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ONG Plano Sequência inclui segunda galeria no site

Criado pelo diretor de fotografia Azul Serra, que assina longas-metragens (Turma da Mônica – Laços, Aos Teus Olhos), séries e comerciais, a ONG PLANO SEQUÊNCIA inaugura uma segunda galeria de fotos a partir de terça, 30 de junho. A iniciativa vai beneficiar profissionais do audiovisual em situação de emergência por conta do covid, que receberão os valores arrecadados com a venda das imagens a R$ 250,00 cada uma. Excluindo o custo de produção, o valor arrecadado irá para programas de ajuda aos trabalhadores vulneráveis neste tempo de pandemia, como FilmaRio; FILMAACAO | Belo Horizonte; Vakinha Keller; Cestas Audiovisual; Abacashi.com; Iniciativa Sopro | Curitiba; FIGA | Figurinistas Associados de São Paulo e outros. O site também oferece um cadastro para os profissionais necessitados de auxílio.

Todas as fotos do PLANO SEQUÊNCIA são vendidas pelo mesmo valor, mesmo tamanho e mesmo papel. O pagamento é simples e efetuado no próprio site.

A oferta por um preço mais acessível pretende atrair pessoas que normalmente não estão acostumadas a comprar fotografias. Assim, todos ganham, e os profissionais que estão em situação difícil serão amparados.

A campanha continuará no ar por tempo indeterminado, no período de duração da pandemia. A segunda galeria com novas fotos de artistas mantém a identificação das imagens e um breve currículo dos autores que fizeram a doação de seus trabalhos para a ONG Plano Sequênca: Alexandre Baxter, Alexandre Ermel, Alice Drummond, Alicia Peres, Alile Onaware, Aline Belfort, Ana Vasconcelos Pacheco, Andre Cruz, Andre Saito, Andrea Capella, Anna Muylaert, Any Stone, Andrucha Waddington, Barbara Alvarez, Barbara Wagner, Bia Mauro, Bob Wolfenson, Breno Cesar, Bruna Arcangelo, Carine Wallauer, Carol Costa, Carol Markowicz, Caroline Lima, Cesar Charlone, Chico Mitre, Cris Conceição, Daina Gianechinni, Dani Chinellato, Daniel Belinky, Daniel Hafez, Daniel Klajmic, Daniel Talento, Daniela Libardi, Daniela Thomas, Danila Bustamante, Dhyana Mai, Eduardo Piagge, Edvaldo Raw, Elisa Ratts, Ernesto de Carvalho, Fabio Braga, Fabio Burtin, Fabio Setti, Fabricio Tadeu, Felipe Hellmeister, Felipe Reinhaimeer, Fernanda Ligabue, Fernando Bertoluci, Flavio Rebouçås, Fran Silva, Fred Ouro Preto, Gabe Maruyama, Gabriel Mucci, Gabriela Mo, Giorgia Prates, Graci Guarani, Gustavo Hadba, Helcio Nagamine, Helder Fruteira, Helena Wolfenson, Ilya iamazaki , Inti Briones, Isabel Valiante, Ivo Lopes Araújo, Joana Prado, João Castelo Branco, João Kelh, João Papa, Joyce Prado, Judith Belfer, Juh Almeida, Julia Jordao, Julia Zakia, Kamikia Kisedje, Karla Fagundes, Kayhan Lannes, Kika Cunha, Kleber Mendonça Filho, Lito Mendes da Rocha, Livia Gama, Livia Pasqual, Louise Botkay, Lua Voigt, Maira Fridman, Manuela Lourenço, Marcelo Gomes, Marco del Fiol, Marcos Ribas, Mari Cobra, Maria Augusta Ramos, Mariana Youssef, Maritza Caneca, Marjorie Maihara, Martin Toro, Mauricio Padilha, Melissa Haidar, Mirena Ioseba, Nicole Heiniger, Nuna Nunes, Ogreen, Pablo Baiao, Paula Buarque, Pedro DeLaFuente, Pedro Serrão, Pio Figueiroa, Priscila Tapajowara, Priscilla Melo, Quinto, Regina Casé, Ricardo Della Rosa, Sara de Santis, Simone Elias, Suelen Menezes, Sylara Silverio, Takumã Kuikuro, Tata Amaral, Tatiana Lohman, Tiago Marques, Val Ayres, Vanessa Moriya, Vicent Carelli, Walter Carvalho, Walter Salles, Wanessa Malta, Wilssa Esser, Yane Mendes, Zoe Guglielmoni.

