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Harry Potter e A Pedra Filosofal é sucesso no De Volta Para o Cinema

O longa Harry Potter e A Pedra Filosofal é o grande destaque da programação do Festival ‘De Volta para o Cinema’, em curso desde o dia 3 de setembro resgatando a experiência cinematográfica com filmes nostálgicos e blockbusters. Incluído na programação que dá início à retomada do circuito exibidor no Brasil, a produção de 2001 dirigida por Chris Columbus e protagonizada por Daniel Radcliffe lidera a preferência dos espectadores brasileiros e acumula 27% do Market Share do Festival no período de 3 a 23 de setembro, ficando à frente de outras grandes produções.

Presente nos municípios onde as salas estão abertas conforme liberação dos órgãos responsáveis, o Festival opera com preços fixos, sendo R$ 10 para salas convencionais e R$ 20 para salas VIP, além da meia-entrada. O Festival integra o projeto #JuntosPeloCinema – colocado em prática por mais de 200 profissionais do setor no Brasil – e é idealizado por Érico Borgo, além de contar com apoio de estúdios, exibidores, produtores e um board de curadores.

Confira abaixo a lista completa de filmes da Warner que também podem ser conferidos nas telonas. A programação completa está disponível no site oficial do festival.

  • Superman (1978)
  • Matrix
  • Invocação do Mal
  • O Exorcista (Versão do Diretor)
  • O Iluminado
  • Harry Potter e a Pedra Filosofal
  • O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel
  • Batman: O Cavaleiro das Trevas
  • Mulher-Maravilha

Sobre o filme

Harry Potter (Daniel Radcliffe) é um garoto órfão que vive infeliz com seus tios, os Dursley. Em seu aniversário de 11 anos ele recebe uma carta que mudará sua vida: um convite para ingressar em Hogwarts – famosa escola especializada em formar jovens bruxos. Seus tios não querem nem ouvir falar no assunto, mas a visita de Hagrid (Robbie Coltrane), o guarda-caça de Hogwarts, transforma a vida de Harry para sempre. A partir de então o pequeno bruxo conhece um mundo mágico que jamais sonhara, e vive as mais incríveis aventuras ao lado dos novos amigos, Rony Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson).

Produtora lança prêmio para movimentar cinema nacional

A Studio 10 Filmes criou um novo Pitching em 2020, direcionado para roteiristas iniciantes em busca de um impulso na carreira, o prazo para enviar projetos termina no dia 4 de outubro. Roteiristas iniciantes e apaixonados por cinema podem tentar uma chance no mercado audiovisual com o Pitching 2020 da Studio 10 Filmes. A produtora lançou um prêmio para incentivar aqueles que têm boas ideias e querem tirar os projetos do papel. O prazo para enviar os projetos se encerra no dia 4 de outubro e o vencedor levará um prêmio de R$ 3000, além da possibilidade de ser contratado pela produtora como um dos roteiristas no desenvolvimento do projeto. Não há limite de propostas por proponente.

A ideia do diretor da Studio 10, Cristiano Vieira, é movimentar o mercado e ajudar a produção nacional de estreantes em um momento tão difícil. “O audiovisual ficou bem prejudicado com a pandemia. Além disso, nós temos um déficit de roteiristas no Brasil e queremos encontrar novos talentos”, afirma o diretor.

Vale lembrar que podem se inscrever brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil e o regulamento e formulário para inscrição está disponível na Fan Page da produtora no Facebook e no perfil do diretor no Instagram. O mais importante é que as propostas sejam originais. “Queremos uma ideia boa, que não seja cópia de algo que já existe. Além disso, a proposta deve ser realizável dentro da realidade do nosso cinema, que é de produções de baixo orçamento. Nós queremos produzir a obra escolhida”, destaca Cris Vieira.

Os projetos devem ser apresentados em formato mais simples, com cinco páginas. Para o diretor, esse é um aprendizado essencial para os candidatos iniciantes, já que é importante aprender apresentar as ideias de maneira resumida às produtoras de audiovisual antes do envio de um roteiro completo.

