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Tarantino é o diretor mais citado no Tinder

Conhecido por seus filmes, digamos, sangrentos, o diretor Quentin Tarantino virou tema nas redes sociais essa semana. Após uma participante da casa mais vigiada do Brasil indagar “o que é Tarantino?” as citações ao cineasta americano começaram a crescer na internet.

Mas, ao que tudo indica, o diretor é bem conhecido pelos membros brasileiros do Tinder, o app mais popular do mundo para conhecer novas pessoas. Afinal, que atire a primeira pedra quem nunca puxou aquele papo sobre cinema para chamar a atenção do @.

Entre os nomes de diretores citados, Quentin Tarantino aparece com folga na primeira posição. Ele é especialmente citado por homens com mais de 25 anos. Em segundo lugar, fica Stanley Kubrick, seguido por Woody Allen. Entre as mulheres que têm entre 18 e 25 anos – grupo representado por Viih Tube -, o diretor mais citado é Tim Burton.

Confira abaixo a lista dos 10 diretores conceituados mais citados por membros do Tinder:

1-Quentin Tarantino
2- Stanley Kubrick
3- Woody Allen
4- Martin Scorsese
5- Wes Anderson
6- Alfred Hitchcock
7- Tim Burton
8- Francis Ford Coppola
9- Akira Kurosawa
10- Guillermo Del Toro

Conta para a gente: você escolheria um filme de qual diretor para um date (virtual) com seu match?

Força Demoníaca mostra um horóscopo do inferno

Sem dúvidas Força Demoníaca poderia ser apenas mais um título entre tantos outros de terror lançados nos anos 80, mas ele se destaca por um detalhe: foi dirigido por Robert Englund, ator conhecido por interpretar o icônico vilão Freddy Krueger, da saga A Hora do Pesadelo. Em seu filme de estreia como diretor, Englund entrega um horror com elementos de comédia. E acaba se saindo melhor na parte do humor do que no terror em si.

A história é sobre um misterioso número telefônico que oferece previsões astrológicas para quem liga. O problema é que, para ouvir o horóscopo, a pessoa precisa discar os números 666. E aí ela acaba fazendo um pacto com as trevas. O resultado não poderia ser pior e quase sempre termina em mortes. Na trama, o bad boy Spike (Patrick O’Bryan, do clássico Eu Vi o que Você Fez e sei Quem Você é) descobre o tal telefone.

Ele não leva muito a sério, já que está ocupado em arranjar dinheiro para quitar uma dívida de jogo que fez com seus amigos de uma gangue. Enquanto Spike é todo revoltado, seu primo é o oposto. Hoax (Stephen Geoffreys, de A Hora do Espanto) é um nerd tímido daqueles que usa suéter e tudo. Ele sofre bullying no colégio e é controlado pela mãe extremamente religiosa, vivida pela ganhadora do Oscar Sandy Dennis. Ela, inclusive, é um dos pontos altos do filme por ser engraçadíssima.

Quando Hoax encontra o telefone diabólico (o 976-EVIL do título original) vai descobrir que as forças das trevas podem lhe dar uma ajudinha para conseguir seu espaço com as garotas e se vingar dos abusos do colégio. Força Demoníaca é um filme bem despretensioso, o que significa que realmente não deve ser levado a sério. O roteiro até tenta dar uma explicação para a origem do serviço telefônico do inferno, mas é melhor nem procurar uma compreensão e assistir sem questionar mesmo. Indicado apenas para os fãs da década.

Clipe da música de Judas e o Messias Negro traz cenas do filme

A música ‘What it feels like’, dos talentos do hip-hop Nipsey Hussle, morto em 2019, e Jay-Z, ganhou um clipe com cenas de Judas e o Messias Negro. O single que compõe a trilha sonora do longa já está disponível em plataformas como Spotify, Apple Music e iTunes. Com produção de Ryan Coogler (de “Pantera Negra”) e direção de Shaka King, o longa indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor ator coadjuvante pelo trabalho de Daniel Kaluuya e melhor canção por por “Fight for You” de H.E.R., Dernst Emile II e Tiara Thomas, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 25 de fevereiro.

Ao lado de Kaluuya, Lakeith Stanfield (de “Corra!”, “Atlanta” e ” Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) estrela a produção que retrata o drama biográfico do jovem ativista Fred Hampton, integrante dos Panteras Negras, morto em 1969 com apenas 21 anos.