Curta Gravidade VR foi selecionado para Cannes e outros sete festivais

Amir e Fabito escolheram o pior ano da história para lançar a experiência em realidade virtual Gravidade VR. O filme foi selecionado para o SXSW, Tribeca, Cannes e vários outros festivais que foram sendo cancelados um a um. O plano de rodar o mundo pelos tapetes vermelhos dos eventos não deu certo e as passagens e hotéis pagos antecipadamente viraram o peso financeiro da dupla. Mas quando tudo no mundo do cinema independente parecia perdido, o instinto de sobrevivência e adaptação falou mais alto e os festivais fugiram para o mundo virtual trocando as salas de cinema pelo streaming.

Com as mostras de realidade virtual os festivais criaram apresentações em 3D como se fossem jogos de computador multiplayer massivos. Lá estão todos os filmes e experiências selecionados e todo um ambiente para passear e encontrar os outros participantes. Tipo um Fortnite só que em vez dos jogadores matarem uns aos outros, o objetivo é sobreviver a um festival de cinema vendo todos os filmes selecionados para os eventos.

A boa notícia é que esses festivais estão se reinventando e Tribeca e Cannes lançaram seus festivais em um mundo digital 3D, criado para a realidade virtual, no Museu de Outras Realidades). Lá dá pra ver todos os filmes VR e participar de rodadas de negócios, palestras e festas. Esses festivais que normalmente são restritos aos poucos que conseguem ir para Nova York ou Cannes, agora estarão disponíveis para todos que tenham óculos de realidade virtual, de qualquer lugar do mundo.

No início de junho, Fabito e Amir passaram três dias imerso em outro festival conhecido, o VRHam na Alemanha, sem tirar os óculos que permitem a imersão nas imagens. Nesse evento, encontraram-se com executivos da Dreamworks, Facebook e ARTE e saíram com o prêmio “People´s Choice Award”, o terceiro da dupla que ganhou também Melhor filme de realidade virtual no festival deadCenter em Oklahoma e no festival de Druk, no Butão.

Amir Admoni e Fabito Rychter já trabalham juntos há mais de 10 anos. A parceria já rendeu curtas, programas de televisão, peças de teatro e animações que já ganharam 71 prêmios internacionais e viajaram para mais de 120 festivais. Gravidade VR é a primeira obra em realidade virtual da dupla. Uma curiosidade é que Amir mora em São Paulo e Fabito em Lima, no Peru, trabalho remoto para os dois já era uma coisa normal bem antes do Covid.

Animação brasileira Viola e Tambor garante distribuição mundial

A 9 Story Distribution International acaba de adquirir os direitos mundiais de distribuição da série animada Viola e Tambor. Produzida pela Punkrobot Animation Studio (Chile) e Hype Animation (Brasil), a série de 52 episódios é direcionada para o público pré-escolar. O programa acompanha as aventuras dos melhores amigos Viola e Tambor. Com escritórios em Toronto, Nova Iorque, Dublin, Manchester e Bali, 9 Story Media Group representa marcas como Barney e os Seus Amigos e Garfield.

Punkrobot é o estúdio por trás do curta Bear Story, que fez história em 2016 como o primeiro curta latino-americano de animação a vencer o Oscar. A série é dirigida por Antonia Herrera e María Elisa Soto-Aguilar (sócias na Punkrobot), em sua estreia na direção. Pato Escala (Bear Story, I Am Little Red) e Gabriel Garcia (Tainá e os Guardiões da Amazônia) assinam a produção executiva. “Viola e Tambor” teve sua estreia nos canais da Disney Channel América Latina em novembro.

Orientado para crianças de três a cinco anos, Viola e Tambor conta a história de dois instrumentos musicais que são melhores amigos. A série celebra a diversidade como parte essencial através de uma vasta gama de personagens. Ao lidar com temas culturais, habilidades pessoais e diferentes gostos, mostra como nossas diferenças nos empoderam para construir um mundo melhor.

“Estamos empolgados com a parceria com os incríveis e talentosos estúdios Punkrobot e Hype,” diz Alix Wiseman, vice-presidente sênior de distribuição e aquisições da 9 Story. “Viola e Tambor é uma bela série com uma importante mensagem sobre inclusão que estamos animados em levar para um público internacional”, conclui.

As diretoras Antonia Herrera e María Elisa Soto-Aguilar destacam o conteúdo do programa planejado para crianças de todo o mundo. “Há uma poderosa mensagem de aceitação, respeito aos outros e empatia. Esperamos que inspire crianças a serem mais gentis umas com as outras, e que ajude a enxergar as diferenças de forma positiva”, explicam as cineastas.

