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#056-Ayu -(miss) understood

Novo album da Ayumi Hamasaki lançado oficialmente no dia 1° de janeiro de 2006. O cd é composto por essas faixas:

01-Bold&Delicious
02-STEP you
03-Ladies Night
04-Is this love?
05-(miss)understood
06-alterna
07-In The Corner
08-tasking
09-criminal
10-
Pride
11-
Will
12-
HEAVEN
13-Are You Wake up
?
14-fairyland
15-Beautiful Day
16-rainy day

Na verdade, o album é uma coletânea dos singles lançados em 2005 com 7 músicas inéditas, sendo que duas delas são instrumentais (tasking e Are You Wake up?) As faixas 01 e 10 eu já comentei no Daiblog, clique aqui para ler. Assim como Will (11) e Heaven (12).

No geral é um disco bom. As músicas novas estão no nível da cantora mesmo. Gostei bastante de In the corner (tem uns violinos bonitos), de Criminal, que é uma música muito poderosa e da faixa-título (miss)understood. Agora as minhas músicas favoritas do cd são: Heaven, Will e Alterna. Cotação do Dai: ***

Interessante é que lançaram versões do cd que acompanham um dvd com clipes e making of e livrinhos com fotos (photo album). Tudo em nome do aumento das vendas, é claro. E se você quiser ficar mais por dentro das novidades dessa cantora eu recomendo o site
Ayumi Br.

Confira abaixo um video da Ayumi Hamasaki. O clipe da música Ladies Night. Clique no botão para assistir! 🙂

#055-Segundas intenções 3

Cassie, prima de Kathryn (do filme original) vai para a universidade Presridge. Lá, uma série de novos jogos de sedução e malícia têm início. A única relação entre o filme original é esse
distante grau de parentesco. Continuação fraca e dispensável.

Lançada diretamente em vídeo (o que é um alívio), a história é sem graça e não consegue ter 1/5 da essência do original. Se você não gostou da primeira continuação (Segundas intenções 2) vocêvai considerar a terceira parte a pior experiência da sua vida! Eu até que gostei da parte 2, ao menos tem mais humor. Já essa terceira parte é horrível.


Os alunos praticamente não estudam e vivem para fazerem apostas entre si sem nenhum propósitointeressante. O elenco também não é dos melhores e tenta repetir, sem sucesso, os trejeitos e atitudes dos personagens do primeiro filme. Não é excitante, não convence ninguém e é uma infinita série de repetições de cenas ruins. Até as supostas reviravoltas e surpresas não
surpreendem. Fracasso total.

Veja aqui o trailer do filme Segundas Intenções 3:


Cruel Intentions 3 (EUA, 2004) Dirigido por: Scott Ziehl Com: Kerr Smith, Kristina Anapau, Nathan Wetherington, Melissa Yvonne Lewis, Natalie Ramsey, Tom Parker, Charlie Weber, William Gregory Lee, Aaron MacPherson…

***

Bom, isso que vou escrever não tem nada a ver com filmes ou críticas, mas achei diferente do normal. Aconteceu hoje, num shopping daqui de Brasília (o Conjunto Nacional). As pessoas comprando felizes, passeando pelas lojas, tudo muito normal. Até que de repente, um grito absurdo surgiu, quebrando o espírito consumista-alegre de todas as pessoas.

Rapidamente, olhei para trás e vi um bando de corpos gritando em volta da escada rolante e uma criança chorando. Como todo curioso, corri para o lugar. Olhei para a escada rolante mas ela estava normal. Só então descobri parcialmente o que aconteceu.

Um menino teve a mão presa na escada rolante! O pai, nervoso e preocupado, puxou a mão do garoto, antes que o braço também fosse mastigado pela máquina. Alguns seguranças do shopping apareceram na hora e levaram a criança. O pai estava atordoado, sem reação. Eles entraram para uma portinha discreta (que provavelmente deveria ser da administração do shopping) e depois não sei o que aconteceu.

Essa história de escada rolante maligna que machuca as pessoas era pra mim algo como uma lenda urbana. O espaço é tão pequeno que eu não imaginava que poderia acontecer algo do tipo. Para quem quiser mais detalhes, a mão do menino estava literalmente amassada e já roxa! Tudo isso em questão de segundos!

