Uma cantora de rock (Diane Lane _ que ficou muito mais bonita depois de madura) é sequestrada por um bando de motoqueiros criadores de confusão. Então os fãs ficam sem saber o que fazer e tudo parece perdido, se não fosse o ex-namorado da moça, que decide salvá-la (aparentemente incentivado pelos bol$o$ do produtor da moça, que precisava resgatá-la)
Auxiliado por uma mulher masculina, o galante ex-namorado parte em busca da donzela, junto com o persistente e cômico produtor (ninguém menos que Rick Moranis). A história é mais do que simples e o filme é recheado de música rock entre uma cena e outra. Os cenários são todos confusos, muitas pessoas e muita sujeira. O ritmo é ligeiro e podemos ver algumas boas cenas de ação Assim como aparece escrito logo nos créditos iniciais, Ruas de fogo é uma “fábula do rock’en’roll”.
Um filme ingênuo que deve ter sido bem comentado na época (década de 80), mas que hoje em dia não nos mostra nada de novo, só uma sucessão de acontecimentos já conhecidos; o que nos faz pensar se não era essa a idéia do filme: criar um ambiente e história extremamente caricatos, como uma fábula moderna. Cotação do Dai: **1/2
Streets of Fire (EUA, 1984) Dirigido por: Walter Hill Com: Michael Paré, Diane Lane, Rick Moranis, Amy Madigan, Willem Dafoe, Deborah Van Valkenburgh, Richard Lawson, Bill Paxton, Grand L. Bush, Elizabeth Daily, Mykelti Williamson..
Clique aqui para ver o trailer do filme: Ruas de fogo:



01) Ripper, mensageiro do inferno – História de um assassino que mata adolescentes numa universidade. A cena inicial é interessante, mas depois fica péssimo. Filme horrível, chato. Bom para quem tem insônia. Incrivelmente esse filme teve uma continuação, mas precisa ser muito corajoso para assistir. Principalmente se você viu o fiasco do primeiro.

Quando os demônios começam a matar pessoas, o mundo vira um caos. Cada vez mais pessoas se transformam em demônios e o exército cria um batalhão para exterminar as criaturas. O problema é que muitos demônios podem passar por humanos, então o número de enganos é absurdo. É nesse momento que o filme mostra sua mensagem. A raça humana, os inteligentes homens, são mais violentos e bárbaros que as outras criaturas. Mais selvagens. E vemos injustiças, preconceitos e cenas dramáticas e impactantes (incluindo uma cena plagiada de O pianista, de Roman Polanski)






Aceitar a idéia de uma estudante que se transforma em arma realmente não é fácil de aceitar, mas acreditando nessa possibilidade (que expressa significativamente a cegueira dos homens durante os combates, destruindo a ternura em nome da destruição) você pode apreciar essa incrível história.
Para quem não assistiu, parece exagero ler tudo isso, mas confirmo que não é. Esse desenho conseguiu passar a idéia da valorização da vida e, principalmente, do que é o amor. Uma história de amor que é muito mais do que um romance entre jovens…


