A Universal Pictures anuncia as datas de lançamento para os filmes do segundo semestre de 2021 nos cinemas brasileiros. É importante ressaltar que as datas de estreia estão sujeitas a alteração. Para mais informações sobre a programação, consulte a rede de cinemas da sua cidade.
O lineup do estúdio reúne aguardadas produções. Confira a seguir:
007: Sem Tempo Para Morrer (No Time To Die), vigésimo quinto filme da franquia estrelado por Daniel Craig, chega aos cinemas brasileiros a partir de 30 de setembro;
A Família Adams 2: Pé na Estrada (The Adams Family 2), sequência da animação de 2019, estreia em 07 de outubro;
Halloween Kills: O Terror Continua, sequência do sucesso de 2018 com estreia prevista para 21 de outubro;
Noite Passada em Soho (Last Night in Soho), thriller de Edgar Wright, estrelado por Anya Taylor-Joy, Thomasin Mckenzie e Matt Smith. Nos cinemas a partir de 11 de novembro;
Querido Evan Hansen (Dear Evan Hansen), musical com estreia prevista para 18 de novembro;
Casa Gucci (House of Gucci), drama inspirado na chocante história real da família Gucci, estrelado por Lady Gaga e Adam Driver, que chega aos cinemas em 25 de novembro;
Belfast (ainda sem título nacional), com estreia prevista para 16 de dezembro.
A aguardada estreia de 007 – Sem Tempo Para Morrer nos cinemas está cada dia mais próxima. O 25º filme da longeva franquia, que lançou seu primeiro filme em 1962, chega aos cinemas em 30 de setembro e, para marcar o início da contagem regressiva de um mês até a estreia, a Universal Pictures divulga um novo trailer cheio de ação e estrelando Daniel Craig no papel do icônico espião James Bond.
Além de Daniel Craig, as estrelas Lashana Lynch, Ana de Armas, Rami Malek, Léa Seydoux, Naomi Harris, Ralph Fiennes e Jeffrey Wright também estão no elenco da produção, dirigida por Cary Fukunaga. Phoebe Waller-Bridge assina o roteiro, junto com Fukunaga, Neal Purvis e Robert Wade.
007 – Sem Tempo Para Morrer estreia nos cinemas brasileiros em 30 de setembro. Para mais informações sobre a programação, consulte as redes de cinema da sua cidade.
Sobre o filme
Em 007 – Sem Tempo Para Morrer, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.
Chega aos cinemas dia 26 de agosto o filme nacional Lamento, primeiro longa-metragem da dupla de diretores Diego Lopes e Claudio Bitencourt, estrelado por Marco Ricca e Thaila Ayala. A trama tem início quando chegam no hotel de Elder (Ricca), um par de “hóspedes-problema”, envolvidos com drogas e prostituição. A situação logo se agrava quando começam as brigas, gritos e confusões dentro do quarto que eles se recusam a deixar. A história pode lembrar a alguns o começo de Mãe!, de Darren Aronofsky, ou até filmes menos conhecidos como Equilíbrio Instável (1973), com Katharine Hepburn, pois ambos possuem em seus enredos o elemento dos hóspedes que se recusam a ir embora.
No entanto, Elder está lidando também com dívidas que podem fazeê-lo perder o hotel, um estabelecimento que ele herdou de seu pai e, ao mesmo tempo, com uma crise em seu casamento. O roteiro tenta construir uma atmosfera sufocante que fica progressivamente pior, aumentando a tensão. Alguns exemplos onde esse efeito foi criado de uma forma bem-sucedida são os filmes Arbitrage – A Fraude (2012) e O Jogo (1997). Assim como eles, Lamento é um “estudo de personagem“ de seu protagonista. Menos sobre a trama em si e mais sobre Elder, o filme discute o antes e o depois: as circunstâncias que influenciaram o seu caráter, fazendo-o chegar naquela situação extrema, até vermos que efeito tem tal crise pessoal em sua personalidade.
Por uma série de decisões equivocadas, infelizmente, o filme nunca engata e acaba abusando da paciência do público. Muitos momentos parecem desnecessariamente longos e repetitivos, elementos do enredo supérfluos, certas cenas, e até personagens, redundantes. Há outros problemas, mais graves, como cenas de qualidade duvidosa por possuírem uma abordagem possivelmente misógina.
