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#016-O pequeno príncipe

Quando vi o anúncio de um espetáculo do Pequeno Príncipe (um dos meus livros favoritos), fiquei muito empolgado. Com a orquestra sinfônica do Teatro Nacional e, acredite se quiser, de graça (em comemoração ao Dia das Crianças) Outras duas apresentações ainda vão acontecer, nesse sábado e domingo. Mas se você quiser ir terá de pagar o ingresso.

Chegando ao teatro, a surpresa: uma fila imensa. Todos reclamando que as pessoas só poderiam entrar depois que os convidados entrassem. E não eram poucos! Como é um projeto do Banco do Brasil, diversos bancários apareceram com seus filhos para terminar a greve de um jeito muito divertido!

Depois da elite, o povão pôde entrar. E, com instintos cleptomaníacos, consegui uma cadeira e
consegui um lugar relativamente bom para assistir a ópera. Aí veio a segunda surpresa: não era uma ópera e sim uma peça teatral. A produção foi dedicada e os atores precisavam interagir com a orquestra (excelente) que ocupava quase todo o espaço. Gostei muito dos cenários, que eram parecidos com os do livro mesmo. E um ponto positivo foi que a qualidade da adaptação da obra. Mais fiel do que eu esperava. A peça foi dividida em dois atos. Adorei a raposa. Além de ser a parte no livro que mais me comove, a simpática atriz trabalhou muito bem. Pena que, no final, um problema no microfone impediu que a platéia ouvisse as palavras do ator que fazia o piloto. Mais tarde ele disse que foi um problema de curto circuito. O menino que fez o pequeno príncipe estava muito bem caracterizado (como você pode observar nas fotos).

No final da peça, consegui entrar perto dos camarins e tirei algumas fotos dele. Bruno Bloch (o pequeno príncipe) dava autógrafos (conforme você pode observar nessa exclusiva foto paparazzi) Resta saber se ele assinava como o pequeno príncipe ou como ele mesmo! Eu não pedi meu autógrafo, afinal era a vez das crianças sonharem. Feliz dia das crianças pra todas as crianças e para todos que, no passado, já foram.

#015-O operário

Vou ser bem direto: se você ainda não assistiu, assista agora mesmo. “O operário” conta a perturbora história de um homem cadavérico que trabalha com grandes e perigosos equipamentos, no que parece ser uma indústria. Sua rotina se baseia em apenas trabalhar, visitar uma cafeteria no aeroporto e manter uma relação com uma prostituta sensível. Só que as coisas começam a ficar (ainda mais) estranhas de uma hora para outra. Será que o fato dele não dormir direito há um ano tem a ver com isso?

O filme é uma verdadeira surpresa. Ele tem um clima sombrio e incômodo e permanece assim até o final. A história te reserva muitas surpresas e a cada cena ficamos cada vez mais confusos e curiosos. Algumas coisas parecem não fazer sentido e é difícil entender o que está acontecendo.

Um ponto que achei maravilhoso foi a fotografia. Ambientes de insegurança e desconfiança são transmitidos com perfeição. Nenhum lugar parece seguro e tudo é muito, muito estranho. Observe os tons frios nas cenas e o contraste com as imagens de cor vermelha! Sem falar nas referências. O operário é um filme cheio de simbolismos. Cada objeto está lá com um propósito e a impressão de já ter visto algo parecido antes consegue passar bem a situação do protagonista, que já perde o senso entre a realidade e a loucura. O filme merece ser visto com muita atenção porque algumas cenas refletem muito mais do que se pode imaginar.

Gostei muito e recomendo. Ideal para quem gosta de filmes de suspense, filmes misteriosos e diferentes do comum! E também para quem tem curiosidade em ver como o Christian Bale (Batman Begins, Psicopata Americano) conseguiu virar um esqueleto humano. É realmente impressionante!