Conheça as produções LGBTQIA+ mais pesquisadas no Brasil

Neste domingo, 28 de junho, é Dia do Orgulho LGBTQIA+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queer, intersex, agênero eassexuais, etc), comemorado mundialmente desde 1969. Para celebrar a data, a SEMrush , líder global em marketing digital, levantou os filmes e séries com temática LGBTI mais pesquisados pelos brasileiros na internet no último ano. O filme Azul é a Cor mais Quente, a história de um casal de mulheres, ficou em primeiro lugar no período, com uma média de 54 mil buscas mensais. Já a série mais famosa foi Sense8 (25,3 mil pesquisas), que conta sobre a vida de oito pessoas de diferentes etnias, culturas e personalidades que compartilham uma ligação.

Inspirado em um livro, Me Chame pelo seu Nome trata de um romance entre um adolescente de 17 anos e um jovem de 28, e foi o segundo longa LGBTQIA+ mais procurado nos últimos 12 meses, com 43 mil buscas mensais. Em seguida, o ganhador do Oscar Moonlight – Sob a Luz do Luar, que gerou polêmica ao vencer tendo um negro homossexual como protagonista, teve 37,9 mil procuras por mês.

Moonlight – Sob a Luz do Luar

O filme brasileiro Praia do Futuro, com o Wagner Moura interpretando o protagonista homossexual, também trouxe discussão. Mesmo depois de tanto tempo do lançamento, o longa foi pesquisado 28,6 mil vezes por mês no último ano. O quinto da lista também é nacional e trata de um casal de adolescentes, sendo um deles deficiente visual. Hoje eu Quero Voltar Sozinho contou com 16,7 mil pesquisas mensais no período.

Depois de Sense8, o programa que trata do tema com mais busca foi Rupaul’s Drag Race, um reality de drag queens que contou com 22,6 mil buscas mensais. The L Word foi ao ar entre 2004 e 2008, contando sobre o mundo lésbico em uma época que pouco se falava sobre isso. No último semestre de 2019 foi anunciado o revival The L Word: Generation Q, que já foi renovada para segunda temporada. Com esse movimento, a série ficou em terceiro lugar nas buscas, com a média mensal de 18,4 mil procuras.

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho

Grace and Frankie, série lançada em 2015, conta a história de duas amigas na terceira idade, que os respectivos maridos as deixam por estarem apaixonados um pelo outro. O programa de comédia teve, em média, 14 mil buscas mensais. Em quinto lugar de séries LGBTQIA+, Threesome teve 11 mil pesquisas por mês e fala como um casal e um amigo, depois de um sexo a três, engravidam e decidem criar o bebê juntos.

Representatividade
Algumas produções podem não ser temáticas LGBTQIA+, mas possuem personagens da comunidade dentro do núcleo principal, tratando do assunto com naturalidade. Dessas, American Horror Story, a série de terror foi em disparada a mais pesquisada, com 89,7 mil na média mensal. Em seguida, Orange is the New Black, que conta sobre o dia a dia de uma penitenciária feminina norte americana, teve 40 mil buscas por mês. Em terceiro lugar nessa lista, One Day at a Time fala sobre o dia a dia de uma família de imigrantes cubanos, e teve 26,8 mil pesquisas mensais nos últimos 12 meses.

O top 10 de filmes LGBTQIA+ mais pesquisados nos últimos 12 meses:
• Azul é a Cor Mais Quente – 54,8 mil
• Me Chame pelo seu Nome – 43 mil
• Moonlight – 37,9 mil
• Praia do Futuro – 28,6 mil
• Hoje eu Quero Voltar Sozinho – 16,7 mil
• Madame Satã – 12,2 mil
• O Segredo de Brokeback Mountain – 11,2 mil
• Rafiki – 9,4 mil
• Flores Raras 7,8 mil
• Meninos Não Choram – 3,2 mil

O top 10 de séries LGBTQIA+ mais pesquisados nos últimos 12 meses:
• Sense8 – 25,3 mil
• Rupaul’s Drag Race – 22,6 mil
• The L Word – 18,4 mil
• Grace and Frankie – 14 mil
• Threesome – 11,6 mil
• The Fosters – 10,3 mil
• Bonding – 9,4 mil
• Love By Chance – 8,4 mil
• Aj and the Queen – 8,4 mil
• The L Word: generation q – 7,6 mil

Taguatinga Shopping agora tem cinema drive-in

Em tempos de mudanças de hábitos impostas pela epidemia da Covid-19, a partir deste mês, o Taguatinga Shopping reviverá um grande sucesso das décadas de 50 e 60: um cine drive-in, que garante distanciamento social, será instalado no último andar de estacionamentos do centro de compras – ao ar livre e tendo, como pano de fundo, as estrelas do céu de Brasília.

