Felipe. Com 44% dos votos, quem saiu do reallity show foi Felipe.

Daiblog

O Daiblog torce pela permanência da Thati no programa por ela ser uma pessoa divertida, engraçada e também por ser uma leitora do Daiblog. Como já foi visto aqui, ela tirou uma série de fotografias para divulgar o Daiblog!

Você também pode enviar a sua foto! Basta imprimir uma plaquinha ou inventar um jeito de aparecer o endereço http://www.daiblog.com.br/ ! Envie a imagem para daiblog@gmail.com e aguarde que em breve ela poderá ser visualizada na galeria localizada na barra lateral do site!

A moda e o romance de Paradise Kiss

Baseado na obra de Ai Yazawa (de “Nana“), “Paradise Kiss” é um anime de 12 episódios que conta a história da adolescente Yukari Hayasaka. Como toda jovem, ela é cheia de dúvidas em relação ao futuro. Tem uma vida estudantil controlada pela rigorosa mãe. Em casa, ela é obrigada a estudar sempre para tirar notas boas e entrar na melhor faculdade do Japão. Yukari não é muito satisfeita com a condição imposta pela família, mas obedece.
  


As coisas mudam quando ela conhece Arashi e Isabella, duas pessoas cheias de estilo que a convidam para ser modelo. Yukari demora a aceitar, mas acaba cedendo. A partir daí a vida da protagonista muda completamente quando ela descobre que existe uma vida distinta das obrigações que são impostas pela própria família diariamente.

Yukari conhece também a infantil Miwako e o sedutor George. Todos são estudantes de moda e formaram a grife “Paradise Kiss“. A prova final para os alunos é fazer uma roupa o desfile que acontecerá em breve e Yukari foi escolhida pelo grupo para servir de modelo. A experiência fará com a garota não apenas passe a se vestir melhor, mas também aprenda mais sobre relacionamentos e decisões importantes.


As personagens bem construídas representam um dos pontos mais fortes da trama. Apesar de uma ou outra ser realmente caricata, a protagonista é bem humana. Um triângulo amoroso é formado e a heroína narra as incertezas e inseguranças de um jeito convincente. O galã da trama está longe de ser um príncipe encantado e é cheio de defeitos. E esse realismo deixa a história mais verdadeira e diferente da maioria das outras histórias românticas.

A música da abertura (“Lonely in gorgeous“) é cantada por Tommy February6, vocalista da banda The Brilliant Green. A música do encerramento fica por conta do grupo Franz Ferdinand com a música “Do You Want To“. “Paradise Kiss” é um anime interessante. A animação não traz novidades, mas a temática sobre moda e adolescência foi bem sucedida e o resultado é uma produção acima da média.
Cotação do Dai:
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Paradise Kiss (Japão, 2005) De: Ai Yazawa Com as vozes de: Akiko Kawase, Shinichirô Miki, Miho Saiki…

Veja aqui a abertura de “Paradise Kiss“:

#462-O gângster

Protagonizado por dois atores vencedores do Oscar, “O gângster” conta uma incrível história baseada em fatos reais. Denzel Washington (de “O dossiê pelicano“) interpreta Frank Lucas, o maior gângster de Nova Iorque. Ele foi capaz de superar a máfia italiana e controlava a cidada com o tráfico de drogas importadas da Ásia. O longa-metragem mostra desde como ele começou com a venda até se tornar influente e poderoso.
    


Do outro lado está o detetive Richie Roberts (Russell Crowe). Ao contrário da grande parte de policiais, ele é um homem honesto e capaz de devolver uma maleta cheia de dinheiro. Representando a lei e a justiça, ele investigará o tráfico na cidade na década de 70. E não é nenhuma surpresa que o caminho dele vai se encontrar com o gângster.