Para além do aclamado elenco do filme, que reúne ainda Jesse Plemons (“Vice”, “A noite do jogo”, “The Post – A Guerra Secreta”) e Dominique Fishback (“O Ódio que Você Semeia”, “The Deuce”), artistas como Nas, SiR, A$AP Rocky e Dom Kennedy, têm suas músicas no longa. A coletânea completa, com todas as músicas da trilha, intitulada ‘The Inspired Album’ já está disponível nas plataformas digitais.

O informante do FBI William O’Neal (LaKeith Stanfield) se infiltra no Partido dos Panteras Negras de Illinois e tem a missão de manter o controle sobre seu líder carismático, o presidente Fred Hampton (Daniel Kaluuya). Um ladrão de sucesso, O’Neal revela o perigo de manipular seus companheiros e seu treinador, o agente especial Roy Mitchell (Jesse Plemons). As proezas políticas de Hampton crescem enquanto ele se apaixona pela colega revolucionária Deborah Johnson (Dominique Fishback). Enquanto isso, uma batalha se trava pela alma de O’Neal. Ele se alinhará com as forças do bem? Ou irá subjugar Hampton e Os Panteras por qualquer meio, como exige o diretor do FBI J. Edgar Hoover (Martin Sheen)?

Inspirado em acontecimentos reais, “Judas e o Messias Negro” é dirigido por Shaka King, marcando sua estreia na direção de um longa-metragem pelo estúdio. O projeto se originou com King e seu parceiro de roteiro, Will Berson, que co-escreveu o roteiro, e Kenny Lucas & Keith Lucas, que co-escreveu a história com Berson & King. King, que tem um longo relacionamento com o cineasta Ryan Coogler (“Pantera Negra”, “Creed – Nascido Para Lutar”, ” Fruitvale Station: A Última Parada “), apresentou o filme a Coogler e Charles D. King (“Luta por Justiça”, ” Um Limite Entre Nós”), que estão produzindo o filme com Shaka King. Os produtores executivos são Sev Ohanian, Zinzi Coogler, Kim Roth, Poppy Hanks, Ravi Mehta, Jeff Skoll, Anikah McLaren, Aaron L. Gilbert, Jason Cloth, Ted Gidlow e Niija Kuykendall.

Yudi se transforma no Caçador em vídeo do filme Monster Hunter

Monster Hunter

Desde os primeiros materiais divulgados de “Monster Hunter”, os fãs apontam a semelhança entre Yudi Tamashiro e Tony Jaa, que interpreta o Caçador. Então, a pedido dos fãs, a Sony Pictures e Yudi se unem para promover o filme que chega aos cinemas no dia 25 de fevereiro e conta com sessões especiais a partir de hoje.

No vídeo, Yudi lê os comentários o comparando ao ator e decide se transformar no personagem Caçador. A brincadeira pode ser conferida no link:

Sinopse: Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Veja agora o trailer de Mortal Kombat

A Warner Bros. Pictures divulgou o primeiro trailer e o pôster de Mortal Kombat, aguardado longa inspirado na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11.

Dirigido por Simon McQuoid, que realiza sua estreia na direção de longas-metragens, a produção também ganhou 11 pôsteres individuais dos personagens: Cole Young, interpretado por Lewis Tan, Sonya Blade, interpretada por Jessica McNamee, Mileena, interpretada por Sisi Stringer, Kano, vivido por Josh Lawson, Kung Lao, interpretado por Max Huang, Raiden, vivido por Tadanobu Asano, Jackson “Jax” Briggs interpretado por Mehcad Brooks, Liu Kang, na pele de Ludi Lin, Shang Tsung, na pele de Chin Han, Sub-Zero vivido por Joe Taslim e Scorpion, interpretado por Hiroyuki Sanada.

A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”).

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Briggs; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos.

Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “The Rover – A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production. O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.

Plataforma #CulturaEmCasa exibe documentários indianos

A plataforma #CulturaEmCasa apresenta o lançamento da mostra de documentários indianos intitulada “Com Amor, Índia”. A iniciativa foi construída e realizada pela organização Amigos Da Arte em parceria com o Consulado da Índia do Estado de São Paulo, o que permitiu demonstrar ainda mais a presença do Brasil na cultura indiana por meio da arte. Os oito documentários serão transmitidos um a cada dia, sempre às 20h, do dia 12 de fevereiro até 19 de fevereiro e ficarão disponíveis on demand na plataforma por um período de três meses. Os vídeos demonstram os aspectos da cultura indiana como sua medicina tradicional, a dança, a música, a religiosidade, a gastronomia, além de abordar o universo contemporâneo com pinturas urbanas em Nova Delhi, capital indiana.