Não sei se o Conjunto nacional vai ajudar a pagar o tratamento da criança ou se a família do menino tem algum direito em relação ao acidente, mas uma coisa é certa: foi terrível! Conversando com minha mãe sobre o que aconteceu, ela contou algo parecido que ela presenciou.
Sem enrolar, vou explicar resumidamente: um rapaz possuía uma barraquinha de lanches com a esposa. Eles trabalhavam sempre numa entrequadra comercial e eram conhecidos pelos funcionários do comércio local. Até que um dia, por distração, o homem acabou moendo a própria mão enquanto preparava um caldo de cana!

A esposa desligou a máquina e depois chamou os bombeiros. Ele não conseguia puxar o braço, que já estava dentro das engrenagens e só o corpo de bombeiros poderia fazer alguma coisa. Mas acontece que demorou simplesmente duas horas para que a ajuda viesse. Enquanto isso, ele tomou diversos medicamentos e perdeu tanto sangue, que recebeu uma transfusão no outro braço. Terrível, não é? Mas o final foi relativamente feliz. Ele ficou com a mão sem movimentos mas não teve que amputar! Ufa! 🙂

E como este ainda é um blog de crítica de filmes, essas histórias me lembraram “Mangler, o grito de horror” um filme baseado num conto do Stephen King e dirigido por Tobe Hooper (O massacre da serra elétrica). É um filme muito ruim que eu não recomendo para ninguém, mas têm muitas cenas com acidentes em máquinas que lembram o que aconteceu hoje. Outro filme relacionado é o ótimo O operário que já foi citado aqui no Daiblog.

#054-O amigo oculto

Robert De Niro é o psicologo David, pai de Emily (Dakota Fanning). Eles mudam-se para uma casa numa tranquila cidade. Desde que a mãe (Amy Irving) morreu, a pequena tem estado com trauma e uma nova vida parece ser a solução ideal para acabar com os problemas do passado.

Só que o que acontece é exatamente o oposto. Emily faz amizade com Charlie, um suposto amigo imaginário. A relação entre ambos cresce cada vez mais e David precisa descobrir quem ou o que é Charlie o mais rápido possível.

Filme bonitinho, bem feito, com trilha sonora boa (John Ottman, de X-men 2, O aprendiz, A casa de cera) e a ótima atuação de Dakota Fanning. Essa menina é muito pequena e já está se tornando a Nicole Kidman Junior, fazendo filmes sem parar. Mas apesar de todo cuidado técnico faltou alguma coisa. A história não é das melhores, mas também não é ruim.

O grande problema é como a trama foi conduzida. Demora muito para entrar no ritmo e, até lá, o espectador, que espera ver um filme de suspense, vê um drama sem nada de assustador. Com algumas poucas cenas tensas, “O amigo oculto” (Hide and seek, no original) não consegue assustar nem crianças que brincam de esconde-esconde.

Uma coisa boa foi ter visto Amy Irving no filme. Ela é a esposa do diretor brasileiro Bruno Barreto (de O que é isso, companheiro?) e fez ótimos filmes como o clássico “Carrie, a estranha” e protagonizou o complexo e genial “A fúria” (ambos do Brian de Palma).**1/2
Hide and Seek (EUA, 2005) Dirigido por: John Polson Com: Robert De Niro, Dakota Fanning, Famke Janssen, Elisabeth Shue, Amy Irving, Dylan Baker, Melissa Leo, Molly Grant Kallins…

#053-Os produtores

Assisti esse filme na pré-estréia e fiquei muito surpreso. É regravação de “Primavera para Hitler” e conta a história de uma dupla disposta a fazer um musical fracassar na Broadway para conseguir lucro dessa situação. Então contratam o pior diretor, o pior elenco e tudo de ruim para produzir um espetáculo que ninguém gostasse. Só que as coisas não vão conforme o planejado…

Comédia-musical extremamente exagerada e caricata. Os personagens (originais de Mel Brooks) são maravilhosos e é impossível não rir das interpretações geniais dos atores. O trio principal (Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman) está ótimo e eles dão um show cantando e dançando.

As letras das música são hilárias e o musical produzido é de extremo mal gosto, com músicas sobre Hitler e mulheres com vestidos de tanque de guerra, salsichões e pretzels! Tudo muito brega e forçado. Achei mesmo muito divertido. Ideal para quem gosta de pastelão.