Apesar de esbanjar uma direção de arte, cinematografia e atuações de qualidade, Lamento peca na roteirização e direção. O filme sofre de uma confusão obstinada que persiste até seus últimos momentos: chega a nos lembrar a terceira parte da trilogia Senhor dos Anéis porque parece ter mais de um final. No caso de Lamento, isso enfraquece a sua mensagem e prejudica o ritmo da narrativa. No final, ao testemunharmos o potencial desperdiçado do filme, o lamento é nosso.
O Esquadrão Suicida estreou nos cinemas de todo o Brasil e para divulgar o novo filme, a Warner Bros. Pictures fechou uma parceria inédita com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal para uma ação que acontecerá pelos próximos quinze dias no Lago Paranoá, próximo à ponte JK, em Brasília.
Uma instalação de mais de 90m² no formato do grande vilão Starro, ficará dentro do lago e poderá ser vista a muitos metros de distância. A ação será divulgada via mídia geolocalizada, ou seja, quem estiver passando a um raio de 5km da ativação, receberá uma mensagem no celular com o conteúdo do filme O Esquadrão Suicida.
Os conteúdos sobre a ação estarão disponíveis nas redes sociais da Warner Bros. Pictures e da Secretaria de Turismo do DF. A capital do Brasil foi escolhida para esta ação devido a sua grande importância na indústria de cinema.
Além de ver de perto o maior vilão do novo filme O Esquadrão Suicida, os brasilienses também poderão acompanhar um show de fogos no maior painel de LED da América Latina, localizado no edifício Conic. O painel, que tem o tamanho equivalente a 2 aviões Boeing, exibirá anúncios do longa até a próxima terça-feira, dia 10 de agosto.
O grupo de criminosos mais inusitados do Universo da DC está de volta às telas. Para deixar essa missão ainda mais intensa, Aussie Grill e Warner Bros. Pictures se juntaram e, no dia 5 de agosto, vão presentear todos os clientes que fizerem pedidos pelo delivery com um ingresso de O Esquadrão Suicida. Qualquer pedido de Aussie Grill feito pelo iFood dá direito a um ingresso. Pediu, ganhou. A ação é válida apenas no dia 5 de agosto enquanto durarem os estoques. A ação é válida em 8 capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza.
Além de roubarem a cena nos cinemas, os vilões da DC também serão estrelas de dois combos exclusivos de Aussie Grill, nas versões individuais ou para compartilhar, e que estarão disponíveis no iFood por tempo limitado: o combo Esquadrão Pra Galera, feito pra compartilhar, que conta com duas porções de Chicken Crispy Tenders, 12 tiras de frango empanadas na hora e fritas, servidas bem crocantes e acompanhadas do molho Honey Mustard, uma porção de Kettle Chips, as famosas fritas em formato de chips, muito crocantes e bem temperadinhas, levemente apimentadas e avinagradas, acompanhadas do molho aioli para chuchar e dois refrigerantes, é o combo compartilhável e conta com dois ingressos do filme e custa R$ 49,90. Já o combo Esquadrão Pra Você, individual, é composto por uma porção de Chicken Crispy Tenders, uma porção de Kettle Chips e um refrigerante, e o consumidor ganha um ingresso para assistir O Esquadrão Suicida nos cinemas, tudo isso por R$ 27,90.
O Aussie Grill atende exclusivamente pelo delivery, via iFood. Para mais informações basta acessar https://www.aussiegrillbr.com.br/
Há muitos e muitos anos, a bela Medusa foi severamente punida por Atena, a deusa virgem, por não ser mais pura. Hoje, a jovem Mariana pertence a um mundo onde deve se esforçar ao máximo para manter a aparência de uma mulher perfeita. Para não caírem em tentação, ela e suas amigas se esforçam ao máximo para controlar tudo e todas à sua volta. Porém, há de chegar o dia em que a vontade de gritar será mais forte. Lei a seguir uma entrevista com Anita Rocha da Silveira, diretora do longa-metragem Medusa.
MEDUSA é inteiramente ficcional ou inspirado em uma história real? Qual foi o ponto de partida para o desenvolvimento do roteiro de MEDUSA?