Confira a programação abaixo

Para iniciar a série, no dia 12 de fevereiro, sexta-feira às 20h será exibido o primeiro episódio BRINDA.DOC, um documentário de longa-metragem que nasceu do Brinda (Brasil and India in Art) projeto de arte urbana realizado em Nova Delhi no final de 2012 e idealizado pelo artista brasileiro Sergio Cordeiro com patrocínio da Embaixada do Brasil em Nova Delhi. O filme retrata a arte de duas culturas distintas e ao mesmo tempo muito próximas como o Brasil e a Índia, por meio da captação do dia a dia dos brasileiros na Índia, artistas que retratam em sua arte o universo das duas culturas em temas como a espiritualidade, a dança e a crença.

O segundo episódio a ser exibido “Ayurveda, a cura é possível” retrata o tradicional sistema de medicina indiano praticado há mais de seis mil anos, técnica baseada na utilização de plantas medicinais, alimentação equilibrada e outros recursos naturais para tratar o ser humano de forma holística: corpo, mente e alma. O terceiro documentário intitulado “Planeta Índia” fica por conta da aventura vivenciada pelo garoto brasileiro de origem indiana, Shiva. O público poderá acompanhar a divertida aventura do menino ao percorrer vários estados do sul da índia e as descobertas de diferenças e similaridades do país com o Brasil.

O quarto documentário a ser exibido é “Devi Índia Divina”, um olhar voltado para as mulheres indianas por meio de uma jovem jornalista brasileira, busca entender a sociedade e a cultura do país a partir do conceito de “shakti” percorrendo festivais religiosos, teatro, ayurveda, comunidades de artesãs e a arte marcial Kalari Payttu. Já o documentário “Índia, my love story” que será transmitido no dia 16 de fevereiro às 20h foi captado num set de cinema do longa metragem indiano “Ilha de Monroe”, no sul da Índia, torna-se um ensaio visual e lírico buscando decifrar a Índia e o cinema.

“Descobrindo Ganehsa” é o sexto documentário a ser exibido e conta sobre um dos mais conhecidos deuses do hinduísmo e a interpretação da sua figura por meio da curiosidade do garoto brasileiro de origem indiana, Shiva. Com a transmissão do “Sabores da Índia” no dia 18 de fevereiro, o público aprenderá com um chef de cozinha do estado de Kerala a preparar o Appam, espécie de pão ou panqueca, prato típico do sul da Índia, servido com um caldo de legumes regado a leite de coco. Por fim, o último documentário da mostra a ser exibido no dia 19 de fevereiro, às 20h, fica por conta do “Mudra – Magia da música e dança indiana” um registro dos melhores momentos da maior mostra cultural indiana já realizada no Brasil. Com a participação de 45 artistas da Índia, mostra a graciosidade da dança e música clássica indianas.

Sobre a plataforma #CulturaEmCasa

A plataforma #CulturaEmCasa foi lançada no dia 20 de abril de 2020 pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. O #GovernoSP está multiplicando arte diariamente via plataforma #CulturaEmCasa desde abril de 2020 o que permite maior oferta cultural com qualidade e diversidade para o público e geração de renda e oportunidades para artistas e técnicos. O objetivo é ampliar o acesso da população a conteúdos culturais de qualidade, 100% gratuito. Nos nove primeiros meses, registrou cerca de 2,9 milhões de visualizações e 2,2 mil conteúdos disponibilizados. A plataforma reúne também conteúdos inéditos das instituições da Secretaria, entre as quais a OSESP, a Jazz Sinfônica, a Pinacoteca, o Museu da Imagem e do Som, o Museu do Futebol, o Museu da Diversidade Sexual, a São Paulo Companhia de Dança e o Projeto Guri. O conteúdo também é gerado por instituições parceiras e por artistas e produtores culturais independentes, que são remunerados pelo licenciamento. Trata-se, portanto, de um instrumento de geração de renda e oportunidades para o setor cultural e criativo de São Paulo. Na plataforma também é possível acessar a programação especial, transmitida em novembro, mês da Consciência Negra. Entre as principais atrações estão o I Festival Cinema Negro em Ação, o lançamento do Museu Itamar Assumpção (MU.ITA), com show de Anelis Assumpção.