Mas demora bastante até chegar o momento do encontro. O filme é longo (157 minutos) e mostra detalhadamente o caminho dos dois. No caso de Frank é revelada a forma que ele construiu o império, além de contar seus hábitos e tradições familiares. E o detetive sofre com uma batalha judicial contra a ex-esposa. Mesmo com tantas minúcias e algumas cenas que poderiam ser descartadas, o filme consegue prender a atenção.
O roteiro é incrível e fica ainda mais admirável por ter sido baseado em algo que aconteceu na vida real, uma operação gigantesca que colocou fim em diversos “vilões” como policiais corruptos. Destaque para Denzel Washington, em excelente atuação. Uma prova que ele é um ator que sabe, de fato, escolher bem os papeis. Também estão no elenco Chiwetel Ejiofor (de “Coisas belas e sujas” e “Filhos da esperança“) e Josh Brolin (de “Onde os fracos não tem vez” e “Planeta Terror“).
Cotação do Daiblog: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

American Gangster (EUA, 2007) Dirigido por: Ridley Scott Com: Denzel Washington, Russell Crowe, Chiwetel Ejiofor, Josh Brolin, Lymari Nadal, Ted Levine, Yul Vazquez, Malcolm Goodwin…

Veja aqui o trailer do filme “O gângster” legendado em português:

Daiblog
Confira aqui a lista completa dos vencedores do Oscar 2008!

Melhor filme:Onde os fracos não têm vez“.
Melhor direção: Ethan e Joel Coen, de “Onde os fracos não têm vez“.
Melhor ator: Daniel Day-Lewis, de “Sangue negro“.
Melhor roteiro original:Juno“.

Melhor documentário:Taxi to the dark side“, de Alex Gibney e Eva Orner.
Melhor documentário em curta-metragem:Freeheld“.
Melhor trilha sonora original: Dario Marianeli, por “Desejo e reparação“.
Melhor fotografia:Sangue negro“.
Melhor canção original:Falling Slowly“, de Glen Hansard e Marketa Irglova, do filme “Once“.
Melhor filme estrangeiro: Áustria, com “The counterfeiters“, de Stefan Ruzowitzky.
Melhor edição:O ultimato Bourne“.
Melhor atriz: Marion Cotillard, de “Piaf – um hino ao amor“.
Melhor mixagem de som:O ultimato Bourne“.
Melhor edição de som:O ultimato Bourne“.
Melhor roteiro adaptado:Onde os fracos não têm vez“.
Melhor atriz coadjuvante: Tilda Swinton, de “Conduta de risco“.
Melhor curta de animação:Peter and the wolf“.
Melhor curta-metragem:Le Mozart des pickpockets“.
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem, de “Onde os fracos não têm vez “.
Melhor direção de arte:Sweeney Todd – O barbeiro demoníaco da Rua Fleet
Melhores efeitos especiais:A bússola de ouro
Melhor maquiagem:Piaf – Um hino ao amor
Melhor animação: “Ratatouille“.
Melhor figurino:Elizabeth – A era de ouro“.

#461-Senhores do crime

Quem for assistir “Senhores do crime” dificilmente vai acreditar que é um filme do mesmo diretor de clássicos de ficção escatológica como “A mosca” ou “Scanners, sua mente pode destruir”. David Cronenberg continua realizando um cinema diferente do que o tornou mundialmente conhecido. Ainda que a violência nua e crua impressione os desavisados, pode-se dizer que o longa-metragem é mais simples e digerível do que os seus anteriores.
  


O filme conta a história de Anna (Naomi Watts, de “
King Kong”, “O chamado 2”, “A passagem“), uma enfermeira que atende uma adolescente em trabalho de parto. Seriamente ferida, a jovem morre no hospital. Felizmente o bebê, agora órfão, consegue sobreviver. A garota não possui nenhuma identificação, exceto um diário que Anna encontra nos bolsos da vítima. Todo escrito em russo, ela decide levar o documento para a família (também russa) ajudar na tradução. Ela não imagina, mas a história narrada no pequeno caderno envolve a máfia. E enquanto Anna busca por respostas, se aproxima cada vez mais de um universo perigoso marcado por assassinatos e exploração sexual.