Nos últimos anos, presenciamos uma parcela da sociedade brasileira defender o retorno a uma valorização de um modelo de mulher devota ao homem; ou melhor “bela, recatada e do lar”. Além disso, em 2015 me deparei com uma série de notícias de jornais sobre ataques violentos a garotas adolescentes, realizados por outras jovens mulheres. Elas atacavam em grupo, na maior parte dos casos por considerarem a vítima “promíscua”. Às vezes, o cabelo era cortado e cortes feitos na face, pois era essencial deixar essa mulher “feia”. Os motivos declarados para tamanha violência variam entre a vítima ser considerada “bonita demais”, ter “dado em cima” do namorado de uma das agressoras, “se exibir” com roupas provocativas, ter likes de muitos rapazes em fotos no Instagram e ser tida como “fácil” e “piranha” – tudo isso em um mundo onde as redes sociais se tornaram a principal ferramenta de vigilância. A violência entre mulheres – muitas vezes usada como forma de controle – é reiterada constantemente em nossa sociedade e permanece ainda um assunto pouco debatido, pois nos desafia a pensar como a engrenagem do machismo atua também em nós. A partir daí, desenvolvi a protagonista, Mariana, uma jovem mulher que é cúmplice dessa violência, mas também vítima. E alguém que ao longo do filme precisará se reinventar para enfim alcançar a liberdade.
O que te motivou a adaptar o mito de Medusa, transportando-o ao Brasil contemporâneo?
Quando li as notícias sobre as jovens que se juntavam para agredir uma outra mulher, logo me recordei do mito de Medusa. Na versão mais conhecida do mito, Medusa era uma das mais lindas donzelas existentes, sacerdotisa do templo de Atena. Mas um dia ela cedeu às investidas de Poseidon, enfurecendo Atena, a deusa virgem, que transformou seu belo cabelo em serpentes, e deixou seu rosto tão horrível que uma mera visão transformaria os que a olhassem em pedra. Medusa foi punida por sua sexualidade, por desejar, por não ser “pura”. Da junção entre mito e realidade me ocorreu que mesmo com o passar dos séculos, faz parte da construção da nossa civilização as mulheres quererem controlar umas às outras. E que talvez essa seja uma forma de mantermos o controle de nós mesmas. Afinal, crescemos com medo de ceder aos nossos impulsos, e até de sermos consideradas “histéricas”. O controle também passa pela aparência, pela beleza, pois está impregnada em nós a ideia de que este é o nosso principal atributo. Fazemos dietas para chegar ao peso “padrão” e passamos por procedimentos estéticos dolorosos na esperança de sermos jovens para sempre. Ao se afastar do que até então pensava ser o padrão, Mariana poderá enfim encontrar seu caminho para um encontro muito especial. Encontro este, que ao invés de petrificar seu corpo, o despertará para novas sensações e desejos.
Quais são suas influências em termos de cinema?
Para a construção de MEDUSA, minha principal influência cinematográfica foi Dario Argento, em especial em Suspiria (1977) e La Sindrome di Stendhal (1996); tanto pela estética maravilhosa, como pela adesão ao gênero de horror de uma forma leve, repleta de humor e de pequenas transgressões. Mulholland Drive (2001) e a série de televisão Twin Peaks (1990-91/2017) também são referências, pelo modo como David Lynch caminha entre gêneros e em alguns momentos faz uso do humor para mostrar as falhas do tão almejado “sonho americano”; assim como Get Out (2017), de Jordan Peele, e sua excelente mistura entre horror, humor e crítica social. Não posso deixar de mencionar Claire Denis, em especial Trouble Every Day (2001) e Beau Travail (1999), pelo modo como a diretora enquadra os corpos em estado de extremo controle e sublimação, mas também durante o descontrole e a entrega total a todos os desejos latentes. E por fim Carrie (1976), de Brian De Palma, um dos retratos mais claros e belos do que a repressão e a humilhação podem fazer às mulheres.
Em MEDUSA acompanhamos dois grupos jovens – as “Preciosas do Altar” e os “Vigilantes de Sião” – que parecem sempre investidos em cultuar seus corpos e um certo padrão de beleza. Por quê?
