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296- Coração satânico é surpreendente até hoje

Harry Angel (Mickey Rourke) trabalha como detetive particular. Ele é contratado por um estranho sujeito chamado Louis Cyphre (Robert De Niro). A missão de Harry é localizar homem desaparecido; uma tarefa aparentemente simples. Mas com o tempo o detetive descobre que não é um caso comum.

Quanto mais investiga, Harry vai descobrindo e penetrando num submundo violento de magia negra. Ambientado na década de 50, “Coração satânico” é um ótimo filme que prende a atenção do começo ao fim. Não sabemos o que está acontecendo até o final, apesar do clima sombrio comprovar que a história caminha por rumos cada vez mais violentos e malignos.

Algumas imagens aparentemente desconexas durante a investigação são explicadas na apavorante conclusão. Dirigido por Alan Parker (de “A vida de David Gale” e “Evita”), o filme é tenso, pesado e cheio de simbolismos. As atuações principais estão ótimas.


Sem dúvidas, um filme inesquecível que vai para a lista dos que terminam de forma arrepiante! Durante a maior parte da duração, parece que é um thriller policial, com crimes sangrentos. Mas depois descobrimos que é muito mais do que isso. Recomendo!
Cotação do Dai: ***1/2

Angel Heart (EUA / Canadá / Reino Unido, 1987) Dirigido por: Alan Parker Com: Mickey Rourke, Robert De Niro, Lisa Bonet, Charlotte Rampling, Judith Drake, Stocker Fontelieu, Brownie McGhee…

#295-Um beijo a mais

Mais um remake nos cinemas. “Um beijo a mais” é regravação do italiano “O último beijo“. Se você espera uma comédia romântica, vai se surpreender da mesma forma que você se surpreendeu ao achar que “Closer, perto demais” era um filme feliz e apaixonante. Zach Graff pode ser engraçado, mas neste filme ele trabalha bem um personagem sério e dramático.


Michael (Zach Graff, de “
Hora de voltar“) é um arquiteto que está chegando aos 30 anos de idade. Ele mora com a bela e dedicada Jenna (Jacinda Barrett), que está grávida. Os dois já planejam se casar, mas uma sedutora universitária de 18 anos chamada Kim entra na história…


Michael possui os mesmos amigos fiéis que conheceu na infância e a história deles também é contada. Basicamente podemos definir o filme como uma coleção de relacionamentos. O homem que está cansado da esposa que cobra demais, o apaixonado que não aceita o fim da relação, a esposa que quer largar o marido, o promíscuo que foge de compromissos… Todos personagens são muito humanos, bem realistas. E isso é um ponto positivo!


Mas se existe uma falha em “Um beijo a mais” é a previsibilidade. O roteiro de Paul Haggis (de “Crash, no limite” e “Menina de ouro“) peca por não ser original. É uma história que todo mundo já conhece, por experiência própria ou por terceiros. De qualquer forma, é um relato maduro sobre acertos e erros nas relações afetivas.

Cotação do Dai: **1/2

The Last Kiss (EUA, 2006) Dirigido por: Tony Goldwyn Com: Zach Braff, Jacinda Barrett, Casey Affleck, Rachel Bilson, Michael Weston, Eric Christian Olsen, Marley Shelton, Lauren Lee Smith, Harold Ramis, Blythe Danner, Tom Wilkinson, Cindy Sampson…

#294-O massacre da serra elétrica, o início

Depois do sucesso do remake “O massacre da serra elétrica“, um novo filme da franquia da serra elétrica está de volta. Este filme é como “Batman begins“, ou seja, realmente o início de tudo. A história é introdutória e dá várias respostas sobre o canibalismo e o motivo do vilão Leatherface ser como ele é.


Mas não é 100% original. O final, por exemplo, lembra bastante o do filme de 2003. Algumas outras idéias foram extraídas do filme original, como a perturbadora cena do jantar. Mas não é para se empolgar. A nova versão não possui a mesma agonia do filme de 1974. Não usaram closes nos olhos e a personagem não se mostra tão desesperada.