Sobre o diretor

Para Cristiano Vieira, um bom filme precisa de um bom roteiro e, principalmente, uma história boa e única para ser contada. O segundo longa do diretor, “Eu Sinto Muito”, com Rocco Pitanga, Juliana Schalch, Victor Abrão e Carolina Monte Rosa, foi resultado do Pitching 2017 que premiou o argumento de Antônio Balbino. O longa foi lançado nos cinemas em outubro de 2019.

“Apesar do momento difícil que passa o audiovisual brasileiro, o Pitching 2020 é a nossa pequena contribuição para motivar roteiristas iniciantes que não conseguem fazer com que seus projetos cheguem até os produtores. Por isso, elaboramos um edital bem inclusivo e um formulário de inscrição bastante didático,” afirma Vieira.

Você sabe o que é um Pitching?

Pitching é uma técnica de exposição clara e convincente de um projeto a ser vendido. Pitching é uma apresentação feita com o objetivo de vender o seu produto, ou seja, um formato rápido para mostrar a sua ideia para uma produtora.

Serviço
Pitching 2020, com Studio 10 Filmes
Premiação: R$ 3000 e possível contrato de colaboração como roteirista
Prazo para envio de projetos: 4 de outubro
Link para regulamento: http://www.stud10.com.br/pitching

O Acampamento Jurássico: estávamos com saudades

Baseada no livro “Jurassic Park”, de Michael Crichton, a série da plataforma de streaming Netflix, Jurassic Park: O Acampamento Jurássico chega às telas brasileiras. E com isso volta a magia em forma de animação que promete surpreender as crianças e os adultos também com a nostalgia do filme de Steven Spielberg que encantou os anos 90.

Seis jogadores ganham uma estadia VIP no acampamento após serem os primeiros a chegarem ao final do game mais famoso sobre dinossauros. Claro, que como a maioria das crianças, criam confusões e colocam o trabalho de anos de cientistas em risco, além de suas próprias vidas.

Com animações extremamente bem-feitas, lembrando um pouco o estilo mangá, o enredo é típico das histórias de Spielberg, tudo vai bem até que os dinossauros, enlouquecidos e provocados, começam a atacar.

A história se passa na mesma ilha fictícia original do filme, Nubar. Apesar de ser bastante contemporâneo, no quesito das crianças de hoje em dia, entre youtuber, nerd e adolescentes diferentes um dos outros, ainda resta toda a experiência maravilhosa dos clones, dos tipos de dinossauros e tecnologias para segurança dos visitantes.

A produção executiva é de Spielberg, o que nos deixa aliviados e ansiosos pelas próximas temporadas e, ainda, tem Scott Kreamer e Lane Lueras como showrunners.

Entre algumas trapalhadas e outras, a aproximação dos dinossauros começa inofensiva e termina no grande caos que todo Jurassic Park apresenta. As engenhosidades dos ilhados os salvam, por enquanto, mas a sobrevivência ainda está ameaçada.

O sensacional sobre a série é que ela proporciona um estilo diferente de entretenimento. Eles entram um pouco na questão da genética, ensinam sobre o desenvolvimento e como cada dinossauro se comporta, e isso é um ótimo jeito de prender as crianças e fazer com que entendam um pouco sobre esse universo. Ainda, tem um contexto de espionagem de outra empresa que também quer produzir dinossauros.

Pode até parecer mais do mesmo, mas todo aquele encantamento de ver os dinossauros sendo criados, os ataques, as formas inteligentes que a comunidade desses animais se organiza para o ataque, a perspectiva de união entre os personagens para sobreviver, são contexto que com certeza nunca é demais. Além de fazer com que o público se depare com uma provável morte.

Sim, é Jurassic Park! E você vai sentir toda a tensão, magia e certeza de que ainda temos que falar de Steven Spielberg e o maravilhoso universo criado por ele.