No universo construído em MEDUSA, conforme diz a personagem Michele, “aparência é tudo”. Para os rapazes membros do grupo jovem masculino Vigilantes de Sião, treinar e se exercitar faz parte da rotina de ordem à qual se submetem. Para as Preciosas do Altar, é fundamental estarem dentro do padrão de beleza imposto pela sociedade. Devido ao machismo e colonialismo estruturais, ter um corpo “padrão” e estar sempre “arrumada” é o que se espera delas, e essencial para serem aceitas naquele universo. E isso envolve seus corpos, cabelos, estilos de roupa, e a maquiagem adequada – ou seja, discreta sempre. Mariana inicia o filme trabalhando em uma clínica de estética, espaço onde esses padrões são ainda mais exagerados. E sua transformação se iniciará justamente pela aparência. Porém, ao meu ver, o culto ao corpo e a um determinado padrão estético, diz respeito antes de mais nada a uma forma de controle. Já que é exigido desses jovens controlar seus desejos, o exercício do controle começa pelos seus próprios corpos e perpassa para os corpos alheios.
Mari Oliveira foi integrante do elenco de MATE-ME POR FAVOR, você sempre teve a Mari em mente enquanto desenvolvia MEDUSA? Você poderia falar um pouco mais do processo de casting?
Sim, sempre tive a Mari em mente. Ela é uma atriz incrível, uma pessoa espetacular e trouxe inúmeras camadas e nuances para a personagem. Para a construção do elenco, contei com a ajuda do produtor de elenco Giovani Barros, e juntos fizemos chamadas abertas nas redes sociais para compor o elenco jovem. Recebemos mais de 600 portfolios e testamos em torno de 200 jovens homens e mulheres. Alguns já contavam com experiências profissionais na televisão e cinema, como a Lara Tremouroux, o Felipe Frazão e o João Vithor Oliveira; mas a maior parte do elenco jovem vem de formações diversas em escolas de teatro, e estreia nas telas em MEDUSA. Além disso, tivemos a honra de contar com nomes consagrados no elenco, como Thiago Fragoso e Joana Medeiros, e com as participações super especiais de Bruna Linzmeyer e Inez Viana.
Você poderia falar um pouco da concepção da trilha sonora de Medusa?
A concepção da trilha sonora começou no roteiro, quando escrevi a letra de “Jesus é meu amor”, uma versão da música pop brasileira Sonho de Amor. A Igreja de MEDUSA é pop, quer atrair fiéis, então nada como uma trilha sonora cativante. A escolha dos fonogramas passou muito pelo meu gosto pessoal, e por músicas que através de suas letras e ritmos ajudavam a transmitir as sensações das cenas do filme, como Cities In Dust (Siouxsie & The Banshees), e Uma Noite e 1/2 (Renato Rocketh), na voz de Marina Lima. Outra marca da trilha são as regravações, como de Wishing On A Star, gravada na voz de Mari Oliveira, e Baby It’s You, que ganhou uma nova versão para o filme, na voz de Nath Rodrigues e produzida por Rafael Fantini. Também, sempre foi importante para mim que todas as músicas do filme fossem cantadas por vozes femininas.
Como você se sente em estar de volta a Quinzena dos Realizadores de Cannes?
É um sonho antigo que se torna realidade. Sinto-me extremamente honrada de estrear MEDUSA na Quinzena dos Realizadores, nove anos após lançar lá o curta Os mortos-vivos. Após um ano e meio tão difícil e duro para o Brasil e para o mundo, espero com esse filme levar às pessoas reflexões, mas também risadas, tensão, alegria e tesão. Já as músicas incidentais, foram compostas por Bernardo Uzeda, com quem trabalho junto desde de meu primeiro curta, e tiveram como influência John Carpenter, Tangerine Dream e Goblin.
Medusa, segundo longa escrito e dirigido por Anita Rocha da Silveira, foi selecionado para o Festival de Cannes na mesma seção em que a diretora exibiu seu terceiro curta, Os Mortos Vivos, em 2012. Seu primeiro longa, Mate-me por favor, foi muitas vezes premiado em festivais de cinema, incluindo o Festival de Veneza, onde participou da Mostra Orizzonti. A estreia mundial do filme será no dia 12 de julho, com a presença da diretora Anita Rocha da Silveira e da produtora Vânia Catani.