The Producers (EUA, 2005) Dirigido por: Susan Stroman Com: Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, Gary Beach, Roger Bart, Michael McKean…

***Rapidinhas do Daiblog:
Elfen Lied OVA

Também assisti o episódio especial de Elfen Lied. Ele foi lançado após a série de TV e é bem interessante. Apesar de não modificar em nada a série, o capítulo explica algumas coisas que ajudam a entender melhor a trama. É um capítulo que tem comédia e situações dramáticas, bem divertido. Não farei cotação desse episódio porque ele segue a mesma linha da série.

Espero que algum dia lancem depois uma continuação porque a história rende muito mais e o final da série é com centenas de ganchos e mistérios que não foram resolvidos! Se você não sabe o que é Elfen Lied, clique aqui e leia o texto daqui mesmo do Daiblog!

#052-Timbuktu

Primeiramente eu gostaria de agradecer ao amigo e leitor do Daiblog, Adrian Potter que teve o bom gosto de me dar de presente de aniversário este livro. Até então eu não conhecia o Paul Auster e vi que ele é um escritor muito bom.

Willy é um poeta-mendigo, homem de ilusões e boas intenções. Um verdadeiro homem-bomba que oscila entre a bondade do espírito natalino (Papai Noel é fundamental na história!!!) e a insanidade. Junto com seu fiel amigo, o cachorro Mr Bones, ele vaga pelo mundo durante seus últimos momentos de vida. Com a saúde extremamente fraca e sem ter ninguém para ajudá-lo, Willy tenta seu último esforço na vida: tentar encontrar um novo lar para Mr Bones e não perder seus textos literários.

Mas o personagem principal do livro não é Willy, é o cachorro. Mr Bones pensa, entende a língua dos homens e pensa como qualquer ser humano. E também tem complexos sonhos e um plano: ir para Timbuktu. Quando Willy morre, vai para Timbuktu, a terra dos espíritos. Um lugar onde os cachorros selecionados podem conversar com os humanos e as pessoas vivem tranquilas. Quando Mr Bones perde seu amigo, sua vida fica sem rumo e ele precisa seguir em frente, mesmo sem saber para onde ir.

É uma história dramática sobre o relacionamento entre um homem na miséria e um cachorro que é praticamente uma pessoa. Timbuktu é comovente e deixa claro que algumas poucas pessoas são boas demais para este mundo, esse lugar frio e cruel onde não se pode confiar em ninguém e nada é o que parece. Apesar de toda crítica, o livro não é pesado. Tem sempre um tom melancólico e as vezes até amargo, nessa concepção de encarar o mundo; mas mesmo assim guarda momentos de humor e poesia. Terminei a leitura querendo ler mais Paul Auster! Cotação do Da: ***1/2
Obs: A primeira imagem é a capa nacional do livro. Já a de baixo é de uma edição internacional.
* * *

#051- A ilha

Eu sei que esse filme foi fracasso de bilheteria nos Estados Unidos, acusado de plágio e criticado negativamente por muitas pessoas. Mas eu gostei. Para um filme de ação está ótimo. Além de explosões, perseguições e tiroteiros (coisas comuns em filmes assim) a história ainda critica a ciência e a ganância dos homens, embora isso só pincelado de leve e um pretexto para um filme de ação.

O grande problema de “A ilha” foi o jeito que a publicidade divulgou a história. Contaram a principal surpresa, o grande lance do filme. Aquilo que faria você arregalar os olhos quando soubesse. Mas quase todo mundo, inclusive eu, já sabe desse detalhe antes mesmo de assistir. E eu vou contar aqui porque é importante para fazer a crítica.

Ewan McGregor e Scarlett Johansson vivem num enorme e futurista complexo longe de tudo. Toda a população mundial foi contaminada e dizimada por alguma coisa mortal e os sobreviventes eram levados para o lugar, onde recebiam alimentação saudável e eram constantemente avaliados. Algumas pessoas eram selecionadas numa espécie de loteria para viverem na ilha, o último paraíso da Terra. Um lugar onde todos poderiam viver felizes. Até que um dia Ewan descobre que não existe uma ilha e tudo não passa de uma grande mentira.

Lendo isso você imagina uma grande conspiração, mas a sinopse estraga ainda mais e explica a verdade: eles são clones, criados apenas para servirem as pessoas reais (patrocinadores) caso eles precisem de algum orgão ou transplante. Uma alternativa exótica e cruel, visto que os clones são pessoas normais com consciências e sentimentos.