Haverá duas sessões por dia, que começarão com vídeos sobre as instruções de segurança e higiene, dentro dos padrões preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Governo do Distrito Federal (GDF). “A iniciativa faz parte de uma série de ações para oferecer diversão e entretenimento seguro para toda a família. Em tempos de pandemia, sentimos falta de diversas coisas como ir ao shopping, ao cinema, comer pipoca e se emocionar com os filmes”, explica a gerente de marketing do Taguatinga Shopping, Maíra Garcia. Segundo ela, a programação, que ocorrerá durante toda a semana, contará com filmes recentes e clássicos de comédia, de família e infantis, entre outros.

O sucesso Aquaman será exibido

O Drive-in TGS oferecerá, em parceria inédita com a rede Cinemark e grandes distribuidoras, filmes nacionais e internacionais de grande sucesso. No catálogo, os recém estreados Coringa, Nasce uma Estrela, Aquaman, Shazam!. Também serão exibidos filmes como Batman Vs. Superman, A Freira, Jogos Mortais, Os Jovens Titãs, Meus 15 anos e Turma da Mônica. As sessões ocorrerão no Estacionamento E do centro de compras, num telão de 240 m². Visitantes deverão sintonizar os aparelhos de som de seus carros para a transmissão de áudio em FM estéreo. A Rede Cinemark será a responsável pela programação, por meio da negociação dos filmes com os estúdios e também pela venda de produtos do snack bar.

Os ingressos poderão ser adquiridos antecipadamente de forma online, pelo site do evento ou pelo aplicativo Sympla. Antes de cada sessão, clientes apresentarão o QR Code gerado durante a compra para validação do ingresso. No local, placas de sinalização e orientadores de trânsito auxiliam os carros a ocuparem seus lugares. As noites de Drive-in no Taguatinga Shopping são fruto de uma parceria com a empresa Flap e a Cinemark.

Turma da Mônica – Laços também integra a programação

Filme combina com… Snacks!
Para deixar a experiência ainda mais emocionante, o público poderá comprar alimentos nos restaurantes da Praça de Alimentação do Taguatinga Shopping antes de entrar no espaço do Drive-In. Além disso, clientes poderão comprar a famosa pipoca Cinemark num Drive Thru feito especialmente para atender clientes do local, seguindo todos os protocolos de segurança. O cardápio conta com pipoca salgada (nos sabores tradicional e com manteiga) e doce (chocolate), além de água e refrigerantes. Para evitar filas, também é possível adquirir snacks e combos de pipoca e refrigerante de forma antecipada pelo site www.driveintgs.com.br ou pelo aplicativo Sympla.

Cinema seguro
O drive in é uma alternativa segura e nostálgica para as famílias que estão com saudade das emoções nas telonas. Pensando nisso, o Taguatinga Shopping implementou protocolos de segurança, distanciamento social, higienização e limpeza. Confira algumas medidas:

– Distância mínima de segurança de 2 metros entre veículos;

– Além do uso obrigatório de máscaras, visitantes devem permanecer dentro do carro, com as portas fechadas, durante toda a sessão;

– Equipe faz higienização do ambiente antes e depois de cada sessão;

– O cliente poderá sair do carro apenas para ir ao banheiro, sempre com máscara e respeitando o distanciamento de 2 metros. Recomenda-se a utilização do banheiro de uma pessoa por vez, respeitando a distância de segurança recomendada pela OMS. O local será higienizado após cada uso;

Para os fãs de terror, Annabelle 3 é uma das opções

– Antes de cada sessão, os organizadores apresentarão vídeos com instruções de segurança dentro dos padrões preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Governo do Distrito Federal (GDF);

– Não será permitido assistir aos filmes de fora do carro. Não há lugar marcado. Assim, o estacionamento é por ordem de chegada. Para evitar filas, a sugestão da organização é chegar mais cedo.

– Funcionários e prestadores de serviços devidamente protegidos com equipamentos de segurança e treinados para orientar o público.

– Só é permitida para carros, com lotação máxima de 4 pessoas por veículo. Todos devem usar obrigatoriamente a máscara de proteção.