El Maquinista (Espanha, 2004) Dirigido por: Brad Anderson Com: Christian Bale, Jennifer Jason Leigh, Aitana Sánchez-Gijón, hn Sharian, Michael Ironside, Larry Gilliard Jr., Colin Stinton, Craig Stevenson…

#014-Boca de Cena

É com grande orgulho e felicidade que ajudo a divulgar no Daiblog o jornal cultural Boca de Cena. E o motivo disso não envolve cifrões. Acontece que um texto meu foi publicado: “O arroz”. Um dos antigos “Contos do Dai” que postei no antigo Daiblog, só que com um upgrade!

O texto está na página 3 do jornal número XXXI, do período de 1 a 15 de outubro de 2005.
Quero aproveitar para agradecer o editor Lívio di Araújo pela oportunidade e pelas críticas.
Boca de Cena é um jornal quinzenal produto da Associação Cultural O Bicho Pirô, e conta com vários apoios, inclusive da Secretaria de Estado de Cultura de DF. A tiragem é de 20.000 exemplares e você pode encontrá-lo em bares, faculdades, espaços culturais, faculdades, restaurantes e teatros. Encontrei o meu no Mc Donald’s!

Além do meu texto, você vai encontrar muitas matérias sobre teatros que andam acontecendo em Brasília. E é uma ótima oportunidade para você se programar e ter um final de semana diferente! Há também uma matéria muito legal sobre o Capital Fashion Week! E aqui também terá uma crítica, já que pude comparecer ao evento. Em suma, leia! 🙂

#013-Os garotos perdidos

Assisti novamente Os garotos perdidos, clássico da minha juventude. Apesar de ter uma cara de filme de Sessão da Tarde, é um filme muito divertido que eu nunca vou me cansar de assistir. A história é de uma família que se muda para uma cidade. E lá o irmão mais velho faz amizades com uns adolescentes estranhos que são nada mais, nada menos que vampiros!

Com um humor muito legal, a história vai se desenvolvendo de um modo engraçado e descontraído. É verdade que é mais violento do que a maioria dos filmes infanto-juvenis, mas mesmo assim não é intenção do roteiro tentar fazer uma coisa séria e politicamente correta. O interessante é você não questionar muito e aproveitar.
Gosto muito das músicas desse filme. E o elenco todo, no geral, está ótimo! Um bom exemplo de filme que marcou a década de 80. Recomendo, apesar de hoje em dia a fórmula não ser mais tão original.
The Lost Boys (EUA, 1987) Dirigido por: Joel Schumacher Com: Jason Patric, Corey Haim, Dianne Wiest, Barnard Hughes, Edward Herrmann, Kiefer Sutherland, Jami Gertz, Corey Feldman, Billy Wirth, Alex Winter…

Veja aqui o trailer do filme “Os garotos perdidos” The lost boys:

#012- Kid Abelha Poligamia do cd Pega vida

O novo cd da banda Kid Abelha, Pega Vida, não é mais do que uma extensão dos trabalhos da banda. O estilo continua o mesmo e as músicas são todas parecidas. Parece que encontraram a fórmula do sucesso e reprisaram, em 12 músicas “inéditas”.

Mas isso não quer dizer que seja um cd ruim. Pelo contrário! As músicas são todas bonitas e as letras variam do poético ao bonitinho. Tenho a impressão que a vocalista poderia ousar, numa tentativa de cantar algo diferente e mais interessante. A Paula Toller tem uma voz muito boa, deveria usá-la de um modo mais criativo!

A faixa que eu mais gostei foi a música-título do álbum, Pega vida. A letra está disponível no final desse texto. É uma música simples e gostosa, com uma letra bonita. Mas a conhecida “Poligamia” (música voluptuosa e divertida) e a bucólica “Será que eu pus um grilo na sua cabeça?” também merecem destaque.