Realizado também pela plataforma, o Festival #CulturaEmCasa apresenta lives de artistas representativos da diversidade cultural de São Paulo, como Renato Teixeira, José Celso Martinez Corrêa, Supla, Sérgio Mamberti, Tom Zé, André Abujamra, Cássio Scapin, Erasmo Carlos, o pianista Marcelo Bratke, Paula Lima e Alaíde Costa, Digão (Raimundos), João Suplicy, Lucy Alves e Rodrigo Penna, Dom Salvador e Bavini.

Há também as lives do Intensivão #CulturaEmCasa. O Intensivão é uma série de aulas e palestras com temas diversos relacionados à arte e à criatividade. Já participaram nomes como Marcelo Tas, Débora Tabacof, Estéfi Machado, Ivam Cabral, Rita Von Hunty e Dona Jacira, Paulo Jackson (do Museu Catavento), Renata Lipia, William Coelho e Rogério Zaghi (Osesp), Moreira de Acopiara, Donny Correia, entre outros.

Ainda no formato live, a plataforma #CulturaEmCasa também lançou no dia 29 de junho de 2020, o programa #DiálogosNecessários, que reúne pensadores e profissionais de diversas áreas para reflexões plurais com abordagens diversificadas e antagônicas. Os encontros são moderados pelo ensaísta e professor de Literatura João Cezar de Castro Rocha e pelo jornalista Martim Vasques da Cunha. E de setembro a outubro, a plataforma exibiu o #SPGastronomia com lives de renomados Chefs, como André Boccato, Morena Leite e Mohamad Hindi.

Serviço:
12/02 - 20:00 → BRINDA.DOC
13/02 - 20:00 → Ayurveda, a Cura Possível
14/02 - 20:00 → Planeta Índia
15/02 - 20:00 → Devi Índia Divina
16/02 - 20:00 → Índia, my love story
17/02 - 20:00 → Descobrindo Ganesha
18/02 - 20:00 → Sabores da Índia
19/02 - 20:00 → Mudra - Magia da música e dança indiana

Plataforma: https://www.culturaemcasa.com.br

CCBB apresenta Mostra Infantojuvenil de Cinema e Inovação

Em meio às mudanças de comportamento causadas pela pandemia e frente a um período de desafios para a humanidade, surge em Brasília um projeto cultural que convida seus participantes ao sonho, ao conhecimento e ao diálogo com o novo mundo. Organizada pela Moveo Filmes, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta, até 21 de fevereiro, Desenhando Futuros: Mostra Infantojuvenil de Cinema e Inovação, evento inédito que exibirá novas produções infantojuvenis do Cinema Brasileiro, acompanhada de atividades paralelas que apostam na inovação.

As sessões serão exibidas na sala de cinema do CCBB, ao ar livre e em programação on-line. Tudo será realizado dentro de procedimentos preventivos para que o público se sinta bem e seguro para essa aventura.

O público é convidado inicialmente a sonhar com filmes de aventura, animação, ficção científica, entre outros gêneros, todos recentes. Ao longo de duas semanas, será possível participar, com distanciamento social, de exibições presenciais na Sala de Cinema e no vão livre do CCBB Brasília. A programação de filmes também estará disponível pela Plataforma www.innsaei.tv de 15 até 21 de fevereiro.

A curadoria selecionou filmes que apontam para o futuro dessa nova geração, cujos tópicos trazem reflexões como a superação dos próprios medos, caso de Tito e os Pássaros, premiado longa-metragem de Gabriel Bitar, Gustavo Steinberg e André Catoto. Atualíssima, a animação narra as aventuras de um jovem destemido que aposta nos pássaros para enfrentar uma pandemia global.

Neste sentido, outros temas também serão abordados na mostra como a importância de sonhar (Cabeças, curta-metragem de Bruna Carolli), o cuidado com a natureza (Pingo de respiro, curta-metragem de Jackson Abacatu), e o valor das relações afetivas (O Véu de Amani, curta-metragem de Renata Diniz). Os filmes foram organizados em programas para uma experiência interativa e conjunta entre toda família, e com indicação de faixa etária recomendada.

Paralelamente às exibições de filmes, uma série de quatro oficinas propõe a materialização dos sonhos e o estímulo à inventividade. A primeira, sobre Stop Motion, voltada para crianças, ensina a como dar vida a objetos inanimados. Já os adolescentes terão a chance de dar asas à imaginação com a oficina de criação de vídeo 360º. Por fim, o evento oferece duas oficinas de Finanças – uma voltada para público infantil e outra para público adolescente. A ideia é incentivar essa galera a estabelecer, desde já, suas prioridades financeiras como parte de um trabalho necessário para se atingir os sonhos.

E para criar um diálogo mais estreito entre essas ações, a mostra será apresentada por Bume, uma personagem que vem do futuro para conduzir a plateia a uma reflexão sobre os tópicos evocados pelos programas, organizados por uma equipe de curadoria especializada. O intuito é estimular no público infantojuvenil um olhar para o futuro com destaque para tópicos abordados de forma inovadora: a superação, o planejamento, o sonho e a aceitação.

Exibição ao ar livre – Durante a realização da mostra, será montada uma estrutura de projeção no vão livre em frente à biblioteca (próximo ao restaurante Carpe Diem). O objetivo é proporcionar ao público a experiência desse formato de exibição lúdico. Serão dois dias de exibição na área externa – nos sábados, dias 6 e 13 de fevereiro -, com três projeções em cada dia, para público de até 50 pessoas (de 10 a 15 famílias), com o espaçamento entre os lugares garantidos pela organização para que o público se sinta confortável e seguro.

SERVIÇO:

Desenhando Futuros: Mostra Infantojuvenil de Cinema e Inovação

Data: 2 a 21 de fevereiro de 2021

Sessões presenciais no Cinema do CCBB – ver horários na programação

Sessões ao ar livre – dias 6 e 13 de fevereiro -, com três exibições em cada dia, no vão em frente à biblioteca, para público de até 50 pessoas (de 10 a 15 famílias)

A programação de filmes estará disponível pela Plataforma www.innsaei.tv de 15 até 21 de fevereiro, exceto “Tito e Os Pássaros”.

Confira na programação da mostra os horários e classificação indicativa dos filmes.

Ingressos: Os ingressos (gratuitos) para as sessões presenciais e oficinas serão disponibilizados no dia da sessão, a partir das 9h. Poderão ser adquiridos até quatro (04) ingressos por CPF. Acesse o site do evento: www.desenhandofuturos.com.br.

Obs: para as exibições ao ar livre e oficinas, serão permitidos grupos de até 6 pessoas por conta das medidas de segurança.

Confira as normas de visitação e segurança referentes ao COVID-19 no site bb.com.br/cultura e na emissão do ingresso

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília

Veja Umbrella, primeiro curta de animação que pode entrar para o Oscar

O curta “Umbrella”, que tem direção de Helena Hilario e Mario Pece, é o primeiro curta nacional de animação a entrar na corrida pelo Oscar®. Criado pelo estúdio criativo independente Stratostorm, o filme traz em sua narrativa a mensagem de empatia com a história e memórias afetivas de Joseph, um menino que vive em um orfanato. A produção fica disponível na plataforma até dia 21 de janeiro.

“Criamos um curta metragem sem diálogos pois queríamos que a mensagem fosse universal, e que as emoções e reflexões ecoassem pela própria narrativa, pela animação e música”, comenta Helena. “Após a qualificação do Umbrella, optamos por divulgar o filme na plataforma livre do Youtube. Queremos que o público finalmente assista e compartilhe essa linda história para apoiar o cinema nacional independente”, complementa.

Inspirado em uma situação vivenciada pela irmã da diretora, o filme já tinha feito história no audiovisual do país ao ser selecionado em 19 festivais que qualificam para a disputa por um lugar na Academia, entre eles o Tribeca, Cinequest, Chicago International Film Festival, Calgary International Film Festival, Animayo, e outros. O projeto foi escrito em dezembro de 2011 e ganhou vida e carreira em 2019.

“Escrevemos um roteiro com um storytelling voltado para um curta-metragem. Nosso sonho e objetivo era fazer um curta de animação e representar um momento triste em forma de arte. Nos inspiramos em um evento real para criar uma história bonita e delicada. E assim entendemos que não podemos julgar as pessoas sem saber o que tem por trás daquela vivência. Todo mundo passa por situações que nem imaginamos, por isso devemos ser gentis uns com os outros”, comenta Helena. “Por isso pensamos em trazer a empatia e a esperança para essa narrativa. Algo que precisamos cada vez mais e mais”, complementa.

Mulher-Maravilha 1984 comprova que ela é a melhor super-heroína

A diretora Patty Jenkins repete a parceria com a atriz Gal Gadot e lança o aguardado Mulher-Maravilha 1984. Depois de ser adiado diversas vezes por causa da pandemia do novo coronavírus, o blockbuster estreia nas telonas com o objetivo de repetir o êxito do primeiro filme, de 2017. À convite da Cinemark do shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul), o Cine61 – Cinema Fora do Comum teve a oportunidade de conferir o lançamento numa sala XD (com um som 7x mais potente e tela 40% maior) em poltronas D-Box (que vibram de acordo com as imagens exibidas). A experiência foi ótima, já que é um filme com sequências de ação que combinam bem com a simulação de movimento proporcionada pela tecnologia.

Como o título sugere, a continuação se passa na década de 1980, com todas suas cores e exageros. Após um flashback na ilha de Themyscira, a direção de arte surpreende nas primeiras cenas, com um reconstituição de época competente. Diana Prince (Gadot) leva uma vida pacata, salvando o dia como super-heroína carismática e trabalhando como antropóloga. Ela conhece a novata Barbara Minerva (Kristen Wiig, de Missão Madrinha de Casamento), que não é popular e possui baixa auto-estima. Juntas, vão dar início a uma amizade.

Com o resgate de uma pedra com poderes sobrenaturais e a chegada de um empresário com interesses ocultos, vivido pelo chileno Pedro Pascal, a Mulher-Maravilha precisará salvar o mundo da ambição das pessoas e ainda lidar com sua principal dor: a perda do piloto Steve Trevor (Chris Pine), que foi seu grande amor. O longa-metragem trata de temas como assédio, luto e perdão, além de pincelar outros como imigração, violência doméstica. Entretanto, tudo é tratado de forma leve e positiva.

O roteiro é bobo como muitos outros dos anos 80, o que não configura necessariamente em um problema. É justamente na simplicidade que Mulher-Maravilha brilha. Além de belas sequências, como a cena do avião, o filme se destaca dos demais por não tentar ser grandioso demais. O destaque vai para as personagens, com pontos extras para os vilões: Maxwell Lord e Mulher Leopardo. Ambos são antagonistas com uma motivação bem realista. A poderosa trilha de Hans Zimmer deixa tudo ainda mais épico e, principalmente, emocionante. Há sim muitos elementos piegas, mas é bom que Mulher-Maravilha 1984 siga seu próprio estilo, não sendo mais um entre tantos outros filmes de super-herói. E sim, a cena pós-crédito final é um verdadeiro presente para os saudosistas.

Pier 21 se prepara para pré-estreia de Mulher-Maravilha 1984

A partir de 17 de dezembro, os brasileiros poderão conferir nas telas da Cinemark o filme mais aguardado do ano: “Mulher-Maravilha 1984”. O longa, protagonizado pela estrela Gal Gadot, traz para as telas da rede as novas aventuras da heroína, que vai enfrentar uma conspiração mundial liderada pelo ganancioso Maxwell Lord – vilão interpretado por Pedro Pascal.

Os ingressos já podem ser adquiridos pelo app Cinemark ou pelo site oficial www.cinemark.com.br. Para entrar ainda mais no clima desta superprodução, a Cinemark do Pier 21 também está preparando uma série de novidades, como sessões de pré-estreia na noite de 16 de dezembro e um combo temático exclusivo, com balde de pipocas e outras surpresas que serão reveladas em breve.

Sinopse

Além de arqueóloga do museu Smithsonian, Diana é uma Mulher-Maravilha com poderes extraordinários, que fazem dela a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher-Maravilha está diante de um desesperador perigo mortal em face da conspiração arquitetada pelo empresário Maxwell Lord, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas. Ela ainda enfrenta uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig). A Mulher-Maravilha pode impedir o colapso do mundo sozinha?

Serviço
‘Mulher-Maravilha 1984’
Dia: Estreia em 17 de dezembro
Ingressos: disponíveis no APP e no site da Cinemark (www.cinemark.com.br)