– Os ingressos poderão ser comprados somente pela internet ou aplicativo Sympla.

SERVIÇO: Cine Drive-In no Taguatinga Shopping
Quando:
 a partir de 25 de junho de 2020, de segunda-feira a domingo. 
Onde: Estacionamento E, no último andar do centro de compras
Capacidade: Até 90 carros por sessão
Classificação indicativa: sessões de 18:30h – livres; sessões de 21h – a partir dos 10 anos de idade, de acordo com o título.
Valor: 
– Segunda a quinta, R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia entrada, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível ou clientes cartão BRB) o carro;
– Sexta a domingo e feriados, R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia entrada, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível ou clientes cartão BRB) o carro. 

Evento online reúne grandes nomes dos efeitos visuais

No momento em que a realidade mundial estimula a capacidade humana de adaptação e acelera o uso de processos digitais, o VFXRio, maior evento de tecnologias visuais da America Latina, irá reunir, dias 26 e 27 de junho, grandes nomes para falar sobre inovação, arte, ciência, resistência e o novo normal. Entre os convidados, profissionais da iLM, Unity, TV Globo e outras importantes empresas do setor. A sexta edição do VFXRio será realizada pela primeira vez on-line, ao vivo e gratuitamente.

O VFXRio é um festival internacional afiliado à ACM Siggraph e patrocinado pela Intel e Globo. Doze convidados participarão de palestras, painéis e simulações ao vivo durante os dois dias de evento. “Nosso objetivo é desenvolver o ecossistema de tecnologias visuais, ajudando empresas, governos e a sociedade a alcançar um desenvolvimento social, tecnológico e econômico sustentável. Estamos empenhados em trazer know-how internacional para o mercado brasileiro e visibilidade para produções brasileiras”, afirma o idealizador do evento, Matteo Moriconi, Presidente da Associação Brasileira de Tecnologia Visual.

Dia 27, às 15h30, Roger Guyett, diretor de efeitos visuais da ILM (industrial Light and Magic) vai falar sobre sua experiência como supervisor de VFX de Star Wars  – A Ascensão de Skywalker (2019).

Entre os convidados também está Gilles Jobin. Diretor artístico e coreógrafo suíço, fascinado por novas tecnologias. Criou mais de duas dezenas de espetáculos desde 1995, todos aclamados por crítica e público ao redor do mundo. Em 2017, criou o VR_i, um espetáculo de dança imersivo que usa Realidade Virtual e ganhou o prêmio de inovação e de público no Festival du Nouveal Cinema, em Montreal.  O trabalho ganhou destaque em mais de 40 apresentações pelo mundo, incluindo Festival Sundance, Mostra de Veneza, Dance Biennale em Lyon e BAM, em NY.Em 2019 e em 2020, respectivamente, lançou dois projetos de realidade aumentada,  Magic Window e Dance Trail. Em 2020, criou o espetáculo de dança Real Time, com captação de movimentos ao vivo, mas o projeto foi interrompido por conta do Covid19. Conheça a programação completa no site do evento.

Comédia Deerskin está no festival de pré-estreias online

Deerskin: A Jaqueta de Couro de Cervo, dirigido por Quentin Dupieux, estará na programação do Festival de pré-estreias online do Espaço Itaú de Cinema nos dias 21 e 22 de junho. O filme é protagonizado pelo vencedor do Oscar, Jean Dujardin, foi exibido na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes de 2019 e no Festival de Cinema do Rio e ficará disponíveis por 48 horas no site do Espaço Itaú de Cinema, a R$ 10,00, sendo 20% do valor destinado à APRO (Associação Brasileira da Produção de obras audiovisuais), que vai auxiliar aos profissionais do audiovisual afetados pela pandemia.

O filme acompanha Georges (Jean Dujardin) que ao encontrar uma fascinante jaqueta tem uma grande mudança em sua vida, de um dia para o outro. A vestimenta passa a ser sua principal obsessão e o leva até uma jornada de possessividade, ciúmes e comportamento psicótico. Quando menos percebe, Georges se tornou outra pessoa.