A primeira hora do filme é a melhor, com um bom suspense e clima de mistério. Depois é só ação. Correria de um lado para o outro, fugas espetaculares, veículos batidos e situações absurdas e mentirosas (James Bond ficaria com inveja) que só podem acontecer mesmo no cinema. A ilha é longo demais e ficaria melhor se acabasse sem as sequências finais (que parecem cenas de comercial de sabão em pó)

A fotografia é muito bonita (muito azul com amarelo) e a música-tema é muito boa. O elenco está bem, mas os papéis não exigiram muito dos atores, exceto disposição para correr sem parar. Scarlett Johansson está mais bonita do que nunca, só que sua atuação está morna, afinal ela só corre. Ou bom ou ruim, A ilha continua sendo só um filme de ação.
The Island (EUA, 2005) Dirigido por: Michael Bay Com: Ewan McGregor, Scarlett Johansson, Djimon Hounsou, Sean Bean, Steve Buscemi. Michael Clarke Duncan, Ethan Phillips, Brian Stepanek, Noa Tishby…

#050-Horas de horror

Samantha é uma psiquiatra que trabalha com pacientes violentos e perturbados. Gente barra pesada mesmo. Seu dia já começa a ficar preocupante quando ela se dá conta que o incurável tumor em seu cérebro cresceu inesperadamente. Para piorar a situação, ela e a família acabam se tornando reféns de dois loucos. (sim, um deles seu paciente) Até aí temos um filme de suspense básico, que promete boas cenas e um clima de tensão crescente.

Mas Horas de horror (The dark hours, no original) é muito mais do que isso. Se você espera um filme de suspense diferente da maioria de produções recheadas de clichês e cenas iguais, vá agora alugar e assistir. Surpreendente, tenso e com uma cena gore para quem tem sangue frio. Bom demais pra ser filme norte-americano? Pois é, esse é canadense.
A atriz protagonista, Kate Greenhouse, é excelente. Além de se parecer com a Naomi Watts, ela atua tão bem quanto. Não é mais um filme de sequestros e final família. É bem diferente, inteligente e intrigante. Quer mais?

Vai ficar querendo. Infelizmente, apesar de ser “Horas de horror” o filme é bem curto. Não chega nem a ter uma hora e meia. Mas sem dúvidas é melhor que termine bem do que se prolongue mais com cenas inúteis que só poderiam comprometer o resultado. Gostei e recomendo.

The Dark Hours (Canadá, 2005) Dirigido por: Paul Fox Com: Kate Greenhouse, Aidan Devine, Gordon Currie, Iris Graham, Dov Tiefenbach, David Calderisi, Jeff Seymour…

#049-Roubando vidas

Angelina Jolie é uma agente do FBI (você consegue imaginar uma mulher sexy envolvida profissionalmente com cadáveres e crimes?) que viaja para tentar solucionar um mistério. No elenco, Ethan Hawke, Kiefer Sutherland e Olivier Martinez (com seu eterno sotaque). Você pode pensar: nossa, quantos atores conhecidos. O filme deve ser ótimo! Bom, nem tanto…

Um louco anda roubando vidas. Assassinando pessoas e vivendo a vida delas, apossando de suas identidades. Assim, uma série de crimes não solucionados começam a se encaixar quando chega a hora do criminoso cometer o próximo ataque.

Esse filme é bem irregular. Tem seus momentos fortes e outros instantes fracos. O roteiro gera curiosidade, mas a necessidade de tentar fazer algo novo e surpreendente acaba comprometendo um pouco a diversão. As cenas não “colam” muito e Angelina Jolie, apesar de ser uma boa atriz, não convence como uma agente do FBI tão compenetrada no trabalho. Não adianta. E não é machismo da minha parte. O papel ficaria melhor nas mãos de outra atriz, Jodie Foster, por exemplo.
Em compensação, uma coisa que eu realmente adorei foram os sustos. É um suspense bom, apesar de ter apenas DOIS sustos que funcionam. Eles são ótimos, eletrizantes. No mesmo estilo do filme “Os esquecidos”, ou seja, uma surpresa quando você menos imagina. No geral não é um filme ruim, mas nem chega aos pés de grandes suspenses policiais, como “Seven – os sete crimes capitais” e “O silêncio dos inocentes” Cotação do Dai: **1/2
 
Taking Lives (EUA / Canadá, 2004) Dirigido por: D.J. Caruso Com: Angelina Jolie, Ethan Hawke, Kiefer Sutherland, Gena Rowlands, Olivier Martinez, Tchéky Karyo, Paul Dano, Justin Chatwin…
Curiosidade: Na cena que Jolie quebra um espelho, vemos todos os cacos caindo no chão, tamanha foi a precisão dela. Porém segundos depois vemos um caco grande do espelho onde é possível enxergar o reflexo dela. Como se na cena anterior o espelho todo estava quebrado? Hein? Como?