No elenco também estão Vincent Cassel (de “Fora de rumo”) e Viggo Mortensen, que repete a parceria com o diretor depois de protagonizar “Marcas da violência”. Este ano Mortensen concorre ao Oscar de Melhor Ator por sua atuação em “Senhores do crime”. Na trama ele interpreta Nikolai, braço direito do chefão da máfia russa. A trama mostra a força dos costumes, da representação das tatuagens no meio mafioso e das tradições da Rússia, tudo dentro de uma história cheia de vinganças. E são justamente as cenas de acertos de contas que deixam o filme com mais ação.
O interessante é que toda a história se passa em Londres, país conhecido por abrigar pessoas de diferentes nacionalidades. Quem assina o roteiro é Steven Knight, que também foi responsável por “

Coisas belas e sujas” (indicado ao Oscar de melhor roteiro), outra produção que também fala de estrangeiros que moram em Londres. “Senhores do crime” é um longa-metragem eficiente. O roteiro é enxuto, a direção segura e boas atuações garantem que o filme seja uma boa escolha na hora de decidir o que ver nos cinemas.

Infelizmente não é como os antigos filmes de David Cronenberg, mas não merece de forma alguma ser desprezado. E para quem não conhece a fase antiga do diretor ficam as recomendações: o ótimo “Videodrome, a síndrome do vídeo”, o quase-trash “Calafrios” e os perturbadores “Crash, estranhos prazeres” e “Gêmeros, mórbida semelhança”.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog
Eastern Promises (Reino Unido / Canadá / EUA, 2007) Dirigido por: David Cronenberg Com: Naomi Watts, Viggo Mortensen, Vincent Cassel, Armin Mueller-Stahl, Sinéad Cusack, Jerzy Skolimowski…

Veja aqui o trailer do filme “Senhores do crime“:

#460-Eu sou a lenda

Dirigido por Francis Lawrence (de “Constantine“), o filme “Eu sou a lenda” mostra Will Smith como o único homem da Terra. Tudo começa quando uma cientista acredita ter encontrado a cura do câncer. A notícia é aparentemente boa pois representa o fim de uma das maiores mazelas da raça humana. As complicações surgem quando as os pacientes curados apresentam um comportamento estranho.
  


Pouco tempo depois a população do planeta foi dizimada e as pessoas que restaram se transformaram em zumbis. O filme mostra Robert Neville (Smith) nos Estados Unidos, em uma rotina que envolve a procura de possíveis sobreviventes e os estudos para uma vacina para transformar os infectados em pessoas saudáveis de novo.

 

A única companhia do herói é uma cadela que o acompanha e praticamente todo o filme é com o Robert e o cachorro percorrendo uma cidade deserta. Mas só durante o dia, pois de noite os infectados aparecem em busca de comida. Ao contrário do que se pode pensar, o longa-metragem não é lento e alterna o presente com o passado, explicando o que aconteceu antes do protagonista se encontrar na atual situação.


Também faz parte do elenco a brasileira Alice Braga (“Cidade baixa“, “Só Deus sabe“). Ela tem um importante papel na trama e explica o título da história. “Eu sou a lenda” é um filme interessante, com um ritmo bom e uma impressionante ambientação que mostra uma grande cidade abandonada. Destaque para os bons sustos.
Cotação do Dai: DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

I Am Legend (EUA, 2007) Dirigido por: Francis Lawrence Com: Will Smith, Alice Braga, Charlie Tahan, Willow Smith, Darrell Foster, April Grace, Dash Mihok…

Veja aqui o trailer do filme “Eu sou a lenda“:

Daiblog
Thatiana Bione escapou do segundo paredão do Big Brother Brasil! Ela corria o risco de deixar o programa, assim como Natália e Fernando. Mas foi a vez do Fernando sair. O carioca deixou a casa com mais de 60% dos votos.

O Daiblog torce pela brasiliense. Antes de saber que iria participar o reality show, Thati tirou uma série de fotografias para o Daiblog. Você pode acompanhar essas imagens aqui no Daiblog. Boa sorte, Thati!

Daiblog

Você também pode aparecer na galeria do Daiblog! Basta tirar uma foto com a plaquinha do Daiblog ou escrever o endereço de alguma forma. Depois de fotografar, envie a imagem para o e-mail daiblog@gmail.com e aguarde que em breve ela estará na galeria!

#459-Aliens vs predador 2

Fizeram o que parecia impossível, piorar um filme que já não era bom. “Aliens vs predador” partiu de uma idéia estranha de unir duas criaturas do espaço de filmes diferentes. Agora enquanto o primeiro filme é até curioso, o segundo derrapa de vez em situações clichês e um roteiro esburacado. O longa-metragem começa a partir do final do anterior.
  