A jaqueta de couro de cervo adquirida por Georges não é apenas uma peça de. O diretor, que tem em sua filmografia algumas comédias absurdas, como Rubber e Au Poste!, propõe aqui uma síntese dessas abordagens, personalizando a jaqueta de cervo, enquanto transforma um falso filme que Georges afirma estar preparando em um projeto de consequências extremas. “Em Deerskin eu queria filmar a loucura. Eu tenho o rótulo de um diretor que faz filmes malucos, mas nunca tinha filmado a loucura”, diz o diretor. Ele completa: “eu realmente queria me confrontar com um personagem que descarrila, sem artifício, sem meus truques habituais. Aqui, o personagem é concreto. O mundo ao seu redor também. Você poderia passar por alguém como George na rua. Você poderia até ser o George e isso é assustador”.

Deerskin: A Jaqueta de Couro de Cervo é uma comédia onde o humor se encontra na subversão do personagem, colocando o nonsense a favor do suspense crescente sobre um homem obcecado por sua nova jaqueta e Jean Dujardin foi fundamental para a construção desse personagem. O ator, que ganhou o Oscar por seu papel em O Artista, aceitou atuar no filme de cara: “eu não tive que convencer Jean, foi como um clique entre nós. Eu falei para ele sobre o filme e ele me disse que sim imediatamente. Acho que, como eu, a questão da obsessão o atraiu muito. Durante as filmagens o personagem estava praticamente encarnado nele, era totalmente habitado por Georges no set, podíamos ver nos olhos dele que não estava fingindo, ele viveu o filme ao mesmo tempo em que se divertia muito”, lembra Dupieux.

Deerskin: A Jaqueta de Couro de Cervo fala sobre a loucura, ao mesmo tempo em que mostra a angústia existencial do personagem, misturando humor e terror, por trás de brincadeiras aparentemente inconsequentes.

Ator e cineasta Bernardo Barreto finaliza roteiro de longa

Com mais de 20 filmes (entre curtas e longas) e participação em novelas e séries da Rede Globo, Bernardo Barreto também conquista espaço como cineasta através da Berny Filmes, sua própria produtora de cinema que opera tanto em Nova York, onde o artista vive atualmente, como no Brasil. A produtora assina curtas-metragens, como a coprodução do documentário Cidade de Deus – 10 Anos Depois, lançado mundialmente no Netflix, e a produção da série Meus Dias de Rock, disponível no Globoplay, que além de produzida, também foi escrita e protagonizada por Bernardo e exibida pelo Canal Brasil (2014).

Em meio a pandemia, o artista Bernardo Barreto mergulhou no roteiro do longa-metragem Free Spirit, muito provavelmente, seu próximo filme a ser produzido que conta a história de uma comunidade itinerante de paz e amor. Quando chegam no Brasil, um incidente com uma menina local, resulta numa destruição irreversível.

Passeando por sentimentos antagônicos, o que faz jus ao momento em os dias de isolamento provoque uma complexidade de emoções, o roteiro questiona até que ponto o amor pode atrair o ódio, e a liberdade pode causar a opressão. “A história fala sobre amor, ódio, liberdade e preconceito. Reflete sobre a destruição ocasionada pela não aceitação”, revela o artista.

O cineasta já se dedicava ao roteiro há 2 anos e conseguiu terminá-lo durante a quarentena. Apesar das dificuldades causadas pelo momento de isolamento e provação do ir e vir, a situação acabou impulsionando a refletir sobre o significado de Liberdade. “Como a história fala sobre amor e liberdade, em confinamento, minha inspiração foi bem mais exigida. Foi um dos meus maiores desafios como escritor, precisei ter muito foco e organização”, conta.

Seu caminho de criação e expressão foi deixar o momento atual influenciar no resultado de forma orgânica. Inspirado pela ironia do destino em que a liberdade da humanidade hoje é comprometida, o cineasta deu ao roteiro o tom de “dramédia”, uma mistura de drama com comédia, gênero híbrido que na união desses dois, resulta num terceiro elemento para balancear o peso de um drama através do sarcasmo.

Praticante de yoga e meditação, Bernardo ressalta a importância de conectar-se consigo mesmo, ouvindo as próprias emoções e sentimentos em vez de silenciá-los ou ignorá-los, a fim de desafiar o equilíbrio mental e desenvolver a sua expressão através da arte. Para se sentir mais próximo de casa, Bernardo deixou sua casa em Nova York para passar a quarentena no Brasil. Em paralelo, outro desafio à distância está sendo na pós-produção do longa Ballad of a Hustler, filme gravado em NY, também escrito por Bernardo Barreto durante 4 anos e dirigido pelo premiado Heitor Dhalia.