*Por Daniel Bydlowski – O cineasta brasileiro é membro do Directors Guild of America e artista de realidade virtual. Faz parte do júri de festivais internacionais de cinema e pesquisa temas relacionados às novas tecnologias de mídia, como a realidade virtual e o future do cinema. Daniel também tenta conscientizar as pessoas com questões sociais ligadas à saúde, educação e bullying nas escolas. É mestre pela University of Southern California (USC), considerada a melhor faculdade de cinema dos Estados Unidos. Atualmente, cursa doutorado na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. Recentemente, seu filme Bullies foi premiado em NewPort Beach como melhor curta infantil, no Comic-Con recebeu 2 prêmios: melhor filme fantasia e prêmio especial do júri. O Ticket for Success, também do cineasta, foi selecionado no Animamundi e ganhou de melhor curta internacional pelo Moondance International Film Festival.

Confira o teaser de Me Chama Que Eu Vou

Com estreia nacional na Mostra Competitiva do 48o Festival de Gramado, “ME CHAMA QUE EU VOU”, de Joana Mariani, produzido pela Mar Filmes em parceria com a Globo News, Globo Filmes, Canal Brasil e Mistika, é um documentário repleto de músicas, narrado em primeira pessoa sobre Sidney Magal – nascido Sidney Magalhães –, e que resgata sua trajetória desde a infância até o presente, repassando os seus mais de 50 anos de carreira e mostrando o homem por trás do artista. Filme será exibido no dia 23/09 às 20h30 no Canal Brasil.

A emocionante vida de Magal mostrada em “ME CHAMA QUE EU VOU” fará o público rir e chorar com um homem real, que por trás da figura publica, exuberante e sexy, tem histórias inusitadas, como quando pediu a Vinicius de Moraes que compusesse uma música para ele, a maneira como escolheu o seu nome artístico na Itália, e até a rejeição inicial da Rede Globo, que logo depois o transformou em convidado de honra em seus programas musicais. O título do filme vem de uma das músicas mais famosas de Magal, que serviu de tema de abertura da novela “Rainha da Sucata”, em 1990 e que de certa forma, também brinca com uma característica especial de Magal, que costuma aceitar a maioria dos convites que recebe.

A diretora Joana Mariani conheceu o cantor no começo dos anos 2000, durante as filmagens do clipe da música “Tenho”, dirigido por Pedro Becker, que foi lançado no Fantástico, e se aproximou do artista e de sua família. “A cada encontro, as histórias de vida, das experiências e ‘causos’ contados por ele fascinavam a todos. Sidney Magalhães é uma figura deliciosa, muito diferente da personagem que ele criou para sua vida artística (Sidney Magal)”, conta a cineasta.

Magal também já participou de peças de teatro, filmes e programas de televisão, algo que ele mesmo define como “um pouco abusado de minha parte”, e encara o documentário como uma espécie de coroação. “É um documentário delicioso porque ele é muito real, ele é quem é o Sidney Magal, quem é o Sidney Magalhães para vocês. O filme foi selecionado para participar do Festival de Cinema de Gramado e isso é uma alegria, já que o Festival faz parte da história do nosso país, da cultura do nosso país. E agora eu quero que todos curtam bastante o Sidney de Magalhães, porque eu tô inteiro nesse documentário”.

Repleto de imagens de arquivos de televisão e do próprio Magal, o filme explora tanto o lado artístico quanto pessoal daquele que, segundo o Jornal Nacional, é “misto de Elvis Presley com John Travolta”. A produtora Diane Maia, da Mar Filmes, explica que a narrativa do longa começou com entrevistas informais entre Joana e Magal, e, a partir delas, foi montada uma estrutura que as guiou em busca das imagens que complementariam a fala do cantor. “Tivemos amplo acesso ao Acervo Globo, apoio de outras emissoras que nos cederam imagens que encontramos com pesquisadores, e, também, tivemos duas profissionais na casa do Magal por um mês digitalizando mais de 10 mil documentos históricos de sua carreira. A digitalização deste material foi não somente um presente para o filme, como para o Magal, que agora tem tudo organizado, datado e armazenado.”.

Joana Mariani define o filme como “uma conversa gostosa de mesa de bar” trazendo um apanhado de lembranças e memórias. Assim, o documentário encontra um Magal que se abre à câmera numa conversa franca sobre sua família, sua música, sua carreira. O filme tem também depoimentos de sua companheira, Magali West, que conta, entre outras coisas, como o cantor a conquistou, quando ela ainda era uma jovem estudante em Salvador; e do filho, Rodrigo West.

Além do documentário “ME CHAMA QUE EU VOU”, a diretora prepara um outro filme sobre o artista, desta vez como produtora, ao lado de Diane Maia. “MEU SANGUE FERVE POR VOCÊ”, uma comédia romântica musical, livremente adaptada na vida do cantor, que será dirigida por Paulo Machline, com José Loreto como Sidney Magal e Giovana Cordeiro como Magali. “A ficção é um recorte de três meses sobre como ele e Magali se conheceram, há 40 anos, em uma turnê que ele estava fazendo pela Bahia para lançar um disco. É uma comédia romântica musical, uma história verdadeira, mas totalmente reescrita. Como falamos, um ‘conto Magalesco’.”.

Scooby! O Filme amplia circuito nos cinemas

A Warner Bros. Pictures anuncia que o longa Scooby! O Filme, que chegou aos cinemas no último dia 10 de setembro, amplia seu circuito em 20 novas salas. Dentre as novas praças, destacam-se sessões em Salvador (BA), Campinas (SP) e Jundiaí (SP). A primeira semana de exibição nos cinemas e drive-ins conquistou ótimos resultados e, agora, ainda mais pessoas terão a oportunidade de assistir ao filme em tela grande.

O filme conta a história inédita da origem do Scooby-Doo e o maior mistério na carreira da Mistério S/A. A exibição da produção nos cinemas oferece uma nova opção para as famílias, dentro do calendário de lançamentos da retomada do setor cinematográfico e apenas em cidades em que os protocolos de segurança autorizam a exibição.

Na dublagem nacional, o filme conta com Guilherme Briggs (Scooby), Fernando Mendonça (Salsicha), Flavia Saddy (Dafne) e Fernanda Barone (Velma), além dos três netos do ator Orlando Drummond, a voz clássica de Scooby-Doo: Alexandre Drummond, como o Jovem Scooby-Doo; Felipe Drummond, como Fred; e Dudu Drummond, como Jovem Fred.

Com muitos filmes, Leitura inaugura loja no ParkShopping

Dando continuidade ao seu plano de expansão que a transformou na maior rede em unidades físicas do Brasil, a Livraria Leitura irá inaugurar, no final deste mês, dia 28, mais uma unidade no Distrito Federal, agora no Park Shopping Brasília, a 7ª da rede na cidade. O local, além de oferecer aos brasilienses o que há de melhor no mercado nos segmentos de livraria, também irá disponibilizar itens de papelaria, presentes, suprimentos de informática e geek.

Dicas de livros:

Para os que buscam uma distração em meio à tanta notícia ruim, uma boa dica é a Literatura de Entretenimento, que atende ao paladar do público desejoso de uma ficção despretensiosa ou de um belo romance. Este gênero costuma ter um enredo criativo e atraente como Harry Potter e a Pedra Filosofal, Conto da Aia, Pequeno Príncipe, História de Um Grande Amor, Para Todos Os Garotos Que Amei, Stranger Things – Cidades nas Trevas, Percy Jackson e o Ladrão de Raios, Senhor dos Anéis, The Witcher – O Último Desejo, 500 Dias Sem Você e diversos outros títulos.

Já para os que, em momentos de turbulência como os atuais, anseiam por exemplos de superação e dicas de sucesso, também são várias as opções como: 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, O Homem Mais Rico da Babilônia, MindSet – A Nova Psicologia do Sucesso, Segredos de Mentes Milionárias, Do Mil ao Milhão, Poder do Agora, Jeito Havard de Ser Feliz, Pense e Enriqueça, Inteligência Emocional e Sete Leis Espirituais do Sucesso.

Direcionados às crianças que estão desenvolvendo agora a interação com a leitura: Turma da Mônica- Como-Por Que, Frozen – A Festa Surpresa da Ana e obras que vêm com diferenciais visando atrair os pequenos como Livro Quebra-Cabeças – Conto Clássicos. Para crianças um pouco mais desenvolvidas temos Diário de Um Banana, Aventuras de Mike e Diário de Uma Garota Nada Popular.

Mais informações e dicas de livros em: www.leitura.com.br

Marie Kondo é tema de documentário

O documentário “Pessoas Inspiradoras – Marie Kondo” estreia na Amazon Prime Vídeo. A Sato Company lançou nesta semana na Amazon Prime Video o documentário sobre Marie Kondo, a mais famosa consultora de organização pessoal, que faz parte de uma série chamada “Pessoas Inspiradoras”.

Neste documentário, acompanhamos o dia a dia de Marie Kondo, que além de ser consultora de organização, também é autora de bestsellers, protagonista de uma série de sucesso no Netflix e criadora do “Método KonMari” que cativa pessoas em todo o mundo. O conceito básico do método é que “Se você arrumar a casa, poderá experimentar uma mudança drástica no seu modo de pensar, no estilo de vida e até na sua vida”, diz Marie Kondo ou “KonMari”, fundadora do método de arrumação “mágico”. Em seu livro “A mágica que muda a vida de arrumar”, ela apresenta métodos que funcionam diretamente na consciência de alguém.

Ela foi nomeada uma das 100 pessoas mais influentes da revista TIME de 2015, juntamente com Haruki Murakami, o escritor contemporâneo mundialmente famoso, uma conquista notável. O documentário segue a consulta de KonMari na residência de sua cliente, cuja família é composta por pai, mãe e dois filhos. Qual é a “mágica” lançada pelo KonMari para uma residência que tem espaço de armazenamento suficiente e ainda é uma bagunça? A vida privada de KonMari também é destaque. Ela deu à luz ao seu primeiro filho em 2015 e trabalha lado a lado com seu amado marido, para estabelecer o mundialmente famoso KonMari. Sua felicidade transbordante com sua filha de quatro meses e sua família é capturada pela primeira vez na TV. O programa também abrange a palestra de KonMari em Paris, um dos muitos locais para os quais ela foi convidada. O método dela é realmente uma mágica de mudança de vida que transforma pessoas “bagunçadas” a serem organizadas? Por que tantas pessoas são instantaneamente absorvidas por sua magia? Os segredos são revelados.

Ficha Técnica
Título Original: Passionate People – Marie Kondo
Título em Português: Pessoas Inspiradoras – Marie Kondo
Produtora: Mainichi Broadcasting System (MBS)
Minutagem: 25 minutos
País de Origem: Japão
Idioma original: Japonês
Legenda: Português
Formato: HD
Documentário
Classificação Indicativa: Livre
Distribuição: Sato Company

Clint Eastwood é tema de curso online em agosto

Foco do curso, ministrado pelo crítico e pesquisador Sérgio Alpendre, é o trabalho brilhante e polêmico do artista como diretor – que deu ao cinema clássicos modernos como “Menina de Ouro”, “As Pontes de Madison” e “Os Imperdoáveis”. Pesquisador e professor de cinema, o crítico Sérgio Alpendre realiza, a partir de 6 de agosto, um curso online sobre a obra completa do diretor Clint Eastwood, que acaba de completar 90 anos ainda em plena atividade. Uma parceria com a Escola Cultural Petrópolis, o curso se estenderá por quatro encontros, numa carga horária total de 10 horas. Todas as aulas terão exibição de trechos de filmes essenciais dos períodos comentados.

Quando: de 6 a 27 de agosto, sempre às quintas-feiras, das 19h às 21h30.
Quanto: R$ 120, o curso todo, ou R$ 40 por aula avulsa.
Onde: plataforma online Zoom.
Inscrições pelo e-mail escolaculturalpetropolis@gmail.com
Ou pelo telefone/WhatAapp (24) 99314-5999.

O CURSO

O conteúdo tem foco na carreira de Clint Eastwood especificamente como diretor (o artista também é um dos atores mais consagrados do cinema), desde sua estreia na direção, em 1971, com “Perversa Paixão”, até seu último filme, de 2019, “O Caso Richard Jewell”.

Primeira aula: Tratará do despertar desse trabalho como diretor, numa fase em que o artista ainda era influenciado pelos filmes policiais de Don Siegel os westerns de Sergio Leone – e também do desenvolvimento de um estilo próprio. Haverá um mergulho mais profundo nos filmes “O Estranho Sem Nome” (1973), “Josey Wales, O Fora da Lei” (1976) e “Bronco Billy” (1980).

Segunda aula: Sérgio Alpendre explicará a fase em que Eastwood desenvolve uma “consciência de estar no mundo” em seu cinema, com filmes sobre melancolia, obsessão e seu amor à música – que tem como expoente “Bird” (1988), a cinebiografia do revolucionário do jazz Charlie Parker.

Terceira aula: É o que o pesquisador considera a fase de ouro do diretor, nos anos 1990. Foi quando ganhou Oscar de Melhor Filme e Direção por “Os Imperdoáveis” (1992) e fez uma delicada investigação da sensibilidade feminina em “As Pontes de Madison” (1995).

Quarta aula: Será apresentada a fase madura de Clint Eastwood, ainda no ápice da forma, como em filmes premiados como “Sobre Meninos e Lobos” (2003) e “Menina de Ouro” (2004) – outra obra, aliás, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Filme. Essa aula ainda tratará das produções que lidam com o ponto de vista do autor sobre a guerra (“A Conquista da Honra”, “Cartas de Iwo Jima”, “Sniper Americano”) e sua voz contra o preconceito (“Invictus”, “Gran Torino”).

CLINT “CANCELADO”?

O professor Sérgio Alpendre lembra que Clint Eastwood costuma ser vítima de uma sensibilidade atual que varre para debaixo do tapete as ambiguidades e complexidades do ser humano e de uma obra de arte. Daí, ele e alguns de seus filmes serem atacados, às vezes, como se tendo referências racistas, belicistas e reacionárias. Injustiças de uma moda do “cancelamento de personalidades”, que um olhar mais atento a seus filmes negará, segundo Alpendre.

“Clint Eastwood se apoia na complexidade do ser humano e nas contradições de suas ações porque sabe que a melhor arte é ambígua”, explica o crítico.

Sérgio Alpendre ressalta que a proposta do curso, no entanto, não é explorar as declarações polêmicas ou o posicionamento político do artista americano. “Interessa-nos, antes, pensar em seus filmes, no que eles nos dizem. Um cinema marcado pela crença no indivíduo e por um humanismo que parece não existir mais.”

O PROFESSOR – Crítico de cinema, pesquisador, curador e jornalista, Sérgio Alpendre escreve críticas de filmes para a Folha de S. Paulo desde 2008, entre outros veículos de comunicação, como UOL, Bravo, Revista E, Contracampo e Cineclick. Foi fundador e editor da Revista Paisà, publicação impressa de cinema (2005 a 2008), e atualmente edita a Revista Interlúdio (www.revistainterludio.com.br). Doutor em Comunicação/Cinema pela Universidade Anhembi-Morumbi, é mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA – USP. Participa de seleções e júris em festivais, além de ministrar cursos de história do cinema e oficinas de crítica por todo o Brasil.

Mais que Especiais abre pré-festival de cinema judaico

Como um aperitivo para o Festival de Cinema Judaico, que acontecerá em data ainda a ser definida por causa da pandemia, o clube A Hebraica organizou um pré-festival com apresentação online de dois grandes filmes, entre eles está Mais que Especiais, distribuído pela Califórnia Filmes, o filme dirigido por Olivier Nakache, Éric Toledano (Intocáveis) foi aclamado no ano passado no Festival de Cannes e traz no elenco Vincent Cassel, Reda Kateb e Hélène Vincent.

Baseado em uma história real, mostra o trabalho em parceria de Stéphane Benhamou e de Daoud Tatou, criadores da Le Silence des Justes e da Le Relais IDF respectivamente, associações sem fins lucrativos que cuidam de jovens autistas e jovens de origem menos privilegiada. O filme encerrou o Festival de Cannes em 2019. A grande parceria e entre os dois amigos e sua dedicação mostram uma realidade emocionante e fora dos padrões. Vincent Cassel e Reda Kateb interpretam Bruno e Malik, personagens inspirados em Stéphane e Daoud. O filme tem a direção de Éric Toledano e Olivier Nakache, os mesmos do grande sucesso francês Os Intocáveis.

Para assistir ao filme, basta se inscrever no site hebraica.org.br entre os dias 4 e 13 de agosto.

Conheça seis documentários para empreendedores

Existem muitas formas de obter conhecimento e o documentário é uma delas. Existem diversos filmes deste gênero que mostram grandes histórias e ensinamentos para empreendedores. Contando fatos da trajetória de empresário bilionários até de empreendedores brasileiros, mostram que a inovação permeia todos aqueles que querem fazer a diferença no mundo!

Por isso, criamos uma lista com seis documentários para empreendedores que podem ajudar você a entender melhor como se reinventar e empreender em diversas frentes. Confira!

Richard Branson: O Rei da Virgin – Sir Richard Branson – sim ele tem o título de Cavaleiro da nobreza britânica – já teve diversos negócios, desde gravadora de música até companhia aérea. O filme mostra a incrível história do fundador do grupo Virgin, apresentando diversos ensinamento de Richard sobre inovação, gestão de marca e empreendedorismo.

Burt’s Buzz – Burt´s Buzz lança um olhar íntimo sobre o mundo de Burt Shavitz, o rosto e co-fundador das Burt’s Bees – uma grande empresa de cosméticos naturais. Explorando sua vida fascinante e única, expõe a colisão entre valores comerciais e pessoais. Trata-se de um retrato admirável desse pioneiro altamente inovador e de um estudo revelador do que significa ser um ícone vivo.

Jiro Dreams of Sushi – O filme acompanha o chef Jiro Ono, com 85 anos, e seu pequeno e super exclusivo restaurante em Tóquio. No documentário vemos a relação entre Jiro e Yoshikazu, seu filho — que começa a assumir os negócios enquanto seu pai tem a preocupação de criar o sushi perfeito. Uma ótima pedida para quem se interessa por negócios familiares e por maneiras interessantes da inovação conversar com a tradição.

Vai que Dá: a cara das startups brasileiras – Produzido pelo Endeavor Brasil, esta série documental mostra a história de sete empreendedores brasileiros com negócios voltados para a área da tecnologia. Acompanhando a história destes empresários, que buscam transformar suas startups em negócios rentáveis e de impacto positivo na sociedade, o documentário surpreende a cada episódio.

The Goop Lab – A ganhadora do Oscar de melhor atriz, Gwyneth Paltrow, fundou em 2008 a marca Goop de estilo de vida e bem-estar. De lá para cá a marca se envolveu em diversas polêmicas que a atriz soube monetizar como ninguém. O filme mostra os bastidores da empresa e seus goopies — como são chamados os funcionários e fãs da marca. Nele é possível entender como inovar em posicionamento de marca e na relação com seus clientes.

Fyre Festival: fiasco no Caribe – Já Fyre Festival: fiasco no Caribe vai ensinar a como não empreender. Ele conta toda a história da tentativa de inovação desastrosa do empresário Billy McFarland, em 2017. Com pacotes que custavam até US$ 100 mil, o festival prometia dias de muita música, diversão e luxo. Porém, o evento foi um fiasco — não conseguiu ser realizado e o paraíso virou um inferno.

Cada um dos filmes apresentados acima é uma forma prazerosa de conhecer cases e histórias de sucesso, ou de fracasso, que têm muito a nos ensinar. Todos mostram como a inovação – seja na ideia do negócio, no produto ou no marketing – é importante para quem quer empreender. Aproveite para compartilhar essa lista de documentários para empreendedores nas suas redes sociais para que seus amigos também possam aproveitar os ensinamentos destes filmes.

Por Georgia Roncon. Empresária e empreendedora com mais de 13 anos de experiência em gerenciamento comercial, marketing, desenvolvimento de equipes, criação de produtos e implementação de cultura organizacional e inovação, atualmente é Co- Founder do ECQ Lifelong Learning. É formada em Letras Inglês e possui MBA em Gestão Empresarial e Marketing pela FGV. Apaixonada por educação, marketing e tecnologias é co- fundadora da AGE GROUP, que atua em seguimentos como: Turismo, Investimentos e com Educação em Inovação e Tecnologia com o ECQ Lifelong Learning, que opera tanto no Brasil e nos EUA.