Assim, a batalha entre os monstrengos acontece aqui mesmo no planeta Terra, numa cidadezinha dos Estados Unidos. Dezenas de personagens são apresentadas, nenhuma o suficiente para criar carisma ou interesse pelo espectador. E o grande número é apenas para aumentar a contagem de corpos. Mas mesmo assim “Aliens vs predador 2” não chega a ser um filme muito violento.


É um filme de ficção científica com ação que não chega a empolgar. A trilha sonora barulhenta tenta transmitir alguma emoção, mas ver os dois monstros lutando chega a dar sono. E o longa tem a proeza de ser extremamente arrastado, dando a impressão que são mais de duas horas de projeção. Quem gosta dos aliens ou do predador provavelmente vai ficar triste com o filme.
  


Algumas situações interessantes (como o ataque às grávidas no hospital) poderiam render cenas melhores, mas nada parece salvar o filme. O elenco conta com Reiko Aylesworth (de “Instinto secreto“), John Ortiz (“O gângster”), Ariel Gade (“Água negra“), Robert Joy (“Terra dos mortos“, “Viagem maldita“) e David Paetkau (“Eu sempre vou saber o que vocês fizeram no verão passado“). Totalmente dispensável. Um dos piores do ano!
Cotação do Daiblog:
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AVPR: Aliens vs Predator – Requiem (EUA, 2007) Dirigido por: Colin Strause e Greg Strause Com: Steven Pasquale, Reiko Aylesworth, John Ortiz, Johnny Lewis, Ariel Gade, Kristen Hager, Robert Joy, David Paetkau…

Veja aqui o trailer do filme “Aliens vs predador 2” legendado em português:

Daiblog

Sucesso brasileiro no 58º Festival de Berlim! Parabéns aos brasileiros que levaram estatuetas para casa e mostraram que o Brasil pode produzir filmes com qualidade internacional! Confira a seguir a lista com os vencedores!

Urso de Ouro
‘Tropa de Elite’, de José Padilha

Prêmio Especial do Júri
‘Standard Operating Procedure’, de Errol Morris (EUA)

Urso de Prata de Melhor Diretor
Paul Thomas Anderson, por ‘Sangue Negro’ (EUA).

Urso de Prata de Melhor Ator:
Reza Najie por ‘Avaze Gonjeshk-ha’ (‘The Song Of Sparrows’), de Majid Majidi.

Urso de Prata de Melhor Atriz: Sally Hawkins, por ‘Happy-Go-Lucky’, de Mike Leigh.
– Urso de Prata de Melhor Roteiro: ‘Zuo You’ (‘In Love We Trust’), de Wang Xiao Shuai.

Prêmio Geração 14plus:
‘Café Com Leite’, de Daniel Ribeiro (Brasil).

Urso de Prata pela Contribuição Artística:
‘Sangue Negro’ (EUA).

Prêmio Alfred Bauer:
‘Lake Tahoe’, de Fernando Eimbcke (México)

Prêmio da Crítica Internacional FIPRESCI:
‘Lake Tahoe’, de Fernando Eimbcke (México).

Prêmio Anistia Internacional:
‘Sleep Dealer’, de Alex Rivera (México-EUA).

Teddy de melhor curta gay:
‘Tá’, de Felipe Sholl (Brasil).

#458-Vestida para casar

A comum fantasia feminina de se casar em uma cerimônia inesquecível é o mote do longa-metragem “Vestida para casar“. A comédia romântica é assinada por Aline Brosh McKenna, que também escreveu o script de “O diabo veste Prada“. Agora quem espera alguma semelhança com o filme estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway vai se surpreender no cinema. As duas produções são bem diferentes.
 


Jane (Katherine Heigl, de “Ligeiramente grávidos“) é uma prestativa jovem que trabalha em uma empresa que planeja e executa casamentos. Ela é a responsável por várias tarefas da celebração, que vão desde a escolha de doces e bolo da festa até o modelo do vestido que a noiva irá usar. Tamanha dedicação é acompanhada de uma espécie de maldição: ela mesma nunca se casou. Assim, o papel de Jane se restringe apenas a ser uma dama de honra em vários matrimônios. E como nos contos de fadas ela aguarda ansiosamente o dia que irá encontrar um noivo e usar véu e grinalda. Enquanto não chega o momento, Jane trabalha em casórios alheios.