Sinopse: Há muitos e muitos anos, a bela Medusa foi severamente punida por Atena, a deusa virgem, por não ser mais pura. Hoje, a jovem Mariana pertence a um mundo onde deve se esforçar ao máximo para manter a aparência de uma mulher perfeita. Para não caírem em tentação, ela e suas amigas se esforçam ao máximo para controlar tudo e todas à sua volta. Porém, há de chegar o dia em que a vontade de gritar será mais forte.
Sobre a diretora | ANITA ROCHA DA SILVEIRA
Nascida e criada no Rio de Janeiro, Anita Rocha da Silveira escreveu e dirigiu três curtas-metragens: O Vampiro do Meio-Dia (2008), Handebol (2010, Prêmio FIPRESCI no Int. Short Film Festival Oberhausen), e Os Mortos-Vivos (2012, Quinzena dos Realizadores de Cannes). Seu primeiro longa-metragem, Mate-me por Favor (2015), estreou na Mostra Orizzonti do Festival de Cinema de Veneza, onde recebeu o Bisato d’Oro de Melhor Atuação, concedido pela crítica independente italiana. Participou de festivais como SXSW, New Directors/New Films, AFI Fest, Bafici, Indie Lisboa, Janela Int. de Cinema do Recife, Festival de Havana, Filmfest Munchen e La Roche-sur-Yon IFF, tendo recebido prêmios de Melhor Direção e Melhor Atriz no Festival do Rio, e Melhor Filme no Festival Int. de Cine de Cali e no Panorama Int. Coisa de Cinema.
Os fãs aguardam desde 2019 para um novo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e a espera acabou! Viúva Negra estreia essa semana e abordará a história de uma das heroínas mais amadas pelo público: Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra. O filme chegará aos cinemas em 8 de julho e no Disney+ pelo Premier Access em 9 de julho.
Com diversas cenas de ação e o aparecimento de novos personagens, a produção pretende prender o público do início ao fim ao apresentar o passado pouco explorado da vingadora. Confira abaixo o que poderá ser visto no filme Viúva Negra (sem spoilers):
O passado de Natasha
Em Viúva Negra, a história da heroína será finalmente revelada. A infância, o passado e seus familiares poderão ser vistos durante o filme, o que será fundamental para entender a importância que Natasha Romanoff teve para os Vingadores e no combate à extinção da humanidade.
Novos personagens
Yelena Belova (Florence Pugh) e o Guardião Vermelho (David Harbour) são duas peças fundamentais na história de Natasha. Yelena é a irmã adotiva de Natasha e, juntas, elas vão a procura do ex-agente russo, o Guardião Vermelho. A “família” rende boas cenas cômicas e de ação para o telespectador.
Muita ação
Por falar em ação, em Viúva Negra este quesito é o que não falta no longa. Já que Natasha não tem nenhum super-poder como os outros Vingadores, as cenas de luta, explosão e corrida trazem ao filme os elementos essenciais para prender e surpreender o público.
Girl Power!
Entre tantos filmes de super heróis, uma produção protagonizada por uma personagem feminina já é o suficiente para se destacar. Além de ser estrelado por uma das heroínas mais poderosas (mesmo sem super-poderes) da Marvel, o filme apresenta também Yelena e Melina Vostokoff (Rachel Weisz), que juntas mostram o poder feminino em ação!
Estreia no sábado, 10 de julho, no YouTube, o documentário Delfini Brasília, Olhar Operário, um belíssimo trabalho de pesquisa de patrimônio humano. Na data, às 19h, será realizada live de abertura com a diretora do filme, Maria do Socorro Carneiro. O título faz alusão ao senhor João Batista Delfini, 98 anos, que é protagonista do filme. É o mais idoso entre grupo de entrevistados, e conta momentos da história de Brasília com memória e organização cronológica brilhante.
A trilha sonora é uma releitura de Chiquinha Gonzaga com arranjo e piano de Aluízio Marcelino de Sousa, afinador de pianos muito conhecido em Brasília, e interpretação de Louise Sofia Madeira, adolescente vilena, neta de pioneiros e filha de pais que são da primeira geração de brasilienses.
Em 2020, Delfini Brasília, Olhar Operário foi premiado na 53ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, na Mostra Brasília de Curta-metragem. “É um documentário de significativa relevância e urgência, resgatando memórias vivas de pessoas idosas, respeitando suas realidades e utilizando cenários e figurantes reais da rotina vilena”, conta a diretora.