Veja aqui o trailer do filme Roubando vidas:

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Rapidinhas do Daiblog: Saikano – o filme
Está marcado para o dia 28 de janeiro de 2006 o lançamento do filme live action (com atores reais) da série de animação Saishuu-Heiki Kanojo, conhecida também por Saikano.

Saikano é uma história dramática e romântica sobre um casal de estudantes que sofrem com uma guerra. Além do romance e drama, a história também é de ficção científica, quando Chise tem seu corpo transformado em uma arma!

Se você ainda não conhece Saikano, leia a crítica do Daiblog clicando aqui. Você também pode assistir o trailer. Pelo que pude ver, a adaptação foi feita com muito cuidado e está bem parecido com o anime.

Leia mais sobre o filme de Saikano clicando aqui.

#048-Ayu Bold & Delicious

“Novo” single (o mais recente) da cantora pop de maior sucesso no Japão, Ayumi Hamasaki. Essas são as faixas do disco:

01. Bold & Delicious “Original Mix”
02. Pride “Original Mix”
03. HEAVEN “M.O.R House Mix”
04.
Will “Wall5 Remix”
05. Bold & Delicious -Instrumental-
06. Pride “Original Mix -Instrumental-“

As duas músicas novas são Bold & Delicious e Pride. B&D é diferente de todas as outras músicas que Ayumi já cantou na vida. Com um coral no estilo gospel, ela cantou num ritmo que parece não ser o mais adequado para a voz dela. O clipe é simples. Vemos Ayu cantando com as ruas de algum lugar dos Estados Unidos no fundo. Acredito que seja Nova Iorque. E depois a câmera mostra o segredo do truque. Ela está num caminhão. É uma mistura de clipe com making of. Legalzinho, mas mesmo assim não salva a música…

Para salvar o single, a segunda faixa é a inédita Pride. Ainda aproveitando o mesmo coral da música anterior (só que cantando outra melodia, obviamente), Ayumi canta uma música lenta que soa como um hino. Ela se esforça muito e o resultado é mediano. Comparada com Bold & Delicious é bem melhor. O clipe foi dirigido por um tal Luis Hermandez, de nacionalidade desconhecida por mim. No video Ayu canta andando, depois na chuva. (Veja imagem do clipe ao lado)
As faixas 3 e 4 são remixes do single anterior. A melhor delas é Will. Considerando que a música é lenta, o remix ficou muito bom, se adequando ao ritmo ao invés de só ter um fundo bate-estaca! O single fecha com as versões karaoke das duas músicas novas. Ainda prefiro o single anterior. Ayumi tentou inovar demais e o resultado não foi dos melhores. Cotação do Dai: **1/2
Clique aqui para ver o clipe da música Pride:

#047-O buquê

Deliciosa comédia francesa sobre as confusões causadas por um buquê enviado por uma pessoa aparentemente anônima. Apesar do buquê em si não ser o tema principal do filme, ele interliga uma série de personagens que se encontra em situações hilárias com diálogos bem escritos. Um filme que mostra que pode se fazer humor sem ter apelações sexuais ou violentas. Sim, é possível!

É um filme bastante simples. Não tem efeitos especiais, nem explosões. A produção é bem modesta e às vezes lembra uma peça de teatro, tamanha é a simplicidade. O que é mostrado na tela não é diferente do que pode realmente acontecer na vida real. Uma comédia do cotidiano. Gostei! 🙂 Cotação do Dai: ***C’est le bouquet! (França, 2002) Dirigido por: Jeanne Labrune Com: Sandrine Kiberlain, Jean-Pierre Darroussin, Dominique Blanc, Mathieu Amalric, Jean-Claude Brialy, Maurice Bénichou, Hélène Lapiower, Dominique Besnehard, Richard Debuisne…
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Observação: a partir de hoje o Daiblog poderá ter alguns links escondidos, assim como no antigo Daiblog. Quem descobrir onde estão irá para páginas com coisas interessantes! Boa sorte! 🙂