Pega Vida – Kid Abelha
Composição: George Israel / Paula Toller

Em alguns bilhões de anos
Vamos nos mudar daqui
O sol vai explodir
E a terra vai sumir

As idéias muito simples
São difíceis de aceitar
Ir à praia
E mergulhar no mar
Antes de tudo se acabar

Quando o céu tá carregado
É sinal que vai chover
Não é tão complicado
Ter prazer em dar prazer

Pega vida em mim
Tenta a sorte em mim
Salva o que é seu em mim
Pega vida em mim
Zera o jogo em mim
Cuida do que é seu em mim

Não é bem felicidade
Mas ainda fico a fim
Querer o que se pode
É liberdade sim

As idéias muito simples
São difíceis de aceitar…dar um beijo
E se deixar levar
Antes de tudo se acabar

Veja aqui a música Poligamia, do cd Pega vida:

#011-Mórbido silêncio

Eu estava esperando muito para assistir esse filme. Sempre quis ver. Quando encontrei nas Americanas por 9,90 não pensei duas vezes: comprei! E não demorei muito para assistir. Pra que fui fazer isso? Um filme chato, que promete e não mostra nada. Eu esperava por muitas cenas de agulhas, piercings, suspensões e outras coisas que dão agonia e dá para contar nos dedos as vezes que essas coisas são mostradas.

A história é sobre duas amigas inteligentes que decidem ir para a casa de um homem que acabaram de “conhecer” na internet. Então elas são presas, furadas, torturadas e o papai policial de uma delas parte numa incansável busca para salvar a filha querida, em nome da família… Bom, não fica difícil encontrar o vilão, o Capitão Howdy (Dee Snider, um sujeito de uma banda aí) já que ele divide o tempo teclando em bate-papos, quando não está furando alguém, naturalmente.

Eu só não dou uma cotação inferior porque o filme até que surpreendeu. Pensei que fosse ser mais clichê, mas no desenvolver da trama, acontece uma inversão de papéis e eu não esperava por isso. E já estava começando a achar que poderia ter uma surpresa, até o roteiro recuar todos os pontos positivos e terminar o filme de um jeito patético.

Para deixar a história ainda mais fraca e sem sentido, o tal vilão prende as pessoas num ambiente com pitadas de sadomasoquismo, o que transmite a idéia perversa que os crimes estão relacionados com essa prática. E o Capitão Howdy ainda usa argumentos de elevação espiritual atraves da dor e blábláblá. Um péssimo personagem.

Robert Englund (o Freddy Krueger) faz uma participação nesse filme, mas mesmo assim não consegue salvar. É um desastre. A capa pode até assustas. Você pode sentir alguma agonia vendo mamilos sendo furados e tal, mas o filme não convence. Quer sentir medo? Coloca a tv no Linha Direta, a possibilidade de um assassino real ser seu vizinho pode ser mais assustadora do que você entrar numa casa de um louco-furador-de-piercings!!!

Deviam deixar de costurar bocas e olhos e costurarem o roteiro, que é cheio de pontas soltas e situações absurdas que nem são explicadas. Chega de falar disso! ¬¬
Cotação do Dai *

Strangeland (EUA, 1998) Dirigido por: John Pieplow Com: Kevin Gage, Elizabeth Peña, Brett Harrelson, Robert Englund, Tucker Smallwood, Ivonne Coll, Amy Smart, Robert LaSardo…

#010-Ayu Heaven

Novo single da estrela da música pop no Japão. Ayumi Hamasaki produz músicas na velocidade da luz e muda de visual em cada música, para que sua imagem não fique desgastada. Isso sem falar nos próprios ritmos das músicas, que variam de acordo com o mercado. Os clipes tem uma produção muito boa e eu sempre acompanho o que ela lança! 🙂

Recentemente saiu o novo single, que conta com duas músicas novas: Heaven e Will. No mesmo cd você também encontra versões karaoke das duas, versão piano de Heaven e uma versão acústica de Alterna, uma música do single passado: Fairyland. No total são seis músicas!

