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Keanu Reeves volta no novo Bill & Ted: Encare A Música

Keanu Reeves e Alex Winter atendem a um chamado para uma nova aventura em Bill & Ted: Encare A Música. Depois dos sucessos ‘Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica’ e ‘Bill & Ted: Dois Loucos No Tempo’, os melhores amigos estão de volta e vão levar muito rock and roll para os cinemas do Brasil. Dirigido por Dean Parisot (‘Red 2’), o longa tem roteiro assinado por Chris Matheson e Ed Solomon, criadores dos filmes anteriores. A Imagem Filmes, distribuidora responsável pelo lançamento, aproveitou o dia mundial do rock para liberar o trailer nacional do terceiro filme da franquia, que chega aos cinemas do Brasil ainda em 2020.

Bill (Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves) estão de volta no novo capítulo da aventura fantástica que teve início nos anos 80. Agora adultos e pais de duas jovens, Billie (Brigette Lundy-Paine), filha de Ted, e Thea (Samara Weaving), filha de Bill, eles ainda lidam com a frustração de não terem escrito a melhor música de todos os tempos. A dupla então tem a ideia genial de viajar para o futuro, para quando já tiverem escrito a música, e roubá-la de si mesmos… o que poderia dar errado? Ao lado das famílias, da inseparável amiga Morte (William Sadler) e de outras participações especiais, como o rapper Kid Cudi, eles farão de tudo para encontrar a música perdida e salvar o mundo de uma possível catástrofe. Tudo isso, claro, sendo excelentes uns com os outros e deixando a festa rolar!

O produtor executivo, Steven Soderbergh, animado com o lançamento, declarou que sente que este “é o filme perfeito para que as pessoas se sintam melhores a respeito de tudo o que está acontecendo agora [no mundo]”. Sobre a produção e o retorno de seu personagem, o ator Alex Winter revelou nas redes sociais que ainda não pode dar muitos detalhes, mas pode adiantar que o filme contará com uma trilha sonora incrível. A campanha internacional de Bill & Ted: Encare A Música já começou forte, com o lançamento do primeiro teaser no intervalo do Super Bowl 2020 e com uma ação promocional para os fãs participarem do filme.

Mostra Ecofalante de Cinema anuncia filmes selecionados

A Mostra Ecofalante de Cinema, que chega à sua 9ª edição de forma inteiramente online a partir de 12 de agosto, anuncia os filmes selecionados para seus dois programas competitivos: a Competição Latino-Americana e o Concurso Curta Ecofalante.

Totalmente gratuito, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado às temáticas socioambientais promove programação que contará com a exibição de mais de 90 títulos de diversos países, além de debates que discutirão temas como ativismo, consumo, economia, emergência climática, povos e lugares, tecnologia e trabalho.

A Mostra Ecofalante de Cinema já havia organizado em junho último uma programação virtual de aquecimento celebrando a Semana do Meio Ambiente, com sessões de filmes e debates.

Competição Latino-Americana

Presente na Mostra Ecofalante desde 2014, a Competição Latino-Americana premia os melhores filmes de temática socioambiental da América-Latina. Dos mais de 500 inscritos, foram selecionados 25 filmes, entre longas e curtas-metragens.

Com títulos produzidos na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia e Peru, a Competição reúne nesta edição obras assinadas por diretores consagrados, como os brasileiros Jorge Bodanzky, Lírio Ferreira, Marcelo Gomes, Daniela Thomas, Wolney Oliveira, Estêvão Ciavatta e Petrus Cariry. Os filmes selecionados foram:

Longas

  • A Jangada de Welles (Brasil, 2019, 75’) – Dir. Firo Holanda e Petrus Cariry
  • Acqua Movie (Brasil, 2019, 105’) – Dir. Lírio Ferreira
  • Amazônia Sociedade Anônima (Brasil, 2019, 72’) – Dir. Estêvão Ciavatta
  • Deus (Chile, 2019, 63’) – Dir. Christopher Murray, Josefina Buschmann e Israel Pimentel
  • Estou me guardando para quando o carnaval chegar (Brasil, 2019, 85’) – Dir. Marcelo Gomes
  • Indianara (Brasil, 2019, 92’) – Dir. Aude Chevalier-Beaumel, Marcelo Barbosa
  • Soldados da Borracha (Brasil, 2019, 82’) – Dir. Wolney Oliveira
  • Suspensão (Colômbia, 2019, 73’) – Dir. Simón Uribe

Médias e Curtas

  • C.I.T.A. (Cooperativa Industrial Têxtil Argentina) (Argentina, 2019, 19’) Dir. Lucas Molina, Tadeo Suarez e Marcos Pretti
  • Caranguejo Rei (Brasil, 2019, 23’) – Dir. Enock Carvalho, Matheus Farias
  • Guaxuma (Brasil, 2018, 14’) – Dir. Nara Normande
  • Liberdade (Brasil, 2018, 25’) – Dir. Pedro Nishi, Vinícius Silva
  • Mamapara (Peru/Argentina/Bolívia, 2020, 17’) – Dir. Alberto Flores Vilca
  • Mitos Indígenas em Travessia (Brasil, 2019, 22’) – Dir. Julia Vellutini, Wesley Rodrigues
  • Nova Iorque, mais uma cidade (Brasil/EUA, 2019, 18’) – Dir. André Lopes, Joana Brandão
  • Nove Águas (Brasil, 2019, 25’) – Dir. Gabriel Martins, Quilombo dos Marques
  • O Delegado (Colômbia, 2019, 26’) – Dir. Samuel Moreno Alvarez
  • O Fim da Eternidade (Argentina/Peru, 2019, 10’) – Dir. Pablo Radice
  • O Fogo que Vimos (Argentina, 2019, 12’) – Dir. Pilar Condomí, Candelaria Gutierrez
  • O Levante dos Andes – A Cidade-tampão que se Reinventa Através da Arquitetura
  • (Alemanha/Bolívia, 2019, 14’) – Dir. Bernardo Villagra Meruvia
  • Por Trás da Cortina Verde (Brasil, 2019, 29’) – Dir. Caio Silva Ferraz, Paulo Plá
  • Resplendor (Brasil, 2019, 52’) – Dir. Claudia Nunes, Erico Rassi
  • Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra (Brasil, 2019, 43′) – Dir. Jorge Bodanzky
  • Suquía (Argentina, 2019, 13’) – Dir. Ezequiel Salinas
  • Tuã Ingugu (Brasil, 2019, 11’) – Dir. Daniela Thomas

Sonic chega aos 3 milhões de espectadores

‘SONIC – O Filme’ estreou em fevereiro com sucesso global e no Brasil fez 2.995 milhões de espectadores antes da pandemia, sendo a maior bilheteria e público da história de uma adaptação de game no Brasil.

O filme voltou a ser exibido durante a pandemia em cine drive-ins selecionados com qualidade e segurança para o espectador, e tem gerado bastante procura do público saudoso da experiência da tela grande. A carreira de ‘SONIC – O Filme’ neste novo formato gerou uma venda de 5 mil ingressos, ajudando o filme a atingir a marca de 3 milhões de espectadores no Brasil.

A meta foi atingida no último fim de semana quando o filme foi exibido com sucesso no Cine Drive-in CTN, da Centerplex, localizado na zona norte de São Paulo, que recebeu mais de 700 espectadores em apenas dois dias.

‘SONIC – O FILME’ é uma aventura live-action baseada na franquia mundial de vídeo game da Sega que conta a história do ouriço azul mais famoso do mundo. O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Dirigido por Jeff Fowler, escrito por Pat Casey e Josh Miller, e produzido por Tim Miller (Deadpool) e Neal H. Moritz (Velozes e Furiosos), além de Toby Ascher, Toru Nakahara, Takeshi Ito, Hajime Satomi, Haruki Satomi, Masanao Maeda e Nan Morales, o filme traz no elenco Jim Carrey, James Marsden, Tika Sumpter e Ben Schwartz, como a voz do Sonic, que no Brasil é dublado por Manolo Rey.