Porém não é ruim! Pelo contrário, é bem melhor do que se podia esperar. Fãs de “O albergue“, que consideram o filme bem violento, vão se surpreender com a quantidade de sangue. “O massacre da serra elétrica, o início” tem menos ação que o anterior, mas é infinitamente mais tenso.


A história é simples: dois casais viajam e vão parar no lugar errado na hora errada. Mais detalhes só iriam estragar as informações sobre a vida da família canibal, que constitui o melhor do filme. No elenco está Taylor Handley (protagonista da comédia “Zerofilia“) como um adolescente que não quer ser alistar ao exército. Vale a pena ressaltar que a bela fotografia do filme ainda está acima da média. Leatherface ainda está em forma! U-hu!

Cotação do Dai: ***1/2

The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning (EUA, 2006) Dirigido por: Jonathan Liebesman Com: Jordana Brewster, Taylor Handley, Diora Baird, Matthew Bomer, Lee Tergesen, R. Lee Ermey, Andrew Bryniarski, Terrence Evans, Kathy Lamkin…

Veja aqui o trailer do filme O massacre da serra elétrica, o início:

#293-Delicada relação


O filme “O segredo de Brokeback Mountain
” fez enorme sucesso no mundo não apenas por ser uma produção bem cuidada e com uma direção incrível. A história em si, sobre dois vaqueiros gays, surpreende pela inovação (com personagens e sentimentos fortes). O filme ainda é ambientado na década de 60, numa época com tabus ainda mais presentes. Está certo, o filme de hoje não é “Brokeback Mountain”, mas tem muito em comum.


Yossi e Jagger” conta a história real do amor entre dois homens do exército de Israel. O campo de batalha é um lugar inusitado para crescer a paixão entre o capitão Yossi e Jagger, um carismático soldado. Filmado com uma camêra digital,o filme possui cenas bem realistas nas trincheiras e abrigos.


Apesar de ser um filme de guerra, a curta duração (pouco mais de uma hora) impede que explosões e tiroteios durem muito tempo na tela. Então não espere seqüências de ação. A trama gira mesmo em torno dos dois rapazes e dos triângulos amorosos formados por causa de duas mulheres que entram na equipe.

É como um outro filme de romance, só que com um cenário diferente e muitas músicas entre as cenas. “Delicada relação” é totalmente falado em hebraico. O filme é bonito e o romance convence. A música-tema “Bo” é interpretada pelo cantor israelita Ivri Lider.


Cotação do Dai: ***

Yossi and Jagger (Israel, 2002) Dirigido por: Eytan Fox Com: Ohad Knoller, Yehuda Levi, Assi Cohen, Aya Steinovitz, Hani Furstenberg, Sharon Raginiano, Yuval Semo, Yaniv Moyal…

Veja aqui o trailer do filme Delicada relação:

#292-Noite do terror

É véspera de Natal quando uma fraternidade de garotas passa a ser aterrorizada por trotes obscenos. A situação se complica com o desaparecimento de uma jovem. A verdade é que um assassino está solto e as estudantes correm perigo. Essa história tinha tudo para gerar mais um filme slasher, com grande contagem de corpos e várias mortes. Mas o resultado é bem diferente!


Noite do terror” é um filme canadense de 1974. Ao invés do terror, é um bom suspense que é parecidíssimo com “
Quando um estranho chama“. A violência não é explícita e é compensada com um algumas seqüências tensas e histórias paralelas sobre as vidas das personagens. Principalmente a protagonista, que está grávida.

O filme é bem diferente das produções atuais porque deixa espaço para, de fato, contar uma história. Ainda que as motivações do assassino não sejam devidamente explicadas, o script não é sobre garotas amedrontadas correndo de um lado para o outro. Então isso pode ser estranho e incomodar quem espera ver apenas cenas de susto e medo. Em outras palavras: não é um filme movimentado.


Como era de se esperar, o filme foi recentemente regravado pelos norte-americanos. O remake deve chegar aos cinemas brasileiros agora em 2007, com distribuição da Paris Filmes. Nos Estados Unidos, “Black Christmas” foi brilhantemente lançado na época do Natal, fato que incomodou religiosos.

Cotação do Dai: ***
Black Christmas (Canadá, 1974) Dirigido por: Bob Clark Com: Olivia Hussey, Keir Dullea, Margot Kidder, John Saxon, Marian WaldmanAndrea Martin, Doug McGrath, James Edmond, Lynne Griffin…
Confira aqui um video da propaganda do dvd e vhs (!) do filme Black Christmas:


#291-Borat

Borat é uma comédia rodada como se fosse um documentário. A maioria das pessoas que aparecem no filme, inclusive, acreditavam que era mesmo um documentário e não um filme de comédia. E é por isso que a produção coleciona processos judiciais. Se você gosta de um senso de humor politicamente incorreto e cheio de piadas racistas, preconceituosas e ácidas, assista “Borat“.


Apesar da pequena duração (pouco mais de uma hora), o filme é uma colagem de situações bizarras. O comediante britânico Sacha Baron Cohen interpreta Borat, um repórter do longínquo Cazaquistão que viaja para os Estados Unidos para fazer um documentário sobre a cultura e o estilo de vida na América.


Borat vive num pequeno vilarejo onde é comum a prática de abortos, incestos e outros costumes que são considerados polêmicos em outras sociedades. Ao chegar na América (US and A), o repórter fala um inglês muito carregado e começa a gravar o documentário. Mas ao assistir ao seriado “Baywatch“, se apaixona pela atriz Pamela Anderson (Pâméla, segundo ele). E parte numa viagem em busca da mulher!

Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América” é um filme divertido que inova pelas inacreditáveis situações grotescas. Uma curiosa mistura entre ficção e realidade. É difícil saber o que aconteceu mesmo e o que foi encenado. O ator protagonista também assinou o roteiro, que inclusive concorreu ao Oscar 2007.
Cotação do Dai: ***

Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan (EUA, 2006) Dirigido por: Larry Charles Com: Sacha Baron Cohen, Ken Davitian, Luenell…

#290-Pânico na montanha

O primeiro episódio da série “Mestres do terror” foi “Pânico na montanha“, dirigido por Don Coscarelli, que já dirigiu os filmes da série trash “Fantasma” (aquele com as prateadas bolinhas assassinas). Por ser o primeiro filme, Coscarelli contava com grande responsabilidade. E é possível dizer que não fez feio.


O episódio conta a história de Ellen, uma mulher que sofreu um acidente de carro numa estrada. Após se recuperar do susto, ela descobre que a motorista do outro veículo desapareceu. E o mistério é logo solucionado, com a aparição de um cruel homem deformado.




O capítulo alterna entre a fuga desesperada de Ellen com flashbacks de momentos de seu casamento. Ela se casou com um homem pessimista e paranóico que a ensinou a se defender em situações de risco. E esse é o grande diferencial deste filme para a maioria dos outros do gênero. A mocinha não é tão ingênua quanto parece. Ao invés de correr e gritar o filme inteiro, ela cria armadilhas (elaboradas até demais) e dá bastante trabalho para o vilão.


A produção não surpreende, mas também não é ruim. Uma ambientação sombria na floresta e efeitos especiais bem utilizados deixam a história interessante. Apesar de alguns momentos sangrentos, o filme não é dos mais violentos da série. “Jenifer” ou até mesmo “Marcas do terror” são mais fortes. Vindo de Don Coscarelli, confesso que esperava bem menos!
Leia também sobre outros filmes da série “Mestres do terror” que já foram comentados aqui no Daiblog. São eles: “Criatura maligna“, “Estrada da morte“, “Lenda assassina“, “Dança dos mortos“, “Marcas do terror” e “Jenifer“.
Cotação do Dai: ***

Incident on And a Mountain Road (EUA, 2005) Dirigido por: Don Coscarelli Com: Bree Turner, Angus Scrimm, John DeSantis, Ethan Embry, Heather Feeney

Clique aqui para ver o trailer do filme “Pânico na montanha“:

#289-A casa do lago

Dirigido pelo argentino Alejandro Agresti, “A casa do lago” é uma regravação do sul-coreano “Siworae” ou “Il mare“. É um dos filmes indicados para se assistir em boa companhia, quando você acredita que o mundo ainda é um lugar bonito de se viver e que o amor irá reinar no mundo para sempre.


Felizmente a história não é tão previsível e sem graça como costumam ser a maioria dos romances no cinema. O roteiro tem um tom meio sobrenatural e fantástico, o que deixa a história de amor com contornos mágicos. Na trama, Kate Forster (Sandra Bullock, de “
Crash, no limite“) é uma médica que morava numa casa no lago (entendeu o título agora?).

O mistério acontece quando ela começa a se comunicar com o novo morador da casa do lago. Apesar de não ter ninguém morando lá, Kate recebe e envia cartas através de uma caixinha de correspondência que acaba se tornando o elo de ligação entre ela e Alex (Keanu Reeves). Logo os dois se apaixonam, mas existe um grande problema…


Alex não vive na mesma época que Kate e isso complica (e muito) a relação dos apaixonados. Outros personagens aparecem e são importantes na história como a mãe de Kate, que também é médica (interpretada por Shohreh Aghdashloo, de “Casa de areia e névoa” e “X-men, o confronto final“) e o pai de Alex (Christopher Plummer, de “O novo mundo“). Filme bonitinho. A dupla Bullock & Reeves (que formou o casal no filme de ação “Velocidade máxima“) comprova que a dobradinha fez sucesso.

Cotação do Dai: **1/2

The Lake House (EUA, 2006) Dirigido por: Alejandro Agresti Com: Keanu Reeves, Sandra Bullock, Shohreh Aghdashloo, Christopher Plummer, Mike Bacarella, Frank Caeti…

#288-Jenifer, instinto assassino

A série “Mestres do terror” não faria jus ao nome se Dario Argento não dirigisse um dos episódios. Mesmo com bombas como “Jogador misterioso“, o italiano foi responsável por grandes obras na história dos filmes de horror como “Suspiria” e “Tenebra“. No quarto episódio, “Jenifer, instinto assassino“, ele comprova que é mesmo genial e está em forma.


Jenifer” começa com um policial chamado Frank Spivey atirando num homem que estava prestes a matar uma jovem loira. Mas aquela não era exatamente uma mocinha indefesa. Era Jenifer, uma mulher com um rosto completamente deformado e um belo corpo sedento de sexo e…sangue.



Dividido entre a piedade e o tesão, Frank acaba levando Jenifer para sua própria casa!!! Ok, ok. A partir desse momento já dá para entender que o roteiro pode não ser o melhor exemplo de trama bem construída ou plausível. É cheio de buracos e situações que não são explicadas, mas isso não interfere em nada na diversão. “Jenifer” é um bom filme de terror. Muito melhor do que outros episódios dos “Mestres do terror“.



É só não se questionar sobre as atitudes dos personagens que tudo fica bem. A curvilínea monstrenga vira a vida do policial de cabeça para baixo. Nos aspectos técnicos, uma trilha sonora ótima (que em momentos lembra as canções de ninar de “O bebê de Rosemary“) deixa o filme muito bem ambientado.
Cotação do Dai: ***1/2
Jenifer (EUA, 2005) Dirigido por: Dario Argento Com: Steven Weber, Carrie Fleming, Brenda James, Harris Allan, Beau Starr, Laurie Brunetti, Jasmine Chan…

Leia também sobre outros filmes da série “Mestres do terror” que já foram comentados aqui no Daiblog. São eles: “Criatura maligna“,Estrada da morte“, “Lenda assassina“, “Dança dos mortoseMarcas do terror“.Veja aqui o trailer do filme “Jenifer, instinto assassino“:


Confira aqui a relação completa dos vencedores do Oscar 2007 (na ordem da entrega dos prêmios), já que você não aguentou esperar a festa que durou mais de 4 horas e acabou dormindo pois precisava trabalhar na segunda-feira. lista dos vencedores do Oscar

Direção de arte
O Labirinto do Fauno

Maquiagem
O Labirinto do Fauno

Curta de animação
The Danish Poet

Curta-metragem
West Bank Story

Edição de som
Cartas de Iwo Jima

Mixagem de som
Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho

Ator coadjuvante Alan Arkin por
Pequena Miss Sunshine

Longa de animação
Happy Feet – O Pingüim

Roteiro adaptado
Os Infiltrados

Figurino
Maria Antonieta

Fotografia
O Labirinto do Fauno

Efeitos visuais
Piratas do Caribe: O Baú da Morte

Filme estrangeiro
A Vida dos Outros (Alemanha)

Atriz coadjuvante
Jennifer Hudson – Dreamgirls – Em Busca de Um Sonho

Documentário de curta-metragem
The Blood of Yingzhou District

Documentário de longa-metragem
Uma Verdade Inconveniente

Trilha sonora
Babel

Roteiro original
Pequena Miss Sunshine

Canção
Melissa Etheridge – Uma Verdade Inconveniente

Montagem
Os Infiltrados

Atriz
Helen Mirren por A Rainha

Ator
Forest Whitaker por O Último Rei da Escócia

Diretor
Martin Scorsese por Os Infiltrados

Filme
Os Infiltrados, de Martin Scorsese

#287-Pecados íntimos

Indicado ao Oscar, “Pecados íntimos” é um ótimo filme que aborda polêmicos temas como pedofilia, preconceito e infidelidade (este último não tão polêmico assim hoje em dia). Sarah Pierce (Kate Winslet, de “Titanic“) vive um casamento monótono com Richard (Gregg Edelman). Ela sempre leva a filha pequena filha para brincar num parque é num desses passeios que ela conhece Brad Adamson (Patrick Wilson, de “Menina má.com“).


Brad também costuma passear com o filho e é um homem que cuida da casa, já que sua esposa Kathy (Jennifer Connelly, de “
Casa de areia e névoa” e “Água negra“) trabalha e sustenta a família. Os dois personagens se sentem atraídos e, sob o pretexto de levar os filhos para passear, se encontram regularmente.


Por outro lado, a pequena cidade onde se desenvolve a história é palco também de um outro núcleo na trama. O pedófilo Ronnie (Jackie Earle Haley, indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante) é solto depois de cumprir uma pena. A imprensa trata o homem com um verdadeiro monstro e toda a comunidade o transforma num bode expiatório para todos os males do planeta.



O personagem Ronnie é semelhante ao papel vivido por Kevin Bacon em “O lenhador“. A dificuldade em retornar à sociedade é bem demonstrada. “Pecados íntimos” conta com uma deliciosa narrativa que lembra os bons capítulos da série “A vida como ela é“, de Nelson Rodrigues.
O elenco todo está ótimo e é uma pena que Jennifer Connelly não tenha participado tanto. Isso fez com que Kate Winslet se destacasse ainda mais (com uma indicação ao Oscar de melhor atriz neste ano) Não se deixe enganar pelo trailer nacional, o filme é um drama bem construído e muito bom de ser assistido. O final é surpreendente e impactante.Cotação do Dai: ****

Little children (EUA, 2006) Dirigido por: Todd Field Com: Kate Winslet, Patrick Wilson, Jennifer Connelly, Gregg Edelman, Sadie Goldstein, Jackie Earle Haley, Phyllis Somerville, Mary B. McCann, Jane Adams..