A Vila Planalto, com 64 anos, fica localizada entre os Palácios do Planalto, Palácio da Alvorada e Palácio do Jaburu. Ela tem estilo interiorano no coração de Brasília. Sua origem é de acampamentos, feitos de madeira, disponibilizados pelas construtoras como residência de seus operários e familiares.
O documentário foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura – FAC/DF, e apoio da atual Administração de Brasília.
Delfini Brasília, Olhar Operário Estreia do documentário em live com a diretora Maria do Socorro Dia 10 de julho, às 19h Canal do Youtube: www.youtube.com/channel/UCx28TDJzOtVgZtsWAuDJ98Q Acesso liberado, livre para todos os públicos
De 6 de julho a 15 de agosto, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília propõe um olhar de conjunto sobre a produção do cinema português produzido na última década, que vem obtendo enorme êxito internacional. A entrada é gratuita e o CCBB Brasília está adaptado às novas medidas de segurança sanitária.
Com curadoria de Pedro Henrique Ferreira, a mostra “De Portugal para o mundo” traz ao público brasiliense uma seleção de 28 filmes, entre longas e curtas-metragens, dos mais aclamados cineastas lusitanos contemporâneos.
“De Portugal para o mundo” apresenta filmes de realizadores de projeção internacional, que já são considerados alguns dos mais conceituados diretores contemporâneos. A curadoria concentrou-se principalmente nas produções que obtiveram premiações e sucesso no exterior. É uma oportunidade de assistir a filmes emblemáticos, tais como “A portuguesa” (2019), de Rita Azevedo Gomes; “Tabu” (2012), de Miguel Gomes; “O estranho caso de Angélica” (2010), de Manoel de Oliveira; entre outros.
Pré-estreia – Um dos destaques é o inédito e premiado filme do celebrado cineasta Pedro Costa “Vitalina Varela”, vencedor do Leopardo de Ouro do Festival de Locarno 2019 e do prêmio de melhor atriz para a própria Vitalina Varela no mesmo festival.
Um veterano entre os jovens – A presença de filmes do veterano cineasta Manoel de Oliveira (1908-2015), aliás, justifica-se pela carreira longeva e prolífica do mestre português. Segundo o curador, a escolha por exibir filmes do Manoel de Oliveira foi, em parte, por ter sido um diretor que mesmo centenário, realizou grandes filmes nesta década. “Também é uma homenagem ao diretor mais importante da história do cinema português, a uma ideia de Portugal, e que certamente deixou um legado enorme aos mais jovens”, explica.
Conversando sobre cinema português – A mostra propõe também uma discussão em torno do cinema português, como a visão das ex-colônias pelos filmes. Para isso, haverá debates temáticos, nos dias 13/7 e 5/8 e com participação de pesquisadores brasileiros e portugueses, além de um bate-papo com o diretor Manuel Mozos, do longa “Ramiro”, no dia 8/7, às 16h.
Essas atividades serão todas por meio de videoconferência, online, abertos e gratuitos (veja na programação). “A ideia é entender os elementos que possibilitaram a emergência de um período tão exitoso no cinema português, num diálogo com a experiência cultural e cinematográfica brasileira hoje”, diz Pedro Ferreira. O projeto prevê, ainda, um catálogo com textos inéditos, reproduções e entrevistas, assinados por pesquisadores, críticos de cinema, técnicos e produtores portugueses e brasileiros.
FICHA TÉCNICA Curadoria: Pedro Henrique Ferreira Coordenação Geral: Eduardo Cantarino Produção Executiva: Pedro Nogueira Assistente de Produção: Luiza Jambeiro
SERVIÇO Mostra de cinema “De Portugal para o Mundo” Data: 6 de julho a 15 de agosto de 2021 Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília)
Ingressos: Os ingressos gratuitos serão disponibilizados no app ou site da Eventim no dia da sessão, a partir das 9 horas. Até 2 (dois) ingressos por CPF. Lotação: 30 lugares. Confira as normas de visitação e segurança referentes à COVID-19 no site www.bb.com.br/cultura e na emissão do ingresso. Informações: (61) 3108-7600 ou pelo e-mail ccbbdf@bb.com.br Confira na programação da mostra os horários e classificação indicativa dos filmes.