‘Novo normal’ veio para ficar em Hollywood

A indústria do cinema, assim como as salas de exibição espalhadas pelo mundo, tentam voltar com força total às atividades, para de algum modo compensar o prejuízo causado pelo novo coronavírus, que paralisou por meses as atividades tanto em Hollywood, interrompendo o cronograma de filmagens e lançamentos, como dos empresários do setor do audiovisual.

O cinéfilo e diretor de arte digital e efeitos visuais, Fernando Rodrigues, conhecido como Fernando3D, aponta que o ‘novo normal’ será a regra daqui em diante: “O cinema pós pandemia, além de estabelecer regras de distanciamento social e segurança nas salas de cinema, irá afetar a produção dos filmes também. No que diz respeito a efeitos especiais, por conta de maquiagem, montagem de cenários e etc. Porém os efeitos visuais, digitais, não vão ser gravemente atingidos, pois com a tecnologia que dispomos, dá para trabalhar na produção digital até mesmo fora do ambiente do estúdio, graças à alta performance dos computadores. Além disso, geralmente editores de vídeos ficam em ilhas de edição. Isso ajuda um pouco no distanciamento social.”

Novo normal nas salas de cinema

Segundo o especialista, nossa forma de assistir os filmes nos cinemas irá mudar também: “A mudança já pode ser sentida nas primeiras semanas após a reabertura. Vamos provavelmente olhar novamente para tudo aquilo com uma certa magia, diferente de antes da pandemia onde ir ao cinema era algo muito corriqueiro.”

Para Fernando 3D, provavelmente os cinemas não terão mais sessões de salas lotadas e o tempo em cartaz dos filmes em exibição deve ser estendido: “Além disso, as salas vão começar a abrir mais cedo e fechar no horário comum que já fecham, para compensar a menor lotação do espaço.”

Novo normal para atores de cinema

A atuação em filmes românticos também irá mudar: “Geralmente esses filmes buscam bastante contato físico entre o elenco dos filmes, assim como filmes de ação. Agora passando por protocolos rígidos de distanciamento, tudo pode mudar nesse sentido.

Investimento na tecnologia digital

Cada vez mais os estúdios irão recorrer a tecnologias como o deepfake e animações, semelhantes às que já foram usadas para, por exemplo, reviver Carrie Fisher em Star Wars ou como em Projeto Gemini com Will Smith, mesclando elementos humanos e digitais, de forma a acelerar as produções e diminuir o contato físico e o número de pessoas envolvidas presencialmente. Hoje os atores podem estar em casa enquanto os dublês gravaram suas cenas, que depois serão aprimoradas usando a tecnologia do deepfake, inserindo o rosto do ator e seus trejeitos digitalmente.

Retorno do cinema Drive-In

Um clássico dos anos 60, 70 e 80 retornará com força em tempos de pandemia. Cada família dentro do seu respectivo carro, minimizando o contato com outras pessoas, assistindo aos filmes em enormes telas instaladas ao ar livre e respeitando as medidas de distanciamento e segurança. Isto já está acontecendo em muitos países, como Portugal, Espanha, Estados Unidos e aqui no Brasil.

Premiado O Pássaro Pintado estreia no Cinema Virtual

Dois novos títulos da Elite Filmes chegam na próxima quinta-feira, 23 de julho, ao Cinema Virtual, plataforma que tem a proposta de conectar distribuidores e exibidores para levar virtualmente e com exclusividade filmes inéditos ao público de cinema. O projeto segue o modelo dos cinemas físicos, com estreias todas as quintas.