Mayana Neiva e Aly Muritiba participam do Sextas Dramáticas

Promovido pelo curso Superior de Tecnologia em Produção Audiovisual da PUCRS (Teccine), o evento Sextas Dramáticas ocorre nesta sexta-feira, dia 19 de junho, das 17h30 às 19h. Neste encontro, participarão do bate-papo a atriz Mayana Neiva e o diretor Aly Muritiba, que estiveram juntos no longa-metragem Para Minha Amada Morta (2016), foi selecionado para San Sebastián (Espanha) e Amiens (França); além de ter sido premiado em Brasília e Montreal (Canadá). A mediadora será Aletéia Selonk, professora do Teccine e gerente do Centro de Produção Audiovisual da PUCRS (Tecna).

O evento é aberto ao público e a transmissão é via a plataforma Zoom. As inscrições são limitadas e podem ser realizadas por este link.

Mais sobre os convidados

A atriz Mayana Neiva participou do grupo teatral de Antunes Filho. Na televisão, estreou na TV Globo em A Pedra do Reino, e esteve em novelas da emissora como Ti Ti Ti (pela qual foi premiada duas vezes), Amor Eterno Amor e O Outro Lado do Paraíso.

O diretor Aly Muritiba teve o seu curta-metragem A Fábrica exibido em Clermont-Ferrand (França), o seu recente longa-metragem adolescente Ferrugem exibido em Sundance (Estados Unidos); seu curta Pátio, exibido em Cannes (França) e realizou o longa A Gente, sobre o sistema carcerário.

HBO indica filmes e séries sobre inclusão e diversidade

Há 51 anos, o mês do orgulho LGBTQIA+ celebra a diversidade afetiva e sexual de todas as identidades de gênero e orientações sexuais, entre lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, assexuais, queer e mais. Este período do ano também simboliza a luta permanente da comunidade por direitos, liberdade e igualdade .

Para promover conscientização e contribuir com a reflexão, a HBO selecionou filmes, séries e documentários disponíveis na HBO GO que mostram a comunidade LGBTQIA+ e histórias de vida com base na inclusão e na diversidade .

BATWOMAN: ADEUS AOS ESTEREÓTIPOS COM A PRIMEIRA HEROÍNA LÉSBICA – BATWOMAN dá um passo à frente na representação de personagens femininas nas histórias de super-heróis com a primeira heroína lésbica a estrelar uma série de televisão. Interpretada pela atriz australiana Ruby Rose, a personagem chega a Gotham City para lutar contra o crime e os preconceitos da cidade. A trama mostra seus envolvimentos amorosos e expõe episódios de discriminação, incluindo uma cena em que é expulsa da escola militar por relacionar-se com outra mulher.

GENTLEMAN JACK: O CASAMENTO IGUALITÁRIO DA PRIMEIRA LÉSBICA MODERNA – Baseada em fatos reais, a série retrata a vida de Anne Lister, um jovem aristocrata inglesa que entrou para a história como a primeira lésbica moderna. Ela foi a pioneira do casamento igualitário, quando se uniu clandestinamente em 1834 com Ann Walker. Sua história se tornou conhecida graças aos seus diários, que foram escritos em um código secreto só decifrados após o seu falecimento. Seus cadernos foram o pontapé inicial para que a sua história chegasse às telas pela HBO, com o título de GENTLEMAN JACK e estrelada por Suranne Jones.

EUPHORIA: IDENTIDADE DE GÊNERO SEM RÓTULOS – A série mostra como um grupo de adolescentes navega em um universo frenético em busca da própria identidade, experimentando os vícios, a sexualidade, a violência de gênero, a estética corporal e a exposição nas redes sociais. Um dos focos da trama de EUPHORIA é a relação entre Rue, vivida por Zendaya, e Jules, personagem da jovem atriz Hunter Schafer, modelo e ativista trans que se transformou em um ícone do coletivo LGBTQIA+. A naturalidade da intimidade entre as atrizes quebra todos os estereótipos do gênero e torna EUPHORIA uma produção revolucionária.

TODXS NÓS: SÉRIE BRASILEIRA TRATA DO GÊNERO NÃO BINÁRIO E LINGUAGEM INCLUSIVA – Em TODXS NÓS, Clara Gallo dá vida a Rafa, jovem pansexual e não-binárie, que decide deixar a família no interior e mudar-se para a casa de seu primo, Vini (Kelner Macêdo), em São Paulo. Vini já divide o espaço com sua melhor amiga, Maia (Julianna Gerais), e ambos ficam surpresos ao descobrir que Rafa se identifica com o pronome neutro e não com o gênero feminino ou masculino. A produção nacional, com direção geral de Vera Egito, mostra o caminho de descobertas e aceitações de Rafa, enquanto dá visibilidade e expõe alguns dos desafios cotidianos enfrentados pelo coletivo LGBTQIA+.