Heaven é a música-tema do filme japonês Shinobi, com a linda atriz Yukie Nakama. Para quem não sabe, Nakama interpretou a Sadako no filme Ringu 0, terceiro da série Ringu (que deu origem ao remake “O chamado”) A música não tem nada de novo, é uma balada romântica água-com-açúcar que lembra um pouco “Dearest” por ser um tanto arrastada. Já Will me chamou mais atenção por ser uma música que lembra música tradicional japonesa só que com um toque moderno. Ficou legal (e me lembrou muito uma música do desenho Kiki Delivery’s Service!)

Só fizeram o clipe de Heaven e eu não recomendo. É apenas a Ayumi cantando numa estação de metrô acompanhada de fantasmas enquanto a câmera se distancia lentamente, numa tomada única! É em preto e branco, triste e…monótono. Para finalizar, uma foto da Ayumi e um trecho da letra traduzida da música, cortesia de Ramona Aranha.


Estrelas estão brilhando ternamente sobre mim
Fique ao meu lado, meu querido
Cruzando através do tempo e mudando sua forma
Você vê? O futuro que ainda não vimos
Permanece aqui assim
Confie em mim, meu querido
Você vive dentro de mimEntão eu nunca
Direi adeus para você
Certamente aquele dia
Dois de nós tocou o amor

Veja aqui o clipe da música HEAVEN, de Ayumi Hamasaki:

#009-Simpatia pelo Sr Vingança

Primeiro filme coreano da trilogia da vingança, do super diretor Chan-Wook Park. O segundo foi Oldboy, um filme excelente que eu já cansei de falar e recomendar. Sympathy for Mr. Vengeance conta a história de Ryu, um jovem surdo-mudo que vive em função de salvar a vida da irmã, que precisa urgentemente de um transplante de rim. Então um plano é elaborado: sequestrar a filha do patrão de Ryu, um severo (e rico) homem de negócios.

Mas será que vai dar certo esse plano? Bom, eu só adianto que a lei de Murphy se aplica com perfeição no que acontece. E após uma série de reviravoltas, o filme se torna muito sombrio e dramático. A deficiência do protagonista, o sofrimento da irmã que sofre de dores e não possui dinheiro para a cirurgia, as desigualdades sociais e o tráfico de órgãos, são alguns temas mostrados no filme. Isso sem falar, é óbvio, da vingança.

Se você espera ver um filme como Oldboy, desista. Simpatia pelo Sr Vingança não tem o mesmo clima elétrico. O ritmo é lento, angustiante! Existem algumas tiradas de humor, mas são poucas e vão se perdendo durante o trágico passar dos minutos. Mas você encontra uma forte carga dramática (assim como Oldboy) e uma complexidade imensa nas entrelinhas. Seja na praticamente ausência da trilha sonora (usada para mostrar o mundo de uma pessoa surda) ou mesmo no jeito que a história é contada com frieza. Os personagens são todos humanos. O drama é real.

A justiça com as próprias mãos é mostrada sem nenhum pudor em algumas cenas violentas, cruéis. O roteiro não preserva ninguém de toda barbárie e quem assiste tem um convite para a reflexão a respeito da nossa condição de humanos e dos valores que tanto defendemos. E também mostra o que acontece quando não se tem nada a perder. É comprovado que violência gera violência. E não tem vilão ou mocinho pois cada um tem seus motivos. Fiquei muito impressionado com esse filme e não quero de ver novo!