O drama tcheco “O Pássaro Pintado” foi sucesso de crítica internacional, além de ter sido selecionado pelo Festival de Veneza para concorrer ao Leão de Ouro de Melhor Filme e participar da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2019. Também estreia a comédia americana “Armadas e Perigosas” . Confira sinopses, cartazes e trailers:

O Pássaro Pintado (The Painted Bird) [Drama] – Em uma área devastada pela Segunda Guerra Mundial, um jovem garoto judeu é enviado por seus pais para viver em segurança com sua tia. Mas ela morre inesperadamente e, na tentativa de voltar para casa, ele passa a vagar sozinho em um mundo selvagem e hostil, dominado por camponeses supersticiosos e soldados implacáveis. Quando a guerra finalmente acaba, sua batalha pela sobrevivência toma um novo rumo.

Armadas e Perigosas (Bad Grandmas) [Comédia] – Quando um vigarista tenta passar a perna nessas quatro avós, elas acidentalmente o matam. Agora, seu parceiro sedento por vingança aparece para complicar a vida dessas quatro aposentadas, as coisas saem do controle rapidamente e essas não tão doces senhoras mostram do que realmente são capazes.

Outros nove filmes da Elite também estão disponíveis no Cinema Virtual: Fluidity, O Candidato, A Mulher Invisível, Ultraman R&B, Professor, Kaleb – O Cão Herói, O Garoto do Leito 6, O Guardião dos Mundos e Com Amor, Scott.

Atriz de Control Z fala sobre as gravações da série

Control Z é um dos mais recentes sucessos de audiência da Netflix, uma produção mexicana que se passa em uma escola de elite onde um hacker começa a divulgar segredos dos alunos e sacudir a vida já agitada dos adolescentes. A protagonista é Sofia, uma garota inteligente que vive distante de seus colegas, interpretada por Ana Valeria Becerril. A atriz, que ganhou fama e uma legião de fãs tão rápido quanto a série, concedeu uma entrevista exclusiva ao canal Festival Teen TV, no YouTube.

A gravação foi realizada à distância, de sua própria casa. Logo de cara já foi questionada sobre o que os fãs de Control Z podem esperar de uma segunda temporada. Contudo, a atriz garantiu que ainda não sabe de nada. “Os roteiristas e diretores não querem falar nada para nós. Eles guardam vários segredos da gente”.

Ela pode não saber oficialmente o vem por aí, mas revelou ao Festival Teen TV quais mistérios que ela gostaria de saber como serão desenrolados. “Eu quero muito ver Sofia descobrindo onde o pai dela está, o que aconteceu com ele e porque ele forjou a própria morte”. Mas não é apenas sobre este personagem que ela tem curiosidade, e pergunta “será que Javier (Michael Ronda) está bem?”.

Questionada se Sofia e Javier vão ficar juntos, ela prefere não fazer previsões. “Primeiro precisamos saber se ele vai ficar bem”. Já, sobre o futuro de Gerry (Patrício Gallardo) ela tenta arriscar pela lógica. “Se você atira em alguém, você vai para a cadeia, né? São muitas coisas a serem respondidas”.

Semelhanças da atriz com a personagem

Ana Valeria contou ter algumas coisas em comum com sua personagem Sofia, principalmente em sua época de estudante. “Quando eu estava no ensino fundamental, eu me sentia meio por fora. Sentia que era deixada de lado, não me dava bem com meus colegas de turma. Eu era uma garota muito tímida e quieta, e Sofia é mais ou menos assim”.

Control Z mostra problemas comuns entre adolescentes como o bullying, uso de drogas e busca por aceitação. Ana Valeria deixa seu conselho para quem passa por problemas parecidos. “Vá atrás das pessoas que você ama. Vá atrás das pessoas que você confia, das pessoas que te amam, que acreditam em você. Não fique sozinho. Não vale à pena”.

Sobre o Festival Teen

Festival Teen é uma marca multiplataforma que se comunica com jovens da geração Z. No site você encontra notícias sobre o universo teen. Na TV no YouTube temos desafios, bastidores, entrevistas e muitos convidados. No Instagram são dezenas de posts diários sobre os maiores ídolos adolescentes do Brasil e do Mundo. E claro, as outras redes sociais têm tudo isso e mais um pouco.