Ainda no escritório, ela cultiva uma paixão secreta pelo chefe George (Edward Burns, de “O amor não tira férias“). Mas a heroína da história vê o sonho de se casar com o patrão desaparecer quando ele se interessa pela irmã de Jane, a bela Tess (Malin Akerman, de “Antes só do que mal casado“).
Para completar a história aparece um jornalista chamado Kevin (interpretado por James Marsden, de “Encantada“). Ao contrário de Jane, Kevin não acredita em amor à primeira vista e acha que casamentos são rituais exagerados e piegas. Enquanto a mocinha da história vive em um universo idealizado e cheio de esperanças, o rapaz é mais pé no chão e possui valores bem diferentes. É claro que as diferenças entre os dois irão provocar inevitáveis atritos. E também não é surpresa aquela velha história que os opostos se atraem…

Além de contar uma história de amor, a produção norte-americana também procura dar uma espécia de lição sobre aprendizado e superação. Jane, que sempre foi excessivamente bondosa e pronta para a ajudar o próximo descobre que nem sempre o mundo é cor de rosa e que as pessoas precisam ajudar umas às outras. O título original (27 vestidos) representa a quantidade de vestidos de dama de horna que a protagonista guarda no armário.
Vestida para casar” é como uma receita de bolo para agradar quem gosta de comédias românticas: casais, clichês e casamentos. E um bolo daqueles de caixinha, que é difícil dar errado. Não apresenta nenhuma novidade, mas, mesmo sendo previsível, é fácil de ser assistido.
Cotação do Daiblog:DaiblogDaiblog
27 Dresses (EUA, 2008) Dirigido por: Anne Fletcher Com: Katherine Heigl, James Marsden, Krysten Ritter, Malin Akerman, Edward Burns, Melora Hardin, Maulik Pancholy…

Veja aqui o trailer do filme “Vestida para casar” legendado em português:

#457-Onde os fracos não tem vez

Os irmãos Coen (de “Gosto de sangue“) dirigiram mais um filme. E quem já conhece o trabalho dos cineastas sabe o que esperar. O filme mostra a história de Llewelyn Moss (Josh Brolin, de “Planeta Terror“), um homem que encontra uma maleta cheia de dinheiro perto de um lugar cheio de mortos. O que a primeira vista parece ser um lance de sorte, depois se torna um pesadelo.
  


Principalmente quando entra na trama Anton Chigurh (o excelente Javier Bardem, de “Mar adentro“). O homem segue a trilha deixada por Llewelyn e decide recuperar o dinheiro. Mas ele não está nenhum pouco satisfeito com o furto e vai deixar um rastro de sangue e mortes por onde passar. O personagem é visto no filme como um assassino praticamente indestrutível.

Entre o principal jogo de gato e rato está o velho e experiente xerife Ed Tom Bell (interpretado por Tommy Lee Jones, de “Três enterros“). Ele tentará entender o que está acontecendo e impedir que o pior, ou seja, que Llewelyn seja alcançado pelo psicopata. O longa-metragem segue a linha dramática, mas com perseguições e seqüências de suspense realmente agoniantes.

Onde os fracos não tem vez” concorre a 8 Oscars e tem uma fotografia muito bonita, que resultou em belas cenas durante o cair da noite. Destaque para a inusitada arma do vilão, que dispara fortíssimos jatos de ar comprimido. Apesar do cabelo engraçado, Javier Bardem está realmente assustador!
Cotação do Daiblog:
DaiblogDaiblogDaiblogDaiblog

No Country for Old Men (EUA, 2007) Dirigido por: Ethan Coen e Joel Coen Com: Tommy Lee Jones, Javier Bardem, Josh Brolin, Woody Harrelson, Kelly Macdonald, Garret Dillahunt, Rodger Boyce…

Veja aqui o trailer do filme “Onde os fracos não tem vez“: