Estrada da morte é o 11º episódio da série “Mestres do terror“. A direção foi de Larry Cohen, responsável por grandes clássicos do terror trash como o inesquecível “A coisa”. A história deste filme, entretanto, não envolve gosmas alienígenas e sim um grupo de viajantes encrencados com uma dupla de assassinos em série.
Depois que um ônibus tem sua viagem interrompida por um problema, os passageiros ficam na estrada sem saber o que fazer. O lugar é isolado e não existe praticamente nada perto, exceto árvores.
Então surgem dois vilões: um caminhoneiro de idade que gosta de assasinar pessoas que pedem carona (sujeito no mesmo estilo dos assassinos de “Alta tensão” e “Wolf Creek, viagem ao inferno“; e um jovem que costuma matar quem lhe oferece carona.
O roteiro começa interessante, chega a ser imprevisível porque cada personagem toma um rumo diferente. Mas depois de um tempo a história vai ficando cada vez mais fraca, até culminar numa comédia de humor negro frustrante para quem espera assistir um filme de terror. O filme é cheio de referências aos outros trabalhos de Larry Cohen: falam de bebês deformados (“Nasce um monstro”) e existe até uma ambulância (“A ambulância“).

No elenco está Fairuza Balk (de “Ruas selvagens“), como a mocinha que tenta sobreviver no meio de tantos criminosos. Filme mediano, que pode ser prazeroso como um episódio de uma série de tv, mas insatisfatório como filme em dvd.
Cotação do Dai: **1/2
Pick Me Up (EUA, 2006) Dirigido por: Larry Cohen Com: Fairuza Balk, Michael Moriarty, Warren Kole, Laurene Landon, Malcolm Kennard…
Veja aqui o trailer do filme Estrada da morte (episódio 11 da série Mestres do terror):
Você pode também sobre os outros filmes da série “Mestres do terror” que já foram comentados aqui no Daiblog. São eles: “Criatura maligna” , “Lenda assassina” e “Dança dos mortos“.



Não é apenas um filme de luta como outros. Se fosse para classificar por um gênero, eu diria que é drama. A lição da vida de Baedel é uma prova de determinação e esforço. Ele combateu todos os líderes de escolas de artes marciais e virou uma lenda, sendo chamado por muitos de “o novo Musashi“.
Porém o caminho não foi nada fácil. Baedel enfrentou sérios problemas por suas origens. São várias as cenas que mostram o preconceito que o protagonista sofreu em território japonês por ser coreano. E como o filme é da Coréia do Sul, a trama faz questão de mostrar muitos japoneses quase que como vilões. Uma boa opção para quem procura um filme de luta que não se dedica apenas para as cenas de combate, mas também para a história!
O personagem de Tony Ramos é um publicitário que trabalha feito louco. Já Glória Pires é professora de num coral infantil. O casal vive numa bela casa e é de classe média-alta, mas o casamento sofre alguns desentendimentos justamente no dia do alinhamento espacial. Sem encontrar uma solução, eles precisam se virar e tentar enfrentar os problemas do cotidiano (enquanto não descobrem uma maneira de deixar tudo como era antes).
Muitos atores globais participam do filme, alguns fazendo só pequenas participações, como Patrícia Pillar (a “Zuzu Angel“). O roteiro, de fato, não é tão original e nem surpreende. Mas o enredo flui bem e em pouco tempo é fácil se acostumar e se divertir com as confusões do casal principal.









Mas não é o que acontece. O paparazzis são representados como verdadeiros vilões, com direito a planos malignos e vinganças. A gangue é liderada pelo fotógrafo Rex Harper, um homem sem escrúpulos. Existe sim um assédio imenso sobre as celebridades e tablóides publicam fofocas sobre as vidas dos astros. Mas no filme é tudo levado até as últimas conseqüências, o que faz o resultado perca em realismo e ganhe em matéria de ação.
Também no elenco estão Tom Hollander (de “
Esse é um daqueles filmes que é difícil não gostar. Trata de sentimentos, aprendizado e como encarar vida (e seus problemas). Uma história muito sensível e especial.
Filme ideal para ver com amigos numa tarde chuvosa! O elenco inteiro está ótimo, com destaque para o trio principal, composto por 





Para piorar, o filme se transforma no final. A edição muda, são realizados flashbacks esquisitos e uma explicação (que deveria surpreender e ser original) é mostrada, complicando e confundindo tudo e todos.