E uma vez por ano o Festival Teen Live Show transforma likes em aplausos: um dia inteiro, vários shows e muita diversão. Em 2020 ele será 100% digital, se transformando na maior live teen do Brasil.

Cinema é a prioridade de entretenimento na vida pós-pandemia

Entre os resultados, destaca-se o fato de que o público jovem, de 16 a 24 anos, é o que mais sente falta e o que deve retornar mais rápido às salas. 75% dos jovens colocam o cinema como prioridade de entretenimento no retorno das atividades, ficando acima de passeio ao ar livre, que ocupa o segundo lugar da preferência, com 37,5% dos votos. 80% dos jovens ainda afirmam que, no futuro, a frequência de ida ao cinema deve se manter igual ou maior ao que era antes da pandemia.

A pesquisa, realizada no período de 11 a 22 de maio, também mostra que o retorno ao cinema tem uma importância significativa para o público que recebe renda de até R$ 2.165,00, por ser considerado uma opção mais econômica em comparação a outros tipos de entretenimento, como shows e teatro. Para os cinéfilos, público que vai ao cinema mais de uma vez por mês, a volta deve acontecer logo no primeiro mês de reabertura das salas, conforme 70% das respostas. Esse público também se diz tranquilo com as medidas de segurança e bem-estar adotadas pelos exibidores.

De acordo com 70% de todas as pessoas pesquisadas, o que mais sentem falta é a experiência do cinema, algo que não é possível reproduzir em casa, e esse é o fator que mais impacta a agilidade do retorno às salas. 98% dos respondentes também associam o cinema com sentimentos positivos. As palavras mais associadas à experiência foram: diversão, filmes e pipoca. A pesquisa teve o apoio de parceiros do segmento como AdoroCinema, Instituto de Pesquisa Boca a Boca, Comscore, FLIX Media, Ingresso.com e Velox Tickets, que utilizaram suas bases de cadastrados para disparo do link de acesso ao questionário, além da participação de exibidores e distribuidores que enviaram à sua base o convite para responder a pesquisa.

Conheça a campanha #JuntosPeloCinema

Pela primeira vez no mercado brasileiro, exibidores, distribuidores, produtores, criativos e parceiros da indústria estão envolvidos em um projeto único com o intuito de preparar e implementar a retomada do cinema no Brasil, num movimento chamado #JuntosPeloCinema. É uma ação inédita que, respeitando a individualidade de cada empresa e mantendo a livre concorrência, busca ações para manter acesa a magia do cinema. Colaborando desde final de março, o grupo de profissionais voluntários envolvidos no projeto tem como meta retomar o diálogo entre a experiência da sala de cinema e o público, de agora até o momento de reabertura das salas pelas autoridades, respeitando os protocolos aplicáveis de segurança e bem-estar já determinados ou em elaboração pelos governos locais.

A ideia nasceu dos profissionais que atuam no meio audiovisual visando auxiliar o segmento de mercado de exibição no Brasil a reencontrar seu público. As ações concretas são mediadas pela Flix Media, empresa especializada em comercialização de espaços publicitários no cinema. Conforme o time da Flix comunicava a ideia da campanha #JuntosPeloCinema, diferentes profissionais e mais players aderiam ao projeto. Neste momento, o que importa é uma coisa: relembrar a experiência incomparável da exibição nas salas de cinema. Esse esforço coletivo e pro bono de mais de 200 profissionais do mercado em prol do cinema é fundado no propósito de oferecer um ambiente de segurança e bem-estar para o público e de preservar milhares de empregos ligados à indústria cinematográfica, do set de filmagem à sala de exibição.

Como resultado, o movimento faz grandes entregas: uma campanha de comunicação que visa fortalecer o vínculo entre o cinema e o seu público. Um estudo sobre os protocolos de segurança e bem-estar desenvolvidos por governos e autoridades de saúde dá apoio, especialmente, aos pequenos e médios exibidores para que possam reabrir as salas com pleno atendimento às diretrizes de biossegurança que são determinadas pelos governos. E o Festival De Volta Para O Cinema, que dará as boas-vindas para o público quando as salas reabrirem.