LOOKING: RECORTES COTIDIANOS DE TRÊS AMIGOS GAYS – Esta comédia mostra as experiências de três amigos gays em São Francisco. Apesar de estarem unidos pela amizade, cada um atravessa um momento diferente da vida: Patrick (Jonathan Groff) está voltando a sair com outras pessoas depois do fim de um relacionamento; Agustín (Frankie J. Alvarez), começa a questionar a ideia de monogamia em seu relacionamento; e Dom (Murray Bartlett) enfrenta a chegada a seus 40 anos com sonhos românticos que ainda não foram realizados. As histórias se entrelaçam enquanto cada um busca por felicidade e intimidade em uma época de escolhas – e direitos – para os homens gays.

COLETTE: A ESCRITORA FRANCESA QUE QUESTIONOU GÊNERO E SEXUALIDADE NO SÉCULO – Estrelada por Keira Knightley, COLETTE conta a história da mais importante romancista francesa do século XIX e sua busca por liberdade e afirmação artística. Pressionada pelo marido para escrever um romance sob o nome dele, Colette decide ficar com a fama quando o livro se torna um sucesso. Ela também foi amante da marquesa Mathilde de Morny e questionou os paradigmas estabelecidos para seu gênero ao ser uma das primeiras mulheres de sua geração que ousou vestir-se como um homem e assumir a masculinidade como parte de sua identidade.

YEARS AND YEARS: RETRATO DE UM FUTURO PRÓXIMO – A série acompanha as mudanças no Reino Unido e no mundo ao longo de quinze anos sob a perspectiva da família britânica Lyons. Um dos personagens é Daniel Lyon (Russell Tovey), um jovem gay que trabalha em abrigos para refugiados e imigrantes. A série acompanha a deterioração de seu casamento e seu envolvimento amoroso com um refugiado ucraniano. Em YEARS AND YEARS, ele precisa lidar com uma sociedade marcada pela instabilidade política, guerras iminentes e avanços tecnológicos.

ANGELS IN AMERICA: A QUEBRA DE ESTEREÓTIPOS SOBRE A AIDS – Com Al Pacino e Meryl Streep no elenco, a minissérie mostra dois pacientes que enfrentam diferentes desafios ao viver com HIV nos anos 80: Prior Walter (Justin Kirk), que é abandonado pelo namorado após contar a ele sobre sua doença, o Roy Cohn (Al Pacino), um inescrupuloso advogado, que também descobre ter Aids e tenta esconder sua homossexualidade. As implicações sociais, sexuais e religiosas da doença mostram o contexto da epidemia do vírus em um período em que a doença era uma sentença de morte física e social.

THE NORMAL HEART: A AIDS NÃO PODE SER INVISÍVEL – Estrelada por Mark Ruffalo, o filme aborda a disseminação do HIV em Nova York nos anos 80 e a luta de ativistas para dar visibilidade à doença. O filme destaca as dificuldades que a comunidade LGBTQIA+ enfrentava para expor a verdade sobre a AIDS em uma sociedade que, até então, negava os fatos.

WIG: VISIBILIDADE PARA O MOVIMENTO DRAG CONTEMPORÂNEO – O documentário original da HBO mostra as origens e a influência do Wigstock, festival anual de drag queens, e explora como o “queer” é visto nos dias de hoje. Criado em 1984 em Nova York, em uma época de crise na comunidade LGBTQIA+ – devido ao aumento do impacto do vírus HIV e às intensas reações contra o orgulho gay -, Wigstock foi uma celebração que marcou o fim dos verões por mais de 20 anos. Por meio de imagens de arquivo, WIG oferece uma visão do movimento drag contemporâneo, para o qual o festival serviu de fundação.

FORA DO ARMÁRIO: ACEITAÇÃO FAMILIAR NA VIDA REAL – Série documental brasileira com dez episódios, esta coprodução com a Producing Partners acompanha, ao longo de meses e anos, pessoas que “saíram do armário”. No episódio eu conta com a participação de Jean Willys e Tammy Miranda, o deputado conta sobre como sua participação em um reality show pode dar visibilidade à causa LGBTQIA+, enquanto o ator e cantor conta as dificuldades de aceitação de gênero sob o holofote da mídia. A produção foi realizada com recursos da Condecine – Artigo 39 .