Garota que sempre morou na África se muda para Estados Unidos e enfrenta problemas de adaptação na escola. Filme teen que tem mais cérebro do que os do gênero por ser irônico e crítico com o público alvo. Muitos podem não perceber a acidez das situações, mas o que assistimos é uma série de cômicas sequências onde vemos jovens sem nada na cabeça achando que estão com a bola toda.
Um grupo de patricinhas comanda a escola. Elas se acham populares e melhores do que o resto dos alunos. A nova aluna tenta participar da panelinha e acaba se dando mal. Diferente do que estava acostumada no seu antigo país, (onde ela estudava em casa e não em uma escola) ela se surpreende com as atitudes perversas das colegas americanas e elabora um divertido e cruel plano de vingança.
Achei esse filme bem engraçado. Geralmente eu detesto filmes de adolescentes, mas esse se destaca dos outros por ser exagerado e sacanear justamente esse tipo de comportamento fútil que muitas pessoas possuem. Quando assisti me lembrei de umas histórias que eu escrevi e desenhei, onde sempre o protagonista elaborava um plano de vingança! Quem já leu sabe como é. Cotação do Dai: *** 1/2 Clique aqui para assistir o teaser do filme Meninas malvadas:



Hellbent conta com o co-criador de Halloween e o produtor executivo de A hora do pesadelo. Esses dois sujeitos podem sugerir alguma coisa de qualidade exemplar pelos trabalhos antigos. Mas não espere ver um filme surpreendente ou excelente. É uma divertido e engraçado, mas nada além disso. Apesar de ter cenas sangrentas, o filme não se distancia das outras produções do gênero. O destaque vai para a excelente cena do olho, que foi responsável por diversos gritos na platéia! E é muito estranho ver um garoto correndo o filme todo, quando estamos sempre acostumados a ver Sidneys e outras mocinhas fugindo do vilão. Se você quiser ver o trailer, clique 
Essa imagem é do conto Rapunzel e está presente no livro. Eu realmentei adorei esse livro e recomendo para todo mundo que goste dessas histórias que lembram a infância (embora sejam mais diferentes) Muito diferente e criativo! 
Esse filme é bem regular no quesito desenvolvimento. Como filme de terror, não funciona muito bem porque o máximo que nos causa é uma leve tensão. As cenas de suspense são todas estranhas, auxiliadas com a trilha sonora sempre boa do compositor Kenji Kawai (Ringu 2, Avalon e animes como Ranma 1/2 e Ghost in the Shell – O fantasma do futuro, aqui no Brasil). E o clima de medo não é dos melhores, seguindo o mesmo padrão de outras produções japonesas.
Eu gostei desse filme, mas ainda prefiro a versão original. A cena do refrigerante com muito gas foi cortada e Charlie e o avô não sofrem nenhum perigo no remake. Em compensação, outras cenas foram acrescentadas, explicando mais sobre Willy Wonka. Nada mal para uma regravação! 🙂 Cotação do Dai: *** 


Um ponto interessantíssimo no filme é a trilha sonora, com muitas músicas brasileiras! Isso mesmo, você pode ouvir Águas de março, Desafinado e outros clássicos da MPB nesse filme irlandês. Curioso, não? E é engraçado e gratificante ouvir a música com o sotaque estrangeiro. No geral, “Todas as cores do amor” é um filme bom. Não se preocupa em se aprofundar tanto na complexidade das pessoas e o resultado é apenas para ser visto como uma diversão sem compromisso. 
O terceiro e último episódio é Cut (imagem acima), responsável pelo já conhecido e respeitado Park Chan-wook (do excelente Oldboy) representando a Coréia. Tem um humor negro e cenas sangrentas. Um louco sequestra a esposa de um diretor de cinema e o chantageia: se ele não enforcar uma criança, a cada cinco minutos a sua mulher (Hye-jeong Kang, também de Oldboy) perderá um dedo. A situação se torna ainda mais cruel pelo fato dela ser pianista…
Termino o texto com a letra de uma música muito bonita que toca no filme, na cena da loja de discos.