Na primeira fase da campanha – ainda com as salas sem atividades de exibição -, mais de 300 veículos de mídia abrem espaço em suas programações para divulgar um vídeo que reforça os laços do público com o cinema. O vídeo, concebido pela agência e produtora La Unión, estreia hoje, assista aqui. A campanha se inicia agora e segue pelas próximas semanas. Para download da logo do movimento, clique aqui. Para acessar o site do movimento: https://www.juntospelocinema.com.br/.

Na segunda fase, um pouco antes da data de reabertura das salas ao público – que é determinada pelas autoridades -, se inicia a comunicação sobre os novos procedimentos que acompanham toda a jornada do espectador dentro do cinema. Serão oferecidos aos exibidores materiais que explicam os protocolos elaborados pelos governos locais – eles variam de cidade para cidade ou de estado para estado. Para esta etapa, tem sido fundamental a participação de entidades do setor como a Federação Nacional das Empresas Exibidoras de Cinema (Feneec), os sindicatos estaduais, seus associados e a Associação Brasileira de Multiplex (Abraplex). Eles acompanham a divulgação das diretrizes das autoridades competentes e estão orientando a aplicação dos protocolos.

E quando as salas de cinemas abrirem? O movimento #JuntosPeloCinema ainda irá ajudar a esclarecer as possíveis dúvidas dos espectadores, comunicará os filmes em cartaz ou a estrear e oferecerá um conteúdo muito especial: o Festival De Volta para o Cinema, idealizado pelo crítico, curador e apresentador Érico Borgo em parceria com distribuidores e exibidores, um projeto único na história do nosso cinema.

O Festival está programado para estrear junto com a reabertura das salas. Distribuidores nacionais e estrangeiros conseguiram os direitos e as cópias digitais de filmes que emocionaram os brasileiros. São clássicos, sucessos de bilheteria e crítica que integrarão com as estreias a programação de filmes nas duas primeiras semanas após a abertura. Uma pesquisa de opinião realizada pelo movimento apontou o interesse do moviegoer em rever filmes que marcaram a história do cinema.

Entre os parceiros que estão abrindo espaço para a divulgação dos materiais estão o Cine61 – Cinema Fora do Comum, AdoroCinema, Adsmovil, AXN, Buzzfeed, Canal Brasil, Canal Like, Cineclick, Cinepop, Elemídia, Eletromídia, Facebook, Flix Media, Folha de S.Paulo, FSign, Gameloft, Globo através da Globo Filmes, Google, Ingresso.com, JCDecaux, Megapix, MPV7, O Globo, Omelete, OTIMA, Portal Hugo Gloss, Preshow, Primepass, Rádio JB FM, Rádio Metropolitana, Rede Mix de Rádio, RedeTV!, SBT, Seedtag, Sony Channel, Spotify, Tastemade, Telecine, TV BANDEIRANTES, UOL, Veja Rio, Veja São Paulo, Velox Tickets, Viacom/CBS, Waze, Webedia. Apoio Institucional: Academia Brasileira de Cinema, Ancine, Ministério do Turismo e RioFilme.

Websérie Brazzy Jazzy estreia segunda temporada

É raro quem não tenha sentido vontade de ir aos Estados Unidos para viver o famoso ‘American Dream’. Ou até chegou a ir, mas teve uma experiência diferente da que imaginava, e mesmo assim persistiu no sonho. É sobre isso que se trata a websérie Brazzy Jazzy, dirigida pelo americano Steve Becker. Jasmina (Tatyane Meyer), ou Jazzy, é uma garota brasileira de classe média que vai para Nova York sonhando entrar no mundo da moda. Produzida pela Blue Carioca Entertainment, a série tem os seis episódios da primeira temporada disponíveis no Youtube e estreia a segunda temporada, com outros sete episódios no dia 7 de julho.

Jasmina tem uma expectativa em relação a sua vida nos Estados Unidos que se desfaz logo no início da primeira temporada, com poucas semanas da sua chegada aos Estados Unidos. O namorado brasileiro, interpretado pelo ator Kadu de Rosa, – que foi um dos responsáveis por ela dar esse passo para o exterior -, não consegue se adaptar ao clima frio dos Estados Unidos e logo volta ao Brasil, deixando Jazzy para trás. Com isso, ela passa a enfrentar sozinha os obstáculos de construir uma nova vida longe de amigos, familiares, e, claro, do Brasil. No meio de aventuras e situações inusitadas, a história se desenrola, mostrando o processo de adaptação de Jasmina, incluindo os laços que vai construindo com outras mulheres, que também estão lutando por seus sonhos em Nova York.

E não para por aí. Na segunda temporada, a trama traz Jasmina cada vez mais adaptada à Nova York, mesmo com as dificuldades enfrentadas, e determinada a continuar a sua caminhada em busca de novas conquistas. Mostra de perto o processo de empoderamento da personagem com a sua história e a busca por alternativas para sobreviver a essa jornada, chegando a passar por situações que nunca imaginou e até que não desejava, gerando novos conflitos pessoais.

De acordo com a protagonista Tatyane Meyer, a série fala principalmente sobre realização pessoal e profissional. “Jasmina se parece com muitas pessoas que saem do Brasil em busca de um sonho. Essa busca gera movimento e propósito na vida, e esse foi o ponto principal que me conectou à personagem”, diz a atriz, que também já morou por um ano nos Estados Unidos.

O Brazzy Jazzy mostra de uma forma leve e bem-humorada temas importantes de serem abordados quando se é imigrante nos Estados Unidos, tais como dificuldade de se comunicar e de criar laços, confrontos culturais, preconceitos e barreiras para conseguir trabalho. De acordo com o diretor Steve Becker, que morou seis anos no Rio e é casado com uma brasileira, o objetivo da produção é mostrar os desafios enfrentados por todos, especialmente os imigrantes, que lutam pelo sonho americano, bem como a paixão que os brasileiros levam para Nova York. Segundo estimativas do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), há pelo menos um milhão e trezentos mil brasileiros morando naquele país (dados de 2014) e, segundo Becker, não há programas sobre a vida brasileiro-americana na TV. “A série tem também como objetivo apresentar o universo brasileiro e suas nuances, ressaltando diferenças em relação a outras culturas latino-americanas, que são mais trabalhadas pela mídia”, diz ele.

Não Toque em Meu Companheiro estreia em streaming

Não Toque em Meu Companheiro, novo longa da diretora Maria Augusta Ramos (“O Processo”) estreia direto nas plataformas de streaming quarta-feira, 15 de julho. O filme ganhou trailer e cartaz e estará disponível nas plataformas NetNow, Oi Play, Vivo Play, FilmeFilme e Looke. A produção é da NOFOCO Filmes, em coprodução com FENAE e licenciado pelo Canal Brasil.

O documentário reconstrói uma luta histórica e de solidariedade do sindicalismo brasileiro, quando os trabalhadores da Caixa Econômica Federal se mobilizaram pela reintegração de 110 colegas demitidos injustamente após uma greve da categoria, pagando seus salários durante um ano até sua readmissão. Ao reencontrar esses trabalhadores hoje, o filme traça um paralelo entre o período Collor, com suas medidas severas de redução do Estado, e o atual governo, que inaugura um novo ciclo neoliberal no país. O filme propõe uma reflexão sobre as relações atuais no mundo do trabalho.

“Através de Jair Ferreira da Fenae fui apresentada a essa história incrível de solidariedade dos trabalhadores da Caixa em 1991. Acho que é fundamental contar essa história nesse momento pelo qual estamos passando no Brasil e no mundo, no tocante às relações de trabalho e nesse cenário de crescente redução de direitos”, afirma a diretora.