Boksuneun naui geot (Coréia do sul, 2002) Dirigido por: Chan-wook Park Com: Kang-ho Song, Ha-kyun Shin, Du-na Bae, Ji-Eun Lim, Bo-bae Han, Se-dong Kim, Dae-yeon Lee…


Clique aqui para ver o trailer do filme Simpatia pelo Sr. Vingança:

#008-Vôo Noturno

Wes Craven era exemplo de ótimos filmes. É claro que seu nome ainda tem algum valor, mas os filmes recentes sempre deixam a desejar. Assisti “Vôo Noturno” sem esperar muito e fiquei relativamente surpreso!A história é interessante e o filme é ágil. Os créditos aparecem em poucos segundos e rapidamente a trama toda já está montada (tudo ao som de uma trilha sonora exagerada). A moça bonita, que me lembrou a Sandy (aquela mesma, irmã do Durval!), vai viajar e conhece um rapaz, que me lembrou um Clark Kent híbrido (de Smallville). Logo os dois fazem uma espécie de amizade e embarcam no mesmo avião.

E é aí que o suspense começa a tomar conta da aeronave, quando o rapaz se mostra uma criatura maligna que a chantageia a seguir suas ordens. Temendo a vida do pai (que pode ser morto), a jovem se encontra numa situação tensa que perdura durante a melhor parte do filme.
Depois “Vôo noturno” começa a cair de nível e o que é pior, não são máscaras de oxigênio que surgem do teto e sim clichês e situações que você já viu em dezenas de outros filmes. A mocinha se torna uma heroína invencível e poderosa! O filme fica ainda mais ágil, corre-corre, adrenalina, pega-pega, que emoção! Hehehehe! E logo acaba, com menos de uma hora e meia de duração.
Se eu gostei? Sim, me diverti bastante. Não tem nada de novo, não é um filme que me marcou e não é uma obra prima que eu recomendo. Mas se você procura uma diversão simples, que não exige muitos neurônios, assista!

Red Eye (EUA, 2005) Dirigido por: Wes Craven Com: Rachel McAdams, Cillian Murphy, Brian Cox, Jayma Mays, Laura Johnson, Max Kasch, Carl Gilliard, Loren Lester, Philip Pavel…


Clique aqui para ver o trailer do filme Vôo noturno:

#007-Explosão no carro

Um dia surgiu uma dúvida. E olhando no rótulo do produto, decidi mandar um e-mail!

Bom dia,
uso os produtos Glade para perfumar o ar que respiro e considero a linha com aromas sensacionais. Gostaria de aproveitar a oportunidade para sanar uma dúvida que me consome há muito.

Costumo usar o Glade aerosol no carro, para que ele fique com um cheiro perfumado. Mas como o automóvel fica exposto aos efeitos dos raios do astro Sol, temo que a alta temperatura possa ocasionar uma explosão, o que seria deveras triste.

Portanto gostaria de uma posição em relação à equipe Glade em me informar se existe algum risco de que o carro pegue fogo. Como a gasolina é inflamável, tenho o receio que possa acontecer alguma tragédia. Costumo deixar a lata de Glade no porta malas.

Obrigado e fico no aguardo de uma resposta,
Dr Delsuko Palacios
Presidente do Daiblog

Para minha surpresa, recebi a resposta no mesmo dia:

Agradecemos o seu contato e gostaríamos que nos informasse um número de telefone (incluido DDD) e o melhor dia e horário, no período de 8:00 às 17:00 h, de segunda à sexta-feira para entrarmos em contato e conversarmos a respeito.

E eles entraram em contato, sim. E tendo conhecimento do enorme número de visitas intra e extraterrenas no Daiblog, gostaria de deixar aqui um pequeno resumo da conversa que tive sobre o caso.

Resumidamente: pode sim acontecer uma explosão nuclear por causa da alta temperatura. Informaram-me que a lata de aerosol pode explodir se ficar em condições calientes, como 50º. E um carro fechado exposto ao sol do cerrado candango pode passar dessa temperatura. Então fica o conselho de amigo: cuidado com isso! E Adrian, carros e pessoas com tendências a ter combustão espontânea devem ter cuidado redobrado.

Nota: Mais tarde descobri que existe, na embalagem, um aviso sobre o risco de deixar o frasco no carro! Mas em momento algum eles citaram as palavras: explosão, corpos carbonizados, seguro milionário ou tocha humana. Obrigado.